O 7 De Setembro Que A Escola Esqueceu
14h30, dia 4 de Setembro de 1969: A mulher do comandante Souto Maior(da marinha) bem que havia percebido que o movimento dos carros na rua era estranho. Ligou para a polícia. A polícia apareceu para conferir a coisa, consultou as placas e constatou que os carros não eram roubados e foi embora. Os carros eram roubados sim. Mas graças a uma técnica chamada Marta-Rocha, os sequestradores se deram bem. Marta-Rocha era uma técnica que consistia em apagar parte dos números das placas usando uma borracha. Ao contrário da gurizada que transforma os 3 dos boletins em 8, os sequestradores transformavam 8 em 3.
Charles Elbrick atrasou mas o sequestro saiu. José Sebastião Rios de Moura levantou o jornal quando o carro com o embaixador entrou na Rua São Clemente. João Lopes Salgado e Vera Sílvia Araújo de Magalhães entraram no Fusca vermelho e seguiram o Cadillac. Antes, Vera sílvia ainda havia seduzido o chefe de segurança da casa do embaixador e obtido as informações sobre o veículo e o trajeto. Mais à frente, um Fusca azul tranca o Cadillac antes dele entrar na Rua Capistano de Abreu. Na direção estava Cid de Queiroz Benjamim e, no banco de trás, Franklin de Souza Martins. Paulo de Tarso Venceslau e Cláudio Torres da Silva atacaram pela esquerda. Manoel Cyrillo de Oliveira Netto e Virgílio Gomes da Silva(comandante militar da operação) atacaram pela direita.
Algum tempo depois. O jovem jornalista do Jornal do Brasil, Fernando Nagle Gabeira, usando o nome de guerra de Honório Mateus, desce correndo as escadas para abrir rapidamente a garagem. Gabeira vê um homem sair da Kombi embrulhado num saco. Ele se encosta na parede e diz: “Meu Deus, sequestramos o embaixador dos Estados Unidos”.
O que o governo brasileiro diria ao governo americano agora? Bem, eles teriam que fazer o que os sequestradores pediam. Se algo acontecesse com o embaixador as consequências pouco seriam mínimas. Os sequestradores deixaram um bilhete junto com o motorista do embaixador, pedindo a libertação dos 15 prisioneiros políticos e que o bilhete fosse lido pelos principais órgãos da mídia do país. Foi o que o governo fez, sem pensar duas vezes.
A Dissidência Comunista da Guanabara e a ALN(Ação Libertadora Nacional) foram os responsáveis pela ação memorável. Mas no bilhete constava que a união era do MR-8 e ALN. MR-8 foi uma provocação aos militares e uma homenagem ao Movimento Revolucionário, já que eles haviam acabado com o MR-8 original. Os militares soltaram os presos mas exigiram que os sequestradores fossem mandados para o México. Porém, Franklin Martins foi pra Cuba, João Sebastião, João Lopes e Sérgio Rubens foram para o Chile. Joaquim e Virgílio foram torturados e mortos.
Dia 7 de Setembro, as 18h30, o embaixador foi solto.
(Artigonal SC #1209648)
A Doxa e o juizo de gosto; do impulso ao output: a razão corrosiva no discurso da estesia e o rigor da prática teórica.
Uma pequena reflexão sobre a brevidade da vida
A TV Globo está errando demais, na tela. Agora, no site sobre artigos, está re-publique. Quem disse que tem hífen?
Escrito em 2008, em conjunto com o professor João Batista Araújo e Oliveira, mostra como é injustificável a celebração do Governo para os resultados da Prova Brasil e IDEB. Foi publicado no Blog do Noblat e do professor Simon Schwartzman
Histórico da Escokla de Ensino Fundamental e Médio Mosenhor Vicente Bezerra
Como bons patriotas, é importante compreendermos corretamente a letra do hino de nosso país. O amor genuíno a nosso próprio país ajuda-nos em nossa autoestima.
Saber o que é educação, de quem é a obrigação de educar, o que pensam os autores, o que fazer para melhorar a educação? São perguntas que todos fazem, mas as respostas nem sempre modificam o quadro atual.
Na contemporaneidade, as questões referentes a inclusão têm ocupado um lugar de destaque, principalmente no cenário educacional. Assim, pode-se pensar nas articulações da modernidade, que ao traçar a identidade do sujeito pedagógico como estável buscam a demarcação da diferença, de modo que esta possa ser capturada e pensada em relação a certos padrões de normalidade. Busca-se discutir o delineamento dos processos de inclusão e exclusão ao posicionarem a diferença no espaço da diversidade.
Enquanto ficam lá gritando que o povo precisa selecionar bem os candidatos em que vão votar, ninguém pensa onde toda essa alienação interpretativa começou. E onde mais teria começado se não na escola? Isso mesmo professores mordidos, na minha opinião foi na escola. Não consigo imaginar outro lugar para ser culpado pela incapacidade de opinião diversificada.
Pode ter sido uma coisa certa ou pode ter sido errada... mas a certeza que temos é de que foi uma acontecimentos dos mais importantes da história do Brasil.
Por incrível que pareça, ainda querem protestar contra a grande e inteligentíssima atitude do STF.
O Planeta não está morrendo, ainda falta tempo para isso.
Depois são trocam vendedores por robôs e não sabem por quê.
Uma coisa pode ser outra coisa e outra coisa coisa pode ser uma coisa... só vai ficar errado.

