Resenha de Artigo: O ensino das ciências sociais nas escolas médicas: revisão de experiências

Publicado em: 27/05/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 224 |

Resenha do Artigo:

NUNES, Everardo Duarte et al . O ensino das ciências sociais nas escolas médicas: revisão de experiências. Ciênc. saúde coletiva,  Rio de Janeiro,  v. 8,  n. 1,   2003.

Credenciais do autor

Everardo Duarte Nunes
graduado-se em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1960), mestrado em Sociologia da Medicina - University of London (1974) e doutorado em Ciências pela Universidade Estadual de Campinas (1976). Atualmente é Professor Colaborador- Departamento de Medicina Preventiva e Social/FCM/Unicamp, atualmente é bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1A; Tem experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase em Saúde Pública, atuando principalmente nos seguintes temas: saúde coletiva, ciências sociais em saúde/Brasil, ciências sociais e saúde/história, sociologia da saúde, saúde mental; processo saúde-doença.

Publicou 88 artigos; 9 livros; 38 capítulos de livros.

Orientou 7dissertações de mestrado e 20 teses de doutorado.

Características do Artigo

Pesquisa documental/bibliográfica

Resumo

O artigo do Professor Everardo Nunes tem como objeto o ensino das ciências sociais nas escolas médicas, objeto este, abordado em outros artigos. De um total de 54 artigos publicados 10 apresentam os descritores "ensino" e "ciências sociais", demonstrando sua aproximação com o tema. Busca, como objetivo destacar alguns aspectos marcantes da introdução do ensino das ciências sociais em décadas anteriores aos anos 80 de diversas experiências e situar o desenvolvimento do ensino das ciências sociais nas escolas médicas no período 1980-2000.

Ocupa-se o autor inicialmente dos aspectos marcantes da introdução do ensino das ciências sociais nas escolas médicas no período anterior aos anos 1980. Destacando cronologicamente as origens das ciências sociais em saúde. Em sua origem, surgem esforços no sentido de construir um quadro de referências para o estudo das relações saúde/doença/medicina/sociedade como campo de produção do conhecimento, e as tentativas de introdução desse conhecimento como prática pedagógica, inicialmente nos Estados Unidos da America - EUA e posteriormente na América Latina e Europa. Os sociólogos Parsons, Goffman, Becker, Ster e Sigerit são citados, pelas contribuições (funcionalismo, interacionalismo simbólico, materialismo histórico e história social da medicina) dadas ao corpo teórico da disciplina em seu surgimento. São mencionadas outras denominações das ciências sociais e a paulatina aproximação entre as ciências do comportamento e as disciplinas biomédicas. A transição entre a perspectiva pluralista da medicina (centrada no paciente) frente o cientificismo, contribuiu para a expansão do paradigma flexneriano. As contribuições dos cientistas do comportamento foram além da "dimensão humanística e humanitária" da relação médico-paciente, por possibilitarem o uso de certas técnicas científicas no "manejo do paciente", tornando-se "agentes de reprodução ideológica" da profissão médica e por corroborarem com os interesses da profissão médica em "expandir e afirmar-se como autoridade científica". A inserção das ciências sociais nas escolas médicas deu-se em alguns espaços e ideologias. Se por um lado, a aliança inicial ocorre com a psiquiatria, por outro as reformas curriculares deram ênfase a necessidade do ensino dessas ciências nas escolas médicas. A "obrigação social das escolas médicas" ocupou o centro dos debates, definindo-se com objetivo principal das reformas curriculares, entre os objetivos secundários, estavam os de cunho pedagógico (aplicação de novos métodos educacionais) e de contexto da profissão (demandas da prática médica e perfil epidemiológico do adoecimento). O Everardo Nunes ao analisar a introdução das ciências sociais na saúde, verificou que os cursos de medicina, foram à porta de entrada, via departamentos de medicina preventiva e social.

As primeiras avaliações no ensino das ciências sociais demonstraram falta de homogeneidade dos conteúdos e uma diversidade de denominações nas disciplinas (ciências sociais, ciências da conduta, sócio-antropologia, psicologia social e sociologia). Num segundo momento, ocupa-se o autor em situar o desenvolvimento do ensino das ciências sociais nas escolas médicas no período 1980-2000, analisando 21 estudos (9 dos EUA, 2 do Canadá, 2 do Brasil, 1 da Inglaterra, 1 do Reino Unido, 1 da Escócia, 1 da Índia, 1 da Finlândia, 1 de Gana, 1 de Israel e 1 da Colômbia)  que se dedicaram a questão do ensino em diversos países, situando os objetivos, os conteúdos e a metodologia do ensino. Ao analisar os objetivos verificou que nem sempre é possível estabelecer de forma clara a divisão entre o que se denomina ciências do comportamento das ciências sociais. Everardo faz uso dos estudos elegíveis, citando Carr J (1981) que mencionou a necessidade de oferecer os conteúdos das ciências do comportamento de maneira mais aprofundada; Gessner PK, Katz LA, Schimpfhauser FT (1981) que enfatizou a capacitação do profissional para dar respostas aos problemas que afetam a saúde humana; Huster M (1981) apontou a diversidade de departamentos ensinando as ciências do comportamento; Mcguire e friedmann (1981) destacando que os conteúdos do campo das ciências sociais deveriam ser mais diretamente relacionados à prática médica;

Os conteúdos abordados nos 21 estudos mostraram uma grande diversidade de conteúdos, agrupados da seguinte forma: 1) comportamento pessoal; 2) comportamento interpessoal; 3) comportamento do médico; 4) comunidade e meio ambiente; 5) organização do cuidado à saúde; 6) organização e estratificação social; 7) políticas de saúde; 8) ética e bioética; 9) diversos, variando de aspectos sociológicos ás políticas de saúde.

Conclusões

O autor chegou às seguintes conclusões: a) o ensino continua tendo um papel fundamental na reprodução do conhecimento das ciências sociais em saúde; b) embora persistam diferenças entre as várias experiências pedagógicas, o ensino das ciências sociais tem procurado estabelecer uma interação entre os conhecimentos biomédicos e sociomédicos; c) em sua grande maioria, as experiências de ensino situam-se nos anos pré-clínicos; d) em relação aos objetivos, observa-se que há uma preocupação em aplicar os aportes teóricos das ciências sociais a diferentes situações, tanto na clínica quanto na comunidade; e) em relação aos conteúdos, percebe-se uma grande dispersão temática que se estende desde o ensino de conceitos básicos de ciências sociais a assuntos específicos da área da saúde; f) para fins analíticos, os conteúdos foram classificados nos seguintes grupos temáticos: comportamento pessoal, comportamento interpessoal, comportamento do médico, comunidade e meio ambiente, organização do cuidado à saúde, organização e estratificação social, políticas de saúde, ética e bioética e diversos; g) persistem as aulas expositivas, mas tem ocorrido uma crescente adoção dos métodos ativos de ensino em pequenos grupos, assim como atividades de pesquisa e entrevistas; h) saliente-se, em algumas experiências, a importância da adoção de recursos audiovisuais, especialmente filmes.

Métodos utilizados pelo autor

Fonte dos dados: Estudos sistematizados (1960-1979). Busca nas bases de dados Lilacs, Medline, Sociological Abstracts no período 1980-2000, com as palavras-chave: "medical education", "behavioral sciences", "social sciences", "social aspects of health", "sociology", "teaching", "medical teaching", além desse material, foram consultados outros artigos e livros que tratam do tema desde as suas origens nos anos 60, totalizando um N= 21 documentos que relataram experiências de ensino.

Descritores: Ciências sociais, Ciências do comportamento, Medicina, Ensino, Currículo, Reformas curriculares, Metodologias de ensino

Key words: Social sciences, Behavioral sciences, Medicine, Teaching, Curriculum, Curriculum reforms, Teaching methodology

Quadro de referências

Almeida MJ 2001; Annandale E & Field D 2001; Badgley RF (ed.) 1966; Becker HS, Geer B, Hughes EC & Strauss A 1961; Berelson B 1968; Blackwell B & Torem M 1982; Bloom SW 1963; Bloom SW ; Bloom SW 1988; Campos RZ & Nunes ED 1976; Carr J 1981; Christakis NA 1995; Cinaem – Comissão Interinstitucional Nacional de Avaliação do Ensino Médico 2000; Cockerham WC (ed.) 2001; Cockerham WC 1983;  Coe RM 1975; Fernandes ME & Oliveira JED 1998; Field D 1988; Fox RC 1989; Gaete Avaria J & Tapia Porta I 1970; García JC 1972; Gessner PK, Katz LA & Schimpfhauser FT 1981; Goffman E 1961; Hernández M & Quevedo E 1992; Herlizch C 1985; Hurster M 1981; Joseph A et al. 1992; Kegeles SM, Jonsen AR & Jameton A 1985; Light DW 1988; MacGregor FC 1960; McGuire FL & Friedmann CTH 1981; MacLeod SM & McCullough HN 1994; Marsiglia RG & Spinelli SP 1995; Merton RK 1957; Nathan RG & Allen JH 1982; Nunes ED 1985; Nunes ED 1992; Nunes ED 1999; Ojanlatva A et al. 1995; OPS – Organización Panamericana de la Salud 1976; Orbell S & Abraham C 1993; Osei Y 1985; Parsons T 1951; Pescosolido BA 1990; Petersdorf RG & Feinstein AR 1981; Priel B. & Rabinowitz B 1988; Quintana PEB 1989; Reid M 2002; Riska E & Vinten-Johansen P 1981; Rosen G 1979; Sachs LA, McPherson C & Knopp W 1984; Sigerist HE [1929] 1960; Stern BJ 1927; Straus R 1957; Taylor KM, Shapiro M, Kelner M 1983; Villanueva CC & Quintana SP 1981; Weller RO 1985; Wells KB, Benson C & Hoff PA 1986;

Apreciação do resenhista

O autor alcançou os objetivos do estudo, fez uso desnecessário de duas palavras chaves (reformas curriculares e metodologias de ensino) por não serem descritores exatos segundo os DesCS/BIREME e MeSH/NCBI, podendo ficar apenas as quatro palavras-chave restantes, quantitativo este, mantendo-se dentro das recomendações da revista ciência & saúde coletiva. Outro ponto que deve ser destacado, foi o fato do autor ter sido aparentemente prolixo, ao repetir fatos citados nos dois períodos do artigo (

Indicações do resenhista

Leitura complementar dos artigos:

NUNES, Everardo Duarte. Ensinando ciências sociais em uma escola de medicina: a história de um curso (1965-90). Hist. cienc. saude-Manguinhos [online]. 2000, vol.6, n.3 ISSN 0104-5970.

GARCIA, Juan César. Paradigmas para la enseñanza de las ciencias sociales en las escuelas de medicina. Rev. cub. salud pública,  La Habana,  v. 36,  n. 4, dez.  2010 .   NUNES, Everardo Duarte. Análise de alguns modelos utilizados no ensino das ciências sociais nas escolas médicas: bases teóricas. Rev. Saúde Pública,  São Paulo,  v. 12,  n. 4, dez.  1978 .  

NUNES, Everardo Duarte. Ensinando ciências sociais em uma escola de medicina: a história de um curso (1965-90). Hist. cienc. saude-Manguinhos [online]. 2000, vol.6, n.3 ISSN 0104-5970.

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 0 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/resenha-de-artigo-o-ensino-das-ciencias-sociais-nas-escolas-medicas-revisao-de-experiencias-5938274.html

    Palavras-chave do artigo:

    ciencias sociais

    ,

    ciencias do comportamento

    ,

    medicina

    Comentar sobre o artigo

    Segundo RAYMUNDO (1992)o que dificulta o enquadramento teórico da Administração é o fato de ela transitar livremente entre o senso comum. A Administração é praticada não só entre aqueles que possuem formação acadêmica específica, como também é possível encontrar em diversas organizações administradores que não são formados e contam somente com o pratica. Encarar a Administração, como um corpo de conhecimentos dotados de um objeto de estudos, é requisito que a qualifica como ciência.

    Por: Pedro D`arc Rocha dos Santosl Negóciosl 25/07/2009 lAcessos: 6,076 lComentário: 1
    Wyllamy Bomfim Andrade Santos

    O presente artigo visa uma abordagem analítica a respeito do pensamento de Max Weber sob o prisma da Sociologia e Ciência, ministrando e enquadrando os conceitos pertinentes durante toda explanação. Suas concepeções teóricas bem como seu engajamento sociológico abrem um leque de possibilidades para observar na sociedade o real papel de funções/sentidos que, de certa forma, norteiam o panorama metodológico weberiano.

    Por: Wyllamy Bomfim Andrade Santosl Educação> Ciêncial 17/06/2011 lAcessos: 738
    Betinha Cordeiro Fernandes (Elizabeth)

    O artigo aborda a repetição de comportamentos por gerações da mesma família, pelo viés da transmissão psíquica. Destaca os mecanismos positivos e negativos dos processos identificatórios e projetivos, que tanto podem estruturar o indivíduo quanto concorrer para a psicopatologia vincular - de casais, entre pais e filhos, sendo as raízes de muitos comportamentos violentos familiares, que atravessam os muros ou cortinas dos lares.

    Por: Betinha Cordeiro Fernandes (Elizabeth)l Educação> Ensino Superiorl 24/07/2009 lAcessos: 1,653
    Patrícia Barreto de Souza

    O presente artigo propõe-se a tentativa de compreender o embate Religioso/Científico representado em Quills. A película pode ser compreendida como materialização de duas configurações discursivas diferentes, que coloca constantemente em interlocução os sujeitos em conflito, construídos pelos discursos da Religião e da Ciência, ambos disciplinadores do desejo da Escrita de Sade.

    Por: Patrícia Barreto de Souzal Literatural 05/02/2011 lAcessos: 427 lComentário: 1

    A ansiedade hoje é considerada o grande mal, o grande inimigo a ser enfrentado neste século XXI. Em decorrência de uma ansiedade excessiva, podem surgir os distúrbios emocionais que desempenham papel importante, precipitando início, recorrência ou agravamento de sintomas, distinguindo das doenças puramente orgânicas. Porém, elas podem se transformar em doenças crônicas e tendem a associar-se com outros distúrbios psicossomáticos, podendo ocorrer numa família, em diferentes períodos da vida de um paciente ou em certos ambientes de trabalho e até de lazer.

    Por: Patrícia Coelhol Saúde e Bem Estar> Medicinal 01/07/2009 lAcessos: 2,573
    Osmir Aparecido Cruz

    Tendo como ponto de partida Lógica, Wittgenstein trata de compor sua filosofia, explicando a relação entre o homem, o mundo e linguagem, expondo-o a limitação da qual todo homem é submetido, em razão da sua própria linguagem relacionado ao seu pensamento e conseqüentemente ao mundo.

    Por: Osmir Aparecido Cruzl Educação> Ensino Superiorl 01/11/2010 lAcessos: 258

    O presente trabalho visa tratar da alteração do registro civil face à mudança de sexo, tendo em vista ser um assunto atual e ainda polêmico, face aos diversos entendimentos e visões previstas, abordando seus pontos jurídicos relevantes, tais como os princípios constitucionais e infraconstitucionais que o regem, assim como todas as demais leis e resoluções que tratam e disciplinam o tema, fundamentando e levantando os direitos e hipóteses jurídicas havidas na situação daqueles que passaram pelo

    Por: Graziella Pinheiro Godoy Matosl Direitol 19/11/2012 lAcessos: 45
    Romilda Aparecida Lima

    Este artigo tem como objetivo abordar alguns atributos da personalidade humana a fim de apontar alguns aspectos dos temperamentos de forma geral e a influência deles na vida dos cinco jovens que passam a conversar constantemente numa sala de chat. Além disso, para promover a discussão e a compreensão da abordagem mais adequada de entendimento sobre o nosso temperamento para com as demais pessoas, em se abordando as diferentes atitudes frente as mais diversas situações diárias vividas por todos.

    Por: Romilda Aparecida Limal Educação> Ensino Superiorl 19/11/2012 lAcessos: 203
    marco mammoli

    A dor ,por não possuir órgão responsável por ela, está presente em algum momento em todas as patologias.É um sintoma quase que comum.Provavelmente ,é um dos sofrimentos mais antigos do homem além do medo. Como nas situações de difícil resolução, a dor a dor nos traz sentimento de total impotência.É o que mais leva pacientes em busca de tratamento. De abordagem e diagnóstico complexos estão presentes em uma clinica polimórfica multicausal, seja por envolvimento orgânico, emocional ou ambos.

    Por: marco mammolil Saúde e Bem Estar> Medicinal 16/08/2010 lAcessos: 4,825

    Com o advento da globalização, a educação é tida como o maior recurso de que se dispõe para enfrentar essa nova estruturação mundial. Objetiva-se evidenciar a importância dos alunos encontrarem na escola não só evidências de seu próprio mundo, mas também aparato capaz de os "cunharem" para uma participação social plena e não "fatiada", como sugere o estudo por disciplinas. Jovens e adultos, público cada vez mais informatizado, exige que as disciplinas deixem de ser apresentadas de forma isolada.

    Por: KÁTIA CÉLIA FERREIRAl Educaçãol 18/12/2014

    A expressão artística faz parte da história humana desde os tempos mais remotos. Sendo assim, a Arte é um dos modos de conhecimento ao qual os estudantes devem também ter acesso, assumindo-se como sujeitos capazes de apreciação estética e criação artística, articuladas aos processos e mediações da cultura contemporânea. Diante das mudanças pelas quais o ensino-aprendizagem de Arte passou, vê-se a necessidade de discorrer a respeito da presença desta disciplina no currículo escolar, revendo sua i

    Por: KÁTIA CÉLIA FERREIRAl Educaçãol 18/12/2014

    Sabe-se que a educação é responsável pela formação do aluno enquanto cidadão, de maneira a prepará-lo para a vida em sociedade, para que saiba atuar criticamente nesse meio. Assim, a escola inclusiva busca complementar a formação do aluno por meio das relações de convivência, uma vez que conviver com o diferente é parte desse processo de formação, até porque, como já mencionamos, é na escola que o aluno desenvolve seus aspectos cognitivos, motores e psicológicos.

    Por: Rosely dos Santos Ferreiral Educaçãol 17/12/2014

    As revela à existência de ações políticas e sociais que possam concretizar e promover a efetividade da inclusão social da pessoa com necessidade educacional especial. Vejo que a sociedade deve compreender como se dá o processo de ensino-aprendizagem da criança com Síndrome de Down na Educação Básica, as dificuldades enfrentadas e as possibilidades e mecanismos de reconhecimento e aceitação dessas limitaçõ

    Por: Rosely dos Santos Ferreiral Educaçãol 17/12/2014

    No processo de inclusão a escola propõe a conviver com o "diferente", aceitá-lo, auxiliá-lo, e muitas vezes aprender algo com essas crianças. Entretanto para oferecer uma inclusão verdadeira é preciso entender as particularidades das crianças, mediar a socialização de forma que todos trabalham para o aprendizado de cada uma delas, em benefício de todos. Pretendo contribuir com as discussões éticas e educacionais que envolvem a formação da criança Down por meio da educação.

    Por: Rosely dos Santos Ferreiral Educaçãol 17/12/2014

    A educação escolar é um dos contextos em que a criança aprende e desenvolve-se nos aspectos cognitivos, emocional e social. Por isso a necessidade de incluir a criança com necessidades especiais na escola, pois atender a todos é parte do processo educativo, por isso a diversidade cultural e outras questões sociais precisam ser vivenciadas também em sala de aula.

    Por: Rosely dos Santos Ferreiral Educaçãol 17/12/2014

    Apresento algumas características que identificam a criança Down, o conceito de Educação Inclusiva e Educação básica, e da diversidade na educação. Relacionam-se aspectos positivos da inclusão da criança Down na Educação Básica e como deve acontecer essa inclusão, enumerando as dificuldades no processo de inclusão da criança Down na Educação Básica. Conceitua-se a Síndrome de Down e sua identificação, bem como o tratamento e a motivação para inserir a criança com deficiência na Educação Básica.

    Por: Rosely dos Santos Ferreiral Educaçãol 17/12/2014

    O estudo realizado teve como foco principal compreender os avanços no processo de construção do conhecimento dos alunos de uma turma de 3º ano, através dos jogos matemáticos, priorizando, desse modo, a ludicidade no ensino. A pesquisa foi desenvolvida durante o estágio realizado pela acadêmica e pesquisadora junto a uma turma de 3º ano.

    Por: Luziane Da Silva Costal Educaçãol 15/12/2014
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast