O ATO DE ENSINAR E AS RELAÇÕES QUE PERMEIAM A EDUCAÇÃO

Publicado em: 29/11/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 1,277 |

O ATO DE ENSINAR E AS RELAÇÕES QUE PERMEIAM A EDUCAÇÃO

 

LOPES, E. J.; MILARÉ, E.; MIQUELOTTO, D.H.; SANTOS, J.O. dos; SILVA, C.F. da.

 

Graduandos do curso de Filosofia da PUC Campinas

 

E-mail: edumilare@hotmail.com

Orientadora: SALVUCCI, M.

 

 

RESUMO

 

Este artigo tem como objetivo destacar o direito que todos têm à educação, uma vez que a mesma dá condições para que todos tenham oportunidades iguais em nossa sociedade. A análise do artigo tem como fundamentação a teoria histórico-cultural, investigando a maneira como os professores transmitem conhecimento e os alunos assimilam o que foi transmitido, mostrando assim que o ato de ensinar é uma mediação, na qual professor e aluno são sujeitos do processo de aprendizagem.

 

PALAVRAS-CHAVES: Educação, aprendizagem, teoria histórico-cultural, professor, aluno.

 

 

ABSTRACT

This article aims to highlight the right of everyone to education, since it gives conditions for everyone to have equal opportunities in our society. The analysis of the reasons the article is historical-cultural theory, investigating how teachers transmit knowledge and students assimilate what has been transmitted, thus showing that the act of teaching is mediation, in which teacher and student are subjects of the process learning.

KEYWORDS: Education, learning, historical-cultural theory, teacher, student.

 

INTRODUÇÃO

 

Este artigo nos permitiu, estudantes de filosofia, perceber que é na escola que a nossa razão de ser cidadão ganha sentidos, portanto não é apenas um direito [a educação], mas também necessária para a formação do homem político (aquele que faz parte da sociedade com seus direitos e deveres). Visando a formação humana e cidadã, a escola busca ensinar o aluno através de sua história e da sua realidade, todas as ciências, para que, consiga superar obstáculos da sociedade atual.

Constatamos ainda que haja alguns problemas que podem ser trabalhados para transformar o processo de aprendizagem. A metodologia usada ainda segue os moldes tradicionais de ensino, na qual os alunos tornam-se ouvintes e reprodutores e os professores possuem o conhecimento e estão habituados a trabalhar desta maneira, não procurando construir um processo diferenciado de acordo com a realidade local.

Atualmente, o método tradicional de ensino, não responde aos anseios e necessidades da educação. Faz-se urgente e necessário pensar em novas estratégias de ensino, levando em consideração o conhecimento dos alunos: criando novos instrumentos pedagógicos que incentivem a participação do aluno e auxiliem na construção do conhecimento criando uma reflexão sobre o senso comum.

O ato de ensinar e aprender exige mudanças estruturais que envolvem todos os agentes que interagem entre si no processo da educação: aluno, professor, instituição e sociedade.

 

ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

 

A educação deve ser vista como um dos instrumentos que a sociedade possui para promover a equiparação das oportunidades e a justiça social, que devem permear as relações entre as pessoas.

A sociedade atual só poderá ser contextualizada, se colocada na perspectiva da globalização, ou seja, uma sociedade caracterizada pelo avanço tecnológico e neoliberal. Assim, temos que levar em conta os fatores sociais em que vivemos, pois a escola não está isolada do mundo, mas pelo contrário, está totalmente inserida e responsável pela formação de seus futuros cidadãos, ou para outros, a futura mão de obra qualificada.

No neoliberalismo, todos os países são obrigados a competirem economicamente no mercado mundial. E esta competição globalizada acarreta grandes problemas sociais, como desemprego e a exclusão social.

Para superar estes problemas, a educação escolar é vista como principal meio de solução. Sendo reconhecida mundialmente como de suma importância para o desenvolvimento do mercado capitalista. A reação do Brasil a estes fatores são comentadas no texto a seguir:

 

O Brasil tem experimentado, desde o início da década de 90, amplo processo de ajustes do sistema educativo. Todavia, esse reconhecimento e esse empreendimento, especialmente no governo de Fernando Henrique Cardoso, deram-se de acordo com uma lógica econômica, cujo projeto educativo tem por objetivo último adequar a educação escolar às novas demandas e exigências do mercado. Nesse sentido, a educação assume a perspectiva de mercadoria ou serviço que se compra, e não de um direito universal, o que leva a tornar-se competitiva, fragmentada, dualizada e seletiva social e culturalmente. (LIBÂNEO, 2007, p. 117).

 

 

A escola no Brasil ingressa um novo perfil de ensino, correspondente às exigências do mercado. "Escola não é fábrica, mas formação humana. Ela não pode ignorar o contexto político econômico; no entanto não pode estar subordinada ao modelo econômico e a serviço dele" (LIBÂNEO, 2007, p. 117). Para os autores desta obra, a educação não pode ser serva do mercado, mas não pode ignorá-lo.

Após ter estudado alguns contextos da educação escolar e ter feito a observação de campo em uma instituição com ensino médio e técnico na cidade de Campinas – SP, podemos destacar os diferentes sistemas de ensino. Sendo que nas escolas particulares predomina uma formação para o mercado de trabalho, promovendo a competitividade, utilizando como estratégia de marketing a aprovação dos alunos nas universidades. Nas escolas públicas municipais, há uma formação voltada para a ética e cidadania; nas escolas públicas estaduais o ensino é voltado para o mercado de trabalho, mas não com a mesma ênfase das escolas particulares.

O papel da educação escolar na sociedade atual deve ser entendido como realização da cidadania, contra todo o tipo de desigualdade e exclusão social. "Ser agente de mudanças; trabalhar a tradição e os valores nacionais; e preparar cidadãos capazes de entender o mundo, sua realidade e de transformá-lo positivamente" (LIBÂNEO, 2007, p. 118).

Na realidade a educação é um direito social que infelizmente em nosso país não é dividido com todos.

Sempre ouvimos dizer que a educação é direito de todos, sendo ela gratuita e fundamental, e isso é afirmado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. Para Dermeval Saviani, é na escola que a nossa razão de ser cidadão ganha sentidos, portanto não é apenas um direito [a educação], mas também necessária para a formação do homem político.

A legislação brasileira garante ensino, a educação escolar, para todos os cidadãos, de qualquer etnia ou classe social. Mas, se o ensino é gratuito, qual é o sentido da existência das escolas privadas, sendo que, todos têm o direito à gratuidade? Não é o mesmo ensino? Estas indagações nos levam a reflexão sobre a educação que está sendo oferecida nas escolas públicas. Se a educação oferecida nas escolas particulares é de boa qualidade, por que não oferecer desta para todos? Mas, quem garante que o ensino privado é o melhor? Levando em consideração os argumentos elencados acima, o qual diz que a maioria das escolas privadas serve ao mercado capitalista, construindo um espírito competitivo e individualista.

"Educação é direito de todos!" Até quando a exclamação dará lugar à interrogação? Até conhecermos uma educação igualitária, e que esta seja descoberta rapidamente, antes que a sociedade mude, pois esta [educação] já será frustrante.

Como parte do curso de licenciatura em filosofia há a necessidade da realização de práticas de ensino que tem como proposta, inicialmente, possibilitar um maior contato e vivência do aluno do curso de filosofia, nós, futuros educadores, no ambiente da escola, espaço onde muitas transformações acontecem na prática.

Visa também o processo de observação e análise da prática pedagógica e da forma como as escolas e os educadores trabalham a questão do conhecimento, além de contribuir para o estudo de autores que discutem a educação através da concepção da construção do conhecimento, tendo como pressuposto uma abordagem mais profunda da aprendizagem, incentivando a criatividade, a participação, a vivência em comunidade, respeitando a história e a trajetória de vida das pessoas, auxiliando a pensar e repensar as idéias e propostas, gerando questionamentos que visem mudanças. A experiência vivida nesta prática de ensino, mostra que é necessário pensar a educação como uma alternativa para construção do conhecimento.

No período de observação em sala de aula percebemos a preocupação e o esforço dos educadores para com os alunos, os quais expõem o conteúdo programado e esperam um retorno da sala, normalmente através da repetição ou da reprodução do conteúdo apresentado, talvez como uma forma de confirmar a aceitação das informações fornecidas.

Com isto podemos destacar o que há muito vem sendo discutido, que o ato de ensinar não é mais a mera transmissão de conhecimento, por parte do professor, e memorização do conteúdo apresentado, por parte do aluno. A problematização agora está em torno do centro da aprendizagem: o aluno.

Acredita-se que o ato de ensinar tem que ser voltado para quem aprende e não para quem ensina. Assim, a aprendizagem em sala de aula deixa de ser uma construção bancária, ou seja, ela passa do sistema em que o professor deposita as informações no aluno para um novo método de ensino: a mediação, na qual o professor atua como mediador pedagógico entre a informação passada e a aprendizagem por parte dos alunos, levando-os a reflexão, à participação e ao relacionamento dos conteúdos com o contexto social dos alunos.

Através do método da mediação muda-se o perfil do professor, deixando de ser "dono do saber" e autoritário para ser o facilitador, incentivador e motivador da aprendizagem. Na atualidade o papel do professor é incentivar seus alunos ao debate, à exposição do que eles têm de conhecimento prévio do assunto abordado em sala de aula.

O ato de ministrar aulas tornou-se um trabalho a ser desenvolvido em equipe, sendo o professor e o aluno os protagonistas, fazendo da sala de aula um ambiente de troca de experiências.

Sendo assim, através dessa mediação, os alunos terão melhores condições na formação de seus conceitos, a partir do que foi dado.

A teoria histórico-cultural entende a relação entre o desenvolvimento humano e a aprendizagem diferentemente das outras concepções. O desenvolvimento e a aprendizagem estão relacionados desde o nascimento da criança. O desenvolvimento não é um processo previsível, universal ou linear, ao contrário, ele é construído no contexto, na interação com a aprendizagem. A aprendizagem promove o desenvolvimento atuando sobre a zona de desenvolvimento proximal, ou seja, transformando o desenvolvimento potencial em desenvolvimento real. Em outras palavras, ao fazer com que determinada função aconteça na interação, estamos possibilitando que ela seja apropriada com a ajuda de um adulto ou de outra criança mais experiente, realizando assim, uma determinada atividade, estamos antecipando o seu desenvolvimento através da mediação  (ZANELLA, 1992).

A sala de aula é composta por alunos em diferentes níveis de desenvolvimento, tanto real quanto potencial, devendo, em situações de interações significativas, possibilitarem que cada um seja agente de aprendizagem do outro. Se, em um momento, o aluno aprende, em outro, ele ensina, pois o desenvolvimento não é linear; é dinâmico e sofre modificações qualitativas. O professor é o principal mediador, devendo estar atento, de modo a que todos se apropriem do conhecimento e, conseqüentemente, alcancem as funções superiores da consciência, pois é a aprendizagem que vai determinar o desenvolvimento. O papel do professor mediador é, no ambiente escolar, o de  atuar na zona de desenvolvimento proximal dos alunos  com o objetivo de desenvolver as funções psicológicas superiores. Esta atuação se concretiza através de intervenções intencionais que explicitarão os sistemas conceituais e permitirão aos alunos a aquisição de conhecimentos sistematizados (FONTANA, 1996).

Portanto, a escola deve ser um dos meios responsáveis para que o processo de aprendizagem seja efetivo e que ela contribua para o surgimento de novas idéias, novos conhecimentos sobre uma determinada realidade de estudo ou de inserção, na qual ocorram discussões e reflexões sobre os assuntos estudados e que os alunos obtenham respostas às suas indagações e criem diferentes formas de ver as coisas e os fatos.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

A escola, em seu papel social, deve levar a autonomia à seus alunos, preparando-os para a cidadania. Deve-se levar em conta o contexto no qual o aluno está inserido e não apenas os conteúdos acadêmicos e o professor deve tornar-se um pesquisador, a fim de buscar uma melhoria do processo da prática educativa, desenvolvendo estratégias com criatividade.

Temos a convicção que o ato de ensinar e de aprender é revolucionário e é um processo que envolve a formação e a geração de conhecimento. O conhecimento não se adquire pela quantidade de informações que são passadas para as pessoas, mas ele se perpetua pelas etapas que transformarão essas informações, que se tornarão saber (adquirir conhecimentos, desenvolver habilidades, questionar-se, mudar comportamentos, descobrir o sentido das coisas e dos fatos e transformar-se constantemente como pessoa e agir na sociedade em que se está inserido).

O processo de aprendizagem é vivo e se renova a cada instante. Nenhuma experiência vivida ocorre da mesma forma e num mesmo momento, pois há vários fatores que determinam essa nova trajetória a ser traçada. Por isso é preciso que haja a mobilização, a sensibilização para o conhecimento. Assim, será possível ter uma escola que exerça as suas funções sociais e políticas, tendo profissionais comprometidos na formação de cidadãos críticos e conscientes, que construirão uma nova sociedade.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

 

FONTANA, Roseli Aparecida Cação. Mediação pedagógica na sala de aula. Campinas, Autores Associados, 1996.

 

LA TAILLE, Yes de. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. Yes de La Taille, Marta Kohl de Oliveira, Heloysa Dantas. São Paulo, Summus, 1992.

 

LIBÂNEO, J.C.; OLIVEIRA, J.F. de; TOSCHI, M.S.. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2007.

 

SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia. São Paulo: Autores Associados, 1983.

ZANELLA, Andréa Vieira. Zona de desenvolvimento proximal, análise teórica de um conceito em situações variadas. São Paulo. Dissertação de Mestrado PUC/SP, 1992.

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 2 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/o-ato-de-ensinar-e-as-relacoes-que-permeiam-a-educacao-3753773.html

    Palavras-chave do artigo:

    educacao

    ,

    aprendizagem

    ,

    teoria historico cultural

    Comentar sobre o artigo

    Artigo, que procura fazer uma reflexão sobre o emprego da pedagogia histórico-crítica, para o ensino de sociologia, e versa sobre a instrumentalizaçao e possíveis caminhos para o desenvolvimento de uma metodologia de ensino própria para a sociologia.

    Por: Cristiano Pinheiro Corrêal Educação> Ciêncial 25/05/2013 lAcessos: 111

    Este artigo fala sobre os fatores que influenciam as dificuldades de aprendizagem, buscando compreender a interferência do sistema escolar, familiar e socioeconômico nos problemas de aprendizagem. A importância de pesquisar tal assunto estar em aprofundar o conhecimento sobre as dificuldades de aprendizagem, assim como ampliar a visão a partir da literatura sobre o tema, proporcionando entendimento das representações e compreensão sobre os problemas de aprendizagem.

    Por: Daniel Soaresl Psicologia&Auto-Ajuda> Auto-Ajudal 26/08/2014 lAcessos: 42

    O presente artigo faz uma abordagem considerando o contexto da importância do processo ensino aprendizagem tendo em vista o desenvolvimento infantil com o objetivo da aquisição do conhecimento.

    Por: Edlene Maria da Silval Educação> Educação Infantill 09/11/2011 lAcessos: 5,646
    Paulo marcos Ferreira Andrade

    O ser humano enquanto sujeito de direitos, está em constante formação. Essa formação se dá através da interação do homem com o meio social, independente "status quo" do sujeito, sua procedência, sua identidade.

    Por: Paulo marcos Ferreira Andradel Educaçãol 30/09/2011 lAcessos: 795
    SANDRA VAZ DE LIMA

    O artigo a seguir trata sobre a importância da motivação no processo de aprendizagem, uma vez que este processo é desencadeado a partir da motivação, que se dá no interior do sujeito, estando intimamente ligado às relações de troca que o mesmo estabelece com o meio, principalmente, seus professores e colegas. Nas situações escolares, o interesse é indispensável para que o aluno tenha motivos de ação no sentido de apropriar-se do conhecimento.

    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 25/02/2008 lAcessos: 638,917 lComentário: 43
    IRACI DE ANDRADE MELLO AMORIM

    O presente trabalho é resultado de uma pesquisa qualitativa e bibliográfica, com o objetivo de observar a prática do processo de avaliação nas classes de educação de jovens e adultos da Escola Estadual José de Alencar, bem como propor a elaboração de uma proposta alternativa de avaliação. O estudo permitiu concluir que é possível compreender a relevância da avaliação no cotidiano da sala de aula, na prática educativa. A avaliação em seu processo tem funções instrutivas, diagnóstica e continua.

    Por: IRACI DE ANDRADE MELLO AMORIMl Educaçãol 20/07/2014 lAcessos: 33
    ANGELA DA SILVA SOARES

    Este artigo tem como objetivo discutir as relações entre o brincar, a criança e a aprendizagem. Tendo como pressuposto a teoria sócio-interacionista, desenvolvida por Vigotsky e seus colaboradores Leontiev e Elkonin, esta teoria concebe a construção do conhecimento como um processo histórico-social, viabilizado pelas interações sociais, nas quais as crianças se apropriam da cultura, da forma dos homens de ser e agir no mundo.

    Por: ANGELA DA SILVA SOARESl Educação> Educação Infantill 31/03/2011 lAcessos: 6,387
    Regivaldo Cláudio de Freitas

    O objetivo central do trabalho é promover uma discussão estabelecendo paralelos entre a forma como a Matemática é tradicionalmente trabalhada (como forma de exclusão) e a Matemática Libertadora a serviço da transformação social. E, discutir a importância da integração da tecnologia ao currículo. Os principais autores utilizados foram Vygotsky e Ubiratan D' Ambrósio. A metodologia utilizada baseia-se no paradigma hermenêutico cuja pesquisa é de natureza qualitativa.

    Por: Regivaldo Cláudio de Freitasl Educação> Ensino Superiorl 29/01/2012 lAcessos: 906

    O presente estudo propõem uma reflexão sobre as limitações e possibilidades do ensino de Geografia na Educação Infantil. São objetivos da pesquisa através de leituras, caracterizar as etapas da criança segundo teorias do desenvolvimento de Vygotsky e Piaget; especificar os conceitos importantes para auxiliar obter noções espaciais; analisar a importância da orientação espacial e temporal; pesquisar estratégias para trabalhar o ensino de Geografia na Educação Infantil.

    Por: maristela brum peroniol Educação> Educação Infantill 28/03/2011 lAcessos: 9,413 lComentário: 1

    O presente artigo é um estudo bibliográfico que tem como objetivo principal abordar conceitos educacionais e metodologias desenvolvidas em sala de aula usando o lúdico como alternativa de metodologia. O trabalho justifica-se pela necessidade de se entender e adequar a aprendizagem às atuais demandas da educação é necessário conhecer alguns caminhos já percorridos pelo ensino e que se levam a uma redefinição dos objetivos, conteúdo e metodológicos.

    Por: Graciele de Miranda Oliveiral Educaçãol 21/10/2014
    Alinne do Rosário Brito

    O artigo busca pesquisar e relatar o que é o Programa Mesa Brasil SESC e dialogar com as ações do Governo do Estado do Amapá para que a segurança alimentar seja implementada atendendo as leis nacionais e as respectivas atuações das politicas públicas que o regem quanto a tentativa de diminuição da miséria na cidade de Macapá.

    Por: Alinne do Rosário Britol Educaçãol 21/10/2014 lAcessos: 12
    Tania R. Steinke

    Promover a valorização da formação continuada dos docentes e coordenadores pedagógicos que atuam no Ensino Médio das escolas públicas.

    Por: Tania R. Steinkel Educaçãol 19/10/2014

    Este artigo analisa de forma breve a teoria das Representações sociais, realizada por alguns estudiosos que contribuíram para a o avanço das representações sociais, bem como, os teóricos que tinham como base as investigações de como as pessoas transformam os conhecimentos científicos em conhecimento de senso comum na década de 60, e também a forma como adota a perspectiva comunicativa "genética" na apreensão do conhecimento veiculado a dinâmica do cotidiano.

    Por: Elizabeth Almeida dos Santosl Educaçãol 14/10/2014
    Erineia nascimento da Silva

    Resumo O aumentou consideravelmente do número de alunos especiais matriculados no ensino regular foi de aproximadamente 70% em 2014, em relação aos anos anteriores. Essa chegada dos alunos nas instituições públicas de ensinos promoveu serias mudanças de paradigmas em todos os profissionais da educação, mas seguiu junto um profissional fundamental na implementação desse novo olhar sobre a educação especial e principalmente sobre a inclusão.

    Por: Erineia nascimento da Silval Educaçãol 10/10/2014

    O SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) ajuda a milhões de brasileiros todos os anos através de seus Cursos Gratuitos oferecendo modalidades presenciais ou EAD (Ensino a Distância) para realização dos mesmos. Conheça alguns cursos grátis para 2015

    Por: sitesjoaoepaulol Educaçãol 09/10/2014

    A avaliação na Escola Ciclada já vem redefinida, ou seja, já está incorporada com novas idéias e nas aspirações, sua perspectiva está muito além de atribuir uma nota por simples burocracia institucional ou por simplesmente conferir o que foi "aprendido" ou não.

    Por: Delimar da S. F. Magalhãesl Educaçãol 02/10/2014

    A MATEMÁTICA E A MÚSICA POSSUEM LAÇOS MUITO FORTES DESDE A ANTIGUIDADE E O INTERESSANTE É QUE TEM MUITOS ALUNOS QUE GOSTAM DE MÚSICA E DIZEM QUE NÃO GOSTAM DE MATEMÁTICA. ENTÃO, SENDO ASSIM, É BEM INTERESSANTE MOSTRÁ-LOS A ELES ESTA FORTE RELAÇÃO.

    Por: Josimara L. Furtado dos Santosl Educaçãol 02/10/2014 lAcessos: 11
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast