A Educação Infantil No Mundo

Publicado em: 29/05/2009 |Comentário: 2 | Acessos: 13,221 |

HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO INFANTIL[1]

A burguesia, a fim de firmar seu posicionamento frente à sociedade, deixou de obedecer as determinações da igreja,  buscando novas estratégias para reivindicar formas mais concretas de vida, por isso, era necessário recorrer a uma educação que lhes desse condições de dominar a natureza. Dessa forma os fundamentos sociais, morais, econômicos, culturais e políticos da sociedade antiga foram sendo superados desde a instauração da sociedade moderna, surgindo no início do século XVII as primeiras preocupações com a educação das crianças pequenas, resultantes do reconhecimento e valorização que elas passaram a ter no meio em que viviam, e com isso surgem mudanças no quadro educacional. Com as modificações nas relações sociais que se estabelece na Idade Moderna (séc. XVII) a criança passa a ter um papel central nas preocupações da família na sociedade.

No material on line sobre a História da Educação Infantil, no site uff.br/feuff/departamentos/docs_organizacao_mural/educacaoinfantil_e_leis.doc: (2008), destaca-se que:

A partir do século XIII, há um crescimento das cidades devido ao comércio. A Igreja Católica perde o poder com o surgimento da burguesia, sendo este o responsável pela assistência social. Concentra-se a pobreza. E a partir do século XVI, descobertas científicas provocaram o prolongamento da vida, ao menos da classe dominante. Neste mesmo momento surgem duas atitudes contraditórias no que se refere à concepção de criança: uma a considera ingênua, inocente e é traduzida pela paparicação dos adultos; enquanto a outra a considera imperfeita e incompleta e é traduzida pela necessidade do adulto moralizar a criança. Essas duas atitudes começam a modificar a base familiar existente na Idade Média, dando espaço para o surgimento da família burguesa.

No século XVIII a era pré-industrial e industrial necessitava das massas com um mínimo de estabilidade e, para isso, família estável seria um instrumento útil para a sujeição. Assim surge uma nova organização social da família, e essa é fruto da evolução política e econômica da época moderna. Dessa forma, percebe-se que esse sentimento surgiu quando a sociedade passou a ter consciência da particularidade infantil, particularidade essa que distingue essencialmente a criança do adulto.

Pode-se constatar que Campanella (1973) já demonstrava uma preocupação com a educação da criança pequena e, desde então, verificou-se que surgiram as primeira propostas educativas contemplando a educação da criança de 0 a 6 anos.

Muitos autores se destacaram no desenvolvimento da Educação Infantil, dentre eles: Comênius, Rousseau, Pestalozzi e Froebel, desenvolvendo seus ideais sobre educação e incluindo aí a educação para a infância, influenciados por idéias de universalização dos conteúdos da instrução, seu caráter moderno e científico, a didática revolucionária, a articulação da instrução com o trabalho, a importância do trabalho agrícola, sempre marginalizado na reflexão dos filósofos e pedagogos.

De acordo com Almeida, (2008), disponível no material on line: http://www.omep.org.br/artigos/palestras/01.pdf, Comênio é reconhecido como o maior educador e pedagogista do século XVII e um dos principais pensadores da história da Pedagogia. Com a “Didática Magna”, enfatiza a importância da economia do tempo para o ensino. Esta foi organizada em quatro períodos considerando os anos de desenvolvimento, quais sejam: a infância, puerícia, adolescência e juventude, sendo que cada um desses períodos durava seis anos. Ao ler o plano da escola materna, podemos constatar que ele foi elaborado atribuindo aos pais uma tarefa educativa de muita responsabilidade, pois cabia-lhes a responsabilidade pela educação da criança antes dos sete anos.

Todos os ramos principais que uma árvore virá a ter, ela fá-los despontar do seu tronco, logo nos primeiros anos, de tal maneira que, depois apenas é necessário que eles cresçam e se desenvolvam. Do mesmo modo, todas as coisas, que queremos instruir um homem para utilidade de toda a vida, deverão ser-lhes plantadas logo nesta primeira escola. (COMÊNIO in ALMEIDA, 2008)

Comênio atribui aos pais a responsabilidade da educação da criança pequena, representando um avanço para a época, pois até então, os pais não tinham tal responsabilidade, além disso o grande Pedagogista destaca que o período infantil tem suas especificidades e suas repercussões na vida do ser humano, e com esses pensamentos ampliou o trabalho em diversas áreas, como como afirma Almeida (2008) a Metafísica, ciências Físicas, óptica, astronomia, geografia, cronologia, história, aritmética, geometria, estática, artes mecânicas, dialética,gramática, retórica, poesia, música, economia doméstica, política, moral (ética),religião e da piedade.

Diante disso o homem busca uma sistematização do saber,  realizando novas tentativas de ação para transmitir às crianças, a moderna instrução, que de acordo com Manacorda (1989, p.227) “de um conteúdo ‘real’ e ‘mecânico’, isto é, científico-técnico em vista de atividades trabalhistas ligadas às mudanças que vinham acontecendo nos modos de produção”.

A partir deste momento a Revolução Burguesa introduziu a necessidade de elaboração de novos métodos educacionais, adequados à nova ordem social e “sob a forma oblíqua do deísmo, primeiro, e depois sob a forma mais crua do ceticismo, a burguesia se esforçou por expulsar a igreja dos seus últimos redutos”.

É nesse contexto que Almeida (2008) destaca as contribuições de Jean Jacques Rousseau, “no delineamento da educação da criança pequena de sua época. Considerado como uma das personalidades mais destacadas da história da pedagogia, apesar de não ter sido propriamente um educador”. Influenciando grandemente a educação na modernidade, considerando a criança como um ser pensante que vive em um mundo próprio. Almeida (2008) “evidenciando a necessidade de não mais considerar a criança como um homem pequeno, mas que ela vive em um mundo próprio cabendo ao adulto compreendê-la”.

Ao ressaltar esse aspecto, direciona a discussão para o reconhecimento da necessidade de se enxergar a infância com um período distinto, que apresenta características peculiares, as quais precisam ser estudadas e respeitadas. Rousseau chama atenção para esse aspecto ao afirmar:

Procuram sempre o homem no menino, sem cuidar no que ele é antes de ser homem. Cumpre, pois, estudar o menino. Não se conhece a infância; com as falsas idéias que se tem dela, quanto mais longe vão mais se extraviam. A infância, tem maneiras de ver, de pensar, de sentir, que lhes são próprias. (LUZURIAGA, 2001p. 166)

Rousseau foi um dos primeiros filósofos a defender a idéia de que a infância é um período específico no desenvolvimento humano. Segundo Rousseau (In: Drouet, 1997, p. 11) desde a Idade Média até o século XVIII a criança era vista como ‘um adulto em miniatura’. Um ser que sabia menos, ignorante, e não um ser que tinha estrutura de pensamento diferente do adulto.

Entretanto verifica-se que cada idade, cada etapa da vida tem sua perfeição conveniente, a espécie de maturidade que lhe é própria. Assim, a infância é um período em que se vê, se pensa e sente o mundo de um modo próprio. "A ação do educador, neste período, “deve ser uma ação natural, que considere as peculiaridades da infância, que marcam a diferença em relação à razão adulta”. (ROCHA,1995, p.41)

Diante deste contexto, Eby (1978, p. 395) lembra que Rousseau apresenta novas idéias, principalmente quando “Introduziu a concepção de que a criança era um ser com características próprias em suas idéias e interesses, e desse modo não mais podia ser vista como um adulto em miniatura”, onde por meio de suas idéias educacionais, pode-se dizer que provocou uma revolução na pedagogia, centrando os interesses pedagógicos no aluno e não mais no professor, onde a infância não era apenas uma via de acesso, um período de preparação para a vida adulta, mas tinha valor em si mesma, cabendo ao professor afastar tudo o que pudesse impedir a criança de viver plenamente sua condição e ritmo da natureza, contrariando os dogmas religiosos da época, que preconizavam o controle dos infantes pelos adultos.

Almeida (2008) destaca ainda que no Século XVIII, no auge da Revolução Francesa, destaca-se a figura de Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827), considerado o “educador da humanidade”.

Influenciado por Rousseau, preocupou-se com a formação do homem natural, contrariamente ao seu antecessor, buscou unir esse homem à sua realidade histórica. O autor também reagiu contra o intelectualismo excessivo da educação tradicional, considerando que a força vital da educação estaria na bondade e no amor. Para ele, o aluno passa da posição passiva para uma posição ativa, onde a ação significa: observação, investigação, coleta de material e experimentação.

O sistema pedagógico de Pestalozzi tinha como pressuposto básico propiciar à infância a aquisição dos primeiros elementos do saber, de forma natural e intuitiva. Foi considerado um dos precursores da educação nova que ressaltou a importância de se psicologizar a educação e definí-la em função das necessidades de crescimento e desenvolvimento da criança. Com isso Pestalozzi inovou os métodos didáticos com o uso do lápis, lousas individuais, letras do alfabeto em cartões, excursões de observação e coleta de material, instrução simultânea em classe, também destacou o valor educativo do trabalho manual, bem como a importância da criança desenvolver destreza prática.

De acordo com Oliveira (2002, p. 14), Pestalozzi em 1774, criou um orfanato para crianças pobres em Stanz, e defendia que a educação deveria ocorrer em um ambiente o mais natural possível, sob um clima de disciplina estrita mas amorosa, o que contribuiria para o desenvolvimento do caráter infantil.

Para Pestalozzi a organização da escola era feita da seguinte maneira: uma classe com os que tinham menos de oito anos, outra com os meninos de oito a onze anos e a terceira com os alunos de doze a dezoito anos.

Nascimento e Moraes (2008) disponível no site:br.geocities.com/maeutikos/pdfspedagogia/PESTALOZZI.DOC, Frederick Eby resume com clareza os princípios educacionais de Pestalozzi, relacionados a seguir:

1) Pestalozzi tinha uma fé indomável e contagiante na educação com o meio supremo para o aperfeiçoamento individual e social. Seu entusiasmo obrigou reis e governantes a se interessarem pela educação das crianças dos casebres. Democratizou a educação, proclamando ser o direito absoluto de toda criança ter plenamente desenvolvidos os poderes que Deus lhe havia dado.

2) Psicologizou a educação. Quando não havia ciência psicológica digna desse nome, e embora ele próprio tivesse apenas as mais vagas noções sobre a natureza da mente humana, Pestalozzi viu claramente que uma teoria e uma prática corretas de educação deviam ser baseadas numa tal ciência.

3) Foi o primeiro a tentar fundamentar a educação no desenvolvimento orgânico mais que a transmissão de idéias.

4) Pesquisou as leis fundamentais do desenvolvimento.

5) A educação começa com a percepção de objetos concretos, o desempenho de ações concretas e experiência de respostas emocionais reais (...)

6) O desenvolvimento é uma aquisição gradativa de poder. Cada forma de instrução deve progredir de modo lento e gradativo.

 7) A religião é mais profunda do que dogmas, ou credos, ou a memorização do catecismo ou das Escrituras. Pestalozzi exigia que os sentimentos religiosos fossem despertados antes que palavras ou símbolos viessem a ser levados à criança.

8) Vários recursos metodológicos novos devem sua origem a Pestalozzi. Empregava as letras do alfabeto presas a cartões e introduziu lousas e lápis. A inovação mais importante foi a da instrução simultânea, ou em classe. Isso não era novo, mas não havia sido posto em prática de um modo generalizado.

9) Pestalozzi revolucionou a disciplina, baseando-a na boa vontade recíproca e na cooperação entre aluno e professor.

10) Deu novo impulso à formação de professores e ao estudo da educação como uma ciência".

Para Pestalozzi a família constitui a base de toda a educação por ser o local em que encontramos o afeto e o trabalho comum. Afirma também que a experiência religiosa íntima e não-confessional desperta o sentimento religioso na criança.

 

[1] A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. (LDB 9394/96, Art. 29).

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/a-educacao-infantil-no-mundo-942990.html

    Palavras-chave do artigo:

    educacao infantil mundo surgimento

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    ANGELA DA SILVA SOARES

    Este artigo tem como objetivo discutir as relações entre o brincar, a criança e a aprendizagem. Tendo como pressuposto a teoria sócio-interacionista, desenvolvida por Vigotsky e seus colaboradores Leontiev e Elkonin, esta teoria concebe a construção do conhecimento como um processo histórico-social, viabilizado pelas interações sociais, nas quais as crianças se apropriam da cultura, da forma dos homens de ser e agir no mundo.

    Por: ANGELA DA SILVA SOARESl Educação> Educação Infantill 31/03/2011 lAcessos: 6,533

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    Por: Maria Carolina Gomes Camposl Educação> Educação Infantill 28/05/2012 lAcessos: 1,527

    O presente estudo propõem uma reflexão sobre as limitações e possibilidades do ensino de Geografia na Educação Infantil. São objetivos da pesquisa através de leituras, caracterizar as etapas da criança segundo teorias do desenvolvimento de Vygotsky e Piaget; especificar os conceitos importantes para auxiliar obter noções espaciais; analisar a importância da orientação espacial e temporal; pesquisar estratégias para trabalhar o ensino de Geografia na Educação Infantil.

    Por: maristela brum peroniol Educação> Educação Infantill 28/03/2011 lAcessos: 9,586 lComentário: 1
    ANGELA DA SILVA SOARES

    Este trabalho tem como objetivo apresentar um estudo sobre concepção de infância e Educação Infantil, demonstrando a evolução histórica do sentimento de infância e sua repercussão no atendimento às crianças pequenas. As transformações ocorridas no campo da Educação Infantil estão estritamente ligadas à visão que se tem da criança. De um quase anonimato, a criança passa a ser percebida de uma forma romântica e evolui para um sujeito histórico-cultural, com status de cidadão. Diante desse panorama, a Educação Infantil teve que acompanhar as novas especificidades no tratamento destinado às crianças, originando um novo perfil de educador, que tem que se apropriar dos pressupostos pedagógicos necessários para o desenvolvimento de uma prática docente de qualidade.

    Por: ANGELA DA SILVA SOARESl Educação> Educação Infantill 29/07/2009 lAcessos: 91,343 lComentário: 5
    JORGE ELISSANDER N. BALBINO

    Nesse estudo, procurou-se evidenciar a evolução do segmento de educação infantil especificamente no município de Juiz de Fora, Minas Gerais, analisando sobre a educação infantil no Brasil e no município e as relações entre os profissionais da educação infantil.

    Por: JORGE ELISSANDER N. BALBINOl Educação> Ensino Superiorl 16/02/2011 lAcessos: 1,964

    O presente artigo trata das possibilidades da capoeira para o público infantil, fazendo um resgate histórico e crítico da inserção desta arte na educação formal e sua expansão pelo mundo.

    Por: Jean Adriano Barros da Silval Educação> Ciêncial 28/09/2008 lAcessos: 3,812
    EDINALVA COSTA DE ANDRADE

    O Gestor na Educação Infantil, atualmente é visto sob um novo paradigma,baseado na visão global do conhecimento.Assim sob o novo perfil, não se preocupa somente com a parte burocrática do ensino, como em todo o contexto que se situa o ensino a a aprendizagem.Deve ser um mediador de um trabalho democrático.Como gestor na educação infantil,ser conhecedor das novas perspectivas da organização dos espaços pedagógicos desse nível de ensino. Conhecedor da criança na sua faixa etária, 0 a 6 anos.

    Por: EDINALVA COSTA DE ANDRADEl Educação> Educação Infantill 20/11/2014
    Verônica Carreiro

    O presente trabalho tem como objetivo ser uma contribuição para o debate acerca da importância das brincadeiras para o desenvolvimento infantil. Nesse intuito o trabalho busca explorar as posições mais correntes acerca das atividades lúdicas e sua importância para a Pedagogia e a sociedade em geral. Para ampliar a discussão buscou-se embasamento teórico sobre o desenvolvimento da criança.

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    A educação das crianças foi uma função considerada por muito tempo sendo uma responsabilidade das famílias ou de um determinado grupo social ao qual a mesma fazia parte, e assim ela aprendia, adquiria conhecimentos e era moldada seguindo as acepções que do meio. Porém com a grande transformação da sociedade e suas estruturas, logo o sistema educacional também sofreu muitas mudanças dando mais importância para a formação infantil.

    Por: Maria Zilda da Silva Barbosal Educação> Educação Infantill 20/07/2014 lAcessos: 82

    Como obter as informações de que necessitamos para acompanhar os percursos dos estudantes? Como apreender os modos como eles representam os conceitos? Como saber o que pensam sobre o que ensinamos para pensarmos nas possibilidades pedagógicas que assegurariam a qualidade do ensino-aprendizagem? Como proceder para que os estudantes evidenciem seus avanços e suas dificuldades?

    Por: Maria Cristinal Educação> Educação Infantill 18/11/2014

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    Por: Maria Cristinal Educação> Educação Infantill 18/11/2014

    A prática educativa está fortemente relacionada a processos de comunicação e interação entre os seres, que a utilizam para assimilar seus saberes, habilidades, técnicas, valores, atitudes, e, através disso, construir novos saberes. Sendo assim, não se pode reduzir a educação ao simples ato de ensinar e a pedagogia como um conjunto de métodos que possibilita o ensino. Sendo assim, surge um questionamento essencial a todo aquele que quer compreender, viver e fazer pedagogia: quem é o pedagogo?

    Por: Maria Cristinal Educação> Educação Infantill 18/11/2014

    A questão da inclusão de pessoas portadoras de necessidades especiais em todos os recursos da sociedade ainda é muito incipiente no Brasil. Movimentos nacionais e internacionais têm buscado um consenso para formatar uma política de inclusão de pessoas portadoras de deficiência na escola regular.

    Por: Jania Gasques bordonil Educação> Educação Infantill 17/11/2014
    Liamara Lucia de Almeida Cacho

    Nos anos iniciais, a disciplina que trabalha as noções históricas, de espaço e tempo é chamada de Estudos Sociais. Neste período o professor deve transmitir aos alunos noções fundamentais de organização da vida em sociedade, de como se organiza o próprio município, da atuação das autoridades, organizações e hierarquias, noções de respeito e educação cidadã, além dos deveres e direitos humanos.

    Por: Liamara Lucia de Almeida Cachol Educação> Educação Infantill 14/11/2014 lAcessos: 11
    Liamara Lucia de Almeida Cacho

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    Por: Liamara Lucia de Almeida Cachol Educação> Educação Infantill 14/11/2014
    Liamara Lucia de Almeida Cacho

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    Por: Liamara Lucia de Almeida Cachol Educação> Educação Infantill 14/11/2014

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    Empreendedores são pessoas que desejam participar ativamente da construção de um mundo novo, não apenas como expectadores, mas como atores das mudanças globais da atualidade. De modo geral a pesquisa busca conhecer as ações dos empreendedores nas organizações e dessa forma, saber como eles podem e devem contribuir para o crescimento e desenvolvimento. Especificamente buscou-se: diagnosticar o perfil "empreendedor"; identificar os desafios que a administração propõe ao gestor público.

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    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 24/07/2012 lAcessos: 71

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    José Valdir Pereira 13/10/2009
    ok
    -2
    valdir Pereira 08/10/2009
    olá foi muito proveitosso,ler seus artigos.MAIS você acreditaria que;quem leu foi um anaufabeto,um inguinorante?
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