Atividade Lúdica Na Pré-Escola (Primeiro Ano Do Novo Ensino Fundamental De 9 Anos)

Publicado em: 01/12/2009 | Acessos: 16,375 |

1       INTRODUÇÃO

 

 

 

 

  1. 1.1          JUSTIFICATIVA

 

A Educação Física vem crescendo consideravelmente nos últimos anos no Brasil e tomando várias áreas, como no lazer, na educação, programa de prevenção à saúde, estética entre outros.

            Uma das áreas de suma importância em que a Educação Física está inserida é a Educação Física Escolar. Desde a década de 80, a Educação Física Escolar vem se confirmando como um excelente instrumento para o desenvolvimento motor, socialização e assimilação de hábitos de vida saudável.

            Em alguns estudo realizados por Negrine, citado no Centro de Referência Educacional (2008), na área de aprendizado e desenvolvimento infantil, encontramos relatos de que “quando a criança chega a escola traz consigo toda uma pré-história, construída através de sua vivência, grande parte delas através de atividades lúdicas”. Ou seja, as crianças vivenciaram em casa os estímulos fundamentais básicos para o seu desenvolvimento motor, assim chegando a escola com uma série de conhecimentos e estímulos sobre os mais diferentes tipos de movimentos. Já conhecem o corpo e tem alguma noção de cultura corporal. Cada uma traz o fruto das experiências vividas em contexto familiar e social (NEGRINE, apud C. R. E, 2008).

            O autor acima relata ainda, que a família exerce um papel muito importante para as crianças, pois deve criar ambientes de aprendizagem adequado pois a escola é apenas uma forma de continuidade. É importante considerar que tudo o que as crianças aprendem em um contexto extra classe é na maioria das vezes em momentos lúdicos, pois elas mesmas criam situações de aprendizado para satisfazer seus desejos momentâneos ou simplesmente para imitar aos colegas ou a adultos que os rodeiam.

            Nesse processo considera-se muito importante a presença do professor de Educação Física, pois é ele quem vai delimitar e criar os espaços. O professor participa nos momentos de criação, é ele quem vai disponibilizar os materias quando necessário e participar do processo de construção do conhecimento das crianças.

Pelo fato das crianças nessa faixa etária utilizarem um tempo relativamente curto para seus papeis durante a brincadeira é necessário que o professor saiba utilizar adequadamente as atividades lúdicas e também resgatar os conhecimentos que tiveram dentro e fora da escola, para que possa ser utilizado como instrumentos para o processo de ensino aprendizagem das crianças, facilitando assim a aplicação de seus objetivos.

            Se ao contrário o professor aplicar uma aula tradicional, na qual o professor determina especificamente o que ele quer, a aula acaba por se tornar cansativa e as crianças perdem a atenção e a concentração em muito pouco tempo prejudicando a aula e a aquisição dos conhecimentos.

            Esse é um dos motivos pelo qual se justifica a importância desse trabalho que tem como objetivo verificar qual o acervo lúdico de crianças da 1ª série do ensino fundamental de 9 anos de uma escola de Joinville, em seu cotidiano familiar e escolar identificando os momentos de intervenção profissional do professor de Educação Física durante a atividade lúdica.

Tem-se a intenção de saber se os professores estão ou não trabalhando a partir do que as crianças já sabem e da forma em que elas estão mais familiarizadas. Já que para essa faixa etária a maneira mais indicada para aprenderem a cultura do movimento é através das brincadeiras e em momentos lúdicos, sendo essa idade uma etapa básica para a formação da personalidade individual de acordo com os autores citados durante o trabalho.

            A pesquisa verificar ainda se o professor Educação Física Infantil enfatiza os conteúdos e objetivos conforme os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), que nos apresenta a importância das crianças serem capazes de demonstrar e explicar brincadeiras aprendidas no contexto extra-escolar.

            De acordo com os PCNs a criança deve saber avaliar seu próprio corpo ao desempenhar as atividades, sendo ela mesma capaz de reconhece e estabelecer limites para conseguir chegar as metas estabelecida por ela própria (com ou sem a ajuda do professor).

            O convívio com professores que largam uma bola, bambolês ou simplesmente uma corda sem ter um objetivo bem esclarecido trazem várias dúvidas relacionadas a área da Educação Física Escolar na Educação Infantil.

 

 

1.2 PROBLEMA

 

 

Qual o acervo lúdico de crianças da 1ª série do ensino fundamental de 9 anos de uma escola pública de Joinville, em seu cotidiano familiar e escolar e os momentos de intervenção profissional do professor de Educação Física durante a atividade lúdica?

 

 

1.3 OBJETIVOS

 

 

1.3.1 Objetivo Geral

 

 

Analisar qual o acervo lúdico de crianças da 1ª série do ensino fundamental de 9 anos de uma escola pública de Joinville, em seu cotidiano familiar e escolar identificando os momentos de intervenção profissional do professor de Educação Física durante a atividade lúdica

 

 

1.3.2 Objetivos Específicos:

 

 

  • Verificar o contexto familiar de crianças em fase de educação infantil e identificar as atividades lúdicas realizadas neste contexto;
  • Observar as aulas de Educação Física Infantil identificando o acervo lúdico presente neste contexto;
  • Observar os momentos de intervenção profissional do Professor de Educação Física durante as atividades lúdicas;

 

 

 

 

 

2 REVISÃO DE LITERATURA

 

 

 

  1. 2.1 A INFÂNCIA                   

 

 

Durante a infância os comportamentos dominantes em geral são os de exploração do meio, do mundo e do próprio corpo. A infância é uma fase egocêntrica em que tudo o que acontece gira em torno do pequeno mundo das crianças onde ela é o centro de tudo, ou seja, a criança tem a visão que o mundo parte sempre da sua própria personalidade. (PRIBERAM, 2008).

            No início da vida a criança se apresenta como um animal em busca do próprio prazer, a sua personalidade gira em torno de sues próprios impulsos e do seu corpo (BORGES, 2002). Gradualmente a criança vai se desenvolvendo e conforme a idade começa a tomar consciência do mundo que a rodeia.

            Se observarmos pelo aspecto do desenvolvimento humano, em relação ao crescimento e amadurecimento a infância pode ser classificada em três estágios: Nascimento, 1ª Infância, 2ª infância, conforme Rodrigues (2001). Onde o autor conceitua cada fase como:

 

Nascimento:

“Em aproximadamente 280 dias após a idade gestacional, o feto humano emerge do útero materno e entra em período pós-natal. O nascimento mesmo de um organismo saudável pode ser um evento traumático (...). Durante o primeiro ano as áreas motoras e sensoriais estão mais avançadas no seu crescimento, seguindo-se o progressivo desenvolvimento das áreas de associação. O lobos frontais, especialmente na porção anterior tem seu aumento na idade de dois anos” (p. 39-40).

 

1ª Infância:

 

2ª infância:

A segunda infância corresponde ao final de um ano de idade até o final dos seis anos, no inicio dessa fase a criança já caminha respectivamente bem e no final a sua atividade social aumenta consideravelmente, é ao final desse ciclo que a criança esta preparada para ir a uma escola formal. A criança já realiza varias atividades como “pular, brincar e joga habitualmente, copia triângulos, amarra cordões dos sapatos, coloca cinto, repete até quatro dígitos, diz corretamente sua idade, da nome as cores, conta historias reais e fantasias” ( p. 41).

                                                                       

            A criança na fase da segunda infância já esta período de freqüentar a escola, esse período é denominado por Enderle citado por Paim (2003), como uma fase mágica, dando predominância ao pensamento fantástico que caracteriza toda a infância, ainda que a fantasia não persista ao longo de toda fase da segunda infância.

            Podemos observar no quadro a seguir as características e as necessidades das crianças da primeira série do ensino fundamental de 9 anos (antiga pré-escola) entre 5 e 6 anos, de acordo com o que apresenta Borges (2002).

 

 

 

 

 

 

 

 

Quadro I - Características e Necessidades Infantis (BORGES, 2002).

 

CARACTERÍSTICAS

NECESSIDADES

É barulhenta, constantemente ativa, egocêntrica, exibicionista, é imitativa e imaginativa

Oferecer jogos e atividades vigorosas, jogos com desempenho individuais, caça, atividades dramáticas, jogos estoriadores, poucos jogos em equipes.

Grandes músculos são mais desenvolvidos; habilidades

utilizada nos jogos não são desenvolvidas.

Enfatizar os movimentos básicos e habilidades básicas de lançar bater, pegar e bater bem;

Grandes músculos são mais desenvolvidos; habilidades

utilizada nos jogos não são desenvolvidas.

Enfatizar os movimentos básicos e habilidades básicas de lançar bater, pegar e bater bem;

 

É naturalmente rítmica;

 

Utilizar músicas e ritmos com habilidades, ritmos criativos, danças folclóricas . . .

Pode cansar-se mais logo se recupera;

Utilizar atividades de duração breve, utilizar períodos de repouso ou atividade moderada.

Coordenação olho-mão esta em desenvolvimento

Manusear objetos como bolas, aros saquinhos de areia;

Áreas perceptivo-motora são importantes

Oferecer pratica em equilíbrio nos movimentos unilaterais, bilaterais e cruzados;

A inclinação pélvica pode ser pronunciada

 

Dar atenção aos problemas posturais, proporcionar atividades de fortalecimentos abdominais.

Fonte primária

 

 

 

O desenvolvimento motor para Tani et. al. citado por Paim (2003), é um processo contínuo e demorado, pois, pelo fato das mudanças mais acentuadas ocorrerem nos primeiros anos de vida, existe a tendência em se considerar o estudo do desenvolvimento motor como sendo apenas o estudo da criança. É necessário enfocar a criança, autoridades em desenvolvimento da criança concordam que os primeiros anos de vida, do nascimento aos seis anos, são anos cruciais para o indivíduo.

 

 

 

 

  1. 2.2 A ATIVIDADE LÚDICA        

 

 

A atividade lúdica nos acompanha há muito tempo, e desde antiguidade muitos pensadores valorizavam e defendiam essa idéia, Romera (2001 p. 135), nos coloca, que “desde a antiguidade, destaca-se como um grande defensor das atividades lúdicas São Tomas de Aquino, que no século XIII, defendia o brincar como necessário para o desenvolvimento humano”.

            “Os jogos também fazem parte do ato de educar, para que tenham um lugar garantido no cotidiano das instituições e necessária a atuação do educador, devendo esta ser consciente, intencional e modificadora da sociedade” (SPIGOLON, 2006, p. 35).

            A educação por meios lúdicos, ou hoje mais utilizado o termo como educação psicomotora, tem por objetivo a educação total das crianças desde o psicológico até a parte motriz, o qual ela consegue através do movimento (SANTOS, 2007).

            Negrine (2001, p. 28), acredita que:

 

“O equipamento biológico do homem, a racionalidade, o simbolismo e a fala, fundamentalmente, devem ser entendidos como pré condição de desenvolvimento e aprendizagem, uma vez que é a compreensão da inter-relação de fatores internos e externos que permite ao homem conhecer a si mesmo e entender melhor os processos evolutivos”.

 

            Ou seja, o ser humano necessita de todas as condições necessárias para que haja um bom desenvolvimento tanto motor, como psicológico. A criança sofre influências principalmente do meio externo o qual será fundamental na formação de sua personalidade.

A partir dos vários estudos realizados por especialistas da área podemos e devemos levar em conta, que o lúdico pode e deve ser considerado como um propulsor da aprendizagem e facilitando o processo de ensino-aprendizagem, para a constatação de que, lidando com seres humanos mais inteligentes a cada geração, os educadores precisam acompanhar esta revolução para compreender seus alunos e se compreender no processo educacional, porém “o professor de educação física ter a responsabilidade de não tornar a aula em momentos de ridículo e absurdo, mas em momentos que causem alegrias e risos, sem transtornos” (JUNOIR, 2005, p. 19).

Segundo a Secretaria de Educação de Joinville (2008), ensinando por meio da alegria e do lúdico é possível oportunizar as crianças/alunos as possibilidades de vivenciarem os mais diversos padrões de movimentos e interagirem consigo mesmo, com o grupo e com o meio. Dentro e fora das escolas é possível através da atividade lúdica oferecer o maior número de oportunidades de práticas corporais, ampliando assim a visão sobre a cultura corporal de movimento viabilizando a autonomia para o desenvolvimento de sua prática pessoal, sua capacidade para intervir na sociedade e resignificá-la.

Hoje o tema “lúdico tem se apresentado como uma temática de bastante destaque nos encontros, congressos e eventos na área educacional, assim como nos discursos educacionais, observando também um crescente número de publicações enfocada no tema” (ROMERA, 2001 p.131).

Porém na grande parte dos professores e da sociedade acham que:

 

“Os jogos são vistos, a priori, como uma pedra de trave das ciências humanas. Os próprios educadores, mal compreendendo a essência, a natureza dos jogos, explicitamente os excluem das atividades formadoras e das praticas educativas” (ALMEIDA, 1987 p.29).

 

 

 

 

 

  1. 2.3 A CRIANÇA E O LÚDICO NA SOCIEDADE               

 

 

Segundo Spigolon (2006, p.35), “a criança brinca para se conhecer e para compreender o mundo que a cerca, constituindo-se como um ser pertencente da sociedade e construindo também sua identidade cultural”.

            Almeida (1987), acredita que nas famílias de hoje, os pais passam a vender aos seus filhos uma idéia falsa do mundo, onde o prazer não se efetiva no brincar, no participar, no crescer sadiamente, no aprender, no pensar, no socializar, mais sim no comprar, no gastar, no individualizar-se. Nos tempos em que vivemos hoje, independente da classe social ou idade, raramente as crianças conseguem vivenciar momentos de alegria no contexto familiar, sua vivência de brincadeiras e alegrias é maior com os colegas e na escola, já que seus pais muitas vezes trabalham o dia inteiro e não tem tempo para proporcionar esses momentos para seus filhos, é ai que entra a idéia falsa consumismo proposta pelo autor acima.

            O mesmo autor comenta ainda que acontece hoje em dia é que os pais muitas vezes sobrecarregados de tantos afazeres do dia a dia, não tem tempo para estar ao lado de seus filhos nos momentos aos quais eles mais precisam, que é o momento das descobertas, das vivencias e dos erros, sem esse tempo alguns pais, os de situação financeira mais estabilizada sobrecarregam seus filhos com atividades complementares e tentam recompensar esse tipo de atitude com vários presentes.

            Nessa perspectiva é necessário à contribuição de boa uma proposta curricular que compreenda não só a prática de atividades corporais, mas também a compreensão delas e da nossa relação com o ambiente, uma visão sobre o equilíbrio de sistemas e de uma sociedade sustentável que seja mais próxima da realidade (SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DE JOINVILLE, 2008).

            É por esse motivo que precisamos mudar o pensamento da sociedade e fazer com que compreendam a Educação Física como uma estimulação e conscientização corporal valorizando assim a vida (sua e da comunidade), e que resgate a cultura corporal de movimento construída ao longo da história da humanidade (SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DE JOINVILLE, 2008).

            Já nas famílias mais carentes, as crianças se quer tem alguma atividade do gênero educativa para satisfazer seus desejos característicos da faixa etária, restringindo-se apenas a programas de TV, radio, brinquedos em mal estado que para elas é valido como jogos e brincadeiras ( na verdade apenas ocupação do tempo), “muitas vezes esse falso jogo travestido de brinquedo, modismo pedagógico, programas de TV e radio, (. . . ) impostos de cima para baixo é usado para desviar o ser humano dos problemas que ocupam e o subjugam. “ (ALMEIDA, 1987, p. 24).

 

 

 

 

2.4 A PRÉ-ESCOLA, O PROFESSOR E O LÚDICO

 

 

Spigolon (2006), acredita que ao se falar da relação professor/aluno não se pode esquecer das questões que envolvem afetividade e cognição. Entende-se que estes são processos indissociáveis, presentes em qualquer atividade, inclusive nos momentos de brincadeiras e jogos, e que ambos influenciam decisivamente na interação que professor e aluno estabelecem na escola, criando expectativas recíprocas, podendo ou não ser harmoniosas, interferindo assim, no processo de aprendizagem propriamente dito e auxiliando decisivamente na construção da identidade da criança.

  1.             Segundo Borges (2002), “a educação pré-escolar, visa a criação de condições para satisfazer as necessidades básicas das crianças, oferecendo-lhe um clima de bem-estar físico, afetivo-social e intelectual, mediante a proposição de atividades lúdicas, que promovam a curiosidade e a espontaneidade, estimulando novas descobertas o estabelecimento de novas relações, a partir do que já conhece.“    

            Conforme o diagrama do mapa conceitual de Educação Física proposto pela Secretaria de Educação de Joinville/SC em 2008, referente ao primeiro ano do ensino fundamental de 9 anos do novo currículo, onde podemos observar os conteúdos que devem ser trabalhados nessas turmas, pré-escola ou atual primeira série, a parte psicomotora deve ser muito bem trabalhada.

 

 

 

 

1º ano do Ensino Fundamental de 9 anos - PROGRAMA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

 (SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DE JOINVILLE, 2008).

 

Junior (2005), nos lembra que a criança de pré-escola deve ser bem orientada sobre a existência de seu próprio corpo, pois com uma boa consciência do próprio corpo a criança tem um ótimo desenvolvimento do equilíbrio, da coordenação, além de tudo isso essas atividades ocasionam uma aquisição de novas aprendizagem até como a leitura e a escrita. Para completar essa idéia podemos analisar alguns resultados obtidos por Negrine et al (2001), o qual nos mostra que em alguns de seus estudos aponta-se que a atividade lúdica se constitui em um fator fundamental no processo de desenvolvimento da criança, seja por provocar mudanças substanciais nas relações interpessoais, o que por extensão provoca mudanças interpessoais, pelo caráter cultural que o comportamento lúdico representa num determinado contexto.

 Analisando todos esses estudos e publicações na área da Educação Física Infantil, acredita-se que o professor das séries iniciais tem um grande papel perante a sociedade. Gomes (1987, p.81), relata que “o papel do professor de pré-escola é ao mesmo tempo importante e difícil, pois esse educador lida com crianças em processo inicial de desenvolvimento, em uma etapa básica de formação de sua personalidade”.

            As crianças de pré-escola estão quase sempre em atividades recreativas a qual pode indicar uma atividade a ser realizada. Essas atividades devem ser anteriormente preparadas e selecionadas pelo profissional adequado. São nos momentos recreativos que o professor pode apropriar-se do lúdico como mediador do processo de ensino aprendizagem (BALESTRO, 2001), é nesse momento que o professor deve auxiliar e interagir com seus alunos cautelosamente, pois a criança em seu momento lúdico deve ser observada, apoiada, motivada e orientada de tal maneira que não surta efeito de repressão, do contrario o resultado não será vantajoso.

            É importante que o professor de educação física trabalhe os seus objetivos de forma clara, a qual as crianças se sintam entusiasmadas, Junior (2005) cita a importância do professor não expor os seus alunos a atividades as quais eles não estejam capacitados, então a melhor maneira de desperta atenção, criatividade e a espontaneidade de cada criança ainda são as brincadeiras, pois a “atividade lúdica exerce um enorme papel nos processos de desenvolvimento e aprendizagem das crianças” (FERREIRA, 2000 p. 17),  Negrine et al (2001 p. 39), também acredita  que “é realizando esses movimentos através do ato de brincar que a criança vai construindo progressivamente seu vocabulário lingüístico e psicomotores”.

            Sendo assim é papel dos professores encontrar e se “concentrar naquilo que há de mais forte em toda criança, sua motivação interior, desenvolvimento” (BORGES, 2002).

Durante as atividades as crianças deverão ser espontâneas e criticas, deve-se observar a expressão das crianças, pois é a partir de gestos e palavras a qual elas demonstram o interesse e o entusiasmo, quanto mais entusiasmadas mais ela aprenderam, nessa “perspectiva o professor tem o papel explicito de interferir no processo (...). Portanto, é papel do docente provocar avanços nos alunos e isso se torna possível com sua interferência na zona proximal, ou seja quando considera os conhecimentos prévios que os alunos já possuem, suas histórias e seus saberes” (SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DE JOINVILLE, 2008, p. 03).

            Levando em consideração que “o brinquedo na infância é um aspecto importantíssimo, pois aprendem muito enquanto brincam.” (BORGES, 2002, p. 6), o professor terá que estabelecer um objetivo principal a qual será trabalhado antecipadamente, para que se possa executar um planejamento, e para quando posto em prática consiga alcançar os objetivos pré-estabelecidos, “porém temos que ter em mente que para um bom desenvolvimento é necessário haver educação do movimento, consciência do corpo e deve-se pensar agir criar imaginar e brincar” (JUNIOR, 2005 p. 20).

Verificando que a brincadeira é a melhor forma de ensinar nessa idade, é necessário traçar objetivos claros e específicos para cada situação, mesmo sabendo  que ainda existem professores que degredam a classe dos profissionais de educação física com o pensamento, já que toda a atividade da criança é lúdica, no sentido que se exerce por si mesma. muitos professores da área da Educação Física Escolar agem simplesmente em dar uma bola ou corda  para as crianças (KISHIMOTO 2002).

            “Muitas vezes os professores confundem omissão com facilidades para liberdade de expressão, não participando do processo de desenvolvimento de atividades, encarando as, assim como fins em si mesmas e não como parte de um plano de objetivos educacionais a serem atingidos” ( MARCELLINO 2000, p.97-98).

Kishimoto (2002), relata que a atividade infantil e lúdica favorece as necessidades do desenvolvimento, mesmo que de um olhar imediato pode-se parecer inútil, uma perda de tempo, porém ela tem uma enorme importância ao longo prazo. Nesse aspecto observa-se a importância de todo um trabalho lúdico com as crianças das séries iniciais.

            É importante que o educador seja criativo e aberto, simples e direto, para que as crianças entendam e também tenham a liberdade de explorar novidades e de ir além do seu próprio limite porém é necessário que o educador tenha muita atenção, porque é nesse momento que elas querem experimentar de tudo um pouco, e um movimento errado pode levar a um grande desastre é necessário também que o professor de motivação para os alunos nesse momento de criação pois segundo Ferreira (2000), qualquer avanço no processo de desenvolvimento das crianças esta ligado as motivações, tendências e incentivo. A motivação depende muito do momento em que a criança se encontra e dos seus interesses específicos no momento.

            O professor deve buscar maneiras simples e que os alunos se sintam entusiasmados em aprender, os meios educativos trazidos por esse educador, precisa suprir as necessidades básicas naturais de cada criança, limitando-a e satisfazendo as necessidade fundamentais ( LE BOULCH, 1985). Pois “o papel do professor não é o de administrar de modo diretivo, em tal ou tal ordem os exercícios descritivos, mas levando em conta os problemas particulares colocados pelo grupo de alunos, e escolher nessa nomenclatura os meios educativos que parecem ser o mais eficaz” (LE BOULCH, 1985, p.18).

            O professor principalmente o de Educação Física tem que deixar suas crianças a vontade e seguras, pois é nesse momento a qual elas conseguem explorar seus limites pessoais e vencer as barreiras do medo, do preconceito e da vergonha, a criança precisa de liberdade para poder explorar novos movimentos e é nesse momento a qual se exige a máxima atenção do professor, para poder passar segurança e ao mesmo tempo segundo Jabu (2009), avaliar as capacidades individuais e grupal de cada criança sem a necessidade de paralisar a atividade, nesse momento é interessante que o professor avalie a orientação e a estruturação corporal e também espacial que se faz importante nessa faixa etária, e analisar se os processos das aulas estão surgindo efeito.

            Para que tudo isso ocorra é necessário que durante “o processo de formação profissional, exista um espaço de permissão por meio do qual possam brincar, jogar, descobrir, criar, questionar, refletir sobre suas produções, vivenciar a comunicação não verbal (...) enfim que possam estabelecer relações significativas com seu corpo, com suas sensações, com seus bloqueios e com  suas resistências”  ( FRANCO, 2001) .

            Por muitos professores não terem vivenciado em sua graduação espaços como coloca o autor acima é que, Gomes (1987), nos fala que muitos professores e alguns pais ainda acreditam que os educadores são as pessoas que sabem tudo, os que pensam e os que disciplinam os educandos, e os educandos são os que não sabem nada, os que nunca tem razão, e ainda os que escutam docilmente sem questionar ou fazer intervenções.

Alguns pais são mais cruéis ainda, pois além de “crer” que só se aprende com o caderno cheio de exaustivas tarefas, ainda brigam com os filhos quando trazem indícios de que tenham brincado em aula (ROMERA, 2001).

Para Romera (2001), muitos dos pais não indagam a idéia de que seus filhos brincaram na escola. Para esses pais, o aprendizado como o desenvolvimento caracteriza-se por executar tarefas intermináveis (...). O estudo da autora observou e comprovou que na maioria dos casos os pais são os primeiros a expressar insatisfação quando observam que os filhos tenham brincado

            Porém se alguns professores são como cita, Marcelino (2000), na tentativa de valorizar as experiências dos educandos tem se confundido orientação e motivação com um simples deixar fazer.

 

 

2.5 EDUCAÇÃO FÍSICA X LÚDICO

 

 

A Educação Física é na verdade um componente muito importante na construção da cidadania das crianças, na medida em que seu objeto é a produção cultural da sociedade, da qual os cidadãos têm o direito de se apropriar. Os PCNs (2000), afirmam que a educação física nas séries iniciais do ensino fundamental é importante, pois possibilita as crianças desde de cedo já terem a oportunidade de desenvolver habilidades corporais e de participar de atividades culturais expressando seus sentimentos, afetos e também suas emoções.

            Nessa perspectiva entende-se que a Educação Física é como uma área de conhecimento de movimentos e de cultura corporal, durante a atividade lúdica Junior (2005), cita que devemos buscar respeitar as limitações existentes, no meio como tempo de execução de cada criança sem forçamos a um rendimento o qual possa prejudicar o desenvolvimento tanto orgânico como o funcional das crianças.

  1.             Tendo em vista que a Educação física na escola é uma disciplina e tem a função de integrar essas crianças na área da cultura, formando cidadãos capazes de usufruir de sua capacidades em relação à consciência corporal usufruindo das diversas modalidades esportivas e principalmente o exercício da cidadania e da melhoria da sua qualidade de vida é que deve-se “desenvolver um trabalho em que todos terão de explorar o espaço total do local, havendo tempo para eles executarem e a orientação adequada, o desenvolvimento será pleno. Neste sentido, o professor de educação física terá de empregar atividades adequadas ao estágio de desenvolvimento de cada aluno, buscando a execução de movimentos” (JUNIOR, 2005, p. 25)  

            Esses alunos buscam conhecimentos a respeito dos movimentos relacionado a Educação Física de forma global/geral/total. Nesse aspecto Gonçalves (2001), descrevem que a Educação Física refere-se ao corpo, movimento, rua / pátio que nada mais seria, do que os espaços onde as crianças executam brincadeiras e jogos saudáveis e que a “Educação Não Física” também existe, e esta relacionada através dos trabalhos mentais e é necessário exigência da cognição.

            Sabendo que as crianças de seis anos já fazem parte do ensino nas escolas, os professores não devem esquecer que elas ainda são muito pequenas e mantém características específicas dessa idade, ou seja, elas gostam de brincar de faz de conta, são muito centradas em si próprias e estão numa fase intensa de exploração e descoberta do próprio corpo e movimento. Analisando essas características da faixa etária que um objetivos gerais da educação física proposta pelos PCNs (2000), é que durante as aulas de Educação Física os alunos consigam adotar atitudes de respeito mutuo, dignidade e solidariedade em situações lúdicas e esportivas, repudiando qualquer espécie de violência.

            Segundo Heineck (2001), para que o professor de Educação Física monte uma aula apropriada para pré-escola é necessário seguir algumas etapas:

 

  1. Observar as crianças brincando, porque sós elas mergulham em um mundo de fantasias e concentrações e em grupos elas respeitam normas e regras em seus brinquedos e também nos faz de conta.
  2. Conhecer a criança em sua faixa evolutiva, suas necessidades livres, metodologias ativas, conteúdos significativos em relação ao desenvolvimento da criança e ao seu brinquedo.
  3. Organizar o meio ambiente, fazendo parte dos jogos e brinquedos em uma seqüência crescente de dificuldades desafios, estimulando e tornando a aula mais interessante
  4. Registrar os dados que foram observados em fichas individuais para analise e diagnostico mais preciso da historia da criança, nessa ficha de conter o tempo de disponibilizado para cada atividade, as habilidades envolvidas e tudo o que o professore achar necessário.

 

 

2.6 O NOVO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS

 

 

 

Com a nova lei de Nº 11.114, DE 16 DE MAIO DE 2005, (anexo I) o ensino fundamental passa a ter nove anos e não mais 8.

            “Prevista na LDB (art. 87) e uma das metas do Plano Nacional de Educação (Lei n.º10.172/2001), a implantação progressiva do Ensino Fundamental de nove anos, com a inclusão das crianças de seis anos nesse segmento da Educação Básica, é agora uma tendência do ensino público” Disponível em: http://www.portalensinando, acesso em 09 de março de  2009).

            Com a nova lei, o antigo pré-escolar passa a ser primeira série e a primeira passa a ser segunda e assim por diante. A interpretação fica mais clara observando o quadro asseguir:

 

Fonte secundaria.      (www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/conteúdo.asp?id=1063).

 

 

 

  1. 2.7 O SPECTRUM DOS ESTILOS DE ENSINO      

 

O modelo Spectrum dos estilos de ensino foi proposto por Muska MOSSTON na década de 60 (1966), e tem como princípio proporcionar ao professor uma condição básica para poder solucionar problemas durante as aulas, através dos estilos propostos apropriados para cada situação ou grupo.

 Spectrum dos Estilos de Ensino é uma teoria que analisa a estrutura de tomada e decisões em um comportamento de ensino e aprendizagem. Essas decisões podem ser tomadas tanto pelo professor quanto pelo aluno (GOZZI e RUETE, 2006, p. 117). Essa teoria aproxima professor e aluno tornando o professor mais consciente de seu comportamento.

Os estilos propostos por Mosston segundo Gozzi e Ruete (2006), são:

 

  • O Comando;

Caracteriza-se pelo estímulo - resposta, centrado no professor e no conteúdo.

 

  • Tarefa;

Caracteriza-se pela mudança de certas decisões do professor para o aluno, Esse relacionamento se dá em nível de execução, na fase de impacto, ou seja, durante a aula.

 

  • Recíproco;

Caracteriza-se pela interação social em parceria. O estilo Recíproco é conduzido a um trabalho em pares. Os alunos aprendem a executar a tarefa e receber retroalimentação de seus companheiros, além do professor.

 

  • Auto-Checagem;

Caracteriza-se pela mudança da responsabilidade de retroalimentação do professor ou de outro aluno para si próprio.

 

  • Inclusão;

Neste estilo são planejados para uma mesma tarefa, vários níveis de dificuldade, com a intenção de incluir todos os alunos na atividade, de acordo com as possibilidades de cada um.

  • Descoberta Guiada;

Caracteriza-se pelo relacionamento particular professor-aluno, no qual a seqüência de questões do professor acarreta ou ocasiona uma seqüência de respostas do aluno em um processo convergente levando o aluno a descobrir o conceito desejado.

 

  • Solução de Problemas (Convergente);

Caracteriza-se pelo fato de se propor um problema que terá uma única solução.

 

  • Solução de Problemas (Divergente);

Caracteriza-se pela busca de respostas múltiplas e divergentes contribuindo para o maior relacionamento do aspecto motor e cognitivo.

 

  • Individual;

Caracteriza-se pela independência do aluno, através da individualização do programa baseado no conteúdo decidido pelo professor.

 

  • Iniciado pelo Aluno;

A característica básica deste estilo é o aluno que conduz seu ensino e sua aprendizagem.

 

  • Auto Checagem.

A característica básica deste estilo é que ele dispensa totalmente a presença do professor. O objetivo é aluno ensinar-se a si mesmo. O aluno tomará todas as decisões em todas as fases.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3 METODOLOGIA

 

 

 

Neste capítulo serão apresentados os procedimentos metodológicos do presente estudo descritos e classificados como: tipo de pesquisa, população e amostra, instrumentos, procedimentos de coleta de dados e tratamento dos dados.

 

 

 

3.1 CARACTERÍSTICA DA PESQUISA

 

 

A presente pesquisa pode ser classificada, como descritiva exploratória, pois busca através de questionários assegurar a informação sobre as práticas presentes tais como condições e dados, segundo Thomas e Nelson (2002).

A pesquisa segundo Dieterick (1999), também é classificada como pesquisa de campo, pois consiste em coletar dados verídicos e pertinentes sobre fenômenos sociais, em geral de um grupo de pessoas para que se possa fazer aplicações e avaliações dos questionários.

 

 

 

3.2 POPULAÇÃO E AMOSTRA

 

 

3.2.1 População

 

 

A população avaliada foi constituída de uma turma de pré-escola (primeira série do novo currículo), de uma escola pública municipal da cidade de Joinville/ SC.

 

 

 

3.2.2 Amostra

 

 

A amostra deste estudo foi composta por 17 alunos, e o professor da turma.

 

 

3.3 INSTRUMENTOS

 

 

Foi utilizado como instrumento um questionário denominado “Questionário para os pais”, (apêndice II) e fichas de observação denominadas como “Fichas de observação das aulas”, (apêndice III), construídos e validados conforme apêndice IV especificamente para este fim.

 

 

3.4 PROCEDIMENTOS DA COLETA DE DADOS

 

 

Os critérios de seleção foram: Participaram do estudo apenas crianças que trouxeram o TCLE (apêndice I), e o questionário (apêndice II), respondido pelos pais.

 O professor de Educação Física da classe das crianças foi selecionado por estar vinculado ao atendimento as respectivas crianças o mesmo recebeu uma carta convite (apêndice V), para participar da pesquisa.

Critérios de exclusão: Crianças que os pais se recusarem a participar da pesquisa, e crianças que não apresentaram o TCLE (Termo de Consentimento Livre e Esclarecido), para participarem da pesquisa.

Procedimento de Coleta de Dados: O procedimento da coleta de dados foi realizado em três etapas: na primeira etapa, aplicação dos questionários (apêndice II) e envio dos TCLEs (apêndice I), que foram enviados 2 vezes aos pais ou responsáveis das crianças  pelo motivo de baixa adesão.

 O questionário continha três questões fechadas sobre atividades lúdicas realizadas no período oposto ao escolar, com quem brincam e quanto tempo dispunham para essa prática, conforme (apêndice II).

 Na segunda etapa foram observadas 6 (seis) aulas de Educação Física, nas quais foram respondidas fichas de observação (uma cada aula), com 3 (três) questões fechadas sobre as atividades realizadas, tipo de metodologia utilizada e tempo de duração de cada atividade conforme apêndice III.

           

 

 

 

  1. 3.4.1   Coleta de Dados

 

 

O questionário devidamente validado conforme apêndice IV foi enviado as casas das crianças para leitura e análise de seus pais. Juntamente eles receberam o TCLE (Termo de Consentimento Livre e Esclarecido), para autorização da pesquisa.

A coleta teve inicio dois dias antes das observações quando foi enviado os questionários anexados com o TCLE. Após o retorno dos mesmos devidamente preenchidos deu-se inicio às observações.

  1. Os dados coletados foram efetuados pela autora como parte do trabalho de conclusão de curso, com os seguintes materiais: prancheta, caneta e questionários.       

           

 

3.5 ANÁLISE DOS DADOS

 

 

 

            A análise dos dados foram realizadas de forma descritiva, utilizando a tabulação dos mesmos através do programa Windows Office Excel 2003, apresentando os dados encontrados nas questões avaliadas através de valores em porcentagem e valores absolutos.

 

 

3.6 LIMITAÇÕES DO ESTUDO

 

 

As principais limitações na realização deste estudo foram:

 

  • Número limitado da amostra;
  • A turma de primeiro ano e o professor;
  • Indivíduos que aceitaram os termos da pesquisa, crianças e pais e a professora que aceitou fazer parte da pesquisa;
  •  Dificuldades para recolher as autorizações;
  • Analise das aulas de Educação Física uma vez por semana, prolongando o estudo.

 

 

 

 

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