Educação Na Contemporaneidade: Uma Educação Aprendente Para Uma Organização Aprendente

Publicado em: 28/09/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 7,927 |

Introdução

Todos os pais sonham em oferecer uma educação de qualidade a seus filhos e a sociedade e esperam também que seus filhos possam fazer parte de uma boa organização empresarial, com um bom salário e um ótimo emprego. Para que este sonho vire realidade, nós educadores necessitamos desenvolver a criticidade de nossos alunos, mostrando seus direitos e deveres enquanto cidadãos e necessitamos educá-los para a vida, mostrando uma ampla ressonância e inspiração na atitude aprendente. O objetivo desta comunicação é analisar se a postura que as escolas e professores (educadores) têm utilizado ajudará os alunos a serem pessoas críticas e com o lado poesis bem desenvolvido ou se estão sendo mais conteudistas a ponto de ignorar a humanização de seus alunos?

Sabemos que um bom professor é um referencial para seus alunos, isto é, mesmo a escola não trabalhando em seu currículo o seu desenvolvimento como ser crítico e emancipado, fazendo deste parte de uma massa de manobra, objeto de manipulação, nós professores poderemos ter uma autonomia, a ponto de escolher para nossos alunos os conteúdos que efetivamente promovam neles atitudes, reflexões e manifestações objetivadas, fazendo-os fugir da alienação que segundo Aranha (1996, p. 235) é a “perda da individualidade; perda da consciência crítica”, o que vai contra os princípios de uma escola onde prevalece uma ecologia cognitiva.

Demo (2000, p. 17) nos alerta quanto a “instituições educacionais que dão diplomas mas não cultivam o saber pensar”, e nós educadores, precisamos nos preocupar em ensinar o aluno a isso, a tirar suas próprias conclusões, a ser emancipativo, a contextualizar suas respostas e a ser participativo no processo educacional.

Para termos alunos críticos, será necessário desenvolvermos nele o entendimento de cidadania. É preciso que ele entenda o que é ser cidadão e como se tornar um cidadão. Para Silva (2001) cidadania é o reconhecimento de sujeitos que são diferentes e que possuem diferenças, mas são portadores do direito de ter direitos. É desnaturalizar as desigualdades sociais revelando que elas são fruto de dominação de uma classe, e temos a obrigação de fazer com que nossos alunos façam valer sua condição de cidadão, o que vai de encontro as palavras de Delors (2001, p. 67) onde ele nos fala que“ é na escola que deve começar a educação para uma cidadania consciente e ativa”.

Segundo Tomazi (1997, p. 131) “cidadania é ter direitos, é o direito de ter uma educação para saber quais são os nossos direitos e como exercitá-los”, e cidadania também significa “ter deveres, como: respeitar o direito dos outros, respeitar o que é público, e também respeitar as leis e as normas que regem nossa sociedade.”

O fato dos direitos estarem inscritos na constituição de um país ou explícito em leis que regulamentam nossa vida não configura a existência dos direitos na prática cotidiana dos cidadãos. É o exercício dos direitos que lhes dá existência , permanência e solidez. Os nosso direitos e deveres só existem enquanto são vivenciados. É o exercício da cidadania que a torna viva e presente. (TOMAZI, 1999, p. 140)

 

Conforme nos mostra Aranha (1996, p. 50), a educação é um “fator importantíssimo para a humanização e a socialização”. O educador tem a função de levar o aluno para o novo, e não ficar na educação de palavras de ordem e não criação do pensamento. Tem que fazer do aluno um ser questionador, e também o próprio professor tem que ser questionador, tem que se perguntar se o que está ensinando é realmente importante para o aluno, ou se está sendo mais um conteudista e fazendo uso do ensino bancário. Segundo Freire (1996, p. 27) o ensino “bancário deforma a necessária criatividade do educando e do educador”, e nós professores precisamos ir contra tal ensino, levando os alunos a autonomia e não a heteronomia.

O professor tem uma função em sala de aula, sua função

Todavia, não é dar aula, mas garantir a aprendizagem do aluno, formulando, ao mesmo tempo, a necessidade de aprendizagem escolar aqui e agora, e sobretudo a aprendizagem para a vida, permanentemente. (DEMO 2000, p. 90)

A aprendizagem é essencial para nos tornarmos cidadãos. Segundo Demo (2000, p. 89) “aprender vai se tornando direito humano fundamental, quase no mesmo nível que o direito à vida”.

o homem é e será um ser criador e ativo que comunica e vive em comunidade, que aprende, que pensa e que sente a exigência ética. Esses caracteres específicos se traduzem em necessidades – de superação, de movimento e de ação, de desenvolvimento intelectual, de contato com os outros e de auto-afirmação na criação – para cuja satisfação a educação tem o dever de contribuir. Ela escapa assim, a normalização, atribuindo-se como fim o sujeito ético, a pessoa humana. (HADJI 2000, p. 109)

 

A educação terá a função, conforme Delors (2001, p. 48) “procurar tornar o indivíduo mais consciente de suas raízes, a fim de dispor de referências que lhe permitam situar-se no mundo, e deve ensinar-lhe o respeito pelas outras culturas”.

Para buscarmos uma educação aprendente, nós professores teremos que estar preparados para aprender. Isso significa que precisamos nos adaptar sobretudo para transformar a realidade, para nela intervir, recriando a fala da nossa educabilidade a um nível distinto do nível do adestramento.

Segundo Freire (1996, p. 32), “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção” e é nisso que nós professores temos errado, nós não fazemos o aluno pensar, pois para isso, é preciso saber pensar. De acordo com Demo (2000, p. 17) “saber pensar não é só pensar. É também, e sobretudo, saber intervir. Teoria e prática, e vice-versa”. O conhecimento é questionado, é subjetivo e construído pelo próprio indivíduo.

O professor tem esta tarefa fina e subilina de mostrar que a crítica é necessária para aprender com autonomia, mas que a aprendizagem deve também incluir a convivência comum com o bem maior. Pois mais decisivo que inovar, e humanizar a inovação. (DEMO 2000, p. 53),

 

Para Hadji (2001, p. 155) a “qualidade do professor se mede pela quantidade de trabalho ao qual ele conduz seus alunos. O que conta é saber fazer com que estes trabalhem (neodiretividade emancipadora)”.

Quando um aluno se encontra inserido em uma educação aprendente, ele foge a cidadania tutelada e assistida, tão alertada por Demo (2000), onde a primeira faz dos alunos pessoas submissas e ignorantes e a segunda, faz os alunos aceitarem apenas a assistência necessária e tem como ideal viver sem assistência. Através de uma educação aprendente, o aluno conquistará uma cidadania emancipada, aquela que o fará saber o que querer, por que querer e como querer, o fará crítico, ativo e humanizado.

Se seguirmos os princípios de uma educação aprendente, faremos nossos alunos conquistarem uma cidadania. Fazendo com que os mesmos transformem a sociedade onde nos encontramos, sem que haja a alienação[1] dos nossos alunos e abrindo mão do behaviorismo.

 

Metodologia

A pesquisa será desenvolvida por meio de uma revisão bibliográfica, a partir dos autores utilizados como refencial teórico.

 

Considerações

Através do instrucionismo, o aluno é condenado a um processo flagrante de domesticação subalterna. Não existirá mais vaga em uma organização para pessoas que não sabem pensar. Nos encontramos hoje na era do conhecimento, e um profissional que não teve uma boa formação, não conseguirá desenvolver em tempo hábil seu lado cognitivo para se adaptar as mudanças impostas pelo mercado altamente competitivo. Segundo Nonaka (1997, p. 27) “numa economia onde a única certeza é a incerteza, a única fonte garantida de vantagem competitiva duradoura é o conhecimento”, e será um profissional preparado em uma escola aprendente que terá maior chance de sucesso, pois este profissional será um profissional criativo, questionador, humanizado e com um forte poder de adaptação, pois sua escola o preparou para a educação da vida, instaurando nele uma a relação dialógica, mostrando que a troca é mais produtiva que a imposição.

Conforme Imbernón (2000), precisamos nos tornar agentes de transformação e não de transmissão, evitando a tão citada fala de Paulo Freire apud Aranha (2000, p. 207) quando fala sobre dois tipos de pedagogia: “a pedagogia dos dominantes, na qual a educação existe como prática de dominação, e a pedagogia do oprimido – tarefa a ser realizada – na qual a educação surge como prática da liberdade”. Não podemos usar a educação para dominar a massa, e sim para libertá-la para o novo, o belo e a cidadania. Precisamos deixar de ser conteudistas e fazermos nossos alunos tornarem-se cidadãos críticos e aprendentes, pois quando os mesmos se formarem para a procura de um bom emprego, estes cairão em uma organização que terá o mesmo princípio de uma educação aprendente, pois para muitos autores, uma organização nos dias de hoje, é considerada como um ser vivo, pois ela depende de muitas coisas para sobreviver, como mercado, comunidade de onde está inserida, funcionários e muitos outros quesitos.

Referências

 

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda.  Filosofia da educação. 2 ed. São Paulo: Moderna, 1996.

 

DEMO, Pedro.  Saber pensar. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2000 – (Guia da Escola Cidadã; v. 6)

 

TOMAZI, Nelson Dacio.  Sociologia da educação. São Paulo: Atual, 1997.

 

FREIRE, Paulo.  Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

 

SILVA, Maria Abádia.  A cidadania no contexto de restrições dos direitos sociais. 2001

 

HADJI, Charles.  Pensar e agir a educação: da inteligência do desenvolvimento ao desenvolvimento da inteligência. Trad. Vanise Dresh, Porto Alegre: Artmed, 2001.

 

DELORS, Jacques.  Educação: um tesouro a descobrir. 6 ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: MEC: UNESCO, 2001, “Relatório para UNESCO da Comissão Internacional Sobre Educação para o Século XXI”.  p. 1 a 117

 

  1. História da educação. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2000 (p. 194 – 233)

 

IMBERNÓN, F..  A Educação no século XXI.. Trad. Ernani Rosa, Porto Alegre: Artmed, 2000, p. 21 – 35.

 

NONAKA, Ikujiro,.  A empresa criadora do conhecimento in STARKEY, Ken,  Como as organizações aprendem: relatos do sucesso das grandes empresas. São Paulo: Futura, 1997 (p. 1-40 e 300-390)

 

 

 

[1] Segundo ARANHA (1996, p. 22) Alienação: O verbo alienar vem do latim alienare, “afastar, distanciar, separar”. Alienus significa “que pertence a outro, alheio, estranho”. Alienar, portanto, é tornar alheio, é transferir para outrem o que é seu, ainda ARANHA (1996, p. 235). Alienação: Perda da individualidade; perda da consciência crítica.

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 3 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/educacao-na-contemporaneidade-uma-educacao-aprendente-para-uma-organizacao-aprendente-1279194.html

    Palavras-chave do artigo:

    educacao aprendente

    ,

    organizacao aprendente

    ,

    saber pensar

    Comentar sobre o artigo

    O presente estudo propõem uma reflexão sobre as limitações e possibilidades do ensino de Geografia na Educação Infantil. São objetivos da pesquisa através de leituras, caracterizar as etapas da criança segundo teorias do desenvolvimento de Vygotsky e Piaget; especificar os conceitos importantes para auxiliar obter noções espaciais; analisar a importância da orientação espacial e temporal; pesquisar estratégias para trabalhar o ensino de Geografia na Educação Infantil.

    Por: maristela brum peroniol Educação> Educação Infantill 28/03/2011 lAcessos: 9,625 lComentário: 1

    O presente trabalho tem como propósito apresentar um estudo através de uma análise bibliográfica sobre a incorporação das tecnologias da informação e da comunicação na educação básica. Apontando algumas reflexões e discussões acerca do uso das tecnologias no cotidiano e nas práticas pedagógicas dos professores de educação básica.

    Por: Patricia Coelhol Educação> Educação Onlinel 24/08/2010 lAcessos: 4,656 lComentário: 1
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    RESUMO O objetivo deste artigo é a busca pela compreensão sobre a prática docente da Educação Física no ensino superior. Para tal partiu-se do estudo sobre as noções sobre educação, delineando-se o papel do docente no ensino superior, destacando ainda algumas de suas funções didáticas metodológicas. Tudo isso sem deixar de mencionar sobre o papel e funções do Estado e do governo na universalização brasileira.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Ensino Superiorl 06/07/2011 lAcessos: 310
    Roseli chagas de santana

    O presente artigo tem como objetivo discutir a importância da coordenação pedagógica no desenvolvimento do trabalho docente. E, mais especificamente discutir a identidade profissional do coordenador no ambiente escolar; abordar a escola como ambiente favorável ao desenvolvimento das relações humanas e refletir sobre a prática do coordenador pedagógico no interior da escola.

    Por: Roseli chagas de santanal Educaçãol 28/07/2013 lAcessos: 54

    O presente estudo vem a ser uma resposta que desejo dar a mim mesma desde quando iniciei minha carreira de professora, sempre vi os professores acarretados de tarefas, na preparação de aula, preocupados com novas dinâmicas de ensino para tornar a aula mais interessante, mais atraente aos olhos dos alunos. Como resultado desses esforços sempre via os professores infelizes e desanimados, porque as atividades não foram recebidas como o planejado pelo professor, enfim este teve suas expectativas fru

    Por: MARRUSHl Educação> Educação Infantill 10/06/2012 lAcessos: 433
    Fayson Merege

    O presente artigo tem por finalidade apresentar sugestões e argumentos sobre o papel da escola como organização reflexiva, considerando o ensinar e o aprender, qual o papel do professor e de sua relação com o aluno e a necessidade de construir o conhecimento crítico, reflexivo e compartilhado.

    Por: Fayson Meregel Educaçãol 08/03/2012 lAcessos: 944
    João Beauclair

    Resumo: Nos permanentes desafios à construção de um cotidiano mais significativo para nossas vidas, somos convocados, neste nosso século XXI, a aprender e ensinar numa perspectiva ampla, onde as dimensões humanas estejam envolvidas nas revisões paradigmáticas presentes nos campos do Conhecimento, da Ciência e Tecnologia. Com a proposição de busca de referenciais de síntese, a Psicopedagogia tem nos demonstrado novas maneiras de compreender processos de aprender e ensinar, resgatando os p

    Por: João Beauclairl Educaçãol 16/03/2009 lAcessos: 2,041
    Ivan Dionizio: Sociologo.

    Considerando a escola responsável por grande parte da formação do ser humano, o trabalho do Psicopedagogo na instituição escolar tem um caráter preventivo no sentido de procurar criar competências e habilidades para solução dos problemas. Com esta finalidade e em decorrência do grande número de crianças com dificuldades de aprendizagem e de outros desafios que englobam a família e a escola, a intervenção psicopedagogico ganha atualmente espaço nas instituições de ensino e empresariais.

    Por: Ivan Dionizio: Sociologo.l Educação> Ensino Superiorl 13/02/2012 lAcessos: 3,079

    Este artigo fala sobre os fatores que influenciam as dificuldades de aprendizagem, buscando compreender a interferência do sistema escolar, familiar e socioeconômico nos problemas de aprendizagem. A importância de pesquisar tal assunto estar em aprofundar o conhecimento sobre as dificuldades de aprendizagem, assim como ampliar a visão a partir da literatura sobre o tema, proporcionando entendimento das representações e compreensão sobre os problemas de aprendizagem.

    Por: Daniel Soaresl Psicologia&Auto-Ajuda> Auto-Ajudal 26/08/2014 lAcessos: 85

    Neste artigo, apresenta-se algumas relações entre a ditadura militar, as tendências pedagógicas e os reflexos do regime e das tendências na Educação contemporânea.

    Por: Gustavo H. de Toledo Ferreiral Educaçãol 17/11/2014

    Velocidade escalar média é a relação entre uma variação de espaço e o intervalo de tempo no qual ocorreu esta variação. Os alunos no inicio do estudo referente a velocidade média tendem a ter um bloqueio de conhecimento, pois se trata de algo novo para eles pois os mesmos acabaram de sair do ensino fundamental.

    Por: anacleil Educaçãol 17/11/2014

    Em 2014, dando continuidade ao projeto o tema escolhido foi cultura,que tem por objetivo resgatar as tradições artísticas, os costumes e a valorização do ser humano. Sendo assim foi proposta aos alunos dos primeiros e segundos anos do Ensino Médio uma pesquisa investigativa sobre o contexto histórico e cultural da cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade.

    Por: Lilian Fiirstl Educaçãol 14/11/2014
    Benedicto Ismael Camargo Dutra

    Enfrentamos a estagnação econômica que avança pelo mundo, e fica mais difícil sair do subdesenvolvimento. Faltam estadistas e melhor preparo. As novas gerações são impacientes, sem humildade, querem resultado imediato com mínimo esforço.

    Por: Benedicto Ismael Camargo Dutral Educaçãol 14/11/2014

    As atividades experimentais, quando bem planejadas, são recursos importantíssimos no ensino. As aulas práticas são mais um aprendizado na vida do estudante, pois além da teórica ele exercer o que lhe foi ensinado fará com que ele absorva melhor o conteúdo e leve adiante o conhecimento adquirido. (FALA et al 2010.) Para tanto, este trabalho visou analisar, pesquisar e apresentar a importância e tipos diferentes de aulas práticas em uma escola pública no município de Tangará da Serra.

    Por: Patrícia Maria Barros Piovezanl Educaçãol 14/11/2014 lAcessos: 11

    O jornalismo investigativo tem várias áreas a serem desenvolvidas. A Reprodução Simulada dos Fatos, mais conhecida como Reconstituição é uma dessas vertentes, onde o jornalista se expõe, e muitas vezes coloca em risco a sua integridade física em detrimento da função. A abordagem da temática tem relevância para uma melhor entendimento da atuação da perícia técnica, delegados, testemunhas e indiciados que podem mentir e o jornalista, compreendendo um pouco do assunto, poderá ter ferrament

    Por: Vânia Santosl Educaçãol 13/11/2014 lAcessos: 11

    O lixo eletrônico tem se tornado um problema bastante sério, pois cresce em ritmo acelerado devido aos avanços tecnológicos dos equipamentos tornando os mesmos ultrapassados em tão pouco tempo. Esses objetos têm sido descartados na maioria das vezes de forma incorreta, provocando contaminação e poluição ao meio ambiente e prejudicando a saúde das pessoas, já que possuem substâncias químicas (chumbo, cádmio, mercúrio, berílio, etc.).

    Por: Fernandal Educaçãol 13/11/2014

    O projeto "Conquistando um sorriso" está sendo desenvolvido no segundo semestre do ano de 2014 na Escola Estadual 29 de Novembro pelos professores e alunos do ensino médio, turno matutino, visando ampliá-lo para o ano de 2015. Ele tem a perspectiva de mostrar aos alunos a importância de doar um pouco de si em projetos sociais, e ainda percebendo que a escola assume hoje um papel importante na sociedade é que nós decidimos colocar em prática este projeto.

    Por: anacleil Educaçãol 13/11/2014 lAcessos: 11

    A educação sempre foi e será o fator primordial para o desenvolvimento de uma nação e do ser como homem e cidadão. Mas até onde nossa educação tem levado a emancipação do homem? Será que estamos sendo conteudistas a ponto de ignorar a humanização de nossos alunos? Através do instrucionismo, o aluno é condenado a um processo flagrante de domesticação subalterna.

    Por: Wolmerl Educaçãol 28/09/2009 lAcessos: 2,019

    A educação é um fator de suma importância para o desenvolvimento de uma nação e do ser como homem e cidadão. Mas até onde nossa educação tem norteado o educando para uma emancipação e um protagonismo? Será que estamos padronizando nossos educandos a ponto de levá-los a uma mediocridade? A educação não é local de fomento para a submissão, apenas para procura do saber, do conhecimento e da emancipação do educando

    Por: Wolmerl Educaçãol 28/09/2009 lAcessos: 1,009
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast