Relações Sintagmáticas E Associativas

13/01/2010 • Por • 2,761 Acessos

1. INTRODUÇÃO

As relações e as diferenças entre termos linguísticos se desenvolvem em duas esferas distintas, cada uma das quais e gerada de certa ordem de valores; as oposições entre essas duas ordens fazem compreender melhor a natureza de cada uma. correspondem as duas formas de nossas atividades mental, ambos indispensávaveis para a vida da lingua.

"(conforme Bagna - 2002), deixa-se de investigar como único foco de estudo o exame de língua, que se centraliza basicamente no estudo da gramática de frase, buscando-se entender os fenômenos de interação social via linguagem,a relação entre lingua e sociedade, a aquisição da língua pela criança, os processos que envolvem o ensino formal da lingua e do controle social exercido pelas idéologias veiculadas no discurso" 

2. IMUTABILIDADE

Se, com relação à idéia que representa o significante aparece como escolhido livremente, em compensação com relação a comunidade línguistica que o emprega não é livre; é oposto, nunca se consulta a massa social nem o significante escolhido pela lingua que poderia ser substituída pela outra. A ´língua não pode, pois equipara-se a um contrato puro e simples, e é justamente por este lado que o estudo do signo linguístico se faz interessante, pois se quise demonstrar que a lei admitida numa coletividade é algo que se suporta e não uma regra livremente consentida; a língua é a que oferece a prova mais concluente disso.

2.1  RELAÇÕES FUNDADAS NO CARÁTE DA LÍNGUA

De um lado à discurso os termos estabelecem entre si,envirtude seu encadeamento, onde exclui a possibilidade de pronuncias de dois elementos ao mesmo tempo; este se alinham um após o outro na cadeia da fala, tais combinações que se apoiam na extensão, sendo pela qual podem serem chamadas de sintagmas. Os sintagmás se compõem sempre de duas ou mais unidades consecutivas, (Exemplos: re-ler, contra todos, a vida humana, Deus é bom,se fizer bom tempo, sairemos, etc.) colocado no sintagmá, um termo só admite seu valor porque se opõe no que precede ou ao que segue, ou a ambos, por outro lado fora do discurso as palavras que oferecem algo de comum se associam na memória e assim se formam grupos dentro das quais imperam relações muito diversas.

2.2  A SEMIÓTICA DAS RELAÇÕES ASSOCIATIVAS

Vejamos a palvrava francesa: ensignement ,ou a portuguesa  ensino, onde fará surgir inconcientemente no espírito uma porção de outras palavras, tais como: enseigner, renseigner, etc ou então arnement, changement, ou ainda educatio, apprentssage, por outro todas tem algo de comum entre si.

Vê -se que essas coordenaçõs são de uma espécie bem diferente das primeiras, elas não têm por parte do interior que constitui a lingua de cada individuo, logo chamamos de relação Associativa, visto que enquanto a relação sintagmática existe in praensentia; repousa em dois ou mais termos igualmente presente nuam série efetiva. Ao contrario à relação associativa que une termos in absentia numa série eminemônica vertivél.

E ainda , supõe um tipo determinado, e este por sua vez, só é possivél pela lembrança de um número suficiênte de palavras semelhantes pertencentes à língua ( imperdoável, intolerável, infatigável, etc ). Sucede exatamente o mesmo com frases e gupos de palavras estabelecidas de padrões regulares, combinações como: A terra gira, que te disse, etc, respodem à tipos gerais que têm por sua vez base na lingua sob forma d recordações concretas.

3. FINALIZANDO AS RELAÇÕES SINTAGMAS

Cumpre reconhecer, porem que no domínio do sintagma não há limite categorico entre o fato de língua, testemunho do uso coletivo e o feito de fala, que depende da liberdade individual, onde em um grande número de caso é dificil classificar uma combinação de unidade pell fato de ambos os fatores concorreram para produzi-la e em proporção   impossivel  à ele determinar.

4 - RELAÇÕES ASSOCIATIVAS

Os grupos formados por associações mental não se limitam à aproximar os termos que apresentam algo em comum; o espírito capta a natureza das relações que as unem em cada caso e cria  com isso tantas séries associativas quantas relações diversas existente.

Exemplos: enseignement, enseigner, enseignons, etc ( ensino, ensinar, ensinemos), há uns elementos comuns a todos os termos , o radical, toda via a palavra enseignement, ou ensino, se pode achar implicada numa s´serie baseada em outros elementos comuns; o sufixo ( enseignement, armenet, changement, etc; ensinamento, armamento, desfiguramento, etc) a associação pode ser fundar apenas na analogia dos significados ( ensino, intenção, aprendizagem e educação etc), ou pelo contrario , na simples comunidade da imagem acústicas.

4.1 - DIFERENTE PONTOS DA SINTAGMA E ASSOCIAÇÃO

Enquanto um sintagma suscita em seguida a idéia de uma ordem de sucessão e de um número determinado de elemento, a termos de uma familia. Associativas não se apresentam em números definidos e nem em ordem determinados. Se associamos por exemplo desej-oso, calor-oso, medr-oso, etc... Ser nos a impossivel dizer antecipadamente qual será o número de palavras seguida pela memória, ou a ordem em que parecerão; um termo dado e como o centro de uma constelação, o ponto para ordem convergem outros termos condenados cujo a soma e indefinida.

Ensinamento

Ensinar, aprendizagem, desfiguramento, elemento.

Encimemos, educação, armamento, lento

4.2 - FINALIZANDO AS RELAÇÕES DE ASSOCIAÇÃO

Conforme o que foi visto quanto as duas caracteres da série associativa, ordem , indeterminada e número indefinido, somente o primeiro se verifica sempre; o segundo pode faltar. E o que acontece num tipo construtivo desse gênero de agrupamento, os paradigmas de flexão. Em latim em domini, domino etc. Tema certamente um grupo associativo formando por elemento comum , o tema nominal domim - a quanto a série, porém mais indefinido como a de enseignement, changement etc... O número desses casos e determinado, pelo contrario , sua sucessão não está ordenada especialmente , e é por um ato puramente arbitrário para  a consciência de quase fala, o nominativo não é absolutamente o primeiro caso de declinação, e os termos poderão surgir nesta ou naquela ordem, conforme a ocasião.

5 - CONCLUSÃO

" Conforme Marcos Bagna, a língua em si, une o povo, mas uma idealização em qualqer fundamentação, torna-se motivo de exclusão distanciando-se querer do povo, quer dos últimos grande escritores brasileiros, correspondendo a uma língua elícita, autoritária e acima de tudo inadequada". Não critico as normas cultas, ou seja a forma de como os tradicionais ensinam, isto é não desejo votos, quando se têm que explicar a gramática de forma decorativa; logo abraço a linguistica por está evolução compreensiva; mostrando caminhos que buscam a intelectualidade de descobrir a forma de entender as normas de uma forma contextualidade de descobrir a forma de entender as normas de uma forma contextualizade; ou seja este artigo que apresento visa numa parte inteligente de como as relações sintagmáticas e associativas se relacionam e de que forma elas se apresentam mediante a uma testualização sulfocando o errado dentro do entendimento comunicativo, facilitando toda e qualquer compreensão dentro da linguagem a qual estudada.

6 - REFERÊNCIAS

Ferdinamd de Saussure ( Curso de linguística geral).

História consisa da SEMIÓTICA ( Anne Hénault)

Perfil do Autor

SERGIO SANTANA

Acadêmico do curso de letras: Sergio Henrique Santana da Costa.