ÁS CRIANÇAS E OS NÚMEROS

Publicado em: 04/05/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 9,622 |

Título: "Ás Crianças e os números"

Professora: Keilla Michelle Correia Passos

 

Resumo

O objetivo deste trabalho foi investigar as relações estabelecidas pelas crianças entre os números presentes em seu cotidiano, fora da escola, e os números apresentados pela escola em seus diferentes aspectos. Hoje os tempos são outros e as concepções de Educação Matemática também mudaram. Por isso cabe ao professor oferecer oportunidades , para que as crianças descobriam os números desta façam experiências e descobertas com sua observação e, muitas vezes, orientação, pois, assim elas poderão desenvolver suas habilidades intelectuais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1-INTRODUÇÃO

 

Todos começamos a aprender muito cedo, muito antes de trilharmos os caminhos da escola, nosso aprendizado é construído desde quando nascemos. Com isso podemos resumir nosso processo aprendizado como:

Estamos diante de uma situação, problemas, ficamos inseguros, ansiosos, entramos em desequilíbrio, processo de assimilação/acomodação, mudanças em nossas estruturas e com esta terá acontecido a Aprendizagem. Analisando assim, nos professores na função de Educador e temos de criar novas oportunidades significativas para mostrar o conceito dos números de uma forma significativa, ilustrativa.

Para aumentar nossa probabilidade de sucesso em sala de aula, precisamos conhecer quem são nossos alunos; eles possuem características próprias, conseqüência de distintos fatores, tais como: meio cultural nível socioeconômico, herança genética, educação familiar.

Os conceitos numéricos não podem ser ensinados pela transmissão social, pelo simples fato de que, no conhecimento lógico matemático, a base fundamental é a própria criança, deve aprender a pensar, a observar ao invés de repetir o que foi dito pelo educador.

As palavras um, dois, três, quatro são exemplos de conhecimento social, mas não a quantificação de valores. Onde as crianças repetem o que dizem, mas ao perguntar, por exemplo, o que significa cinco estes não sabe responder.

Segundo Piaget, O fato de ter aprendido a contar verbalmente não significa o domínio do conceito de número. No período intuitivo, a avaliação numérica permanece ligada à disposição dos elementos de um conjunto; basta alterar a distância entre os objetos para que a criança considere que houve alteração do número deles.

Para Piaget, o número era construído sobre conceitos lógicos, tendo como pré-requisitos: O raciocínio transitivo, a conservação do número e a habilidade de área de Matemática constituem um referencial para construção de uma prática que favoreça o acesso área de Matemática constituem um referencial para a construção de uma prática que favoreça o acesso ao conhecimento matemático que possibilite de fato a inserção dos alunos como cidadãos, no mundo do trabalho, das relações sociais e da cultura.

Segundo Constance Kamii,

"O objetivo para "ensinar" o número é o da construção que a criança faz da estrutura mental do número. Uma vez que esta não pode ser ensinada diretamente, o professor deve priorizar o ato de encorajar a criança a pensar ativa e autonomamente em todos os tipos de situações.

Uma criança que pensa ativamente, à sua maneira, incluindo quantidades, inevitavelmente constrói o número. "A tarefa do  professor é a de encorajar o pensamento espontâneo da criança, o que é muito difícil porque a maioria de nós foi treinada para obter das crianças a produção de respostas certas"

2-Desenvolvimento:

 

Nós professores, devemos fazer as coisas acontecerem, conduzir as crianças ao pensamento reflexivo, colocando todas as coisas em todos os tipos de relação.

Devemos propor pensamentos com autonomia

Exemplos de atividades desenvolvidas na demonstração dos números.

 

 

● Boliche

Consiste em contar quantas garrafas será colocado, quantas cada um derrubou quem ganhou etc..

●Cartela Quadriculada

 

Cada jogador (ou cada dupla) tem a sua cartela. Joga o dado e coloca as tampinhas.Ganha quem, preencher a cartela primeiro.

 

●Encaixe de caixas de fósforos

 

Várias caixas de fósforos; na parte de fora o desenho de quantidades representadas e, na parte de dentro numeral. Separar as caixas nas mesas de trabalho. Ganha o jogo o grupo que encaixar primeiro, combinando os números com suas quantidades respectivas.

 

 

 

●Jogo da bandeja

É necessário que cada criança tenha uma bandeja ou caixa de papelão contendo 15 objetos, que podem ser sucatas as mais variadas, e um dado tradicional adaptado com relevo ou de material emborrachado.

Cada criança jogará o dado, na sua vez, retirando de sua bandeja a quantidade de objetos indicadas pelo dado. Ganhará o jogo quem primeiro conseguires vaziar a bandeja.

Pode-se usar o princípio da reversibilidade e da mesma forma encher novamente a bandeja. Também é possível chamar a atenção para o tempo gasto na atividade.

 

●Ovos recheados

 

 Os materiais necessários são: caixas de ovos, um dado tradicional com um bom relevo e um recipiente com grãos para cada aluno. As caixas deverão ser divididas em fileiras de 6 cavidades que serão marcadas de 1 a 6.

Para jogar, cada aluno, na sua vez, lançará o dado e conforme o número indicado, por exemplo, se for 4, ele terá que colocar 4 grãos na cavidade que simboliza o número 4. Ganhará o jogo quem conseguir preencher primeiro todas as cavidades, ou o jogo terminará quando todos concluírem a atividade.

 

Tente imaginar quantas situações assim você pode criar em sua sala de aula e anote-as. Faça uma lista quando você estiver preparando sua aula de matemática.

 

Entretanto, atenção para o seguinte: devemos auxiliar as crianças, mas não responder por elas. Elas devem usar a própria cabeça. A idéia de número não se explica. Ela vai se formando, pouco a pouco, dentro de cada criança. Utilize, pedras, bolas de gude, moedas, garrafas vazias, anúncios de jornal(reconhecimento dos números), botões, dentre outros.O importante é que o professor use a criatividade, a imaginação na hora de demonstrar os números.

Os resultados confirmaram que a aprendizagem se insere num processo mais amplo que o espaço escolar, o que não minimiza o papel da escola na construção do conhecimento, mas revela a necessidade de compreendermos melhor o que as crianças nos "dizem" e sobre como ocorre o processo de aprendizagem, além de contribuir para que lancemos "novos olhares" para o que de fato devemos priorizar no processo de ensinar/aprender matemática.

Hoje, o que se evidencia é quem mesmo que o professor ressalte a importância do conhecimento construído pelas crianças na interação social, este conhecimento, muitas vezes, não tem sido levado em consideração no interior da sala de aula. Isso, no entanto, não ocorre por mero descaso do professor, visto que esse profissional também expôs sua preocupação em como desenvolver o fazer pedagógico de modo a contribuir para que as crianças construam o conhecimento matemático, no caso específico dos números, de maneira significativa. Não raro, o professor demonstrou necessidade de aprofundar sua formação sobre o tema em questão, para assim entender melhor "como" as crianças elaboram esse conhecimento.

Essa constatação fica evidente quando descrevemos a opinião de professores que

Consideram importante saber qual o "repertório numérico" com o qual as crianças chegam à escola, mas verificamos que esta questão não é considerada por eles ao encaminharem o processo de ensinar/aprender matemática, uma vez que as atividades que eles descreveram compreendem somente os aspectos históricos do contar e do medir. Ao agirem desta maneira, os professores perdem valiosa oportunidade de conhecer os questionamentos que as crianças trazem de sua vivência para o contexto escolar, os quais podem contribuir sobremaneira na efetivação do processo de ensinar/aprender matemática.

 

3-Conclusão

            Refere à necessidade de dar ao professor a oportunidade de refletir sobre sua prática pedagógica, propiciando- lhe aprofundar seus conhecimentos sobre o quê, para quê, para quem e como se deve ensinar, a fim de que não cometa o risco de "distorcer" ou ensinar de maneira "equivocada" um conceito às crianças, como atribuir uma função que não existe a determinado aspecto do número.

Também é indispensável que o professor entenda a escrita numérica que as crianças realizam como um objeto social, construído por elas na interação com os diversos significados do número com os quais convivem no "mundo real".

Um professor de Educação Infantil necessita ser, antes de mais nada, um observador atento e um interventor oportuno.É preciso refletir sobre a nossa pratica pedagógica.E que este  avalie constantemente seu trabalho,para que possamos no futuro ter uma Educação Matemática de qualidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bibliografia:

DISCUSSÕES Sobre Modelagem E O Ensino-Aprendizagem. Resumo.

Disponível em www.somatematica.com.br. Acesso em 05 de julho

De 2007.

EVES, H. Introdução à História da Matemática. Ed. Unicamp, 2004.

FREIRE, P. Pedagogia da Esperança. Paz e Terra, 1992

GUELLI, O. Contando a História da Matemática. Coleção, ed. Ática, 1997.

HELLMAN, H. Grandes Debates da Ciência. Ed. Unesp, 1999.

KRULIK, Stephen; REYS, Robert e. Organizadores. Artigos. A Resolução De

Problemas Na Matematica Escolar. 5.ed. São Paulo. Saraiva,

2005.

MEDEIROS, C.F. Por Uma Educação Matemática Como Intersubjetividade.

In: BICUDO, M.A.V. Educação matemática. São Paulo: Cortez,

1987. p. 13-44.

MIGUEL, A; MIORIN,M. A.. A História na Educação Matemática: Propostas e

Desafios. Belo Horizonte. Autêntica, 2004

FERNANDES, C. T. {et al.) Educação Inclusiva – A Construção do Conceito de

Número e o Pré-Soroban. 1. ed. Brasília: MEC, 2006.

GOULART, Í. B.. Piaget – Experiências Básicas para Utilização pelo Professor.

Petrópolis: Vozes, 1983.

KAMII, C.. A Criança e o Número. 2. ed. Campinas: Papirus, 1985.

KAMII, C. com JOSEPH, L. L. Aritmética: Novas Perspectivas – Implicações da

Teoria de Piaget. 6. ed. Campinas: Papirus, 1997.

 

 

 

 

 

 

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/as-criancas-e-os-numeros-2297990.html

    Palavras-chave do artigo:

    educacao matematica

    Comentar sobre o artigo

    Regivaldo Cláudio de Freitas

    O objetivo central do trabalho é promover uma discussão estabelecendo paralelos entre a forma como a Matemática é tradicionalmente trabalhada (como forma de exclusão) e a Matemática Libertadora a serviço da transformação social. E, discutir a importância da integração da tecnologia ao currículo. Os principais autores utilizados foram Vygotsky e Ubiratan D' Ambrósio. A metodologia utilizada baseia-se no paradigma hermenêutico cuja pesquisa é de natureza qualitativa.

    Por: Regivaldo Cláudio de Freitasl Educação> Ensino Superiorl 29/01/2012 lAcessos: 951
    Eduardo Henrique Gaspar

    Ela dá suporte para aplicações da matemática do cotidiano, motivando os estudantes da disciplina, visto que adequa a matemática a situações reais que ocorrem com os alunos. A resolução de problemas deve ser feita através do raciocínio lógico e não de forma mecânica, pois deve-se incentivar, instigar o aluno a pensar no processo de resolução e não usar fórmulas sem saber o porque está usando.

    Por: Eduardo Henrique Gasparl Educaçãol 07/12/2009 lAcessos: 3,788 lComentário: 2
    Leocádia Karache

    O presente trabalho surgiu da preocupação com o repensar do processo educacional, voltado ao ensino da matemática, onde através de recursos ministrados na aula, pode-se ter alunos ativos e participantes, para isso é preciso que haja mudanças na preparação do processo ensino-aprendizagem desses alunos. Partindo desse princípio, este trabalho tem como objetivo investigar a etnomatemática como recurso na disciplina de matemática.

    Por: Leocádia Karachel Educação> Educação Infantill 03/11/2014 lAcessos: 66

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    Por: Roselene Batista Gill Educaçãol 26/11/2014
    Manoel Aparecido Martins

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    Por: Manoel Aparecido Martinsl Educaçãol 17/06/2009 lAcessos: 14,993 lComentário: 4

    A resolução de problemas é um método importante e fundamental para o desenvolvimento do raciocínio lógico e cognitivo do aluno e para o ensino da Matemática, visto que em sala de aula constata-se um uso exagerado de regras e procedimentos desinteressantes e rotineiros que não desenvolvem a criatividade e a autonomia em Matemática de alunos e professores.

    Por: Suellen Hipolito Vieiral Educação> Ensino Superiorl 07/02/2011 lAcessos: 7,497 lComentário: 1

    A matemática como um instrumento social e de cidadania deve-se assegurar com forte fundamentação conceitual para não ser transformada em forma instrumentalizada ou folclórica e sem desenvolver o raciocínio lógico e a capacidade de pensar onde os alunos não apenas memorizem, mas que evoluam no saber crítico e mostrar a matemática como um saber ligado a vida e a história dos seres humanos.

    Por: Ana Carolinal Educação> Ciêncial 25/10/2010 lAcessos: 393

    O objetivo deste trabalho é demonstrar que o uso de recursos didáticos variados e a montagem de espaço lúdico para descobertas da matemática, estão aliados ao desenvolvimento de múltiplas inteligências em crianças de 4 a 6 anos.

    Por: Rosimar Nádila O. Saraival Educação> Educação Infantill 19/10/2010 lAcessos: 1,817

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    Por: Sandra Maria dos Reis Bernardol Educação> Educação Infantill 16/09/2014 lAcessos: 198
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    No Brasil, nos últimos tempos, o ensino da matemática tem vivido uma situação de colapso permanente em todos os graus de ensino, desde o Ensino Fundamental até o ensino superior, onde o insucesso atinge índices preocupantes. Não estamos pensando apenas nas reprovações, mas em um número crescente de educandos que não gostam de matemática, não entendem para que serve e não compreendem verdadeiramente a sua relevância.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Ensino Superiorl 16/01/2013 lAcessos: 118
    Simoni Caldeira da Fonseca

    O referente trabalho aborda a importância da gestão escolar para a organização pedagógica da Educação Infantil, pois a criança necessita de todo cuidado específico para sua idade e na escola ela deve encontrar este amparo. O gestor escolar tem a função de proporcionar à criança um ambiente todo aconchegante, colorido, organizado, com atividades permanentes, enfim, tudo o que é necessário para que ela tenha um desenvolvimento adequado.

    Por: Simoni Caldeira da Fonsecal Educação> Educação Infantill 11/12/2014

    COM A INTRODUÇÃO DA CRIANÇA NA ESCOLA INICIA-SE O PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO E COM ELE MUITAS VEZES EMERGEM OS PROBLEMAS DE COMPORTAMENTO. CABE AOS PAIS EM SINTONIA COM A ESCOLA BUSCAR ALTERNATIVAS PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA, UMA DAS INDICAÇÕES É ATRAVÉS DA ORIENTAÇÃO A PAIS.

    Por: DABDA TAIS BORBAl Educação> Educação Infantill 10/12/2014
    marli frageri

    valorização de calculos na educação infantil sem sequencia logica.Cada criança cria a sua própria estratégia combinatória baseando no raciocínio logico multiplicativo contando sempre em sequencia descontinua ou seja números que para ela e de fácil pronuncia.

    Por: marli frageril Educação> Educação Infantill 04/12/2014 lAcessos: 12

    O presente resumo refere-se aos problemas relacionados a alunos da Escola 29 Novembro que tem problemas de comportamento e aprendizagem porque muitas os pais ou responsáveis não dão a devida atenção.

    Por: Sortineide Navarro Segural Educação> Educação Infantill 04/12/2014

    A musica esta dentro de cada cultura e tradição de um povo, a musica desenvolve vários fatores de uma criança.

    Por: Domingos Paulol Educação> Educação Infantill 04/12/2014 lAcessos: 15

    Compreende-se, que há inúmeras dificuldades dos alunos, relacionadas à capacidade de resolver operações matemáticas. Nesta área, a Discalculia, ganha destaque, pois afeta as condições de desenvolvimento da capacidade cognitiva do aluno, impedindo que tenha melhor construção de ações que facilite sua aprendizagem.

    Por: Soraya Borba E. Serranol Educação> Educação Infantill 03/12/2014 lAcessos: 13
    marli frageri

    a arte de nao esta emde sala mas tambem atraves de brincadeiras e materiais concretos, a criança ja vem de casa com uma bagagem de cpnhecimentos e cabe ao educador completar e enriquecer sua cultura.

    Por: marli frageril Educação> Educação Infantill 03/12/2014 lAcessos: 11
    marli frageri

    melhorias e sugestoes para uma melhor aprendizagem que tenhamos menas evasão nas escolas tudo depende de um excelente desempenho do professor que trabalhe e se dedique a cada educando com muito amor.

    Por: marli frageril Educação> Educação Infantill 03/12/2014
    keilla michelle Passos

    O objetivo deste trabalho foi investigar o desinteresse dos alunos pela disciplina e investigar melhores estratégicas para motivar os alunos. O que devemos fazermos nós professores para que esta realidade mude. Neste contexto, o professor de Matemática dos nossos dias não pode cruzar os braços e ensinar do mesmo modo que outros o fizeram ontem. É um desafio, meu, seu e de todos.

    Por: keilla michelle Passosl Educaçãol 06/05/2010 lAcessos: 5,682 lComentário: 3
    keilla michelle Passos

    O presente artigo tem como tema, a questão relativa à importância da Gestão Democrática, ou Participativa, no desenvolvimento e fortalecimento dos processos educacionais, delimitado ao decênio 1995-2005.

    Por: keilla michelle Passosl Educação> Ensino Superiorl 02/05/2010 lAcessos: 2,877
    keilla michelle Passos

    artigo escrito como uma reflexão ao Ensino da Matemática nos dias atuais.A utilização dos jogos como recurso Didático

    Por: keilla michelle Passosl Educação> Ciêncial 02/05/2010 lAcessos: 7,259
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