Orientação Escolar: A Questão Da Indisciplina

Publicado em: 31/03/2009 | Acessos: 26,557 |

 

Introdução

Desde os primórdios históricos da organização escolar, constatamos a marcante presença de um autoritarismo por parte dos docentes, seja explícito ou implícito, e deste ponto dinamizou-se as preocupações, incertezas e dúvidas da ação professor/aluno e o fator indisciplina.

            Analisado diversos olhares, para Rocha (1996, p.338), "indisciplina é a falta de disciplina, que significa regime de ordem, imposta ou livremente consentida, a ordem que convém ao funcionamento regular de uma organização". Enquanto o dicionário Aurélio aborda o termo como indisciplina é sinônimo de desobediência, desordem, rebelião.

            Dos aspectos teóricos, resgatamos alguns pareceres da comunidade escolar, sendo a indisciplina como algo que atormenta o desenvolvimento das aulas, é a falta de respeito e responsabilidade, é a transgressão das regras.

            Abordamos na sequência importantes aspectos acerca do desenvolvimento disciplinar em distintas vertentes consideráveis.

 

1.INDISCIPLINA : A QUESTÃO FAMILIAR E SOCIAL

 

   Um aspecto de grande relevância é a família, problemas de diversas ordens podem motivar a indisciplina escolar. Assim concluímos que o lar desestruturado em que os pais não se respeitam  pode fazer com que os alunos reproduzam essa falta de respeito na escola.

   Podemos dividir  as causas para a indisciplina escolar em três que são:

   - a desestruturação familiar;

   - falta de imposição de limites;

   - influências negativas da mídia e da sociedade.

   A desestruturação familiar decorre muito mais da falta de atenção, diálogo e afeto, do que da estruturação familiar considerada padrão: pai, mãe e filho. Na maioria das famílias muitas pessoas moram na mesma casa e sequer formam uma família, pois não tem diálogo,nem afeto entre elas.

   A falta de limites é gritante em nossa sociedade. As famílias estão deixando de proporcionar às crianças e aos adolescentes o desenvolvimento da cordialidade e boa convivência entre as pessoas. A família na  maioria das vezes não consegue dar atenção ,ser firme e ao mesmo tempo tolerante com os filhos , estabelecendo uma relação de respeito mútuo e cooperativo.E acaba por jogar a responsabilidade toda para a escola.

   Constatamos que nem a família, nem a escola sabe o que é estabelecer limites. De acordo com Pereira (2002,p.106),"[...] os limites são o respeito ao ser humano,o respeito a si mesmo e ao outro,traduzido como respeito mútuo, enquanto disciplina seria um conjunto de regras a serem obedecidas por todos."

    Referente à mídia identificamos uma influência negativa, principalmente entre os adolescentes no que referir a modismo, comportamentos inalteráveis e valores. A mídia acaba gerando graves conflitos sociais, através do individualismo e do consumismo que ela gera entre os adolescentes desencadeando comparação, descontentamento e revolta.

    Além disso, problemas psicológicos e sociais atingem diretamente o rendimento escolar, mais precisamente no fenômeno da indisciplina que cresce constantemente, produto de uma sociedade na qual os valores humanos tais como o respeito, o amor a compreensão, a fraternidade, a valorização da família e diversos outros foram ignorados .

 

2.INDISCIPLINA : ESCOLA E CONSTITUIÇÃO

 

    A escola tem como um de seus maiores obstáculos a conduta em formas de bagunças, falta de limites, maus comportamentos e desrespeito aos professores entre outros. Ultrapassando assim fronteiras culturais e econômicas. A ausência de cultura disciplinar preventiva nas escolas, bem como falta de preparo por parte dos professores para lidar com distúrbios em sala de aula, trás um contexto social onde a indisciplina se expressa.

    Muitas escolas não oferecem estrutura, ou seja, espaços adequados para a prática de esportes, para brincar e interagir nos intervalos. Assim o espaço fica limitado somente à sala de aula, essa falta de locais para "gastar" energia conduzirá a indisciplina em sala. As causas da indisciplina escolar pode ser dividida em dois grupos gerais:

    - Causas externas à escola => entre elas vemos a influência exercida pelos meios de comunicação, violência social e ambiente familiar.

    - Causas internas => incluem ambiente escolar, condições de ensino-aprendizagem, modos de relacionamento humano, o perfil dos alunos e a capacidade deles em adaptar-se aos esquemas da escola. Em muitos casos as formas de intervenção disciplinar que os professores usam acabam por reforçar a indisciplina.

    Devemos lembrar que as escolas em meados de 1960, conseguiam fazer com que seus alunos se comportassem, pois a disciplina era imposta de forma autoritária, com ameaças e castigos .O medo levava a obediência e a subordinação por parte dos alunos ,eles não podiam se posicionar,questionar e refletir ,sobre quaisquer que fosse o assunto.Atualmente vivemos um outro contexto ,onde influenciados por mudanças políticas ,sociais ,econômicas e culturais instituições escolares ,alunos e professores ,assumem um papel diferente na sociedade.Um aspecto importante nessa mudança é a escola estar mais aberta para a participação dos pais e da comunidade .

    As efervescências da sala de aula marcada pela diferença, instabilidade e precariedade, apontam para a inutilidade de um controle totalitário, do planejar racional, pois o que os alunos procuram é de alguma forma estar juntos e isso impede qualquer tipo de autoridade forçada. Dai quanto maior a repressão, maior será a força que os alunos usará para garantir sua vitalidade em grupo.

    A organização do ano escolar dos programas, das aulas, a estrutura do prédio e sua conservação não podem estar distantes da realidade dos alunos. A escola tem que ter significado para eles, pois o não envolvimento dos alunos com a escola pode se transformar em apatia e explodir em indisciplina e violência.

   " A indisciplina é como a mancha do azeite, alastra".(Sá Chaves)   

    O Estatuto da Criança e do Adolescente também tem sido apontado, de forma equivocada, como um dos fatores determinantes da indisciplina escolar, pelo fato de contemplar apenas os direitos e de não prever expressamente os deveres dos educandos, porem estamos nos esquecendo que se não respeitarmos os direitos dos educandos é evidente que esse não irá nos respeitar. Dentro dessa perspectiva, encontramos capítulos e artigos da Constituição Federal e da Leis de Diretrizes e Bases que é voltado para o pleno desenvolvimento da pessoa e para a prática da cidadania.

    Devemos fazer uma breve distinção do que vem a ser ato infracional e ato indisciplinar, pois embora todo ato infracional seja uma forma de manifestação da indisciplina ,nem todo ato de indisciplina constitui um ato infracional.

    O ato infracional está definido no artigo 103 do Estatuto da Criança e do Adolescente: "Art.103 considera-se ato infracional a conduta descrita como crime ou contravenção penal".

    Já a indisciplina pode ser entendida como um comportamento contrário a uma norma explícita no Projeto Político Pedagógico da escola, ou implícita em termos escolares e sociais. Que em sua maioria se manifesta em forma de cochicho, troca de bilhetes, discussões e na forma de agressões a colegas e professores.

    Dentre as medidas que são tomadas pelas escolas, estão a expulsão e a transferência dos alunos "problemáticos", medidas que geram muitas discussões. As escolas não podem simplesmente acabar com o problema, transferindo ou expulsando o aluno indisciplinado. O aluno que é expulso ou "convidado a se retirar" acaba se sentindo injustiçado, rejeitado e isso acaba por interferir em sua capacidade de aprendizagem tornando-os ainda mais indisciplinados.

    As escolas tem todo o direito e dever de impor limites e criar obrigações, porém, imposição de limites não significa medidas abusivas e acima de tudo, ilegais. Com o objetivo de conceder eficácia à educação, a constituição estabeleceu diversos princípios, dentre eles, o de igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.

    Diante do que foi exposto, percebemos que a expulsão e a transferência compulsória, como medidas disciplinares não encontram justificativa admissível pois tais medidas constituem flagrante, desrespeito à Constituição Federal e ao Estatuto da Criança e do Adolescente. Assim de que se efetive o direito de toda criança e do adolescente à educação, deve ser extirpadas de todo Projeto Político Pedagógico escolar essas medidas abusivas.

 

3. Indisciplina: o professor, o aluno e o convívio escolar.

 

            É freqüente a afirmação, por partes dos professores, que os alunos de hoje são indisciplinados, evocando um saudosismo de uma suposta educação de antigamente, que estabelecia parâmetros rígidos para o uso do corpo e da mente.

            A origem dos comportamentos ditos indisciplinares podem estar em diversos fatores: uns ligados a questões relacionadas ao professor, principalmente na sala de aula; outros centrados nas famílias dos alunos; outros verificados nos alunos; outros gerados no processo pedagógico escolar; e outros alheios ao contexto escolar.

            A indisciplina na escola pode ter relação com o fraco rendimento escolar dos alunos. O seu insucesso pode levá- los a investir pouco nas tarefas escolares e a desinteressarem- se pela escola, desencadeando, eventualmente, emoções negativas, traduzidas em comportamentos inadequados.

            Estes alunos são chamados de aluno-problema, é tomado em geral, como aquele que padece de certos supostos "distúrbios psico/pedagógicos"; distúrbios estes que podem ser de natureza cognitiva (os tais " distúrbios de aprendizagem") ou de natureza comportamental, e nessa última categoria enquadra-se um grande conjunto de ações que chamamos usualmente de "indisciplinadas". Esse tipo de entendimento da questão disciplinar, mais de cunho psicológico, merece pelo menos dois reparos: o primeiro, com relação à idéia de ausência absoluta de limites e do desrespeito às regras; o segundo, sobre a suposta permissividade dos pais.

            É tarefa de todos garantir uma escola de qualidade para todos, indisciplinados ou não, com recursos ou não, com pré requisitos ou não, com supostos problemas ou não. A inclusão passa a ser o dever de todo educador preocupado com o valor social de sua prática e, ao mesmo tempo, ciente de seus deveres profissionais.

            Quando desponta algum entrave de ordem disciplinar na sala de aula, uma das atitudes usuais por parte dos educadores é convocar as autoridades escolares, e estes, os pais para que "dêem um jeito no seu filho". Imaginemos se, a cada vez que o filho desses mesmos pais apresentasse um problema disciplinar em casa, eles convocassem o professor para que este também "desse um jeito no seu aluno". Muito estranho, não? Esse exemplo ficcional revela o quanto se costuma confundir e, às vezes, justapor os âmbitos de competências, os raios de ação das instituições escola e família. Portanto, precisamos admitir um consenso básico, muitas vezes esquecido no cotidiano escolar: o de que aluno não é filho, e professor não é pai.             A tarefa do professor, por sua vez, não é moralizar a criança. O objeto do trabalho escolar é fundamentalmente o conhecimento sistematizado, e seu objetivo, a recriação deste.

            Uma das posturas do professor na sala de aula, que é necessário que ele desenvolva e conquiste maior autonomia para lidar com a indisciplina na sala de aula. Isso não significa deixar o professor sozinho com a indisciplina, mas fomentar um trabalho em parceria, baseado em responsabilidades claramente definidas e no auxílio estratégico da orientação educacional em situações que requerem intervenção.

            Segundo Rosa Schneider, normas de convívio podem ser soluções para escolas. A idéia é tornar claro o que não pode ser feito e ter punições definidas para cada ato irregular, tudo com o comprometimento de todos. As normas são decididas em reuniões, ficam escritas e assinadas em ata. Mesmo os alunos pequenos devem participar. Ela diz, que as regras variam de caso para caso. Se o aluno não pode chegar tarde, isso também vale para o professor. Os próprios alunos querem limites. Professor que gritar ou humilhar aluno, também pode ser punido. Se o aluno fizer gesto obsceno, falar palavrão, igualmente terá punição. Nos últimos trinta anos os alunos ficaram soltos demais, e hoje eles precisam de limites. Quando deixarem o colégio, eles terão que ter emprego, onde será cobrada disciplina. E eles não vão estar prontos porque fizeram o que queriam. Podem até ter conhecimento, mas faltou saber conviver, saber obedecer regras.

            Embora seja difícil e complexo lidar com o problema da indisciplina, o professor não pode desistir e nem se acomodar. Não pode deixar que a educação silencie e limite os alunos e que impeça seu desenvolvimento criativo e participativo em sala de aula. Precisa- se de uma educação que valorize as organizações coletivas e que contribua para a construção da autonomia e para o desenvolvimento intelectual dos alunos, a fim de que se conquiste uma sociedade democrática.

 

4. Indisciplina face à Orientação Educacional

 

            Ao questionarmos o papel do serviço de orientação educacional face à indisciplina na realidade escolar, ainda vemos sua atuação sendo categorizada como secundária, considerando que muitas instituições designam à direção e supervisão o "cumprimento" da disciplina.

            Com uma visão errônea sobre a atuação do orientador, ainda hoje, figura-se apontamentos como sendo o SOE responsável por lidar e encaminhar os alunos problemas, deturpando assim sua importância social e no processo pedagógico.

            Contraditório às considerações anteriores, porém assertivo, é o conceito que se faz da atuação do orientador educacional relacionada aos casos de indisciplina, que imprime ao SOE um papel distinto, participativo e dinâmico, reconhecendo o trabalho desse profissional conjunto à esfera escolar.

            Primordialmente, o orientador educacional estabelece uma relação dialógica com a comunidade escolar, podendo então, desenvolver ações preventivas na tocante construção disciplinar.

            Observamos ainda que, o setor de orientação educacional analisa, planeja e propicia um ambiente harmonioso e seguro ao educando, fazendo-se primo o respeito às individualidades e diferenças, originando um ambiente escolar que encerre em si a construção da aprendizagem satisfatoriamente.

            Sendo que tal equívoco acerca do papel do orientador educacional se dá devido as suas atribuições históricas como disciplinador, ajustador e conselheiro, evidenciamos que mesmo em casos nos quais o orientador não tem seu papel delineado conforme a legislação que o rege atualmente, é pertinente a relação sujeito/escola/sociedade.

            Supra aos erros observáveis, a atuação do SOE nos casos de indisciplina designa segurança e continuidade do processo, visto a mediação família/escola e a função social do mesmo em formar cidadãos capazes de analisar, refletir e agir de maneira consciente.

 

5.A indisciplina globalmente abordada pela orientação educacional.

 

            Sem dúvida, o tema indisciplina é vasto e complexo de se argumentar. Vemos que nos últimos anos vem se discutindo e ressaltando muito a questão disciplinar nas escolas, professores que não se sentem a vontade com os alunos e a crescente falta de respeito dos mesmos, mas o fato que permeia a discussão é o questionamento de onde origina-se esse comportamento.

            Nessa pesquisa, não podemos desconsiderar a instituição família, que modificou-se juntamente com a imagem de "ser jovem", que antes, era uma vontade extrema de sair de casa, ter independência, adquirir seus bens, tendo como base uma hierarquia familiar, onde os pais mandavam, os filhos obedeciam, os professores mandavam, os alunos obedeciam; já hoje, o que observamos é uma grande mudança desses conceitos, os jovens se casaram e tiveram filhos sem condições suficientes para oferecer-lhes uma disciplina sadia, deteriorando assim os modelos de educação.

            A realidade é que as escolas atualmente enfrentam um grande problema com relação à indisciplina. Nesse contexto, encontramos um profissional que é o elo para a união das diferentes esferas de correspondência dos alunos – o Orientador Educacional.

            Essa é uma atuação de suma importância, visto que trabalhará em comunhão aos professores, à coordenação, à direção, aos alunos e aos próprios pais. Esses alunos com problemas relacionados à indisciplina e ao processo pedagógico, tem a presença do orientador  para estabelecer uma relação dialógica, pesquisando os fatores geradores desse processo indisciplinar, acompanhando e  orientando-os para uma nova prática que garanta um futuro saudável.

            A instituição escolar, muitas vezes, é um palco onde os alunos precisam ser vistos, onde trarão as suas frustrações, suas raivas, seus medos, desencadeando assim o fato indisciplina, segundo afirma a psicóloga Neide Apriele, e ainda, o aluno deve ter a permissão e a segurança de buscar o orientador educacional no seu cotidiano para aconselhá-lo, e não somente em casos extremos que for encaminhado para o serviço, como na maioria da instituições.

            O trabalho com a família também é essencial, pois nesses casos ela segue uma linha desordenada, desorientada, sem saber quais ações devem ser tomadas com esse filho, e o cenário do orientador educacional se faz, detectando no aluno seus anseios frustrados, suas necessidades, inseguranças, excessos de cuidado e carinho ou se é simplesmente um problema em corresponder-se com normas e regras.

            Então, ouvir o aluno, trabalhar dentro de todos os seus aspectos emocionais, cognitivos, estéticos, sociais e interpessoais, é o principal meio para o orientador agir junto ao aluno e à família para combaterem a indisciplina. Lidar com essa problemática não é fácil, e o orientador media as ações para satisfazer, mesmo que parcialmente, as situações problemas do nosso dia a dia escolar. rientando-os para uma nova prsses educandos pesquisando os fatores geradores desse processo indisciplinar,

Bibliografia

 

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PEREIRA,Gilson de A. Limites e afetividade:a representação do professor e sua prática pedagógica no cotidiano escolar. 2002. Dissertação (Mestrado em educação) – Faculdade de Educação, Pontifica Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

VASCONCELLOS, Celso dos S. Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto político pedagógico ao cotidiano da sala de aula. 2. ed. São Paulo: Libertad, 2002.

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/orientacao-escolar-a-questao-da-indisciplina-843652.html

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    indisciplina

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    orientacao educacional

    Comentar sobre o artigo

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