A Educação Infantil No Mundo

Publicado em: 29/05/2009 |Comentário: 2 | Acessos: 12,724 |

HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO INFANTIL[1]

A burguesia, a fim de firmar seu posicionamento frente à sociedade, deixou de obedecer as determinações da igreja,  buscando novas estratégias para reivindicar formas mais concretas de vida, por isso, era necessário recorrer a uma educação que lhes desse condições de dominar a natureza. Dessa forma os fundamentos sociais, morais, econômicos, culturais e políticos da sociedade antiga foram sendo superados desde a instauração da sociedade moderna, surgindo no início do século XVII as primeiras preocupações com a educação das crianças pequenas, resultantes do reconhecimento e valorização que elas passaram a ter no meio em que viviam, e com isso surgem mudanças no quadro educacional. Com as modificações nas relações sociais que se estabelece na Idade Moderna (séc. XVII) a criança passa a ter um papel central nas preocupações da família na sociedade.

No material on line sobre a História da Educação Infantil, no site uff.br/feuff/departamentos/docs_organizacao_mural/educacaoinfantil_e_leis.doc: (2008), destaca-se que:

A partir do século XIII, há um crescimento das cidades devido ao comércio. A Igreja Católica perde o poder com o surgimento da burguesia, sendo este o responsável pela assistência social. Concentra-se a pobreza. E a partir do século XVI, descobertas científicas provocaram o prolongamento da vida, ao menos da classe dominante. Neste mesmo momento surgem duas atitudes contraditórias no que se refere à concepção de criança: uma a considera ingênua, inocente e é traduzida pela paparicação dos adultos; enquanto a outra a considera imperfeita e incompleta e é traduzida pela necessidade do adulto moralizar a criança. Essas duas atitudes começam a modificar a base familiar existente na Idade Média, dando espaço para o surgimento da família burguesa.

No século XVIII a era pré-industrial e industrial necessitava das massas com um mínimo de estabilidade e, para isso, família estável seria um instrumento útil para a sujeição. Assim surge uma nova organização social da família, e essa é fruto da evolução política e econômica da época moderna. Dessa forma, percebe-se que esse sentimento surgiu quando a sociedade passou a ter consciência da particularidade infantil, particularidade essa que distingue essencialmente a criança do adulto.

Pode-se constatar que Campanella (1973) já demonstrava uma preocupação com a educação da criança pequena e, desde então, verificou-se que surgiram as primeira propostas educativas contemplando a educação da criança de 0 a 6 anos.

Muitos autores se destacaram no desenvolvimento da Educação Infantil, dentre eles: Comênius, Rousseau, Pestalozzi e Froebel, desenvolvendo seus ideais sobre educação e incluindo aí a educação para a infância, influenciados por idéias de universalização dos conteúdos da instrução, seu caráter moderno e científico, a didática revolucionária, a articulação da instrução com o trabalho, a importância do trabalho agrícola, sempre marginalizado na reflexão dos filósofos e pedagogos.

De acordo com Almeida, (2008), disponível no material on line: http://www.omep.org.br/artigos/palestras/01.pdf, Comênio é reconhecido como o maior educador e pedagogista do século XVII e um dos principais pensadores da história da Pedagogia. Com a “Didática Magna”, enfatiza a importância da economia do tempo para o ensino. Esta foi organizada em quatro períodos considerando os anos de desenvolvimento, quais sejam: a infância, puerícia, adolescência e juventude, sendo que cada um desses períodos durava seis anos. Ao ler o plano da escola materna, podemos constatar que ele foi elaborado atribuindo aos pais uma tarefa educativa de muita responsabilidade, pois cabia-lhes a responsabilidade pela educação da criança antes dos sete anos.

Todos os ramos principais que uma árvore virá a ter, ela fá-los despontar do seu tronco, logo nos primeiros anos, de tal maneira que, depois apenas é necessário que eles cresçam e se desenvolvam. Do mesmo modo, todas as coisas, que queremos instruir um homem para utilidade de toda a vida, deverão ser-lhes plantadas logo nesta primeira escola. (COMÊNIO in ALMEIDA, 2008)

Comênio atribui aos pais a responsabilidade da educação da criança pequena, representando um avanço para a época, pois até então, os pais não tinham tal responsabilidade, além disso o grande Pedagogista destaca que o período infantil tem suas especificidades e suas repercussões na vida do ser humano, e com esses pensamentos ampliou o trabalho em diversas áreas, como como afirma Almeida (2008) a Metafísica, ciências Físicas, óptica, astronomia, geografia, cronologia, história, aritmética, geometria, estática, artes mecânicas, dialética,gramática, retórica, poesia, música, economia doméstica, política, moral (ética),religião e da piedade.

Diante disso o homem busca uma sistematização do saber,  realizando novas tentativas de ação para transmitir às crianças, a moderna instrução, que de acordo com Manacorda (1989, p.227) “de um conteúdo ‘real’ e ‘mecânico’, isto é, científico-técnico em vista de atividades trabalhistas ligadas às mudanças que vinham acontecendo nos modos de produção”.

A partir deste momento a Revolução Burguesa introduziu a necessidade de elaboração de novos métodos educacionais, adequados à nova ordem social e “sob a forma oblíqua do deísmo, primeiro, e depois sob a forma mais crua do ceticismo, a burguesia se esforçou por expulsar a igreja dos seus últimos redutos”.

É nesse contexto que Almeida (2008) destaca as contribuições de Jean Jacques Rousseau, “no delineamento da educação da criança pequena de sua época. Considerado como uma das personalidades mais destacadas da história da pedagogia, apesar de não ter sido propriamente um educador”. Influenciando grandemente a educação na modernidade, considerando a criança como um ser pensante que vive em um mundo próprio. Almeida (2008) “evidenciando a necessidade de não mais considerar a criança como um homem pequeno, mas que ela vive em um mundo próprio cabendo ao adulto compreendê-la”.

Ao ressaltar esse aspecto, direciona a discussão para o reconhecimento da necessidade de se enxergar a infância com um período distinto, que apresenta características peculiares, as quais precisam ser estudadas e respeitadas. Rousseau chama atenção para esse aspecto ao afirmar:

Procuram sempre o homem no menino, sem cuidar no que ele é antes de ser homem. Cumpre, pois, estudar o menino. Não se conhece a infância; com as falsas idéias que se tem dela, quanto mais longe vão mais se extraviam. A infância, tem maneiras de ver, de pensar, de sentir, que lhes são próprias. (LUZURIAGA, 2001p. 166)

Rousseau foi um dos primeiros filósofos a defender a idéia de que a infância é um período específico no desenvolvimento humano. Segundo Rousseau (In: Drouet, 1997, p. 11) desde a Idade Média até o século XVIII a criança era vista como ‘um adulto em miniatura’. Um ser que sabia menos, ignorante, e não um ser que tinha estrutura de pensamento diferente do adulto.

Entretanto verifica-se que cada idade, cada etapa da vida tem sua perfeição conveniente, a espécie de maturidade que lhe é própria. Assim, a infância é um período em que se vê, se pensa e sente o mundo de um modo próprio. "A ação do educador, neste período, “deve ser uma ação natural, que considere as peculiaridades da infância, que marcam a diferença em relação à razão adulta”. (ROCHA,1995, p.41)

Diante deste contexto, Eby (1978, p. 395) lembra que Rousseau apresenta novas idéias, principalmente quando “Introduziu a concepção de que a criança era um ser com características próprias em suas idéias e interesses, e desse modo não mais podia ser vista como um adulto em miniatura”, onde por meio de suas idéias educacionais, pode-se dizer que provocou uma revolução na pedagogia, centrando os interesses pedagógicos no aluno e não mais no professor, onde a infância não era apenas uma via de acesso, um período de preparação para a vida adulta, mas tinha valor em si mesma, cabendo ao professor afastar tudo o que pudesse impedir a criança de viver plenamente sua condição e ritmo da natureza, contrariando os dogmas religiosos da época, que preconizavam o controle dos infantes pelos adultos.

Almeida (2008) destaca ainda que no Século XVIII, no auge da Revolução Francesa, destaca-se a figura de Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827), considerado o “educador da humanidade”.

Influenciado por Rousseau, preocupou-se com a formação do homem natural, contrariamente ao seu antecessor, buscou unir esse homem à sua realidade histórica. O autor também reagiu contra o intelectualismo excessivo da educação tradicional, considerando que a força vital da educação estaria na bondade e no amor. Para ele, o aluno passa da posição passiva para uma posição ativa, onde a ação significa: observação, investigação, coleta de material e experimentação.

O sistema pedagógico de Pestalozzi tinha como pressuposto básico propiciar à infância a aquisição dos primeiros elementos do saber, de forma natural e intuitiva. Foi considerado um dos precursores da educação nova que ressaltou a importância de se psicologizar a educação e definí-la em função das necessidades de crescimento e desenvolvimento da criança. Com isso Pestalozzi inovou os métodos didáticos com o uso do lápis, lousas individuais, letras do alfabeto em cartões, excursões de observação e coleta de material, instrução simultânea em classe, também destacou o valor educativo do trabalho manual, bem como a importância da criança desenvolver destreza prática.

De acordo com Oliveira (2002, p. 14), Pestalozzi em 1774, criou um orfanato para crianças pobres em Stanz, e defendia que a educação deveria ocorrer em um ambiente o mais natural possível, sob um clima de disciplina estrita mas amorosa, o que contribuiria para o desenvolvimento do caráter infantil.

Para Pestalozzi a organização da escola era feita da seguinte maneira: uma classe com os que tinham menos de oito anos, outra com os meninos de oito a onze anos e a terceira com os alunos de doze a dezoito anos.

Nascimento e Moraes (2008) disponível no site:br.geocities.com/maeutikos/pdfspedagogia/PESTALOZZI.DOC, Frederick Eby resume com clareza os princípios educacionais de Pestalozzi, relacionados a seguir:

1) Pestalozzi tinha uma fé indomável e contagiante na educação com o meio supremo para o aperfeiçoamento individual e social. Seu entusiasmo obrigou reis e governantes a se interessarem pela educação das crianças dos casebres. Democratizou a educação, proclamando ser o direito absoluto de toda criança ter plenamente desenvolvidos os poderes que Deus lhe havia dado.

2) Psicologizou a educação. Quando não havia ciência psicológica digna desse nome, e embora ele próprio tivesse apenas as mais vagas noções sobre a natureza da mente humana, Pestalozzi viu claramente que uma teoria e uma prática corretas de educação deviam ser baseadas numa tal ciência.

3) Foi o primeiro a tentar fundamentar a educação no desenvolvimento orgânico mais que a transmissão de idéias.

4) Pesquisou as leis fundamentais do desenvolvimento.

5) A educação começa com a percepção de objetos concretos, o desempenho de ações concretas e experiência de respostas emocionais reais (...)

6) O desenvolvimento é uma aquisição gradativa de poder. Cada forma de instrução deve progredir de modo lento e gradativo.

 7) A religião é mais profunda do que dogmas, ou credos, ou a memorização do catecismo ou das Escrituras. Pestalozzi exigia que os sentimentos religiosos fossem despertados antes que palavras ou símbolos viessem a ser levados à criança.

8) Vários recursos metodológicos novos devem sua origem a Pestalozzi. Empregava as letras do alfabeto presas a cartões e introduziu lousas e lápis. A inovação mais importante foi a da instrução simultânea, ou em classe. Isso não era novo, mas não havia sido posto em prática de um modo generalizado.

9) Pestalozzi revolucionou a disciplina, baseando-a na boa vontade recíproca e na cooperação entre aluno e professor.

10) Deu novo impulso à formação de professores e ao estudo da educação como uma ciência".

Para Pestalozzi a família constitui a base de toda a educação por ser o local em que encontramos o afeto e o trabalho comum. Afirma também que a experiência religiosa íntima e não-confessional desperta o sentimento religioso na criança.

 

[1] A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. (LDB 9394/96, Art. 29).

Avaliar artigo
5
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 9 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/a-educacao-infantil-no-mundo-942990.html

    Palavras-chave do artigo:

    educacao infantil mundo surgimento

    Comentar sobre o artigo

    ANGELA DA SILVA SOARES

    Este artigo tem como objetivo discutir as relações entre o brincar, a criança e a aprendizagem. Tendo como pressuposto a teoria sócio-interacionista, desenvolvida por Vigotsky e seus colaboradores Leontiev e Elkonin, esta teoria concebe a construção do conhecimento como um processo histórico-social, viabilizado pelas interações sociais, nas quais as crianças se apropriam da cultura, da forma dos homens de ser e agir no mundo.

    Por: ANGELA DA SILVA SOARESl Educação> Educação Infantill 31/03/2011 lAcessos: 5,745

    O brincar é uma atividade imprescindível no desenvolvimento da criança, e a Educação infantil segue um novo rumo embasado na importância do brinca e no oferecimento de brinquedos e brincadeiras contextualizados ás propostas pedagógicas, que possibilitem aprendizagem e desenvolvimento em múltiplos aspectos.Seguindo essa temática,o artigo em andamento tem como objetivo analisar, dentro de um contexto lúdico, os aspectos cognitivo,social e afetivo de um grupo de crianças na escola.

    Por: Maria Carolina Gomes Camposl Educação> Educação Infantill 28/05/2012 lAcessos: 1,279

    O presente estudo propõem uma reflexão sobre as limitações e possibilidades do ensino de Geografia na Educação Infantil. São objetivos da pesquisa através de leituras, caracterizar as etapas da criança segundo teorias do desenvolvimento de Vygotsky e Piaget; especificar os conceitos importantes para auxiliar obter noções espaciais; analisar a importância da orientação espacial e temporal; pesquisar estratégias para trabalhar o ensino de Geografia na Educação Infantil.

    Por: maristela brum peroniol Educação> Educação Infantill 28/03/2011 lAcessos: 8,213 lComentário: 1
    ANGELA DA SILVA SOARES

    Este trabalho tem como objetivo apresentar um estudo sobre concepção de infância e Educação Infantil, demonstrando a evolução histórica do sentimento de infância e sua repercussão no atendimento às crianças pequenas. As transformações ocorridas no campo da Educação Infantil estão estritamente ligadas à visão que se tem da criança. De um quase anonimato, a criança passa a ser percebida de uma forma romântica e evolui para um sujeito histórico-cultural, com status de cidadão. Diante desse panorama, a Educação Infantil teve que acompanhar as novas especificidades no tratamento destinado às crianças, originando um novo perfil de educador, que tem que se apropriar dos pressupostos pedagógicos necessários para o desenvolvimento de uma prática docente de qualidade.

    Por: ANGELA DA SILVA SOARESl Educação> Educação Infantill 29/07/2009 lAcessos: 85,852 lComentário: 5
    JORGE ELISSANDER N. BALBINO

    Nesse estudo, procurou-se evidenciar a evolução do segmento de educação infantil especificamente no município de Juiz de Fora, Minas Gerais, analisando sobre a educação infantil no Brasil e no município e as relações entre os profissionais da educação infantil.

    Por: JORGE ELISSANDER N. BALBINOl Educação> Ensino Superiorl 16/02/2011 lAcessos: 1,892

    O presente artigo trata das possibilidades da capoeira para o público infantil, fazendo um resgate histórico e crítico da inserção desta arte na educação formal e sua expansão pelo mundo.

    Por: Jean Adriano Barros da Silval Educação> Ciêncial 28/09/2008 lAcessos: 3,751
    Verônica Carreiro

    O presente trabalho tem como objetivo ser uma contribuição para o debate acerca da importância das brincadeiras para o desenvolvimento infantil. Nesse intuito o trabalho busca explorar as posições mais correntes acerca das atividades lúdicas e sua importância para a Pedagogia e a sociedade em geral. Para ampliar a discussão buscou-se embasamento teórico sobre o desenvolvimento da criança.

    Por: Verônica Carreirol Educação> Educação Infantill 22/02/2012 lAcessos: 699
    Fábia Utsch

    A infância é a idade das brincadeiras. Pretendemos demonstrar que através delas a criança satisfaz, em grande parte, seus interesses necessidades e desejos. As brincadeiras dão a oportunidade de as crianças refletirem sobre o mundo. É através do lúdico que ela ordena, desorganiza, destrói e reconstrói o mundo. Nosso objetivo é dar ao educador a oportunidade de compreender a importância das atividades lúdicas na educação infantil. Muitos professores encontram dificuldades em compartilhar certos.

    Por: Fábia Utschl Educação> Educação Infantill 28/11/2012 lAcessos: 200

    O presente artigo tem como objetivo analisar os estágios de evolução do desenho infantil; revisar bibliografia sobre o tema e identificar a influência do desenho infantil na aquisição da escrita por crianças na faixa etária de dois a sete anos.

    Por: Sandra Maria dos Reis Bernardol Educação> Educação Infantill 31/10/2012 lAcessos: 181

    Este artigo pretende discutir a formação de leitores no ensino fundamental sob o ponto de vista dos Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa(PCNs) recomendado para a formação de leitores na escola. Apontando para a necessidade de a escola reconhecer essa ação e sua importância no desenvolvimento humano, e que por meio dela, o aluno é capaz de transpor conflitos, descobrir uma infinidade de informações e transformá-las em conhecimentos funcionais para sua vida.

    Por: Doralice da Silva Marianol Educação> Educação Infantill 19/03/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Explicação do Livro de Foucault: Vigiar e Punir e sua ação pedagógica discriminatória. Para Foucault como para diversos outros epistemólogos, o ser humano não nasce pronto, não tem essência Locke, muito menos uma natureza a qual é atribuído a ela um determinado fundamento, são tábuas rasas, os homens são desenvolvidos pelas suas próprias atividades, que estão relacionadas com o corpo humano, na função do vigiar e punir.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Educação Infantill 15/03/2014 lAcessos: 13
    Romilda Aparecida Lima

    Este artigo tem por objetivo refletir sobre as concepções de superioridade das elites sobre as percepções de infância e adolescência dos séculos XVI a XXI. Essas concepções apontam transformações socioeconômicas no Brasil, que pode nos assinalar a posição que encaixa os adolescentes enquanto seres. Nesta análise, percebe-se que de uma forma, ou de outra, continuam sendo válidas na atualidade, situações que não são novas, mas que se repetem séculos após séculos.

    Por: Romilda Aparecida Limal Educação> Educação Infantill 11/03/2014 lAcessos: 13

    Esse estudo objetivou-se fazer uma revisão bibliográfica sobre transtorno de déficit de atenção/hiperatividade focando na sua etiologia, diagnóstico e tratamento, além da prevalência. Essa pesquisa trouxe importantes contribuições para um melhor entendimento sobre o que seja o TDAH e suas causas.

    Por: Ana Cecília Melo de Mirandal Educação> Educação Infantill 05/03/2014 lAcessos: 16

    Este artigo tem como tema "A importância dos contos para a formação de valores e o desenvolvimento psíquico Infantil", abordando, a relevância que a contação de história demonstra na dimensão lúdica nos aspectos que favorecem o desenvolvimento infantil. Apresenta uma abordagem teórica, que favorece a reflexão e análise do tema. O questionamento que motivou a escolha dessa temática foi: qual é a importância da fantasia no desenvolvimento infantil? A pesquisa bibliográfica fundamentou a elaboração

    Por: Vilma vianal Educação> Educação Infantill 27/02/2014 lAcessos: 27
    Ademilson Rosa

    Quando falamos em educação, o Brasil ocupa sempre as últimas colocações. Todos querem saber de quem é a culpa, mas nem todos querem fazer a sua parte. Se existe alguém que é inocente nessa história, é o professor, pois ele vai para sala de aula transmitir seus conhecimentos, ao invés de ser bem recebido, ele é hostilizado por alunos sem educação.

    Por: Ademilson Rosal Educação> Educação Infantill 26/02/2014 lAcessos: 12

    Todo início de ano temos uma visão panorâmica das consequências da falta de planejamento e atitudes de nossos administradores públicos. Junto com as festas e comemorações, somos bombardeados pelas notícias de enchentes, quedas de barreiras, pessoas que perdem suas casas, seus bens e até mesmo suas vidas

    Por: Central Pressl Educação> Educação Infantill 17/02/2014 lAcessos: 20
    FABRÍCIO DE CARVALHO PIMENTA

    Alfabetização leitura do mundo, leitura da palavra é um livro de Paulo Freire com colaboração de Donaldo Macedo, publicado nos Estados Unidos e traduzido aqui no Brasil por Lólio Lourenço. Letramentos Múltiplos, escola e inclusão social é um livro da dra em Linguística Roxane Rojo. Tento aqui estabelecer uma relação analítica entre esses dois livros e aproximá-los no que se refere aos conceitos de alfabetização. O gênero do texto está muito mais para uma resenha do que propriamente um artigo.

    Por: FABRÍCIO DE CARVALHO PIMENTAl Educação> Educação Infantill 15/02/2014 lAcessos: 32
    SANDRA VAZ DE LIMA

    Empreendedores são pessoas que desejam participar ativamente da construção de um mundo novo, não apenas como expectadores, mas como atores das mudanças globais da atualidade. De modo geral a pesquisa busca conhecer as ações dos empreendedores nas organizações e dessa forma, saber como eles podem e devem contribuir para o crescimento e desenvolvimento. Especificamente buscou-se: diagnosticar o perfil "empreendedor"; identificar os desafios que a administração propõe ao gestor público.

    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 20/08/2013 lAcessos: 58
    SANDRA VAZ DE LIMA

    A Educação Especial é uma modalidade da Educação Básica, fundamentada no princípio da atenção à diversidade. Integram-se o Ensino Regular e a Educação Especial numa concepção da Educação Inclusiva, buscando a participação e permanência de todos os alunos na escola, numa educação de qualidade, onde o atendimento as pessoas com necessidades especiais não requer um ambiente especifico e único, mas sim necessita de recursos físicos, humanos e materiais para que seja possível atender a todos, adaptan

    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 24/07/2012 lAcessos: 2,190
    SANDRA VAZ DE LIMA

    A Tecnologia Educacional é entendida como a área que estuda a aplicação das Tecnologias da Informação e Comunicação - TIC - na educação, a partir de um embasamento da didática, psicologia da aprendizagem e desenvolvimento tecnológico. Assim, as alterações no sistema educativo visam levar em conta as diferenças pessoais, estilos cognitivos, ritmos de aprendizagem, afinidades, áreas de interesse, estratégias de pensamento e motivação.

    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 24/07/2012 lAcessos: 134
    SANDRA VAZ DE LIMA

    Não existe uma única concepção sobre a EaD, pois o conceito evoluiu ao longo do tempo, influenciado pelo avanço das tecnologias da informação e da comunicação. Além disso, a concepção de educação a distância pode variar conforme o autor, sua base teórico-conceitual e sua concepção do que significam educação, ensino e aprendizagem.

    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 24/07/2012 lAcessos: 155
    SANDRA VAZ DE LIMA

    A expectativa é ao mesmo tempo ligada a pessoa e ao interpessoal, também a expectativa se realiza no hoje, e futuro presente, voltado para o ainda-não, para o não experimentado, para o que apenas pode ser previsto. Assim, percebe-se que a expectativa é um sentimento que surge diante de novidades, do diferente.

    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 24/07/2012 lAcessos: 68
    SANDRA VAZ DE LIMA

    Com os anos as análises históricas sofreram inúmeras mudanças, tendo historiadores como Jules Michelet que se preocupavam com histórias nacionais, espírito do povo, representando heróis. Tal autor chamou a atenção por identificar um agente sem rosto – o povo, as massas, como personagem da história e como protagonista dos acontecimentos.

    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 24/07/2012 lAcessos: 125
    SANDRA VAZ DE LIMA

    Conforme o texto "Correntes, campos temáticos e fontes", a escrita e a leitura são indivisíveis e estão contidas no texto, permitindo a comunicação e veicula representações, onde o historiador pergunta sobre quem fala e de onde fala, discutindo sobre ela. As relações entre essas instancias não são diretas nem reflexas, mas sim intermediadas pelo discurso narrativo, e para o entendimento da História Cultural pode ser o da metáfora, pois o discurso explica, fala de algo que se percebe e se entende

    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 24/07/2012 lAcessos: 160
    SANDRA VAZ DE LIMA

    Entende-se que a História é construída conforme as práticas, as culturas de um determinado povo, uma organização social, onde o habitus integra os espaços de experiências, funcionando a cada momento vivido como matriz de sensações.

    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 24/07/2012 lAcessos: 54

    Comments on this article

    2
    José Valdir Pereira 13/10/2009
    ok
    -2
    valdir Pereira 08/10/2009
    olá foi muito proveitosso,ler seus artigos.MAIS você acreditaria que;quem leu foi um anaufabeto,um inguinorante?
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast