Reflexões sobre os Pilares da Educação

Publicado em: 08/08/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 1,630 |

REFLEXÕES SOBRE OS PILARES DA EDUCAÇÃO

 

                        Na atual conjuntura da globalização das relações econômicas, políticas e culturais e da acelerada mudança da base tecnológica e do processo produtivo, a educação tornou-se uma estratégia para o desenvolvimento sustentável e equitativo. Já é amplamente aceita a idéia de que a educação se transformou na maior vantagem comparativa dos países e das empresas para enfrentar a competitividade internacional. Além disso, o grau de escolaridade constitui-se um dos principais fatores que determinam o nível de empregabilidade dos indivíduos.

                        Sabemos, no entanto, que a educação por si só não gera emprego, mas é imprescindível para manter o trabalhador empregado e favorecer sua inserção social no mundo da produção. Para tanto, não basta apenas manter a expansão do sistema educativo, mas promover a melhoria da qualidade do ensino ofertado, pois, sem isso, será impossível atender à demanda de recursos humanos cada vez mais qualificados para acompanhar as mudanças em curso. Portanto, o bom desempenho do sistema educacional é um dos fatores decisivos para o desenvolvimento auto-sustentável do nosso País, neste século.

                        Pensando em responder a essas questões e a outras mais necessárias para uma nova educação para este século, a Comissão presidida por Jacques Delors, apresentou os quatro pilares da educação que, na prática, interagem e são interdependentes, mas que se fundamentam numa concepção de totalidade.

                        O primeiro pilar é o do aprender a conhecer, que aponta não apenas à aquisição de uma grande quantidade de saberes codificados, mas o domínio dos próprios instrumentos do conhecimento. O saber, aqui, passa a ser considerado como um meio e uma finalidade da vida humana. Um meio, porque há uma necessidade de que cada um compreenda o mundo em que vive e uma finalidade, porque essa necessidade se fundamenta no prazer do compreender, do conhecer, do descobrir.

                        Conhecer o mundo requer uma ruptura entre os novos saberes adquiridos e os saberes anteriores, como bem nos lembram Barbosa e Bulcão (2004, p.51) "conhecer é se aventurar no reino do novo e do abrupto é estabelecer novas verdades através da negação do saber anterior e da retificação de conceitos e idéias que anteriormente nos pareciam sólidas".

                        Aprender a conhecer e aprender a fazer, que é o segundo pilar, são indissociáveis. No entanto, o segundo está mais intrinsecamente ligado à questão da formação profissional, como por exemplo: como ensinar o educando a colocar em prática os seus conhecimentos e, também, como adaptar a educação ao trabalho futuro, quando não se pode prever qual será a sua evolução, sendo que é a esta última questão que a Comissão tentará responder de forma mais precisa.

                               Olhando de formar crítica esse pilar, vemos que a aprendizagem tem por objetivo preparar os indivíduos para servir ao sistema, perdendo-se de vista o aprender a fazer como complemento do aprender a saber. Sobre isso, Foucault (2001) percebe a identificação de um mecanismo de funcionamento social que permeia as diversas instituições que da genealogia do poder fazem parte. "São métodos que permitem o controle minucioso das operações do corpo, que asseguram a sujeição constante de suas forças e lhes impõem uma relação de docilidade-utilidade..." (FOUCAULT, 2001, p.17). Infelizmente isso é o que tem ocorrido em relação à sociedade tecnicizada: um mecanismo ou instrumento que permite o controle de corpos e mentes.

                        Foucult (2001) sugere, pois, que existe um poder disciplinar que não atua do exterior, mas trabalha o corpo dos homens manipulado seus elementos, produzindo seu comportamento a fim de fabricar o tipo de homem necessário ao funcionamento e manutenção da sociedade industrial capitalista. A educação, atualmente, tem se adaptado ao trabalho, procurando desenvolver cada vez mais habilidades e competências específicas em função das demandas mercadológicas, colocando o indivíduo a serviço do sistema.

                        Dessa forma, entendemos que não se pode desassociar o primeiro pilar do segundo, nem tão pouco deixar que o aprender a fazer domine o aprender a conhecer, gerando ao invés de indivíduos críticos, construtivos e emancipados, indivíduos mecanicistas e reducionistas.

                               O terceiro pilar nos traz a visão do aprender a viver juntos, a viver com os outros. Este é, a nosso ver, um dos maiores desafios da educação, porque os seres humanos têm uma tendência a supervalorizar as suas habilidades e as do grupo ao qual pertencem e a alimentar preconceitos desfavoráveis em relação ao que vem de encontro aos seus sistemas de valores e crenças, incluindo o comportamento de pessoas e grupos. A proposta harbemasiana que diz que há uma interlocução entre os diversos atores sociais cujos atos são coordenados por meio de atos de fala, permitindo que um indivíduo motive o outro usando a linguagem como interação para que concorde com sua proposição é um dos principais pressupostos da educação moderna, por admitir o estabelecimento do consenso por meio do entendimento entre as partes

                        Ao instituir a racionalidade comunicativa como ação racional, por meio da qual indivíduos aceitam, em relação a outros e a si mesmos, uma relação de recíproco conhecimento, Habermas abre espaço para diálogos francos e transparentes, onde mesmo aquele que ocupa, em determinado momento, o lugar de aprendiz tem espaço para argumentar e de certa forma, também ensinar àquele que está na posição de mestre. Essa relação de comunicabilidade transparente pertence ao que Habermas definiu como mundo da vida.

                        Vejamos:

 

 É o lugar transcendental no qual falante e ouvinte se encontram; em que são colocadas, reciprocamente, a pretensão de que suas emissões concordam com o mundo (com o mundo objetivo, com o mundo subjetivo e com o mundo social); e em que podem criticar e exibir os fundamentos dessas pretensões de validade, resolver suas diferenças e chegar a um acordo (HABERMAS, apud, TENÓRIO, 2000, p.85).

 

                               Ainda sobre os aspectos relacionados ao pilar aprender a viver juntos, de acordo com Braslavsky (2002), gostaríamos de incluir os itens que foram discutidos durante a 46ª Conferência Internacional de Educação – Genebra – Setembro de 2001, identificados como necessidades de aprendizagem para viver juntos e para assegurar a participação social, que devem constituir a base para buscar respostas adequadas a tais desafios:

> aprender a viver juntos requer o desenvolvimento da cidadania;

> aprender a viver juntos exige conhecimentos;

> aprender a viver juntos requer cooperação e intercâmbio;

 

                        O quarto e último pilar, aprender a ser, nos permite inferir que a educação deve contribuir para o desenvolvimento total do educando: espírito e corpo, inteligência, sensibilidade, sentido estético, responsabilidade pessoal, espiritualidade. Toda pessoa deve ser preparada para elaborar pensamentos autônomos e críticos e para formular os seus próprios juízos de valor, de modo a poder decidir, por si só, como agir nas diferentes circunstâncias da vida.

                        Cremos que todas essas características dizem respeito a um sujeito emancipado, uma vez que o homem não pode ser visto isoladamente do seu contexto social. Para aprender a ser, em nosso entendimento, pressupõe que o indivíduo questione seu papel no contexto social, compartilhando de regras de convivência, e diálogo com seus semelhantes, fato de suma importância, não apenas para o desenvolvimento do indivíduo, mas de toda a sociedade.

                        Acreditamos que as competências básicas que precisam ser incorporadas ao desenvolvimento dos indivíduos: competência pessoal, relacional, produtiva e cognitiva possam ser melhor compreendidas se incorporarmos reflexões sobre as idéias produzidas pelos pensadores anteriormente citados, como forma de compreendermos a educação como instrumento de construção de uma sociedade verdadeiramente aberta, em termos políticos, mais justa em termos sociais e mais igualitária em termos econômicos.

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARBOSA, Elyana; BULCÃO, Marly. Bachelard: Pedagogia da razão, pedagogia da imaginação. Petrópolis: Vozes, 2004.

 BRASLAVSKY, Cecília (org). Aprender a viver juntos: educação para a integração na diversidade. Educação do trabalhador, n° 3. Unesco, IBC, SESI, UnB. Brasília: 2002.

 DELORS, Jacques. Educação um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 2001.

 FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 16ª ed. Rio de Janeiro: Edições Graal, 2001.

 TENÓRIO, F. G. Flexibilização Organizacional: mito ou realidade? Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2000.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/reflexoes-sobre-os-pilares-da-educacao-2991285.html

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    pilares educacao

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    Fabiulla Crizelly Machado

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    Por: Fabiulla Crizelly Machadol Educaçãol 19/12/2013 lAcessos: 41

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    Por: Mieli Rivero Montañol Educação> Educação Infantill 17/06/2011 lAcessos: 266
    Márcia Pontes

    Cresce a cada dia nas mídias e redes sociais o número de blogs, comunidades no orkut e perfis no Facebook com um trabalho forte de educadores que buscam ajudar a formar cidadãos para o trânsito. Se a educação no século XXI se sustenta em quatro pilares (aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros, aprender a ser) e o mundo virtual é uma realidade, nós professores, temos de aprender a lidar com as novas ferramentas e aproveitar a força das redes sociais para a práxis.

    Por: Márcia Pontesl Educação> Educação Onlinel 04/04/2012 lAcessos: 502

    A educação é um fator de suma importância para o desenvolvimento de uma nação e do ser como homem e cidadão. Mas até onde nossa educação tem norteado o educando para uma emancipação e um protagonismo? Será que estamos padronizando nossos educandos a ponto de levá-los a uma mediocridade? A educação não é local de fomento para a submissão, apenas para procura do saber, do conhecimento e da emancipação do educando

    Por: Wolmerl Educaçãol 28/09/2009 lAcessos: 1,008

    A educação sempre foi e será o fator primordial para o desenvolvimento de uma nação e do ser como homem e cidadão. Mas até onde nossa educação tem levado a emancipação do homem? Será que estamos sendo conteudistas a ponto de ignorar a humanização de nossos alunos? Através do instrucionismo, o aluno é condenado a um processo flagrante de domesticação subalterna.

    Por: Wolmerl Educaçãol 28/09/2009 lAcessos: 2,016

    A história permitiu mostrar que a sociedade através de influências sociais, econômicas, políticas e culturais reproduz de forma o tipo de homem necessário no momento histórico com base neste argumento podemos entender alguns dos artigos da lei de diretrizes e base da educação que visa formação integral do cidadão e forneça subsídios para progredir nos estudos e qualificação para o trabalho. Com este argumento podemos entender a sociedade do conhecimento esta que visa um homem dinâmico e preparado para políticas neoliberais e a para o mundo globalizado. Esta era tecnológica trás a tona a necessidade de bem formar o indivíduo para lidar com estes novos conceitos, adquirindo novas posturas sociais. Os pilares da educação nos faz entender que esta necessidade educacional e na verdade uma cobrança social de um indivíduo empreendedor, alguém que ultrapasse as dimensões do saber que desenvolva habilidades e competências. A escola através de projetos de forma diária ou em projetos complementares contribuir para esta efetivação do indivíduo empreendedor. Este trabalho pretendeu ampliar de forma critica esta realidade, percebendo que os pilares da educação surgem em momento especifico para auxiliar o educador a desenvolver as potencialidades do educando, pois através da concretização na escola dos pilares da educação temos a formação do indivíduo critico, consciente, autônomo, criativo e transformador da realidade, um indivíduo que faz acontecer, com características empreendedoras, sendo empreendedor em diversas áreas da própria vida.

    Por: Jerusa C Da Fonseca Andradel Educaçãol 13/12/2008 lAcessos: 10,816 lComentário: 1
    Janaina Silveira

    O presente artigo constitui-se um estudo acerca das relações paradoxais que existem entre escola e educação popular no Brasil na década de 1970. Ocorreu por meio de pesquisa bibliográfica onde foi investigada a literatura pedagógica no campo educacional para que essa fosse capaz de subsidiar a elaboração de um panorama histórico da educação popular nos anos 1970. Assim apresentam-se as concepções de escola de Louis Althusser e Antonio Gramsci e analisa-se a concepção e as características da educ

    Por: Janaina Silveiral Educaçãol 09/03/2011 lAcessos: 1,190
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    RESUMO: O presente artigo tem por objetivo apresentar algumas reflexões a respeito da psicomotricidade na Educação infantil. As reflexões tecidas ao longo deste trabalho, mostrou que o conceito de Educação Motora tem sofrido mudanças significativas, de um paradigma onde esta educação se dava limitada ao conceito do físico apenas, tem extrapolado outros âmbitos, passando a considerar o ser humano como um todo constituído, de corpo e alma. Sendo assim, o termo educação psicomotora engloba a necess

    Por: EDINALVA COSTA DE ANDRADEl Educação> Educação Infantill 20/11/2014
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    A escola no exercício de suas atividades dissemina a ideologia capitalista seja a favor da sua manifestação hegemônica ou contra hegemônica, o que traduz o seu papel de simples reprodutora ou de resistente questionadora desse sistema. A nova configuração mundial atualmente representada pela relação de interdependência entre as nações aciona um novo desenho curricular.

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    Por: anacleil Educaçãol 17/11/2014

    Em 2014, dando continuidade ao projeto o tema escolhido foi cultura,que tem por objetivo resgatar as tradições artísticas, os costumes e a valorização do ser humano. Sendo assim foi proposta aos alunos dos primeiros e segundos anos do Ensino Médio uma pesquisa investigativa sobre o contexto histórico e cultural da cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade.

    Por: Lilian Fiirstl Educaçãol 14/11/2014
    Benedicto Ismael Camargo Dutra

    Enfrentamos a estagnação econômica que avança pelo mundo, e fica mais difícil sair do subdesenvolvimento. Faltam estadistas e melhor preparo. As novas gerações são impacientes, sem humildade, querem resultado imediato com mínimo esforço.

    Por: Benedicto Ismael Camargo Dutral Educaçãol 14/11/2014

    As atividades experimentais, quando bem planejadas, são recursos importantíssimos no ensino. As aulas práticas são mais um aprendizado na vida do estudante, pois além da teórica ele exercer o que lhe foi ensinado fará com que ele absorva melhor o conteúdo e leve adiante o conhecimento adquirido. (FALA et al 2010.) Para tanto, este trabalho visou analisar, pesquisar e apresentar a importância e tipos diferentes de aulas práticas em uma escola pública no município de Tangará da Serra.

    Por: Patrícia Maria Barros Piovezanl Educaçãol 14/11/2014

    O jornalismo investigativo tem várias áreas a serem desenvolvidas. A Reprodução Simulada dos Fatos, mais conhecida como Reconstituição é uma dessas vertentes, onde o jornalista se expõe, e muitas vezes coloca em risco a sua integridade física em detrimento da função. A abordagem da temática tem relevância para uma melhor entendimento da atuação da perícia técnica, delegados, testemunhas e indiciados que podem mentir e o jornalista, compreendendo um pouco do assunto, poderá ter ferrament

    Por: Vânia Santosl Educaçãol 13/11/2014

    O lixo eletrônico tem se tornado um problema bastante sério, pois cresce em ritmo acelerado devido aos avanços tecnológicos dos equipamentos tornando os mesmos ultrapassados em tão pouco tempo. Esses objetos têm sido descartados na maioria das vezes de forma incorreta, provocando contaminação e poluição ao meio ambiente e prejudicando a saúde das pessoas, já que possuem substâncias químicas (chumbo, cádmio, mercúrio, berílio, etc.).

    Por: Fernandal Educaçãol 13/11/2014

    O projeto "Conquistando um sorriso" está sendo desenvolvido no segundo semestre do ano de 2014 na Escola Estadual 29 de Novembro pelos professores e alunos do ensino médio, turno matutino, visando ampliá-lo para o ano de 2015. Ele tem a perspectiva de mostrar aos alunos a importância de doar um pouco de si em projetos sociais, e ainda percebendo que a escola assume hoje um papel importante na sociedade é que nós decidimos colocar em prática este projeto.

    Por: anacleil Educaçãol 13/11/2014
    Antonio Rosemir do Carmo

    Este artigo tem como objetivo, analisar o processo de construção da aprendizagem através da mediação. Para tanto, o método utilizado foi à leitura de autores que abordam a temática, possibilitando uma reflexão do ponto de vista do autor sobre o desencadeamento da construção de aprendizagem mediada. O educador deve atuar como mediador do conhecimento, de forma que os alunos aprendam os saberes escolares em interação com o outro, e não apenas recebam-no passivamente.

    Por: Antonio Rosemir do Carmol Educaçãol 06/11/2014 lAcessos: 19
    Antonio Rosemir do Carmo

    Vivemos um momento de grandes mudanças no cenário mundial advindas, principalmente do desenvolvimento tecnológico. Cada vez mais somos "bombardeados" por novos equipamentos tecnológicos que têm influenciado nossa vida em todos os sentidos. Dessa forma, esse trabalho tem a pretensão de refletir sobre algumas mudanças ocorridas na sociedade nos últimos cinco anos, em decorrência do desenvolvimento tecnológico.

    Por: Antonio Rosemir do Carmol Educaçãol 08/08/2010 lAcessos: 11,962
    Antonio Rosemir do Carmo

    O objetivo deste trabalho, o estudo do levantamento de dados bibliográficos, considerando as contribuições de diversos pesquisadores e educadores que estudam, sob diversos olhares, a formação de professores em serviço como uma das condições necessárias para a constituição de um professor profissional capaz de atuar de maneira competente em diversas situações desafiadoras da profissão, bem como reconhecer-se como sujeito- autor da sua formação continuada, refletindo sobre o seu saber-fazer.

    Por: Antonio Rosemir do Carmol Educaçãol 08/08/2010 lAcessos: 1,782
    Antonio Rosemir do Carmo

    Refletir sobre os Cursos de Licenciatura Plena implantados no Município de Saboeiro – Ceará, com o objetivo de qualificar os professores da rede municipal de ensino e melhorar os indicadores educacionais locais, bem como, entender qual a contribuição, de fato, desses cursos para a melhoria do ensino no período de 2000 a 2010, é o objetivo deste trabalho que não se encerra aqui, mas que pretende aprofundar-se como dissertação do Mestrado em Ciências da Educação da Faculdade San Carlos em parceria

    Por: Antonio Rosemir do Carmol Educaçãol 08/08/2010 lAcessos: 754
    Antonio Rosemir do Carmo

    O objetivo deste trabalho é refletir sobre o papel da escola e do professor na construção do saber crítico do aluno. Hoje, sabemos, o saber sistematizado aprendido nos bancos escolares, precisa levar o educando à sua emancipação enquanto sujeito de múltiplas relações e a escola no desempenho de sua função de ensinar e o professor no exercício de sua função, facilitarão a apreensão desse conhecimento e fomentando o exercício pleno da cidadania nos espaços escolares.

    Por: Antonio Rosemir do Carmol Educaçãol 21/10/2009 lAcessos: 51,887 lComentário: 8
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