ÁS CRIANÇAS E OS NÚMEROS

Publicado em: 04/05/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 9,536 |

Título: "Ás Crianças e os números"

Professora: Keilla Michelle Correia Passos

 

Resumo

O objetivo deste trabalho foi investigar as relações estabelecidas pelas crianças entre os números presentes em seu cotidiano, fora da escola, e os números apresentados pela escola em seus diferentes aspectos. Hoje os tempos são outros e as concepções de Educação Matemática também mudaram. Por isso cabe ao professor oferecer oportunidades , para que as crianças descobriam os números desta façam experiências e descobertas com sua observação e, muitas vezes, orientação, pois, assim elas poderão desenvolver suas habilidades intelectuais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1-INTRODUÇÃO

 

Todos começamos a aprender muito cedo, muito antes de trilharmos os caminhos da escola, nosso aprendizado é construído desde quando nascemos. Com isso podemos resumir nosso processo aprendizado como:

Estamos diante de uma situação, problemas, ficamos inseguros, ansiosos, entramos em desequilíbrio, processo de assimilação/acomodação, mudanças em nossas estruturas e com esta terá acontecido a Aprendizagem. Analisando assim, nos professores na função de Educador e temos de criar novas oportunidades significativas para mostrar o conceito dos números de uma forma significativa, ilustrativa.

Para aumentar nossa probabilidade de sucesso em sala de aula, precisamos conhecer quem são nossos alunos; eles possuem características próprias, conseqüência de distintos fatores, tais como: meio cultural nível socioeconômico, herança genética, educação familiar.

Os conceitos numéricos não podem ser ensinados pela transmissão social, pelo simples fato de que, no conhecimento lógico matemático, a base fundamental é a própria criança, deve aprender a pensar, a observar ao invés de repetir o que foi dito pelo educador.

As palavras um, dois, três, quatro são exemplos de conhecimento social, mas não a quantificação de valores. Onde as crianças repetem o que dizem, mas ao perguntar, por exemplo, o que significa cinco estes não sabe responder.

Segundo Piaget, O fato de ter aprendido a contar verbalmente não significa o domínio do conceito de número. No período intuitivo, a avaliação numérica permanece ligada à disposição dos elementos de um conjunto; basta alterar a distância entre os objetos para que a criança considere que houve alteração do número deles.

Para Piaget, o número era construído sobre conceitos lógicos, tendo como pré-requisitos: O raciocínio transitivo, a conservação do número e a habilidade de área de Matemática constituem um referencial para construção de uma prática que favoreça o acesso área de Matemática constituem um referencial para a construção de uma prática que favoreça o acesso ao conhecimento matemático que possibilite de fato a inserção dos alunos como cidadãos, no mundo do trabalho, das relações sociais e da cultura.

Segundo Constance Kamii,

"O objetivo para "ensinar" o número é o da construção que a criança faz da estrutura mental do número. Uma vez que esta não pode ser ensinada diretamente, o professor deve priorizar o ato de encorajar a criança a pensar ativa e autonomamente em todos os tipos de situações.

Uma criança que pensa ativamente, à sua maneira, incluindo quantidades, inevitavelmente constrói o número. "A tarefa do  professor é a de encorajar o pensamento espontâneo da criança, o que é muito difícil porque a maioria de nós foi treinada para obter das crianças a produção de respostas certas"

2-Desenvolvimento:

 

Nós professores, devemos fazer as coisas acontecerem, conduzir as crianças ao pensamento reflexivo, colocando todas as coisas em todos os tipos de relação.

Devemos propor pensamentos com autonomia

Exemplos de atividades desenvolvidas na demonstração dos números.

 

 

● Boliche

Consiste em contar quantas garrafas será colocado, quantas cada um derrubou quem ganhou etc..

●Cartela Quadriculada

 

Cada jogador (ou cada dupla) tem a sua cartela. Joga o dado e coloca as tampinhas.Ganha quem, preencher a cartela primeiro.

 

●Encaixe de caixas de fósforos

 

Várias caixas de fósforos; na parte de fora o desenho de quantidades representadas e, na parte de dentro numeral. Separar as caixas nas mesas de trabalho. Ganha o jogo o grupo que encaixar primeiro, combinando os números com suas quantidades respectivas.

 

 

 

●Jogo da bandeja

É necessário que cada criança tenha uma bandeja ou caixa de papelão contendo 15 objetos, que podem ser sucatas as mais variadas, e um dado tradicional adaptado com relevo ou de material emborrachado.

Cada criança jogará o dado, na sua vez, retirando de sua bandeja a quantidade de objetos indicadas pelo dado. Ganhará o jogo quem primeiro conseguires vaziar a bandeja.

Pode-se usar o princípio da reversibilidade e da mesma forma encher novamente a bandeja. Também é possível chamar a atenção para o tempo gasto na atividade.

 

●Ovos recheados

 

 Os materiais necessários são: caixas de ovos, um dado tradicional com um bom relevo e um recipiente com grãos para cada aluno. As caixas deverão ser divididas em fileiras de 6 cavidades que serão marcadas de 1 a 6.

Para jogar, cada aluno, na sua vez, lançará o dado e conforme o número indicado, por exemplo, se for 4, ele terá que colocar 4 grãos na cavidade que simboliza o número 4. Ganhará o jogo quem conseguir preencher primeiro todas as cavidades, ou o jogo terminará quando todos concluírem a atividade.

 

Tente imaginar quantas situações assim você pode criar em sua sala de aula e anote-as. Faça uma lista quando você estiver preparando sua aula de matemática.

 

Entretanto, atenção para o seguinte: devemos auxiliar as crianças, mas não responder por elas. Elas devem usar a própria cabeça. A idéia de número não se explica. Ela vai se formando, pouco a pouco, dentro de cada criança. Utilize, pedras, bolas de gude, moedas, garrafas vazias, anúncios de jornal(reconhecimento dos números), botões, dentre outros.O importante é que o professor use a criatividade, a imaginação na hora de demonstrar os números.

Os resultados confirmaram que a aprendizagem se insere num processo mais amplo que o espaço escolar, o que não minimiza o papel da escola na construção do conhecimento, mas revela a necessidade de compreendermos melhor o que as crianças nos "dizem" e sobre como ocorre o processo de aprendizagem, além de contribuir para que lancemos "novos olhares" para o que de fato devemos priorizar no processo de ensinar/aprender matemática.

Hoje, o que se evidencia é quem mesmo que o professor ressalte a importância do conhecimento construído pelas crianças na interação social, este conhecimento, muitas vezes, não tem sido levado em consideração no interior da sala de aula. Isso, no entanto, não ocorre por mero descaso do professor, visto que esse profissional também expôs sua preocupação em como desenvolver o fazer pedagógico de modo a contribuir para que as crianças construam o conhecimento matemático, no caso específico dos números, de maneira significativa. Não raro, o professor demonstrou necessidade de aprofundar sua formação sobre o tema em questão, para assim entender melhor "como" as crianças elaboram esse conhecimento.

Essa constatação fica evidente quando descrevemos a opinião de professores que

Consideram importante saber qual o "repertório numérico" com o qual as crianças chegam à escola, mas verificamos que esta questão não é considerada por eles ao encaminharem o processo de ensinar/aprender matemática, uma vez que as atividades que eles descreveram compreendem somente os aspectos históricos do contar e do medir. Ao agirem desta maneira, os professores perdem valiosa oportunidade de conhecer os questionamentos que as crianças trazem de sua vivência para o contexto escolar, os quais podem contribuir sobremaneira na efetivação do processo de ensinar/aprender matemática.

 

3-Conclusão

            Refere à necessidade de dar ao professor a oportunidade de refletir sobre sua prática pedagógica, propiciando- lhe aprofundar seus conhecimentos sobre o quê, para quê, para quem e como se deve ensinar, a fim de que não cometa o risco de "distorcer" ou ensinar de maneira "equivocada" um conceito às crianças, como atribuir uma função que não existe a determinado aspecto do número.

Também é indispensável que o professor entenda a escrita numérica que as crianças realizam como um objeto social, construído por elas na interação com os diversos significados do número com os quais convivem no "mundo real".

Um professor de Educação Infantil necessita ser, antes de mais nada, um observador atento e um interventor oportuno.É preciso refletir sobre a nossa pratica pedagógica.E que este  avalie constantemente seu trabalho,para que possamos no futuro ter uma Educação Matemática de qualidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bibliografia:

DISCUSSÕES Sobre Modelagem E O Ensino-Aprendizagem. Resumo.

Disponível em www.somatematica.com.br. Acesso em 05 de julho

De 2007.

EVES, H. Introdução à História da Matemática. Ed. Unicamp, 2004.

FREIRE, P. Pedagogia da Esperança. Paz e Terra, 1992

GUELLI, O. Contando a História da Matemática. Coleção, ed. Ática, 1997.

HELLMAN, H. Grandes Debates da Ciência. Ed. Unesp, 1999.

KRULIK, Stephen; REYS, Robert e. Organizadores. Artigos. A Resolução De

Problemas Na Matematica Escolar. 5.ed. São Paulo. Saraiva,

2005.

MEDEIROS, C.F. Por Uma Educação Matemática Como Intersubjetividade.

In: BICUDO, M.A.V. Educação matemática. São Paulo: Cortez,

1987. p. 13-44.

MIGUEL, A; MIORIN,M. A.. A História na Educação Matemática: Propostas e

Desafios. Belo Horizonte. Autêntica, 2004

FERNANDES, C. T. {et al.) Educação Inclusiva – A Construção do Conceito de

Número e o Pré-Soroban. 1. ed. Brasília: MEC, 2006.

GOULART, Í. B.. Piaget – Experiências Básicas para Utilização pelo Professor.

Petrópolis: Vozes, 1983.

KAMII, C.. A Criança e o Número. 2. ed. Campinas: Papirus, 1985.

KAMII, C. com JOSEPH, L. L. Aritmética: Novas Perspectivas – Implicações da

Teoria de Piaget. 6. ed. Campinas: Papirus, 1997.

 

 

 

 

 

 

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/as-criancas-e-os-numeros-2297990.html

    Palavras-chave do artigo:

    educacao matematica

    Comentar sobre o artigo

    Regivaldo Cláudio de Freitas

    O objetivo central do trabalho é promover uma discussão estabelecendo paralelos entre a forma como a Matemática é tradicionalmente trabalhada (como forma de exclusão) e a Matemática Libertadora a serviço da transformação social. E, discutir a importância da integração da tecnologia ao currículo. Os principais autores utilizados foram Vygotsky e Ubiratan D' Ambrósio. A metodologia utilizada baseia-se no paradigma hermenêutico cuja pesquisa é de natureza qualitativa.

    Por: Regivaldo Cláudio de Freitasl Educação> Ensino Superiorl 29/01/2012 lAcessos: 914
    Eduardo Henrique Gaspar

    Ela dá suporte para aplicações da matemática do cotidiano, motivando os estudantes da disciplina, visto que adequa a matemática a situações reais que ocorrem com os alunos. A resolução de problemas deve ser feita através do raciocínio lógico e não de forma mecânica, pois deve-se incentivar, instigar o aluno a pensar no processo de resolução e não usar fórmulas sem saber o porque está usando.

    Por: Eduardo Henrique Gasparl Educaçãol 07/12/2009 lAcessos: 3,733 lComentário: 2
    Manoel Aparecido Martins

    A ludicidade faz parte do ser humano desde seu nascimento, é brincando que a criança vai conhecendo o mundo ao seu redor, vai se identificando, vai fazendo parte. O lúdico pode e deve ser utilizado no ensino de todas as disciplinas, até mesmo de forma interdisciplinar. Portanto é de fundamental importância um estudo mais aprofundado da natureza e importância desta disciplina nos dias atuais, bem como seu histórico e a aplicação do lúdico na mesma.

    Por: Manoel Aparecido Martinsl Educaçãol 17/06/2009 lAcessos: 14,959 lComentário: 4

    A matemática como um instrumento social e de cidadania deve-se assegurar com forte fundamentação conceitual para não ser transformada em forma instrumentalizada ou folclórica e sem desenvolver o raciocínio lógico e a capacidade de pensar onde os alunos não apenas memorizem, mas que evoluam no saber crítico e mostrar a matemática como um saber ligado a vida e a história dos seres humanos.

    Por: Ana Carolinal Educação> Ciêncial 25/10/2010 lAcessos: 385

    A resolução de problemas é um método importante e fundamental para o desenvolvimento do raciocínio lógico e cognitivo do aluno e para o ensino da Matemática, visto que em sala de aula constata-se um uso exagerado de regras e procedimentos desinteressantes e rotineiros que não desenvolvem a criatividade e a autonomia em Matemática de alunos e professores.

    Por: Suellen Hipolito Vieiral Educação> Ensino Superiorl 07/02/2011 lAcessos: 7,362 lComentário: 1

    A verdadeira educação é aquela que instiga o desejo do indivíduo a explorar, observar, trabalhar, jogar e acreditar-se. Levando em conta essa perspectiva, a educação precisa organizar seus conhecimentos, partindo dos interesses dos alunos e, desse modo, levá-los a outros patamares de aprendizagem, que são primordiais à formação e ao exercício da cidadania.

    Por: Sandra Maria dos Reis Bernardol Educação> Educação Infantill 16/09/2014 lAcessos: 104

    O objetivo deste trabalho é demonstrar que o uso de recursos didáticos variados e a montagem de espaço lúdico para descobertas da matemática, estão aliados ao desenvolvimento de múltiplas inteligências em crianças de 4 a 6 anos.

    Por: Rosimar Nádila O. Saraival Educação> Educação Infantill 19/10/2010 lAcessos: 1,801

    Nesse trabalho procuramos apresentar alguns critérios para melhor ensinar e aprender matemática, onde oferecem algumas práticas já conhecidas pela maioria dos professores e que em função do ambiente e de outros fatores acabam sendo esquecidas. Posicionamos alguns fatos sobre a importância da Matemática e os acontecimentos com os alunos ingressantes no ensino superior, especificamente os conceitos e aplicações da matemática financeira.

    Por: Carlos Alberto Cabellol Educação> Ensino Superiorl 16/10/2010 lAcessos: 933
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    No Brasil, nos últimos tempos, o ensino da matemática tem vivido uma situação de colapso permanente em todos os graus de ensino, desde o Ensino Fundamental até o ensino superior, onde o insucesso atinge índices preocupantes. Não estamos pensando apenas nas reprovações, mas em um número crescente de educandos que não gostam de matemática, não entendem para que serve e não compreendem verdadeiramente a sua relevância.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Ensino Superiorl 16/01/2013 lAcessos: 111
    Elizeu Vieira Moreira

    Matemática é o componente curricular obrigatório da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, seus conteúdos e seus conceitos devem e deveriam ajudar o aluno a decifrar a informação disponível na sociedade.

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Educação> Ciêncial 30/05/2011 lAcessos: 528
    Simone Andrade R. S. Rodrigues

    No cenário educativo, os jogos ajudam a criança no seu desenvolvimento físico, afetivo, intelectual e social, pois, por meio das atividades lúdicas, a criança forma conceitos, reforça habilidades, estabelece relações lógicas, além de desenvolver a expressão oral e corporal.

    Por: Simone Andrade R. S. Rodriguesl Educação> Educação Infantill 27/10/2014
    Simone Andrade R. S. Rodrigues

    Entende-se por racismo no futebol, qualquer prática racista oriunda de xingamentos ou algum tipo de sinal obsceno, praticada em campo durante alguma partida de futebol ou ainda nas arquibancadas, direcionada a algum dos participantes diretos da partida. A rivalidade entre times pode ser uma das explicações, mas alguns casos se tornaram tão polêmicos que atingiram em cheio a mídia e as pessoas pela revolta do ato completamente errôneo.

    Por: Simone Andrade R. S. Rodriguesl Educação> Educação Infantill 26/10/2014
    Simone Andrade R. S. Rodrigues

    Iniciamos esta discussão indagando aos nossos leitores se em algum momento pararam para observar as inúmeras expressões faciais que docentes e educandos protagonizam em sala de aula? Frente a isto nos questionamos: o que aconteceu com nossos alunos? O que houve com a docilidade, amabilidade, respeito, e admiração com a figura docente? Por quais caminhos se dispersaram? E por que não dizer a humanização do ambiente escolar?

    Por: Simone Andrade R. S. Rodriguesl Educação> Educação Infantill 26/10/2014
    edivaldo coelho da silva

    EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS SOBRE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA CRIANÇAS PARA AS MESMAS AO CHEGAS DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES ESTAREM PREPARADAS PARA AS ADVERSIDADES DOS RISCOS ENCONTRADOS NAS ATIVIDADES LABORAIS A ATUAR COM SEGURANÇA.

    Por: edivaldo coelho da silval Educação> Educação Infantill 26/10/2014 lAcessos: 11
    ELISETE AMADOR PEREIRA

    Nosso artigo de opinião vem tratando do perfil ou papel do Coordenador Pedagógico em nossa escola, na cidade de Alto Araguaia- MT. Percebemos que o papel do Coordenador Pedagógico em nossa escola tem sido diferente do que realmente deve ser, ou seja, o Coordenador Pedagógico tem desempenhado funções alheias às suas, fazendo mais o papel administrativo e burocrático do que o pedagógico. é sobre isso que falaremos aqui, dando nossa opinião.

    Por: ELISETE AMADOR PEREIRAl Educação> Educação Infantill 23/10/2014

    O presente artigo aborda o sistema de ensino de língua portuguesa envolvendo o aluno com dislexia e os professores que atuam na 5º serie, no contexto educacional de nível fundamental II.Visa investigar, as metodologias adotadas em sala nas aulas de língua portuguesa e se são suficientes para proporcionar aulas apropriadas quão grandemente necessárias, para contemplar as especificidades do aluno disléxico, de maneira a assegurar o seu aprendizado.

    Por: Taynara Freitas de Souzal Educação> Educação Infantill 22/10/2014 lAcessos: 15

    As conexões entre brincar, aprender e ensinar são perceptíveis quando o educador consegue conciliar os objetivos pedagógicos com os objetivos dos alunos. Ensinando a aprender contribuindo para o desenvolvimento da subjetividade, para a construção do ser humano autônomo e criativo, preparando para o exercício da cidadania e da vida coletiva incentivando a buscar justiça social e igualdade com o respeito à diferença.

    Por: Rosana Maciel Averl Educação> Educação Infantill 12/10/2014 lAcessos: 39

    Este artigo tem como objetivo apresentar a pesquisa sobre o impacto do programa escola da família na vida de crianças e adolescentes da Escola Vicente Minicucci na cidade de Franca . A pesquisa foi desenvolvida na Escola Estadual Vicente Minicucci, na cidade de Franca - SP. Seguindo os métodos de observação e questionário aplicados aos responsáveis e participantes do programa. Foi possível perceber que esse programa tem sido de suma importância pelo fato de tirar as crianças da rua, lugar

    Por: Leticia Oliveiral Educação> Educação Infantill 06/10/2014 lAcessos: 24
    keilla michelle Passos

    O objetivo deste trabalho foi investigar o desinteresse dos alunos pela disciplina e investigar melhores estratégicas para motivar os alunos. O que devemos fazermos nós professores para que esta realidade mude. Neste contexto, o professor de Matemática dos nossos dias não pode cruzar os braços e ensinar do mesmo modo que outros o fizeram ontem. É um desafio, meu, seu e de todos.

    Por: keilla michelle Passosl Educaçãol 06/05/2010 lAcessos: 5,639 lComentário: 3
    keilla michelle Passos

    O presente artigo tem como tema, a questão relativa à importância da Gestão Democrática, ou Participativa, no desenvolvimento e fortalecimento dos processos educacionais, delimitado ao decênio 1995-2005.

    Por: keilla michelle Passosl Educação> Ensino Superiorl 02/05/2010 lAcessos: 2,863
    keilla michelle Passos

    artigo escrito como uma reflexão ao Ensino da Matemática nos dias atuais.A utilização dos jogos como recurso Didático

    Por: keilla michelle Passosl Educação> Ciêncial 02/05/2010 lAcessos: 7,218
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