Estudo da Fonologia

Publicado em: 10/02/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 659 |

Fonologia

1. Definição

Fonologia, palavra que reúne dois radicais gregos significando "som" e "estudo", significa, portanto, "estudo do som". É a parte da gramática que se ocupa não de qualquer tipo de som, mas do som como elemento distintivo na língua, do som como fonema.

Fonema é o som de valor opositivo no sistema coletivo da língua, de caráter regular e fixo, e por isso mesmo sistemático (método organizado). Para entender como o fonema é um som que funciona como uma unidade distintiva, compare, por exemplo, o par casa/cara; os fonemas s/r estão em oposição, em contraste (oposição entre duas coisas, das quais uma faz sobressair a outra), e constituem o elemento sonoro que está distinguindo uma palavra da outra. O mesmo se pode dizer dos sons c/p no par cara/para, e assim com todas as palavras da língua. Dessa forma, economicamente, com um número estrito de sons, cada língua cria um universo vastíssimo de palavras. Os fonemas, em seu conjunto, formam o  sistema fônico da língua –são os seus sons distintivos elementares.

Não confunda som e letra! Com o alfabeto, representamos convencionalmente os sons da língua, mas essa representação não se faz de forma mecânica: um mesmo som pode, por exemplo, pode ser representado por letras diferentes: achar –mexer; ou sons diferentes podem ser representados pela mesma letra: casa –sapo. O alfabeto que usamos para grafar o português tem vinte e três letras, mas a língua portuguesa tem mais do que vinte e três sons distintivos, ou fonemas!

2. Produção e classificação dos fonemas

 Os fonemas são produzidos por meio do aparelho fonador, conjunto de órgãos humanos que nos permitem falar. É composto fundamentalmente:

    dos pulmões, que, como foles, emitem a corrente de ar;

    das cordas vocais, que existem na laringe, de cada lado da abertura da glote, e produzem a sonorização da corrente de ar;

    dos seguintes órgãos, que, articulando-se, podem imprimir as mais diversas modificações na mesma corrente de ar: os lábios, os dentes com os alvéolos, a língua (com ápice –que é o ponto mais alto ou extremo da língua-, dorso –parte de trás- e raiz), o palato duro e o véu palatino com a úvula, o qual, quando está abaixado, permite comunicação com as fossas nasais.

3. Fonemas surdos e sonoros

Se a corrente de ar emitida para produzir um fonema encontra a glote cerrada ou semicerrada, força através dela a passagem e faz vibrar as cordas vocais: o fonema então  produzido é sonoro; se, ao contrário, a glote estiver suficiente aberta, e, portanto, livre à passagem, não vibram as cordas vocais, e o fonema assim produzido se diz surdo.

Exemplos:

O /s/ é surdo (selo), o /z/ sonoro (zelo).

O /f/ é surdo  (faca), o /v/ sonoro (vaca).

4. Fonemas orais e nasais

Quando a corrente de ar que produz o som chega ao fundo da boca, na faringe, pode seguir dois caminhos:

    Através da boca.

    Através das fossas nasais. Se o véu palatino se achar levantado, impedirá que o ar escape para as fossas nasais, ressoando somente na boca; o fonema produzido será, então, oral (/a, e, i, o, u/; /p, b, s, z/); se, porém. O véu estiver abaixado, parte do ar sairá pela boca, parte penetrará nas fossas nasais, o que produzirá uma ressonância característica –a nasalidade –e o fonema será, então, nasal (/ ã, ẽ, ΐ, õ, ữ/ ; / m, n, nh/).

5. Vogais

São fonemas sonoros livres. Em sua produção as cordas vocais vibram (sonoros) e a corrente de ar não encontra nenhum obstáculo sensível até o exterior (livres).

Segundo a NGB, podemos classificar as vogais por quatro pontos de observação:

    quanto à zona de articulação (onde);

    quanto ao papel das cavidades bucal e nasal;

    quanto à elevação da língua;

    quanto ao timbre (vibração do som).

Dessa observação, depreendem-se os seguintes quadros:

Zona de articulação

Anteriores

Médias

Posteriores

Papel das cavidades Bucal e Nasal

Orais

  Nasais

  Orais

  Nasais

Orais

Nasais

Elevação                  Timbre

da língua                

                                 Fechadas

Altas                         Reduzidas      

                                 Fechadas        

Médias                     Abertas  

                                 Fechadas

Baixas                      Abertas

                                 Reduzidas

i

e – i

ê

é

ΐ

ΐ

á

a

ã

ã

u

o

ô

ó

õ

6. Explicação do quadro das vogais

Se, com a boca ligeiramente aberta, levantando o véu palatino (o que impede a passagem da corrente de ar para as fossas nasais), e a língua baixa, quase em repouso, contrairmos as cordas vocais que começam a vibrar, produziremos a vogal oral fundamental /a/, média quanto à zona de articulação, baixa quanto à elevação da língua.

Se formos elevando gradualmente a metade dianteira da língua em direção à parte anterior do palato, /a/ irá se transformar progressivamente em /é/, /ê/ e, na elevação máxima da línguas, em /i/: são as vogais anteriores; quanto à elevação à elevação da língua, /é/ (aberto) e /ê/ (fechado) são mediais; /i/ é alta.

Se, ao contrário, elevarmos a metade posterior da língua em direção ao véu, arredondando ao mesmo tempo os lábios, emitiremos as vogais /ó/, /ô/, /u/, denominadas posteriores: quanto à elevação da língua, /ó/ (aberto) e /ô/ fechado) são mediais; /u/ é alta.

Vogais nasais

Permanecendo abaixo do véu palatino (o que permite que a corrente de ar vá ressoar também nas formas nasais), as vogais são nasais (e em português não podem ser abertas): /ã/ é média, // e /ΐ/ são anteriores, //e // são posteriores; quanto à elevação da língua, //e /õ/são mediais, /ΐ/  e //são altas.

Vogais tônicas, subtônicas e átonas; abertas, reduzidas

A vogal em que inicia o "acento tônico" (maior intensidade de enunciação) chama-se tônica; são átonas as vogais inacentuadas.

Em alguns vocábulos, principalmente se forem palavras derivadas, pode aparecer uma vogal de tonicidade secundária (eternamente, pozinho).

Somente nas vogais tônicas ou subtônicas é mais claro a distinção do "timbre" das vogais, que podem ser abertas ou fechadas; as átonas, às vezes, podem ter a diferenciação pelo timbre reduzido, e até anulada, chamando-se, neste caso, reduzidas. É tal a redução das vogais átonas finais, que desaparece a distinção entre e e i, o e u.

Sílaba –Semivogal –ditongos e tritongos

Sílaba é o fonema ou grupo de fonemas emitidos numa só expiração.

A base de toda a sílaba é sempre uma vogal.

Nunca pode faltar vogal em uma sílaba.

Nunca há mais de uma vogal em uma sílaba.

Mas... E o "ditongo"? Não é o encontro de duas vogais numa só sílaba?

Não...

Vejo, por exemplo, na palavra /pai/ = a uma só sílaba.

Qual é a base dessa sílaba, isto é, a vogal que se destaca? É o /a/. então o /a/ é a vogal.

E o outro som vocálico será também uma vogal?

Não...

Aquele outro som vocálico /i/, perceba, não é tão forte quanto o outro: é a semivogal.

Nessa palavra, pela ordem, aparece a vogal /a/ (som vocálico forte) e depois a semivogal /i/ (som vocálico fraco); portanto, o som decresceu.

A este encontro vocálico (vogal + semivogal) se dá o nome de ditongo decrescente. Se ocorrer o contrário (semivogal + vogal), com em his-tó-ria, sé-rie, será ditongo crescente. Se a vogal base da sílaba, for oral, o ditongo, então, também será oral; se a vogal for nasal, nasal também será o ditongo.

Exemplos:

Pai: ditongo decrescente oral

Pão: ditongo decrescente nasal

Se a vogal é ao mesmo tempo precedida e seguida de semivogal, há tritongo: i-guais (semivogal + vogal + semivogal).

Nota

Muito cuidado deverá tomar o aluno na análise fonológica de algum vocábulo. Em muitos casos aparecera ditongos que, graficamente, não se percebe ou, contrariamente, que é perceptível na grafia, mas reduzido na pronúncia.

Exemplos

Na segunda sílaba de também /tãbei/, aparece um ditongo decrescente nasal (/bei/). Veja que o som da consoante /m/ não existe; esta representa graficamente a semivogal /i/.

O contrário acontece, por exemplo, no encontro reduzido a /ô/ na pronúncia normal do Brasil: couve /côve/.

Hiato

Quando a sílaba terminada por vogal ou semivogal segue-se outra iniciada por um desses fonemas, a enunciação sucessiva de ambas produz um efeito acústico característico – o hiato.

Exemplos

Pi-a-da; qui-e-to; ru-í-do;co-or-de-na-ção.

7. Classificação das consoantes

Consoantes são fonemas para cuja produção a corrente de ar, ao contrário do que acontece com as vogais, encontra em algum órgão fonador embaraço decisivo à sua passagem. Note que esses fonemas são podem sozinhos ou apenas entre si formar sílabas em português, daí serem, denominados consoantes, ou seja, etimologicamente são fonemas "que soam juntos" (COM AS VOGAIS). Uma vogal pode sozinha construir uma sílaba: uma consoante, não.

I. Quanto ao modo de articulação, a NGB classifica as consoantes em:

     Oclusivas: (junção completa de dois órgãos): /p/, /b/, /t/, /d/, /k/, /g/.

     Constritivas (de emissão prolongável):

  • Fricativas (fricção) : /s/, /z/, /x/, /j/, /f/, /v/.
  • Laterais: (o ar escapa pelos bordos da língua): /l/, /lh/.
  • Vibrantes: (uma ou várias vibrações): /r/, /rr/.

II. Quanto ao ponto de articulação, a NGB classifica assim:

     Bilabiais (lábio contra lábio): /p/. /b/, /m/.

     Labiodentais (lábio inferior + arcada dentária superior): /f/, /v/.

     Linguodentais (língua + arcada dental superior): /t/, /d/, /n/.

     Alveolares (língua + alvéolos): /s/, /z/, /l/, /r/.

     Palatais (dorso da língua + palato): /x/, /j/, /lh/, /nh/.

     Velares (raiz da língua + véu): /k/, /g/, /rr/.

8. Encontros consonantais

Tal como as vogais, as consoantes também podem encontrar-se agrupadas nos vocábulos.

Desses encontrados, distinguem-se:

  1. os fonadores de consoantes + /l/ ou /r/, que constituem grupos reis, inseparáveis: pl; bl; br; tl; dr; cl; cr; gl; fl; fr; vr.

 

  1. aqueles  em que o 2º elemento não é /l/ nem /r/, que são disjuntos, isto é, separáveis: bd; ct; ft; tm; bs; dv; pt etc., em que cada consoante pertence a uma sílaba: rit-mo; ap-to etc.

 

9. Dígrafos

Não se deve confundir dígrafos com encontro consonantais. Dígrafo é o emprego de duas letras para a representação de um só fonema: passo, chá, manhã, palha, enviar, mandar.

Há dígrafos para representar consoantes e vogais nasais.

Os dígrafos para consoantes são os seguintes, com exceção de rr, ss, sc, sc, e xc.

Exemplos:

ch: chá                        sc: exceto

lh: malha                     rr: carro

nh: banha                    ss: passo

sc: nascer                    qu: quero

sc: nasça                      gu:guerra

Para as vogais nasais:

Exemplos:

am ou na: campo, canto

em ou em: tempo, vento

im ou in: limbo, lindo

om ou on: ombro, onda

um ou um: tumba, tundra

Ortografia

1. Preliminares

O alfabeto da língua portuguesa tem vinte e três letras: a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, l, m, n, o, p, q, r, s, t, u, v, x, z. As letra k, w, y são empregadas somente em abreviatudras e símbolos internacionais de nomes estrangeiros e seus derivados.

2. Emprego do S

Na terminação -ês dos vocábulos que indicam origem, naturalidade, posição social.

Exemplos:

Francês, marquês, cortês, montês, japonês.

 

Nos femininos que tiverem o sufixo -esa, -isa.

Francesa, baronesa, japonesa, princesa, sacerdotisa, poetisa, profetisa (substantivo),duquesa, consulesa.

Nas palavras em -ase, -ise ou -ose, procedem do grego.

Exemplos:

Frase, fase, osmose, glicose, hidrólise, catálise.

Nos verbos derivados cujo sufixo é -ar e cuja palavra primitiva já tenha s.

Exemplos:

Avisar (aviso+ ar), analisar (analisa + ar), alisar, catalisar, frisar, paralisar, improvisar, pisar,arrasar, pesquisar.

Em todas as formas dos verbos pôr, querer, usar e seus derivados.

Exemplos:

Quis, quisemos, pus, puseste, pesemos, repus, compôs, usado etc.

Depois de um ditongo, usamos -s não z.

Exemplos:

Sousa, Neusa,coisa, pausa, lousa.

 

No sufixo –oso-, fonador de adjetivo qualificativo.

Exemplos:

Grandioso, formoso pavoroso, prazeroso, maravilhoso.

3. Emprego do Z

Nos nomes abstratos com sufixo -ez, -eza, derivados de adjetivos.

Exemplos:

Certeza (de certo), escassez (de escasso), invalidez (de inválido), belaza (de belo), lucidez (de lúcido), pobreza (de pobre), leveza (de leve), honradez, lividez.

 

Nos verbos derivados com o sufixo -izar.

Exemplos:

Canalizar (nala + izar), fartilizar (fértil + izar), civilizar, industrializar, profetizar.

Nos derivados em -zal, -zeiro, -zinho, -zito.

Exemplos:

Cafezal, cafezeiro, cafezinho, cafezito, irmãozinho, orfãzinha.

 

 

 

Palavras que possuem cognatos escritos com g ou c.

Exemplos:

Trazer (eu trago), rapaz (rapagão), audaz (audácia), veloz (velocidade).

Nos vocábulos derivados de outros terminados em -z.

Exemplos:

Cruzeiro (cruz + eiro), felizardo (feliz + ardo), enraizar (de raiz), apaziguar (de paz).

Nas palavras de origem arábicas, oriental e italiana.

Exemplos:

Azafama, azeite, azougue, azeviche, bazar, ojeriza, vizir, bizantino, gazeta.

 

4. Emprego do J

Nas palavras de origem indígena, africana ou popular.

Exemplos:

Canjica, jibóia, jequitibá, pajé, jenipapo, Moji, jeca, cafajeste, jiló.

 

 

5. Emprego do "Ç" (não "SS" nem "S")

Nas palavras de procedência árabe, indígena ou africana.

Exemplos:

Açúcar, açude, Piraçununga, Paiçandu, alcaçuz, almoço, caiçara, camurça, muçulmano, Paraguaçu.

 

6. Emprego do X

Depois de ditongo emprega-se x (não ch).

Exemplos:

Trouxa, ameixa, deixar, caixa, afrouxar, baixela, baixo, feixe.

 

Nos vocábulos de origem indígena ou africana.

Exemplos:

Abacaxi, xavante, caxambu (dança negra), caxangá.

 

Depois da sílaba -em.

 

Exemplos:

Enxada, enxaguar, enxaqueca, enxergar, enxofre, enxotar, enxoval, enxurrada, enxugar.

 

Exceções:

Encher (e cognatos); palavras derivadas de outras escritas com ch (encharcar –de charco; enchouriçar –de chouriço; enchova; enchanboado).

7. Emprego do H

No final de certas interjeições.

Exemplos:

Ah!, oh! (interjeição que denota surpresa, espanto; não deve ser confundida com a interjeição ó, vocativa), ih! etc.

No interior de vocábulos nos três casos seguintes: na formação de digramas ch, lh, nh (cacho, alho, molhar, companhia)

Quando, em palavras compostas, o segundo elemento, iniciando por h, une-se ao elemento anterior por meio de hífen (anti-higiênico, luso-hispânico, super-homem, pré-história, sobre-humano etc).

Nos compostos sem hífen desaparecem o h (reaver, desonesto, desumano etc).

No topônimo Bahia (nome de Estado). Os derivados, entretanto, não conservam o h: baiano, baiana.

Emprega-se o h no início de palavras por força da etimologia do vocábulo (harpa, hindu, humilde, horta, hombridade, hosana etc)

8. Particularidades do emprego do H

Conquanto possuírem h etimologicamente, escreve-se sem essa letra algumas palavras, em virtude de ser a grafia consagrada pelo uso. Assim,: erva, inverno.

Entretanto, seus cognatos de formação conservam o h (hibernar, herbívoro).

Por derivar de uma forma latina vulgar, grafa-se também sem h inicial a palavra. Espanha; hispano e hispânico, porém, conservam o h por provirem de forma existente no latim clássico.

Quando não se comprova, etimologicamente, o h inicial, esta letra não aparece em português. Assim, grafar-se-á: úmido, unidade, ombro, iate, arpejo, ontem etc.

Em virtude de adoção convencional, na grafia de certas interjeições (hã? hem? hui! etc).

9. Emprego de iniciais maiúsculas

Usamos iniciais maiúsculas:

Na primeira palavra de período ou citação (Ele veio hoje).

Nos substantivos próprios (Brasil, Paulo, Pedro).

Em nomes de épocas históricas, datas e fatos importantes (Idade Média, Natal, Ano Novo).

Em nomes de altos cargos e dignidades (Papa , Presidente da República).

Em nome de lugares (Rua Treze, Bairro Central).

Em nome de artes, ciências, títulos (Medicina, Os Lusíadas).

Nas expressões de tratamento (Vossa Senhoria, Sua Excelência).

Nos nomes dos pontos cardeais quando designam regiões (povosdo Sul, o Nordeste brasileiro).

Nos nomes de altos conceitos religiosos ou políticos (Igreja, Nação, República).

Nos nomes comuns personificados (a Morte,o Amor).

Nos demais casos usa-se inicial minúscula (carnaval, março, inglês, ave-maria).

10. Emprego do "E" ou do "I"

Verbos em UIR ou UAR

Os verbos terminados em uir apresentam a 2º e 3º pessoa do singular do presente do indicativo e a 2º pessoa do singular do imperativo em i. Ex.: possuis, possui (possuir); constituis, constitui(constituir); contribuis, contribui (contribuir).

Os verbos terminados em uar apresentam-se no presente do subjuntivo em e. Ex.: continues, continue (continuar); atenues, atenue (atenuar); atues, atue (atuar); efetues, efetue (efetuar).

Os ditongos cuja grafia antiga era ae, oe devem  ser escritos com i. Ex.: Morais, Góis, sói, corrói etc.

Observar a grafia:

acarear                  geada                                casimira   

argênteo                gradessíssimo                    cabriúva

arrepio                  mexeria                             crânio

candeeiro              mexerico                           criação

carestia                 mimeógrafo                      discrição

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/estudo-da-fonologia-5650170.html

    Palavras-chave do artigo:

    fonologia

    Comentar sobre o artigo

    Bruno Gomes

    Diante das semelhanças e diferenças conceituais entre Fonética e Fonologia vê-se necessário o estudo de ambas as partes. Em um esboço sucinto e objetivo, percebe-se que, tanto pelo aspecto fonológico quanto fonético, o objetivo é estudar os sons. O ponto que discerne as duas ciências concentra-se na forma com a qual os aspectos sonoros são levados em conta.

    Por: Bruno Gomesl Educação> Ensino Superiorl 02/06/2010 lAcessos: 4,349 lComentário: 5

    RESUMO Percebendo lucidamente a interdependência dialética que se estrutura entre função e a realização concreta de um elemento sonoro, entre forma (fonológica) e substancia (fonética) o presente artigo irá discutir os principais conceitos e dessas duas fases da ciência mais abrangente que teria por objeto, a voz humana.

    Por: Nubia Betanial Educação> Ensino Superiorl 04/09/2010 lAcessos: 2,288

    RESUMO Neste artigo, faz-se uma breve exposição, na visão de Mattoso acerca da fonética e da fonologia. Tal atividade é relevante, porque esse estudo possibilitou-nos aprofundarmos nossos conhecimentos acerca do tema. Ressalta-se, porém, que o trabalho foi pautado apenas em pesquisa bibliográfica e restringe-se a concepção do referido autor sobre fonética e fonologia. Neste sentido, pode ser interessante a acadêmicos do curso de Letras, professores e a quem mais possa ter interesse pelo assunto

    Por: Maria do Socorrol Educação> Ensino Superiorl 04/09/2010 lAcessos: 4,618

    RESUMO Fazer uma análise da obra de Mattoso Câmara é sem dúvida uma tarefa árdua, por isso, não foi possível explorar aqui, todas as nuances que envolvem o tema abordado. Porém, quem sentir interesse em aprofundar conhecimentos sobre o assunto, pode consultar as referências citadas ao final deste trabalho, já que Mattoso discorre sobre os assuntos fonológicos da língua, de forma clara e objetiva.

    Por: Marcio Almeidal Educação> Ensino Superiorl 04/09/2010 lAcessos: 1,507 lComentário: 1
    FABRÍCIO DE CARVALHO PIMENTA

    Este artigo é fruto de um trabalho de mestrado que consistia em fazer um estudo de caso sobre os processos fonológicos que ocorrem na escrita de alunos do Ensino Fundamental de escola pública, analisando como esses processos podem contribuir para o ensino de língua materna, reconduzindo o trabalho de alfabetização sem cair no lugar-comum que considera estes fenômenos como "erros" de escrita. O estudo de caso transformou-se em um Relatório e agora parte dele é transformado em artigo.

    Por: FABRÍCIO DE CARVALHO PIMENTAl Educação> Línguasl 15/02/2014 lAcessos: 313
    Fernanda Rodrigues de Sousa

    RESUMO - Este artigo objetiva apresentar os estudos e teorias acerca da Fonética Articulatória área que tem contribuído fundamentalmente para a descrição linguística, permitindo a classificação dos sons da fala de acordo com o contexto no qual os mesmos são articulados. Com base em análises sobre os aspectos fisiológicos, os articulatórios, a observação da descrição dos sons ou seja tratando dos constituintes do discurso segmentados no nível mais profundo e desprovidos de significação:os sons.

    Por: Fernanda Rodrigues de Sousal Educação> Línguasl 03/12/2012 lAcessos: 520

    Esse artigo de cunho bibliográfico tem o objetivo de mostrar o fato da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como uma necessidade nas salas de aula e, por isso, todos os educadores precisam conhecer sua estrutura.

    Por: LUCIANEl Educação> Línguasl 18/07/2011 lAcessos: 3,636

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    Por: Alice Dantasl Educação> Ensino Superiorl 14/11/2010 lAcessos: 17,890 lComentário: 2
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    Por: Priscila Pâmela F. da Silval Educação> Educação Onlinel 16/05/2010 lAcessos: 3,490
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    Por: Elaine Peres da Silval Educaçãol 27/03/2015 lAcessos: 12
    Fernando Corrêa manarim

    afirmamos que existem outras formas de jogar xadrez além da competição, ou seja, que o xadrez é uma ferramenta que pode trabalhar o praticante pedagógica e terapeuticamente, ensinando a se conhecer, conhecer os outros e conhecer o mundo a qual pertence. Isso pode ser comprovado na Lenda de criação do xadrez, conhecida como a Lenda de Lahur Sessa, lenda que pode ser encontrada na obra de Malba Tahan, "O Homem que calculava".

    Por: Fernando Corrêa manariml Educaçãol 16/03/2015

    1. Por que o regime de ciclos e a progressão continuada são tão criticados? 2. Qual a real eficácia da progressão continuada e quais são os problemas gerados por esta prática? 3. Quais suas implicações políticas? 4. Quais os aspectos negativos deste sistema? 5. Qual o papel do professor, do coordenador e supervisor escolar? 6. Qual a importância da avaliação neste processo?

    Por: EULER DE CASTRO SANTOSl Educaçãol 15/03/2015 lAcessos: 15

    RESUMO A violência é sem duvida, além de uma das grandes preocupações da sociedade, o grande problema a ser enfrentado, principalmente na dura realidade das escolas públicas do Brasil. Atinge a todos na escola, contudo a grande vitima deste problema é o professor, cada vez mais desmotivado e que se encontra quase sempre acuado e de mãos atadas diante do problema. Ocorre de maneira velada e de diversos modos, sendo, obviamente causada pela falta de limites e de ações efetivas para enfrentar o pro

    Por: EULER DE CASTRO SANTOSl Educaçãol 15/03/2015 lAcessos: 13

    Nesta Sociedade de Informação a comunicação assume um papel no desenvolvimento humano como ferramenta de leitura social numa intervenção libertadora na perspectiva social sobre a tecnologia num processo de diminuição das disparidades sociais na criação de políticas publica para a formação de uma cidadania. Atuando numa dimensão social e política através de programas sociais de inclusão digital para reduzir os problemas sociais relativos à marginalização e pobreza

    Por: Daniela Rosseti silval Educaçãol 12/03/2015
    Alinne do Rosário Brito

    O presente artigo tem como finalidade analisar as fases de ensino nas aulas de educação física escolar tendo como base os PCN`S, para facilitar este processo nas instituições de ensino. Portanto é um convite para refletir sobre à pratica pedagógica , ou seja, o processo de alfabetização especificamente no ensino fundamental através deste componente curricular.

    Por: Alinne do Rosário Britol Educaçãol 11/03/2015

    O fundamentalismo islâmico é a maior ameaça a democracia e os direitos humanos desde o fim da Guerra Fria.Esse artigo tem por objetivo expor de forma breve,as suas origens durante o processo de partilha afro-asiática promovida pelos países europeu até a sua expansão na era da globalização sob a hegemonia dos EUA.

    Por: Mauricio Mendes de Oliveiral Educaçãol 09/03/2015
    Marlete Turmina Outeiro

    O artigo conta a história de uma família especifica, que venceram as adversidades e os preconceitos sociais, demonstraram a importância de unir-se em favor de um ideal coletivo, cujo objetivo apresenta memória histórica marco de 1985 a 2011, no Município de Abelardo Luz/SC. Os resultados discorrem a partir de um recorte da obra "A Inclusão Social pela Reforma Agrária: a saga de uma família sem-terra, escrito com base nos fatos que constam no diário da Sra. Rosa Turmina.

    Por: Marlete Turmina Outeirol Educaçãol 07/03/2015 lAcessos: 14
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    Por: Profª Bia Sendayl Literatura> Ficçãol 03/02/2015
    Profª Bia Senday

    Machado tece suas narrativas de modo que seus leitores, mesmo os "distraídos", vão aderindo ao pacto de leitura, na tentativa de buscar os deciframentos para as situações que lhes são postas. Isso faz parte da estratégia machadiana em colocar o seu leitor a par dos questionamentos do ser humano e dos reveses da vida.

    Por: Profª Bia Sendayl Literatura> Ficçãol 03/02/2015
    Profª Bia Senday

    As obras da fase realista de Machado de Assis têm como cenário a cidade do Rio de Janeiro do final do século XIX e inicio do século XX; seus personagens são representantes autênticos da sociedade burguesa vigente na época, as narrações são sempre conduzidas por protagonistas masculinos o que nos leva a crer que a mulher é sempre mostrada a partir de um ângulo que revela a visão do homem a respeito da condição feminina.

    Por: Profª Bia Sendayl Literatura> Ficçãol 03/02/2015 lAcessos: 14
    Profª Bia Senday

    No Brasil do Segundo reinado (de 1840 a 1889), impera o conhecido "parlamentarismo às avessas", quando o Imperador D. Pedro II escolhe o senador ou o deputado para o cargo de primeiro-ministro, com a complacência do Partido Liberal e do Partido Conservador, que se revezavam no poder, sempre segundo os interesses da oligarquia agrária. O romance realista começa com o fim do romance romântico, opondo-se criticamente a ele, sendo, sem dúvida à crítica ao romantismo.

    Por: Profª Bia Sendayl Literatura> Ficçãol 03/02/2015
    Profª Bia Senday

    Resumo Comentado de Algumas das principais obras Machadianas, tais como: Memória Póstuma de Brás Cubas, Dom Casmurro e Quincas Borba.

    Por: Profª Bia Sendayl Literatura> Ficçãol 03/02/2015
    Profª Bia Senday

    Desenvolver de forma eficaz os seguintes projetos: leitura, redação e língua inglesa, proporcionando-lhe uma melhor qualidade na leitura, na escrita e introdução à língua inglesa. Assim, valorizar seus interessados e proporcionar o melhor resultado para o futuro de cada um. Desta forma, o Projeto Integração "Introdução da criança ao mundo da leitura, da escrita e de um segundo idioma universal", tem por objetivo se preocupar com estas qualidades que são essenciais para se dimensionar no futuro.

    Por: Profª Bia Sendayl Educação> Línguasl 03/02/2015 lAcessos: 20
    Profª Bia Senday

    Os períodos da educação brasileira, desde o jesuítico até a atualidade., de forma resumida e direta.

    Por: Profª Bia Sendayl Educaçãol 25/08/2014 lAcessos: 75
    Profª Bia Senday

    Também chamada de Fonoestilística, trata dos valores expressivos de natureza sonora observáveis nas palavras e nos enunciados. Fonemas e prosodemas (acento, entoação, altura e ritmo) constituem um complexo sonoro de extraordinária importância na função emotiva e poética, segundo Martins (2000).

    Por: Profª Bia Sendayl Educaçãol 25/08/2014
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