Os jogos no processo Educativo

Publicado em: 15/10/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 300 |

Pós-graduação afirmativo

Curso: Pós-graduação Lato Sensu

Em nível de Especialização

 

Autor: SIRLEIDE CARVALHO DA ROSA

Orientadora: Esp. JaquelineAlexandra Padilha Soares Leite.

 

CUIABÁ-MT

Maio/2009

 

SIRLEIDE CARVALHO DA ROSA

 

PROJETO DE PSICOPEDAGOGIA

OS JOGOS NO PROCESSO EDUCATIVO

 
 

                                                                                                   Projeto apresentado     à       Faculdade   Afirmativo no curso de Pós-graduação        

                                                                                                                       Psicopedagogia Clínica e Educacional,

                                                                                                                     com ênfase em Projeto de Conclusão de

                                                                                                                     Curso, sob a orientação da professora:

                                                                                                                     Esp. JaquelineAlexandra Padilha Soa-       

                                                                                                  res Leite.

CUIABÁ-MT

Maio/2009

 

"O jogo ensina qualquer coisa que complete o indivíduo em seu saber, seus conhecimentos e sua apreensão do mundo". Campagne (1989, p. 112)

                                                                                            Dedico este projeto de pesquisa a todas as pessoas que me ajudaram de certa forma direta e indiretamente na proposta em questão, como também a todas as pessoas que necessitam de orientações sobre o tema apresentado neste trabalho.

Agradeço primeiramente a Deus ser superior que me guia e me ilumina em todas as horas de dificuldades, aos meus pais, esposo, filhos e a professora Jaqueline que me orientou para a execução deste trabalho.


Resumo:

OS JOGOS NO PROCESSO EDUCATIVO

           Os estudos recentes têm mostrado que as atividades lúdicas são ferramentas indispensáveis no desenvolvimento infantil, porque para a criança não há atividade mais completa do que o brincar. A proposta da escola lúdica ainda é um desafio. Temos a certeza de que um dia será para o aluno um centro de convivência e de busca de conhecimento, um lugar onde ele pode viver os momentos mais felizes de sua vida. Pela brincadeira, ela é introduzida no meio social do adulto, constituindo-se no modo de assimilação e recriação da realidade. De acordo com Campagne (1989, p. 112): "O jogo ensina qualquer coisa que complete o indivíduo em seu saber, seus conhecimentos e sua apreensão do mundo".

.

PALAVRAS CHAVES: Jogos, brincando e aprendendo.


ABSTRACT

Los juegos en el proceso educativo.

           Los estudios recientes han demostrado que las actividades recreativas son herramientas indispensables en el desarrollo del niño, porque el niño no mayor actividad que el pleno juego. Propuesta juego de la escuela sigue siendo un desafío. Estamos seguros de que un día será un centro para la interacción de estudiantes y la búsqueda de conocimiento, un lugar donde puedan vivir felices momentos de su vida. Para el juego, es introducido en el entorno social de adultos, y es el modo de asimilación y recreación de la realidad. Según Campagne (de 1989, p. 112): "El juego enseña nada a la persona en completar sus conocimientos, sus conocimientos y comprensión del mundo."

                      LLAVES DE LAS PALAVRAS: Juegos, jugando y aprendiendo.

SUMÁRIO

1-         TEMA

1.1-   DELIMITAÇAO DO TEMA

                              2-      OBJETIVOS

                              2.1-   OBJETIVOS GERAIS

                              2.2 – OBJETIVOS ESPECIFICOS

                              3-     JUSTIFICATIVAS

                              4-    PROBLEMA

                          4.1.   HIPOTESES

                               5-     ABORDAGENS TEÓRICAS

                               6-     METODOLOGIA

                               7-     ANALISE DE DADOS

                               8-     CONSIDERAÇOES FINAIS

                               9-      CRONOGRAMA

1-Tema

O JOGO NO PROCESSO EDUCATIVO

                  1.1. Delimitação do Tema

Os estudos através do lúdico sempre esteve presente em todas as épocas, povos, contextos de inúmeros pesquisadores, formando hoje uma vasta rede de conhecimentos, não só no campo da educação como também da psicologia, sociologia, filosofia, fisiologia como nas demais áreas do conhecimento.

               2 OBJETIVOS:

            2.1 OBJETIVOS GERAIS:

           Abordar um conjunto de conteúdos com uma linguagem clara, acessíveis e acompanhados de atividades que em diversos momentos propiciam a participação ativa dos alunos.

          Desenvolver o raciocínio e a criatividade, estimular o trabalho em grupo, a troca de idéias, a pesquisa e a observação; também retomar os conteúdos estudados e procurar ampliar os conhecimentos do educando, alem de incentivá-lo e encorajá-lo a ser agente ativo do processo ensino-aprendizagem.

               2.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS:

           Vivenciar situações que se repetem, porém, aprender a lidar com símbolos e a pensar por analogia (jogos simbólicos):

           Desenvolver a criatividade, as habilidades, o pensamento lógico, a autoconfiança, a coragem;

           Desinibir;

          Controlar os impulsos;

          Despertar o espírito crítico;

          Aperfeiçoar a socialização.

           3-JUSTIFICATIVAS:

          Contribuir para a formação da personalidade dos alunos, à medida que os insere positivamente em um grupo de estudo ou de trabalho. Como também prender o significado das coisas que possam ser imaginados por eles. Ao criarem essas analogias, tornam-se produtoras de linguagens, criadoras de convenções, capacitando-se para serem submetidas a regras e dar explicações que favoreçam a sua integração num mundo social bastante complexo.

           Por meio deste trabalho procurei incentivar as exposição de idéias do aluno, partindo do conhecimento que ele já tem sobre o mundo e sobre alguns  fenômenos, para progredir na direção de um saber cientifico sistematizado, o qual devera subsidiar as tomadas de decisões com relação aos problemas que surgirem diariamente.


4. PROBLEMA

            O jogo é uma forma surpreendente de aprendizagem, além de promover a integração entre os alunos da classe. Eles são ferramentas que dão soluções aos problemas de aprendizagem das crianças.

4.1. Hipóteses

           A maioria dos adultos, incluindo os professores, faz uma grande distinção entre trabalho e jogo. Para essas pessoas trabalho significa uma tarefa sistemática de aprendizado, enquanto jogo é apenas um lazer; porém para as classes de pré-escola, é mais fácil admitir atividades de aprendizado na forma de jogo. O que quero é defender essa atividade nas salas de aula.

5. ABORDAGEMS TEÓRICAS: O JOGO NO PROCESSO EDUCATIVO HISTÓRIA DO JOGO

           Aconteceu que na Grécia antiga, o pensador Platão (427-3480), reconhecendo na historia a importância dos jogos no desenvolvimento da criança, naquele tempo o jogo era divulgado em caráter de competição, mas Platão dava um valor educativo moral, com mérito igual ao da cultura intelectual em colaboração na formação do caráter e da personalidade dos participantes.

Esses estudos através do lúdico sempre esteve presente em todas as épocas, povos, contextos de inúmeros pesquisadores, gerando nos dias de hoje extensa rede de conhecimentos, não só para o campo educacional como também da psicologia, sociologia, filosofia, fisiologia como nas demais áreas do conhecimento.

           Seus Principais objetivos vão além da explicação das relações das relações múltiplas do ser humano envolvendo um contexto histórico que, enfatizam a libertação das relações pessoais passivas. As pessoas, mais especificamente a criança, têm sido vista como um sujeito passivo e dependente por que sua fragilidade vem dispertando no adulto um momento de sentimento de proteção e cuidado; entretanto, estudos e pesquisas têm mostrado, em vasta escala, uma nova concepção de crianças. Essa nova concepção nos permite compreender seu desenvolvimento e as formas como elas constroem seus conhecimentos, entendendo-as como um sujeito que, desde criança já se encontra inserido num contexto social e que dele participa ativamente.

 Para Vygotsky, o brincar significa:

"É praticamente impossível que uma criança com menos de três anos envolver-se em uma situação imaginária, por que ao passar do concreto para o abstrato não há continuidade, mas uma descontinuidade, só brincando é que ela vai começar a perceber o objeto não da maneira que ele é, mas como desejaria que fosse à aprendizagem formal isso não é possível, mas no brinquedo isso acontece, por que é onde os objetos perdem a sua força determinadora"

           A criança não vê o objeto como ele é, mas lhe confere um novo significado. Por exemplo: quando a criança monta em uma vassoura e finge estar cavalgando um cavalo, ela está conferindo um novo significado ao objeto, esse significado precisa de Pivô que comporte um gesto que assemelhe a realidade, pois para Vygotsky, "o mais importante não é a simidade do objeto como coisa imaginado, mas o gesto".[1]

           Estas contribuições são importantes na medida em que nos fornecem subsídios para organizar atividades compatíveis com cada etapa evolutiva da criança e nos mostram o que ela é capaz de aprender e produzir em cada fase do seu desenvolvimento. 

           Os estudos recentes têm mostrado também que as atividades lúdicas são ferramentas indispensáveis no desenvolvimento infantil, porque para a criança não há atividade mais completa do que o brincar. È através de brincadeira, ela é introduzida no meio social do adulto, constituindo-se no modo de assimilação e recriação da realidade.

O brinquedo representa certas realidades. Uma boneca permite a criança varias formas de brincadeiras, desde a manipulação até a realização de brincar, como: "mamãe e filhinha". Na brincadeira com a boneca requer uma imaginação da criança, ela busca as representações do seu cotidiano, como imitar cenas que representam a sua família. Porem para certas tribos indígenas, conforme pesquisas etnográficas é símbolo de divindade, objeto de adoração. O brinquedo estimula a representação, a expressão de imagens que invocam aspecto da realidade. Ao contrario dos jogos como o xadrez e os jogos de construção exigem de modo claro o que está envolvido, na partida de xadrez, há regras externas que orientam as ações de cada jogador.

JOGO, BRINQUEDO E BRINCADEIRA.

 Tais ações dependem, também, da estratégia do adversário. Entretanto, nunca se tem a certeza do lance que será dado  em cada passo do jogo. Esse tipo de jogo serve para entreter amigos em momentos de lazer, situação na qual predomina o prazer, a vontade de cada um participar livremente da partida. Em disputa entre profissionais, dois parceiros não jogam pelo prazer ou pela vontade de fazê-lo, mas são obrigados por circunstancias como o trabalho ou a competição esportiva. Nesse caso, pode-se chamá-lo de jogo? 

O gato que rola uma bola tem comportamento semelhante ao de uma criança que brinca com a bola? Enquanto a criança tem consciência de seus atos, escolhe espontaneamente brincar, ou não, no caso do gato não seriam os instintos biológicos do animal os estimulantes da ação de rolar a bola? Pode-se afirmar que o jogo do animal é semelhante ao jogo infantil?

Um tabuleiro com piões é um brinquedo quando usado para fim de brincadeira. Teria o mesmo significado quando vira recurso do ensino, destinado a aprendizagem de números? É brinquedo ou material pedagógico? Da mesma forma um tabuleiro de xadrez feito de material nobre como cobre ou mármore, exposto como objeto de decoração, teria o significado de jogo?.

A variedade de fenômenos considerados como jogo mostra a complexidade da tarefa de defini-lo.

A dificuldade aumenta quando se percebe que um mesmo comportamento pode ser visto como jogo ou não-jogo. Se para um observador externo a ação da criança indígena que se diverte atirando com arco e flecha em pequenos animais é uma brincadeira, para a comunidade indígena nada mais é que uma forma de preparo para a arte da caça necessária a subsistência da tribo. Assim, atirar com arco e flecha, para uns, é jogo, para outros, é preparo profissional. Uma mesma conduta pode ser jogo ou não-jogo, em diferentes culturas, dependendo do significado a ela atribuído. (KISHIMOTO, 2003)

           

De acordo com o autor o conceito de jogo depende da estratégia aplicada e do objetivo a ser alcançando, exemplo: um jogo de xadrez pode ser para entreter os amigos, competição profissional, brincadeira ou processo educativo.

 O autor faz vários questionamentos reflexivos sobre o comportamento infantil com os instintos biológicos do animal, com os recursos pedagógicos que podem ser utilizados como objeto de brincadeira ou como material de ensino. No texto acima mostra a dificuldade para se compreender o jogo, uma vez que vários significados são atribuídos ao mesmo termo.

Os brinquedos e os jogos utilizados em sala de aula nem sempre foi aceito. De acordo com a visão que o adulto tem da criança e a instituição, o jogo torna-se marginalizado. Se a criança é vista como um ser que deve ser apenas disciplinada para aquisição de conhecimentos em instituições de ensino, não se aceita o jogo.

Compreende-se que a escola tem o objetivo de atingir e o aluno a tarefa de adquirir conhecimentos e habilidades e qualquer atividade realizada por ele visa sempre um resultado, é uma ação mediada para busca de finalidades pedagógicas.

A utilização de um jogo em sala de aula necessariamente se transforma em um meio para a realização daqueles objetivos. Portanto, o jogo é entendido como ação livre, tendo um fim em si mesmo, iniciado e mantido pelo aluno, pelo simples prazer de jogar, não encontraria lugar na escola. Tais ponderações que tem levantado discussões em torno da apropriação do jogo pela escola e, especialmente, o jogo educativo.

           As brincadeiras e os jogos são utilizados em sala de aula, coisa que nem sempre foram aceitas de acordo com a visão que o adulto tem de que a criança na instituição deve ser alfabetizada através de aulas tradicionais, que com jogos elas tornam-se marginalizados. Se a criança é vista como um ser que deve ser apenas disciplinada para aquisição de conhecimentos em instituições de ensino, não se aceita o jogo. Compreende-se que a escola tem o objetivo de atingir e o aluno a tarefa de adquirir conhecimentos e habilidades e qualquer atividade realizada por ele visando sempre um resultado, que é uma ação mediada com a finalidade de busca de conhecimentos novos. A utilização de um jogo em sala de aula é necessariamente a transformação de um meio para a realização de objetivos.            Portanto, o jogo é entendido como ação livre, tendo um fim em si mesmo, iniciado e mantido pelo aluno, pelo simples prazer de jogar, não encontraria lugar na escola. Tais ponderações que tem levantado discussões em torno da apropriação do jogo pela escola e, especialmente, o jogo educativo.

           Os jogos são entendidos como recursos do ensino, desenvolvem e educam de formas prazerosas, o uso de brincadeiras e jogos educativos são instrumentos relevantes para o ensino-aprendizagem. Em que as crianças encontram prazer na realização de suas atividades elas aprendem brincando de forma livres, elas necessitam queimar suas energias, correndo, pulando etc., precisam de muito espaço para permitir à ação intencional (afetividade), a construção de representações mentais (cognição), a manipulação de objetos e os desempenhos de ações sensos-motor (físicos) e as trocas nas interações (social), o jogo contempla várias formas de representação da criança, contribuindo para a aprendizagem e o desenvolvimento infantil.

           Baseando nos Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática, 1ª a 4ª séries:

"Por meio dos jogos as crianças não apenas vivenciam situações que se repetem, mas aprendem a lidar com símbolos e a pensar por analogia (jogos simbólicos): os significados das coisas passam a ser imaginados por elas. Ao criarem essas analogias, tornam-se produtoras de linguagens, criadoras de convenções, capacitando-se para se submeterem a regras e dar explicações. Além disso, passam a compreender e a utilizar convenções e regras que serão empregadas no processo ensino aprendizagem. Essa compreensão favorece sua integração num mundo social bastante complexo e proporciona as primeiras aproximações com futuras teorizações." Brasília, MEC/SEF, 1997.p.48-9.                                          

O SIGNIFICADO ATUAL DO JOGO NA EDUCAÇÃO.

As divergências em todo do jogo educativo estão relacionadas à presença simultânea de duas funções, segundo Kishimoto:

"Função Lúdica - O jogo propicia a diversão, o prazer e até o desprazer, quando o escolhido voluntariamente. Função Educativa – O jogo ensina qualquer coisa que complete o indivíduo em seu saber, seus conhecimentos e sua apreensão do mundo"

A junção entre as duas funções é o objetivo do jogo educativo. Entretanto, essa junção provoca duas situações: não há mais ensino, há apenas jogo, quando a função lúdica prevalece ou, o contrario, quando a função educativa elimina todo o prazer, resta apenas o ensino.

Se um professor escolhe um jogo de memória com estampa de frutas destinadas a auxiliar na diferenciação das mesmas, mas as crianças utilizam as cartas do jogo para fazer pequenas construções a função lúdica predomina e absorve o aspecto educativo definido pelo professor: diferenciar frutas, da mesma forma, certos jogos perdem rápido sua dimensão lúdica quando postos inadequadamente. O uso de quebra-cabeças e jogos de encaixes como modalidades de avaliação constrange e elimina a ação lúdica. Se perder sua função de propiciar prazer em proveito da aprendizagem, o brinquedo e torna instrumento de trabalho, ferramenta do educador. O ‘brinquedo' já não é brinquedo, é material pedagógico ou didático.

O brinquedo é entendido como recurso do ensino, desenvolve e educa de forma prazerosa, o uso das brincadeiras e jogos educativos são instrumentos relevantes para o ensino-aprendizagem. A criança tem prazer em atividades livres, ela precisa usar sua energia, correr, pular etc., precisando de muito espaço para permitir à ação intencional (afetividade), a construção de representações mentais (cognição), a manipulação de objetos e os desempenhos de ações sensório-motor (físico) e as trocas nas interações (social), o jogo contempla várias formas de representação da criança, contribuindo para a aprendizagem e o desenvolvimento infantil.

Existem termos que, por serem empregados com significados deferentes, acabam se tornando imprecisos com o jogo, o brinquedo e a brincadeira. As brincadeiras desenvolvem a coordenação motora global, estimula a capacidade física e mental, tornando-se recursos de grande aplicação e valor no processo ensino-aprendizagem.

A Importância o Lúdico na Aprendizagem.

               O principal objetivo é proporcionar aos alunos oportunidades variadas para eles vivenciarem, através de brincadeira e dos jogos as crianças terão maior facilidade para compreenderem o mundo à sua volta e a sua realidade. Alem disso, o ato de brincar da à criança o suporte necessário para as suas futuras decisões. Portanto o brinquedo e as brincadeiras são alimentos ricos em nutrientes para alimentar a imaginação, criatividade e desenvolvimento motor. A participação do adulto na brincadeira eleva o nível de interesse enriquece contribui para o esclarecimento de duvidas durante o jogo, ao mesmo tempo a criança sente-se prestigiada e desafiada, descobrindo e vivendo experiências que tornam o brinquedo o recurso mais estimulante e mais rico em aprendizado.

               Guardar os brinquedos com cuidado pode ser desenvolvido através da participação da criança na arrumação feita pelo adulto. O habito constante e natural dos pais e da professora ao guardar com zelo o que utilizou, faz com que a criança adquira automaticamente o mesmo habito, ocorrendo inclusive satisfação  tanto no guardar como no brincar.

  1. 6.     METODOLOGIA:

Este trabalho teve como base a pesquisa qualitativa e quantitativa, foram realizados a partir da aplicação de jogos realizados durante as aulas, com os alunos do ensino fundamental onde foram aplicadas as crianças os seguintes jogos: Jogo dos Palitos, com o bjetivo de fazer construção de figuras geométricas planas e conhecer as características acerca das figuras geométricas planas; Jogo do Resto, com objetivos de aprofundar os conhecimentos acerca da operação de divisão trabalhando com os critérios de divisibilidade e fazerem a correspondência entre as divisões exatas e não-exatas. Enquanto realizava os jogos foram feitos gráficos a referente ao comportamento das crianças.

Eles mostram a participação dos alunos que 100% participaram das brincadeiras e no segundo gráfico evidencia também que 100% deles não mudariam a forma de ensinar que devem continuar o jogo nas aulas. Com os jogos nas aulas os conteúdos trabalhados dão maior rendimento na aprendizagem dos alunos.

                                                7. ANALISE DE DADOS:

           Pesquisas mostram que os jogos são aceitos em cem por cento pelos alunos; veja o gráfico:

           Foram perguntados aos alunos se eles gostavam das aulas com jogos e a respostaforam o seguinte:

Aos alunos em que os professores ulitizam jogos, foi perguntado aos alunos se eles queriam que as aulas fossem modificadas as respostas foram às seguintes:

8-CONSIDERAÇÕES FINAIS:

            É importante que seja resultado nestas considerações finais a importância das brincadeiras e dos jogos, pois eles são as próprias expressões da essência do ser humano, tornando-se recursos de grande aplicação e valor no processo de ensino-aprendizagem.

Esperamos que com este trabalho, contribuímos com todos aqueles que trabalham na escola onde realizamos nosso estágio, visando à reconstrução do fazer Pedagógico, pois é um dos recursos que fazem parte do ato de educar.

 Este trabalho significou um passo importantíssimo para minha formação, foram momentos de encontro com a realidade escolar, acompanhei a alegria, a aprendizagem, a habilidade, a imaginação, a construção e reconstrução que cada criança desenvolve no espaço escolar que poderão servir de base no seu futuro, pois o mundo la fora é bastante competitivo e assim elas saberão competir sem se prejudicar emocionalmente.

8. CRONOGRAMA

Atividades Desenvolvidas

Período 2008/2

Fev.

Mar.

Abr.

Mai.

Jun.

Levantamento, seleção, leitura e análise das referencias bibliográficas.

X

X

X

X

Redação inicial do projeto.

X

X

Apresentação ao tutor para devidas correções. 

X

Revisões conforme orientação do tutor.

X

Continuidade da redação.

X

X

X

Apresentação ao tutor para devidas correções 

X

X

Revisões conforme orientação do tutor.

X

Entrega definitiva à coordenação do curso.

X

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.

ALMEIDA, Paulo Nunes. Educação Lúdica: técnicas e jogos pedagógicos. São Paulo:Loyola, 1974.

BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação Fundamental.

Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Brasília: MEC- SES, 1998.

KAISHINOTO, Tizuko Morchida. O Jogo e a Educação Infantil. São Paulo: Pioneira Thonson Learning, 2003.

KAMII, Constance. Jogos em Grupo na educação infantil: implicações da teoria de Piaget / Constance Kamii e Retha DeVries, São Paulo: Trajetória Cultural, 1991.

SANTOS, Santa Marli Pires. Brinquedo e Infância: um guia para pais e educadores em creche. Rio de Janeiro: Vozes, 1999.

VyGOTSKY, Leontiev, Luria. - Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. SP, Icone, 1988

Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – Brasília: MEC- SES, 1998

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/os-jogos-no-processo-educativo-6248587.html

    Palavras-chave do artigo:

    jogos

    ,

    brincando e aprendendo

    Comentar sobre o artigo

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    As drogas ameaçam a vida de nossos filhos, causam ruptura em nossas escolas e desagregam famílias. As drogas são todas as substâncias que introduzidas no organismo de um ser vivo, modifica uma ou mais de suas funções. Ela pode ser classificada em psicotrópica ou entorpecente.

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Educação> Línguasl 30/11/2013 lAcessos: 40

    A ética no serviço público deve disseminar essa cultura ética de como se proceder com a coisa pública, até chegarmos a ponto, de não termos mais necessidade de serem utilizados elementos legais para moldar ou fiscalizar as ações dos serviços públicos numa transparência tal que haja confiança e qualidade no seu bojo, como elemento básico de desenvolvimento político, econômico e social, gerando o retorno desejado dos nossos impostos.

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Negócios> Administraçãol 29/10/2012 lAcessos: 256

    As drogas ameaçam a vida de nossos filhos, causam ruptura em nossas escolas e desagregam famílias. As drogas são todas as substâncias que introduzidas no organismo de um ser vivo, modifica uma ou mais de suas funções. Ela pode ser classificada em psicotrópica ou entorpecente. Dentro de um contexto legal, a droga pode ser lícita, quando seu consumo é permitido pela lei; e ilícita, quando o seu consumo é proibido por lei.

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Educação> Línguasl 29/10/2012 lAcessos: 116

    Antes do advento do Sistema Único de Saúde (SUS), a atuação do Ministério da Saúde se resumia às atividades de promoção de saúde e prevenção de doenças (por exemplo, vacinação), realizadas em caráter universal, e à assistência médico-hospitalar para poucas doenças; servia aos indigentes, ou seja, a quem não tinha acesso ao atendimento pelo Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social.

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Educação> Ensino Superiorl 15/10/2012 lAcessos: 2,151

    O Hino Nacional Brasileiro precisa e deve ser trabalhado constantemente com os alunos. É natural ouvirmos falar de pessoas com certa formação que, no entanto, não conseguem cantar o Hino por completo ou sequer compreender o sentido. Não podemos generalizar, mas é sabido que a letra merece atenção e interpretação a fim de ser compreendida e o ato de cantar o Hino consiga ir além do simples gesto mecânico de todos os dias na escola.

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Educação> Línguasl 15/10/2012 lAcessos: 949

    Resumo: Para muitos brasileiros, os índios são seres exóticos, naturais e livres, ligados a tempos e espaços geográficos distantes. A maioria da população de nosso país desconhece as condições de vida dos povos indígenas, os problemas com que se defrontam ou o porquê de lutarem para preservar sua identidade sociocultural.

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Educaçãol 15/10/2012 lAcessos: 111

    Autoestima é a capacidade de sentirmos a vida, estando de bem com ela. É a confiança em nosso modo de pensar e enfrentar os problemas. É ter direito de ser feliz, nós precisamos ter a sensação de que somos merecedores de nossas necessidades, sentimos então o desejo de desfrutar os resultados de nossos esforços. A saúde é o bem estar físico e psicológico. Porém se um indivíduo se sente inseguro para enfrentar os problemas da vida, se não tem autoconfiança e confiança em suas próprias i

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Educaçãol 15/10/2012 lAcessos: 102
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