Criança Na Escola- Escolha, Acompanhe E Valorize

Publicado em: 14/04/2009 |Comentário: 2 | Acessos: 3,027 |

Escolher e valorizar a escola de nossos filhos SEMPRE será um processo difícil. Isso não significa que este deva ser problemático, ansioso, conturbado ou mesmo deixar-nos com tantas dúvidas que, na hora da decisão final, não consigamos ponderar qual a melhor escolha.

A decisão da escola implica em avaliar com detalhes o que é oferecido e, por outro lado, o que a família(mãe, pai, e porque não avós e tios) acham importante e valorizam na educação de seus filhos.

Sabe-se que a fase inicial da educação da criança, principalmente aquela que compreende os 3 primeiros anos de vida, são essenciais para a formação psíquica, física, motora, social, cognitiva da criança, ou seja, é nesta fase que se formam aspectos que acompanharão a criança pela vida toda.

Decidir entre um cuidador especializado em casa(babá), deixar a criança com um parente como avó ou tios, ou mesmo coloca-la no berçário é uma decisão difícil e polêmica.

O importante na decisão é fazê-la com maturidade e confiança e depois, monitorar e acompanhar o processo da escolha feita. Devemos lembrar que sempre é tempo para mudar e optar por outras alternativas.

Quando opta-se por um berçário, há condições que devem ser primordiais e obrigatórias na escolha:

1- espaço físico do berçário-limpeza, se é arejado ou não, nível de segurança( janelas, piso, etc), espaço específico para estimulação e repouso dos bebês.

2- corpo técnico: os profissionais nesta fase são extremamente valiosos para a criança, para a família e a escola. A qualidade do vinculo que a criança estabelece com o cuidador/pedagogos da instituição refletem no comportamento da criança no ambiente escolar e familiar. Logo, algumas questões devem ser observadas ,tais como:

berçaristas- número de berçaristas por criança, qualificação das berçaristas, acompanhamento pedagógico e médico dos bebês.

3-alimentação: deve-se respeitar o tipo de nutrição seguida pela família, claro que sempre validada pelo pediatra da criança.

4- espaço para estimulação dos bebes- deve haver um espaço específico e seguro, com material pedagógico adequado para cada faixa etária, com pessoal treinado para os cuidados com o desenvolvimento psico-socio-motor de cada bebê.

5-comunicação com a família- nesta etapa, todas as mudanças e progressos devem ser informados e os pais e familiares sempre presentes no processo de educação da criança. A escola deve estar aberta para dialogar, ouvir dúvidas, ansiedades, etc.

6-postura educacional: deve-se lembrar que a escola cumpre uma função/papel social, educacional e interfere diretamente no desenvolvimento da criança. No entanto, deve-se ter o cuidado de zelar pelo ambiente escolar- a escola deve ter um plano político pedagógico( norteando o processo educacional e disciplinar), não confundindo a escola com uma segunda família a fim de manter o caráter profissional da instituição. É possível ser afetivo e assertivo concomitantemente.

Além das questões especificas da escola, a família sempre deve ponderar outros fatores, como: tempo de deslocamento da criança para o

 berçário, respeito à sua rotina, tempo de permanência, etc.

O processo de adaptação da criança à nova escola também deve ser gradual e paulatino, principalmente se for o iniciação da mesma à vida escolar.

Devemos lembrar que há, de fato, uma mudança de espaço físico e psicológico da criança para este novo ambiente, que ela não conhece. Tudo o que é novo e inexplorado gera medo e insegurança, o que é PERFEITAMENTE normal.

 Por este motivo, se a criança chora, resmunga, enfim, mostra o seu sentimento(porque muitas vezes ainda não sabe expressá-lo verbalmente), este sentimento deve ser valorizado e  trabalhado em parceria pelos pais/escola e não ser descartado. Fazer de conta que “ele não existe e a criança se adaptará de qualquer forma” talvez não seja a atitude mais adequada na construção da singularidade deste novo sujeito, que está em formação e como citamos anteriormente, incorpora as maiores influencias e vivências do meio até os 3 anos.

A escola e a família podem acordar a necessidade da presença dos pais em questão de tempo, local, etc(a mãe ou quem está fazendo a adaptação pode ir se retirando lentamente deste espaço, por exemplo), mas é importante que, por menor que seja a criança, ela seja informada do acordo realizado. Assim, sua importância também é valorizada.

Conforme a criança responde positivamente à escolha feita, o nível de ansiedade dos pais geralmente costuma diminuir. Afinal, uma vez a escolha feita, o acompanhamento deve ser realizado com bom-senso, permitindo que a escola tenha autonomia no trabalho que realiza e nas condutas que adota.

Uma prática que deve ser observada quando o aluno é novo na escola é o nível de informações que a escola exige a respeito do mesmo. Quanto mais valor a escola der à história da criança, é bem provável que a abordagem seja mais humanista na forma de tratar e conduzir o desenvolvimento individual do aluno.

É importante que as reuniões individuais e de sala aconteçam periodicamente, pois esta é uma forma de sistematizar e comunicar aos pais o que a criança faz, como se comporta e se desenvolve, como a escola se posiciona, enfim, de que forma esta parceria aluno/escola se desenvolve efetivamente.

Nestes momentos mais privados entre professor, coordenador e pais, é oportuno que a família informe se problemas pontuais e específicos aconteceram com o filho( mudança de comportamento em casa, algum tratamento médico, etc) e vice-versa(ou seja, que a escola pontue e oriente pais e familiares caso perceba alguma mudança SIGNIFICATIVA).

Deve-se levar em conta que o desenvolvimento de casa criança é único, singular e especifico e que não se pode, de forma alguma, padronizar e comparar duas crianças : cada uma tem uma história que a faz diferente do outro. Logo , o processo de desenvolvimento psico-bio-socio-pedagógico de cada aluno também é único e deve ser monitorado em termos de evolução, progressos, mudanças e regressões, sempre com bom-senso.

 Conforme a criança cresce, a família reavalia questões como proposta pedagógica, método, convívio social, proposta religiosa de escola de seu filho- sempre calcada no histórico da criança- e, se necessário, efetiva mudanças conforme necessário.

No entanto, o aspecto de formação da criança em termos morais e éticos deve SEMPRE SER PRIVILEGIADO, e este se constrói na intersecção entre escola, família e sociedade- a criança reforça conceitos adquiridos na escola através das vivências escolares, sociais e familiares. Por isso, a importância da formação integral do aluno tanto nos primeiros anos de vida como posteriormente: é importante que este se veja e seja visto  como um ser total, único, capaz, que respeite e tolere seus limites e do outro e que assim, possa conviver, colaborar e construir uma sociedade melhor, mais justa e mais humana.

Aprender a conviver em grupo, discutir, ouvir, ponderar, olhar PARA o outro, enfim, todos estes são papeis da escola. Nela o aluno tem a oportunidade de adquirir e consolidar habilidades, comportamentos, atitudes e competências necessárias e relevantes para sua formação como aluno, cidadão e ser integral.

Como falamos anteriormente, este processo de formação JAMAIS será completo se não houver a parceria e ENVOLVIMENTO pleno da família e da sociedade em que se vive.

Este processo de formação completa é complexo e dialético- permeado por conflitos. O conflito, no processo de “educar “o outro e a si mesmo, acontece ao mesmo tempo.

 Quando o professor interfere na sala de aula criando situações ou contextos para que os alunos elaborem determinados conteúdos, ele propicia ao aluno e a si mesmo condições de olhar o processo de desenvolvimento, observar etapas, localizar cada criança, trabalhar questões globais e específicas.

Neste processo, ele também se coloca como mediador, pontua para o grupo( e consequentemente, para si mesmo) os pontos fortes e avalia oportunidades de melhoria. Assim, aprendemos a ser, a fazer, a refletir, a construir, a pensar, enfim, aprendemos como evoluir como seres humanos, aprendizes e cidadãos.

Logo, qualquer que seja a escola, é imprescindível que:

- o aluno seja acompanhado individualmente e que a escola mostre se apropriar da história de cada um- o aluno é um sujeito singular e único,

- as diferenças sejam respeitadas e questões individuais RELEVANTES sejam tratadas sempre com a família , tendo-a como parceira,

- que a escola valorize a formação de seu corpo profissional quanto a habilidades, atitudes e comportamentos: não adianta um professor cheio de conteúdo e atitudes imprudentes,

- exista um canal de dialogo acessível família/escola,

- as habilidades das crianças sejam trabalhadas de forma integral: corpo e mente,

- valorização de aspectos sócio- culturais, enfatizando os  valores morais e éticos, tolerância e respeito,

- a escola jamais é a família e vice-versa,

- que apresente atitudes de apoio às famílias e alunos quando necessário, sem rotular ou excluir a família de processos importantes de decisão.

Se a escolha de uma escola pode ser demorada e complexa, devemos refletir o quanto é complexo e amplo o processo de educar e formar nossos filhos. Por este motivo, devemos nos aliar às instituições que formam nossos filhos, valorizando e enaltecendo a importância do processo de formação desde a educação infantil.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/crianca-na-escola-escolha-acompanhe-e-valorize-865774.html

    Palavras-chave do artigo:

    escola

    ,

    familia

    ,

    aluno

    Comentar sobre o artigo

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    A escola tem sido responsabilizada há algum tempo pelos desvios de comportamento que se observa na vida social. Mas será sempre ela que tem essa responsabilidade? Ou será que ela responsabilidade foi imposta sem maiores questionamentos e agora de quem deve ser cobrada a recuperação dos indivíduos que não tem o comportamento esperado pela sociedade?

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    Criar sempre foi uma característica do ser humano. Com essa capacidade o homem cria mas precisa ser despertado e isso só acontece com sua interação com o mundo. Desde o inicio dos tempos o homem cria e produz novas tecnologias. Sempre movido por suas necessidades e desejos. Assim, através dos objetos inventados modifica o mundo e sua relação com o universo. Desde as mais antigas ferramentas até os mais modernos aparelhos percebe-se que a tecnologia é útil, necessária e fascinante.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015 lAcessos: 14

    Ao longo da institucionalização da Sociologia como ciência no Brasil, várias pesquisas tiveram como objeto de estudo o professor e seu papel dentro das instituições educacionais e na sociedade global. Mas parece que ainda precisamos saber muito sobre essa profissão tão paradoxal: para uns é fundamental em qualquer sociedade que se proponha séria; para outros, uma profissão como outra qualquer, sem nenhuma especificidade e, para completar, em qualquer caso, quase sempre mal remunerada.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015 lAcessos: 11

    Por muito tempo discutiu-se a Educação no Brasil negligenciando sua relação com a economia. Porém, num certo momento, ficou impossível continuar a tentar analisar e explicar o processo educativo descolado da realidade econômica do país no qual ele se inseria. As implicações do desenvolvimento econômico do país de certa maneira apareceram na Educação, de uma forma ou de outra, particularmente quando se avalia os resultados do processo educativo.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015 lAcessos: 18
    Irineu Correia

    Este artigo analisa as contribuições de Vygostsky e Piaget para a construção do conhecimento na escola.

    Por: Irineu Correial Educação> Educação Infantill 07/03/2015 lAcessos: 17

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    Elisangela 07/03/2011
    Gostei muito dos artigos, mais preciso de mais informações sobre mudanças de comportamento da criança na educação infantil !
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    jose 02/02/2010
    A esolha de uma boa escola para nossos filhos pode se dar apenas através de guias de escolas ( www.portalguiaescolas.com.br ) ou deve-se usar de outros recursos e quais, se nosso tempo é escasso? Obrigado.
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