Leitura De Livros Paradidáticos

Publicado em: 16/08/2009 |Comentário: 2 | Acessos: 12,155 |

O Livro Paradidático

Os conhecimentos que o educando vai desenvolver ao longo de sua caminhada educacional estão estreitamente relacionados ao livro paradidático que a escola trabalha ao longo do período, com seus alunos.

Por mais diversificadas que sejam as concepções e as práticas de ensino e aprendizagem, possibilitar ao aluno a apropriação do conhecimento implica escolher uma abordagem metodológica, ser coerente em relação a ela e, ao mesmo tempo, contribuir satisfatoriamente para a consecução dos objetivos, quer da educação geral, quer da disciplina e do nível de ensino em questão.

Por outro lado, as estratégias propostas devem mobilizar e desenvolver várias competências cognitivas básicas, como a compreensão, a memorização, a análise, a sintaxe, a formulação de hipóteses e o planejamento. Portanto, o livro paradidático não poderá, em detrimento das demais, privilegiar uma única dessas competências, sob pena de induzir a um domínio efêmero dos conteúdos escolares e comprometer o desenvolvimento cognitivo do educando.

Segundo Rangel,

Como instrumento e reflexo dessa situação particular, o livro paradidático precisa atender a essa dupla exigência; de um lado, os procedimentos, as informações e os conceitos propostos nos manuais escolares devem ser corretos do ponto de vista das áreas do conhecimento a que se vinculam. De outro lado, além de corretos, tais procedimentos, informações e conceitos devem ser apropriados à situação didático-pedagógica a que servem. Em decorrência disso, necessitam atender ao consenso dos diferentes especialistas e agentes educacionais quanto aos conteúdos mínimos a serem contemplados e ás estratégias legítimas para a apropriação desses conteúdos. Na medida em que os currículos são a expressão mais acabada desse consenso, é imprescindível que os livros paradidáticos considerem as recomendações comuns às diferentes propostas curriculares estaduais e municipais em vigor. (2000, p.08)

Considera-se fundamental que o livro paradidático venha acompanhado de orientações ao professor que explicitem os pressupostos teóricos, de bibliografia e de sugestões de leituras que contribuam para sua formação e atualização. É importante que oriente o docente para a articulação dos conteúdos do livro entre si e com outras áreas do conhecimento, trazendo, ainda, proposta e discussão sobre a avaliação da aprendizagem. É desejável, também, que apresente sugestões de atividades e de leituras para os alunos.

O livro paradidático é um recurso indispensável dentro do espaço escolar, pois o professor pode utilizá-lo como suporte para planejar suas aulas, elaborar atividades, selecionar questões, ampliar seus conhecimentos, elaborar avaliações. Para o aluno o mesmo torna-se indispensável, pois é através dele que o mesmo interage com a história, desenvolve pesquisas, e conhece civilizações, povos e culturas que existiram há centenas de anos.

A educação escolar caracteriza-se pela mediação didático pedagógica que se estabelece entre conhecimentos práticos e teóricos. Por isso mesmo, seus procedimentos e conteúdos devem adequar-se tanto á situação especifica da instituição escolar e do desenvolvimento do educando quanto aos diferentes saberes a que se recorre.  (RANGEL, 2000 p.08)

O livro paradidático é peça fundamental para o cumprimento do currículo escolar, pois com o livro o aluno lê e resolve as atividades no próprio livro sem perca de tempo, sem o livro paradidático o professor tem que tirar uma aula para copiar o conto, a fábula, a história, outra para copiar a atividade de leitura e observação dos fatos e outra para copiar o conteúdo como foco, personagens, lição de vida ou moral da história, todas essas ações poderiam ser realizadas em uma única aula se o professor tivesse o livro paradidático como recurso facilitador da aprendizagem e da leitura.

Quando não há o livro na sala de aula o professor acaba por perder muito tempo copiando conteúdos e atividades, e assim acaba por não conseguir cumprir com a proposta curricular. Portanto, não se pode perder de vista que o objetivo último da educação escolar é “preparar o educando para o exercício da cidadania” e “qualificá-lo para o trabalho”.  E isto só se torna possível quando a escola dispõe de bons livros paradidáticos de apoio facilitando assim o processo de ensino e aprendizagem.

A importância do livro paradidático para o desenvolvimento da leitura

Ler é essencial. Através da leitura, testa-se os próprios valores e experiências com as dos outros. No final da leitura de cada livro, fica-se enriquecido com novas  experiências, novas idéias, novas pessoas. Eventualmente, fica-se conhecendo melhor o mundo, e um pouco mais de si mesmo.

O livro pode ser entendido como um documento escrito e assinado pela mão da humanidade, que registra a vitória do saber sobre a calamidade da ignorância. Ele é o documento do passado, do presente e uma visão profética do futuro, que ajuda a pessoa a entender o mundo, a vida e a si mesmo. (MENEGOLLA, 1991, p. 100).

Ler é estimulante. Tal como as pessoas, os livros podem ser intrigantes, melancólicos, assustadores, e por vezes, complicados. Os livros transportam as pessoas para outros tempos, outros lugares, outras culturas. Os livros possibilitam que se vivencie em situações e dilemas que nunca poderia imaginar encontrar. Os livros ajudam a sonhar e pensar.

Nada desenvolve mais a capacidade verbal que a leitura de livros. Na escola aprende-se gramática e vocabulário. Contudo, essa aprendizagem nada é comparada com que se pode absorver de forma natural e sem custo através da leitura regular de livros.

Alguns livros são simplesmente melhores que outros. Alguns autores vêem com mais profundidade o interior de personagens estranhas, e descrevem o que eles vêem e sentem de uma forma mais real e efetiva. As suas obras podem exigir mais dos leitores: consciência das coisas implicadas em vez de meramente descritas, sensibilidade às nuances da linguagem, paciência com situações ambíguas e personagens complicadas, vontade de pensar mais profundamente sobre determinados assuntos. Mas o esforço vale a pena, pois esses autores podem proporcionar aventuras que permanecem na memória para toda a vida.

É essencial perseverar. A maioria da boa escrita é multi-facetada e complexa. É precisamente essa diversidade e complexidade que faz da literatura uma atividade recompensatória e estimulante.

Muitas vezes um livro tem que ser lido mais de uma vez e com abordagens diferentes. Estas abordagens podem incluir: uma primeira leitura superficial e relaxada para ficar com as principais idéias e narrativas; uma leitura mais lenta e detalhada, focando as nuances dos textos, concentrando-nos no que nos parece ser as passagens chave; e ler o texto de forma aleatória, andando para trás e para frente através do texto para examinar características particulares tais como temas, narrativa, e caracterização dos personagens.

Segundo Ferreiro:

A necessidade de ler, de se informar, de estar atento aos grandes e pequenos temas, de abandonar a passividade e opinar sobre tudo que nos cerca. A leitura nos dá a segurança na construção da linguagem clara dizendo o que queremos dizer. A informação nos garante um nível satisfatório de argumentos. (FERREIRO, 2004, p.27)

Todo leitor tem a sua abordagem individual, mas o melhor método, sem dúvida, de extrair o máximo de um livro e lê-lo várias vezes.

A leitura é importante em todos os níveis educacionais. Portanto, deve ser iniciada no período de alfabetização e continuar nos diferentes graus de ensino. Ela constitui-se numa forma de interação das pessoas de qualquer área do conhecimento.

A leitura é uma atividade essencial a qualquer área do conhecimento. Está intimamente ligada ao sucesso do ser que aprende. Permite ao homem situar-se com os outros. Possibilita a aquisição de diferentes pontos de vista e alargamento de experiências. É também um recurso para combater a massificação executada principalmente pela televisão. Para o educando, o livro é ainda um importante veículo para a criação, transmissão e transformação da cultura.

Através do hábito da leitura, o homem pode tomar consciência das suas necessidades, promovendo a sua transformação e a do mundo.

O livro pode ser considerado como precioso recurso de ensino. No entanto, não é tão popular como o giz, o quadro negro, o lápis e o caderno. É grande o número de livros aditados, com inúmeros títulos diferentes que poderiam, se bem utilizados, concorrer para a melhoria da qualidade do ensino, Campos (1987, p. 38) enfatiza que:

O professor tem a liberdade de escolher as obras didáticas para seus alunos em função do conhecimento que tem dos livros, da escola e dos alunos. Pode ainda usar de materiais impressos para o ensino de sua disciplina: dicionários, revistas, jornais e outros e, até mesmo, elaborar seus próprios textos, incentivando assim as muitas formas de ler.

É necessário que se lembre que a educação do ser humano envolve sempre dois fatores, como nomeia Ferreiro (1985); formação e informação. Por isso, os conhecimentos transmitidos às novas gerações devem ser trabalhados com os valores e costumes para que ocorra a sobrevivência e evolução da cultura. Os textos podem ser utilizados na realização de objetivos educacionais tanto para formar como para informar.

A aprendizagem da leitura sempre se apresenta intencionalmente como algo mágico, senão enquanto ato, enquanto processo da descoberta de um universo desconhecido e maravilhoso. Freire (1985 p.43) diz: “ninguém educa ninguém, como tampouco ninguém educa a si mesmo; os homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo”. Refletindo melhor, se poderia dizer: ninguém ensina ninguém a ler. O aprendizado é em última instância, se desenvolva na convivência, cada vez mais com os outros e com o mundo, naturalmente!

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Esta pesquisa teve por finalidade levar o educador a refletir sobre as práticas de leitura desenvolvidas com o apoio do livro paradidático em sala de aula, mostrando tipos de leitura e a importância de se desenvolver a mesma no espaço escolar, pois é através da leitura que o educando interage com os outros e desenvolve, assim, a suas habilidades cognitivas.

Essa interação proporciona o conhecimento da própria realidade social, cognoscitiva e tecnológica como um todo, pois uma triste realidade que podemos observar na escola, é que a maioria dos educadores utiliza o livro didático como único elemento chave da sua prática pedagógica. Sendo assim torna-se para o educando o ensino um processo doloroso. Onde o verdadeiro papel do nosso sistema educacional deveria ser o de acordar o homem para ter vez e voz, de concordar ou discordar, de falar e de calar, de defender seus direitos, quando isto for necessário. Proporcionar uma educação para a inclusão cognoscitiva, ensinando a estender a mão para salvar o homem e não para esmagá-lo. Educar não é oprimir. É libertar. É contestar.

De tudo o que se pode observar, um grande e importante objetivo para o ensino é a formação de um leitor maduro. A maioria dos autores consultados falam em leitor crítico. Tanto a primeira expressão quanto a segunda expressam o grau de aprendizagem do educando e a sua formação para um leitor consciente não depende somente de sua trajetória escolar.

Quanto se delimitou o tema, o que se quis estipular foi que, a superação das dificuldades, e mais especificamente com relação à leitura, não é tarefa de um uma única instituição social, mas de toda a Nação como um todo, através da definição de um projeto político, econômico e social que vise a melhoria das condições de vida da população e seu acesso aos bens socialmente produzidos, incluindo  o conhecimento elaborado.

É preciso que todos os profissionais envolvidos na educação tenham a consciência de que é fundamental que o poder público estabeleça uma política educacional clara, com objetivos bem definidos, que garanta atendimento escolar de boa qualidade a toda à população e, ao mesmo tempo, respeite as diversidades sócio-culturais.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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MACEDO, Lino.  Ensaios construtivistas.  São Paulo: Brasiliense, 1992

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___________ Criticidade e leitura: ensaios. Campinas, São Paulo: Mercado de letras, 1981 (Coleção Leituras do Brasil).

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ZILBERMAN, Regina. Leitura: perspectivas interdisciplinares. São Paulo: Ática (Série Fundamentos)1988.

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    leitura livro paradidatico aprendizagem

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    Ler é essencial. Através da leitura, testa-se os próprios valores e experiências com as dos outros. No final da leitura de cada livro, fica-se enriquecido com novas experiências, novas idéias, novas pessoas. Eventualmente, fica-se conhecendo melhor o mundo, e um pouco mais de si mesmo.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educaçãol 16/08/2009 lAcessos: 15,866 lComentário: 4
    Vilma, Magna , Samara

    Resumo O cenário educacional brasileiro sempre foi um caso a se refletir em especial se o que esta na teoria tão presente em nossas universidades também se encontra na prática. O objetivo do presente trabalho é refletir sobre o processo de alfabetização enfocando os aspectos da oralidade, da leitura e da escrita, baseando-se em uma observação realizada em uma escola da rede pública da cidade de Fortaleza. Buscamos apresentar concepções teóricas articulando-as com o trabalho realizado pela educadora de uma turma do 1º ano, refletindo sobre a importância e o papel que a família e a sociedade desempenham no processo de construção e desenvolvimento de uma aprendizagem significativa para a vida e para a sociedade.

    Por: Vilma, Magna , Samaral Educação> Línguasl 04/10/2009 lAcessos: 12,173 lComentário: 3

    A atual política educacional brasileira orienta em superar o preconceito, a discriminação e o racismo que ainda imperam nas instituições de ensino. Dessa forma, as Leis 10.639/03 e 11.645/08 que incluem o ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Indígena propõem que se acabe com os estigmas que negros e indígenas ainda sofrem. Dessa forma, se pretende, através desse artigo, refletir sobre as imagens dos negros contidos nos livros didáticos e paradidáticos.

    Por: JOANA PESSOA CARVALHOl Educação> Educação Infantill 28/05/2013 lAcessos: 238
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    Dissertou-se sobre algumas concepções pedagógicas da alfabetização, por acreditar que embora exista uma grande quantidade de professores, ainda falta uma demanda de alfabetizadores reais, que conheçam os princípios da alfabetização, os medos e conflitos que rodeiam os alfabetizandos, e assim, como, de forma clara e objetiva, sanar este problema. A escrita é outro dilema, pois embora acessível a todos, há um tabu entre o educando a escrita e a leitura.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Educação Infantill 28/12/2012 lAcessos: 174
    Rubens

    Este artigo aborda concepções sobre a prática da leitura que devem ser realizadas na sala de aula e nas bibliotecas escolares.

    Por: Rubensl Educaçãol 28/03/2009 lAcessos: 6,605 lComentário: 1
    Jussilene de J. S. de Souza

    Utilizar os gêneros como suporte nas salas de aulas é explorar a diversidade textual e visual, o professor aproxima os alunos das situações originais de produções de textos como: os jornalísticos, os científicos, os literários e entre outros que estão nos grandes textos escolares nos quais os livros didáticos deram espaço para gêneros como as letras de músicas, rótulo de produtos e muitos outros, dando ênfase positiva em nosso dia-a-dia sobre a língua em seus mais diversos usos autêntico.

    Por: Jussilene de J. S. de Souzal Educação> Línguasl 15/06/2010 lAcessos: 2,055 lComentário: 1
    Nathália Alves de Oliveira

    A pesquisa monográfica tem como objetivo definir qual a importância da contação de histórias para a educação infantil através do estudo bibliográfico de teóricos sobre a literatura infantil. O estudo revela ainda a importância do professor ao inserir a literatura no seu planejamento para o processo de construção de competências, criatividade e criticidade, revelando histórias que despertam a imaginação, trabalham a concentração, ensinam princípios, o conceito entre o bem e o mal ...

    Por: Nathália Alves de Oliveiral Educação> Educação Infantill 08/02/2012 lAcessos: 5,063
    SANDRA VAZ DE LIMA

    Os materiais impressos podem e devem mediar a aprendizagem, pois permitem envolver os alunos em situações concretas de estudo, cuja realização implica a aprendizagem de procedimentos, valores e atitudes característicos do ofício de estudante.

    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 07/04/2011 lAcessos: 1,618
    ADILSON MOTTA

    Frente às dificuldades dos alunos em fazer leitura e interpretação de textos e, ainda, a necessidade de formarmos alunos leitores que sejam capazes de compreender, interpretar o que leem e conheçam melhor a escrita e oralmente a língua falada no país em que vivem. Para tanto, pensamos neste projeto que será aplicado no dia a dia em sala de aula, incentivando os alunos a lerem e produzirem textos, se apropriando desta forma, da forma correta da língua padrão, que rege a linguagem formal.

    Por: ADILSON MOTTAl Educaçãol 29/03/2013 lAcessos: 23

    O estudo realizado teve como foco principal compreender os avanços no processo de construção do conhecimento dos alunos de uma turma de 3º ano, através dos jogos matemáticos, priorizando, desse modo, a ludicidade no ensino. A pesquisa foi desenvolvida durante o estágio realizado pela acadêmica e pesquisadora junto a uma turma de 3º ano.

    Por: Luziane Da Silva Costal Educaçãol 15/12/2014
    Idalina Gonçalves Fernandes

    A educação em nosso país necessita ser trabalhada, observando outros princípios como a virtualidade, considerando que as relações com os alunos, o ensino aprendizagem se dissociam cada vez mais da presença física, cujos limites de espaço e tempo servem como subterfúgio, como antiquados rituais, velhas metodologias de ensino, contraproducentes, frente às atuais exigências de autonomia, flexibilidade e criatividade com as quais os alunos são bombardeados.

    Por: Idalina Gonçalves Fernandesl Educaçãol 06/12/2014

    RESUMO A Educação de Jovens e Adultos tem uma especificidade própria, uma vez que os jovens e adultos já têm um repertório de conhecimentos e vivências que exige do professor um tipo de relação pedagógica diferenciada da que é trabalhada com crianças na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. Além disso, a sociedade contemporânea tem exigido uma maior capacitação das pessoas para o mercado de trabalho, que a cada dia que passa se torna mais concorrido, tornando a vida mais difícil.

    Por: Giseli Matosl Educaçãol 05/12/2014 lAcessos: 15

    Este artigo de pesquisa analisa o problema gerada pela inserção da disciplina Ensino Religioso na educação pública no Brasil . Demonstra algumas concepções de especialistas sobre a disciplina, seus problemas sócio-pedagógicos e como ela pode ser trabalhada por meio dos temas transversais da educação como valores morais e éticos dentro de uma sociedade igualitária.

    Por: Sortineide Navarro Segural Educaçãol 05/12/2014

    Atualmente o uso dos celulares é um dos temas discutidos por muitos educadores, pois o mesmo atrapalha o andamento das aulas, visto que atrapalha não só quem atende, mas todos os que estão ao seu redor. Há escolas que comprovam o índice do rendimento escolar como negativo , sendo assim chegaram a um bom senso de que o aparelho atrapalha.

    Por: millena bastos mattosl Educaçãol 04/12/2014

    Considerando a importância do espaço escolar na formação do ser humano , onde cada um fazendo a sua parte podemos construir um mundo melhor e o processo ensino aprendizagem se completa quando passamos a conviver coletivamente na busca de um mesmo objetivo. A necessidade de preservação onde todos envolvidos na Unidade Escolar podem contribuir havendo uma interação social.

    Por: millena bastos mattosl Educaçãol 04/12/2014

    A Biblioteca escolar é um local apropriado para facilitar a prática da leitura de forma que a escolha seja livre ou orientada, é o espaço que pode favorecer a aquisição de conhecimento , diversão, há uma variedade de livros, revistas, de diversos assuntos ou temas, onde os estudantes ou até mesmo pessoas da comunidade escolar tem a liberdade de escolher qualquer livro para ler , é o ambiente que pode desenvolver no estudante o gosto pela leitura,

    Por: millena bastos mattosl Educaçãol 04/12/2014

    Respeitar para ser respeitado, ter amor próprio e para com o próximo, sentir a responsabilidade e o comprometimento da vida despertando o espírito humanitário, sensibilizar para necessidade de escolher uma religião a seguir. A família e a escola necessitam estar juntas neste processo de restabelecimento da questão do cultivo dos principais valores sociais, mas se não estiver , cabe ainda a escola despertar a necessidade de promover projetos voltados para este aspecto.

    Por: millena bastos mattosl Educaçãol 04/12/2014 lAcessos: 21

    Geralmente visto como uma arte menor, os quadrinhos não costumam receber a mesma atenção de linguagens como a literatura, a fotografia, o cinema e o vídeo, por exemplo. O trabalho busca um olhar sobre este tipo especifico de produção imagética. As ferramentas teóricas utilizadas na construção desse olhar vêm da Semiótica e dos Estudos Culturais.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educaçãol 16/08/2009 lAcessos: 7,558 lComentário: 2

    As Histórias em Quadrinhos originalmente surgidos na Inglaterra, na década de 1950, e trazendo na bagagem forte influência do estruturalismo francês, o interresse dos Estudos Culturais voltou-se primeiramente para os problemas da sociedade e da linguagem. Na década de 1980, com o surgimento do conceito de pós-moderno, ultrapassam as fronteiras da Grã-Bretanha, chamando a atenção de estudiosos de outros paises, sobretudo dos Estados Unidos da América.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educaçãol 16/08/2009 lAcessos: 7,427

    O presente artigo tem como objetivo: levar-nos a refletir sobre a importância dos jogos, para o Ensino da Educação Física no Ensino Fundamental. A escolha de trabalhar este tema nasceu da necessidade de investigar a importância do jogo dentro do processo de ensino e aprendizagem da Educação Física. Como objetivos específicos; Observar o valor Pedagógico do Jogo; Lançar um olhar Reflexivo sobre os jogos e a Educação Física. Analisar o Paradigma Quebra-cabeça e Educação Física. Com o tema e os obj

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educação> Ensino Superiorl 16/08/2009 lAcessos: 10,829 lComentário: 2

    É através da brincadeira que o ser humano interage com os outros e com o seu meio. Essa interação proporciona o conhecimento da própria realidade. Considerando o anteriormente exposto, pode se concluir que a brincadeira contém as tendências do desenvolvimento intelectual de descobertas e relações.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educação> Ensino Superiorl 16/08/2009 lAcessos: 11,186

    Ler é essencial. Através da leitura, testa-se os próprios valores e experiências com as dos outros. No final da leitura de cada livro, fica-se enriquecido com novas experiências, novas idéias, novas pessoas. Eventualmente, fica-se conhecendo melhor o mundo, e um pouco mais de si mesmo.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educaçãol 16/08/2009 lAcessos: 15,866 lComentário: 4

    O objetivo primordial deste texto é lançar um olhar reflexivo sobre a importância da ação pedagógica do professor que atua nas salas de aceleração da aprendizagem. Onde iremos refletir um pouco sobre o abismo que separa as aulas planejadas sem significado para a vida do educando e a importância dos paradigmas: ação docente, conteúdo e realidade. O texto abaixo foi desenvolvido a partir das experiências educacionais de pesquisadores em salas de Aceleração da Aprendizagem.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educação> Ensino Superiorl 03/10/2008 lAcessos: 29,543

    Neste relato de experiência exitosa lançou-se um olhar reflexivo sobre a avaliação da aprendizagem como parte do processo ensino aprendizagem que tem por fim, garantir a qualidade, verificar a fidelidade da execução dos pressupostos pedagógicos e dos objetivos que determinam a proposta metodológica, verificar o conhecimento que está sendo produzido e assimilado pelo aluno, na sua intensidade e na maneira que isso ocorre. Diante dessas observações que transitam em torna de avaliação educacional.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educação> Ensino Superiorl 03/10/2008 lAcessos: 1,388

    RESUMO Neste artigo lançou-se um olhar reflexivo sobre O Papel da Avaliação da Aprendizagem Aplicada na Região da CREDE 07, nas escolas que compõem os municípios de Canindé, Caridade, Paramiti, Itatira e Santa Quitéria. A presente pesquisa surgiu da necessidade de refletirmos sobre a importância da avaliação no processo de ensino-aprendizagem, onde avaliar seja um ato desenvolvido de forma processual, contínuo e diário.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educação> Ensino Superiorl 03/10/2008 lAcessos: 93,439 lComentário: 3

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    eduarda 20/08/2011
    APRENDER É UMA COISA DA VIDA
    PRECISAMOS ESTUDAR PARA TER UM FUTURO
    EU QUERO TER UM FUTURO
    E VCS TAMBEM QUER
    0
    isaérica 30/08/2009
    esse livro é muito gigante eu nem li
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