Direitos Humanos E Desigualdade Social No Brasil

Publicado em: 28/01/2010 |Comentário: 8 | Acessos: 17,991 |

Direitos Humanos e Desigualdade Social no Brasil

 

            Em nosso pais temos um grande desafio a desigualdade que esta presente em todos os setores da sociedade. Vivemos tão acostumados a pobreza, falta de emprego, de oportunidade, de educação com  qualidade, que muitas vezes não nos damos conta de nossas leis que garantem  todos esses bens a população.

            O Brasil não é um país pobre, mas um país extremamente injusto e desigual, com muitos pobres. A desigualdade encontra-se na origem da pobreza e combatê-la torna-se um imperativo de projeto social que deve enfrentar o desafio de combinar democracia com eficiência econômica e justiça social.

Reduzir a desigualdade tanto por razões morais, implementação de políticas eficazes tem reforçado a vida do crescimento econômico, se reconhecendo a importância crucial de estimular políticas de crescimento para alimentar a dinâmica econômica e social do país definido uma estratégia que confira prioridade à redução da desigualdade na formação e distribuição de oportunidades, um modelo formal resumido educacional gera desigualdade de poder político, reforçando e reiterando a desigualdade de poder político, esse equilíbrio é estável, mas desigual e ineficiente.

            A pobreza em nosso pais apresenta dados preocupantes. Segundo dados do IBGE em 1999, dentre os países em desenvolvimento, o Brasil ocupava o 9º lugar em renda per capita. Mas cai para o 25º lugar quando se fala em proporção de pobres. Isso colocava o Brasil entre os países de alta renda e alta pobreza. Ao mesmo tempo em que está entre os 10% mais ricos, integra a metade mais pobre dos países em desenvolvimento.

Nosso país em 1999 era um dos primeiros do mundo em desigualdade social. Aqui, 1% dos mais ricos se apropria do mesmo valor que os 50% mais pobres. A renda de uma pessoa rica é 25 a 30 vezes maior que a de uma pessoa pobre. Havia  no País 56,9 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza e 24,7 milhões de pessoas vivendo em extrema pobreza. Para se erradicar a extrema pobreza brasileira seria necessário não mais que 1% da renda do País. Para se erradicar a pobreza seriam precisos 5%.

A renda média brasileira é seis vezes maior que o valor definido como linha de indigência. Ou seja, se a renda brasileira fosse igualmente distribuída, estaria garantido a cada pessoa seis vezes aquilo de que necessita para se alimentar.
Além da distribuição da renda, outro fator de desigualdade é a educação. Uma pessoa com mais anos de estudo ganha cerca de 15 vezes o que ganha uma pessoa sem nenhuma educação.

As crianças vêm de famílias em que os pais apresentam enorme diferença educacional, e esta diferença é transmitida desde o berço. Parte-se de uma acentuada desigualdade, reproduzida pelo sistema educacional e ampliada por um mercado de trabalho altamente tecnológico. Por ser tão escassa, a educação é super valorizada no mercado de trabalho. Pequenas diferenças educacionais são transformadas em enormes diferenças de renda.

Com o passar dos anos podemos verificar que essa diferença não sofre grandes mudanças em 2005 um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O instituto, ligado ao Ministério do Planejamento, apontou que, em 2003, 1% dos brasileiros mais ricos detinham uma renda equivalente aos ganhos dos 50% mais pobres.  No mesmo período, cerca de um terço da população (53,9 milhões de pessoas) foi considerado pobre, em critério que inclui todos os que viviam com renda familiar per capita de até meio salário mínimo (R$ 120 na ocasião).

O IPEA indicou que, para avançar no combate à desigualdade, é preciso alcançar um nível de crescimento econômico e um modelo de desenvolvimento que viabilizem a inserção da população no mercado de trabalho, além das ações sociais. Hoje os maiores desafios das políticas públicas são a geração de oportunidades de trabalho, a redução da informalidade e a melhoria da renda real do trabalhador.

Em 2003, a taxa de desemprego no Brasil foi de 10%, comparando-se a 6,2% no mundo e 8% na América Latina e Caribe, de acordo com o estudo. O índice no país em 1995 era de 6,2%. O levantamento do IPEA, faz uma compilação de dados apurados, em sua maioria, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2003, além de se utilizar de informações Organização das Nações Unidas (ONU).

Nos últimos anos pesquisas tem revelado uma diminuição no índice de desigualdade, de acordo com o IPEA, no início de outubro de 2008, uma  pesquisa concluiu que houve diminuição da desigualdade no Brasil e o crescimento da renda, sobretudo do segmento mais pobre da população. Isso se deve à melhoria na renda dos mais pobres, que evoluiu em maior velocidade que a do segmento rico da população. Em outras palavras, é a renda do pobre que cresce mais rápido do que a do rico, gerando a redução da desigualdade.

            Para Henriques ( 2000) a  economia brasileira não parece exibir um problema de carência de recursos. O Brasil não é um país pobre, mas um país injusto com muitos pobres. É possível enfrentar a pobreza, mas é necessário fazer com que os recursos cheguem aos pobres. Assim, a questão da focalização dos gastos sociais sobre a população pobre deve assumir um papel central em nossa formulação.

Podemos verificar o aumento significativo da desigualdade  com a globalização, ao passo que  acreditava-se  que ela iria diminuir esse índice , na verdade esta bem explicito que ela vem acentuado ainda mais essa diferença. Os direitos humanos são gravemente descumpridos com a implantação da globalização.

            Segundo Cruz (2002) a globalização mercantilista e capitalista atingiu em cheio um dos aspectos mais tradicionais do princípio da soberania estatal: a proteção e ampliação dos Direitos Humanos. É exatamente no que diz respeito aos Direitos Humanos que o Estado Nacional vem mostrando notáveis indícios de exaustão diante da globalização e das normas jurídicas internacionais.

O reconhecimento e garantia de um conjunto de direitos do homem, considerados como fundamentais, foi elemento caracterizador do próprio Estado Moderno, desde sua origem. Apesar deste fato, a história tem mostrado que este reconhecimento estatal/nacional não pôde evitar, em muitas ocasiões e em muitos e diferentes países, que fossem desrespeitados direitos considerados, na cultura moderna e contemporânea, inerentes à dignidade humana em qualquer momento ou circunstância.

É preciso fazer valer as leis dos direitos de cidadãos, mas para isso é necessário acabar com diferenças sociais tão marcantes  em nosso pais. Para tanto faz-se necessário a implantação de políticas publicas que viabilizem esses direitos, através da educação de qualidade e  condição de trabalho a todo o brasileiro em idade produtiva.

            A sociedade moderna demanda uma ação de permanente diálogo, devemos buscar a transformação nas ações de consenso. Todos somos novos atores sociais dessa nova sociedade. Temos a nossa responsabilidade já que podemos contribuir para a construção de um novo mundo. Para alcançarmos resultados reais, devemos respeitar a vida e as diferenças que marcam os indivíduos.

            Diante do exposto cabe a sociedade lutar para que seus direitos sejam estabelecidos. Exigir mais responsabilidade social de nossos representante políticos.

            Chega-se a conclusão que os direitos mais básicos são garantidos quando se vive com dignidade, com uma boa renda capaz de oferecer-lhe moradia, boa alimentação, boa educação, e certa estabilidade para o futuro. Compete a todos nós a responsabilidade de contribuir para a construção de um mundo novo,para tanto se espera que parte dessa construção o poder político também cumpra com suas responsabilidades combatendo as corrupções buscando a melhoria da sociedade.Os resultados reais dessa transformação só acontece quanto se respeita a vida e as diferenças que marcam os indivíduos.

 

Referencias:

 

CORREIA,N, Os novos atores e a luta contra a desigualdade social , 27.04.09, 7:34 pm Disponível em  http://sabercuidar.org/?p=448, Acesso em 20/11/09

 HENRIQUES,R; Desnaturalizar a desigualdade e erradicar a pobreza: por um novo Brasil.Disponívelem:http://www.iets.inf.br/biblioteca/A_queda_recente_da_desigualdade_no_Brasil.pdf

http://www.care.org.br/Noticia.asp?CodConteudo=273. acesso em 20/11/2009

REDAÇÃO. Da. Globalização aumenta a desigualdade, diz ONU. Folha de São Paulo, folhaDinheiro, p. B1, quarta-feira 25 de fevereiro de 2004.

 SILVA, M B da. A sociedade do comportamento inaceitável. In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, 64, 01/05/2009

Disponível em http://www.ambitojuridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=6265. Acesso em 18/11/2009.

SOUTO ,R.F;SILVA.B.P; Igualdade Disponível em:http://www.inf.ufes.br/~fvarejao/cs/Desigualdade.htm, acesso em 20/11/09.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/direitos-humanos-e-desigualdade-social-no-brasil-1794465.html

    Palavras-chave do artigo:

    direitos humanos

    ,

    cidadania

    ,

    desigualdade social

    Comentar sobre o artigo

    Os Direitos Humanos são frutos de conquistas da humanidade ao longo do tempo. Neste sentido, estes Direitos vinculam e protegem todo e qualquer ser humano independente de seu credo religioso, cultura, etnia e nacionalidade.

    Por: Robson Stigarl Educaçãol 28/01/2010 lAcessos: 570

    Análise dos principais momentos que levaram à consolidação de uma legislação internacional pela proteção dos Direitos Humanos, destacando os dilemas vivenciados em cada etapa desse processo e chamando a atenção para os méritos e debilidades evidenciados pela distância histórica. Há ainda um esforço por se compreender os efeitos dessa trajetória histórica sob o caso particular do Brasil, sobretudo a partir de uma ótica constitucionalista.

    Por: Pedro Lara de Arrudal Direitol 04/04/2010 lAcessos: 545
    William

    O presente artigo trata sobre o que vem a ser a Cidadania, considerando o enfoque histórico, onde a cidadania tratava-se até de uma forma de discriminação, pois não todos eram detentores desse título, até chegar ao enfoque atual, com a visão voltada aos Direitos Humanos, garantindo esse título à todas as pessoas.

    Por: Williaml Direito> Doutrinal 21/05/2013 lAcessos: 38

    Esse artigo, reflexão surgida a partir de uma monografia de graduação em Comunicação Social, fala sobre a relação entre os Direitos Humanos e a Vida em Sociedade. Foi escrito em três mãos como forma de homenagem aos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

    Por: Diego Canhadal Notícias & Sociedade> Polítical 05/02/2010 lAcessos: 1,280

    Os Direitos Humanos têm uma posição bidimensional, retrata a conciliação entre os direitos do indivíduo e assegura um campo autêntico para a democracia. Visa garantir ao cidadão o respeito à vida, à liberdade, à igualdade e à dignidade. Está vinculada à questão social, fundamental a ser discutida uma vez que uma quantidade significativa de cidadãos encontram dificuldade em exercer a cidadania e seus direitos.

    Por: Thayse Fernandal Direito> Doutrinal 31/05/2013 lAcessos: 42

    Nos dias atuais a discussão sobre a cidadania e Educação em Direitos Humanos tornou se aguçada diante do desafio levantado pelas transformações sociais e culturais sofridas pelo desenvolvimento desenfreado do consumismo e da desigualdade social.

    Por: Robson Stigarl Educaçãol 28/01/2010 lAcessos: 550
    Denise Silva Nunes

    Há várias discussões quanto à temática dos direitos humanos e a sua aplicabilidade dentro da realidade atual, gerando controvérsias e descrédito.

    Por: Denise Silva Nunesl Direitol 16/07/2012 lAcessos: 78

    O tema ambiental, pela sua importância, agrega-se às relações de consumo enquanto insumo de uma discussão inacabada e de uma sociedade que ainda não compreendeu que proteção ambiental e crescimento/desenvolvimento social e econômico podem ocorrer de modo conjunto, mas que precisam de harmonia, integração e de uma nova ética para serem efetivadas. A par das questões ambientais, há a busca do modo de produção e do comportamento do consumidor que muitas vezes consome bens e serviços desnecessário

    Por: Maria Cecilial Direito> Doutrinal 07/11/2011 lAcessos: 233
    Milton da Paz Aragão Júnior

    O artigo tenta provocar ao caríssimo leitor um questionamento a cerca da importância e inevitabilidade de se reconhecer os nossos direitos mais fundamentais, inafastáveis da nossa existência, intrínsecos ao homem. Fazendo, para alcançar tal objetivo, um apanhamento histórico dos Direitos Humanos (positivados), outrossim, buscaremos provar que seu vislumbramento pode ser atingido se utilizando apenas da nossa razão, valendo-se para tanto de uma análise a respeito das antigas tragédias gregas.

    Por: Milton da Paz Aragão Júniorl Direitol 19/07/2010 lAcessos: 412

    O presente artigo é um estudo bibliográfico que tem como objetivo principal abordar conceitos educacionais e metodologias desenvolvidas em sala de aula usando o lúdico como alternativa de metodologia. O trabalho justifica-se pela necessidade de se entender e adequar a aprendizagem às atuais demandas da educação é necessário conhecer alguns caminhos já percorridos pelo ensino e que se levam a uma redefinição dos objetivos, conteúdo e metodológicos.

    Por: Graciele de Miranda Oliveiral Educaçãol 21/10/2014
    Alinne do Rosário Brito

    O artigo busca pesquisar e relatar o que é o Programa Mesa Brasil SESC e dialogar com as ações do Governo do Estado do Amapá para que a segurança alimentar seja implementada atendendo as leis nacionais e as respectivas atuações das politicas públicas que o regem quanto a tentativa de diminuição da miséria na cidade de Macapá.

    Por: Alinne do Rosário Britol Educaçãol 21/10/2014 lAcessos: 14
    Tania R. Steinke

    Promover a valorização da formação continuada dos docentes e coordenadores pedagógicos que atuam no Ensino Médio das escolas públicas.

    Por: Tania R. Steinkel Educaçãol 19/10/2014

    Este artigo analisa de forma breve a teoria das Representações sociais, realizada por alguns estudiosos que contribuíram para a o avanço das representações sociais, bem como, os teóricos que tinham como base as investigações de como as pessoas transformam os conhecimentos científicos em conhecimento de senso comum na década de 60, e também a forma como adota a perspectiva comunicativa "genética" na apreensão do conhecimento veiculado a dinâmica do cotidiano.

    Por: Elizabeth Almeida dos Santosl Educaçãol 14/10/2014
    Erineia nascimento da Silva

    Resumo O aumentou consideravelmente do número de alunos especiais matriculados no ensino regular foi de aproximadamente 70% em 2014, em relação aos anos anteriores. Essa chegada dos alunos nas instituições públicas de ensinos promoveu serias mudanças de paradigmas em todos os profissionais da educação, mas seguiu junto um profissional fundamental na implementação desse novo olhar sobre a educação especial e principalmente sobre a inclusão.

    Por: Erineia nascimento da Silval Educaçãol 10/10/2014

    O SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) ajuda a milhões de brasileiros todos os anos através de seus Cursos Gratuitos oferecendo modalidades presenciais ou EAD (Ensino a Distância) para realização dos mesmos. Conheça alguns cursos grátis para 2015

    Por: sitesjoaoepaulol Educaçãol 09/10/2014

    A avaliação na Escola Ciclada já vem redefinida, ou seja, já está incorporada com novas idéias e nas aspirações, sua perspectiva está muito além de atribuir uma nota por simples burocracia institucional ou por simplesmente conferir o que foi "aprendido" ou não.

    Por: Delimar da S. F. Magalhãesl Educaçãol 02/10/2014

    A MATEMÁTICA E A MÚSICA POSSUEM LAÇOS MUITO FORTES DESDE A ANTIGUIDADE E O INTERESSANTE É QUE TEM MUITOS ALUNOS QUE GOSTAM DE MÚSICA E DIZEM QUE NÃO GOSTAM DE MATEMÁTICA. ENTÃO, SENDO ASSIM, É BEM INTERESSANTE MOSTRÁ-LOS A ELES ESTA FORTE RELAÇÃO.

    Por: Josimara L. Furtado dos Santosl Educaçãol 02/10/2014 lAcessos: 12

    O referido livro faz parte da Coleção Temas do Ensino Religioso lançado pela Editora Paulinas em 2007. A obra tem o objetivo de divulgar as legislações em níveis nacional e estaduais sobre o Ensino Religioso, colaborando assim para a compreensão deste componente curricular como área de conhecimento junto à educação brasileira

    Por: Robson Stigarl Religião & Esoterismo> Religiãol 25/03/2010 lAcessos: 1,214

    Este artigo pretende apresentar as principais diferenças entre Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, aborda as principais tendências de Gestão de Pessoas com ênfase nos estudos e nas experiências desenvolvidas no âmbito da gestão

    Por: Robson Stigarl Educação> Ensino Superiorl 23/03/2010 lAcessos: 6,763

    Principal religião da Índia, o Hinduísmo é um tipo de união de crenças com estilos de vida. Sua cultura religiosa é a união de tradições étnicas

    Por: Robson Stigarl Religião & Esoterismo> Religiãol 22/03/2010 lAcessos: 1,329

    O presente texto não tem a pretensão de esgotar os conhecimentos sobre a relação Estado-Sociedade, bem pelo contrario, tal tema é bastante amplo e complexo, sendo impossível conceituar o mesmo em poucas palavras, ate mesmo por que se trata de pontos de vistas distintos sobre o mesmo assunto

    Por: Robson Stigarl Educação> Ensino Superiorl 22/03/2010 lAcessos: 3,792

    Não é novidade que a presença dos jovens nas igrejas têm crescido surpreendentemente no mundo atual. Uma pesquisa inédita do instituto Bertelsmann Stifung revela que 95% dos jovens brasileiros se dizem religiosos e buscam novas formas de expressar sua fé.

    Por: Robson Stigarl Religião & Esoterismo> Religiãol 22/03/2010 lAcessos: 817

    A palavra Filosofia remete o imaginário popular a pensar em diferentes sentidos e significados. Para entendermos seu real significado é precisar buscar a origem etnológica da palavra a cerca de 2400 a.C. na Grécia clássica.

    Por: Robson Stigarl Educação> Ensino Superiorl 22/03/2010 lAcessos: 6,094 lComentário: 1

    O presente texto tem por objetivo refletir sobre a Educação Brasileira do período Colonial a Primeira Republica. Vamos procurar analisar os seus fundamentos históricos e filosóficos contribuindo assim para o entendimento da história da Educação do nosso Pais, permitindo com isso que entendamos parte da conjuntura atual, uma vez que somos frutos de uma determinada construção histórica de exploração e desigualdade que infelizmente ainda não conseguimos romper.

    Por: Robson Stigarl Educação> Ensino Superiorl 22/03/2010 lAcessos: 12,496 lComentário: 7

    O presente artigo se propõe a abordar o que são Direitos Humanos, fazendo uma breve retrospectiva histórica. Comentando que é possível constatar que ainda é tímida a introdução da temática da educação em Direitos Humanos na formação de professores e educadores em geral, na formação inicial e continuada.

    Por: Robson Stigarl Educaçãol 28/01/2010 lAcessos: 560

    Comments on this article

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    Thallita 25/10/2011
    Muuito booom... Adoreei.. ^^
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    daiane araujo 01/12/2010
    eu acho muito feio ainda existir preconceito no brasil os humanos deviam muda para com os racismo
    pois todo mudo e igual nao tem niguem diferente
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    lionel 15/11/2010
    argentina e melho do que brasil na quarta?
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    girlan henrique 28/10/2010
    e muito bom agente saber porque os brasileiros sao tao pobres assim neessas eleicoes aprendemos a votar em quem tem as melhores propostas para o desemprego e para a educacao
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    frederico 25/10/2010
    gostozo de mais
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    scodovaldo 25/10/2010
    seu lindão
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    karine 08/09/2010
    É bom entrar em contato com a sensibilidade humana, a preocupação com a justiça social, com o outro. Só lamento que os textos não passem por uma revisão criteriosa da língua. Não é apenas uma questão de pontuação, regência e de outras questiúnculas gramaticais. O mais sério é a articulação de ideias intra e interfrásticas. Em muitos momentos, o texto torna-se incompreensível pela falta de concatenação, pela falta de cuidado no emprego dos recursos coesivos. Por que não fazer uma revisão? Por que não cuidar melhor da expressão escrita? Espero ler ainda muitos artigos do autor, mas espero compreender com mais clareza a sua redação.
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    Haidée 02/06/2010
    Li o artigo de Robson Stigar. É bom entrar em contato com a sensibilidade humana, a preocupação com a justiça social, com o outro. Só lamento que os textos não passem por uma revisão criteriosa da língua. Não é apenas uma questão de pontuação, regência e de outras questiúnculas gramaticais. O mais sério é a articulação de ideias intra e interfrásticas. Em muitos momentos, o texto torna-se incompreensível pela falta de concatenação, pela falta de cuidado no emprego dos recursos coesivos. Por que não fazer uma revisão? Por que não cuidar melhor da expressão escrita? Espero ler ainda muitos artigos do autor, mas espero compreender com mais clareza a sua redação.
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