Avaliar Para Emancipar: As Concepções Da Pedagogia Waldorf Frente Às Diretrizes Propostas Pela Ldb

Publicado em: 02/11/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 1,317 |

 

Ana Paula Viana Lopes

Pedagoga formada pela UECE

E-mail: peduece@hotmail.com

 

Resumo:

Rever as idéias que permeiam em torno do conceito de avaliar implica conseqüentemente, em revisitar como são concebidos os entendimentos e objetivos sobre educação, ensino, prática, metodologias,legislação, formação humana, instituição escolar escola, sociedade, família e dentre outros integrantes sociais. A pedagogia Waldorf possibilita uma reflexão em torno não só da prática avaliativa comumente vivenciada de forma punitiva, classificatória e excludente dentro da escola, da sala de aula e da sociedade capitalista. Ela para além dos muros da escola, nos faz pensar em que valores e vivências estão sendo construídas dentro do ambiente escolar frente as diretrizes propostas pela Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional.E mais,até que ponto as ações pedagógicas pessoais de cada educador estão contribuindo para afastar os educandos de si próprios e fazê-los repudiar a escola em virtude de suas práticas traumáticas e semeadoras de medo,desmotivação,fracasso,incapacidade, frente as aptidões de outras pessoas dentro da mesma sala de aula.

 

Palavras-chave: Prática Avaliativa, Desmotivação, Exclusão, Emancipação.

 

O ideário educacional proposto por Rudolf Steiner fundamenta-se em possibilitar uma educação integral e que englobe todos os segmentos que constituem o ser humano. Sua filosofia pedagógica é pura prática. Sugere que o processo de construção do conhecimento se estabeleça pela prática reflexiva, interesses dos alunos, conhecimentos prévios e experiências pessoais dos alunos baseada no equilíbrio entre o que se tem que aprender diversificação e interligação das tarefas e aprendizagens umas às outras, além de propor tarefas abertas incentivando a cooperação entre os alunos e com próprio professor.A Educação Nacional conforme a LDB (1996), afirma que a educação e o ensino devem abranger a formação ética, autônoma e o pensamento crítico do educando. Porém, atrelar a avaliação nesse enfoque torna-se um dos maiores desafios educacionais para a escola tradicionalista na efetivação de uma prática avaliativa na perspectiva emancipatória,ou seja, avaliar para emancipar.Percebemos como o passado e o presente estão interligados de forma tão atual,pois as aspirações propostas inicialmente por Steiner em 1919,no curso de formação dos professores da Escola Waldorf Livre, se reconfigura de maneira formal na legislação educacional brasileira através de algumas finalidades básicas da educação sobre a importância desenvolvimento integral do individuo.

Verificamos claramente, alguns pontos incomuns entre as concepções da Pedagogia Waldorf e as propostas educacionais da LDB na educação básica, e em diferentes níveis de ensino da educação escolar. Podemos exemplificar algumas semelhanças, ressaltando o artigo 29º que destaca a finalidade da educação que é o “desenvolvimento integral da criança em seus aspectos intelectual, físico, social e psicológico” integrando a ação da família e da comunidade; e posteriormente, o artigo 32º§ incisos III e IV respectivamente, que destaca a importância das instituições escolares e dos educadores como elementos norteadores da aquisição de conhecimentos, habilidades, formação de valores, fortalecimento dos vínculos da família, solidariedade humana e a tolerância recíproca que é base na vida social. No entanto, as proposições teóricas e a realidade prática se desvinculam da proposta inicial legislativa, pois a ausência de recursos e a falta de preparação profissional e continuada dos educadores, dentre outros problemas da estrutura sócio-política desconfiguram os objetivos essenciais e intrínsecos recomendados.Uma dessas deformações estruturais se dá no processo avaliativo, pois segundo Hoffmann (1991, p. 81) “o objetivo do desafio que se enfrenta, quanto a uma perspectiva mediadora da avaliação é principalmente, a tomada de consciência coletiva dos educadores sobre sua prática, desvelando-lhes princípios coercitivos e direcionando a ação avaliativa no caminho das relações dinâmicas e dialógicas na educação”. Portanto,o educador deve conceber situações avaliativas ajustadas ao nível e às possibilidades dos alunos,além de viabilizar a sua participação ativa dentro do processo de ensino-aprendizagem-avaliação através de suas reflexões, argumentações pessoais ou partilhadas entre o grupo construindo sua ação docente na perspectiva do trabalho em equipe.

 

A prática avaliativa sob o ponto de vista de novas percepções, somente será possível, mediante o compromisso com um ato pedagógico democrático, participativo, mediador, dinâmico e desprovido de qualquer relação de poder, ou seja, o professor deve integrar sua prática de igual para igual e abolir a posição de detentor do saber. Ao reconhecer e se colocar na posição de quem não sabe tudo, o verdadeiro educador extrai a real essência do ensinar, e o aprender, se torna mais interessante, pois dessa forma o aluno se sente competente e motiva-se para aprender o novo rompendo as barreiras da quantificação do seu saber. O erro deve ser trabalhado e encarado como um desafio e um meio para desenvolver a vontade de aprender mais,por isso cabe ao professor estabelecer estratégias para a superação desse desafio e cultivar ações que concretizem a superação desse entrave na aprendizagem.Um dez ou outra nota inferior apresenta uma falsa impressão de máximo e mínimo, para Howard Gardner psicólogo e pesquisador da Universidade Norte Americana de Harvard,ao acompanhar o desempenho de educandos fracos,seus estudos confirmaram que a avaliação não é capaz de  analisar as habilidades mais relevantes sobre a consolidação de atitudes desejadas pelo professor na vida dos alunos.Já que aprender é uma ação própria do ser humano e ocorre quando há uma modificação no comportamento, decorrente a experiência ou a prática,os eixos que envolvem essa ação resultam de fatores internos e externos aos indivíduos.Portanto,o avaliar e o aprender se estabelecem uma relação complexa e permeada de diferentes segmentos que compõem a individualidade única de cada pessoa, como fatores: atores fisiológicos, psicológicos,experiências anteriores integram relações inseparáveis e inerentes aos indivíduos em seus aspectos físico, emocional, intelectual e social.

Gardner (2000) ao realizar testes, se surpreendeu com o sucesso dos resultados obtidos por alunos conceituados como fracos e com desempenho ruim, e a partir daí, passou então a questionar a avaliação escolar e seus critérios. Desenvolveu estudos relacionados à capacidade cognitiva dos indivíduos e criou a Teoria das Inteligências Múltiplas, que são maneiras diferenciadas de apresentação da capacidade para aprender. Segundo ele, as pessoas possuem vários tipos de inteligências, logo seu entendimento sobre o intelecto expandiu o conceito de inteligência única para o de um eixo de capacidades. Para ele “inteligência é a capacidade de resolver problema ou elaborar produtos valorizados em um ambiente cultural ou comunitário”.Ao finalizar suas pesquisas, pôde concluir que as formas convencionais de avaliação traduzem apenas a concepção de inteligência vigente na escola, limitada à valorização da competência lógico-matemática e lingüística. No entanto, isso não quer dizer que aluno x ou y não seja inteligente suficiente para superar as expectativas mensuráveis ou esteja fadado ao fracasso. Deste modo, a avaliação como parte do processo educativo e da aprendizagem deve diagnosticar o nível de desenvolvimento do aluno em relação aos conhecimentos trabalhados ao longo da prática de ensino. Portanto, os princípios da ação docente não deverão se limitar apenas em saber se os educandos atingiram a média mínima, mas também compreender e interpretar as notas numa perspectiva emancipatória, ou seja, de forma autônoma, reflexiva e que ultrapasse os muros da escola. Assim,é fundamental que o professor cultive um bom relacionamento interpessoal em sala de aula,uma vez que o trabalho coletivo sob perspectiva de emancipação utiliza-se de uma abordagem qualitativa.

 

Nesse contexto, a Pedagogia Waldorf não se limita a determinar uma proposta metodológica rígida, severa e intransigente sobre a prática avaliativa e nem inventa um novo tipo de avaliação, pois segundo Steiner (2003) afirma que “não teria um sentindo pedagógico profundo”. Inverso a perspectiva tradicionalista, a ação pedagógica desloca-se do aspecto quantitativo para o qualitativo, e o erro juntamente com a incompetência dos alunos, transformam-se em aliados e não inimigos na construção do conhecimento. Percebe-se então, uma redefinição da atuação educacional mediante a implementação de estratégias metodológicas que viabilizam a democratização do ensino com base no diálogo e a participação dos alunos nos procedimentos de ensino-aprendizagem-avaliação.Se tomarmos a prática da avaliação como um processo, é essencial que o educador opte por instrumentos que contemplem as diferentes perspectivas de inteligências, concepções, conceitos, etc. Logo, cabe ao professor, e conforme sugerido por Gardner, enfatizar na necessidade de propor atividades que trabalhem as diferentes inteligências em termos de suas manifestações culturais. Assim, a habilidade verbal, mesmo na pré-escola, ao invés de ser medida através de testes de vocabulário, definições ou semelhanças, deve ser trabalhada e avaliada através de manifestações tais como a habilidade para contar histórias ou relatar acontecimentos. Ao invés de tentar avaliar limitando-se a aspectos meramente quantitativos e tradicionais, o educador e a escola devem reconfigurar suas metas a partir do “conhecimento na ação, reflexão na ação e reflexão sobre a ação e sobre a reflexão na ação” (IN NÓVOA: 1992: 26).A avaliação, portanto, só passará a possuir significâncias como parte no processo educativo a partir da interação entre o educando e educador sob os aspectos que envolvem todas as fases desde procedimento. O processo de conquista dos conhecimentos deve acontecer de forma dialógica, representativa e autentica, e tanto as escolas como os educadores, devem trabalhar com estratégias que preparem seus alunos para a vida, pois a vida não se limita apenas a raciocínios verbais e lógicos.

Nesse contexto, é importante o professor utilizar-se de diferentes instrumentos avaliativos ao longo de toda a sua pratica educacional, sob a perspectiva de discutir com os alunos os resultados obtidos, a partir de uma abordagem qualitativa. Avaliar para emancipar caracteriza-se por meio de procedimentos participativos, colaborativos e construtivos em que refletir vislumbre o aprenderem. Portanto,observando, provocando, dialogando,refletindo sobre os avanços e fracassos,aprendendo/ensinando, construindo/reconstruindo conhecimentos e saberes na vivência avaliativa estigmatizada, só modifica a prática na medida em que as representações e conceitos do professor e da escola se modificam. Isso significa que na educação é necessário o aprimoramento da capacidade de criticidade sobre os processos educacionais e a indicação de novas metodologias que possibilitem mudanças.Romper com a visão classificatória que prevalece sobre a avaliação é um dos maiores desafios da educação, no entanto a escola e o “professor devem assumir a responsabilidade de refletir sobre toda a produção de conhecimento do aluno, promovendo o movimento, favorecendo a iniciativa e a curiosidade no perguntar e no responder e construindo novos saberes junto com os alunos” (HOFFMANN, 2001, p. 75). Nessa perspectiva, o ato de avaliar deve consistir em observar, considerar e ponderar o nível de desenvolvimento do aluno de modo a ajudá-lo a avançar na aprendizagem e na construção do seu saber. Logo, a avaliação emaqncipatoria consiste em orientar e cooperar no diagnóstico dos avanços e entraves no processo educativo. Assim, a prática avaliativa passa a assumir uma dimensão global, pessoal, gradativa, continua orientadora, pois permite que o educando reflita sobre seus avanços e dificuldades ao longo da construção do conhecimento. Dentro dessa visão, Luckesi(1998, p. 32)  explica que “se a avaliação não assumir a forma diagnóstica, ela não poderá estar a serviço da proposta política – “estar interessado que o educando aprenda e se desenvolva” –, pois se a avaliação continuar sendo utilizada de forma classificatória,como tem sido até hoje, não viabiliza uma tomada de decisão em função da construção de resultados esperados.

 

REFERÊNCIAS

GARDNER, Howard. Inteligência um conceito reformulado. 2 ed.. RJ: Objetiva, 2000.

HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as retas do caminho. Porto Alegre: Mediação: 2001.

LDB - Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. LEI No. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. D.O. U. de 23 de dezembro de 1996.

LUCKESI, Cipriano. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. São Paulo: Cortez, 1998.

PERRENOUD, Philippe. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. _____________________. “Não mexam na minha avaliação! Para uma abordagem sistêmica da mudança pedagógica.” In: ESTRELA, Albano; NOVOA, Antonio. Avaliações em educação. Lisboa: Educa, 1992.

STEINER, Rudolf. A Arte da educação: o estudo geral do homem, uma base para a pedagogia. São Paulo: Antroposófica, 3 ed. 2003.

STEINER, Rudolf. A arte da educação II: metodologia e didática no ensino waldorf, São Paulo: Antroposófica 2. ed. 2003.

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/avaliar-para-emancipar-as-concepcoes-da-pedagogia-waldorf-frente-as-diretrizes-propostas-pela-ldb-1410888.html

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    pratica avaliativa

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    desmotivacao

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