A Prática Do Estágio Supervisionado

Publicado em: 26/01/2009 |Comentário: 9 | Acessos: 113,386 |

1 – INTRODUÇÃO

 

A teoria é uma ferramenta essencial na vida do indivíduo para a consolidação da prática. Assim, o Estágio Supervisionado adquiriu um papel substancial no processo de graduação, pois, o mesmo caracteriza-se como a prática em meio à aprendizagem na sistematização curricular (graduação).

 

2 – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

 

Um dos grandes desafios para o acadêmico de Pedagogia é o de adquirir a devida experiência para o processo de profissionalização educacional. Desse modo, o Estágio Supervisionado conquistou o papel de laboratório na "lapidação" do graduando, que busca uma maneira mais propicia de conciliar teoria e prática. Desmistificando, o antagonismo existente entre estas duas etapas do contexto de profissionalização educacional (teoria e prática).

 

Na visão de Pimenta (1997, p. 21) o Estágio Supervisionado são "as atividades que os alunos deverão realizar durante o seu curso de formação, junto ao futuro campo de trabalho". Não tão distante de tal opinião, Piconez (2000, p. 16) afirma que "os estágios são vinculados ao componente curricular Prática de Ensino cujo objetivo é o preparo do licenciamento para o exercício do magistério em determinada área de ensino ou disciplina de 1º e 2º graus".

 

Atualmente, de fato, temos testemunhado as difíceis condições sistemáticas nas quais os graduandos são submetidos. Ou seja, temos cada vez mais, visto professores despreparados em sala de aulas, e ao que tudo indica (mediante ao contexto), tais conseqüências tratam-se do reflexo da má formação acadêmica dos mesmos; o que de fato resulta na dicotômica e antagônica "poluição pedagógica", que impulsiona a nossa Educação para meros "ares", no conhecido contexto das contradições, assim como nos afirma Paulo Freire:

 

saber que devo respeito à autonomia, à dignidade e à identidade do educando e, na prática, procurar a coerência com este saber, me leva inapelavelmente à criação de algumas virtudes ou qualidades sem as quais aquele saber vira inautêntico, palavreado vazio e inoperante (2007, p. 62).    

    

Nesse pressuposto, vemos que o Estágio Supervisionado não possui a valorização da qual requer o processo, pois tal treinamento deveria ser o local adequado para a aquisição de experiências (a prática), e de fato sabemos que este momento propicia tais conhecimentos para o graduando; porém, o que de fato ocorre é que as políticas públicas, assim como os responsáveis pela elaboração da sistemática grade curricular, buscam o proposital distanciamento entre o que é a proposto nos cursos, e aquilo que é circunstancialmente presenciado na realidade. Sendo assim, tem sido "clássico" o quesito de que o ensino é um, e a prática é absurdamente oposta ao que se conhece. Aparentemente contrário à questão, Menga Lüdke (1996. In: CANDAU, 1997, p. 118) evidencia que:

 

a importância de assinalar a formação inicial, simplesmente, como o nome diz, enquanto preparação apenas inicial. Ela não deveria ser sobrecarregada com uma carga que não lhe é compatível e para a qual não está aparelhada.

 

No entanto, Lüdke refere-se que a uma demasiada preocupação das IES (Instituições de Ensino Superior) em transporem conteúdos sistemáticos ao processo de formação acadêmica; enquanto tais graduandos encontraram um contexto de atuação profissional oposto ao que ele observou na condição de acadêmico. Em paralelo a tal temática, temos a confirmação de Azevedo (apud PICONEZ, idem, p. 17) que o processo experimental (Estágio) na realidade é "uma teoria colocada no começo dos cursos e uma prática colocada no final deles sob a forma de Estágio Supervisionado constituem a maior evidência da dicotomia existente entre teoria e prática". Isto é, vemos na graduação temas (teorias) que não condizem com a realidade apresentada em sala de aula (prática). O que propicia o surgimento de profissionais despreparados e ineficientes quanto aos necessários meios de atuações contextuais (ações procedimentais). Em vista de que na realidade, seria mais propicio uma graduação paralela à realidade prática-profissional; que de fato, auxiliassem os acadêmicos (neste caso os de Pedagogia) na aquisição das oriundas experiências procedimentais; a exemplo do que ocorre em diferentes Cursos Superiores (Medicina, Advocacia, entre outros), que possuem acesso constante à realidade prática por meio de Hospitais Escolas e departamentos especializados.

 

3 – CONCLUSÃO

 

Contudo, destacamos que a prática do Estágio Supervisionado é essencial para a aquisição da prática profissional, porém não tem sido esta visão de seus idealizadores (Instituições) quanto a investimentos e reformulações nas confirmações de melhorias. Assim, vemos que é necessária a urgente reformulação sistemática de tal procedimento, para que venhamos ter uma Educação sustentável e distante das incertezas do cotidiano docente, capaz de atuar "cirurgicamente" nas falha do processo educacional; propiciando uma melhor forma de interpretar a realidade social, por meio de uma possível e notável influência da Educação, na consolidação do combate ao antagonismo provocado pela dicotomia existente entre teoria e prática. Desse modo, observamos esta etapa referente à graduação, com a certeza de que a Educação só poderá ser reformulada (a fim de atingir notáveis melhorias), quando o nível de atenção referente ao processo de Estágio Supervisionado, for considerado padrão a se investir e se seguir, evidentemente, sob os pressupostos do olhar crítico em reflexão ao contexto e os seus mecanismos constituintes.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AZEVEDO, L. M. F. O Estágio Supervisionado: uma análise crítica. p. 24. apud PICONEZ, Stela C. Berhtolo. A prática de ensino e o Estágio Supervisionado. 5ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2000. p. 15 -74.

CRUZ, Carla & RIBEIRO, Uirá. Metodologia cientifica: teoria e prática. 2 ed. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil, 2004.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. 36ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007. 148 p.

LUDKE, Menga. Formação inicial e construção da identidade profissional de professores de 1º Grau. In CANDAU, Vera Maria. Magistério: Construção Cotidiana. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997. p. 110 – 125.

PICONEZ, Stela C. Berhtolo. A prática de ensino e o Estágio Supervisionado. 5ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2000. p. 15 -74.

PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 1997. p. 21 – 80.

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/a-pratica-do-estagio-supervisionado-740821.html

    Palavras-chave do artigo:

    estagio supervisionado

    ,

    teoria e pratica

    Comentar sobre o artigo

    Agta Amorim

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    Cristiane Ferreira de Souza

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    Por: Sinéia Maia Teles Silveiral Educação> Ensino Superiorl 23/10/2008 lAcessos: 18,238 lComentário: 4

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    Por: sandra mara dobjenskil Educação> Ensino Superiorl 05/08/2011 lAcessos: 692
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    Por: KÁTIA CÉLIA FERREIRAl Educaçãol 18/12/2014

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    Por: Rosely dos Santos Ferreiral Educaçãol 17/12/2014

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    Por: Rosely dos Santos Ferreiral Educaçãol 17/12/2014

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    Por: Rosely dos Santos Ferreiral Educaçãol 17/12/2014

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    Comments on this article

    1
    Ronaldo Alves 05/08/2011
    Saudações meu amigo. Achei interessante a forma a qual foi abordado o assunto “Estágio Supervisionado”. Como excercer uma função sem práticas ou melhor, só na teoria? Quando faolamos de capacitação, falamos de formação em conjunto Educador/educando.

    Se as instituições trabalhassem com mais seriadade o papel do educando mesmo em processo de formação, abriria-se oportunidades para que todos tivessem mais dinamismo no que se pretende atuar futuramente.

    Que possamos acreditar, esperar e lutar por uma educação mais conciente e clara para nós e para a juventude futura.

    Graça e Paz.
    0
    veraildes C. dos Santos 26/07/2011
    Oi, estou cursando o 7º semestre em pedagogia, tô redigindo o meu relatório de Estágio Supervisionado III e seu trabablho está sendo muito útil, muito obrigada!!!!!
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    Jéssica Venâncio 07/07/2011
    O ESTÁGIO É A PRÁTICA DA SITUAÇÃO, SEJA ELA QUAL FOR.
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    José Ribeiro da Silva Júnior 27/09/2010
    Olá Cristina Maria Dutra! Fico feliz por tua escolha pela Psicologia, infelizmente não sei te indicar um local específico, pois não sei em qual cidade ou região estás... Mas, te desejo sorte em tua futura carreira acadêmica! Espero que em breve possamos compartilhar conhecimentos! Abraços! Que Deus te Abençoe! (Para contactar-me, meu e-mail é: junior_jdk@hotmail.com)
    -1
    José Ribeiro da Silva Júnior 27/09/2010
    Olá Zilma Costa! Estou muito feliz por seu comentário! Que possamos lutar por uma Educação justa e menos contraditória! Abraços! (Obs.: caso queira contactar-me, meu e-mail é: junior_jdk@hotmail.com)
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    José Ribeiro da Silva Júnior 27/09/2010
    Rogério Santana, muito obrigado por sua gentileza! Boa sorte em teus estudos!
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    cristina maira dutra 27/09/2010
    eu quero ser psicologia,ainda estou no ensino médio,tenho 17 anos e estou atrás de um curso para mim se vocês tiverem algum curso disponível entre em cota to comigo vocês já tem o email obrigado pela sua atenção.
    2
    zilma costa 10/07/2010
    Gostaria de somar com você em defesa da importancia do estagio na formação e transformação de novos educadores ousados,em defesa de uma educação que valorize o profissional academico e pedagogo na qualidade do ensino.li seu artigo e estou trabalhando na sua posição,gostei muito e obrigada pela sua contribuição de um novo olhar sobre o estagio na formação docente.
    1
    Rogério Santana 04/01/2010
    Cara,muito boa a sua postagem. Me ajudou bastante!
    Sucesso!
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