Estudo da Fonologia

Publicado em: 10/02/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 595 |

Fonologia

1. Definição

Fonologia, palavra que reúne dois radicais gregos significando "som" e "estudo", significa, portanto, "estudo do som". É a parte da gramática que se ocupa não de qualquer tipo de som, mas do som como elemento distintivo na língua, do som como fonema.

Fonema é o som de valor opositivo no sistema coletivo da língua, de caráter regular e fixo, e por isso mesmo sistemático (método organizado). Para entender como o fonema é um som que funciona como uma unidade distintiva, compare, por exemplo, o par casa/cara; os fonemas s/r estão em oposição, em contraste (oposição entre duas coisas, das quais uma faz sobressair a outra), e constituem o elemento sonoro que está distinguindo uma palavra da outra. O mesmo se pode dizer dos sons c/p no par cara/para, e assim com todas as palavras da língua. Dessa forma, economicamente, com um número estrito de sons, cada língua cria um universo vastíssimo de palavras. Os fonemas, em seu conjunto, formam o  sistema fônico da língua –são os seus sons distintivos elementares.

Não confunda som e letra! Com o alfabeto, representamos convencionalmente os sons da língua, mas essa representação não se faz de forma mecânica: um mesmo som pode, por exemplo, pode ser representado por letras diferentes: achar –mexer; ou sons diferentes podem ser representados pela mesma letra: casa –sapo. O alfabeto que usamos para grafar o português tem vinte e três letras, mas a língua portuguesa tem mais do que vinte e três sons distintivos, ou fonemas!

2. Produção e classificação dos fonemas

 Os fonemas são produzidos por meio do aparelho fonador, conjunto de órgãos humanos que nos permitem falar. É composto fundamentalmente:

    dos pulmões, que, como foles, emitem a corrente de ar;

    das cordas vocais, que existem na laringe, de cada lado da abertura da glote, e produzem a sonorização da corrente de ar;

    dos seguintes órgãos, que, articulando-se, podem imprimir as mais diversas modificações na mesma corrente de ar: os lábios, os dentes com os alvéolos, a língua (com ápice –que é o ponto mais alto ou extremo da língua-, dorso –parte de trás- e raiz), o palato duro e o véu palatino com a úvula, o qual, quando está abaixado, permite comunicação com as fossas nasais.

3. Fonemas surdos e sonoros

Se a corrente de ar emitida para produzir um fonema encontra a glote cerrada ou semicerrada, força através dela a passagem e faz vibrar as cordas vocais: o fonema então  produzido é sonoro; se, ao contrário, a glote estiver suficiente aberta, e, portanto, livre à passagem, não vibram as cordas vocais, e o fonema assim produzido se diz surdo.

Exemplos:

O /s/ é surdo (selo), o /z/ sonoro (zelo).

O /f/ é surdo  (faca), o /v/ sonoro (vaca).

4. Fonemas orais e nasais

Quando a corrente de ar que produz o som chega ao fundo da boca, na faringe, pode seguir dois caminhos:

    Através da boca.

    Através das fossas nasais. Se o véu palatino se achar levantado, impedirá que o ar escape para as fossas nasais, ressoando somente na boca; o fonema produzido será, então, oral (/a, e, i, o, u/; /p, b, s, z/); se, porém. O véu estiver abaixado, parte do ar sairá pela boca, parte penetrará nas fossas nasais, o que produzirá uma ressonância característica –a nasalidade –e o fonema será, então, nasal (/ ã, ẽ, ΐ, õ, ữ/ ; / m, n, nh/).

5. Vogais

São fonemas sonoros livres. Em sua produção as cordas vocais vibram (sonoros) e a corrente de ar não encontra nenhum obstáculo sensível até o exterior (livres).

Segundo a NGB, podemos classificar as vogais por quatro pontos de observação:

    quanto à zona de articulação (onde);

    quanto ao papel das cavidades bucal e nasal;

    quanto à elevação da língua;

    quanto ao timbre (vibração do som).

Dessa observação, depreendem-se os seguintes quadros:

Zona de articulação

Anteriores

Médias

Posteriores

Papel das cavidades Bucal e Nasal

Orais

  Nasais

  Orais

  Nasais

Orais

Nasais

Elevação                  Timbre

da língua                

                                 Fechadas

Altas                         Reduzidas      

                                 Fechadas        

Médias                     Abertas  

                                 Fechadas

Baixas                      Abertas

                                 Reduzidas

i

e – i

ê

é

ΐ

ΐ

á

a

ã

ã

u

o

ô

ó

õ

6. Explicação do quadro das vogais

Se, com a boca ligeiramente aberta, levantando o véu palatino (o que impede a passagem da corrente de ar para as fossas nasais), e a língua baixa, quase em repouso, contrairmos as cordas vocais que começam a vibrar, produziremos a vogal oral fundamental /a/, média quanto à zona de articulação, baixa quanto à elevação da língua.

Se formos elevando gradualmente a metade dianteira da língua em direção à parte anterior do palato, /a/ irá se transformar progressivamente em /é/, /ê/ e, na elevação máxima da línguas, em /i/: são as vogais anteriores; quanto à elevação à elevação da língua, /é/ (aberto) e /ê/ (fechado) são mediais; /i/ é alta.

Se, ao contrário, elevarmos a metade posterior da língua em direção ao véu, arredondando ao mesmo tempo os lábios, emitiremos as vogais /ó/, /ô/, /u/, denominadas posteriores: quanto à elevação da língua, /ó/ (aberto) e /ô/ fechado) são mediais; /u/ é alta.

Vogais nasais

Permanecendo abaixo do véu palatino (o que permite que a corrente de ar vá ressoar também nas formas nasais), as vogais são nasais (e em português não podem ser abertas): /ã/ é média, // e /ΐ/ são anteriores, //e // são posteriores; quanto à elevação da língua, //e /õ/são mediais, /ΐ/  e //são altas.

Vogais tônicas, subtônicas e átonas; abertas, reduzidas

A vogal em que inicia o "acento tônico" (maior intensidade de enunciação) chama-se tônica; são átonas as vogais inacentuadas.

Em alguns vocábulos, principalmente se forem palavras derivadas, pode aparecer uma vogal de tonicidade secundária (eternamente, pozinho).

Somente nas vogais tônicas ou subtônicas é mais claro a distinção do "timbre" das vogais, que podem ser abertas ou fechadas; as átonas, às vezes, podem ter a diferenciação pelo timbre reduzido, e até anulada, chamando-se, neste caso, reduzidas. É tal a redução das vogais átonas finais, que desaparece a distinção entre e e i, o e u.

Sílaba –Semivogal –ditongos e tritongos

Sílaba é o fonema ou grupo de fonemas emitidos numa só expiração.

A base de toda a sílaba é sempre uma vogal.

Nunca pode faltar vogal em uma sílaba.

Nunca há mais de uma vogal em uma sílaba.

Mas... E o "ditongo"? Não é o encontro de duas vogais numa só sílaba?

Não...

Vejo, por exemplo, na palavra /pai/ = a uma só sílaba.

Qual é a base dessa sílaba, isto é, a vogal que se destaca? É o /a/. então o /a/ é a vogal.

E o outro som vocálico será também uma vogal?

Não...

Aquele outro som vocálico /i/, perceba, não é tão forte quanto o outro: é a semivogal.

Nessa palavra, pela ordem, aparece a vogal /a/ (som vocálico forte) e depois a semivogal /i/ (som vocálico fraco); portanto, o som decresceu.

A este encontro vocálico (vogal + semivogal) se dá o nome de ditongo decrescente. Se ocorrer o contrário (semivogal + vogal), com em his-tó-ria, sé-rie, será ditongo crescente. Se a vogal base da sílaba, for oral, o ditongo, então, também será oral; se a vogal for nasal, nasal também será o ditongo.

Exemplos:

Pai: ditongo decrescente oral

Pão: ditongo decrescente nasal

Se a vogal é ao mesmo tempo precedida e seguida de semivogal, há tritongo: i-guais (semivogal + vogal + semivogal).

Nota

Muito cuidado deverá tomar o aluno na análise fonológica de algum vocábulo. Em muitos casos aparecera ditongos que, graficamente, não se percebe ou, contrariamente, que é perceptível na grafia, mas reduzido na pronúncia.

Exemplos

Na segunda sílaba de também /tãbei/, aparece um ditongo decrescente nasal (/bei/). Veja que o som da consoante /m/ não existe; esta representa graficamente a semivogal /i/.

O contrário acontece, por exemplo, no encontro reduzido a /ô/ na pronúncia normal do Brasil: couve /côve/.

Hiato

Quando a sílaba terminada por vogal ou semivogal segue-se outra iniciada por um desses fonemas, a enunciação sucessiva de ambas produz um efeito acústico característico – o hiato.

Exemplos

Pi-a-da; qui-e-to; ru-í-do;co-or-de-na-ção.

7. Classificação das consoantes

Consoantes são fonemas para cuja produção a corrente de ar, ao contrário do que acontece com as vogais, encontra em algum órgão fonador embaraço decisivo à sua passagem. Note que esses fonemas são podem sozinhos ou apenas entre si formar sílabas em português, daí serem, denominados consoantes, ou seja, etimologicamente são fonemas "que soam juntos" (COM AS VOGAIS). Uma vogal pode sozinha construir uma sílaba: uma consoante, não.

I. Quanto ao modo de articulação, a NGB classifica as consoantes em:

     Oclusivas: (junção completa de dois órgãos): /p/, /b/, /t/, /d/, /k/, /g/.

     Constritivas (de emissão prolongável):

  • Fricativas (fricção) : /s/, /z/, /x/, /j/, /f/, /v/.
  • Laterais: (o ar escapa pelos bordos da língua): /l/, /lh/.
  • Vibrantes: (uma ou várias vibrações): /r/, /rr/.

II. Quanto ao ponto de articulação, a NGB classifica assim:

     Bilabiais (lábio contra lábio): /p/. /b/, /m/.

     Labiodentais (lábio inferior + arcada dentária superior): /f/, /v/.

     Linguodentais (língua + arcada dental superior): /t/, /d/, /n/.

     Alveolares (língua + alvéolos): /s/, /z/, /l/, /r/.

     Palatais (dorso da língua + palato): /x/, /j/, /lh/, /nh/.

     Velares (raiz da língua + véu): /k/, /g/, /rr/.

8. Encontros consonantais

Tal como as vogais, as consoantes também podem encontrar-se agrupadas nos vocábulos.

Desses encontrados, distinguem-se:

  1. os fonadores de consoantes + /l/ ou /r/, que constituem grupos reis, inseparáveis: pl; bl; br; tl; dr; cl; cr; gl; fl; fr; vr.

 

  1. aqueles  em que o 2º elemento não é /l/ nem /r/, que são disjuntos, isto é, separáveis: bd; ct; ft; tm; bs; dv; pt etc., em que cada consoante pertence a uma sílaba: rit-mo; ap-to etc.

 

9. Dígrafos

Não se deve confundir dígrafos com encontro consonantais. Dígrafo é o emprego de duas letras para a representação de um só fonema: passo, chá, manhã, palha, enviar, mandar.

Há dígrafos para representar consoantes e vogais nasais.

Os dígrafos para consoantes são os seguintes, com exceção de rr, ss, sc, sc, e xc.

Exemplos:

ch: chá                        sc: exceto

lh: malha                     rr: carro

nh: banha                    ss: passo

sc: nascer                    qu: quero

sc: nasça                      gu:guerra

Para as vogais nasais:

Exemplos:

am ou na: campo, canto

em ou em: tempo, vento

im ou in: limbo, lindo

om ou on: ombro, onda

um ou um: tumba, tundra

Ortografia

1. Preliminares

O alfabeto da língua portuguesa tem vinte e três letras: a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, l, m, n, o, p, q, r, s, t, u, v, x, z. As letra k, w, y são empregadas somente em abreviatudras e símbolos internacionais de nomes estrangeiros e seus derivados.

2. Emprego do S

Na terminação -ês dos vocábulos que indicam origem, naturalidade, posição social.

Exemplos:

Francês, marquês, cortês, montês, japonês.

 

Nos femininos que tiverem o sufixo -esa, -isa.

Francesa, baronesa, japonesa, princesa, sacerdotisa, poetisa, profetisa (substantivo),duquesa, consulesa.

Nas palavras em -ase, -ise ou -ose, procedem do grego.

Exemplos:

Frase, fase, osmose, glicose, hidrólise, catálise.

Nos verbos derivados cujo sufixo é -ar e cuja palavra primitiva já tenha s.

Exemplos:

Avisar (aviso+ ar), analisar (analisa + ar), alisar, catalisar, frisar, paralisar, improvisar, pisar,arrasar, pesquisar.

Em todas as formas dos verbos pôr, querer, usar e seus derivados.

Exemplos:

Quis, quisemos, pus, puseste, pesemos, repus, compôs, usado etc.

Depois de um ditongo, usamos -s não z.

Exemplos:

Sousa, Neusa,coisa, pausa, lousa.

 

No sufixo –oso-, fonador de adjetivo qualificativo.

Exemplos:

Grandioso, formoso pavoroso, prazeroso, maravilhoso.

3. Emprego do Z

Nos nomes abstratos com sufixo -ez, -eza, derivados de adjetivos.

Exemplos:

Certeza (de certo), escassez (de escasso), invalidez (de inválido), belaza (de belo), lucidez (de lúcido), pobreza (de pobre), leveza (de leve), honradez, lividez.

 

Nos verbos derivados com o sufixo -izar.

Exemplos:

Canalizar (nala + izar), fartilizar (fértil + izar), civilizar, industrializar, profetizar.

Nos derivados em -zal, -zeiro, -zinho, -zito.

Exemplos:

Cafezal, cafezeiro, cafezinho, cafezito, irmãozinho, orfãzinha.

 

 

 

Palavras que possuem cognatos escritos com g ou c.

Exemplos:

Trazer (eu trago), rapaz (rapagão), audaz (audácia), veloz (velocidade).

Nos vocábulos derivados de outros terminados em -z.

Exemplos:

Cruzeiro (cruz + eiro), felizardo (feliz + ardo), enraizar (de raiz), apaziguar (de paz).

Nas palavras de origem arábicas, oriental e italiana.

Exemplos:

Azafama, azeite, azougue, azeviche, bazar, ojeriza, vizir, bizantino, gazeta.

 

4. Emprego do J

Nas palavras de origem indígena, africana ou popular.

Exemplos:

Canjica, jibóia, jequitibá, pajé, jenipapo, Moji, jeca, cafajeste, jiló.

 

 

5. Emprego do "Ç" (não "SS" nem "S")

Nas palavras de procedência árabe, indígena ou africana.

Exemplos:

Açúcar, açude, Piraçununga, Paiçandu, alcaçuz, almoço, caiçara, camurça, muçulmano, Paraguaçu.

 

6. Emprego do X

Depois de ditongo emprega-se x (não ch).

Exemplos:

Trouxa, ameixa, deixar, caixa, afrouxar, baixela, baixo, feixe.

 

Nos vocábulos de origem indígena ou africana.

Exemplos:

Abacaxi, xavante, caxambu (dança negra), caxangá.

 

Depois da sílaba -em.

 

Exemplos:

Enxada, enxaguar, enxaqueca, enxergar, enxofre, enxotar, enxoval, enxurrada, enxugar.

 

Exceções:

Encher (e cognatos); palavras derivadas de outras escritas com ch (encharcar –de charco; enchouriçar –de chouriço; enchova; enchanboado).

7. Emprego do H

No final de certas interjeições.

Exemplos:

Ah!, oh! (interjeição que denota surpresa, espanto; não deve ser confundida com a interjeição ó, vocativa), ih! etc.

No interior de vocábulos nos três casos seguintes: na formação de digramas ch, lh, nh (cacho, alho, molhar, companhia)

Quando, em palavras compostas, o segundo elemento, iniciando por h, une-se ao elemento anterior por meio de hífen (anti-higiênico, luso-hispânico, super-homem, pré-história, sobre-humano etc).

Nos compostos sem hífen desaparecem o h (reaver, desonesto, desumano etc).

No topônimo Bahia (nome de Estado). Os derivados, entretanto, não conservam o h: baiano, baiana.

Emprega-se o h no início de palavras por força da etimologia do vocábulo (harpa, hindu, humilde, horta, hombridade, hosana etc)

8. Particularidades do emprego do H

Conquanto possuírem h etimologicamente, escreve-se sem essa letra algumas palavras, em virtude de ser a grafia consagrada pelo uso. Assim,: erva, inverno.

Entretanto, seus cognatos de formação conservam o h (hibernar, herbívoro).

Por derivar de uma forma latina vulgar, grafa-se também sem h inicial a palavra. Espanha; hispano e hispânico, porém, conservam o h por provirem de forma existente no latim clássico.

Quando não se comprova, etimologicamente, o h inicial, esta letra não aparece em português. Assim, grafar-se-á: úmido, unidade, ombro, iate, arpejo, ontem etc.

Em virtude de adoção convencional, na grafia de certas interjeições (hã? hem? hui! etc).

9. Emprego de iniciais maiúsculas

Usamos iniciais maiúsculas:

Na primeira palavra de período ou citação (Ele veio hoje).

Nos substantivos próprios (Brasil, Paulo, Pedro).

Em nomes de épocas históricas, datas e fatos importantes (Idade Média, Natal, Ano Novo).

Em nomes de altos cargos e dignidades (Papa , Presidente da República).

Em nome de lugares (Rua Treze, Bairro Central).

Em nome de artes, ciências, títulos (Medicina, Os Lusíadas).

Nas expressões de tratamento (Vossa Senhoria, Sua Excelência).

Nos nomes dos pontos cardeais quando designam regiões (povosdo Sul, o Nordeste brasileiro).

Nos nomes de altos conceitos religiosos ou políticos (Igreja, Nação, República).

Nos nomes comuns personificados (a Morte,o Amor).

Nos demais casos usa-se inicial minúscula (carnaval, março, inglês, ave-maria).

10. Emprego do "E" ou do "I"

Verbos em UIR ou UAR

Os verbos terminados em uir apresentam a 2º e 3º pessoa do singular do presente do indicativo e a 2º pessoa do singular do imperativo em i. Ex.: possuis, possui (possuir); constituis, constitui(constituir); contribuis, contribui (contribuir).

Os verbos terminados em uar apresentam-se no presente do subjuntivo em e. Ex.: continues, continue (continuar); atenues, atenue (atenuar); atues, atue (atuar); efetues, efetue (efetuar).

Os ditongos cuja grafia antiga era ae, oe devem  ser escritos com i. Ex.: Morais, Góis, sói, corrói etc.

Observar a grafia:

acarear                  geada                                casimira   

argênteo                gradessíssimo                    cabriúva

arrepio                  mexeria                             crânio

candeeiro              mexerico                           criação

carestia                 mimeógrafo                      discrição

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/estudo-da-fonologia-5650170.html

    Palavras-chave do artigo:

    fonologia

    Comentar sobre o artigo

    Bruno Gomes

    Diante das semelhanças e diferenças conceituais entre Fonética e Fonologia vê-se necessário o estudo de ambas as partes. Em um esboço sucinto e objetivo, percebe-se que, tanto pelo aspecto fonológico quanto fonético, o objetivo é estudar os sons. O ponto que discerne as duas ciências concentra-se na forma com a qual os aspectos sonoros são levados em conta.

    Por: Bruno Gomesl Educação> Ensino Superiorl 02/06/2010 lAcessos: 4,217 lComentário: 5

    RESUMO Percebendo lucidamente a interdependência dialética que se estrutura entre função e a realização concreta de um elemento sonoro, entre forma (fonológica) e substancia (fonética) o presente artigo irá discutir os principais conceitos e dessas duas fases da ciência mais abrangente que teria por objeto, a voz humana.

    Por: Nubia Betanial Educação> Ensino Superiorl 04/09/2010 lAcessos: 2,036

    RESUMO Neste artigo, faz-se uma breve exposição, na visão de Mattoso acerca da fonética e da fonologia. Tal atividade é relevante, porque esse estudo possibilitou-nos aprofundarmos nossos conhecimentos acerca do tema. Ressalta-se, porém, que o trabalho foi pautado apenas em pesquisa bibliográfica e restringe-se a concepção do referido autor sobre fonética e fonologia. Neste sentido, pode ser interessante a acadêmicos do curso de Letras, professores e a quem mais possa ter interesse pelo assunto

    Por: Maria do Socorrol Educação> Ensino Superiorl 04/09/2010 lAcessos: 4,497

    RESUMO Fazer uma análise da obra de Mattoso Câmara é sem dúvida uma tarefa árdua, por isso, não foi possível explorar aqui, todas as nuances que envolvem o tema abordado. Porém, quem sentir interesse em aprofundar conhecimentos sobre o assunto, pode consultar as referências citadas ao final deste trabalho, já que Mattoso discorre sobre os assuntos fonológicos da língua, de forma clara e objetiva.

    Por: Marcio Almeidal Educação> Ensino Superiorl 04/09/2010 lAcessos: 1,483 lComentário: 1
    FABRÍCIO DE CARVALHO PIMENTA

    Este artigo é fruto de um trabalho de mestrado que consistia em fazer um estudo de caso sobre os processos fonológicos que ocorrem na escrita de alunos do Ensino Fundamental de escola pública, analisando como esses processos podem contribuir para o ensino de língua materna, reconduzindo o trabalho de alfabetização sem cair no lugar-comum que considera estes fenômenos como "erros" de escrita. O estudo de caso transformou-se em um Relatório e agora parte dele é transformado em artigo.

    Por: FABRÍCIO DE CARVALHO PIMENTAl Educação> Línguasl 15/02/2014 lAcessos: 267
    Fernanda Rodrigues de Sousa

    RESUMO - Este artigo objetiva apresentar os estudos e teorias acerca da Fonética Articulatória área que tem contribuído fundamentalmente para a descrição linguística, permitindo a classificação dos sons da fala de acordo com o contexto no qual os mesmos são articulados. Com base em análises sobre os aspectos fisiológicos, os articulatórios, a observação da descrição dos sons ou seja tratando dos constituintes do discurso segmentados no nível mais profundo e desprovidos de significação:os sons.

    Por: Fernanda Rodrigues de Sousal Educação> Línguasl 03/12/2012 lAcessos: 406

    Esse artigo de cunho bibliográfico tem o objetivo de mostrar o fato da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como uma necessidade nas salas de aula e, por isso, todos os educadores precisam conhecer sua estrutura.

    Por: LUCIANEl Educação> Línguasl 18/07/2011 lAcessos: 3,552

    Este ensaio acadêmico tem por objetivo elucidar em breve síntese as principais características das três correntes da Linguística, a saber: o gerativismo, o funcionalismo e o estruturalismo, com o intuito de observar as peculiaridades de cada corrente e a evolução histórica e teórica da lingüística moderna. Serão abordadas as diferentes visões de linguagem pelas três correntes.

    Por: Alice Dantasl Educação> Ensino Superiorl 14/11/2010 lAcessos: 17,046 lComentário: 2
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    Por: Priscila Pâmela F. da Silval Educação> Educação Onlinel 16/05/2010 lAcessos: 3,466

    Com o advento da globalização, a educação é tida como o maior recurso de que se dispõe para enfrentar essa nova estruturação mundial. Objetiva-se evidenciar a importância dos alunos encontrarem na escola não só evidências de seu próprio mundo, mas também aparato capaz de os "cunharem" para uma participação social plena e não "fatiada", como sugere o estudo por disciplinas. Jovens e adultos, público cada vez mais informatizado, exige que as disciplinas deixem de ser apresentadas de forma isolada.

    Por: KÁTIA CÉLIA FERREIRAl Educaçãol 18/12/2014

    A expressão artística faz parte da história humana desde os tempos mais remotos. Sendo assim, a Arte é um dos modos de conhecimento ao qual os estudantes devem também ter acesso, assumindo-se como sujeitos capazes de apreciação estética e criação artística, articuladas aos processos e mediações da cultura contemporânea. Diante das mudanças pelas quais o ensino-aprendizagem de Arte passou, vê-se a necessidade de discorrer a respeito da presença desta disciplina no currículo escolar, revendo sua i

    Por: KÁTIA CÉLIA FERREIRAl Educaçãol 18/12/2014

    Sabe-se que a educação é responsável pela formação do aluno enquanto cidadão, de maneira a prepará-lo para a vida em sociedade, para que saiba atuar criticamente nesse meio. Assim, a escola inclusiva busca complementar a formação do aluno por meio das relações de convivência, uma vez que conviver com o diferente é parte desse processo de formação, até porque, como já mencionamos, é na escola que o aluno desenvolve seus aspectos cognitivos, motores e psicológicos.

    Por: Rosely dos Santos Ferreiral Educaçãol 17/12/2014

    As revela à existência de ações políticas e sociais que possam concretizar e promover a efetividade da inclusão social da pessoa com necessidade educacional especial. Vejo que a sociedade deve compreender como se dá o processo de ensino-aprendizagem da criança com Síndrome de Down na Educação Básica, as dificuldades enfrentadas e as possibilidades e mecanismos de reconhecimento e aceitação dessas limitaçõ

    Por: Rosely dos Santos Ferreiral Educaçãol 17/12/2014

    No processo de inclusão a escola propõe a conviver com o "diferente", aceitá-lo, auxiliá-lo, e muitas vezes aprender algo com essas crianças. Entretanto para oferecer uma inclusão verdadeira é preciso entender as particularidades das crianças, mediar a socialização de forma que todos trabalham para o aprendizado de cada uma delas, em benefício de todos. Pretendo contribuir com as discussões éticas e educacionais que envolvem a formação da criança Down por meio da educação.

    Por: Rosely dos Santos Ferreiral Educaçãol 17/12/2014

    A educação escolar é um dos contextos em que a criança aprende e desenvolve-se nos aspectos cognitivos, emocional e social. Por isso a necessidade de incluir a criança com necessidades especiais na escola, pois atender a todos é parte do processo educativo, por isso a diversidade cultural e outras questões sociais precisam ser vivenciadas também em sala de aula.

    Por: Rosely dos Santos Ferreiral Educaçãol 17/12/2014

    Apresento algumas características que identificam a criança Down, o conceito de Educação Inclusiva e Educação básica, e da diversidade na educação. Relacionam-se aspectos positivos da inclusão da criança Down na Educação Básica e como deve acontecer essa inclusão, enumerando as dificuldades no processo de inclusão da criança Down na Educação Básica. Conceitua-se a Síndrome de Down e sua identificação, bem como o tratamento e a motivação para inserir a criança com deficiência na Educação Básica.

    Por: Rosely dos Santos Ferreiral Educaçãol 17/12/2014

    O estudo realizado teve como foco principal compreender os avanços no processo de construção do conhecimento dos alunos de uma turma de 3º ano, através dos jogos matemáticos, priorizando, desse modo, a ludicidade no ensino. A pesquisa foi desenvolvida durante o estágio realizado pela acadêmica e pesquisadora junto a uma turma de 3º ano.

    Por: Luziane Da Silva Costal Educaçãol 15/12/2014 lAcessos: 11
    Profª Bia Senday

    Os períodos da educação brasileira, desde o jesuítico até a atualidade., de forma resumida e direta.

    Por: Profª Bia Sendayl Educaçãol 25/08/2014 lAcessos: 43
    Profª Bia Senday

    Também chamada de Fonoestilística, trata dos valores expressivos de natureza sonora observáveis nas palavras e nos enunciados. Fonemas e prosodemas (acento, entoação, altura e ritmo) constituem um complexo sonoro de extraordinária importância na função emotiva e poética, segundo Martins (2000).

    Por: Profª Bia Sendayl Educaçãol 25/08/2014
    Profª Bia Senday

    FRASE: veicula os valores expressivos em potencial nas palavras, as quais, somente nela, têm o seu sentido explicitado e adquirem seu tom particular – neutro ou afetivo.

    Por: Profª Bia Sendayl Educaçãol 25/08/2014
    Profª Bia Senday

    Na sintaxe, quem fala ou escreve escolhe entre os tipos de frase, de acordo com as regras gramaticais, mas esse processo é, sobretudo, uma atividade criadora e, portanto, pertence tanto ao domínio gramatical quanto ao domínio estilístico. A frase veicula valores expressivos em potencial nas palavras, que adquirem seu sentido explicitado e o seu tom particular – neutro ou afetivo.

    Por: Profª Bia Sendayl Educaçãol 25/08/2014 lAcessos: 11
    Profª Bia Senday

    A língua portuguesa origina-se do latim, língua falada pelos romanos – povo ao qual invadiu a península ibérica no Século III a.C. Nesta época, povos como os fenícios e gregos ali habitavam. No século V d.C., povos germânicos (suevos, vândalos, alanos e visigodos) invadiram a Península Ibérica. Os visigodos passaram a dominar a região. Por fim, eles abandonaram sua língua e a adotaram o latim. No século VIII, a Península Ibérica sofreu a invasão dos árabes, ao qual dominaram-na por 700 anos.

    Por: Profª Bia Sendayl Educaçãol 25/08/2014
    Profª Bia Senday

    Antes de falarmos da língua portuguesa propriamente dita, falaremos um pouco do indo-europeu. O indo-europeu não é uma língua, como podemos dizer, atestada, pois não existe nenhum documento escrito que prove que ele tenha existido.

    Por: Profª Bia Sendayl Literatural 10/02/2012 lAcessos: 108
    Profª Bia Senday

    Polêmicas divulgadas na imprensa no decorrer do ano de 1922, quando um pequeno grupo de artistas e escritores, liderados por Oswald de Andrade e Mário de Andrade, difamava as nossas glórias artísticas ditas de "praça pública", em razão da imitação servil, ou, como era alardeado, da "cópia sem coragem e sem talento".

    Por: Profª Bia Sendayl Literatural 10/02/2012 lAcessos: 434
    Profª Bia Senday

    "Desistindo de montar um enredo em função de pessoas, Aluísio atinou com a fórmula que se ajustava ao seu talento: ateve-se à seqüência de descrições muito precisas, onde cenas coletivas e tipos psicologicamente primários fazem, no conjunto, do cortiço a personagem mais convincente do nosso romance naturalista." (Cf. Prof. Alfredo Bosi).

    Por: Profª Bia Sendayl Literatural 10/02/2012 lAcessos: 207
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