Todos Pela Educção
Ao nos depararmos com o insucesso de um aluno, tanto a família quanto a escola passam a trocar desnecessárias acusações em busca dos culpados. Acredito que o problema dos malsucedidos, deve ser diagnosticado e tratado pela escola, família e especialistas no decorrer do processo educacional a fim de que ações preventivas sejam colocadas em prática em busca de um redirecionamento de posturas entre envolvidos. Porém, o que é causa de surpresa nesse universo todo, são pais que em meados de novembro (somente agora) demonstram inédita estranheza com a atual situação dos seus filhos que, nesse instante, já acumulam excesso de faltas associado a médias capazes de promover a indesejada retenção escolar. A pergunta então é automática: “___ Só agora pais? Onde estavam desde o princípio?” Atitudes de responsabilidade precisam ser frequentes e permeiam caminhos de promoção da coletividade e da integração entre as partes.
Espantar-se tardiamente, pode ser o rascunho da ausência das responsabilidades inerentes aos pais, além é claro, da gravidade da situação, pois outros problemas podem estar nas suas entrelinhas, como por exemplo, violências de todas as espécies. Inquietar-se apenas agora mediante uma situação fruto do que a organização escolar sinaliza desde o princípio por meio de boletins, reuniões, bilhetes, telefonemas, etc. é, no mínimo, incoerente com a imagem de “família comprometida” preocupada em encaminhar filhos ao sucesso desejado por todos. Se não há tempo para irem à escola (o que eu acredito ser um descaso total), pelo menos, observem o que a escola está fazendo com seus filhos analisando atitudes, materiais, trabalhos, amizades, relações que se formam e aprendizados obtidos. Por fim, participem de maneira preventiva e não somente com posturas tardias desprovidas da parceria ativa esperada pela paisagem escolar desde o início do processo educacional. E então? Todos para a escola ou a educação dos seus filhos não é prioridade?
(Artigonal SC #1450912)
Este artigo apresenta algumas considerações sobre o processo de inclusão, elaboradas a partir dos relatos de professores e de instituições que trabalham com alunos com necessidades educacionais especiais incluídos em classes regulares nas instituições de ensino da rede pública e privada. Apresenta a narrativa dos professores que atuam com crianças com necessidades especiais e não possuem formação em Educação Especial e de professores que possuem especialização na área, assim como o parecer das instituições de ensino e o sentimento dos pais e ou responsáveis deste alunado. O estudo também proporciona a visão da evolução da educação especial no Brasil de 1996 a 2006.
Mais um ano letivo sinaliza seu final e, nesse instante somos levados a analisar conquistas e insucessos a fim de redirecionar posturas, realizar planejamentos e avaliar desempenhos. Em meio a um sistema frágil e merecedor de investimentos e mudanças, precisamos estar cientes das responsabilidades enquanto articuladores capazes de formar cidadãos conscientes da sua real função na sociedade – discurso clássico de sempre, porém, válido.
É cada vez mais crescente a preocupação sobre a presença da indisciplina nas mediações escolares, visto o tempo perdido na prática pedagógica com essas questões. Inferimos que permeia o termo indisciplina uma questão social, que transcende as barreiras escolares, arraigando aos seus agravantes carências afetivas, diferentes formas de cultura, as organizações familiares e a ação das mesmas, além do paradigma de trabalho e hierarquização da escola e a atuação docente.
Este trabalho de conclusão de curso apresenta um estudo de uma proposta interdisciplinar, motivadora, onde levaremos educadores e educandos a refletir e contextualizar as propostas, em que a teoria seja estudada em sala de aula e a prática conhecida através do que denominamos Passeio Cultural. Acreditamos que para se ter uma educação de qualidade é necessário entender que os alunos aprendem quando relacionem fatos, confrontam pontos de vista e refletem criticamente o que aprenderam.
O presente artigo diz respeito a um prévio levantamento teórico-metodológico para dissertação de Mestrado em Planejamento do Desenvolvimento Sustentável, no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos, a pesquisa inter-relaciona gestão de resíduos sólidos, políticas públicas e ações que visam a geração de renda para famílias que atuam na cadeia de coleta e comercialização de resíduos sólidos para reciclagem na Cidade de Belém, Estado do Pará.
Uma pequena reflexão sobre a brevidade da vida
A TV Globo está errando demais, na tela. Agora, no site sobre artigos, está re-publique. Quem disse que tem hífen?
Escrito em 2008, em conjunto com o professor João Batista Araújo e Oliveira, mostra como é injustificável a celebração do Governo para os resultados da Prova Brasil e IDEB. Foi publicado no Blog do Noblat e do professor Simon Schwartzman
Histórico da Escokla de Ensino Fundamental e Médio Mosenhor Vicente Bezerra
Como bons patriotas, é importante compreendermos corretamente a letra do hino de nosso país. O amor genuíno a nosso próprio país ajuda-nos em nossa autoestima.
Saber o que é educação, de quem é a obrigação de educar, o que pensam os autores, o que fazer para melhorar a educação? São perguntas que todos fazem, mas as respostas nem sempre modificam o quadro atual.
Na contemporaneidade, as questões referentes a inclusão têm ocupado um lugar de destaque, principalmente no cenário educacional. Assim, pode-se pensar nas articulações da modernidade, que ao traçar a identidade do sujeito pedagógico como estável buscam a demarcação da diferença, de modo que esta possa ser capturada e pensada em relação a certos padrões de normalidade. Busca-se discutir o delineamento dos processos de inclusão e exclusão ao posicionarem a diferença no espaço da diversidade.
Este trabalho tem por objetivo mostrar que a ética está no dia-a-dia das pessoas. Está inserida no cuidado com o material escolar; na atenção com os colegas;no respeito aos familiares e educadores;na valorização do patrimônio cultural e histórico;no cuidado com o ambiente.
Acredito que o universo escolar anseia por profissionais mais modernos, audaciosos, dinâmicos, indispensavelmente bem humorados, musicais, dançantes, sem rótulos, estratégicos, competentes, éticos, desprovidos de preconceitos e, acima de tudo, capazes de aproximar crianças e adolescentes da realidade coerente com a prevenção, com a modernidade e com a preparação rumo a um futuro brilhante – o que é direito de todos.
O momento é de pagar ou, quem sabe, renegociar as despesas originadas durante as comemorações que finalizaram 2009 e inauguraram nova década. Cartão de crédito, limite bancário, empréstimos, cheques e até mesmo os tradicionais “caderninhos” exigem quitação – o que em muitos casos, com certeza, não irá ocorrer. E isso, talvez seja fruto da falta da população entender seus direitos e deveres enquanto contribuintes responsáveis que discursamos ser.
Acredito que, se nós docentes nos portássemos tanto em período letivo como fora dele, em busca de soluções para os problemas evidentes que assolam o dia a dia da humanidade, várias realidades poderiam ser diferentes – e isso é, sem sombra de dúvidas, o papel de todo ser humano, seja ele educador, empresário, policial, aposentado, bancário ou qualquer outro profissional. Precisamos questionar aquele que se diz professor exclusivamente em horário escolar. Educador é ser contínuo e permanente, ou m
Acredito estarmos vivendo em épocas, no mínimo, questionáveis e tal pensamento é fruto de várias novidades que se acentuam diariamente em meio a todos.
Mais um ano letivo sinaliza seu final e, nesse instante somos levados a analisar conquistas e insucessos a fim de redirecionar posturas, realizar planejamentos e avaliar desempenhos. Em meio a um sistema frágil e merecedor de investimentos e mudanças, precisamos estar cientes das responsabilidades enquanto articuladores capazes de formar cidadãos conscientes da sua real função na sociedade – discurso clássico de sempre, porém, válido.
Ao nos depararmos com o insucesso de um aluno, tanto a família quanto a escola passam a trocar desnecessárias acusações em busca dos culpados. Acredito que o problema dos malsucedidos, deve ser diagnosticado e tratado pela escola, família e especialistas no decorrer do processo educacional a fim de que ações preventivas sejam colocadas em prática em busca de um redirecionamento de posturas entre envolvidos.
Formar cidadãos conscientes dos seus direitos e deveres é ultrapassar a barreira do discurso pronto e encaminhar os elementos do universo escolar a praticar ações modificadoras de realidades e não somente manter instituições servindo como instrumento de repasse de informações e acumulando interesses esquerdos ao propósito educacional.
Ao nos depararamos com o último bimestre escolar, somos levados a analisar realidades típicas da época, como por exemplo, o índice de alunos com médias abaixo do mínimo exigido, bem como, os reais motivos que encaminharam tais estudantes a esse patamar tão indesejado ao universo educacional.


