Confissões De Um Professor: Dom Ou Acaso Na Ação Pedagógica Em Sala De Aula?

Publicado em: 31/05/2009 |Comentário: 58 | Acessos: 1,778 |

Uma das coisas mais difíceis de se fazer, com certeza, é a escolha da profissão. Muitas pessoas, ainda hoje, não possuem essa certeza. O que mais ouço é a premissa de que: até agora, tem dado certo.

Mas por que um tema como esse seria relevante? Muito se tem questionado sobre a forma como o professor em sala de aula tem atuado, e mesmo, se há uma forma fiel de separar o joio do trigo. O que mais se lê na mídia é se, pelo fato de ter sido empurrado ao magistério, por falta de opção, a relação professor x aluno não seria interrompida e muitas vezes, seria a mola propulsora para o desestímulo dos alunos, já que nos últimos tempos tem sido muito tumultuada essa relação.

Mas o que fazer para trazer um pouco de luz a esse tema? Creio que a única forma de fazer refletir essa situação é pensar nas palavras de outro professor, alguém cujas características se assemelham aos inúmeros leitores desse material.

Esse tema nos cativa, pois colecionamos notícias sobre um tema recorrente sobre vários são os casos de jornais e revistas, que citam ataques de alunos a seus professores. Alguns atribuem sua ação violenta aos comentários menosprezados de seus professores. Assim, vivemos, com certeza, um choque cultural, onde os valores familiares, segundo várias pesquisas: inexistente, bate de frente com os valores que o professor tenta ensinar em sala de aula.

Esse choque de valores, do aluno e do professor seria o verdadeiro motivo? Em entrevistas a alunos em escolas públicas mais retiradas, onde a falta de professor se tornou um estigma, vemos relatos de que a ação de alguns professores, mais propensos a relatarem episódios de sua vida, numa franca matação, do que o verdadeiro ensino de sua matéria. Precisamos então, de uma classe de professores que esteja preparado, frente a um novo desafio, o de ser professor, formado para esse fim, com vocação e profissionalismo, tal qual o médico que só opera se foi preparado para isso e tem convicção pessoal de que pode realizá-la e; educar nesse novo século, já que o professor estará em contato direto com seus alunos que não possuem maturidade para decidir qual o conteúdo da aula de hoje. Portanto necessita preparar-se para desenvolver e promover conhecimento.

Esse preparo acontece em virtude da necessidade desse profissional ter clareza que sua função é muito importante, pois auxiliará o aluno a sair da condição de depende até chegar a um estágio de autonomia.

Para que essa tarefa se cumpra, entendemos como necessário, que se discutam e debatam a respeito do ofício de professor. Destacamos como de grande valor: a preparação institucional universitária, a afetividade pessoal, o respeito a profissão, a sala de aula como um ambiente prazeroso e a vocação que o professor precisa ter para assumir esta desafiadora missão de ensinar a criança.

Para tanto, começo minhas considerações e assumo o papel de meu entrevistado, preservando sua identidade e respeitando seu passado de dores, escolhas e como veremos de busca pela vocação de ser professor. Assim, reescrevo, mesclando a sua e aminha história, no afã de construir uma estória digna de reflexão.

Que seu desabafo possa auxiliar outros a escreverem e assim, entenderem que a vocação, o dom, ou como quiserem chamar, faz sim uma diferença brutal. O fator complicante, creio, é que o aluno sabe disso.

 Como era a minha vida?

 A área de administração empresarial sempre me atraiu e foi meu primeiro objetivo. Para isso me preparei, para ser um administrador modelo, típico dos livros de Ricardo Sembler (2002) ou mesmo de Stephen Kanitz (2004).

Desde meu ensino médio investi intensamente em livros da área, buscando, inclusive, uma universidade em meu estado, de referência, para meus estudos na graduação.

Nessa jornada, o primeiro ano da faculdade foi difícil, algo não estava bem. Por ser minha personalidade irrequieta, não conseguia achar um sentido no curso que estava desenvolvendo, e isso me fez procurar outras opções. Foi nesse período que encontrei um anúncio sobre um curso preparatório para professores da área de ciências que o município onde residia estaria realizando. Como bom escoteiro, fui, me inseri e realmente foi uma surpresa para mim; era isso mesmo que eu desejava. Admitido em caráter temporário, decidi experimentar. Confesso que não foi uma experiência agradável. Continuava fazendo meu curso de administração, e dobrando os estudos em ciências para poder lecionar. Mas estava claro que uma coisa não tinha nada haver com a outra.

Foi na sala de aula que me descobri enquanto profissional. Foi desvendando os mistérios da ciência cotidiana, vendo o rosto iluminado a cada descoberta, vibrando com cada nova conquista que pude, realmente, me identificar, já que

Ser bom em ciência e no senso comum é ser capaz de inventar soluções... Pessoas que sabem as soluções já dadas são mendigos permanentes. Já as que aprendem a inventar soluções novas abrem portas até então fechadas e descobrem novas trilhas. A questão não é saber uma solução já dada mas ser capaz de inventar novas maneiras de sobrevive (ALVES, 2005, p.20).

Decidi fazer uma mudança em minha vida profissional. Voltei para minha cidade e comecei a fazer as cadeiras do curso de Biologia. Só que precisava trabalhar. Num concurso público para a Universidade Estadual fui aprovado e voltei a trabalhar com Administração.

 A reviravolta     

Para poder trabalhar com educação, ingressei no curso de história (noturno), mas fazia créditos na área de biologia durante o dia. Com o tempo, ficou nítido que tinha de escolher. Então veio o convite e comecei a trabalhar numa rede de escolas. Confesso que a mudança foi profunda, deixar a área de administração, de funcionário publico concursado, promovido a chefe de setor para ser professor? Muitos não entenderam, mas sei que fui movido por “paixão” pela educação.

Nesse caminhar têm havido momentos maravilhosos, mas também momentos difíceis, mas, olhando para trás, confesso: não me arrependo de ter escolhido esse caminho. Agradeço essa chance de poder fazer uma reflexão em que possa respirar meu passado, minhas lutas, sangue, suor e pó de giz.

Formei várias turmas e outras virão. Recebo cartas de todoo estado e mesmo de outros estados. São alunos de várias idades que dizem não esquecer os momentos passados em sala de aula, suas transformações e conquistas me anima, reforçam o ego e me impulsionam para o dia-a-dia, das 6 da manhã até as oito da noite. São conquistas das quais muito me orgulho, pois mostram que “tudo vale a pena, se a alma não é pequena” (PESSOA, 1999).

Foi nesse trabalho que senti a necessidade de ampliar meus horizontes. Foi nas definições de ciência, de como atingir objetivos, de colocar a pesquisa na sala de aula, de fazer ciência através do livro didático que me deparei com grandes desafios.

Minhas idéias a respeito da ciência, da vida foram sendo ampliadas, diversificando minha forma de ver o cotidiano de poder discutir novas formas de aquisição do conhecimento e, sinceramente, de me redescobrir de novo. A área de ciências, creio, é o coração de uma sociedade que utiliza muito a ciência, mas que pouco sabe sobre ela (SAGAN, 1997, p.11 a 53), a ponto de ignorar, quase que por completo, que caminhamos rumo a destruição total dos recursos que nos sustêm.

Dom não cabide

Mas por que nossa sociedade é tão mouca quanto a seu “coração”? Quem deveria estar “desmistificando”, problematizando, já que

Quando não há problemas, não pensamos, só usufruímos...Pensamos quando nossa ação foi interrompida. O pensamento é, em seu momento inicial, uma tomada de consciência de que a ação foi interrompida: este é o problema. Tudo que se segue tem por objetivo a resolução do problema, para que a ação continue como antes, (ALVES, ibdem, p. 34).

É sobre como nosso cotidiano funciona que nossos jovens precisam compreender, para que não sejam enganados por dosagens de vitamina C além do que nosso organismo pode reter. Por água imantada, capaz de fazer circular melhor a “energia” interna de nosso organismo. De engodos como a ciência espiritual e seus desdobramentos. Enfim, a quem cabe essa tarefa?

Creio que é no professor que todo esse questionamento começa. Acredito que é nessa figura, que possui o respeito de seus alunos e a anuência de seus pais quanto a explicar o mundo científico no qual vivemos, que esse papel é melhor desempenhado.

Como agente do fazer e pensar ciência, no âmbito escolar, o processo sofre desvios, seja nos maneirismos e filosofias (BORDIEU, 1996), seja na visão e concepção de mundo, seja inclusive no respeito a carga biológica que cada indivíduo carrega, como diz Rubem Alves, A aprendizagem da ciência é um processo de desenvolvimento progressivo do senso comum. Só podemos ensinar e aprender partindo do senso comum de que o aprendiz dispõe (op cit, p.12). Mas essa é só a ponta do iceberg, Inúmeros questionamentos podem ser feitos, desde os devidos incentivos governamentais ao papel da Universidade nesse processo. Questionamentos como: Será que a Universidade tem feito seu papel de formar o profissional? Seria o fator compreensão (ORLANDI, 1999, p.15) o elemento a ser considerado? Seriam os valores individuais?

Claro que essa é uma questão que mesmo no Doutorado seria de grande expansão. Por isso, nossa proposta é interagir com o universo do professor e/ou do livro didático, captar as influências que constroem o educador e perceber o quanto desse eu científico se sobrepõe ao método científico, propriamente dito, como régua eqüitativa. Sua relação com o material existente: o livro didático, que é citado por vários autores como norteador do processo ensino x aprendizagem (FREITAG ET alli, 1989, p.14), e se esse material, dito didático, é a ferramenta adequada.

Esse vem sendo o elemento chave nas discussões que, periodicamente, travamos na escola. Qual método? Qual plano pedagógico? Como explorar os conceitos científicos? Como permitir ao educando se apropriar do conhecimento respeitando o elemento cognitivo? Dentre várias discussões. Essas discussões tem se mostrado eficientes pois

A profissionalização do oficio de ensinar passa por aí: saber demonstrar a um interlocutor que as situações problemáticas foram analisadas e que não se fizeram milagres, mas o que outros profissionais competentes teriam feito, ou pelo menos considerado, diante dos mesmos alunos e nas mesmas circunstâncias (PERRENOUD, 2000, p. 161).

É nesse ínterim que esse tema muito pode colaborar para uma ação mais efetiva na discussão e promoção de questionamentos que visem ampliar a análise do discurso do mestre e o exame acurado do material por ele utilizado.

Tem sido gratificante as conversas com professores de vários estados através da web, em vários programas de capacitação, onde discutimos quanto desse silêncio e dessa praxis tem funcionado na prática. Nossa estrutura de ensino está

...muito atrasado, tanto na escola básica, quanto na universidade. Na escola básica, porque a escolaridade média da população é de apenas 5 anos e pouco mais da metade dos alunos completa a 8ª série e, quando a completa, sabe muito pouco. Na universidade, porque continuamos a cultivar o mero ensino, dentro da lógica ultrapassada e muito dispendiosa do currículo extensivo instrucionista (DEMO, 2001,p.54).

Então, faz-se mais do que necessário um momento, um artigo que discuta essa problemática, capaz de articular a estrutura de pensamento e mudar de direção um rio inteiro (MORAES & LIMA, 2002, p.22).

E então, para onde vai seu barco?

 

 

REFERÊNCIAS  

ALVES, R. Filosofia da ciência, introdução ao jogo e a suas regras. 9ª. edição, Edições Loyola, São Paulo. 2005. 

BORDIEU, P. A Economia das Trocas Lingüisticas. São Paulo: Edusp, 1996. 

DEMO, P. Professor/ Conhecimento. In: Conferencias UnB: 2001.

www.omep.org.br/artigos/conferencias/03.pdf.

FREITAG, B., MOTTA, V.R., COSTA, W.F. O livro didático em questão. São Paulo: Cortez, 1989. 

MORAES, R. & LIMA, V.M.R.(orgs). Pesquisa em Sala de Aula: Tendências para a educação em novos tempos. EDIPUCRS. Porto Alegre, 2002. 

ORLANDI, E. P. Análise de Discurso: Princípios e procedimentos. Pontes. Campinas; São Paulo, 1999. 

PERRENOUD, P. As dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

PESSOA, F. (Alberto Caeiro). Mar Portuguêz. In: Mensagem. Cultura. São Paulo. 1999. 

SAGAN, C. O mundo Assombrado pelos demônios:A ciência vista como uma vela no escuro. Cia das Letras. São Paulo: 1997. 

SEMLER, R. Virando a própria mesa: Uma história de sucesso empresarial made in Brasil. Rocco. São Paulo, 2002. 

KANITZ, S. Os 50 melhores artigos. Campus, São Paulo, 2004.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/confissoes-de-um-professor-dom-ou-acaso-na-acao-pedagogica-em-sala-de-aula-946001.html

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    Thiago Gimenes Renck 30/06/2009
    Concordo com a ideia passada pela escritora, pois já tive professores que não levaram seu papel como educadores a sério, suas aulas eram uma simples "matação", nós somente esperavamos o próximo período. Por isso acredito na ideologia do artigo, que para ser um professor é necessário vocação, paixão pelo seu trabalho, assim a tanto a qualidade, quanto a absorção do ensino pelos alunos, seram maiores. E se este ponto de vista for seguido no nosso pais, faremos parte de uma sociedade melhor e mais culta, no futuro.
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    Douglas Masiero 30/06/2009
    O professor deve ter um bom preparo, para poder exercer a profissão dele, e ter paixão pelo que faz. Não adianta ele ir para o seu trabalho, sem ter satisfação por aquela profissão, e acabar não exercendo seu trabalho bem, e ensinando seus alunos.

    E todos, na hora de escolher uma profissão, tem que escolher o que gosta de fazer, e não uma que não te satisfará.
    -1
    Kevin Petry 30/06/2009
    Acho que para o professor estar lá na frente, ele tem que ter o dom, e estar lá porque gosta de ensinar, e não estar lá só para ganhar o salário no final no mês. Ele como professor, tem que passar seu conhecimento á diante, para os seus alunos, e fazer isso com muito carinho pela turma.
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    Jonatan Pires Bereta 30/06/2009
    oi seu artigo fala sobre um assunto que na maioria das vezes deixa alunos e adolecentes em dúvida em qual profisão ira seguir, pois no mundo atual quem seguir em um trabalho que não lhe agrade vai "sofrer" o resto da vida por isso acho que nessa fase onde o artigo comenta e muito importante na vida de uma pessoa. E sim na maioria das vezes professores de uma maneira ou de outra acabam influenciando seus alunos na escolha da profisão, como nesse país tem muitos professores que dão aula apenas pelo sálario ou muitas vezes por nao tem outro emprego acaba levando seus alunos para empregos ruins e nada ave com a pessoa, muito bom seu texto parabéns.
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    Isabela F. Capeti 30/06/2009
    Eu como aluna e filha de professora tento compreender os dois lado, tanto do aluno como do professor. Como filha de professora, sempre pude presenciar os pontos positivos e negativos da profissão, e tenho que concordar com o entrevistado quando diz que foi movido pela paixão. Nessa profissão, se não há paixão e amor, não há como suportar desrespeito, brincadeiras de mal gosto, desinteresse, dezenas de provas para formular e milhares para corrigir, e em alguns casos até mesmo ameaças...
    Mas apesar de tudo, o que ouço dos professores que amam o que fazem é que a recompensa não tem preço. As cartinhas, os abraços, as histórias de vida e o choro na formatura. Ver aquele peste que atormentava todos na sala de aula alguns anos mais tarde, ver um homem feito, trabalhando ou com familia.
    Já os alunos sofrem com aqueles professores que estão ali porque foram empurrados para sala de aula e não tem outra opção, não trabalham por amor, mas apenas para ter o salário na conta no final do mês. Professores que não se importam se o aluno está aprendendo ou não, só se importam em passar o conteúdo. Outros professores não tem capacitação suficiente para estarem fazendo o que estão fazendo, não tem domínio de turma ou passam o tempo da aula contanto histórias esgraçadas da sua vida ao invés de dar o conteúdo. Mas nós alunos percebemos isso, reconhecemos quando um professor não sabe o que está falando, não tem segurança do que está explicando, está perdido ou enrolando. E isso revolta e provoca o desinteresse.
    O assunto abordado nesse artigo merece a reflexão de todos, e que não é só a profissão de professor que tem necessidade de paixão ou vocação como o artigo se referiu, mas qualquer profissão. Nada que fazemos sem amor será bem feito e terá conhecimento. Jamais. E não adianta achar que os outros não percebem, porque sempre há milhares de olhos voltados para nós.
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    Eric A. Haag 29/06/2009
    Vivemos em um mundo que a cada dia nos surpreenda mais, coisas que nem imaginávamos que aconteceriam antes dos próximos 10 anos, como por exemplo, a falta de água, o aquecimento global, entre muitos outros, mais isso também nos leva ao assunto de seu artigo, assim como tudo esta mudando rapidamente, a educação também tem que acompanhar esse ritmo, colocando dentro do possível, as tecnologias do século XXI, dentro das salas de aula, é uma maneira de chamar um pouco mais o interesse do aluno.
    Nossa profissão, não é algo que escolhemos um dia antes do vestibular, devemos pensar e refletir muito sobre isso, pois é ela que vai nos dar aquilo que todos necessitamos para sobreviver, as boas e também malvadas verdinhas. Gostei muito do exemplo do seu entrevistado, sua vida poderia estar muito melhor financeiramente se ele tivesse seguido a sua profissão de administrador, porém aquilo que devemos fazer tem que ser por amor, não por dinheiro, pois passar quarenta, cinqüenta anos de nossas vidas fazendo aquilo que não nos faz feliz, não é vida, é escravidão,isso é trabalhar para o dinheiro.
    Contudo, gostei muito de seu artigo, além de demonstrar a preocupante situação da educação brasileira, me fez refletir sobre aquilo que na minha idade e posição acadêmica de formando é muito importante, a tão sonhada e ‘‘desgraçada’’ profissão.
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    Daniel Rosenthal Andrade 29/06/2009
    É feita, no artigo, uma comparação entre a atuação do médico e a do professor. Tal comparação, serve como ponto chave da discussão da necessidade ou não de um dom para se exercer o magistério. O médico, como diz o artigo, "só opera se foi preparado para isso e tem convicção pessoal de que pode realizá-la...", e assim deve ser com o professor, que deve ter uma preparação tal que deve ser extremamente hábil em resolver problemas do cotidiano de uma sala de aula, além de ter uma maturidade intelectual para impor sua didática e faze-la funcionar. É claro que se fosse requerido a todos os profissionais da educação os pontos acima referidos, não haveria dúvida de que somente aqueles que realmente tem uma "paixão" pelo ensino, aqueles que possuem um dom especial se dariam uma tarefa tão árdua e de tamanha responsabilidade social.
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    Eduardo Kauffmann 130MB 29/06/2009
    Ótimo Artigo.

    Acredito que se uma pessoa,tem coragem de escolher uma profissão,ela tem o dever de levar essa coragem adiante.
    Passando para as pessoas,que devemos seguir o que vai fazer parte da nossa vida sempre.
    Vejo muitas pessoas começando a fazer alguma coisa na vida,e depois de certo tempo não levar a sério.
    Acredito que para escolher algo,além de ter dom,além de ter coragem,precisa de força de vontade,amor pelo que faz e dedicação.
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    Bárbara O. Martins 29/06/2009
    Hoje em dia, principalmente nas escolas públicas, encontramos alunos que controlam os professores, e professores que não conseguem dar aulas em função disso e também por que talvez nao tenham mesmo dom ou dedicação no trabalho.
    acho sim, que pra termos profissionais bons, em qualquer área que for, principalmente professores qualificados, eles tem que ter acima de tudo dedicação, vontade, e sobretudo vocação. até para nao chegar em sala de aula e fazer bobagem. não ensinando o que é de direito do aluno.
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    Nicole Raimundo Luz 29/06/2009
    Sem dúvida os materias didáticos ajudam e muito o professor no desenvolvimento de seus ensinamentos, mas acredito que cada pessoa nasceu com um dom, um designação divina do que deve ou não fazer em sua vida. Ensinar, com certeza é um dos maiores desafios do ser humano, assim como a profissão de um professor é, sem dúvidas, a mais importante de todas, pois são eles que ensinam médicos a conhecerem o corpo humano, engenheiros a construirem prédios ou advogados a defenderem seus clientes.
    Temos que tomar cuidado para não deixarmos com que esta essência que trazemos dentro de nós, se perca por vontades alheias (realização de sonhos dos pais, por exemplo). O essencial é sermos auntênticos, verdadeiros com as nossas vontades. E ser professor, sem dúvida é uma profissão (embora não tão valorizada), a mais importante de todas, porque sem ela não estaríamos onde estamos, como também todos os demais profissionais existentes.
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    Guilherme Ferreira Lopes 29/06/2009
    Olá, Muito bom artigo. Entendo que o professor tem grande responsabilidade na escolha da profissão e também no caráter de seus alunos, tenho um amigo que não suporta português, pois tem um péssimo professor que não se importa com nada, este amigo nunca vai se aprimorar nesta área, por exemplo. O dom de ensinar e gostar de ensinar deveria ser mais valorizado, pois a educação é a base para todo ser. Acredito que os professores que tive são muito bons, sempre mostrando a realidade e me ensinando o que é preciso, mas lamentavelmente esta não é a situação de muitos.
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    Rodrigo de Jesus Manica 29/06/2009
    Antes de qualquer coisa, tenho que parabenizá-la por esse belo artigo. Essa dúvida que habita muitos pensamentos é cruel. Dúvida essa que eu tenho, não tenho certeza sobre o que cursar, não tenho certeza do que eu quero fazer por um longo tempo. Digamos que eu não encontrei o que me dará prazer e bom rendimento financeiro. É uma questão que pode ser esclarecida pela seguinte multiplicação: dedicação ao trabalho escolhido X rendimento que seja considerado bom. Que professores e alunos não tem uma boa relação, não é nenhuma novidade. Mas essa relação vem entrando em conflito com maior frequência, o que está gerando um desgaste tremendo. O aluno está se achando cada vez mais independente, sendo que na maioria dos casos não tem maturidade suficiente para uma conversa com o professor. Para ser professor é necessário ter o dom (prefiro chamar assim), dom de aguentar alunos, muitas vezes insuportáveis, dom de passar horas programando aulas e corrigindo atividades. Com certeza esse texto ajudou muitas pessoas com dúvidas referentes a escolha de profissão a repensarem suas escolhas futuras.
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    Luana Rauber 29/06/2009
    Achei muito interessante esse artigo, pois precisamos pensar muito bem na nossa escolha profissional, já que passaremos nossa vida inteira fazendo isso. Nessa fase da nossa vida é muito dificil saber escolher a profissão certa, mas na instituição onde estudo, o auxílio dos professores com os alunos é muito bom, isso ajuda muito!
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    Maycon Diego Figueredo 29/06/2009
    ronaldo
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    Elen Silveira 29/06/2009
    O que foi dito no texto é verdade. Primeiramente o professor deve gostar do que faz e saber dar aula, o professor tem um papel fundamental na vida do aluno. Além do mais, o professor precisa ter paciência pra lidar com tantas pessoas diferentes, e conseguir controlar turmas, agradar a todos. É uma profissão que eu não seguiria, mas admiro quem segue, já que esta passando conhecimento adiante. Não só o professor deve gostar do que faz, mas qualquer um em sua profissão.
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    Leonardo Reis 3ªº 29/06/2009
    A relação aluno x professor exige por completo dos dois. Mas em quem acreditar, nos relatos de alunos que batem em professores: No profissional que faltou com o respeito e revoltou o educando? Ou no aluno que tem problemas familiares e desconta na escola ?
    Estamos em tempos em que um aluno tem a atenção chamada de forma mais arrogante pelo professor, é causa de processo, um absurdo. Mas, se um aluno reprime um professor, ele está em seus direitos. A profissão de professor é complicada, mas desvalorizada. O justo, seria um salário semelhante a de um médico, afinal, eles estão salvando vidas de certo modo. Ser professor exige amor pela profissão, exige o dom e o prazer de sentir a realização de turmas formadas. Quem sabe dar aula, é reconhecido. Em minha opinião, duvido muito que um desses professores supostamente agredidos, sejam profissionais amantes. E isto não se encaixa somente no magistério, mas em todas as profissões. Se a minha escolha de profissão fosse para ser escolhida agora, me voltaria para a que tem amor, pois viver 30 anos insatisfeito com a profissão que leva, é jogar uma vida fora.
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    Bernardo Dienstmann 29/06/2009
    Uma boa estrutura familiar, é a base para uma boa preparação da criança, quando começar a tomar as primeiras decisões em sua vida, onde se inclui a escolha de uma profissão.
    Neste momento, a figura do professor tem uma importância relevante. Quando o professor exerce seu trabalho com amor e competência, isto será assimilado pelo aluno, que se sentirá confiante quanto ao seu futuro.
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    Leonardo Adiers 29/06/2009
    Muitos professores não se empenham no exercer sua profissão e assim os alunos sofrem muito com isso.
    Se não for se dedicar e trabalhar com paixão pense em outra área para trabalhar.
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    Vinícius Vargas 29/06/2009
    Com a falta de entusiasmo dos professores, e também por falta de dinheiro, muitas pessoas optam por magistério, pois algumas vezes é mais barato e menos demorado para se formar. Hoje em dia, nós alunos, estamos cada vez mais desinteiriçados a cada dia que passa, só que precisamos acordar, pois o mundo da verdadeira realidade esta próximo, precisamos nos focar naquilo em que queremos, mas claro fazendo o que gostamos, porque como dizem: “Uma das coisas mais difíceis de se fazer, com certeza, é a escolha da profissão. Muitas pessoas, ainda hoje, não possuem essa certeza. O que mais ouço é a premissa de que: até agora, tem dado certo.”. Esse tipo de resposta é mais comum do que pensamos, porque muitas pessoas se iludem com alguns zeros atrás de um mero numero. Devemos nos divertir no trabalho e dizer com todo o orgulho: “Gosto do que faço, e não trocaria por nada nesse mundo.”
    É essa a resposta que algum dia eu gostaria de dar para um jornalista talvez e dizer que fui bem sucedido fazendo o que eu realmente gostava
    E acho que cada pessoa tem um Dom, sinceramente devemos aproveitar os nossos talentos e sim focar naquilo que gostamos. Investir em conhecimento e nos dedicarmos para buscar a realização profissional.
    Para ser um bom professor, tem que sim ter um grande dom, pois sabemos que nem sempre o salário é bom e as condições de trabalho piores ainda. Devemos ter mais respeito e consideração com esses mestres que dedicam o seu tempo para auxiliar jovens, assim como eu, que não podemos desistir na primeira queda, que todos têm direito a um futuro brilhante e que sonhos foram feitos para serem vivido e que não podemos desistir dos nossos.
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    Berta Wilbert 29/06/2009
    Nos dias de hoje, uma das maiores preoucupações dos jovens, é a entrada na universidade. As dúvidas surgem a todo momento enquanto os alunos de terceiro ano do ensino médio se perguntam qual seria a profissão ideal. A maioria deles pensam no diferencial do curso e no salário que será recebido ao exercer a profissão, porém o que poucos levam em conta, é o dom que precisa para o trabalho ser feito.
    Com relação ao texto acima, vimos que para ser professor, não é só saber tudo a respeito de sua matéria, mas sim, ter vocação para a profissão, pois hoje em dia fica cada vez mais difícil controlar uma sala de aula, é preciso ter paciência, coragem e em primeiro lugar a vocação de ser um educador.
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    lucas dos santos 29/06/2009
    A escolha de seu futuro é muito importante,pois é uma escolha que voce vai seguir pro resto de sua vida,pois a escolhja é algo fundamental porque mesmo depois de voce formado e seguindo sua carreira que voce escolheu voce querendo ou nao vai ter que gostar de fazer seu trabalho.
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    Elias Ramos 29/06/2009
    Os professores deveriam estar em uma sala de aula por que amam ensinar e não por qualquer outro motivo. Independente do salário que ganham deveriam fazer o melhor possível para ajudar no desenvolvimento dos seus alunos.
    Como já foi citado, muitos professores entram em sala de aula e começam a falar sobre sua vida ou do capítulo de ontem da novela e se esquecem de qual é sua obrigação.
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    Roberta Kelleter 29/06/2009
    Concordo com a autora quando ela diz que os porfessores devem ser bem preparados e além disso ter vocação. Não acredito que qualquer um possa lecionar, pois os desafios que se encontam em uma sala de aul, somente quem ama a profissão que tem aguenta.
    As dificuldades existentes entre professor e aluno, são criadas por ambas as partes, porque muitas vezes o professor não sabe transmitir a matéria de um modo "agradável", e o aluno perde o interesse. Acho que o bom professor nasce com o talento de lecionar e aprimora conforme estuda e com o passar do tempo!
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    Paula Reis 29/06/2009
    Eu gostei bastante do texto e concordo que a profissão exige muita paixão na sua área. Para ser um professor não basta saber muito, dominar totalmente a matéria em que trabalha(História, português, matemática..), mas precisa saber o mais importante..Saber passar toda a sabedoria ao aluno, saber ensinar, deixar o aluno no domínio do conteúdo também. Pra isso é preciso ter paciência, calma! Como aluna, já presenciei muita coisa em que o professor passa. Muitas vezes, escutam coisas absurdas, o que não precisariam ouvir, se estivessem trabalhando em outra área, onde até ganhariam maior salário, talvez. Realmente, a vontade tem que ser grande pra que o professor ache que vale muito a pena estar exercendo essa profissão. Claro que deve ser ótimo ver alunos bons, com resultados bastantes positivos e saber que uma boa parte dos motivos para que esses alunos tenham alcançado o bom nível, sejam resultado de sua aula. Mas para que o professor passe por esses bons motivos para exercerem sua profissão, precisam ter pulso firme pra encararem a parte da “encomodação” também, o que frequentemente vemos em sala de aula. Domínio, dom e paixão! São essas as "palavras chaves" para ser um bom professor!
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    Henrique Favero 29/06/2009
    Concordo, pois a profissão de professor é muito variada ele pressisa estar ligado de uma forma diferente com o aluno, porque estar en contato com uma pessoa todos os dias é uma coisa diferente.Nas familias que não tem uma boa estrutura muitas veses, é nos professores que as crianças se espelham.Gostei muito do artigo.
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