AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DA APRENDIZAGEM: JUNTAS NA MELHORIA DO ENSINO

Publicado em: 20/07/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 6,914 |

INTRODUÇÃO:

 

         A avaliação na educação é um tema muito polêmico, pois avaliar requer um intrincado de meios, métodos e percepção/intuição profissional, cabendo a ele transmitir através de nota a evolução ou não do educando, tornando uma tarefa não muito fácil, haja vista que, existe um prazo determinado para esta avaliação. Como saber se um aluno adquiriu, ou não, no prazo previsto, os novos conhecimentos que a instituição previa que adquirisse? (PERRENOUD, 1999).

         Como também temos a avaliação da instituição. Mas o que seria avaliação institucional? Segundo a Secretaria de Educação do Estado do Paraná (2005), é o processo que busca avaliar a instituição de uma forma global, contemplando todos os elementos que constituem sua finalidade, através de instrumentos que permitam a manifestação das suas características próprias e que desvelem em que medida a instituição se aproxima do cumprimento do seu compromisso social.   

         Segundo Cervi (2008), é importante ressaltar a importância das definições sociais, políticas que orientam a oferta educacional de acordo com cada realidade, como também à configuração administrativa dos sistemas de ensino e cada modelo de gestão escolar e de relações organizacionais.

         De acordo com Aguerrondo (2007), citado por Cervi (2008), existem algumas implicações subjacentes aos modelos de planejamento educacional que não devem ser deixados de lado, e que podem dar um grande suporte quanto a sua realização, revitalizando o planejamento e a avaliação educacional no âmbito das instituições escolares, em particular nas escolas publicas, ressaltando que o planejamento educacional tem como base sua capacidade de interferir na realidade, podendo ser alterado de com a realidade atual. 

         Para Perrenoud (1999), a avaliação é parte integrante do processo ensino-aprendizagem onde requer preparo técnico e boa capacidade de observação dos profissionais envolvidos, pois, sua principal função é diagnosticar os pontos de conflitos geradores de baixo rendimento escolar. Detectados esses pontos, devem ser utilizados pelo professor como referenciais para as ações pedagógicas objetivando um melhor desempenho do aluno.

         Para Souza (1999), o propósito de uma avaliação educacional é fornecer elemento para os responsáveis pelas ações educativas, possam tomar decisões que levem a um aperfeiçoamento dos processos de ensino onde não só o aluno, mas tudo que envolve o rendimento escolar seja avaliado.

         Na atualidade, isto é, na idade Contemporânea, o sentido da aprendizagem, que vem predominando, vem atravessando diversas dimensões. A aprendizagem científica da Idade Moderna cedeu lugar a uma aprendizagem técnica, de caráter prático, não abandonando, porém o sentido científico,  pela qual, essa transformação se deu em função do advento da Revolução Industrial e aprender era absorver conhecimentos técnicos, isto é, era saber como funciona.

         Para Osório (2002) compreender a concepção de avaliação escolar só é possível quando se entende os sentidos e os significados dos eixos que irão indicar a concepção de ciclo de formação, que por sua vez, só será possível quando se compreende os princípios da organização curricular e de ensino propostos, assim como de organização de trabalho pedagógico e administrativo da escola, por isso, aprender a aprender tornou-se a mais rápida e prática definição de  aprendizagem.

         Segundo o autor, o século XXI traz consigo a necessidade do homem possuir muito mais instrumentos que o possibilitem uma intensa re-configuração, do que informações estáticas, que o rotulem como academicamente culto.

         Porém, segundo Moraes (2010), esta avaliação, meritocrática, ao se avaliar os estabelecimentos de ensino em larga escala e ao se considerar os desempenhos descontextualizados dos alunos para aferição da qualidade de ensino, o Estado atuando como avaliador  preocupado com a imposição de um currículo nacional comum e com o controle dos resultados, sobretudo acadêmicos, difunde a idéia de que a escola é tão simplesmente a única responsável pela construção do sucesso do estudante. Nessa posição, o papel do Estado, é, pois, extremamente confortável verificando a produtividade e cobrando resultados através de sua avaliação.

         O objetivo deste trabalho é verificar como a avaliação institucional pode interferir positivamente, ou não, no processo de ensino-aprendizagem nas instituições de ensino e qual o papel do Estado após a aferição dos resultados.

         Este trabalho foi realizado através de pesquisa bibliográfica de qualidade, na qual foram utilizadas as principais fontes de informação relacionadas ao assunto.

UM BREVE HISTÓRICO DA AVALIAÇÃO ESCOLAR

         Segundo Lima (2008), na história antiga, encontra-se diversas formas de avaliação. Em algumas tribos primitivas, adolescentes eram submetidos a provas relacionadas com seus usos e costumes. Só depois de serem aprovados nessas provas eram considerados adultos.

        Na Idade Média, caracteriza-se por uma intensa espiritualidade, durante os períodos apostólicos, patrístico e monástico, verifica-se um grande interesse pelo conhecimento de realidades mediatas, não perceptíveis pelos sentido, de ordem supra-sensíveis; ou por um conjunto de verdades a que os homens chegaram não com o auxilio de inteligência, mas mediante a aceitação da fé, dos dados da revelação divina.   

         No Renascimento manifestava o movimento do humanismo em duas correntes, nitidamente diferenciado que se distinguiam entre a corrente do humanismo cristão e corrente do humanismo pagão.  

         Nos tempos modernos, durante a tomada de Constantinopla pelos turcos, os sábios bizantinos se refugiaram na Itália. E levaram consigo a obra mais importante dos escritores da antiguidade, despertando, desta maneira, um grande interesse pelo estudo das línguas antigas. Foi nesta época que se formaram as nacionalidades e que surgiram as obras primas das línguas modernas. Mas, foi invenção da imprensa a que mais contribuiu para o desenvolvimento de todas as formas de atividade intelectual.

         Na idade contemporânea, surge a necessidade de se construir um sistema educativo inteiramente novo no qual a educação da criança passa ao domínio exclusivo e absorvente do Estado. Há forte reação contra o ensino humanista tradicional, dando relevo predominante nos planos educativos às ciências naturais, às línguas modernas e aos trabalhos manuais. 

        Segundo Lima (2008), os Jesuítas foram os principais educadores de todo o período colonial, atuando no Brasil em 1549 a 1759 e num contexto de uma sociedade de economia agrária, exportadora dependente, explorada pela metrópole, a educação não era considerada um valor social importante. A tarefa educativa estava para a catequese e instrução indígena, mas para a elite colonial outro tipo de educação era oferecido. o plano de instrução tinha o ideal da formação do homem universal, humanista e cristã e a educação se preocupava com o ensino humanista de cultura geral, enciclopédico e alheio à realidade da vida da colônia. Esses eram os alicerces da pedagogia tradicional na vertente religiosa, marcada por uma visão especialista do homem, isto é, o homem constituído por uma essência ação universal e imutável.

         De acordo com lima (2008), a pedagógica dos jesuítas, nas normas para a orientação dos estudos escolásticos, seja nas classes inferiores ou superiores, ainda que definissem com rigor os procedimentos a serem levados em conta num ensino eficiente que tinha por objetivo a construção de hegemonia católica, contra as possibilidades heréticas, especialmente as protestantes, tinham uma atenção especial com o ritual de provas e exames. 

         Segundo o autor, após os jesuítas não ocorreram grandes mudanças no país, no campo pedagógico, foram poucas as mudanças sofridas pela sociedade colonial durante o Império e a República. A nova organização instituída por Pombal, pedagogicamente representou um retrocesso, pois os professores leigos começaram a ser admitidos para as aulas. A pedagogia Comeniana insiste na atenção especial a que se deve dar a educação, como centro de interesses da ação do professor, também não obscurece o uso de provas e exames como meio de estimular os alunos, que aprenderão com muita facilidade, sem fadiga e com economia de tempo.

         De acordo com Lima (2008), em 1879, a reforma de Leôncio de Carvalho instituiu a liberdade de ensino, possibilitando o surgimento de colégios protestantes e positivistas. Em 1891, Benjamim Constant, baseado nos ensinamentos de Augusto Comte, elaborou uma reforma de ensino de nítida orientação positivista, defensora de uma ditadura republicana dos cientistas e de uma educação como prática anuladora das tensões sociais.

       No período de 1930 a 1940, a didática tradicional começa a ser renovada, desencadeando o movimento de reorganização, lançando-se o Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, preconizando a reconstrução social da escola, cujo período é marcado pelo equilíbrio entre as influências da concepção humana tradicional e humanista moderna, que também não acrescentou mudanças significativas. Ao longo da história da educação moderna e ao longo da prática educativa, a avaliação através de exames e provas foi se tornando uma "entidade", criada pelo ser humano para atender sua necessidade, tornando-se independente dela e universalizando. A cultura avaliativa não se faz de uma hora para outra, há toda uma engrenagem, uma rede de significados que tecem e na qual ela também faz a sua tessitura-constrói significado e significações, enquanto é ação política/prática social.

         Na história da avaliação educacional constata-se que alunos e professores freqüentemente tem sido alvo dos interesses dos avaliadores, sob múltiplas e variadas perspectivas. Hoje a avaliação passa a ser tema obrigatório de debate e discussão em todos os meios. A avaliação foi e continua sendo o mais freqüente objeto de análise no contexto escolar.

 

 

http://www.artigonal.com/educacao-artigos/a-trajetoria-da-avaliacao-da-aprendizagem-no-brasil-1521280.htmlSAEB COMO FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

 

         De acordo com o INEP (2010), o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB), foi criado em 1988 e implantado em 1990 visando levantar dados sobre o nível em que se encontra a Educação Brasileira, avaliava as séries 4ª e 8ª séries do Ensino Fundamental e a 3ª série do Ensino Médio nas disciplinas, Língua Portuguesa, Matemática e Ciências e a partir de 1999, foram incluídas as disciplinas de História e Geografia.

         Segundo Moraes e Silva (2010), desde 1990, o Ministério da Educação (MEC), por intermédio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP), vem desenvolvendo, no Brasil, a avaliação das escolas  em de caráter externo e em larga escala , com a implantação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB), que busca informações indicadas como necessárias à gestão dos sistemas de ensino e das políticas educacionais. Se a prática da avaliação externa pode ser considerada relativamente nova no país, ainda pouco se conhece da interna (ou auto-avaliação) institucional da escola, especialmente a da pública, na qual, poucas produções abordam o assunto.

         Segundo os autores cabe aqui distinguir avaliação educacional de avaliação institucional, a qual,  a primeira refere-se à avaliação da aprendizagem ou do desempenho de alunos (ou de profissionais) e à avaliação de currículos, concentrando-se no processo de ensino-aprendizagem e nos fatores que interferem em seu desenvolvimento. Já a avaliação institucional, por sua vez, destina-se à avaliação de instituições (como a escola e o sistema educacional), políticas e projetos, tendo atenção centralizada em processos, relações, decisões e resultados das ações de uma instituição ou do sistema educacional como um todo.

         Porém é bom lembrar que as avaliações em larga escala (aplicadas, em

geral, por órgãos governamentais), ainda que sejam comumente tomadas enquanto sinônimo, de avaliação institucional, são realizadas tão simplesmente mediante a mensuração do desempenho escolar do aluno, com vistas a determinar o mérito da instituição: tratam-se, portanto, de um elemento compositor da avaliação institucional.

         Segundo Moraes e Silva (2008), há avaliações que visam à identificação do mérito de uma instituição, geralmente através de testes aplicados a seus alunos, estabelecendo rankings como forma de estimular a competição entre instituições e assim se alcançar a pretensa qualidade. Ainda que de maneira

menos conhecida, também existem aquelas que consistem num processo democrático que visa ao aperfeiçoamento da instituição, a partir da identificação, formulação e acompanhamento de objetivos, sob a ótica de seus agentes.

     

OUTRAS FORMAS DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇAO BRASILEIRA

 

 

PROVA BRASIL

 

         Segundo a fundação Tide Setúbal (2007), PROVA BRASIL compõe-se de um conjunto de testes que avaliam Língua Portuguesa (competência leitora) e Matemática. A primeira edição, em 2005, foi realizada em 5.387 municípios de todas as unidades da federação. Mais de 3 milhões de alunos, distribuídos em cerca de 40 mil escolas públicas urbanas, foram avaliados. Além dos testes, os alunos respondem a um questionário com informações sobre seu contexto social e capital cultural.

         De acordo a fundação a interpretação pedagógica da Prova Brasil, ou seja, a análise dos resultados sobre os níveis de aprendizagem em que se encontra a maioria dos alunos, traz pistas valiosas. Sua interpretação, junto com a análise dos resultados das avaliações aplicadas pelos professores, permite que equipes escolares revejam projetos pedagógicos e que os docentes possam definir mais claramente metas de aprendizagem e objetivos de ensino.

         A Prova Brasil, para alunos das 4as e 8as séries, contém itens que permitem medir a competência leitora em Língua Portuguesa e a competência em resolução de problemas em Matemática e a interpretação pedagógica da Prova Brasil, ou seja, a análise dos resultados sobre os níveis de aprendizagem em que se encontra a maioria dos alunos, traz pistas valiosas. Sua interpretação, junto com a análise dos resultados das avaliações aplicadas

pelos professores, permite que equipes escolares revejam projetos pedagógicos e que os docentes possam definir mais claramente metas de aprendizagem e objetivos de ensino.

 

ENEM

 

         De acordo a Fundação Tide Setúbal (2007), o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é um exame individual, de caráter voluntário, oferecido anualmente aos estudantes que estão concluindo ou que já concluíram o ensino médio. Seu objetivo principal é possibilitar uma referência para auto-avaliação, a partir das competências e habilidades que estruturam o Exame. A prova do ENEM é interdisciplinar e contextualizada; coloca o estudante diante de situações-problema e pede que, mais do que saber conceitos, ele saiba aplicá-los.

 

 

 

PISA

 

         Segundo a Fundação Tide Setúbal (2007), o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) é uma Avaliação internacional padronizada aplicada a alunos de 15 anos no ensino regular (7ª série em diante). Abrange os domínios de Leitura, Matemática e Ciências, não somente relativos ao currículo, mas também relativos a conhecimentos relevantes e às habilidades necessárias à vida adulta. As avaliações são realizadas a cada três anos e o Brasil participa desde sua primeira edição, em 2000.

 

PROVINHA BRASIL

 

        De acordo com Esteban (2009), instituída em 2008 pelo Governo Federal, a Provinha Brasil, exame de larga escala, destinada a crianças no segundo ano de escolarização, no qual, o processo de avaliação se realiza através de provas padronizadas, aplicadas no início e no fim do ano letivo, com a fi­nalidade de "monitorar" a alfabetização realizada nas escolas públicas. A ênfase na objetividade dos dados obtidos é um dos aspectos centrais na costura desse projeto de avaliação que apresenta como seu objetivo realizar um diagnóstico do nível de alfabetização dos estudantes, para prevenir e corrigir "possíveis insufi­ciências" em relação à leitura e escrita.

 

DISCUSSÃO:

 

         Segundo Osório (2002), a avaliação é um processo de coleta e análise dos dados com a finalidade de verificar se os objetivos propostos foram alcançados. Deve ser integral, considerar o aluno como um ser total e integrado e não de forma fragmentada onde, os professores devem verificar o conhecimento prévio de seus alunos, com isso, conseguindo planejar seus conteúdos e detectar o que o aluno aprendeu nos anos anteriores.

         Esta colocação é um dos muitos fatores importantes de uma avaliação, porém o que se vê hoje não é isso que ocorre em nosso sistema de ensino onde, o valor é dado sobre aquilo que se reproduz em forma de provas, exames e testes.

         Outra negligência é a desconsideração da reflexão a respeito do papel que a avaliação assume enquanto elemento constitutivo de um projeto pedagógico levando às sérias conseqüências. E dentro desse contexto percebemos que os atos de planejar e avaliar não são neutros, pelo contrário, constituem-se enquanto processos de tomada de decisões para ações frente a entendimentos filosófico-político do mundo e da realidade.

         Segundo Gadotti (2003), a autonomia e a participação do coletivo escolar não se limitam à mera declaração de princípios consignados em algum documento, ou seja, sua presença precisa ser sentida no Conselho de Escola ou Colegiado, mas também na escolha do livro didático, no planejamento do ensino, na organização de eventos culturais, de atividades cívicas, esportivas, recreativas. Não basta apenas assistir às reuniões.

         Por outro lado, Osório (2002), enumera como possíveis empecilhos à instauração de um processo democrático, enquanto um princípio do projeto pedagógico da escola, a pouca experiência democrática e a larga experiência autoritária da prática educacional, a mentalidade de se atribuir apenas à técnicos a capacidade de planejar e governar e o tipo de liderança que tradicionalmente domina a atividade política no campo educacional.

         O Estado como maior interessado, diante dos resultados, se mostra inoperante, cumprindo o papel de divulgador dos resultados, porém, sem apresentar soluções para os problemas detectados, ou seja, não participa efetivamente na resolução dos problemas, apenas aponta o baixo rendimento nos pontos detectados, empurrando para os sistemas de ensino estaduais e municipais, a tarefa de resolver os problemas de ensino da educação brasileira.

         Talvez possa até entender o fato de as secretarias de ensino dos estados e dos municípios estarem mais próximos dos problemas, mas isso não impede o governo federal na sua participação.

 

CONCLUSÃO:

 

         Como se pode observar a avaliação é um processo que embora polêmico se faça necessário no processo ensino-aprendizagem. Faz parte da história do Brasil e da educação brasileira, restando-nos buscar melhores métodos de avaliação, fazendo com que a evolução dos alunos seja mensurada de forma humanística, pois avaliar é um ato extremamente complexo, cuja responsabilidade não é competência única dos professores ou das instituições, mas sim de todos os elementos integrantes do processo educacional (administradores, diretores, pais e alunos).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

 

CERVI, Rejane de Medeiros, PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO EDUCACIONAL. Curitiba, Ibpex, 2008.

ESTEBAN, Maria Teresa, PROVINHA BRASIL: Desempenho Escolar e Discursos Normativos Sobre a Infância. Revista da Ciências da Educação, 2009. Fundação Tide Setúbal, Prova Brasil na Escola, Cenpec, 2007. www.fundacaotidesetubal.org.br.

INEP, Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica. 2010.

LIMA, João do Rosário, O PROCESSO HISTÓRICO DA AVALIAÇÃO. www.artigonal.com/educação. 2010.

MORAES, Sandro Ricardo Coelho de, SILVA, Itamar Mendes da, ESCOLA BÁSICA E AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: POSSÍVEIS CONQUISTAS, NOVOS DESAFIOS. Campinas, PUC.

OSÓRIO, Débora, Avaliação do Rendimento Escolar Como Ferramenta de Exclusão Social. Rio de Janeiro, Universidade Veiga de Almeida, 2002.

PERRENOUD, Philippe, A AVALIAÇÃO NO ESPÍRITO DA EXELÊNCIA E DO ÊXITO ESCOLARES. Porto Alegre, Artes Médicas Sul, 1999.

SOUZA, Clarilza Prado, Avaliação da Aprendizagem Formadora / Avaliação Formadora da Aprendizagem in: BICUDO, Maria A. V.; SILVA JUNIOR, Celestino (orgs) A Formação do Educador e Avaliação Educacional. São Paulo, UNESP, 1999.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/avaliacao-institucional-e-da-aprendizagem-juntas-na-melhoria-do-ensino-2863596.html

    Palavras-chave do artigo:

    interesse dos avaliadores metodos de avaliacao processo ensino aprendizagem

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    Por: Gilmara Amorim de Moraesl Educação> Ensino Superiorl 01/12/2012 lAcessos: 149
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    O artigo destaca a avaliação, tema esse voltado às séries do ensino fundamental. Consiste nas interrogativas sobre o que é avaliação da aprendizagem, avaliação do rendimento e auto-avaliação e sua eficácia. Apresentamos também os critérios para uma avaliação qualitativa, buscando mostrar através das concepções dos autores pesquisados a importância do preparo do educador.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Educação Infantill 22/05/2011 lAcessos: 3,474

    Neste artigo será feito uma abordagem do erro pedagógico como reconstrução do conhecimento no processo de avaliação do ensino fundamental. Comenta-se as concepções de avaliação, observando a visão equivocada do erro, abordando o papel da escola na sociedade capitalista, ratificando a importância da relação entre aprendizagem e desenvolvimento, reconhecendo ainda, o papel construtivo do erro na avaliação. Ressaltando a prática da avaliação escolar no ensino fundamental...

    Por: FILOMENA LAGESl Educação> Educação Onlinel 06/09/2010 lAcessos: 4,450
    Valdec Romero Castelo Branco

    Nesse artigo analisa-se o processo de avaliação, não pela visão de um especialista em pedagogia. A escola deve incorporar uma nova realidade, caracterizando-se pela capacidade de gerir relacionamentos interpessoais com os alunos, os pares, os superiores e a comunidade e, não apenas formadora de mão de obra para esse ou aquele segmento de mercado.

    Por: Valdec Romero Castelo Brancol Educação> Ensino Superiorl 20/07/2010 lAcessos: 1,251
    André Emilio Rozani

    A avaliação e sua importância para educação, vista como ferramenta importante para o processo de aquisição eficaz no desenvolvimento cognitivo do aprendiz, contudo na prática vemos uma avaliação, a qual é polarizada pelos exames, ou seja, uma ferramenta a serviço das provas e não do aluno. A avaliação na verdade é uma forma do professor garantir a qualidade do resultado de seu trabalho, verificando quais estratégias são melhores, o que está ou não dando resultados satisfatórios.

    Por: André Emilio Rozanil Educaçãol 28/01/2013 lAcessos: 214
    Zenaide M P Barbosa

    O presente trabalho intitula-se Avaliação: uma prática diagnóstica e contínua.Tendo uma fundamentação em diferentes autores como: DEPRESBITERIS(1989); FOUREZ(1995); e HOFFMAN(1991-1998); LIBÂNEO(2004). O objetivo geral deste estudo foi analisar por meio de uma pesquisa bibliográfica a importância da avaliação educacional. As informações foram obtidas através de leitura de livros dos autores mencionados acima. Identificamos que avaliar tornou-se uma prática reproduzida por muitos professores

    Por: Zenaide M P Barbosal Educaçãol 01/08/2010 lAcessos: 2,576

    O referido artigo enfoca o processo da leitura e escrita. Essa análise se fará numa perspectiva psicopedagógica, onde o tratamento do processo das informações é observado desde as suas conceituações a todo o seu contexto no ambiente escolar, envolvendo educando e educador, além das estratégias, recursos e a relação que se tem entre teoria e prática de determinadas atividades relacionadas ao tema em discussão, tendo como base os estudos teóricos de Emília Ferreiro, Ana Teberosky, Teresa Colomer, e outros que oferecem as suas contribuições no processo de ensino-aprendizagem da alfabetização e letramento. Estas pesquisas baseadas nos autores citados apontaram para a relevância de se investir em atividades significativas na construção do desenvolvimento cognitivo dos educandos inseridos no contexto da escola, favorecendo seu acesso ao mundo letrado.

    Por: Edilene dos Santos Costal Educação> Educação Infantill 28/12/2009 lAcessos: 8,301
    Ilma Aparecida Gonçalves

    Esse texto discute a importância da avaliação formativa no ensino superior, redigido como argumento ao meu professor de antropologia.

    Por: Ilma Aparecida Gonçalvesl Educação> Ensino Superiorl 21/06/2010 lAcessos: 1,406
    Alexandre Penante

    AVANÇOS DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NO ESTADO DO PARÁ PELA SEDUC

    Por: Alexandre Penantel Educação> Ciêncial 17/01/2011 lAcessos: 1,156 lComentário: 1

    Neste artigo, apresenta-se algumas relações entre a ditadura militar, as tendências pedagógicas e os reflexos do regime e das tendências na Educação contemporânea.

    Por: Gustavo H. de Toledo Ferreiral Educaçãol 17/11/2014

    Velocidade escalar média é a relação entre uma variação de espaço e o intervalo de tempo no qual ocorreu esta variação. Os alunos no inicio do estudo referente a velocidade média tendem a ter um bloqueio de conhecimento, pois se trata de algo novo para eles pois os mesmos acabaram de sair do ensino fundamental.

    Por: anacleil Educaçãol 17/11/2014

    Em 2014, dando continuidade ao projeto o tema escolhido foi cultura,que tem por objetivo resgatar as tradições artísticas, os costumes e a valorização do ser humano. Sendo assim foi proposta aos alunos dos primeiros e segundos anos do Ensino Médio uma pesquisa investigativa sobre o contexto histórico e cultural da cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade.

    Por: Lilian Fiirstl Educaçãol 14/11/2014
    Benedicto Ismael Camargo Dutra

    Enfrentamos a estagnação econômica que avança pelo mundo, e fica mais difícil sair do subdesenvolvimento. Faltam estadistas e melhor preparo. As novas gerações são impacientes, sem humildade, querem resultado imediato com mínimo esforço.

    Por: Benedicto Ismael Camargo Dutral Educaçãol 14/11/2014

    As atividades experimentais, quando bem planejadas, são recursos importantíssimos no ensino. As aulas práticas são mais um aprendizado na vida do estudante, pois além da teórica ele exercer o que lhe foi ensinado fará com que ele absorva melhor o conteúdo e leve adiante o conhecimento adquirido. (FALA et al 2010.) Para tanto, este trabalho visou analisar, pesquisar e apresentar a importância e tipos diferentes de aulas práticas em uma escola pública no município de Tangará da Serra.

    Por: Patrícia Maria Barros Piovezanl Educaçãol 14/11/2014

    O jornalismo investigativo tem várias áreas a serem desenvolvidas. A Reprodução Simulada dos Fatos, mais conhecida como Reconstituição é uma dessas vertentes, onde o jornalista se expõe, e muitas vezes coloca em risco a sua integridade física em detrimento da função. A abordagem da temática tem relevância para uma melhor entendimento da atuação da perícia técnica, delegados, testemunhas e indiciados que podem mentir e o jornalista, compreendendo um pouco do assunto, poderá ter ferrament

    Por: Vânia Santosl Educaçãol 13/11/2014

    O lixo eletrônico tem se tornado um problema bastante sério, pois cresce em ritmo acelerado devido aos avanços tecnológicos dos equipamentos tornando os mesmos ultrapassados em tão pouco tempo. Esses objetos têm sido descartados na maioria das vezes de forma incorreta, provocando contaminação e poluição ao meio ambiente e prejudicando a saúde das pessoas, já que possuem substâncias químicas (chumbo, cádmio, mercúrio, berílio, etc.).

    Por: Fernandal Educaçãol 13/11/2014

    O projeto "Conquistando um sorriso" está sendo desenvolvido no segundo semestre do ano de 2014 na Escola Estadual 29 de Novembro pelos professores e alunos do ensino médio, turno matutino, visando ampliá-lo para o ano de 2015. Ele tem a perspectiva de mostrar aos alunos a importância de doar um pouco de si em projetos sociais, e ainda percebendo que a escola assume hoje um papel importante na sociedade é que nós decidimos colocar em prática este projeto.

    Por: anacleil Educaçãol 13/11/2014
    Eduardo Luis Ferreira

    Pouco difundido no âmbito das escolas e clubes brasileiros o Atletismo é, paradoxalmente, considerado como um dos conteúdos clássicos da Educação Física. Contudo, quando nos voltamos às aulas propriamente ditas que ocorrem nos diferentes ciclos de ensino, nos deparamos com uma triste realidade, ou seja, esta modalidade esportiva não faz parte do dia-a-dia escolar, ainda que as crianças corram, saltem e explorem o tempo todo, a gama básica de movimentos que compõem o Atletismo.

    Por: Eduardo Luis Ferreiral Educaçãol 11/09/2010 lAcessos: 4,319
    Eduardo Luis Ferreira

    A Educação Física na escola é um meio de integrar as crianças e os adolescentes ao hábito saudável de praticar atividades físicas de uma maneira prazerosa e divertida. Porém, em muitos casos, não é isso que ocorre, fazendo com que o número de alunos, especificamente do ensino médio, nas aulas de Educação Física seja baixo. Objetivou-se através deste trabalho verificar o quanto os alunos se sentem motivados a participarem das aulas de Educação Física Escolar, e os motivos da baixa frequência.

    Por: Eduardo Luis Ferreiral Educaçãol 13/08/2010 lAcessos: 4,135 lComentário: 1
    Eduardo Luis Ferreira

    No texto da atual constituição, o financiamento da educação é tratado, de forma direta. Porém, o tema é tratado mais detalhadamente em nossa LDB, sendo destacado no título VII, "dos recursos financeiros", através dos artigos 68 ao 77. Apesar de a primeira constituição ser promulgada em 1824 e com a educação sendo enfatizada como um direito de todo cidadão, somente em 1930 que o governo começou a se envolver diretamente e ao longo da história da educação no Brasil.

    Por: Eduardo Luis Ferreiral Educaçãol 29/07/2010 lAcessos: 3,313
    Eduardo Luis Ferreira

    Por muito tempo a escola no Brasil não era para todos, e sim, um privilégio para poucos, porém em outros países, desde o século XIX, a educação era obrigatória para todos, enquanto aqui esse fato se deu a partir das últimas décadas do século XX. Desde que reconquistamos o direito de escolhermos nossos governantes pelo voto direto, os projetos político-pedagógicos, a nível estadual, municipal e mais recentemente federal, tem se mostrado uma ferramenta importante para desenvolvimento da educação

    Por: Eduardo Luis Ferreiral Educaçãol 28/07/2010 lAcessos: 2,738
    Eduardo Luis Ferreira

    A formação de educadores passa por um período de revisão e crise em nosso país, pois são vários os motivos que provocaram esta situação e dentre eles podemos mencionar o questionamento das funções da educação e do educador na sociedade atual, além das redefinições dos cursos de Pedagogia e Licenciaturas de forma geral e dentro desse contexto de reflexões sobre a formação de professores, encontramos inseridas questões relativas ao ato de planejar e de avaliar, que também têm sido foco de estudos.

    Por: Eduardo Luis Ferreiral Educaçãol 23/07/2010 lAcessos: 2,183
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