Escola e família: uma aproximação necessária

Publicado em: 29/10/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 1,445 |

Com  base na relação entre escola e família, a discussão central deste trabalho trata da função social da escola e da educação oferecida pela família na formação de crianças e adolescentes, pessoas em formação e que merecem total apoio no processo educativo.Sabe-se que são pessoas em desenvolvimento, no entanto, repletas de conhecimentos, muitas vezes, resultantes de uma relação marcada pela desigualdade social, pela falta de cooperação e escassez de princípios essenciais na educação e transformação do ser humano. E por conhecer um pouco dessa situação-problema, fiquei motivado a estudar com maior profundidade os frutos da relação escola e família quando se trata da formação humana e contribuir para a minimização da falta de parceria e cumplicidade entre família e escola.

Sonhar com uma educação melhor, ou, como tem sido tão debatido, com uma "educação de qualidade", faz-se necessária a presença da família nas mais variadas atividades que os educandos venham a desenvolver no contexto escolar. Pois, através dessa interação, onde ocorra a troca de experiências, de conhecimentos e a ajuda mútua, poderemos sonhar com grandes chances de realizações no que diz respeito a uma educação que tenha vínculos com a promoção do ser humano. Nesse sentido, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (1996), adverte que a educação tem concepção ampla, estendendo-se assim, para além da educação escolar. Ou seja, atualmente, existe uma necessidade urgente em unir cada vez mais escola e família com relação às responsabilidades de ambas no processo educativo.Acerca dos desafios a serem superados pelos atores do processo educativo e, ainda, sobre a relevância da participação, Marçal (2001) defende:

Dessa forma, ao longo do trabalho são mostrados temas e citações de autores que defendem uma aproximação mais significativa entre escola e família do intuito de oferecer uma educação melhor aos discentes. Mesmo estando bem claro na Constituição Federal (1988) que a educação deve ser compartilhada, principalmente, entre escola e família, o que se observa na prática é um grande distanciamento entre essas duas instituições educadoras.

Assim, como todo sistema, a família tem a função psicossocial de proteger os seus membros e outra função muito importante, transmitir o conhecimento e criar mecanismos de adaptações as mais diversas situações. Considerando a importância dessas funções, Campos (1994), destaca:       

A família propicia as primeiras experiências a serem aprendidas pela criança. Os hábitos de higiene, os valores morais, o clima emocional e uma série de atitudes, de modos de encarar o mundo e as coisas vão ser aprendidas pela criança, oferecendo as direções em que seu potencial genético desenvolvido e seus comportamentos serão orientados. (CAMPOS, 1994, p.67). 

Entretanto, pode-se perceber facilmente que a classe dominante não tem dado condições para que as classes menos favorecidas eduquem seus filhos, pois, os obrigam a trabalhar muito e ganhar pouco e, assim, a educação fica deficiente. Desse modo é preciso que a escola crie mecanismos que orientem os pais na missão de educar.Nos cadernos do Progestão, Dourado (2001) faz a seguinte observação:Nas escolas, o enfrentamento de desafios e dificuldades deve efetivar-se como um processo conjunto, partilhado por professores, alunos, pais, funcionários e comunidade local. (DOURADO,2001.p.70.

A união da escola e família tem a finalidade de aproximar de maneira significativa e sustentável, podemos também considerar que a criança ou adolescente ao ir a escola não significa que o mesmo está totalmente apto à aprendizagem. Ou seja, é necessário que no momento do início da escolaridade, ela tenha a presença carinhosa dos pais ou de pessoas da família de modo a apoiá-la, ajudá-la e acompanhá-la, no processo educativo que será complementado qualitativamente pela escola. Esta ação conjunta, certamente, despertará no educando um ser mais seguro, decidido, crítico e confiante em seus planos e atos. Pois, família e escola devem caminhar juntas rumo a uma educação mais significativa e transformadora.

A abordagem sobre a forma de facilitação da educação infantil com a inclusão da escola e família serve para facilitar o desenvolvimento pedagógico educacional. Segundo Castro e Regattieri, a escola pública que deve ser capaz de garantir, a cada aluno, independentemente das condições de seu grupo familiar, o direito de aprender. E para que esse aprendizado seja efetivo, é necessário que a escola melhore seu conhecimento e compreensão sobre os alunos, aprimore sua capacidade de comunicação e promova uma adequação das estratégias didáticas e pedagógicas, aumentando assim as chances de um trabalho escolar bem-sucedido.

Todo esse processo, segundo as autoras, passa pela participação consistente das famílias na vida escolar de seus filhos e pela compreensão da singularidade de cada aluno, percebido em seu contexto mais amplo. A conquista da tão desejada participação das famílias na vida escolar de alunos deve ser vista como parte constituinte do trabalho de planejamento educacional, preconiza a publicação. Pesquisas internacionais e nacionais têm demonstrado que quando a escola investe na compreensão do contexto de vida dos alunos, sua capacidade de comunicação e adequação das estratégias didáticas aumenta e com elas as chances de um aprendizado mais efetivo. 

Segundo Paro (2000), pesquisador que realizou um estudo sobre o papel da família no desenvolvimento escolar de alunos do ensino fundamental, o distanciamento entre escola e família não deveria ser tão grande, pois para ele, a escola não assimilou quase nada de todo o progresso da psicologia da educação e da didática, utilizando métodos de ensino muito próximos e idênticos aos do senso comum predominantes nas relações familiares. O autor se remete ao fato de que, a atual escola dos filhos, é bastante parecida com a escola que os pais freqüentaram, e por isso, estes últimos não deveriam sentir-se tão distanciados do sistema educacional, e também o professor, embora admita a necessidade da participação dos pais na escola, não sabe bem como encaminhá-la. Nas palavras do referido autor "parece haver, por um lado, uma incapacidade de compreensão por parte dos pais, daquilo que é transmitido na escola; por outro lado, uma falta de habilidade dos professores para promoverem essa comunicação".

Infelizmente, as pesquisas que relacionam as instituições escola e família são de número bastante reduzido, comparando-se à proporcionalidade deste número, a importância essencial dessa relação para o desempenho escolar das crianças.

Apesar da incompleta enumeração dos aspectos preponderantes na relação família escola, aspectos estes como se nota, principalmente de ordem afetiva e moral, vê-se que a tarefa de se construir uma parceria entre tais instituições se faz mister, uma vez que a escola não sustenta ou talvez jamais tenha sustentado a posição de substituta da família na função educadora, tão pouco, lhe caberá assumir uma postura de resistência e rivalidade, baseada em uma aproximação unilateral, que venha a submeter a família, a partir da exagerada consideração de uma possível ignorância e incapacidade desta última para educar e socializar.

Na verdade esta hegemonia da instituição escolar sobre a familiar, naquilo que concerne à formação e ou competência similar é irreal, pois o desenvolvimento do aluno depende entre tantos fatores, mas especialmente da boa solução desses aspectos apontados anteriormente. Entretanto o que se observa é exatamente a falta de iniciativa dos professores:

Quanto à falta de um necessário conhecimento e habilidade dos pais para incentivarem e influenciarem positivamente os filhos a respeito de bons hábitos de estudo e valorização do saber, o que se constata é que os professores, por si, não têm a iniciativa de um trabalho a esse respeito junto aos pais e mães. Mesmo aqueles que mais enfaticamente afirmam constatar um maior preparo dos pais para ajudarem seus filhos em casa se mostram omissos no tocante à orientação que eles poderiam oferecer, especialmente nas reuniões de pais, que é quando há um encontro que se poderia considerar propício para isso" (PARO, 2000, p.65).

A escola, portanto, também necessita dessa relação de cooperação com a família, pois os professores precisam conhecer as dinâmicas internas e o universo sócio-cultural vivenciados pelos seus alunos, para que possam respeitá-los, compreendê-los e tenham condições de intervirem no providenciar de um desenvolvimento nas expressões de sucesso e não de fracasso diagnosticado.

Precisam ainda, dessa relação de parceria para poderem também compartilhar com a família os aspectos de conduta do filho: aproveitamento escolar, qualidade na realização das tarefas, relacionamento com professores e colegas, atitudes, valores, respeito às regras.

A necessidade de se construir uma relação de intervenção na própria instituição escola, e buscar uma proposta de aproximação dela com a família, para "... planejar e estabelecer compromissos e acordos mínimos, que levem ao fim do bloqueio criado nesta situação" (BASSEDAS, 1996, p.35) se refere à construção de uma parceria que possa substanciar o papel da família no desempenho escolar dos filhos e o papel da escola na construção de personalidades autônomas moralmente e intelectualmente falando.

Quanto à parceria, precisa ser entendida enquanto uma relação de cooperação, e quando se fala em cooperação, o conceito de Piaget expresso pelas palavras de Menin (1996, p.52): "Cooperação para Piaget, é operar com... é estabelecer trocas equilibradas com os outros, sejam estas trocas referentes a favores, informações materiais, influências etc" é o mais apropriado. Conforme o sentido piagetiano, a relação escola-família prevê o respeito mútuo, o que significa tornar paralelos os papéis de pais e professores, para que os pais garantam as possibilidades de exporem suas opiniões, ouvirem os professores sem receio de serem avaliados, criticados, trocarem pontos de vista.

            Vivemos hoje na sociedade da tecnologia e da informação. A velocidade é a principal característica das ações humanas, tendo em vista que tudo é transformado rapidamente. "A dificuldade de lidar com o tempo é uma das características mais marcantes da sociedade contemporânea" . Os valores parecem ter ficado para traz, a educação das crianças hoje é vista, equivocadamente, como responsabilidade apenas da escola, e não da família como deveria ser. (GUIMARÃES, 2007, p. 26 ).

            Na escola, as crianças bem amadas geralmente são participantes, interessadas,procuram compreender o que está acontecendo, são entusiasmadas com as atividades que acham interessantes e úteis. Em termos de convivência social, geralmente são respeitadoras dos outros, tem elevada autoestima, mas têm seus pontos de vista, que defendem e procuram difundir. Quando a criança vive com pais que não se amam e não as amam, o resultado pode ser catastrófico: os problemas dos pais, suas atitudes negativas diante da vida e dos outros passarão para os filhos.

Referências

MALDONADO, Maria Teresa. Comunicação entre pais e filhos: a linguagem

do sentir. São Paulo: Saraiva, 1997.

COLL, (1999) O papel da escola,

GUIMARÃES ( 2007), associação de escola e família,

MACEDO ( 1996), relação escola e família um aproximação necessária,

PARO ( 2000), o papel da família no desenvolvimento escolar de alunos do ensino fundamental

TOGNETTA ( 2002), RELAÇÃO ESCOLA E FAMÍLIA: UMA PROPOSTA DE PARCERIA

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/escola-e-familia-uma-aproximacao-necessaria-6274343.html

    Palavras-chave do artigo:

    aproximacao

    ,

    participacao

    ,

    educacao

    Comentar sobre o artigo

    Nathália Alves de Oliveira

    O presente artigo busca demonstrar a importância do processo educativo lúdico na educação infantil, visto que jogos e brincadeiras são, conforme estudiosos, experiências afetivas mútuas para o ambiente e devem ser consagradas nas crianças em fase escolar. Embasada por significativos referenciais teóricos, a proposta apresentada permite afirmar a existência de jogos e brincadeiras infantis no processo que aumentam rendimento no processo escolar.

    Por: Nathália Alves de Oliveiral Educação> Educação Infantill 08/02/2012 lAcessos: 13,863
    marlucia pontes gomes de jesus

    O artigo faz trata da legislação e dos documentos dos conselhos de educação que regulamentaram a obrigatoriedade da educação das relações étnicorraciais na educação básica, enfatizando a situação no Estado do Espírito Santo. O texto foi publicado no blog Damarlu Educação ( www.damarlueducar.blogspot) em 11 de maio de 2010.

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    Ana Paula Pinto

    A análise da participação e dos direitos à juventude brasileira na atualidade se impõe como necessidade perante o grande contingente jovem e à situação de vulnerabilidade que se encontra grande parte desse contingente. Para enfrentar tal quadro os programas sociais dos governos, especificamente o Projovem no Brasil, tem sido uma das alternativas apontadas para estimular o protagonismo juvenil. sendo assim, procuramos apreender as perspecções política dos participantes do Projovem Adolescente.

    Por: Ana Paula Pintol Educaçãol 27/12/2010 lAcessos: 2,675 lComentário: 2
    DANIELY MARIA OLIVEIRA BARBOZA

    Esta pesquisa tem como pressuposto principal propor uma reflexão em torno da dinâmica e da realidade da Educação de Jovens e Adultos, uma vez que este campo de ensino fez e faz parte da história da educação brasileira. Diante disso, ao analisar todo o contexto desse campo de ensino, verificamos a dinâmica existente em cada momento que se consegue organizar uma sala de jovens e adultos na escola.

    Por: DANIELY MARIA OLIVEIRA BARBOZAl Educação> Ensino Superiorl 30/11/2013 lAcessos: 64
    Isabel Cristina

    Atualmente, a proposta de educação inclusiva tem gerado polêmicas discussões entre os que adotam uma posição integracionista, os que defendem a escola inclusiva ou ainda aqueles que sentem a importância de uma educação especializada para o aluno com necessidades educacionais especiais . No longo caminho a ser percorrido muitas são as dificuldades a serem enfrentadas, principalmente as que dizem respeito às barreiras físicas e atitudinais,constituídas dos estigmas, preconceitos e estereótipos.

    Por: Isabel Cristinal Educação> Educação Infantill 29/08/2014 lAcessos: 28
    Fábia Utsch

    No presente estudo tratei da inclusão apresentando o significado da palavra e trouxe o termo para a educação: escola e educação inclusiva. O termo inclusão se aplica em diversas situações e um cuidado especial precisa ser tomado para dar verdadeiro sentido à palavra na educação, pois se trata de aplicar o termo com pessoas. A partir dessa compreensão apresento algumas orientações para a inclusão na educação infantil.

    Por: Fábia Utschl Educação> Educação Infantill 28/11/2012 lAcessos: 133
    Hilsa Flávia A Coutinho

    Este trabalho tem o perfil de identificar fatores que traga uma qualidade de vida para a população, como objetivo principal à sistematização no cuidado da Assistência da Enfermagem para este grupo, descrever a qualidade de vida promovendo ações educativas com uma linguagem simples e de fácil compreensão.

    Por: Hilsa Flávia A Coutinhol Saúde e Bem Estarl 28/10/2011 lAcessos: 284
    Marcelo Gomes González

    Como está expresso na fala de muitos autores, o Ensino Fundamental II é uma fase de transição, onde muitas culturas devem ser maturadas, e outras apresentadas. Nesse período o educando se encontra no momento da criação da sua identidade. Os PCNs defendem que a Educação Física deve utilizar, principalmente, da cultura corporal - a trazida pela criança e a apresentada para ela dentro do ambiente escolar - e da instigação à busca do conhecimento para que ela seja autônomo.

    Por: Marcelo Gomes Gonzálezl Educaçãol 17/10/2012 lAcessos: 374

    Esse estudo é de cunho qualitativo, classificado como teórico-empirista que trás com problemática: durante a utilização das aulas de Educação Física quais as representações sociais dos professores de nível um, de uma escola municipal do Estado da Bahia sobre conteúdo/conhecimento dos jogos e das brincadeiras?

    Por: IVO NASCIMENTO NETOl Educação> Educação Infantill 03/04/2010 lAcessos: 1,161
    Simone Andrade R. S. Rodrigues

    No cenário educativo, os jogos ajudam a criança no seu desenvolvimento físico, afetivo, intelectual e social, pois, por meio das atividades lúdicas, a criança forma conceitos, reforça habilidades, estabelece relações lógicas, além de desenvolver a expressão oral e corporal.

    Por: Simone Andrade R. S. Rodriguesl Educação> Educação Infantill 27/10/2014
    Simone Andrade R. S. Rodrigues

    Entende-se por racismo no futebol, qualquer prática racista oriunda de xingamentos ou algum tipo de sinal obsceno, praticada em campo durante alguma partida de futebol ou ainda nas arquibancadas, direcionada a algum dos participantes diretos da partida. A rivalidade entre times pode ser uma das explicações, mas alguns casos se tornaram tão polêmicos que atingiram em cheio a mídia e as pessoas pela revolta do ato completamente errôneo.

    Por: Simone Andrade R. S. Rodriguesl Educação> Educação Infantill 26/10/2014
    Simone Andrade R. S. Rodrigues

    Iniciamos esta discussão indagando aos nossos leitores se em algum momento pararam para observar as inúmeras expressões faciais que docentes e educandos protagonizam em sala de aula? Frente a isto nos questionamos: o que aconteceu com nossos alunos? O que houve com a docilidade, amabilidade, respeito, e admiração com a figura docente? Por quais caminhos se dispersaram? E por que não dizer a humanização do ambiente escolar?

    Por: Simone Andrade R. S. Rodriguesl Educação> Educação Infantill 26/10/2014
    edivaldo coelho da silva

    EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS SOBRE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA CRIANÇAS PARA AS MESMAS AO CHEGAS DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES ESTAREM PREPARADAS PARA AS ADVERSIDADES DOS RISCOS ENCONTRADOS NAS ATIVIDADES LABORAIS A ATUAR COM SEGURANÇA.

    Por: edivaldo coelho da silval Educação> Educação Infantill 26/10/2014 lAcessos: 11
    ELISETE AMADOR PEREIRA

    Nosso artigo de opinião vem tratando do perfil ou papel do Coordenador Pedagógico em nossa escola, na cidade de Alto Araguaia- MT. Percebemos que o papel do Coordenador Pedagógico em nossa escola tem sido diferente do que realmente deve ser, ou seja, o Coordenador Pedagógico tem desempenhado funções alheias às suas, fazendo mais o papel administrativo e burocrático do que o pedagógico. é sobre isso que falaremos aqui, dando nossa opinião.

    Por: ELISETE AMADOR PEREIRAl Educação> Educação Infantill 23/10/2014

    O presente artigo aborda o sistema de ensino de língua portuguesa envolvendo o aluno com dislexia e os professores que atuam na 5º serie, no contexto educacional de nível fundamental II.Visa investigar, as metodologias adotadas em sala nas aulas de língua portuguesa e se são suficientes para proporcionar aulas apropriadas quão grandemente necessárias, para contemplar as especificidades do aluno disléxico, de maneira a assegurar o seu aprendizado.

    Por: Taynara Freitas de Souzal Educação> Educação Infantill 22/10/2014 lAcessos: 15

    As conexões entre brincar, aprender e ensinar são perceptíveis quando o educador consegue conciliar os objetivos pedagógicos com os objetivos dos alunos. Ensinando a aprender contribuindo para o desenvolvimento da subjetividade, para a construção do ser humano autônomo e criativo, preparando para o exercício da cidadania e da vida coletiva incentivando a buscar justiça social e igualdade com o respeito à diferença.

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