Auto-Avaliação

Publicado em: 07/09/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 15,945 |

AUTO-AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E DO ENSINO

 

Leia as questões e responda separadamente cada uma demonstrando um processo de metacognição  sobre o que aprendeu durante a disciplina.

 

☻ Faça uma síntese das aprendizagens significativas construídas dos núcleos temáticos.

 

          Darei inicio a este tópico ressaltando a relevância dos conhecimentos adquiridos para minha formação pessoal e profissional.

          Nessa viagem ao mundo da avaliação educacional tive o privilegio de rever alguns de meus conceitos até então inflexíveis e potencializar meu senso critico de uma forma mais fundamentada.

          Para apresentar uma síntese das aprendizagens significativas construídas dos núcleos temático resolvi (com o auxilio dos textos extras e sugeridos na disciplina, das discussões em sala de aula e da reflexão em torno do discurso docente) destrinchar o que aprendi sobre avaliação educacional fazendo um feedback do que vimos desde o inicio da disciplina.

          Perrenoud (1999) nos diz que:

A avaliação não é uma tortura medieval. É uma invenção mais tardia, nascida com os colégios por volta do século XVII e tornado indissociável do ensino de massa que conhecemos desde o século XIX, com a escolaridade obrigatória” (PERRENOUD, 1999)

          Sendo assim faz-se mister refazermos o caminho de volta que pode nos ajudar a entender melhor a avaliação educacional.

          Século XIX nos Estados Unidos é criado um sistema de testagem que tinha como finalidade melhorar os padrões educativos.

          Este sistema tinha Três propostas principais:

1 – substituir os exames orais pelos escritos;

2 – substituir as questões gerais pelas específicas e aumentar o seu número;

3 – buscar padrões mais objetivos

          Já no início do século XX – Thorndike nos Estados Unidos – os testes educacionais tinham como objetivo mensurar as mudanças de comportamento dos alunos caracterizando o início da avaliação da aprendizagem, conhecida como medida ou avaliação do rendimento escolar, o que deu origem aos testes padronizados.

          Em 1935-1938 surgem as conferências sobre a avaliação e criação de uma comissão permanente de estudos sobre o assunto.

          Nos anos 50  Tyler e Smith defendem os testes, as escalas de atitude, os inventários, os questionários e as fichas de registro de comportamento dos alunos.  

          Tyler atribuiu à avaliação um novo enfoque denominada avaliação por objetivos.

          Mager amplia essas idéias, apresentando três características:

1 – conter, explicitamente, o comportamento observável dos alunos;

2 – especificar as condições nas quais o comportamento deve ocorrer;

3 – definir o padrão de rendimento aceitável (critério), segundo o qual o nível de desempenho do aluno é considerado satisfatório.

  Cronbach (1963) nos apresenta quatro pontos sobre avaliação:

1 – a associação entre avaliação e o processo de tomada de decisão;

2 – os diferentes papéis da avaliação educacional;

3 – o desempenho do estudante como critério de avaliação de cursos;

  1. 4 – a análise de algumas técnicas de medida à disposição do avaliador educacional.     

          Noll – (1965) publica no Brasil Introdução às medidas educacionais que tem como idéia principal a mensuração das mudanças desejadas no comportamento do aluno.  

          A Contribuição de Stake (1977) – amplia as discussões sobre as diferentes epistemologias entre pesquisa e avaliação quantitativa e qualitativa e definiu as características do estudo de caso como forma de pesquisa

          Popham (1969) publica manuais que tratam do planejamento de ensino e avaliação. Essa contribuição trata da definição de objetivos (comportamentais)

          Essas teorias exacerbam a tecnologia da avaliação, considerando a necessidade de construir itens de testes apropriados e de testá-los de forma altamente valorizada

          Stufbllean e Guba – década de 70 criam um modelo de facilitação em avaliação educacional, dando ênfase ao processo de julgamento e tomada de decisões

          Scriven (1978) considerava que a avaliação desempenha vários papéis, embora com um único objetivo: determinar o valor ou o mérito do que está sendo avaliado.

          Bloom Concebe a avaliação como um levantamento sistemático de informações e sua posterior análise para fins de determinar o valor de um fenômeno educacional. Foi quem primeiro utilizou o termo Avaliação Formativa.

          Para ele, a avaliação tem papéis diferenciados, ou seja, papéis formativos e somativos, cujos conceitos influenciaram em definitivo, a prática e o futuro da avaliação.

          Essas idéias influenciaram o pensamento dos autores brasileiros até a década de 80.

    A avaliação formativa caracteriza-se por um caráter processual, isto é, ocorre ao longo do desenvolvimento dos programas, dos projetos e dos produtos educacionais, permitindo as modificações que se fizer necessárias durante o processo.

   A avaliação somativa é a que se realiza ao final de um programa ou de uma atividade, possibilitando a reorientação necessária e tomada de novas decisões

  A avaliação diagnóstica surge mais tarde e tem o sentido de se partir dos conhecimentos prévios dos alunos o que permite diferenciar avaliação de medida.

        Funções da avaliação são a Diagnóstica, Formativa e Somativa:

Diagnósticapermite detectar a existência ou não de pré-requisitos necessários para que a aprendizagem se efetue. No início de um assunto, bimestre, etc.                             Formativaconsiste no fornecimento de informações que orientarão o professor para a busca de melhoria do desempenho dos estudantes durante todo o processo ensino/aprendizagem, de modo a evitar o acúmulo de problemas

Somativaimplica no fornecimento de informações a respeito do valor final do desempenho do aluno, tendo em vista a decisão de aprová-lo ou reprová-lo.        

          Benjamim Bloom publica o Manual de avaliação formativa e somativa do aprendizado escolar 1971 nos Estados Unidos 1983 no Brasil Influenciou os meios acadêmicos da época e influencia até os nossos dias

          As concepções de Bloom (1972) foram importantes para a geração de um sistema de ensino e avaliação mais coerentes entre si.  

          Ao destacar a relevância do domínio de taxonomias (Taxonomia – ciência ou técnica de classificar) despertou os professores para o perigo da incoerência entre o que se ensina e o que se avalia

         Bloom define avaliação como “coleta sistemática de evidências por meio das quais determinam-se mudanças que ocorrem nos alunos e como ocorrem”

               Inclui uma grande variedade de evidências que vão além do tradicional exame final de caneta e papel.

                Portanto as funções da avaliação – diagnosticar, retroinformar e favorecer o desenvolvimento individual, ou seja, a avaliação diagnóstica .

               Pressupostos que devem nortear a avaliação diagnóstica  deve ocorrer no início de uma unidade, semestre ou ano letivo

               As idéias de Bloom enquadravam-se na corrente quantitativa da avaliação que predominou na literatura brasileira até o início dos anos 80.

              Tal corrente valoriza o uso de instrumentos e tecnologias diversas para a mensuração  do rendimento do aluno com o propósito de alcançar objetivos comportamentais, bem como traduzir a quantificação do conhecimento adquirido que ainda predomina no pensamento educacional brasileiro, expresso nas práticas avaliativas desde a Educação Básica até o Ensino Superior (MEZZAROBA & AVARENGA, 1999; SAUL, 1988).

         A avaliação apresenta dois modelos: o tradicional e o progressivista:

Tradicional – enfatiza as quantificações dos resultados e a classificação do aluno;

Progressivista – focaliza o processo e a avaliação diagnóstica do aluno

        No final da década de 80 e início de 90 surgem visões mais progressistas, dentre as quais, a abordagem da avaliação emancipatória de Saul (1988), Hoffmann (1998) – avaliação mediadora , Lüdke e Mediano (1994) – enfoque sociológico para a avaliação, Luckesi (1999) – enfoca a avaliação enquanto processo, Prado (1997) – enfatiza a avaliação como processo e não como produto eVianna (1989) – contribui para criar a cultura da avaliação.

        Esses autores contribuíram para que desencadeasse no Brasil um processo de sensibilização e preocupação com a avaliação também, a desvinculação com as obras norte-americanas, embora elas continuem sendo valiosas para aprofundamento de estudos, uma vez que sustentaram e sustentam as pesquisas na área.

 

☻As atividades e tarefas favoreceram o seu crescimento pessoal e formação profissional? De cada tarefa executada durante o curso explique o grau de relevância.

               Como diria o poeta: tudo vale a pena quando a alma não é pequena. As atividades e tarefas tiveram grande significado. O diário reflexivo funciona pra mim como uma espécie de álbum de fotografias em que posso visualizar as mudanças ocorridas ao longo do processo. Creio que meu ultimo diário contem mais informações que o primeiro, embora admito que preciso melhorar em alguns aspectos que dizem respeito à fundamentação teórica.

              Compreendi a eficiência e confecção correta dos resumos informativos.

              Gostaria de ter evoluído um pouco mais na elaboração do mapa conceitual.

              Estou satisfeito com minhas atuações nas apresentações em equipe.

              A pesquisa da prática avaliativa de um docente contempla tudo que vimos nessa disciplina, pois podemos identificar facilmente qual paradigma nosso entrevistado está inserido.

 

☻Comente sobre as dificuldades enfrentadas para executar as tarefas individuais e em grupo. Quais as limitações pessoais, do professor, dos colegas, outras?

               As dificuldades que encontrei podem ser os resquícios do paradigma empiristas que estruturaram a minha trajetória acadêmica. Isso pode explicar minha fraqueza metacognitiva. No entanto vejo tal crise como um ponto de amadurecimento.

☻O que você retiraria ou acrescentaria da proposta da disciplina?

          Incluiria estudos sobre neurociência.

2. Faça o comentário que desejar:

Quero aproveitar este espaço para manifestar minha gratidão pela experiência vivida. Gostaria de dizer que não é nada fácil enfrentar os obstáculos que tentam bloquear nossa chegada à autonomia. Não é fácil identificar quando deixamos de ser heterogêneos, pois estamos tão presos ainda em paradigmas que sustentam nossas crenças que chocá-los pode gerar alguns conflitos internos.

Esses conflitos ou processos de desequilíbrio são na verdade uma oportunidade para emergirmos para o novo. E feliz aquele que nesse momento de transgressão tenha em seu auxilio um mediador competente, um motivador do nosso potencial, um altruísta por natureza.

 Durante muito tempo a escola tem perdido a oportunidade de transformar-se na instituição mais poderosa e influente da união. A insistência em utilizar modelos pedagógicos e epistemológicos que limitam o ser pensante que há em cada aluno, tem sido o fator marcante para a desvalorização que a escola pública vem sofrendo.

Nós, futuros profissionais de educação, temos a obrigação moral de buscarmos a nossa autonômia, e mais ainda, o dever nato de viabilizar caminhos para a emancipação daqueles que a própria escola tratou de excluir.

É preciso acreditar em nossos rumos para a educação de nosso país. Não é mais concebível os processos de avaliação que expressam juízo de valor e promovem segregação.

Queremos uma escola em que interagir seja parte processual da avaliação, que as experiências sejam valorizadas e respeitadas tal como devemos agir com as pessoas, um processo avaliativo que mas parece um celebração de identidades onde cores, crenças e valores se misturam e faça todos entenderem que o ser humano só pode ser uma coisa:

ELE MESMO!

 

Joilson Aleixo

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/auto-avaliacao-1206499.html

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    Este texto tem por objetivo mostrar ao professor que não se deve apenas aprovar ou reprovar o aluno mas sim servir como base para o professor descobrir as dificuldades do aluno e procurar técnicas diferenciadas para ajudar o aluno na aprendizagem.

    Por: João do Rozario Limal Educaçãol 11/04/2008 lAcessos: 96,129 lComentário: 7

    Este artigo tem por objetivo levar os educadores a refletirem sobre a abordagem do sistema de avaliação do ensino e aprendizagem nas instituições escolares públicas e privadas a perceberem que não podem simplesmente medir e transformar de zero a cem a aprendizagem dos educandos. Para tanto utilizamos a pesquisa bibliográfica. Palavras – chave: Educação, Avaliação Escolar, Ensino – Aprendizagem.

    Por: João do Rozario Limal Educaçãol 01/04/2008 lAcessos: 162,959 lComentário: 3
    Joice Lima Santana

    O presente trabalho discute á avaliação educacional no ensino fundamental. Nos últimos anos, a avaliação vem desempenhando um papel crescente nas diversas áreas da educação. Em todas as atividades humanas, a avaliação está presente, entretanto, na educação a avaliação é essencial, especialmente no âmbito da educação fundamental. Em outros níveis da educação a função da avaliação é seletiva, já no nível da educação fundamental ela exerce a função informativa.

    Por: Joice Lima Santanal Educação> Educação Infantill 20/12/2010 lAcessos: 2,324
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    O artigo destaca a avaliação, tema esse voltado às séries do ensino fundamental. Consiste nas interrogativas sobre o que é avaliação da aprendizagem, avaliação do rendimento e auto-avaliação e sua eficácia. Apresentamos também os critérios para uma avaliação qualitativa, buscando mostrar através das concepções dos autores pesquisados a importância do preparo do educador.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Educação Infantill 22/05/2011 lAcessos: 3,410
    Pr. Suedem Medeiros

    Avaliar é dinamizar oportunidades de auto-reflexão, num acompanhamento permanente do professor. O professor deve assumir a responsabilidade de refletir sobre toda a produção do conhecimento do aluno, promovendo o movimento, favorecendo a iniciativa e a curiosidade no perguntar e no responder, construindo assim, novos saberes junto com o aluno.

    Por: Pr. Suedem Medeirosl Educação> Ensino Superiorl 03/12/2009 lAcessos: 7,884
    Clecia Pacheco

    O presente trabalho busca fazer uma demonstração dos aspectos teóricos da avaliação no processo de ensino e aprendizagem, destacando sua evolução ao longo dos tempos, o fator nota na avaliação, os princípios básicos e finalidades da avaliação, bem como as suas funções no processo de ensino e aprendizagem.

    Por: Clecia Pachecol Educação> Ensino Superiorl 12/10/2010 lAcessos: 6,295
    Professor Marcos Paulo

    Esta modalidade de ensino não pode ser encarada como uma panacéia para todos os males da educação brasileira. Há um esforço muito grande dos educadores e pesquisadores da educação em mostrar que os problemas da educação brasileira não se concentram somente no interior do sistema educacional, mas, antes de tudo, refletem uma situação de desigualdade e polaridade social, produto de um sistema econômico e político perverso e desequilibrado...

    Por: Professor Marcos Paulol Educação> Educação Onlinel 15/09/2011 lAcessos: 228
    shirleidy de sousa freire

    A avaliação é parte importante do processo de ensino e aprendizagem. Na atualidade pode-se observar que várias escolas estão abrindo as portas para a avaliação diagnóstica, processual, formativa, ajudando na aprendizagem e no desenvolvimento dos alunos em sala de aula. Sabe-se que os estudos têm evidenciado que na historia da humanidade mostram que desde o momento em que a comunidade primitiva procurou relatar a seus semelhantes fatos que para eles eram importantes ou de alguma maneira uteis.

    Por: shirleidy de sousa freirel Educação> Ensino Superiorl 18/12/2012 lAcessos: 161
    Hilsa Flávia A Coutinho

    Este trabalho tem o perfil de identificar fatores que traga uma qualidade de vida para a população, como objetivo principal à sistematização no cuidado da Assistência da Enfermagem para este grupo, descrever a qualidade de vida promovendo ações educativas com uma linguagem simples e de fácil compreensão.

    Por: Hilsa Flávia A Coutinhol Saúde e Bem Estarl 28/10/2011 lAcessos: 277

    Esse artigo retrata sobre a avaliação como uma temática bastante importante no campo das Ciências da Educação. Não é algo de exógeno ao processo de ensino-aprendizagem, nem independente das diversas componentes que envolvem o mesmo processo. A avaliação não serve para avaliar somente o aluno, mais também para avaliar o professor e sua equipe pedagógica.Quando se fala de avaliação não estamos falando de um fato pontual ou de um ato singular, mas de um conjunto de fases que se condicionam mutuamen

    Por: Silvana Brandão Costa Andradel Educação> Ensino Superiorl 19/05/2012 lAcessos: 403
    Erineia nascimento da Silva

    O aluno especial tem algumas necessidade de auto realização igual aos demais alunos, assim como ele precisa ter sua autoestima valorizada para contribuir na definição de suas habilidades intelectuais, a interação social com a comunidade escola lhe dará segurança, o apoio dos pais e fundamental nesse processo.

    Por: Erineia nascimento da Silval Educaçãol 11/09/2014
    Erineia nascimento da Silva

    Cérebro é o órgão onde se forma a cognição, o órgão mais organizado do corpo humano. Portando a cognição pode emergir no cérebro e nele acontece dinâmicas evolutivas que permitem ao ser humano revelar-se como um ser auto-eco-organizador, para isso e necessário o envolvimento das funções bio-psico-sociais ou bioantropologicas.

    Por: Erineia nascimento da Silval Educaçãol 08/09/2014
    Formacerta.pt

    Este artigo informa sobre o curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores, uma formação frequentemente procurada (e essencial) por indivíduos que querem entrar no mercado de formação profissional.

    Por: Formacerta.ptl Educaçãol 08/09/2014

    O presente texto aborda sobre Saúde em Educação, como incentivo entre desenvolvimento social, psicológico, cultural e saúde educacional. Pois o artigo preocupa-se e questiona-se sobre a formação de crianças e adolescentes e a saúde pública escolar.

    Por: Reginaldo Posol Educaçãol 07/09/2014

    O presente texto possui uma abordagem reflexiva simples e ao mesmo tempo um foco informativo sobre as três áreas de "ciências" Psicopedagogia, Psicologia Transpessoal e Educação, numa prespectiva relacionada á Educação de maneira prática e explicativa.

    Por: Reginaldo Posol Educaçãol 07/09/2014

    O objetivo deste estudo foi verificar como a mídia influencia o desenvolvimento moral da criança, quando da sua exposição nos meios de comunicação a partir de uma denúncia não verídica de violência sexual em uma escola infantil do município de Vila Velha, Espírito Santo. Trata de um estudo descritivo, desenvolvido na Unidade Municipal de Educação Infantil "José Silvério Machado", Jardim Marilândia, Vila Velha, ES. Participaram do estudo 10 professores.

    Por: ADRIANA CHAGAS MEIRELES ZURLOl Educaçãol 28/08/2014 lAcessos: 12

    O objetivo deste estudo foi contribuir para o entendimento de quais são os fatores que determinam o sucesso escolar de alunos dos meios populares, por meio da percepção dos educadores. Trata de um estudo descritivo, quantitativo e qualitativo. O instrumento de coleta dos dados foi um questionário estruturado com perguntas objetivas e subjetivas As perguntas objetivas se relacionam a identidade dos professores e vivência no ambiente escolar. As subjetivas buscam conhecer quais os fatores que poss

    Por: SANDRA MARIA TEIXEIRA GRADIMl Educaçãol 28/08/2014

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    Por: Joilson Aleixo da Silval Lar e Famílial 04/11/2010 lAcessos: 172

    Aprendendo sobre a importancia de gostar dos livros.

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    Algumas observações realizadas durante a experiência vivida na Lan House APOTANO´S CYBER CAFÉ

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    Por: Joilson Aleixo da Silval Educaçãol 21/03/2010 lAcessos: 399

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    Este trabalho busca apresentar algumas representações sobre infância e paternidade do ponto de vista histórico apontando para a importância da paternidade participativa como agente de proteção à infância. Estudos revelam que já ocorre no Brasil pequenas e positivas mudanças na experiência paterna, fato este que contribui significativamente para a vivencia de uma infância digna e permeada de carinho contemplando assim os envolvidos numa relação que tem como base o amor. Diante das violações do direito de ser criança, muitas vezes praticadas pela figura paterna, cabe-nos anunciar um outro segmento de pais, são aqueles que amam e cuidam de seus filhos (as) e, consequentemente, criam condições favoráveis para o desenvolvimento dessas crianças.

    Por: Joilson Aleixo da Silval Educaçãol 07/09/2009 lAcessos: 454
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