Formação e trabalho alienado

23/07/2012 • Por • 199 Acessos

Introdução

A educação segue a privilégio da uma minoria, regada por inúmeros fatores que embaçam a lente dos sonhos dos populares, usa-se o termo educação para todos, em contra ponto que todos são esses a serem referidos, se não a própria burguesia.

Ainda arrastamos os pés como escravos acorrentados pelos maus tratos dados com o conhecimento, uma educação jesuítica baseada em condicionar suas vitimas "educandos" a responder apenas o que se quer ouvir ou aquilo que se faz necessário para assegurar o seu lugar de servo.

" A referência máxima da alienação operária se encontra nos limites da subsunção real. Nela se realiza a alienação pela expropriação do trabalhador, dos seus instrumentos de trabalho do processo produtivo e do produto. ela efetiva a apropriação pelo capital do saber operário e de seu controle. Ainda que a subsunção real nunca se realize plenitude, por causa da resistência da força de trabalho, ela significa uma revolução em termos capitalistas, em relação a subsunção formal própria as formas artesanais de produção. Aqui é o trabalhador que detém o saber e seus instrumentos de trabalho, mesmo quando está submetido ao capital pelo assalariamento. (MINAYO, 2004)

Conta-se com a escola para está a serviço de orientar o ser neste meio de formação que se alicerça na medida proposta pelo capital, a idealização do trabalho perfeito se desmistifica muito cedo, quando o ser humano sente a hierarquia de suas necessidades ecoando ao ronco da fome e do impulso primitivo de sobrevivência.

"Há vasto campo de estudos a ser desenvolvido sobre os condicionantes ideológicos que constituem a longo história do adestramento social, baseado no dualismo da divisão do trabalho."(MINAYO,2004)

As fronteiras que demarcam a educação no Brasil se sistematizam como um JOGRAL, fragmentado, dicotomizado e sem sentido, porém que ao se somarem dão voz aos que precisam ser orientados por inteiro. Um Estado se constrói a partir de atender os anseios reais de seu povo, quem faz o Estado é aquele que o sustenta, ou seja, seu próprio povo.

Para se avalizar (educação e o trabalho alienado) é necessário garantir professores educadores, que interajam ativamente na educação como um todo, contudo devemos entender que ninguém pode diretamente obrigar alguém a querer uma educação, mas o meio em que o estado exige o entendimento sobre tal, pois o mercado de trabalho determina.

Será que há um professor (A) ideal?

Sabe-se que a utopia criada a margem do contexto geral, dos desafios cotidianos que geram condições para os mais palpáveis dentre os devaneios burocráticos que afugentam a construção de um individuo por completo, está em grande parte motivacional de ambos que compõem o cenário escolar professor aluno, um não sobrevive sem o outro, mas assim como não diz ter o professor dos sonhos , não existe o alunado dos sonhos? logo, é preferível valorizar o trabalho de profissionais que fazem o possível nas circunstancias que enfrentam, com os recursos que dispõe, defendendo fronteiras educativas que se preocupam na formação integral. As expectativas feitas por professores enciclopédicos sobre seus alunos e as melhores condições de trabalho acabam com a realidade exposta no fazer pedagógico de sala de aula.

A quem a educação está a serviço?

             A educação não tem que servir a valores de mercado e sim aos da sociedade, conviver com a dura opção dos alunos que competem todos os dias com o sistema capitalista e seu implacável desempenho em seduzir ao trabalho alienado é a luta a ser travada. Perder um aluno para o trafico, o latrocínio e para a prostituição é enterrar com o desejo de igualdade produtiva e de tudo que compõe os brios do educador, mas as frustações devem ser deixadas de lado para se criar pilastras para solidificar possibilidades de mudanças, sejam elas nas estruturas legislativas ou judiciárias desde que saiam do faz de conta e assumam um papel que funcione. A hora é de apoiar é quem quer ensinar! Os critérios vão desde compreender os processos até ver quando e como superar essas dificuldades, porém sabe-se que com a revolução industrial e a urbanização aumentou-se o número de acesso a escola, contudo a valorização do professor não acompanhou e que cujo seu status social pelo contrário, só declinou.

É fácil apontar culpados, maus professores originam maus alunos, maus alunos criam maus professores, o que precisa ser entendido é que não importa a intenção por mais sutil que ela seja de ensinar, diante deste contexto não é relevante. o que me incomoda é de perceber tão pouca ou quase nem uma vergonha de afirmar que o aluno não aprendeu e por isso não sabe nada, por tanto sua voz deve se sempre passiva ao professor, ao patrão e vice e versa.

Valorizar os saberes já adquiridos é uma iniciativa a ser considerada para possibilitar novos aprendizados, onde um aprende com o outro, afim de que não venham a estereotipar os educandos em fortes e fracos e por consequência não venha a comprometer os ditos com dificuldades de aprendizado. Pois quem deve saber tudo na escola?

A construção do mosaico de saberes

A escola tem sido um recorte de culturas, onde um julga o que é certo ou errado, onde um garante que sua cultura se sobrepõe ao do outro, o que seria uma culminância termina em etnocentrismo. O professor se veste da armadura de seus conhecimentos como quem veste uma verdade absoluta, rígida e imbatível aos ataques de quem os confrontam enquanto deveria ser o oposto, o mediador o conciliador... Essas disputas de competências e inteligências só desgastam mais o que deveria estar em primeiro plano o amor, digo isso porque educar é um ato de amor ao próximo. A queda de braços não medirá quem tem ou não razão, entretanto as forças produtivas do trabalho associado a um ensino desatrelado com o mundo real só indica a direção acrítica seja nas escolas ou no trabalho fabricando apenas "mas um tijolo no muro".

"Na história do capitalismo encontramos outros espaços onde se dá o conflito pelo saber: nos processos de trabalho, por exemplo, e nas lutas pela organização científica do trabalho. adam Smith já previa, no final do século XVIII, que os processos de trabalho tornariam o operário tão ignorante e  tão estúpido quanto é possível a uma criatura humana." (Miguel Arroyo, 2004).

O que de fato é mais interessante para os senhores do poder. Em muitos momentos acredito que a educação na contra mão serve os interesses de quem a patrocina e assim auxilia na condução de um caminho que se distancia da escola como segunda família e em alguns casos a primeira mesmo, fazendo com que os alunos contemplem a escola como um mero espaço de repetição de saberes do modo agônico. Logo as margens do universo escolar passam a ser mais atraente. Os estudos consistem em apenas o necessário para passar de ano, o mínimo possível, e quando se tornam adultos já esqueceram o que disseram ter aprendido, faltando sempre um pedaço que se perdeu com o tempo.

A indigência leva a seres em fase inicial de formação a serem inseridos nos mercados de trabalho, mesmo sendo aquele sem as garantias trabalhistas, pois aos olhos sociais o lugar de criança é na escola, porém é o seu trabalho informal que o sustenta e que pouco tempo se tem para uma reflexão sobre sua vida diária e enquanto isso a escola passa para um plano inferior, não basta ir ao âmbito escolar e não se sentir parte dela.

A escola do favor ou  do contra

Do que se vale o acesso a escola se lá não dão as condições plenas para o desenvolvimento por completo, de corpo inteiro. O jeito é tomar as rédeas da situação, ser deixado as beiradas do sistema, desigual, cruel e soberano.

Em pouco tempo entendemos porque brincar deixou de ser importante para as crianças e notamos que a amarelinha, o pig-esconde, são lembranças de um passado não vivencial. Como alguns autores relatam que as crianças que a vida, obrigou a trabalhar se tornam um adulto em miniatura.

"A burguesia esclarecida não mostrou nos últimos séculos ter medo da escolarização do povo, nem entusiasmo. Não é na escola que ela situa sua estratégia pelo controle da educação de seus trabalhadores. Não planeja nem a exclusão e nem a entrada do povo na escola. não planeja uma escola capitalista ou reprodutora quando se coloca a difícil empreitada de produzir-formar o trabalhador de que se precisa."(Miguel Arroyo,2004)

                O que nos resta a fazer é sentar e esperar? Creio que não, temos que retomar as discursões e as reflexões que venha sanas o astigmatismo que controla a educação dos trabalhadores como meros operadores míopes da necessidade de mundo.

O aprumado do trabalhador não se extenua no educandário, defende-lo a educação é uma sugestão mais extrema, do que defender uma escola para todos.

"[...] entre nós a negação da escola ao povo faz parte não apenas de uma negação dos instrumentos básicos transmitidos pela escola, mas a negação do direito a classe trabalhadora a educação e a formação da cultura e da identidade enquanto classe".(Miguel Arroyo,2004).

A educação que oferece oportunidade tem sido configurada nos cursos profissionalizantes, o que se torna muito minimalista, a escola não é um mérito para um trabalho é um direito, por tanto deve ser oferecida com um possível caminho para o sucesso profissional, autonomia que os tornem diferenciados no mercado, mas não pode ser responsabilizada por anos de contradições. Desde que promova o diálogo com a realidade amplo e em constante movimento.

"a escola industrial não deve ser um compromisso entre a escola superior e a primária, mas um lugar onde se ensine as crianças a arte de ser produtivo. Se os alunos são postos a fazer coisa sem utilidades, a fazê-las para depois desfaze-las, não podem sentir interesse pelo ensino e durante o curso fica improdutivo, a escola, a não ser por caridade, não conseguem assegurar a subsistência do aluno." (Ford, 1964).

O ensino é interligado com tudo a  volta do educador e do educando, uma educação que se constroem pela utilidade passa a fazer sentido, sendo assim possibilitando um entendimento maior sobre os conteúdos ministrados, gerando a capacidade de autocritica e propostas de superações de problemas ocasionais.

 "ao pensar nos sujeitos individuais e coletivos configurados na atual sociedade de classe e, mais precisamente, nos trabalhadores coletivos produzidos nos diversos processos de trabalho, podemos concluir que a única via para ultrapassar as diversas manifestações de alienação será a transformação radical da sociedade." ( MINAYO, 2004)

          Em virtude de uma configuração social a escola necessita elaborar um projeto pedagógico-curricular voltado para atingir um conjunto  heterogêneo, que estabeleçam as indigências de uma sociedade desigual e que trata da formação como algo apenas relevante ao mundo do trabalho, logo, o sujeito a sofrer esta ação concebe uma dicotomização neste processo formativo.

"com a disseminação das práticas de gestão participativa, foi-se consolidando o projeto pedagógico deveria ser pensado, discutido e formulado coletivamente, também como forma de construção da autonomia da escola, por meio da qual toda a equipe é envolvida nos processos de tomada de decisões sobre os aspectos  da organização escolar e pedagógica-curriculares."(LIBÂNEO, 2010).

       Dentro deste contexto a educação se estrutura sobre o trabalho do professor/educador, que assume o papel importante na transformação da escola que também é uma extensão da sociedade e por tanto os possíveis espaços a serem ocupados por esses futuros trabalhadores em instauração. Pois o projeto pedagógico é a formalização das reais intensões objetivadas e ambicionadas. No entanto o profissional da educação tende ser um visionário neste processo formativo, mas que cultive os apegos que comungam a sociedade.

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"[...]Se essa formação implica valores, convicções e práticas educativas muito concretas, orientadas para certa direção, é desejável que a escola tenha certos padrões comuns de conduta, certa unidade de pensamento e de ações. Surge, então a necessidade de explicitação de objetivos e práticas comuns. Por isso, o projeto pedagógico-curricular é a expressão dos interesses do grupo de especialistas e professores."(LIBÂNEO, 2010)

       É preciso avaliar o contexto aos quais os professores estão sendo constituídos para perceber o meio em que a escola e todo o seu alunado tem sentido os efeitos da tal. O projeto pedagógico tem a função de direcionar a escola à atender os interesses que comungam a comunidade escolar.

"Ambas as ações políticas- implementação da lei e metas para a década-, entre tantas outras praticadas no decorrer de onze anos incompletos, foram intencionalmente desenvolvidas pelo pseudodemocrático Estrado mínimo brasileiro, a fim de cumprir a letra da lei e, sobretudo, alcançar a qualidade necessária a educação básica e a educação superior no campo da formação de professores."(BRZEZINSKI, 2010).

            A grande inquietude se pauta na obrigação de qualificar, sendo assim o estado se exime das outras responsabilidades, o comprometimento com a qualidade é um exemplo, pois o que era para ser feito foi cumprido e descontentemente o professor mais cedo ou mais tarde se corrompe ao sistema e convence a seus alunos a ceder aos apelos do mundo do trabalho, deste modo todos saem perdendo, os agentes diretos e indiretos que promovem a alienação e suas vitimas assalariadas.

"referindo-se especialmente a uma característica do PDE/2007, o ministro Fernando Haddad exclamou nunca ter havido no Brasil um plano que estabelecesse metas de qualidade" (ARANHA, 2007)

                A necessidade de repensar o ensino tem acontecido em um ritmo vagaroso, mas acontecido. O autor Feldman tem levantado questões neste aspecto, investigaré importante porém temos que atentar para ações emergenciais, que venham socorrer os apelos das classes menos favorecidas e que de alguma forma possam ter mais a oferecer do que o trabalho dito braçal.

" A educação tem sido um objeto de atenção preferencial nas ultimas decadas.Esta atenção geralmente, motivada pelo desejo de melhorar a cobertura escolar e logo, crescentemente, por melhorar a eficiencia de seus serviços educativos. E a medida em que se instala esse desejo de fazer das escolas melhores centros de aprendizagem- um desejo motivador durante os anos sesenta por competencias estrategicas entre os bloqueis politicos e economicos existentes então se renovam os desejos transformadores que agitaram a  pedagogia desde o principio do seculo vinte."(Feldman, 1999)

            Diante da comoção no contexto geral a escola precisa está organizada politicamente afim de favorecer uma pedagogia além do que tem apresentado nas ultimas décadas, para não centralizar saberes como apenas mercadorias que fomentem a educação exclusivamente para alguns e esqueça os demais , fugindo de conceitos de ensinar com compromisso as pessoas sem distinção.

 "Atualmente os organismos nacionais de gestão educativa de nosso pais tem tratado de promover uma politica baseada em transmitir conteúdos. Mas essas politicas empurram o problema para as mesmas polaridades. Repetindo o movimento de pendulo que significa  volta a pedagogia "vertido"- sem alterar sua trajetoria .O eixo é uma preocupação pedagógica que é muito secundária com relação ao papel que julga a "transformação educativa" em marcha  como politica publica  de redefinição do rol do Estado e da configuração dos postos de trabajo" (Feldman, 1999)

Considerações finais

            O referente estudo buscou compreender a formação equivocada pelo mundo do trabalho e dialogar criticamente diante das politicas educativas dentro de um modelo de igualdade que se nega pelo capital a alteração do mesmo.

            Os autores utilizados constatam que o trabalho vem alienando as massas em virtude de uma sociedade que oportuniza uma formação fragmentada que atende os interesses de mercado, logo, entende-se que um currículo mal elaborado só tem a fortalecer concepções errôneas.

            O conhecimento formalizado pelo universo escolar tem gerado atropelos na constituição do homem, que vem procurar a educação apenas como agente facilitador para inserir-se no contexto de seus afazeres.

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Perfil do Autor

Alinne do Rosário Brito

Alinne do Rosário Brito Licenciada plena em educação física pela universidade federal do Pará, mestranda do curso de educação pela universidad del salvador na Argentina