Pós-Graduação Executiva Em Petróleo E Gás – Coppe/ufrj
Permanece fresco em minha memória o ano de criação da Pós-Graduação em Petróleo MBP, da COPPE/UFRJ, 1998. O preço do barril rondava míseros US$15,00 que inviabilizavam qualquer iniciativa exploratória mais ousada. Mesmo assim, estávamos bastante otimistas com a grande abertura que sofreria o setor, orquestrada pela recém criada Agência Nacional do Petróleo – ANP. Nestes 12 anos de existência do MBP, o barril de petróleo já chegou a ser cotado a US$145,00, caiu vertiginosamente, e hoje se encontra na casa dos US$75,00, cotação que viabiliza todos os nossos projetos de E&P, inclusive a exploração dos reservatórios da camada do Pré-Sal.
Particularmente, fico muito contente em confirmar que estes projetos, arcados por vultosos planos de investimentos da PETROBRAS, estão, afinal, servindo de exemplo para outras importantes IOC’s (Internacional Oil Companies) e até mesmo para um novo player genuinamente brasileiro, a OGX.
Em matéria da Nicomex Notícias, de 28 de janeiro de 2010, foram divulgados planos audaciosos de empresas como a Chevron, que, em parceria com a PETROBRAS, promete números acima dos US$5 bilhões em investimentos na Bacia de Campos, visando à recuperação de até 380 milhões de barris em campos já em produção, desta forma otimizando a região. Além da Chevron, a OGX promete investir cerca de US$30 bilhões no E&P brasileiro nesta década.
Por falar em parcerias com a PETROBRAS, a edição da revista eletrônica divulgava ainda uma mega operação conjunta entre Petrobras, Repsol, e BG Group, no afretamento e operação de um novo FPSO que deverá ser construído até 2012. Tal sorte de projeto só comprova a confiança dos grandes operadores internacionais na indústria do petróleo brasileira.
Como já sabemos, o capital sempre corre na direção das boas oportunidades, e nos parece que a Indústria do Petróleo Brasileira está cheia delas.
Eu estou bastante otimista, e você, com está se sentindo?
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(Artigonal SC #1816465)
Palavras-chave do artigo:
historia
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Uma pequena reflexão sobre a brevidade da vida
A TV Globo está errando demais, na tela. Agora, no site sobre artigos, está re-publique. Quem disse que tem hífen?
Escrito em 2008, em conjunto com o professor João Batista Araújo e Oliveira, mostra como é injustificável a celebração do Governo para os resultados da Prova Brasil e IDEB. Foi publicado no Blog do Noblat e do professor Simon Schwartzman
Histórico da Escokla de Ensino Fundamental e Médio Mosenhor Vicente Bezerra
Como bons patriotas, é importante compreendermos corretamente a letra do hino de nosso país. O amor genuíno a nosso próprio país ajuda-nos em nossa autoestima.
Saber o que é educação, de quem é a obrigação de educar, o que pensam os autores, o que fazer para melhorar a educação? São perguntas que todos fazem, mas as respostas nem sempre modificam o quadro atual.
Na contemporaneidade, as questões referentes a inclusão têm ocupado um lugar de destaque, principalmente no cenário educacional. Assim, pode-se pensar nas articulações da modernidade, que ao traçar a identidade do sujeito pedagógico como estável buscam a demarcação da diferença, de modo que esta possa ser capturada e pensada em relação a certos padrões de normalidade. Busca-se discutir o delineamento dos processos de inclusão e exclusão ao posicionarem a diferença no espaço da diversidade.
Este trabalho tem por objetivo mostrar que a ética está no dia-a-dia das pessoas. Está inserida no cuidado com o material escolar; na atenção com os colegas;no respeito aos familiares e educadores;na valorização do patrimônio cultural e histórico;no cuidado com o ambiente.
Programação: O palestrante exporá de forma simples, porém em termos apropriados, o atual modelo brasileiro de E&P (exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural) e o modelo proposto pelos quatro projetos de lei enviados pelo Poder Executivo Federal ao Congresso Nacional para as atividades na área do "Pré-sal".
Em matéria da Nicomex Notícias, de 28 de janeiro de 2010, foram divulgados planos audaciosos de empresas como a Chevron, que, em parceria com a PETROBRAS, promete números acima dos US$5 bilhões em investimentos na Bacia de Campos, visando à recuperação de até 380 milhões de barris em campos já em produção, desta forma otimizando a região. Além da Chevron, a OGX promete investir cerca de US$30 bilhões no E&P brasileiro nesta década.
A Indústria Naval está a todo vapor para atender ao ritmo da Indústria do Petróleo e suas incessantes encomendas de petroleiros, plataformas, FPSO, centenas de embarcações de apoio “Offshore” e até sondas de exploração.
As estatísticas mostram que atualmente existe um carro na China para cada 35 chineses. Apesar de ainda estarem longe do Brasil, em que a média é de um carro para cada 8 brasileiros, e principalmente dos EUA, onde há quase um carro para cada cidadão americano, o que acontecerá com o Mundo quando cada família chinesa tiver o seu carro?
A modernidade do projeto reduzirá bastante os custos portuários e ainda permitirá a atracação de navios bem maiores que os atracados hoje, já que a profundidade média planejada gira em torno de 18 metros submarinos.
Imaginem que nossas reservas poderão facilmente quadruplicar, mas não esqueçam de levar em conta que este tesouro está a 350km do litoral e a mais de 6 mil metros de profundidade. Façam as contas conosco: quantos navios e barcos de apoio deverão ser construídos? Quantas das tão complexas “Árvores de Natal”? BOP.s? Quilômetros de umbilicais necessários para explorarmos e produzirmos todo este óleo que tanto ambicionamos?
Em tempos de pré-sal só pensamos nas novas e gigantes reservas de petróleo que iremos descobrir e até deixamos para segundo plano os projetos de grande magnitude e importância como é o caso do “COMPERJ”.
Entretanto, nós cariocas, devemos mesmo é nos orgulhar com a nossa cidade que está fazendo a sua parte e se preparando para sediar os jogos olímpicos de 2016.

