Escola e família: uma aproximação necessária

Publicado em: 29/10/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 1,757 |

Com  base na relação entre escola e família, a discussão central deste trabalho trata da função social da escola e da educação oferecida pela família na formação de crianças e adolescentes, pessoas em formação e que merecem total apoio no processo educativo.Sabe-se que são pessoas em desenvolvimento, no entanto, repletas de conhecimentos, muitas vezes, resultantes de uma relação marcada pela desigualdade social, pela falta de cooperação e escassez de princípios essenciais na educação e transformação do ser humano. E por conhecer um pouco dessa situação-problema, fiquei motivado a estudar com maior profundidade os frutos da relação escola e família quando se trata da formação humana e contribuir para a minimização da falta de parceria e cumplicidade entre família e escola.

Sonhar com uma educação melhor, ou, como tem sido tão debatido, com uma "educação de qualidade", faz-se necessária a presença da família nas mais variadas atividades que os educandos venham a desenvolver no contexto escolar. Pois, através dessa interação, onde ocorra a troca de experiências, de conhecimentos e a ajuda mútua, poderemos sonhar com grandes chances de realizações no que diz respeito a uma educação que tenha vínculos com a promoção do ser humano. Nesse sentido, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (1996), adverte que a educação tem concepção ampla, estendendo-se assim, para além da educação escolar. Ou seja, atualmente, existe uma necessidade urgente em unir cada vez mais escola e família com relação às responsabilidades de ambas no processo educativo.Acerca dos desafios a serem superados pelos atores do processo educativo e, ainda, sobre a relevância da participação, Marçal (2001) defende:

Dessa forma, ao longo do trabalho são mostrados temas e citações de autores que defendem uma aproximação mais significativa entre escola e família do intuito de oferecer uma educação melhor aos discentes. Mesmo estando bem claro na Constituição Federal (1988) que a educação deve ser compartilhada, principalmente, entre escola e família, o que se observa na prática é um grande distanciamento entre essas duas instituições educadoras.

Assim, como todo sistema, a família tem a função psicossocial de proteger os seus membros e outra função muito importante, transmitir o conhecimento e criar mecanismos de adaptações as mais diversas situações. Considerando a importância dessas funções, Campos (1994), destaca:       

A família propicia as primeiras experiências a serem aprendidas pela criança. Os hábitos de higiene, os valores morais, o clima emocional e uma série de atitudes, de modos de encarar o mundo e as coisas vão ser aprendidas pela criança, oferecendo as direções em que seu potencial genético desenvolvido e seus comportamentos serão orientados. (CAMPOS, 1994, p.67). 

Entretanto, pode-se perceber facilmente que a classe dominante não tem dado condições para que as classes menos favorecidas eduquem seus filhos, pois, os obrigam a trabalhar muito e ganhar pouco e, assim, a educação fica deficiente. Desse modo é preciso que a escola crie mecanismos que orientem os pais na missão de educar.Nos cadernos do Progestão, Dourado (2001) faz a seguinte observação:Nas escolas, o enfrentamento de desafios e dificuldades deve efetivar-se como um processo conjunto, partilhado por professores, alunos, pais, funcionários e comunidade local. (DOURADO,2001.p.70.

A união da escola e família tem a finalidade de aproximar de maneira significativa e sustentável, podemos também considerar que a criança ou adolescente ao ir a escola não significa que o mesmo está totalmente apto à aprendizagem. Ou seja, é necessário que no momento do início da escolaridade, ela tenha a presença carinhosa dos pais ou de pessoas da família de modo a apoiá-la, ajudá-la e acompanhá-la, no processo educativo que será complementado qualitativamente pela escola. Esta ação conjunta, certamente, despertará no educando um ser mais seguro, decidido, crítico e confiante em seus planos e atos. Pois, família e escola devem caminhar juntas rumo a uma educação mais significativa e transformadora.

A abordagem sobre a forma de facilitação da educação infantil com a inclusão da escola e família serve para facilitar o desenvolvimento pedagógico educacional. Segundo Castro e Regattieri, a escola pública que deve ser capaz de garantir, a cada aluno, independentemente das condições de seu grupo familiar, o direito de aprender. E para que esse aprendizado seja efetivo, é necessário que a escola melhore seu conhecimento e compreensão sobre os alunos, aprimore sua capacidade de comunicação e promova uma adequação das estratégias didáticas e pedagógicas, aumentando assim as chances de um trabalho escolar bem-sucedido.

Todo esse processo, segundo as autoras, passa pela participação consistente das famílias na vida escolar de seus filhos e pela compreensão da singularidade de cada aluno, percebido em seu contexto mais amplo. A conquista da tão desejada participação das famílias na vida escolar de alunos deve ser vista como parte constituinte do trabalho de planejamento educacional, preconiza a publicação. Pesquisas internacionais e nacionais têm demonstrado que quando a escola investe na compreensão do contexto de vida dos alunos, sua capacidade de comunicação e adequação das estratégias didáticas aumenta e com elas as chances de um aprendizado mais efetivo. 

Segundo Paro (2000), pesquisador que realizou um estudo sobre o papel da família no desenvolvimento escolar de alunos do ensino fundamental, o distanciamento entre escola e família não deveria ser tão grande, pois para ele, a escola não assimilou quase nada de todo o progresso da psicologia da educação e da didática, utilizando métodos de ensino muito próximos e idênticos aos do senso comum predominantes nas relações familiares. O autor se remete ao fato de que, a atual escola dos filhos, é bastante parecida com a escola que os pais freqüentaram, e por isso, estes últimos não deveriam sentir-se tão distanciados do sistema educacional, e também o professor, embora admita a necessidade da participação dos pais na escola, não sabe bem como encaminhá-la. Nas palavras do referido autor "parece haver, por um lado, uma incapacidade de compreensão por parte dos pais, daquilo que é transmitido na escola; por outro lado, uma falta de habilidade dos professores para promoverem essa comunicação".

Infelizmente, as pesquisas que relacionam as instituições escola e família são de número bastante reduzido, comparando-se à proporcionalidade deste número, a importância essencial dessa relação para o desempenho escolar das crianças.

Apesar da incompleta enumeração dos aspectos preponderantes na relação família escola, aspectos estes como se nota, principalmente de ordem afetiva e moral, vê-se que a tarefa de se construir uma parceria entre tais instituições se faz mister, uma vez que a escola não sustenta ou talvez jamais tenha sustentado a posição de substituta da família na função educadora, tão pouco, lhe caberá assumir uma postura de resistência e rivalidade, baseada em uma aproximação unilateral, que venha a submeter a família, a partir da exagerada consideração de uma possível ignorância e incapacidade desta última para educar e socializar.

Na verdade esta hegemonia da instituição escolar sobre a familiar, naquilo que concerne à formação e ou competência similar é irreal, pois o desenvolvimento do aluno depende entre tantos fatores, mas especialmente da boa solução desses aspectos apontados anteriormente. Entretanto o que se observa é exatamente a falta de iniciativa dos professores:

Quanto à falta de um necessário conhecimento e habilidade dos pais para incentivarem e influenciarem positivamente os filhos a respeito de bons hábitos de estudo e valorização do saber, o que se constata é que os professores, por si, não têm a iniciativa de um trabalho a esse respeito junto aos pais e mães. Mesmo aqueles que mais enfaticamente afirmam constatar um maior preparo dos pais para ajudarem seus filhos em casa se mostram omissos no tocante à orientação que eles poderiam oferecer, especialmente nas reuniões de pais, que é quando há um encontro que se poderia considerar propício para isso" (PARO, 2000, p.65).

A escola, portanto, também necessita dessa relação de cooperação com a família, pois os professores precisam conhecer as dinâmicas internas e o universo sócio-cultural vivenciados pelos seus alunos, para que possam respeitá-los, compreendê-los e tenham condições de intervirem no providenciar de um desenvolvimento nas expressões de sucesso e não de fracasso diagnosticado.

Precisam ainda, dessa relação de parceria para poderem também compartilhar com a família os aspectos de conduta do filho: aproveitamento escolar, qualidade na realização das tarefas, relacionamento com professores e colegas, atitudes, valores, respeito às regras.

A necessidade de se construir uma relação de intervenção na própria instituição escola, e buscar uma proposta de aproximação dela com a família, para "... planejar e estabelecer compromissos e acordos mínimos, que levem ao fim do bloqueio criado nesta situação" (BASSEDAS, 1996, p.35) se refere à construção de uma parceria que possa substanciar o papel da família no desempenho escolar dos filhos e o papel da escola na construção de personalidades autônomas moralmente e intelectualmente falando.

Quanto à parceria, precisa ser entendida enquanto uma relação de cooperação, e quando se fala em cooperação, o conceito de Piaget expresso pelas palavras de Menin (1996, p.52): "Cooperação para Piaget, é operar com... é estabelecer trocas equilibradas com os outros, sejam estas trocas referentes a favores, informações materiais, influências etc" é o mais apropriado. Conforme o sentido piagetiano, a relação escola-família prevê o respeito mútuo, o que significa tornar paralelos os papéis de pais e professores, para que os pais garantam as possibilidades de exporem suas opiniões, ouvirem os professores sem receio de serem avaliados, criticados, trocarem pontos de vista.

            Vivemos hoje na sociedade da tecnologia e da informação. A velocidade é a principal característica das ações humanas, tendo em vista que tudo é transformado rapidamente. "A dificuldade de lidar com o tempo é uma das características mais marcantes da sociedade contemporânea" . Os valores parecem ter ficado para traz, a educação das crianças hoje é vista, equivocadamente, como responsabilidade apenas da escola, e não da família como deveria ser. (GUIMARÃES, 2007, p. 26 ).

            Na escola, as crianças bem amadas geralmente são participantes, interessadas,procuram compreender o que está acontecendo, são entusiasmadas com as atividades que acham interessantes e úteis. Em termos de convivência social, geralmente são respeitadoras dos outros, tem elevada autoestima, mas têm seus pontos de vista, que defendem e procuram difundir. Quando a criança vive com pais que não se amam e não as amam, o resultado pode ser catastrófico: os problemas dos pais, suas atitudes negativas diante da vida e dos outros passarão para os filhos.

Referências

MALDONADO, Maria Teresa. Comunicação entre pais e filhos: a linguagem

do sentir. São Paulo: Saraiva, 1997.

COLL, (1999) O papel da escola,

GUIMARÃES ( 2007), associação de escola e família,

MACEDO ( 1996), relação escola e família um aproximação necessária,

PARO ( 2000), o papel da família no desenvolvimento escolar de alunos do ensino fundamental

TOGNETTA ( 2002), RELAÇÃO ESCOLA E FAMÍLIA: UMA PROPOSTA DE PARCERIA

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/escola-e-familia-uma-aproximacao-necessaria-6274343.html

    Palavras-chave do artigo:

    aproximacao

    ,

    participacao

    ,

    educacao

    Comentar sobre o artigo

    EDINALVA COSTA DE ANDRADE

    O Gestor na Educação Infantil, atualmente é visto sob um novo paradigma,baseado na visão global do conhecimento.Assim sob o novo perfil, não se preocupa somente com a parte burocrática do ensino, como em todo o contexto que se situa o ensino a a aprendizagem.Deve ser um mediador de um trabalho democrático.Como gestor na educação infantil,ser conhecedor das novas perspectivas da organização dos espaços pedagógicos desse nível de ensino. Conhecedor da criança na sua faixa etária, 0 a 6 anos.

    Por: EDINALVA COSTA DE ANDRADEl Educação> Educação Infantill 20/11/2014 lAcessos: 19
    Nathália Alves de Oliveira

    O presente artigo busca demonstrar a importância do processo educativo lúdico na educação infantil, visto que jogos e brincadeiras são, conforme estudiosos, experiências afetivas mútuas para o ambiente e devem ser consagradas nas crianças em fase escolar. Embasada por significativos referenciais teóricos, a proposta apresentada permite afirmar a existência de jogos e brincadeiras infantis no processo que aumentam rendimento no processo escolar.

    Por: Nathália Alves de Oliveiral Educação> Educação Infantill 08/02/2012 lAcessos: 14,533
    marlucia pontes gomes de jesus

    O artigo faz trata da legislação e dos documentos dos conselhos de educação que regulamentaram a obrigatoriedade da educação das relações étnicorraciais na educação básica, enfatizando a situação no Estado do Espírito Santo. O texto foi publicado no blog Damarlu Educação ( www.damarlueducar.blogspot) em 11 de maio de 2010.

    Por: marlucia pontes gomes de jesusl Educaçãol 13/03/2011 lAcessos: 1,692
    Ana Paula Pinto

    A análise da participação e dos direitos à juventude brasileira na atualidade se impõe como necessidade perante o grande contingente jovem e à situação de vulnerabilidade que se encontra grande parte desse contingente. Para enfrentar tal quadro os programas sociais dos governos, especificamente o Projovem no Brasil, tem sido uma das alternativas apontadas para estimular o protagonismo juvenil. sendo assim, procuramos apreender as perspecções política dos participantes do Projovem Adolescente.

    Por: Ana Paula Pintol Educaçãol 27/12/2010 lAcessos: 2,752 lComentário: 2
    DANIELY MARIA OLIVEIRA BARBOZA

    Esta pesquisa tem como pressuposto principal propor uma reflexão em torno da dinâmica e da realidade da Educação de Jovens e Adultos, uma vez que este campo de ensino fez e faz parte da história da educação brasileira. Diante disso, ao analisar todo o contexto desse campo de ensino, verificamos a dinâmica existente em cada momento que se consegue organizar uma sala de jovens e adultos na escola.

    Por: DANIELY MARIA OLIVEIRA BARBOZAl Educação> Ensino Superiorl 30/11/2013 lAcessos: 100
    Isabel Cristina

    Atualmente, a proposta de educação inclusiva tem gerado polêmicas discussões entre os que adotam uma posição integracionista, os que defendem a escola inclusiva ou ainda aqueles que sentem a importância de uma educação especializada para o aluno com necessidades educacionais especiais . No longo caminho a ser percorrido muitas são as dificuldades a serem enfrentadas, principalmente as que dizem respeito às barreiras físicas e atitudinais,constituídas dos estigmas, preconceitos e estereótipos.

    Por: Isabel Cristinal Educação> Educação Infantill 29/08/2014 lAcessos: 62
    Fábia Utsch

    No presente estudo tratei da inclusão apresentando o significado da palavra e trouxe o termo para a educação: escola e educação inclusiva. O termo inclusão se aplica em diversas situações e um cuidado especial precisa ser tomado para dar verdadeiro sentido à palavra na educação, pois se trata de aplicar o termo com pessoas. A partir dessa compreensão apresento algumas orientações para a inclusão na educação infantil.

    Por: Fábia Utschl Educação> Educação Infantill 28/11/2012 lAcessos: 181
    Hilsa Flávia A Coutinho

    Este trabalho tem o perfil de identificar fatores que traga uma qualidade de vida para a população, como objetivo principal à sistematização no cuidado da Assistência da Enfermagem para este grupo, descrever a qualidade de vida promovendo ações educativas com uma linguagem simples e de fácil compreensão.

    Por: Hilsa Flávia A Coutinhol Saúde e Bem Estarl 28/10/2011 lAcessos: 311
    Marcelo Gomes González

    Como está expresso na fala de muitos autores, o Ensino Fundamental II é uma fase de transição, onde muitas culturas devem ser maturadas, e outras apresentadas. Nesse período o educando se encontra no momento da criação da sua identidade. Os PCNs defendem que a Educação Física deve utilizar, principalmente, da cultura corporal - a trazida pela criança e a apresentada para ela dentro do ambiente escolar - e da instigação à busca do conhecimento para que ela seja autônomo.

    Por: Marcelo Gomes Gonzálezl Educaçãol 17/10/2012 lAcessos: 431

    Acredito que o gosto pela leitura se apreende, é lendo que as pessoas aprendem a gostar de ler, e já de pequenos podemos, ou não, criar o hábito de leitura. Já dizia Carlos Drummond de Andrade que "a leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade não sente esta sede".

    Por: MARCIA AP.M.FARIASl Educação> Educação Infantill 25/03/2015

    Os contos nasceram, em geral, dos mitos; representam simbolicamente os acontecimentos humanos e sociais e reproduzem, em personagens e situações, valores que atravessam os séculos, porque correspondem a características permanentes do ser humano. Nelly Novaes Coelho, em seu livro Literatura Infantil: teoria, análise, didática, divide esse tipo de narrativa em contos de encantamento, contos maravilhosos e contos de fadas.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015 lAcessos: 13

    Uma das características mais marcantes da sociedade atual é seu alto grau de racionalização, isto é, cada vez mais de organiza em função do melhor aproveitamento do tempo. A busca incessante do lucro e de uma maior produtividade submete todos os setores da vida social às mais variadas formas de planejamento. A Educação na fica fora dessa tendência e nem escapa dessa racionalização.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015

    A escola tem sido responsabilizada há algum tempo pelos desvios de comportamento que se observa na vida social. Mas será sempre ela que tem essa responsabilidade? Ou será que ela responsabilidade foi imposta sem maiores questionamentos e agora de quem deve ser cobrada a recuperação dos indivíduos que não tem o comportamento esperado pela sociedade?

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015 lAcessos: 22

    Criar sempre foi uma característica do ser humano. Com essa capacidade o homem cria mas precisa ser despertado e isso só acontece com sua interação com o mundo. Desde o inicio dos tempos o homem cria e produz novas tecnologias. Sempre movido por suas necessidades e desejos. Assim, através dos objetos inventados modifica o mundo e sua relação com o universo. Desde as mais antigas ferramentas até os mais modernos aparelhos percebe-se que a tecnologia é útil, necessária e fascinante.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015 lAcessos: 14

    Ao longo da institucionalização da Sociologia como ciência no Brasil, várias pesquisas tiveram como objeto de estudo o professor e seu papel dentro das instituições educacionais e na sociedade global. Mas parece que ainda precisamos saber muito sobre essa profissão tão paradoxal: para uns é fundamental em qualquer sociedade que se proponha séria; para outros, uma profissão como outra qualquer, sem nenhuma especificidade e, para completar, em qualquer caso, quase sempre mal remunerada.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015 lAcessos: 11

    Por muito tempo discutiu-se a Educação no Brasil negligenciando sua relação com a economia. Porém, num certo momento, ficou impossível continuar a tentar analisar e explicar o processo educativo descolado da realidade econômica do país no qual ele se inseria. As implicações do desenvolvimento econômico do país de certa maneira apareceram na Educação, de uma forma ou de outra, particularmente quando se avalia os resultados do processo educativo.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015 lAcessos: 18
    Irineu Correia

    Este artigo analisa as contribuições de Vygostsky e Piaget para a construção do conhecimento na escola.

    Por: Irineu Correial Educação> Educação Infantill 07/03/2015 lAcessos: 17
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