Reflexões sobre Chauí, Arroyo e Buckhardt

Publicado em: 03/09/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 219 |

PACCICO, V. T. Reflexões sobre Amizade, recusa do servir (Marilena Chauí, ); Políticas Educacionais e desigualdades a procura de novos significados (Miguel Arroyo,); Desenvolvimento do Individuo (Burkhardt).

O DISCURSO DA SERVIDÃO VOLUNTÁRIA, um comentário da professora da USP e filósofa brasileira Marilena Chauí sob o título AMIZADE, RECUSA DO SERVIR.

Em meados século XVI, Étienne de La Boétie escreveu "Discurso sobre a Servidão Voluntária", onde questiona a população seguindo um tirano que por si só jamais seria um modelo a ser seguido.

Como um texto feito no passado tem utilidade no presente? É preciso analisar em qual contexto histórico La Boétie elaborou o seu "Discurso".

Na biografia de Étienne de La Boétie, mostra que sua família era vinculada à Corte e seu pai, Antoine de La Boétie era formado em Direito, seu tio Jean de Lherm, era o então Presidente do Parlamento de Bordeaux (a construção, em parte,  do Discurso  de La Boétie, decorreu da instrução que teve de seu tio). Nasceu, portanto, em uma família de pessoas ligadas ao Direito e ao poder monárquico vindo a se formar em direito (23/09/1553). Neste ano foi nomeado pelo Rei Henrique II, como Conselheiro no Parlamento de Bordeaux quando conheceu Michel de Montaigne, responsável pela publicação e preservação da memória de seus textos.

No texto Discurso Sobre a Servidão Voluntária, nota-se a influência de clássicos gregos antigos, citando, Homero, Platão, Tácito, Virgilio e Xenofonte. De todos os clássicos citados Platão influenciou La Boétie no seu modo de pensar, inclusive na idéia do que vem a ser "servidão" (República de Platão).

No Discurso sobre a servidão voluntária La Boétie sentenciou que é extrema infelicidade estar sujeito a um senhor do qual jamais se pode assegurar se é bom, pois está sempre em seu poder ser mau, quando quiser. (Guimarães, 2012).

Neste trecho me remoto aos cadernos do professor e do aluno da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo: os cadernos foram feitos à partir da Constituição artigo 210 que o Estado deverá ter conteúdos mínimos para o ensino fundamental que foi estendido ao ensino médio e, como profissionais de cada disciplina elaboraram textos fora do contexto do aluno.

Marilena Chauí comenta sobre o Diálogo Meliano que é uma passagem da obra de Tucíades sobre a História da Guerra do Peloponeso em 416 a.C. o qual retrata um exemplo clássico do confronto do Liberalismo com o Realismo dentro do campo de relações internacionais. É uma peça peculiar dada a sua escrita em forma de diálogo teatral (livro 5, p.85-113).

Chauí discorre sobre o tipo de discurso utilizado pelos Atenienses e pelos Melianos: Os atenienses discursavam no gênero deliberativo e os melianos no gênero judiciário.

Para entender melhor esses discursos pesquisei no Capítulo III de Arte Retórica, Aristóteles afirma que existem três gêneros da retórica:

GÊNERO DELIBERATIVO – Futuro

Delibera aconselhando ou desaconselhando para uma ação futura sobre uma questão de interesse particular ou público.

GÊNERO JUDICIÁRIO – Passado

A acusação ou defesa incide sobre fatos pretéritos

GÊNERO DEMONSTRATIVO – Presente

Para louvar ou censurar (acusação ou defesa) sempre leva em conta o estado atual das coisas

Chauí comenta que o desacordo linguístico impossibilita a comunicação e mostra a impossibilidade de confiança pelo uso da palavra, pois um fala no futuro e o outro no passado.

Na p. 175, no Discurso da Servidão Voluntária a "tormentosa questão" sobre o melhor dos regimes políticos, "como tantos homens, tantos burgos, tantas nações servem um só senhor sem que força alguma os obrigue a isso?"

Usando o gênero demonstrativo sobre o atual governo da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo na figura do Professor Herman Voorwald que utiliza a palavra "diálogo" em todas as falas com os professores, referente ao material elaborado para os alunos e professores das escolas públicas. Nota-se a base teórica ao se expressar no objetivo de aprimorar os cadernos, pois desde quando foi elaborado o conteúdo é o mesmo.

"LIBERDADE É AUTONOMIA"; "AMIZADE É UMA RELAÇÃO ENTRE IGUAIS, PORTANTO É A RECUSA DO SERVIR". (P.183)

Frase de efeito quando conhecemos alguém que tem alguma afinidade com nossos ideais sociais e culturais nos tornamos amigos. Nós fomos feitos da mesma forma/fôrma (p.186).

A natureza nos fez da mesma forma e fôrma para que cada um pudesse olhar o outro e reconhecer-se. Chauí comenta a relação entre o espelhamento e a amizade. ( Metáfora do Espelho)

Na aula do dia 14/08/12, o Prof. Adriano e a Profa. Patrícia, pediram para colocarmos no quadro palavras que nos remeteram a nossa leitura, o Prof. Adriano iniciou com as palavras sobre amizade: Amicizia – Amititia e continuamos:

- o lugar de onde me exponho

- a persuasão

- a boa relação (amigos)

- confiança – política – espelho ( estas palavras foram escritas por mim, querendo dizer que para alguém se tornar seu amigo em primeiro lugar seria ter confiança; política foi para mencionar que o texto iniciava com a história de Peloponeso e que tipo de oratória era usada; espelho foi usada para mostrar que as pessoas sendo da mesma forma e fôrma pudessem olhar o outro e reconhecer-se. Partindo deste ponto comentei que o espelhamento também poderia ser o outro olhando você como alguém que quisesse ser.

- surdez voluntária

- integridade do próprio ser e nas relações de pessoas

- personificação do Estado

- construção de idéia

- palavra – o poder da oratória

- costume

- refazer a sociedade refazendo-se

A leitura do texto da P. 189 chamou - me a atenção a palavra "contrafação"  que aparece muitas vezes e ao dizê-la na aula não fui bem entendida. Utilizei o sinônimo "costume" que é a primeira razão da servidão voluntária, e não houve comentários a respeito, pois o costume é algo que se cria e se acostuma.

P. 191 Comenta-se sobre o livre arbítrio. A meu ver as pessoas tem a liberdade de escolha tanto para ser mandada como para mandar.

No dia 21 de agosto de 2012, iniciamos o texto de Miguel Arroyo. Esta referência bibliográfica está inserida na minha pesquisa. Políticas Educacionais e Desigualdades: À Procura de Significados (p.1382); O SARESP que é um sistema de avaliação externa expõe a desigualdade entre os alunos das escolas públicas, mas pensando nas habilidades e competências cobradas nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática tendo como objeto de estudo os cadernos do professor e do aluno, Arroyo (2010) comenta sobre a causa de nosso subdesenvolvimento nacional, regional, social, cultural, político e econômico e que pelos resultados das avaliações externas, o próprio Estado reconhece que nossos sonhos de reduzir as desigualdades estão distantes. Parto da minha pesquisa no meu contexto de ensino sobre a utilização dos cadernos da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo,  os professores das disciplinas analisadas não trabalham o conteúdo dos cadernos, pois são repetitivos e estão distantes da realidade dos alunos. Cadernos estes que desde 2009 não mudam. Faço parte dos pesquisadores que Arroyo comenta ser uma das diversidades de analise, que intervenções no sistema escolar e na formação docente deverão ser corrigidas.

Na Constituição de 1988,  artigo 210:

Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais.

A leitura deste artigo mostra que o Estado de São Paulo tenta seguir na Lei a obrigatoriedade de fixar conteúdos mínimos para o ensino fundamental que foi estendido para o ensino médio.

Arroyo (p.1386,2010) Fazer análises de relação entre Estado, políticas públicas e coletivos desiguais. O único sujeito da ação será o Estado com suas políticas, instituições e gestores. O coletivo feito desigual que para o autor são as vitimas das nossas históricas desigualdades sociais, étnicas, raciais, de gênero, campo, periferias na dinâmica social e políticas.

Comento com base nesse trecho que os cadernos da Secretaria da Educação são exemplos de desigualdades, pois são iguais para todos os alunos não importando seu contexto.

Arroyo (p.1387, 2010) comenta sobre a forma como o Estado se pensa ou como é pensado nos centros de formulação de políticas sócio-educativas. Acredito que o conceito de Estado faz-se condizente com esta reflexão:

Conceito de Estado: A ordem jurídica soberana que tem por fim o bem comum de um povo situado em um determinado território.

O autor comenta que há um pressuposto que o problema está na sociedade, ou seja, nos pobres, nos coletivos populares, nos setores vulneráveis, em risco, nos coletivos desiguais e que o Estado é a solução. O Estado tem como dever resolver os problemas da sociedade, sobretudo dos excluídos.

Concluo com a pergunta a que se refere o autor:

Como os desiguais são pensados nas análises de políticas sócio-educativas? Os cadernos dos alunos e professores foram pensados para os coletivos feitos desiguais?

(P.1391) O termo inclusão é utilizado pelo autor com base também na Lei 9394/96 artigo 3º

 O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

Refletindo sobre a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola, podemos notar que o acesso a todos ( cadeirante, rico, pobre, DF,DM,DV, LA...) e o professor na sala de aula, só com GLS,  50 alunos  na sala de aula, alguns sem educação, falta de respeito com o colega e com o professor. Isso é acesso? Qual a política para a permanência na escola? Aprovação automática. São muitos fatores e muitos contextos.

No dia 28 de agosto de 2012 comentamos o texto de Burckhardt, no qual senti um pouco de dificuldade de entender sem pesquisar o capítulo anterior para saber mais sobre ele.

O capítulo 1 comenta a história da Itália. Um país que era a terra das instruções e das relações políticas. O uso da palavra Renascimento utilizada por Vasari; que Florença foi o primeiro Estado Moderno do Mundo e que Veneza foi o berço da estatística e escrita histórica. Comenta sobre vários filósofos como Dante e sua Divina Comédia. Fez-me lembrar das escolas literárias quando lecionava Língua Portuguesa, sobre o teocentrismo na escola literária denominada Trovadorismo e após o homem torna-se um individuo espiritual e se reconhece como tal na escola do Humanismo.

Na (p.111) inicia o Estado Italiano e o individuo e para melhor entendimento pesquisei a diferença entre república e tirania:

República: Chefe de Estado é eleito pelos cidadãos ou seus representantes tendo a sua chefia uma duração limita. É escolhido pelo voto e é designado Presidente da República.

Tirania: é uma forma de governo usada em situações excepcionais na Grécia em alternativa à democracia. É uma classe de novos ricos. O comportamento tirânico de um político (abria um processo por calunia e difamação quando se sentia ofendido) pode ser visto pelas altas verbas gastas em publicidade governamental.

Burckhardt (2009) discorre sobre o individualismo, desconhecendo limites. Dante, o arauto nacional por excelência de seu tempo é mencionado encontrando uma nova pátria na língua e na cultura italianas e sua fala ressalta o sentido de que em qualquer lugar que um homem instruído estabeleça sua moradia, ali terá o seu lar.

O aperfeiçoamento da personalidade comentada (p.115) refere-se ao desenvolvimento da personalidade combinada com a natureza realmente poderosa, capaz de dominar ao mesmo tempo todos os elementos da cultura da época, o resultado foi o homem universal.

Na Itália do Renascimento encontra-se concomitante em todas as áreas artistas a criar o novo impressionando como seres humanos. E outros fora dos limites de sua arte no domínio espiritual.

P.125 O escárnio e a espirituosidade modernos resume o que já foi dito até aqui: [...] em disputas teológicas e sob a influência da retórica e da epistolografia antigas, a espirituosidade começa a se tornar uma arma.

Conclusão

Identifiquei-me com  os textos. Arroyo e Burckhardt. Arroyo narra a política educacional e Burckhardt descreve a história da Itália.

Os três textos acrescentaram muito para a referência bibliográfica da minha pesquisa.

Refletindo sobre o final desse primeiro módulo: Acredito que um aprofundamento nos textos será de grande valia, há palavras e passagens que necessitam de uma busca maior sobre significados.

Profa. Vânia Paccico

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 2 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/reflexoes-sobre-chaui-arroyo-e-buckhardt-6164342.html

    Palavras-chave do artigo:

    arte da retorica

    ,

    servidao voluntaria

    ,

    renascimento da italia

    Comentar sobre o artigo

    A tecnologia mais especificamente a tecnologia de informação e comunicação assume papel no desenvolvimento humano como ferramenta de leitura e práxis social numa intervenção libertadora na perspectiva social sobre a tecnologia num processo de diminuição das disparidades sociais na criação de políticas publica para a formação de uma cidadania. Atuando numa dimensão social e política através de programas sociais de inclusão digital para reduzir os problemas sociais relativos à marginalização e pob

    Por: Daniela Rosseti silval Educaçãol 02/03/2015
    Didasko Centro Educacional

    Sempre vemos muita gente com muitas dúvidas sobre a funcionalidade do ENEM,segue explicativo.

    Por: Didasko Centro Educacionall Educaçãol 26/02/2015
    Genilda Vieira Rodrigues

    Este artigo tem por objetivo apresentar estudos aprofundados sobre a educação inclusiva dando ênfase à questão envolvida no que se refere ao trabalho do professor com alunos portadores de deficiência. No decorrer da produção serão expostos conceitos de Educação Especial e Educação Inclusiva pontuando o saber fazer e o aprender diante das dificuldades encontradas em trabalhar com alunos portadores de necessidades especiais, ressaltando ainda mostrar alguns dos recursos e as estratégias utilizados

    Por: Genilda Vieira Rodriguesl Educaçãol 21/02/2015 lAcessos: 12

    Propriedade vocabular é muito importante na hora de redigir o texto, uma vez que saber empregar as palavras mais adequadas no momento enriquece muito o conteúdo do texto e, além disso, torno-o mais clara e objetivo. Mesmo que o texto seja um mero exercício escolar, antes de construí-lo, pergunte-se: para quem escrevo? O tipo de receptor determina a forma de sua mensagem. Um panfleto dirigido a crianças precisa ter uma linguagem fácil, direta, sem rebuscamento.

    Por: Professor Leol Educaçãol 19/02/2015

    Quando se ouve falar em educação, pensamos em escola, em educação formal. E quando o assunto é família temos vários pensamentos. Educação e Família são dois temas bastante complexos, porque educação é muito mais que escolarização, letramento e formação, sendo que família é a instituição mais antiga da sociedade e sofre constantes transformações. Ambas tem a função de socializar e transformar o homem biológico em um ser social.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educaçãol 16/02/2015

    Propostas Pedagógica e a Participação da Família no Resultado. A progressão escola é um instrumento que pode mudar a realidade desses estudantes que estão fora da faixa etária escolar. Determinadas escolas contemplam dentro do seu projeto político pedagógico, o sistema de progressão. Para que funcione a progressão em uma escola é necessário que haja engajamento por parte dos docentes, dos estudantes e da família. É importante ressaltar, que a família também tem um papel fundamental...

    Por: Elonir dutra terral Educaçãol 13/02/2015

    Diante dos agravos causados pela violência doméstica, tais entraves se estendem também ao processo educacional da criança e adolescente. Por outro lado, esta situação nem sempre é conhecida pelos seus educadores no campo acadêmico, causando assim uma lacuna no campo da avaliação pedagógica que, muitas vezes, abrangem somente o campo intelectual. Este trabalho tem por objetivo fazer uma análise sobre os impactos da violência doméstica no processo ensino-aprendizagem.

    Por: Jiane Martins Soaresl Educaçãol 12/02/2015
    ÁUREA MARIA SOARES LIMA

    A educação é um direito humano substancial, e como tal, precisa ser garantido universalmente. As conquistas das mulheres brasileiras em relação á educação, vêm crescendo consideravelmente e com isso, reduzindo significativamente o analfabetismo. O número de mulheres no mercado de trabalho cresceu gradativamente e isso ocorreu devido à determinação para conquistar seu espaço, milímetro a milímetro, dentro e fora de casa, e especialmente do empenho em subir novos degraus de instrução.

    Por: ÁUREA MARIA SOARES LIMAl Educaçãol 10/02/2015 lAcessos: 12
    Paccico, V.T.

    Responsabilidade do Estado e Direitos Humanos, de Gustavo Gonçalves Ungaro¹ - São Paulo: Saraiva, 2012. Vânia Tadeu Paccico² O livro tem como objetivo estudar a responsabilidade do Estado decorrente de violações de direitos humanos. Partindo-se da evolução conceitual da noção de Estado, formulados por alguns dos mais expressivos pensadores que resistiram ao passar dos séculos, sob o ponto de vista da responsabilidade político - jurídica do governante e dos demais agentes públicos.

    Por: Paccico, V.T.l Direito> Doutrinal 30/05/2014 lAcessos: 51
    Paccico, V.T.

    Resumo do livro de Paulo Freire. Cada capítulo exige algo do educador e do educando. A leitura é muito interessante e o leitor pode fazer desse livro um manual para a sua prática educacional.

    Por: Paccico, V.T.l Educaçãol 24/10/2012 lAcessos: 4,796
    Paccico, V.T.

    Descrever a história da análise de conteúdo. Um método de investigação para ser utilizado por psicólogos, sociológicos, linguistas e qualquer outra especialidade. Análise de conteúdo e pesquisa na área da educação. O que é análise de conteúdo? Etapas de execução da Análise de Conteúdo: do qualitativo ao quantitativo. Fenômenos que afetam a investigação

    Por: Paccico, V.T.l Educação> Ciêncial 11/10/2012 lAcessos: 1,238
    Paccico, V.T.

    A história sobre a criança, a diferença entre adultos era somente pelo tamanho. Não havia distinção entre eles. Os autores comentam a didática (Comênio); a história sobre a infância e juventude (Cagnolati); Sentimento de infância (Ariés) e sobre o filme Abelardo e Heloísa, fazendo assim uma reflexão de antigamente com a modernidade.

    Por: Paccico, V.T.l Educaçãol 09/10/2012 lAcessos: 46
    Paccico, V.T.

    Aristóteles (Filosofo grego)384 A.C.- 322 A.C. Resumo do Livro 3 (capítulo) que comenta sobre o Estado, formas de governo, Leis e a Constituição.

    Por: Paccico, V.T.l Direito> Doutrinal 22/05/2012 lAcessos: 870
    Paccico, V.T.

    A Força Normativa da Constituição - Resumo do livro: Tradução de Gilmar Ferreira Mendes

    Por: Paccico, V.T.l Direito> Doutrinal 19/05/2012 lAcessos: 332
    Paccico, V.T.

    Parte II do trabalho realizado com a professora coordenadora sobre os cadernos da SEE/SP

    Por: Paccico, V.T.l Educação> Línguasl 18/05/2012 lAcessos: 249
    Paccico, V.T.

    Os cadernos do professor e do aluno foram feitos para auxiliar o professor na aplicação do Curriculo do Estado de São Paulo. Qual é o papel do professor coordenador quando um professor não sabe manusear o caderno da sua disciplina? Resumo do traabalho sem análise.

    Por: Paccico, V.T.l Educação> Línguasl 18/05/2012 lAcessos: 404
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast