Reflexões sobre Chauí, Arroyo e Buckhardt

Publicado em: 03/09/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 210 |

PACCICO, V. T. Reflexões sobre Amizade, recusa do servir (Marilena Chauí, ); Políticas Educacionais e desigualdades a procura de novos significados (Miguel Arroyo,); Desenvolvimento do Individuo (Burkhardt).

O DISCURSO DA SERVIDÃO VOLUNTÁRIA, um comentário da professora da USP e filósofa brasileira Marilena Chauí sob o título AMIZADE, RECUSA DO SERVIR.

Em meados século XVI, Étienne de La Boétie escreveu "Discurso sobre a Servidão Voluntária", onde questiona a população seguindo um tirano que por si só jamais seria um modelo a ser seguido.

Como um texto feito no passado tem utilidade no presente? É preciso analisar em qual contexto histórico La Boétie elaborou o seu "Discurso".

Na biografia de Étienne de La Boétie, mostra que sua família era vinculada à Corte e seu pai, Antoine de La Boétie era formado em Direito, seu tio Jean de Lherm, era o então Presidente do Parlamento de Bordeaux (a construção, em parte,  do Discurso  de La Boétie, decorreu da instrução que teve de seu tio). Nasceu, portanto, em uma família de pessoas ligadas ao Direito e ao poder monárquico vindo a se formar em direito (23/09/1553). Neste ano foi nomeado pelo Rei Henrique II, como Conselheiro no Parlamento de Bordeaux quando conheceu Michel de Montaigne, responsável pela publicação e preservação da memória de seus textos.

No texto Discurso Sobre a Servidão Voluntária, nota-se a influência de clássicos gregos antigos, citando, Homero, Platão, Tácito, Virgilio e Xenofonte. De todos os clássicos citados Platão influenciou La Boétie no seu modo de pensar, inclusive na idéia do que vem a ser "servidão" (República de Platão).

No Discurso sobre a servidão voluntária La Boétie sentenciou que é extrema infelicidade estar sujeito a um senhor do qual jamais se pode assegurar se é bom, pois está sempre em seu poder ser mau, quando quiser. (Guimarães, 2012).

Neste trecho me remoto aos cadernos do professor e do aluno da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo: os cadernos foram feitos à partir da Constituição artigo 210 que o Estado deverá ter conteúdos mínimos para o ensino fundamental que foi estendido ao ensino médio e, como profissionais de cada disciplina elaboraram textos fora do contexto do aluno.

Marilena Chauí comenta sobre o Diálogo Meliano que é uma passagem da obra de Tucíades sobre a História da Guerra do Peloponeso em 416 a.C. o qual retrata um exemplo clássico do confronto do Liberalismo com o Realismo dentro do campo de relações internacionais. É uma peça peculiar dada a sua escrita em forma de diálogo teatral (livro 5, p.85-113).

Chauí discorre sobre o tipo de discurso utilizado pelos Atenienses e pelos Melianos: Os atenienses discursavam no gênero deliberativo e os melianos no gênero judiciário.

Para entender melhor esses discursos pesquisei no Capítulo III de Arte Retórica, Aristóteles afirma que existem três gêneros da retórica:

GÊNERO DELIBERATIVO – Futuro

Delibera aconselhando ou desaconselhando para uma ação futura sobre uma questão de interesse particular ou público.

GÊNERO JUDICIÁRIO – Passado

A acusação ou defesa incide sobre fatos pretéritos

GÊNERO DEMONSTRATIVO – Presente

Para louvar ou censurar (acusação ou defesa) sempre leva em conta o estado atual das coisas

Chauí comenta que o desacordo linguístico impossibilita a comunicação e mostra a impossibilidade de confiança pelo uso da palavra, pois um fala no futuro e o outro no passado.

Na p. 175, no Discurso da Servidão Voluntária a "tormentosa questão" sobre o melhor dos regimes políticos, "como tantos homens, tantos burgos, tantas nações servem um só senhor sem que força alguma os obrigue a isso?"

Usando o gênero demonstrativo sobre o atual governo da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo na figura do Professor Herman Voorwald que utiliza a palavra "diálogo" em todas as falas com os professores, referente ao material elaborado para os alunos e professores das escolas públicas. Nota-se a base teórica ao se expressar no objetivo de aprimorar os cadernos, pois desde quando foi elaborado o conteúdo é o mesmo.

"LIBERDADE É AUTONOMIA"; "AMIZADE É UMA RELAÇÃO ENTRE IGUAIS, PORTANTO É A RECUSA DO SERVIR". (P.183)

Frase de efeito quando conhecemos alguém que tem alguma afinidade com nossos ideais sociais e culturais nos tornamos amigos. Nós fomos feitos da mesma forma/fôrma (p.186).

A natureza nos fez da mesma forma e fôrma para que cada um pudesse olhar o outro e reconhecer-se. Chauí comenta a relação entre o espelhamento e a amizade. ( Metáfora do Espelho)

Na aula do dia 14/08/12, o Prof. Adriano e a Profa. Patrícia, pediram para colocarmos no quadro palavras que nos remeteram a nossa leitura, o Prof. Adriano iniciou com as palavras sobre amizade: Amicizia – Amititia e continuamos:

- o lugar de onde me exponho

- a persuasão

- a boa relação (amigos)

- confiança – política – espelho ( estas palavras foram escritas por mim, querendo dizer que para alguém se tornar seu amigo em primeiro lugar seria ter confiança; política foi para mencionar que o texto iniciava com a história de Peloponeso e que tipo de oratória era usada; espelho foi usada para mostrar que as pessoas sendo da mesma forma e fôrma pudessem olhar o outro e reconhecer-se. Partindo deste ponto comentei que o espelhamento também poderia ser o outro olhando você como alguém que quisesse ser.

- surdez voluntária

- integridade do próprio ser e nas relações de pessoas

- personificação do Estado

- construção de idéia

- palavra – o poder da oratória

- costume

- refazer a sociedade refazendo-se

A leitura do texto da P. 189 chamou - me a atenção a palavra "contrafação"  que aparece muitas vezes e ao dizê-la na aula não fui bem entendida. Utilizei o sinônimo "costume" que é a primeira razão da servidão voluntária, e não houve comentários a respeito, pois o costume é algo que se cria e se acostuma.

P. 191 Comenta-se sobre o livre arbítrio. A meu ver as pessoas tem a liberdade de escolha tanto para ser mandada como para mandar.

No dia 21 de agosto de 2012, iniciamos o texto de Miguel Arroyo. Esta referência bibliográfica está inserida na minha pesquisa. Políticas Educacionais e Desigualdades: À Procura de Significados (p.1382); O SARESP que é um sistema de avaliação externa expõe a desigualdade entre os alunos das escolas públicas, mas pensando nas habilidades e competências cobradas nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática tendo como objeto de estudo os cadernos do professor e do aluno, Arroyo (2010) comenta sobre a causa de nosso subdesenvolvimento nacional, regional, social, cultural, político e econômico e que pelos resultados das avaliações externas, o próprio Estado reconhece que nossos sonhos de reduzir as desigualdades estão distantes. Parto da minha pesquisa no meu contexto de ensino sobre a utilização dos cadernos da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo,  os professores das disciplinas analisadas não trabalham o conteúdo dos cadernos, pois são repetitivos e estão distantes da realidade dos alunos. Cadernos estes que desde 2009 não mudam. Faço parte dos pesquisadores que Arroyo comenta ser uma das diversidades de analise, que intervenções no sistema escolar e na formação docente deverão ser corrigidas.

Na Constituição de 1988,  artigo 210:

Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais.

A leitura deste artigo mostra que o Estado de São Paulo tenta seguir na Lei a obrigatoriedade de fixar conteúdos mínimos para o ensino fundamental que foi estendido para o ensino médio.

Arroyo (p.1386,2010) Fazer análises de relação entre Estado, políticas públicas e coletivos desiguais. O único sujeito da ação será o Estado com suas políticas, instituições e gestores. O coletivo feito desigual que para o autor são as vitimas das nossas históricas desigualdades sociais, étnicas, raciais, de gênero, campo, periferias na dinâmica social e políticas.

Comento com base nesse trecho que os cadernos da Secretaria da Educação são exemplos de desigualdades, pois são iguais para todos os alunos não importando seu contexto.

Arroyo (p.1387, 2010) comenta sobre a forma como o Estado se pensa ou como é pensado nos centros de formulação de políticas sócio-educativas. Acredito que o conceito de Estado faz-se condizente com esta reflexão:

Conceito de Estado: A ordem jurídica soberana que tem por fim o bem comum de um povo situado em um determinado território.

O autor comenta que há um pressuposto que o problema está na sociedade, ou seja, nos pobres, nos coletivos populares, nos setores vulneráveis, em risco, nos coletivos desiguais e que o Estado é a solução. O Estado tem como dever resolver os problemas da sociedade, sobretudo dos excluídos.

Concluo com a pergunta a que se refere o autor:

Como os desiguais são pensados nas análises de políticas sócio-educativas? Os cadernos dos alunos e professores foram pensados para os coletivos feitos desiguais?

(P.1391) O termo inclusão é utilizado pelo autor com base também na Lei 9394/96 artigo 3º

 O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

Refletindo sobre a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola, podemos notar que o acesso a todos ( cadeirante, rico, pobre, DF,DM,DV, LA...) e o professor na sala de aula, só com GLS,  50 alunos  na sala de aula, alguns sem educação, falta de respeito com o colega e com o professor. Isso é acesso? Qual a política para a permanência na escola? Aprovação automática. São muitos fatores e muitos contextos.

No dia 28 de agosto de 2012 comentamos o texto de Burckhardt, no qual senti um pouco de dificuldade de entender sem pesquisar o capítulo anterior para saber mais sobre ele.

O capítulo 1 comenta a história da Itália. Um país que era a terra das instruções e das relações políticas. O uso da palavra Renascimento utilizada por Vasari; que Florença foi o primeiro Estado Moderno do Mundo e que Veneza foi o berço da estatística e escrita histórica. Comenta sobre vários filósofos como Dante e sua Divina Comédia. Fez-me lembrar das escolas literárias quando lecionava Língua Portuguesa, sobre o teocentrismo na escola literária denominada Trovadorismo e após o homem torna-se um individuo espiritual e se reconhece como tal na escola do Humanismo.

Na (p.111) inicia o Estado Italiano e o individuo e para melhor entendimento pesquisei a diferença entre república e tirania:

República: Chefe de Estado é eleito pelos cidadãos ou seus representantes tendo a sua chefia uma duração limita. É escolhido pelo voto e é designado Presidente da República.

Tirania: é uma forma de governo usada em situações excepcionais na Grécia em alternativa à democracia. É uma classe de novos ricos. O comportamento tirânico de um político (abria um processo por calunia e difamação quando se sentia ofendido) pode ser visto pelas altas verbas gastas em publicidade governamental.

Burckhardt (2009) discorre sobre o individualismo, desconhecendo limites. Dante, o arauto nacional por excelência de seu tempo é mencionado encontrando uma nova pátria na língua e na cultura italianas e sua fala ressalta o sentido de que em qualquer lugar que um homem instruído estabeleça sua moradia, ali terá o seu lar.

O aperfeiçoamento da personalidade comentada (p.115) refere-se ao desenvolvimento da personalidade combinada com a natureza realmente poderosa, capaz de dominar ao mesmo tempo todos os elementos da cultura da época, o resultado foi o homem universal.

Na Itália do Renascimento encontra-se concomitante em todas as áreas artistas a criar o novo impressionando como seres humanos. E outros fora dos limites de sua arte no domínio espiritual.

P.125 O escárnio e a espirituosidade modernos resume o que já foi dito até aqui: [...] em disputas teológicas e sob a influência da retórica e da epistolografia antigas, a espirituosidade começa a se tornar uma arma.

Conclusão

Identifiquei-me com  os textos. Arroyo e Burckhardt. Arroyo narra a política educacional e Burckhardt descreve a história da Itália.

Os três textos acrescentaram muito para a referência bibliográfica da minha pesquisa.

Refletindo sobre o final desse primeiro módulo: Acredito que um aprofundamento nos textos será de grande valia, há palavras e passagens que necessitam de uma busca maior sobre significados.

Profa. Vânia Paccico

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/reflexoes-sobre-chaui-arroyo-e-buckhardt-6164342.html

    Palavras-chave do artigo:

    arte da retorica

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    servidao voluntaria

    ,

    renascimento da italia

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