Educação infantil: um modo de trabalhar a reciclagem e a preservação do meio ambiente

Publicado em: 05/07/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 2,682 |

INTRODUÇÃO

O presente artigo contempla uma das grandes prioridades e preocupações dos governos de todo o mundo gerando interesse entre todos nos educandos a preservação do meio ambiente através da reciclagem. No Brasil desde a década de 70, a preservação ambiental ganhou destaque com a rearticulação dos movimentos sociais. A pesquisa aqui apresentada envolverá questões diversas, como a preservação da natureza, manutenção dos recursos
naturais e melhoria da qualidade de vida nas cidades, fala de alguns problemas e procura soluções para questões simples como o que fazer para reduzir o lixo que vem se acumulando no planeta e degradando o meio ambiente.

Pretende-se conscientizar as pessoas sobre a grande importância da colaboração, pois, a comunidade não é bem informada e necessita abrir os olhos, pois a questão da preservação ambiental deve estar embutida na educação que, por sua vez, deve estar além das paredes da escola. Professores e alunos devem levar as temáticas ambientais para o conhecimento da comunidade e procurar interferir na solução de problemas ecológicos locais.

Uma coisa é ler sobre o meio ambiente e ficar informado sobre ele; outra é observar diretamente o meu meio ambiente, entrar em contato direto com os diferentes grupos sociais que o compõem, observar como as relações sociais permeiam o meio ambiente e o exploram, coletar junto às pessoas informações sobre as relações que mantêm com o meio ambiente em que vivem, enfim, aprender como a sociedade lida com ele. Agir assim é experimentar comportamentos sociais em relação ao meio que permitem constatar suas características e as reações dele à nossa atuação (PENTEADO, 2007, p. 53). O lixo que se joga fora leva anos para se decompor e acaba poluindo o meio ambiente destruindo a natureza e junto com ela todos os seres vivos

De acordo com Kraemer (2005) as sociedades desenvolvidas precisam da indústria para produzir energia e bens que mantenham seu estilo de vida, dessa forma as atividades industriais abrangem processamento de alimentos, mineração, produção petroquímica e de
plástico, metais e produtos químicos, papel e celulose, e a manufatura de bens de consumo, como a televisão. Por sua vez, a indústria necessita de matéria-prima, como o ferro, a água e a madeira, para a produção desses bens. Esses processos de manufatura produzem lixo, que pode ser inofensivo ou tóxico.

O problema é quando ele não é tratado, sendo jogado em rios ou queimado, o que polui o meio ambiente. Em consequência, quanto mais se enterram os resíduos, mais os ciclos naturais são ameaçados, e o ambiente se torna poluído. Desde os anos 50, os resíduos
químicos e tóxicos têm causado desastres cada vez mais frequentes e sérios. Neste contexto, nossa pesquisa teve o propósito de mostrar o índice do impacto ambiental. Pretende-se mostrar que a questão da preservação deve estar embutida na educação ambiental que, por sua vez, tem de estar além das paredes da escola, como diz Kraemer, (2005).

 UM TRABALHO DE CONSCIENTIZAÇÃO A PARTIR DA EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

A partir da educação infantil devem-se preparar os alunos contribuindo para sua autoformação, ensinando-os a assumir a condição humana necessária, a viver e como se tornar cidadão, que é definido em uma democracia por sua solidariedade e responsabilidade em relação à sua pátria, enfocando o fato de pertencermos a terra. Assumir a identidade terrena é vital atualmente, pois o desenvolvimento e enraizamento desta consciência é que permitirá o fortalecimento, por múltiplos canais e em diversas regiões do globo, de um
sentimento de religação intersolidariedade, imprescindível para civilizar as relações humanas e a cidadania ambiental.

É preciso enfatizar que a visão do mundo hegemônico em nossa sociedade, com seus conceitos de natureza e de homem, não se afirmaram porque era melhor ou superior. Aceitar essa tese só teria sentido se fosse ignorado que muitas dessas questões já haviam, no passado, sido levantadas por uns e sufocadas, silenciadas e oprimidas, por outros. Com os avanços científicos da humanidade, a capacidade de exploração e utilização do meio ambiente pelo homem cresceu. Em contrapartida, cresceu também a velocidade com que o homem consegue destruir e degradar o meio ambiente. Desde nossos ancestrais, dos primeiros primatas ao moderno homo sapiens, o homem viu-se a necessidade de interagir com o meio ambiente, de forma a retirar da natureza toda espécie de recursos necessários à sua sobrevivência, desde alimentos até energia.

No início dos tempos, nada mais era necessário ao homem do que conseguir alimentos para sua manutenção diária, em atividade que buscava tão somente sua subsistência, não sendo o homem capaz de provocar maiores danos à natureza. Com os avanços da ciência e tecnologia, as necessidades do homem transcenderam a mera busca de alimentos e artefatos de proteção, incluindo-se nas necessidades do homem a busca de recursos naturais que pudessem nutrir sua necessidade por um fator que marca radicalmente a capacidade destrutiva do homem, a energia. Sem dúvidas, os procedimentos adotados pelo homem para produzir energia estão entre os maiores destruidores e modificadores do meio ambiente.

Imagine toda a mudança e destruição do meio ambiente necessária para a construção e ativação de uma usina hidrelétrica. Construção de barragens,mudanças de cursos de rios,
desmatamento de florestas, instalação de geradores, turbinas, condutores de energia, etc. A criança, desde cedo, deve aprender cuidar da natureza. No seio familiar e na escola é que se deve iniciar a conscientização do cuidado com o meio ambiente natural. É fundamental esta educação ambiental, pois responsabilizará o educado para o resto de sua vida.

De acordo com Munhoz (2004), uma das formas de levar educação ambiental à comunidade é pela ação direta do professor na sala de aula e em atividades extracurriculares. Através de atividades como leitura, trabalhos escolares, pesquisas e debates, os alunos poderão entender os problemas que afetam a comunidade onde vivem; instados a refletir e criticar as ações de desrespeito à ecologia, a essa riqueza que é patrimônio do planeta, e, de todos os que nele se encontram.

Os professores são a peça fundamental no processo de conscientização da sociedade dos problemas ambientais, pois buscarão desenvolver em seus alunos hábitos e atitudes sadias de conservação ambiental e respeito à natureza transformando-os em cidadãos conscientes e comprometidos com o futuro do país (MUNHOZ, 2004, p. 81).

Apesar da importância fundamental do professor no processo de desenvolvimento da nação ainda não se dá o devido valor, por parte de nossas autoridades, ao professor e com isto a educação. O Estado ainda não se conscientizou que a educação é o veiculo do bem estar social, mas, sim, de forma oposta, se tem priorizado o interesse político de manter a massa sem uma formação cultural adequada. Qualquer ação de proteção ambiental deve passar
pela educação ambiental.

Não é apenas a alta tecnologia que devasta o planeta, a exploração de minas e principalmente garimpos na busca por minérios preciosos como carvão, metais e ouro, desertificaram diversas regiões do planeta. A própria exploração do solo de maneira errada pode transformar uma simples atividade agrícola em um ato capaz de destruir o meio ambiente, através do esgotamento dos recursos minerais necessários ao plantio pela falta de adubação, rodízio de culturas, ou até mesmo pelo mal uso de terras na pecuária, não esquecendo evidentemente do uso indiscriminado de queimadas por agricultores no desmatamento.

Após alguns séculos de destruição e devastação, onde a evolução tecnológica deu-se em velocidade elevada, o homem a partir dessas transformações mostra-se preocupado com o meio ambiente; elaborando normas que permitam sua utilização, porém evitando sua total degradação e destruição, fato este que na atualidade, ocasiona manchetes e discussões sobre o tema conservação do meio ambiente, sobretudo, em trabalhos de conscientização a partir da educação infantil.

Apesar de muitas críticas à proposta dos Parâmetros Curriculares Nacionais, salientam que os conhecimentos pertinentes à questão ambiental estão bem estruturados e contribuem para a formação dos educandos onde estimulam "uma consciência global das questões relativas ao meio, para que possam assumir posições afinadas com os valores referentes à sua proteção e melhoria" (BRASIL, PCN, 1997, p. 47-48).

O maior objetivo da Década é integrar princípios, valores e práticas de desenvolvimento sustentável em todos os aspectos da educação e do ensino. Tal esforço educacional encoraja mudanças de comportamento para criação de um futuro mais sustentável em termos de integridade do meio ambiente, viabilidade econômica e de uma sociedade justa para as atuais e futuras gerações, sendo exigido apenas que se reexamine a política
educacional, no sentido de reorientar a educação desde a pré-escola até a universidade e o aprendizado permanente na vida adulta, para que estejam claramente enfocados na aquisição de conhecimentos, competências, perspectivas e valores relacionados com a sustentabilidade (UNESCO, 2005, p. 57).

Os educandos aprenderiam a reconhecer fatores que produzem o real bem estar, desenvolver o espírito crítico de críticas às induções do consumismo e senso de responsabilidade e de solidariedade no uso dos bens comuns e recursos naturais de modo a respeitar o ambiente e as pessoas da comunidade.

Com a economia globalizada as empresas são forçadas a aprimorar continuamente o nível de qualidade de seus meios patrimoniais e ter cuidado com o meio ambiente natural, satisfazendo o consumidor cada vez mais exigente e consciente. O cliente moderno observa e prefere a célula social que adota cuidado com o entorno ecológico e social e adquire os produtos dessa organização. Ele prefere a empresa que respeita o meio ambiente e contribui
para a qualidade de vida da comunidade. O aspecto ambiental natural é uma variável a ser considerada no planejamento estratégico competitivo.

Segundo Rebollo (2001, p. 19) atenção e cuidados para os recursos disponíveis na
natureza ou a produção de produtos e resíduos que eventualmente venha a afetar o meio ambiente são variáveis que crescem de importância no planejamento estratégico das empresas. Diz ainda haver "um crescente movimento de conscientização, inclusive nas empresas, visando a um desenvolvimento econômico sustentável".

Desenvolvimento sustentável é a prosperidade patrimonial da célula social sem agressão ao meio ambiente natural. A sustentabilidade tornou-se uma preocupação não só dos estudiosos como também dos empresários a nível mundial. O grande desafio é compatibilizar o crescimento econômico com a preservação da natureza. O Neo patrimonialismo contábil pode dar grande contribuição à célula social e à comunidade criando modelos contábeis competentes para que o empresário venha a tomar decisões eficazes em sua gestão patrimonial e ambiental. Segundo Lopes de Sá (1999), conciliar a eficácia empresarial com aquela ambiental passa a ser um desafio que só a ciência pode resolver, mas, necessário para que a utilidade do conhecimento cumpra a sua meta. Faz-se
necessário, portanto, na elaboração de modelos de eficácia empresarial, no caso em tela, a adaptação de tal fenômeno particular da célula social com aquele de uma eficácia ambiental, este tomado como parâmetro.

Tais interesses de eficácias, interativos, representam uma nova ótica que a doutrina contábil não havia antes considerado, mas, imprescindível como fundamento no desenvolvimento de uma Contabilidade aplicada ao Meio Ambiente. E ainda, a ação do capital não pode chegar a ponto de prejudicar a vida dos seres, quer no presente, quer no futuro, embora, isto, não seja seguido por alguns especuladores financeiros, parece ser, todavia, uma determinante para o futuro, como cobrança das sociedades humanas.

Como bem lembra Attuy (apud WERNKE, 1999), o verdadeiro desenvolvimento sustentável pressupõe aumento da renda nacional em longo prazo, sem prejuízo do progresso e sem ferir a ecologia. A sustentabilidade referida gera, pois, concomitantemente, fenômeno patrimonial e do meio ambiente natural. Logo, sempre que houver fenômeno patrimonial haverá mutação patrimonial e sempre que houver fenômeno ambiental natural haverá mutação da natureza. O trabalho com Educação Ambiental deve ser iniciado a partir das séries iniciais da educação infantil partindo da observação das necessidades de nosso entorno e os interesses pelos problemas regionais próximos a escola.

Na prática, significa que o educador deve partir da realidade local, estudando as necessidades, os interesses e os problemas vividos e estabelecer as unidades de aprendizagem integradas, que constituem, basicamente, na seleção de um ou mais temas centrais para a sua realização; a título de exemplo podem-se abordar o problema de escassez da água e o problema do lixo urbano, onde isso poderá ser pensado nas esferas cognitivas, afetiva, técnica e epistemológica, orientando o professor para ações interdisciplinares ou transversais, valorizando as experiências com a comunidade local através da Educação Infantil.

Mayer (1998, p. 226) destaca que um dos objetivos mais importantes da Educação Ambiental, é justamente educar para enfrentar valores, analisando diferentes pontos de vista, em relação ao problema concreto. Se os estudantes sabem valorizar a complexidade dos temas ambientais, e se têm adquirido um método de análise das posições no campo, possa realmente ser livres e capazes de obter uma posição própria, compreender e revelar razões de ordem política, econômica e social que estão posteriores a conquista de atitudes por parte de diferentes sujeitos que se enfrenta com o problema.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, PCN, 1997) sugerem que o tema Meio Ambiente seja trabalhado transversalmente na educação, ou seja, propõem que as questões ambientais permeiam os objetivos, conteúdos e orientações didáticas em todas as disciplinas, no período da escolaridade obrigatória. Ao mesmo tempo, na perspectiva da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei 9394/96 - há indicação de mudanças curriculares no ensino formal, onde a Educação Ambiental pode ser apresentada em outros níveis de ensino.

Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura de paz. Para chegar a esse propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida e com as futuras gerações (GADOTTI, 2010 apud CECCON, 2010).

Neste contexto, a escola deve se transformar orientando-se para a investigação e reflexão da temática ambiental, desenvolvendo o senso crítico e as habilidades necessárias para resolver problemas, construindo conhecimentos, associado às atividades práticas e as
experiências pessoais, reconhecendo o conhecimento vivenciado pelos alunos, já na educação infantil. Acredita-se que uma das possíveis causas da poluição do solo sejam o acúmulo de lixo sólido, como embalagens de plástico, papel e metal, e de produtos químicos, como fertilizantes e pesticidas. O material sólido do lixo demora muito tempo para desaparecer no ambiente. O vidro, por exemplo, leva cerca de 5 mil anos para se decompor, enquanto certos tipos de plástico nunca se desintegram, pois são impermeáveis ao processo de bio degradação promovido pelos microorganismos.

As soluções utilizadas para reduzirem o acúmulo de lixo, como a incineração e os aterros, também têm efeito poluidor, pois emitem fumaça tóxica, no primeiro caso, ou produzem fluidos tóxicos que se infiltram no solo e contaminam os lençóis de água no segundo caso. A melhor forma de amenizar o problema, segundo a opinião de especialistas, é reduzindo a quantidade de lixo produzido, através da reciclagem e do uso de materiais biodegradáveis. A
poluição pode ainda afetar o solo dificultando seu cultivo, como ocorre em grandes aglomerações urbanas, onde o principal foco de poluição do solo são os resíduos industriais e domésticos.

O lixo das cidades brasileiras, por exemplo, contém de setenta e a oitenta por cento de matéria orgânica em decomposição e constitui uma permanente ameaça de surtos epidêmicos. Contudo, o maior fator de poluição do solo é o desmatamento, causa de desequilíbrios hidrogeológicos, pois em consequência de tal prática a terra deixa de reter as águas pluviais. Estima-se que no Brasil sejam abatidos anualmente trinta mil quilômetros quadrados de florestas, com o objetivo de obter madeira ou áreas para cultivo.

Além de outra grande ameaça à agricultura tem-se o fenômeno conhecido como chuva ácida, ou seja, gases tóxicos em suspensão na atmosfera que são arrastados para a terra pelas precipitações. A chuva ácida afeta regiões com elevado índice de industrialização e exerce uma ação devastadora sobre as áreas cultivadas e os campos em geral. Os aterros
sanitários possuem o menor custo para eliminar resíduos, porém depende da existência de locais adequados, pois esse método consiste em armazenar os resíduos, dispostos em camadas, em locais escavados, onde cada camada é prensada por máquinas, até alcançar uma altura aproximada de 3 metros, sendo em seguida, coberta por outra camada de terra e voltando a ser comprimida.

É fundamental e de suma importância escolher o terreno adequado, para que não haja contaminação nem na superfície, nem nos lençóis subterrâneos. Além disso, o vazadouro deve ser bem ventilado. Já os incineradores convencionais são fornos, nos quais se queimam os resíduos, contudo, além de calor, a incineração gera dióxido de carbono, óxidos de enxofre e nitrogênio, contaminantes gasosos, cinzas voláteis e resíduos sólidos que não se queimam. É possível controlar a emissão de poluentes mediante processos adequados de limpeza dos gases.

A fabricação de fertilizantes ou adubos, a partir de resíduos sólidos, consiste na degradação da matéria orgânica por microorganismos aeróbicos. O húmus resultante contém de 1% a 3% de nitrogênio, fósforo e potássio. É possível gerar energia a partir de alguns processos de eliminação de resíduos. Alguns incineradores aproveitam para gerar vapor e produzir eletricidade. A pirólise é um processo de decomposição química de resíduos sólidos por meio do calor em uma atmosfera com pouca oxigenação, gerando uma corrente de gás composta por hidrogênio, metano, monóxido de carbono (os combustíveis), dióxido de carbono, cinza inerte e outros gases.

A reciclagem é uma prática muito antiga utilizada desde os tempos pré-históricos onde os utensílios metálicos eram fundidos e remodelados. Os materiais recicláveis são recuperados de muitas maneiras, como o desfibramento, separação magnética de metais, separação de
materiais leves e pesados, peneiração e lavagem. O lixo apresenta risco potencial à saúde e ao meio ambiente, devido à presença de material biológico, químico, radioativo, perfuro cortante. O tratamento adequado previne infecções cruzadas, proporciona conforto e segurança à clientela a equipe de trabalho, bem como mantém o ambiente limpo e agradável.

A reciclagem é um processo industrial que converte o lixo descartado em produto semelhante ao inicial ou outro. Reciclar é economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que é jogado fora. A palavra reciclagem foi introduzida ao vocabulário internacional no final da década de 80, quando se verificaram que as fontes de petróleo e outras matérias-primas não renováveis estavam se esgotando. Para compreender-se a reciclagem, é importante mudar o conceito que se tem de lixo, deixando de enxergá-lo como uma coisa suja e inútil em sua totalidade. Deve-se entender que o lixo é fonte de riqueza e que para ser reciclado deve ser separado. Essa separação pode ser realizada de diversas maneiras, sendo a mais simples separar o lixo orgânico do inorgânico, ou seja, o lixo molhado do lixo seco.

Biologicamente na natureza nada se perde, pois seres vivos chamados decompositores comem materiais sem vida ou em decomposição. Eles dividem a matéria para que ela possa ser reciclada e usada de novo. Esse é o chamado material biodegradável. Quando um animal morre, ele é reciclado pela natureza. Quando um material é dividido em pequenas peças, as bactérias e fungos, os mais importantes decompositores, já podem trabalhar.

A decomposição aeróbia é mais completa que a anaeróbia por gerar gás carbônico, vapor de água e os sais minerais, substâncias indispensáveis ao crescimento de todos os vegetais, o qual gera o húmus, ótimo adubo para o solo. No processo anaeróbio, são gerados os gases metano e sulfídrico, que causam um odor desagradável; a decomposição anaeróbia produz um líquido escuro denominado chorume, líquido esse com grande quantidade de poluentes, encontrado normalmente no fundo das latas de lixo. Este chorume é o principal causador da
contaminação dos rios e do lençol freático.

A reciclagem contribui para diminuir a poluição do solo, água e ar, além de a) melhorar a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população; b) prolongar a vida útil de aterros sanitários; c) melhorar a produção de compostos orgânicos; d) gerar empregos para a população não qualificada; e) gerar receita com a comercialização dos recicláveis; f) estimular a concorrência, uma vez que produtos gerados a partir dos reciclados são
comercializados em paralelo àqueles gerados a partir de matérias-primas virgens. Contribui para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica.

No Brasil, seria importante que as pequenas e médias empresas recicladoras tivessem apoio financeiro e tecnológico para melhorar suas tecnologias de reciclagem, pois assim estariam contribuindo na geração de empregos, na diminuição de lixo e na produção de produtos de melhor qualidade com tecnologia limpa. A grande solução para os resíduos sólidos é aquela que prevê a máxima redução da quantidade de resíduos na fonte geradora. Quando os resíduos não podem ser evitados, deverão ser reciclados por reutilização ou recuperação, de tal modo que seja o mínimo possível o que tenha como destino final os aterros sanitários.

A reciclagem surgiu como uma maneira de reintroduzir no sistema uma parte da matéria e da energia, que se tornaria lixo. Assim desviados, os resíduos são coletados, separados e processados para serem usados como matéria-prima na manufatura de bens, os quais eram feitos anteriormente com matéria prima virgem. Dessa forma, os recursos naturais ficam menos comprometidos.

1. Os mais velhos resíduos do mundo foram encontrados na África do Sul e têm cerca de 140 mil anos de idade. Esse lixo milenar - que contém ossos, carvão, fezes e restos de cerâmica - oferece informações preciosas sobre os hábitos de vida do homem antigo.

2. No ano 500 a.C., Atenas criou o primeiro lixão municipal, exigindo que os detritos fossem jogados pelo menos a1, 6 quilômetro das muralhas da cidade.

3. O inventor inglês Peter Durand patenteou a lata de lixo em 1810.

4. Aterros sanitários representam a maior fonte de metano produzido pelo homem. A cada ano, 7 milhões de toneladas de metano vão parar na atmosfera.

5. Os americanos produzem 212 milhões de toneladas de lixo por ano, das quais 43 milhões de toneladas são restos de comida.

6. Isso significa 711 quilos produzidos por habitante a cada ano.

7. No Brasil, são 88 milhões de toneladas de lixo por ano, ou 470 quilos por habitante.

8. Das 13.800 toneladas de lixo produzidas por dia na cidade de São Paulo, apenas 1% é reciclado.

9. Curitiba é o município brasileiro que mais recicla: 20% de todos os resíduos

10. No mundo, o Japão é um dos países que mais reciclam: 50% do lixo é reaproveitado.

11. Os americanos jogam fora 50 bilhões de latas de alumínio por ano. Todas as latas desse material que foram para o lixo nos Estados Unidos nas últimas três décadas valem quase US$ 20 bilhões.

12. No quesito alumínio, o Brasil vai bem: é o país que mais recicla latas no planeta. Em 2004, foram 9 bilhões de latinhas reaproveitadas, ou 96% da produção total do país.

13. Em 2002, o oceanógrafo americano Charles Moore vasculhou uma área de 800 quilômetros quadrados do Oceano Pacífico e encontrou 4,5 quilos de resíduos plásticos
flutuando no mar para cada meio quilo de plâncton. (ÉPOCA, 2006).

Entende-se por ambiente um lugar determinado, com componentes vivos e não-vivos e todas as interações que nele acontecem. A tendência de qualquer ambiente é a de manterem-se em equilíbrio, desde que seus componentes permaneçam os mesmos. O ambiente sempre sofreu modificações devido à necessidade que o homem encontrou para que as suas necessidades fossem atendidas. Com o passar do tempo, estas modificações tem se tornado muito mais rápidas e profundas causando grandes desequilíbrios, responsáveis por boa parte dos problemas que a humanidade vem enfrentando nos dias de hoje.

Problemas complexos de higiene ambiental têm afetado o ambiente urbano como um todo. O saneamento básico constitui-se pelas medidas higiênicas adotadas pelo poder público para garantir a salubridade do meio urbano e a saúde da população. Pela complexidade do meio urbano, o saneamento básico inclui coleta e destino do lixo, sistema de tratamento e distribuição de água e esgoto, medidas de prevenção da poluição atmosférica, da água, do solo, etc.

Compreende a varredura de ruas e praças e o recolhimento de detritos sólidos de casa em casa o sistema de coleta de lixo. Esses detritos são removidos para áreas escolhidas, onde ficam definitivamente depositados. Para o lixo, a alternativa mais proveitosa e econômica seria o reaproveitamento. O lixo orgânico pode ser encaminhado para usinas de compostagem e de produção de iogas. Já o inorgânico, ou sucata, incluindo-se papel, madeira, vidro, metais, etc., pode ser destinado a diferentes tipos de indústria de reciclagem.

A educação promove saúde permitindo assim que as pessoas adquiram um maior controle sobre sua própria qualidade de vida, onde através de hábitos saudáveis não só os indivíduos, mas também suas famílias e comunidade se apoderam de um bem, um direito e um recurso aplicável à vida cotidiana.

A escola é vista como espaço social e local onde o aluno dará sequência ao seu processo de socialização, pois o que nela se faz se diz e se valoriza representando um exemplo daquilo que a sociedade deseja e aprova. Comportamentos ambientalmente corretos devem ser aprendidos na prática, no cotidiano escolar, contribuindo para a formação de cidadãos responsáveis.

É fundamental que cada aluno desenvolva as suas potencialidades e adote posturas pessoais e comportamentos sociais construtivos, colaborando para a construção de uma sociedade justa, em um ambiente saudável. Para fortalecermos o vínculo positivo entre a educação e a saúde, deve-se promover um ambiente saudável melhorando a educação e o potencial de aprendizagem e ao mesmo tempo promovendo a saúde.

A formação e a adoção dos hábitos saudáveis devem ser estimuladas em crianças, pois é durante os primeiros anos de vida que ela estará formando seus hábitos, por exemplo, alimentares e atividade física. Dessa forma, a promoção da saúde assume um papel de educação para a saúde. 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Acredita-se que se a questão sobre a preservação ambiental for trabalhada de maneira correta nas escolas e com a noção de que não deva ficar restrita apenas ao meio ambiente escolar, estendendo-se à comunidade local, poderia contribuir em muito para recuperar e preservar os recursos naturais e melhorar a qualidade de vida da população.

Merecemos direito a um meio ambiente saudável, sem poluição de qualquer natureza. Matas, ar, rios, lagos, mares e animais silvestres necessários ao ecossistema e ao equilíbrio ecológico são bens preservados para uma vida pura. Defender, perante as comunidades, o poder público e a justiça, todos os patrimônios sociais, mesmo se estiver sob o domínio particular.

Denunciar atos de destruição ao meio ambiente, quando souber da existência deles. Nos estados e municípios existem instituições de proteção ao meio ambiente como as Secretarias do Meio Ambiente. No Governo Federal, há a Secretaria Nacional do Meio Ambiente que funciona nos estados através do Instituto Nacional do Meio Ambiente - IBAMA para receber denúncias e sugestões dos cidadãos quando ocorrerem perigo ou agressões aos recursos da natureza.

No mundo moderno não há mais espaços para os ideais de progresso advindos da revolução industrial, onde o único valor reconhecido era o aumento da produção econômica. Outros valores são pesados junto ao aumento econômico, como a degradação ambiental provocada por uma determinada atividade econômica, em busca do bem maior que deve servir de parâmetro para qualquer sociedade, a qualidade da vida humana, que depende diretamente da qualidade de seu meio ambiente, de seu habitat.

Sem um meio ambiente equilibrado e saudável, o homem está condenado à destruição, portanto jamais se poderá especular sobre progresso e desenvolvimento, sem considerar, antes de qualquer outro valor, as conseqüências trazidas ao meio ambiente, decorrentes de sua exploração econômica, e como preservá-lo para as gerações presentes e futuras, em busca de um mundo mais humano e habitável.

Acredita-se que o caminho mais curto e valioso para as manifestações sobre a preservação do meio ambiente é exatamente através da escola; focando uma educação ambiental que atinja aos alunos de maneira a conscientizá-los e fazendo com que os mesmos exijam, não só de seus responsáveis como da comunidade e sociedade, a conscientização sobre a importância do meio ambiente e sua preservação. 

REFERÊNCIAS 

BRASIL. PCN - Parâmetros Curriculares Nacionais: meio ambiente e saúde. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília, DF: MEC/SEF, 1997.

BRASIL. LDBEN - Lei de diretrizes e bases da educação nacional, Lei nº. 9394/96. Brasília: MEC, 1996.

GADOTTI, M. A carta da Terra na educação. In: CECCON, Sheila. Educar para a responsabilidade ambiental. In: Revista Pátio Ano XIV - nº 54 - Ecorresponsabilidade na educação - Maio/Julho 2010.

ÉPOCA, Revista. 13 Curiosidades sobre o lixo. ed. nº. 421 - 12/06/2006.

KRAEMER, M. E. P. Como quantificar e contabilizar os resíduos industriais. Artigo Publicado 29/Set./2005 Disponível em: http://iberica2000.org/Es/Articulo.asp?Id=2596.
Acessado em: 15/Abril./2011.

MAYER, M. Educación Ambiental: de la acción a la investigación. Roma: Enseñanza de lãs Ciências, V. 16, nº. 2, p. 217-231, 1998.

MUNHOZ, T. Desenvolvimento Sustentável e Educação Ambiental. 2004.

NOVAES, W. Meio ambiente no século XXI: especialistas falam da questão ambiental
nas suas áreas de conhecimentos.
4. ed. São Paulo: Armazém do Ipê, 2005.

PENTEADO, H. D. Meio ambiente e formação de professores. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2007. (Coleção Questões da Nossa Época; v. 38).

REBOLLO, M. G. A Contabilidade como instrumento de controle e proteção do meio ambiente. Revista de Contabilidade do Conselho Regional do Rio Grande do Sul. nº. 104, p. 12-23, maio de 2001.

SÁ, Antônio L. Contabilidade ambiental: uma responsabilidade social. 1999. Disponível em: <www.lopesdesa.com.br>. Acesso em 01/Jan./2011.

SANTOS, Milena Queiroz Gonçalves. Lixo: conceito, armazenamento e soluções.
Publicado em 18 de maio de 2009. Disponível em: http://www.profissionalizando.net.br/ensino-fundamental/79-ciencias/2534-lixo-conceito-armazenamento-solucoes. Acessado em: 10/Jan./2011.

UNESCO. Década das Nações Unidas da educação para o desenvolvimento sustentável (2005-2014). Brasília: Unesco, 2005.

WERNKE, R. Custos ambientais: uma abordagem teórica com ênfase na obtenção de vantagem competitiva. Revista Brasileira de Contabilidade. Brasília: ano 29 - nº. 123, p. 44-51, maio/jun. de 2000.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/educacao-infantil-um-modo-de-trabalhar-a-reciclagem-e-a-preservacao-do-meio-ambiente-4988988.html

    Palavras-chave do artigo:

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    educacao infantil

    Comentar sobre o artigo

    O objetivo deste estudo foi conhecer como se insere e desenvolve a educação ambiental na educação infantil em escolas públicas de dois municípios no Estado do Espirito Santo, Brasil. Trata de um estudo descritivo quantitativo. O universo da pesquisa foi 58 professores de Educação Infantil. O instrumento de coleta de dados foi um questionário de autopreenchimento com 13 perguntas objetivas sobre educação ambiental na comunidade escolar. Solicitou-se a assinatura do termo de consentimento livre e

    Por: DANIELE DE ALMEIDA NUNESl Educação> Educação Infantill 28/08/2014 lAcessos: 18

    O presente artigo diz respeito a um prévio levantamento teórico-metodológico para dissertação de Mestrado em Planejamento do Desenvolvimento Sustentável, no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos, a pesquisa inter-relaciona gestão de resíduos sólidos, políticas públicas e ações que visam a geração de renda para famílias que atuam na cadeia de coleta e comercialização de resíduos sólidos para reciclagem na Cidade de Belém, Estado do Pará.

    Por: Tatylene do S.C. Freirel Notícias & Sociedade> Meio Ambientel 27/01/2010 lAcessos: 4,184

    Pretendeu-se com este estudo, focalizar a Interdisciplinaridade da Educação Ambiental desenvolvida na E.E.E.F e M. Eneida de Moraes, com a finalidade de tornar evidentes as vantagens de trabalhos interdisciplinares desenvolvidos pelos educadores junto aos educandos com qualidade e com a finalidade de perceber como os educadores trabalham a interdisciplinaridade da E.A na sala de aula, principalmente do Ensino Fundamental, onde a criança começa a ter responsabilidade de cidadão brasileiro.

    Por: Cristina Ferreiral Ciências> Biologial 13/07/2008 lAcessos: 25,580 lComentário: 21

    Este artigo tem a finalidade de integrar a educação ambiental e valores. Trabalhando o meio ambiente e seus problemas, enfatizando os conceitos integradores, o aluno poderá perceber a realidade, é possibilitando a identificação da ação do homem. Podemos realizar atividades do cotidiano. Em diferentes espaços. Que permite viver, brincar, estudar, ou seja, interagir de forma intensa e diversificada. O aspecto lúdico de suas criações é um convite ao bom humor e um sorriso largo de uma criança.

    Por: Greise Nunes Aguiarl Educação> Educação Infantill 22/03/2010 lAcessos: 12,654 lComentário: 1
    André kohl

    Este estudo tem por objetivo verificar se a Indústria Alfa S/A, através do seu setor de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) de produtos, efetua uma análise de impacto ambiental para a fabricação de novos produtos, bem como identificar de que forma o tema sustentabilidade ambiental é tratado na organização. A metodologia utilizada na pesquisa caracteriza-se como um estudo de caso, de natureza exploratória, com abordagem quantitativa dos dados, realizado por meio de entrevistas e observação in loco.

    Por: André kohll Negócios> Administraçãol 07/01/2011 lAcessos: 942 lComentário: 1

    RESUMO O artigo aqui apresentado tem como objetivo, descrever, relatar, discutir a importância das lutas como forma pedagógica possível na cultura e na formação social de estudantes. Identificamos que as lutas se fazem presente e pode se manifesta de varias formas: o ato de se sentir oprimido, acuado, fome, injustiçado, sosobrevivência, defesa, conquista. Mudanças se fazem através de elaboração de metodologias inovadoras, pois a pratica das lutas atua como válvula de escape.

    Por: jose pinto da silval Educação> Educação Infantill 08/04/2010 lAcessos: 607
    Simone Andrade R. S. Rodrigues

    No cenário educativo, os jogos ajudam a criança no seu desenvolvimento físico, afetivo, intelectual e social, pois, por meio das atividades lúdicas, a criança forma conceitos, reforça habilidades, estabelece relações lógicas, além de desenvolver a expressão oral e corporal.

    Por: Simone Andrade R. S. Rodriguesl Educação> Educação Infantill 27/10/2014
    Simone Andrade R. S. Rodrigues

    Entende-se por racismo no futebol, qualquer prática racista oriunda de xingamentos ou algum tipo de sinal obsceno, praticada em campo durante alguma partida de futebol ou ainda nas arquibancadas, direcionada a algum dos participantes diretos da partida. A rivalidade entre times pode ser uma das explicações, mas alguns casos se tornaram tão polêmicos que atingiram em cheio a mídia e as pessoas pela revolta do ato completamente errôneo.

    Por: Simone Andrade R. S. Rodriguesl Educação> Educação Infantill 26/10/2014
    Simone Andrade R. S. Rodrigues

    Iniciamos esta discussão indagando aos nossos leitores se em algum momento pararam para observar as inúmeras expressões faciais que docentes e educandos protagonizam em sala de aula? Frente a isto nos questionamos: o que aconteceu com nossos alunos? O que houve com a docilidade, amabilidade, respeito, e admiração com a figura docente? Por quais caminhos se dispersaram? E por que não dizer a humanização do ambiente escolar?

    Por: Simone Andrade R. S. Rodriguesl Educação> Educação Infantill 26/10/2014
    edivaldo coelho da silva

    EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS SOBRE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA CRIANÇAS PARA AS MESMAS AO CHEGAS DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES ESTAREM PREPARADAS PARA AS ADVERSIDADES DOS RISCOS ENCONTRADOS NAS ATIVIDADES LABORAIS A ATUAR COM SEGURANÇA.

    Por: edivaldo coelho da silval Educação> Educação Infantill 26/10/2014 lAcessos: 11
    ELISETE AMADOR PEREIRA

    Nosso artigo de opinião vem tratando do perfil ou papel do Coordenador Pedagógico em nossa escola, na cidade de Alto Araguaia- MT. Percebemos que o papel do Coordenador Pedagógico em nossa escola tem sido diferente do que realmente deve ser, ou seja, o Coordenador Pedagógico tem desempenhado funções alheias às suas, fazendo mais o papel administrativo e burocrático do que o pedagógico. é sobre isso que falaremos aqui, dando nossa opinião.

    Por: ELISETE AMADOR PEREIRAl Educação> Educação Infantill 23/10/2014

    O presente artigo aborda o sistema de ensino de língua portuguesa envolvendo o aluno com dislexia e os professores que atuam na 5º serie, no contexto educacional de nível fundamental II.Visa investigar, as metodologias adotadas em sala nas aulas de língua portuguesa e se são suficientes para proporcionar aulas apropriadas quão grandemente necessárias, para contemplar as especificidades do aluno disléxico, de maneira a assegurar o seu aprendizado.

    Por: Taynara Freitas de Souzal Educação> Educação Infantill 22/10/2014 lAcessos: 15

    As conexões entre brincar, aprender e ensinar são perceptíveis quando o educador consegue conciliar os objetivos pedagógicos com os objetivos dos alunos. Ensinando a aprender contribuindo para o desenvolvimento da subjetividade, para a construção do ser humano autônomo e criativo, preparando para o exercício da cidadania e da vida coletiva incentivando a buscar justiça social e igualdade com o respeito à diferença.

    Por: Rosana Maciel Averl Educação> Educação Infantill 12/10/2014 lAcessos: 39

    Este artigo tem como objetivo apresentar a pesquisa sobre o impacto do programa escola da família na vida de crianças e adolescentes da Escola Vicente Minicucci na cidade de Franca . A pesquisa foi desenvolvida na Escola Estadual Vicente Minicucci, na cidade de Franca - SP. Seguindo os métodos de observação e questionário aplicados aos responsáveis e participantes do programa. Foi possível perceber que esse programa tem sido de suma importância pelo fato de tirar as crianças da rua, lugar

    Por: Leticia Oliveiral Educação> Educação Infantill 06/10/2014 lAcessos: 24
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    O artigo discute as dificuldades de aprendizagem sintetizando a dislexia como uma das principais causas. A caracterização da pesquisa se deu por meio de pesquisa bibliográfica sobre dificuldades de aprendizagem e dislexia, apresentando os distúrbios de e na leitura, escrita e articulação. Dissertando-se sobre a origem dos problemas relativos às dificuldades de aprendizagem na visão da psicanálise, apresentaram-se os problemas que interferem na alfabetização.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Educação Infantill 22/05/2014 lAcessos: 81
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    A pesquisa possibilitou-nos demonstrar a importância das atividades lúdicas na aprendizagem, visto que os jogos e brincadeiras são, conforme diversos estudiosos, experiências que se correlacionam ao ambiente e devem ser aplicadas as crianças em fase escolar, indiferente de idade e série. Ostentada por expressivos referenciais teóricos, a proposta de trabalho apresentada permite afirmar a existência de jogos e brincadeiras infantis, que se bem aplicadas, auxiliarão no desenvolvimento infantil.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Educação Infantill 15/05/2014 lAcessos: 181
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    O artigo discute as causas sobre as dificuldades de aprendizagem apontando a dislexia como uma das principais provedoras de dificuldades. Iniciou-se apresentando a origem do problema relativo às dificuldades de aprendizagem vista pela psicanálise, a partir daí apresentou-se os problemas que interferem na alfabetização, argumentou-se segundo as teorias dos vários autores pesquisados, sobre as dificuldades na leitura, além de dissertar sobre algumas concepções pedagógicas sobre alfabetização.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Educação Infantill 15/05/2014 lAcessos: 119
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    No livro "Transtorno do déficit de atenção: Estratégias para o diagnóstico e a intervenção psico-educativa" verificou-se que de acordo com os autores, o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) constitui um dos mais importantes transtornos do desenvolvimento dentre os problemas que afetam as crianças em suas relações com seu meio familiar, escolares e sociais.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Ensino Superiorl 10/11/2013 lAcessos: 114
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    Por meio de reflexão detalhada sobre alguns aspectos do uso da língua, Marcos Bagno (2002), conduz o leitor a questionar e mesmo analisar o preconceito linguístico resultante de um embate histórico entre língua e gramática normativa, fato que preocupa tanto linguistas quanto profissionais que trabalham com o ensino da língua materna.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Ensino Superiorl 10/11/2013 lAcessos: 198
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    O livro "O Diálogo entre o Ensino e a Aprendizagem" aponta como palavra de ordem "diálogo" e dialogar com ensino e aprendizagem é antes de tudo aprender; pois estabeler diálogo com as inquietações do professor e apresentar a fundamentação necessária para subsidiá-lo nas reflexões e na busca de ações criativas é o que propõe o livro.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Ensino Superiorl 10/11/2013 lAcessos: 303
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    No Brasil, assim como em vários países desenvolvidos observa-se um aumento significativo das doenças e agravos não transmissíveis. Diante da relevância desse agravo objetivou-se explorar quais são os cuidados de saúde dispensados precocemente ao paciente acometido por um Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). O tratamento no IAM deve ser cauteloso e preciso devendo ser tratado o mais precocemente dentro das primeiras 24 horas. Nessa linha procurou-se descrever o que provoca e como prevenir o infarto.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Saúde e Bem Estar> Medicinal 06/06/2013 lAcessos: 947
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    No Brasil, nos últimos tempos, o ensino da matemática tem vivido uma situação de colapso permanente em todos os graus de ensino, desde o Ensino Fundamental até o ensino superior, onde o insucesso atinge índices preocupantes. Não estamos pensando apenas nas reprovações, mas em um número crescente de educandos que não gostam de matemática, não entendem para que serve e não compreendem verdadeiramente a sua relevância.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Ensino Superiorl 16/01/2013 lAcessos: 111
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