Reflexões sobre os Pilares da Educação

Publicado em: 08/08/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 1,617 |

REFLEXÕES SOBRE OS PILARES DA EDUCAÇÃO

 

                        Na atual conjuntura da globalização das relações econômicas, políticas e culturais e da acelerada mudança da base tecnológica e do processo produtivo, a educação tornou-se uma estratégia para o desenvolvimento sustentável e equitativo. Já é amplamente aceita a idéia de que a educação se transformou na maior vantagem comparativa dos países e das empresas para enfrentar a competitividade internacional. Além disso, o grau de escolaridade constitui-se um dos principais fatores que determinam o nível de empregabilidade dos indivíduos.

                        Sabemos, no entanto, que a educação por si só não gera emprego, mas é imprescindível para manter o trabalhador empregado e favorecer sua inserção social no mundo da produção. Para tanto, não basta apenas manter a expansão do sistema educativo, mas promover a melhoria da qualidade do ensino ofertado, pois, sem isso, será impossível atender à demanda de recursos humanos cada vez mais qualificados para acompanhar as mudanças em curso. Portanto, o bom desempenho do sistema educacional é um dos fatores decisivos para o desenvolvimento auto-sustentável do nosso País, neste século.

                        Pensando em responder a essas questões e a outras mais necessárias para uma nova educação para este século, a Comissão presidida por Jacques Delors, apresentou os quatro pilares da educação que, na prática, interagem e são interdependentes, mas que se fundamentam numa concepção de totalidade.

                        O primeiro pilar é o do aprender a conhecer, que aponta não apenas à aquisição de uma grande quantidade de saberes codificados, mas o domínio dos próprios instrumentos do conhecimento. O saber, aqui, passa a ser considerado como um meio e uma finalidade da vida humana. Um meio, porque há uma necessidade de que cada um compreenda o mundo em que vive e uma finalidade, porque essa necessidade se fundamenta no prazer do compreender, do conhecer, do descobrir.

                        Conhecer o mundo requer uma ruptura entre os novos saberes adquiridos e os saberes anteriores, como bem nos lembram Barbosa e Bulcão (2004, p.51) "conhecer é se aventurar no reino do novo e do abrupto é estabelecer novas verdades através da negação do saber anterior e da retificação de conceitos e idéias que anteriormente nos pareciam sólidas".

                        Aprender a conhecer e aprender a fazer, que é o segundo pilar, são indissociáveis. No entanto, o segundo está mais intrinsecamente ligado à questão da formação profissional, como por exemplo: como ensinar o educando a colocar em prática os seus conhecimentos e, também, como adaptar a educação ao trabalho futuro, quando não se pode prever qual será a sua evolução, sendo que é a esta última questão que a Comissão tentará responder de forma mais precisa.

                               Olhando de formar crítica esse pilar, vemos que a aprendizagem tem por objetivo preparar os indivíduos para servir ao sistema, perdendo-se de vista o aprender a fazer como complemento do aprender a saber. Sobre isso, Foucault (2001) percebe a identificação de um mecanismo de funcionamento social que permeia as diversas instituições que da genealogia do poder fazem parte. "São métodos que permitem o controle minucioso das operações do corpo, que asseguram a sujeição constante de suas forças e lhes impõem uma relação de docilidade-utilidade..." (FOUCAULT, 2001, p.17). Infelizmente isso é o que tem ocorrido em relação à sociedade tecnicizada: um mecanismo ou instrumento que permite o controle de corpos e mentes.

                        Foucult (2001) sugere, pois, que existe um poder disciplinar que não atua do exterior, mas trabalha o corpo dos homens manipulado seus elementos, produzindo seu comportamento a fim de fabricar o tipo de homem necessário ao funcionamento e manutenção da sociedade industrial capitalista. A educação, atualmente, tem se adaptado ao trabalho, procurando desenvolver cada vez mais habilidades e competências específicas em função das demandas mercadológicas, colocando o indivíduo a serviço do sistema.

                        Dessa forma, entendemos que não se pode desassociar o primeiro pilar do segundo, nem tão pouco deixar que o aprender a fazer domine o aprender a conhecer, gerando ao invés de indivíduos críticos, construtivos e emancipados, indivíduos mecanicistas e reducionistas.

                               O terceiro pilar nos traz a visão do aprender a viver juntos, a viver com os outros. Este é, a nosso ver, um dos maiores desafios da educação, porque os seres humanos têm uma tendência a supervalorizar as suas habilidades e as do grupo ao qual pertencem e a alimentar preconceitos desfavoráveis em relação ao que vem de encontro aos seus sistemas de valores e crenças, incluindo o comportamento de pessoas e grupos. A proposta harbemasiana que diz que há uma interlocução entre os diversos atores sociais cujos atos são coordenados por meio de atos de fala, permitindo que um indivíduo motive o outro usando a linguagem como interação para que concorde com sua proposição é um dos principais pressupostos da educação moderna, por admitir o estabelecimento do consenso por meio do entendimento entre as partes

                        Ao instituir a racionalidade comunicativa como ação racional, por meio da qual indivíduos aceitam, em relação a outros e a si mesmos, uma relação de recíproco conhecimento, Habermas abre espaço para diálogos francos e transparentes, onde mesmo aquele que ocupa, em determinado momento, o lugar de aprendiz tem espaço para argumentar e de certa forma, também ensinar àquele que está na posição de mestre. Essa relação de comunicabilidade transparente pertence ao que Habermas definiu como mundo da vida.

                        Vejamos:

 

 É o lugar transcendental no qual falante e ouvinte se encontram; em que são colocadas, reciprocamente, a pretensão de que suas emissões concordam com o mundo (com o mundo objetivo, com o mundo subjetivo e com o mundo social); e em que podem criticar e exibir os fundamentos dessas pretensões de validade, resolver suas diferenças e chegar a um acordo (HABERMAS, apud, TENÓRIO, 2000, p.85).

 

                               Ainda sobre os aspectos relacionados ao pilar aprender a viver juntos, de acordo com Braslavsky (2002), gostaríamos de incluir os itens que foram discutidos durante a 46ª Conferência Internacional de Educação – Genebra – Setembro de 2001, identificados como necessidades de aprendizagem para viver juntos e para assegurar a participação social, que devem constituir a base para buscar respostas adequadas a tais desafios:

> aprender a viver juntos requer o desenvolvimento da cidadania;

> aprender a viver juntos exige conhecimentos;

> aprender a viver juntos requer cooperação e intercâmbio;

 

                        O quarto e último pilar, aprender a ser, nos permite inferir que a educação deve contribuir para o desenvolvimento total do educando: espírito e corpo, inteligência, sensibilidade, sentido estético, responsabilidade pessoal, espiritualidade. Toda pessoa deve ser preparada para elaborar pensamentos autônomos e críticos e para formular os seus próprios juízos de valor, de modo a poder decidir, por si só, como agir nas diferentes circunstâncias da vida.

                        Cremos que todas essas características dizem respeito a um sujeito emancipado, uma vez que o homem não pode ser visto isoladamente do seu contexto social. Para aprender a ser, em nosso entendimento, pressupõe que o indivíduo questione seu papel no contexto social, compartilhando de regras de convivência, e diálogo com seus semelhantes, fato de suma importância, não apenas para o desenvolvimento do indivíduo, mas de toda a sociedade.

                        Acreditamos que as competências básicas que precisam ser incorporadas ao desenvolvimento dos indivíduos: competência pessoal, relacional, produtiva e cognitiva possam ser melhor compreendidas se incorporarmos reflexões sobre as idéias produzidas pelos pensadores anteriormente citados, como forma de compreendermos a educação como instrumento de construção de uma sociedade verdadeiramente aberta, em termos políticos, mais justa em termos sociais e mais igualitária em termos econômicos.

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARBOSA, Elyana; BULCÃO, Marly. Bachelard: Pedagogia da razão, pedagogia da imaginação. Petrópolis: Vozes, 2004.

 BRASLAVSKY, Cecília (org). Aprender a viver juntos: educação para a integração na diversidade. Educação do trabalhador, n° 3. Unesco, IBC, SESI, UnB. Brasília: 2002.

 DELORS, Jacques. Educação um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 2001.

 FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 16ª ed. Rio de Janeiro: Edições Graal, 2001.

 TENÓRIO, F. G. Flexibilização Organizacional: mito ou realidade? Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2000.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/reflexoes-sobre-os-pilares-da-educacao-2991285.html

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    pilares educacao

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    Fabiulla Crizelly Machado

    O ideal será sempre que a educação seja encarada, não apenas como um meio para um fim mas também como um fim por si. Esta motivação pode apenas ser despertada por educadores competentes, sensíveis às necessidades, dificuldades e idiossincrasias dos estudantes, capazes de lhes apresentarem metodologias adequadas, ilustradoras das matérias em estudos e facilitadoras da retenção e compreensão das mesmas.

    Por: Fabiulla Crizelly Machadol Educaçãol 19/12/2013 lAcessos: 39

    Nosso educando deve ser cativado a aprender a viver com os outros. A entender o outro como seu semelhante, um ser humano que pensa, chora, ri, que tem desejos, que acredita em coisas diferentes. Isso implica compreender o outro como um indivíduo de cultura e gostos diferentes, que deve ser respeitado pela igualdade da condição humana.

    Por: Mieli Rivero Montañol Educação> Educação Infantill 17/06/2011 lAcessos: 265
    Márcia Pontes

    Cresce a cada dia nas mídias e redes sociais o número de blogs, comunidades no orkut e perfis no Facebook com um trabalho forte de educadores que buscam ajudar a formar cidadãos para o trânsito. Se a educação no século XXI se sustenta em quatro pilares (aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros, aprender a ser) e o mundo virtual é uma realidade, nós professores, temos de aprender a lidar com as novas ferramentas e aproveitar a força das redes sociais para a práxis.

    Por: Márcia Pontesl Educação> Educação Onlinel 04/04/2012 lAcessos: 499

    A educação é um fator de suma importância para o desenvolvimento de uma nação e do ser como homem e cidadão. Mas até onde nossa educação tem norteado o educando para uma emancipação e um protagonismo? Será que estamos padronizando nossos educandos a ponto de levá-los a uma mediocridade? A educação não é local de fomento para a submissão, apenas para procura do saber, do conhecimento e da emancipação do educando

    Por: Wolmerl Educaçãol 28/09/2009 lAcessos: 997

    A educação sempre foi e será o fator primordial para o desenvolvimento de uma nação e do ser como homem e cidadão. Mas até onde nossa educação tem levado a emancipação do homem? Será que estamos sendo conteudistas a ponto de ignorar a humanização de nossos alunos? Através do instrucionismo, o aluno é condenado a um processo flagrante de domesticação subalterna.

    Por: Wolmerl Educaçãol 28/09/2009 lAcessos: 2,005

    A história permitiu mostrar que a sociedade através de influências sociais, econômicas, políticas e culturais reproduz de forma o tipo de homem necessário no momento histórico com base neste argumento podemos entender alguns dos artigos da lei de diretrizes e base da educação que visa formação integral do cidadão e forneça subsídios para progredir nos estudos e qualificação para o trabalho. Com este argumento podemos entender a sociedade do conhecimento esta que visa um homem dinâmico e preparado para políticas neoliberais e a para o mundo globalizado. Esta era tecnológica trás a tona a necessidade de bem formar o indivíduo para lidar com estes novos conceitos, adquirindo novas posturas sociais. Os pilares da educação nos faz entender que esta necessidade educacional e na verdade uma cobrança social de um indivíduo empreendedor, alguém que ultrapasse as dimensões do saber que desenvolva habilidades e competências. A escola através de projetos de forma diária ou em projetos complementares contribuir para esta efetivação do indivíduo empreendedor. Este trabalho pretendeu ampliar de forma critica esta realidade, percebendo que os pilares da educação surgem em momento especifico para auxiliar o educador a desenvolver as potencialidades do educando, pois através da concretização na escola dos pilares da educação temos a formação do indivíduo critico, consciente, autônomo, criativo e transformador da realidade, um indivíduo que faz acontecer, com características empreendedoras, sendo empreendedor em diversas áreas da própria vida.

    Por: Jerusa C Da Fonseca Andradel Educaçãol 13/12/2008 lAcessos: 10,809 lComentário: 1
    Janaina Silveira

    O presente artigo constitui-se um estudo acerca das relações paradoxais que existem entre escola e educação popular no Brasil na década de 1970. Ocorreu por meio de pesquisa bibliográfica onde foi investigada a literatura pedagógica no campo educacional para que essa fosse capaz de subsidiar a elaboração de um panorama histórico da educação popular nos anos 1970. Assim apresentam-se as concepções de escola de Louis Althusser e Antonio Gramsci e analisa-se a concepção e as características da educ

    Por: Janaina Silveiral Educaçãol 09/03/2011 lAcessos: 1,169
    Alinne do Rosário Brito

    A escola no exercício de suas atividades dissemina a ideologia capitalista seja a favor da sua manifestação hegemônica ou contra hegemônica, o que traduz o seu papel de simples reprodutora ou de resistente questionadora desse sistema. A nova configuração mundial atualmente representada pela relação de interdependência entre as nações aciona um novo desenho curricular.

    Por: Alinne do Rosário Britol Educaçãol 18/06/2014
    Elisangela de Souza Vieira

    Trata-se do propósito social da educação infantil no Brasil

    Por: Elisangela de Souza Vieiral Educação> Educação Infantill 12/11/2010 lAcessos: 5,267

    Depressão é uma doença psiquiátrica, crônica e recorrente, que altera o humor e costuma estar associada com baixa autoestima e culpa, e normalmente traz consigo distúrbios do apetite (comer demais, ou praticamente nada), e de sono (dormir demais, ou quase nada), entretanto um dos aspectos mais nocivos é a falta de perspectivas, um sentimento de ausência de futuro, de impossibilidade de solução dos problemas, que muitas vezes leva até ao suicídio.

    Por: Central Pressl Educaçãol 31/10/2014

    O presente artigo discorre contribuição da literatura infantil no desenvolvimento social, emocional e cognitivo da criança.

    Por: neide figueiredo de souzal Educaçãol 29/10/2014

    Faz-se necessário que a avaliação seja orientada pela lógica da continuidade dos processos de formação.

    Por: neide figueiredo de souzal Educaçãol 29/10/2014
    Erineia nascimento da Silva

    O lúdico proveniente da palavra latina "ludus" que significa jogos. Que segundo DANTAS, 1988, representa liberdade para brincar livremente, gratuitamente, prazerosamente. Tornando a brincadeira uma expressão máxima do lúdico, desde da antiga Roma e Grécia em períodos remotos da civilização ocidental utilizava os brinquedos na educação com base nas idéias de Platão e Aristóteles.

    Por: Erineia nascimento da Silval Educaçãol 28/10/2014
    Sebastiana Braga

    A formação profissional não consiste apenas em ouvir palestra ou fazer determinados cursos. Pelo contrario, ela é um processo continuo e progressivo, onde através da aprendizagem se acumula conhecimento e este por sua vez vai sendo transformado em práticas bem sucedidas. Dessa forma deve ser pensado numa multiplicidade de saberes que através de um projeto para formação continuada que se complemente e que aborde um tema central a todas as áreas no intuito do melhoramento do ensino aprendizagem.

    Por: Sebastiana Bragal Educaçãol 27/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Sei o quanto. Tudo isso não significa nada. Apesar da interminável beleza dos universos. Contínuos. Sei do insignificado das coisas. Do delírio dos deuses. Das franquezas das razões não lógicas. A metafísica não indutiva.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educaçãol 25/10/2014
    Amanda Souza Machado

    Este trabalho é uma continuação das discussões, pesquisas e reflexões ocorridas durante a elaboração do artigo científico sobre como os educadores exploram as fantasias das crianças, produzidas a partir dos programas de televisão. O artigo propõe-se a apresentar as influências da TV no imaginário das crianças e qual é o papel dos educadores neste momento.

    Por: Amanda Souza Machadol Educaçãol 23/10/2014

    O presente artigo é um estudo bibliográfico que tem como objetivo principal abordar conceitos educacionais e metodologias desenvolvidas em sala de aula usando o lúdico como alternativa de metodologia. O trabalho justifica-se pela necessidade de se entender e adequar a aprendizagem às atuais demandas da educação é necessário conhecer alguns caminhos já percorridos pelo ensino e que se levam a uma redefinição dos objetivos, conteúdo e metodológicos.

    Por: Graciele de Miranda Oliveiral Educaçãol 21/10/2014 lAcessos: 14
    Antonio Rosemir do Carmo

    Vivemos um momento de grandes mudanças no cenário mundial advindas, principalmente do desenvolvimento tecnológico. Cada vez mais somos "bombardeados" por novos equipamentos tecnológicos que têm influenciado nossa vida em todos os sentidos. Dessa forma, esse trabalho tem a pretensão de refletir sobre algumas mudanças ocorridas na sociedade nos últimos cinco anos, em decorrência do desenvolvimento tecnológico.

    Por: Antonio Rosemir do Carmol Educaçãol 08/08/2010 lAcessos: 11,785
    Antonio Rosemir do Carmo

    O objetivo deste trabalho, o estudo do levantamento de dados bibliográficos, considerando as contribuições de diversos pesquisadores e educadores que estudam, sob diversos olhares, a formação de professores em serviço como uma das condições necessárias para a constituição de um professor profissional capaz de atuar de maneira competente em diversas situações desafiadoras da profissão, bem como reconhecer-se como sujeito- autor da sua formação continuada, refletindo sobre o seu saber-fazer.

    Por: Antonio Rosemir do Carmol Educaçãol 08/08/2010 lAcessos: 1,772
    Antonio Rosemir do Carmo

    Refletir sobre os Cursos de Licenciatura Plena implantados no Município de Saboeiro – Ceará, com o objetivo de qualificar os professores da rede municipal de ensino e melhorar os indicadores educacionais locais, bem como, entender qual a contribuição, de fato, desses cursos para a melhoria do ensino no período de 2000 a 2010, é o objetivo deste trabalho que não se encerra aqui, mas que pretende aprofundar-se como dissertação do Mestrado em Ciências da Educação da Faculdade San Carlos em parceria

    Por: Antonio Rosemir do Carmol Educaçãol 08/08/2010 lAcessos: 751
    Antonio Rosemir do Carmo

    O objetivo deste trabalho é refletir sobre o papel da escola e do professor na construção do saber crítico do aluno. Hoje, sabemos, o saber sistematizado aprendido nos bancos escolares, precisa levar o educando à sua emancipação enquanto sujeito de múltiplas relações e a escola no desempenho de sua função de ensinar e o professor no exercício de sua função, facilitarão a apreensão desse conhecimento e fomentando o exercício pleno da cidadania nos espaços escolares.

    Por: Antonio Rosemir do Carmol Educaçãol 21/10/2009 lAcessos: 51,562 lComentário: 8
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