"Só Existirá Democracia No Brasil No Dia Em Que Se Montar No País A Máquina Que Prepara As Democracias. Essa Máquina É A Da Escola Pública"
"Só existirá democracia no Brasil no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a da escola pública"
Anísio Teixeira (1900-1971), educador brasileiro
O século que inicia prenuncia uma mudança radical no trabalho docente. As pesquisas emergentes sugerem o esgotamento da pedagogia hegemônica (teoria da transmissão de conteúdos, conhecida também por Pedagogia Auditiva, Pedagogia Tradicional ou Pedagogia da Exclusão). Para darmos conta de todos os aspectos do aprender, temos que considerar um cenário epistemológico, integrando conceitos tais como: sistemas complexos e adaptativos, sistemas aprendentes, parâmetro dinâmico e auto-organizativos, etc. São conceitos que transmigram de diversas áreas da ciência e vêm questionar a atividade docente.
Diante dos resultados que obtemos nas escolas, percebemos que ainda prevalece a educação tradicional, situação em que os educandos são medidos por quantidades de acertos e nunca por qualidade, nunca na sua individualidade. Sabemos que toda a avaliação dita objetiva é também subjetiva, pois há um sujeito elaborador do instrumento de avaliação. E sabemos também que sem o subjetivo o objetivo perde sentido. Porém este tem reações bizarras quando são avaliados. Fator este percebido na última prova para efetivar professores. Imagine em um total de 26.000 inscritos somente 111 tiraram nota 10 e o restante se recusaram a fazer a prova, porque? Será que não sabiam dissertar sobre o que convivem no seu dia a dia? As "provas", priorizando a dimensão cognitiva, construída segundo níveis de dificuldades, são o terror dos estudantes, motivos de traumas e desistências. E foi isto o que aconteceu com aqueles que se dizem donos do saber, se viram na mesma condição do educando. Este segundo porém mesmo com a possibilidade de errar , tem a coragem de submeter-se a este martírio chamado "prova" ou "avaliação" que seja, o professor a referência de um conhecimento que o aluno aceita ou não segundo a utilidade que este tenha no seu projeto de vida. Concluimos então que ao contrário de "impor" conhecimentos, devemos fazer com que os alunos dialoguem com os conhecimentos, isto é, visar uma cabeça bem feita e não cabeça bem cheia. Pois só os professores é que tem legitimidade para não querer ser avaliados, assim podem continuar a colocar fora da escola os alunos que não têm uma conduta correta, em vez de se esforçarem por melhorar esses alunos; assim se explica o abandono escolar que nós temos. Os professores usam a escola apenas para seu proveito, e não mexem uma palha para melhorar o ensino. Para quê esforçar-se se sem trabalho chegam ao topo da carreira. Mediante as tendências educacionais, faz se necessário que nós professores e futuros professores que só pensamos na avalaiação quantitaiva do aluno mudemos nossa posição no olhar para estes alunos . Isto porque quando chega a vez de nós sermos avaliados fugimos, como ratos, fazemos manifestos inconcebíveis.Ou seja, o professor deve deixar o papel de protagonista, e assumir o papel de mediador destes conhecimentos e aprender junto, deixando prevalecer em suas aulas espaços que surjam inquietações em que os educandos confrontam seus conhecimentos, tornando-os assim sujeito ativo da construção de seu aprendizado. Este professor busca interatividade com seus alunos propõe o conhecimento, não o transmite. Em sala de aula ele é mais que instrutor, treinador, parceiro, conselheiro, guia, facilitador, colaborador. Ele é formulador de problemas, provocador de situações, arquiteto de percursos, mobilizador das inteligências múltiplas e coletivas na experiência do conhecimento. Ainda segundo os autores este professor deve saber motivar o seu aluno ; entretanto para que passe este conhecimento e este tenha efeito positivo , faz se necessário este novo professor que seja pesquisador, para assim motivar conhecimentosComo já dito antes este novo professor é promotor de conhecimentos, e ao mesmo tempo em que ensina, ele aprende, ele respeita as diferenças pessoais de seu alunos e está sempre atento em suas aulas, percebendo onde tem que melhorar e está sempre em busca de novos conhecimentos, disponibiliza domínios do conhecimento para que os alunos possam construir seus mapas e conduzir suas explorações, individualmente e em cooperação, na sala de aula presencial e/ou à distância.Como já dito antes este novo professor é promotor de conhecimentos, e ao mesmo tempo em que ensina, ele aprende, ele respeita as diferenças pessoais de seu alunos e está sempre atento em suas aulas, percebendo onde tem que melhorar e está sempre em busca de novos conhecimentos, disponibiliza domínios do conhecimento para que os alunos possam construir seus mapas e conduzir suas explorações, individualmente e em cooperação, na sala de aula presencial e/ou à distância.
(Artigonal SC #817261)
Palavras-chave do artigo:
PROFESSOR- EDUCAÇÃO - DEMOCRACIA
O professor é um importante agente que pode estimular a participação política para a vida e a construção moral dos seus alunos.
Eu professor, é um dos grandes desafios ser professor, estar professor é comodo, especialmente por não exigir o comprometimento de ser professor; a acumulação de expecativas em torno do professor,nao permite que passamos pela docência sem nos contagirmos com as necessidades e convergencias de papéis que essa profissao congrega.
O ensino muitas vezes é baseado no livro didático e com isso, temos a grande preocupação de nos perguntarmos, e se não existisse o livro didático, o que seria daqueles profissionais que não sabem trabalhar sem o mesmo. Assim vendo por está análise é evidente que é preciso inovar, e está inovação parte da mentalidade de cada profissional, que tem que entender que o livro didático é apenas um material que serve de apoio para o dia-a-dia.
Resenha referente as relações entre alunos e professores dentro do espaço escolar (sala de aula), sob a ótica empírica dos atores.
Será que o livro didático contribuiu ou contribui para o conhecimento da população brasileira? A primeira resposta possível; certamente seria com uma outra questão que ainda podeira ser muito pior. E se não existisse o livro didático, como seria o ensino em nosso país? O ensino no Brasil é baseado no livro didático, e isso foi compreendido, como a fonte principal do conhecimento, basta apenas trabalhar diariamente com o livro didático, que o conhecimento é absorvido facilmente, tanto para quem
Ser professor nos dias de hoje está cada vez mais complicado, os docentes muitas vezes não possuem qualificação suficiente, e da mesma forma, muitos alunos, gerados em uma sociedade deficiente, chegam até a escola sem conhecer valores como: respeito, moral e ética.
Foram eles que nos ensinaram, repetidas vezes, a diferença entre o certo e o errado. Dia após dia aprendemos a juntar letras, formar palavras e montar frases com sentido.
Artigos que relatam um pouco de minha experiencia enquanto vendedor e professor de vendas. Mostra a importância de avaliarmos as aulas como vendas e as vendas como aulas.
Uma pequena reflexão sobre a brevidade da vida
A TV Globo está errando demais, na tela. Agora, no site sobre artigos, está re-publique. Quem disse que tem hífen?
Escrito em 2008, em conjunto com o professor João Batista Araújo e Oliveira, mostra como é injustificável a celebração do Governo para os resultados da Prova Brasil e IDEB. Foi publicado no Blog do Noblat e do professor Simon Schwartzman
Histórico da Escokla de Ensino Fundamental e Médio Mosenhor Vicente Bezerra
Como bons patriotas, é importante compreendermos corretamente a letra do hino de nosso país. O amor genuíno a nosso próprio país ajuda-nos em nossa autoestima.
Saber o que é educação, de quem é a obrigação de educar, o que pensam os autores, o que fazer para melhorar a educação? São perguntas que todos fazem, mas as respostas nem sempre modificam o quadro atual.
Na contemporaneidade, as questões referentes a inclusão têm ocupado um lugar de destaque, principalmente no cenário educacional. Assim, pode-se pensar nas articulações da modernidade, que ao traçar a identidade do sujeito pedagógico como estável buscam a demarcação da diferença, de modo que esta possa ser capturada e pensada em relação a certos padrões de normalidade. Busca-se discutir o delineamento dos processos de inclusão e exclusão ao posicionarem a diferença no espaço da diversidade.
Este trabalho tem por objetivo mostrar que a ética está no dia-a-dia das pessoas. Está inserida no cuidado com o material escolar; na atenção com os colegas;no respeito aos familiares e educadores;na valorização do patrimônio cultural e histórico;no cuidado com o ambiente.
"Só existirá democracia no Brasil no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a da escola pública" Anísio Teixeira (1900-1971), educador brasileiro O século que inicia prenuncia uma mudança radical no trabalho docente. As pesquisas emergentes sugerem o esgotamento da pedagogia hegemônica (teoria da transmissão de conteúdos, conhecida também por Pedagogia Auditiva, Pedagogia Tradicional ou Pedagogia da Exclusão). Para darmos conta de todos os aspectos do aprender, temos que considerar um cenário epistemológico, integrando conceitos tais como: sistemas complexos e adaptativos, sistemas aprendentes, parâmetro dinâmico e auto-organizativos, etc. São conceitos que transmigram de diversas áreas da ciência e vêm questionar a atividade docente.
RESUMO: A presente pesquisa bibliográfica tem como objetivo abordar a importância dos contos de fadas na vida da criança; na formação de sua personalidade, principalmente no primeiro ciclo de sua infância; enfocar um trabalho em que a criança desenvolva o hábito e o prazer da leitura; principalmente dos “Clássicos Contos de Fadas”; tanto em casa quanto na escola, espera-se que o desenvolvimento deste trabalho venha ser de forma geral tanto nas leituras auditivas, quanto nas visuais


