Ciclo De Palestras Do Mbp-Coppe/ufrj - O Novo Marco Regulatório Das Atividades De Exploração E Produção De Petróleo E Gás Natural No Brasil
Professor Daniel Almeida de Oliveira - Procurador Federal, atuando na Consultoria da Procuradoria-Geral/ANP – Agência Nacional do Petróleo. Graduado em Direito pela UERJ, Mestre em Direito pela UERJ, Doutorando em Teoria do Estado e Direito Constitucional na PUC-Rio. Especialista em Fundamentals of International Oil and Gas Law, pela PetroSkills, em Londres, Reino Unido. Professor de Direito Administrativo e Direito Constitucional na Pós-Graduação. Professor do Master Business in Petroleum – MBP/COPPE/UFRJ www.mbcursos.com.br e do curso Direito do Petróleo www.clubedopetroleo.com.br.Compõe o grupo governamental que está pesquisando e elaborará o modelo de Edital e Contrato de Partilha a ser adotado pela ANP-MME-UNIÃO.
Data e hora: 09 de fevereiro de 2010 (terça-feira), às 18:30.
Local: Rua da Candelária, 9 - Centro do Rio de Janeiro
Inscrição: As inscrições são limitadas a 45 participantes. Será necessária a confirmação através dos telefones (21) 2233-7580, além da doação de uma lata de leite em pó para uma instituição de caridade. As latas deverão ser levadas no dia da palestra.
Programação: O palestrante exporá de forma simples, porém em termos apropriados, o atual modelo brasileiro de E&P (exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural) e o modelo proposto pelos quatro projetos de lei enviados pelo Poder Executivo Federal ao Congresso Nacional para as atividades na área do "Pré-sal".
Far-se-á uma análise pormenorizada, mas sucinta, de cada um desses projetos de lei, apresentados, previamente, os modelos de regime de E&P adotados no mundo, suas peculiaridades e quais países os adotam.
(Artigonal SC #1816470)
Palavras-chave do artigo:
historia
,economía
,petróleo
,curso
,Negocios
,gestão
,treinamento
,Gerente
,decisões
,Administração
,meio ambiente
,pós-graduação
Uma pequena reflexão sobre a brevidade da vida
A TV Globo está errando demais, na tela. Agora, no site sobre artigos, está re-publique. Quem disse que tem hífen?
Escrito em 2008, em conjunto com o professor João Batista Araújo e Oliveira, mostra como é injustificável a celebração do Governo para os resultados da Prova Brasil e IDEB. Foi publicado no Blog do Noblat e do professor Simon Schwartzman
Histórico da Escokla de Ensino Fundamental e Médio Mosenhor Vicente Bezerra
Como bons patriotas, é importante compreendermos corretamente a letra do hino de nosso país. O amor genuíno a nosso próprio país ajuda-nos em nossa autoestima.
Saber o que é educação, de quem é a obrigação de educar, o que pensam os autores, o que fazer para melhorar a educação? São perguntas que todos fazem, mas as respostas nem sempre modificam o quadro atual.
Na contemporaneidade, as questões referentes a inclusão têm ocupado um lugar de destaque, principalmente no cenário educacional. Assim, pode-se pensar nas articulações da modernidade, que ao traçar a identidade do sujeito pedagógico como estável buscam a demarcação da diferença, de modo que esta possa ser capturada e pensada em relação a certos padrões de normalidade. Busca-se discutir o delineamento dos processos de inclusão e exclusão ao posicionarem a diferença no espaço da diversidade.
Este trabalho tem por objetivo mostrar que a ética está no dia-a-dia das pessoas. Está inserida no cuidado com o material escolar; na atenção com os colegas;no respeito aos familiares e educadores;na valorização do patrimônio cultural e histórico;no cuidado com o ambiente.
Programação: O palestrante exporá de forma simples, porém em termos apropriados, o atual modelo brasileiro de E&P (exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural) e o modelo proposto pelos quatro projetos de lei enviados pelo Poder Executivo Federal ao Congresso Nacional para as atividades na área do "Pré-sal".
Em matéria da Nicomex Notícias, de 28 de janeiro de 2010, foram divulgados planos audaciosos de empresas como a Chevron, que, em parceria com a PETROBRAS, promete números acima dos US$5 bilhões em investimentos na Bacia de Campos, visando à recuperação de até 380 milhões de barris em campos já em produção, desta forma otimizando a região. Além da Chevron, a OGX promete investir cerca de US$30 bilhões no E&P brasileiro nesta década.
A Indústria Naval está a todo vapor para atender ao ritmo da Indústria do Petróleo e suas incessantes encomendas de petroleiros, plataformas, FPSO, centenas de embarcações de apoio “Offshore” e até sondas de exploração.
As estatísticas mostram que atualmente existe um carro na China para cada 35 chineses. Apesar de ainda estarem longe do Brasil, em que a média é de um carro para cada 8 brasileiros, e principalmente dos EUA, onde há quase um carro para cada cidadão americano, o que acontecerá com o Mundo quando cada família chinesa tiver o seu carro?
A modernidade do projeto reduzirá bastante os custos portuários e ainda permitirá a atracação de navios bem maiores que os atracados hoje, já que a profundidade média planejada gira em torno de 18 metros submarinos.
Imaginem que nossas reservas poderão facilmente quadruplicar, mas não esqueçam de levar em conta que este tesouro está a 350km do litoral e a mais de 6 mil metros de profundidade. Façam as contas conosco: quantos navios e barcos de apoio deverão ser construídos? Quantas das tão complexas “Árvores de Natal”? BOP.s? Quilômetros de umbilicais necessários para explorarmos e produzirmos todo este óleo que tanto ambicionamos?
Em tempos de pré-sal só pensamos nas novas e gigantes reservas de petróleo que iremos descobrir e até deixamos para segundo plano os projetos de grande magnitude e importância como é o caso do “COMPERJ”.
Entretanto, nós cariocas, devemos mesmo é nos orgulhar com a nossa cidade que está fazendo a sua parte e se preparando para sediar os jogos olímpicos de 2016.

