Escola e família: uma aproximação necessária

Publicado em: 29/10/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 1,416 |

Com  base na relação entre escola e família, a discussão central deste trabalho trata da função social da escola e da educação oferecida pela família na formação de crianças e adolescentes, pessoas em formação e que merecem total apoio no processo educativo.Sabe-se que são pessoas em desenvolvimento, no entanto, repletas de conhecimentos, muitas vezes, resultantes de uma relação marcada pela desigualdade social, pela falta de cooperação e escassez de princípios essenciais na educação e transformação do ser humano. E por conhecer um pouco dessa situação-problema, fiquei motivado a estudar com maior profundidade os frutos da relação escola e família quando se trata da formação humana e contribuir para a minimização da falta de parceria e cumplicidade entre família e escola.

Sonhar com uma educação melhor, ou, como tem sido tão debatido, com uma "educação de qualidade", faz-se necessária a presença da família nas mais variadas atividades que os educandos venham a desenvolver no contexto escolar. Pois, através dessa interação, onde ocorra a troca de experiências, de conhecimentos e a ajuda mútua, poderemos sonhar com grandes chances de realizações no que diz respeito a uma educação que tenha vínculos com a promoção do ser humano. Nesse sentido, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (1996), adverte que a educação tem concepção ampla, estendendo-se assim, para além da educação escolar. Ou seja, atualmente, existe uma necessidade urgente em unir cada vez mais escola e família com relação às responsabilidades de ambas no processo educativo.Acerca dos desafios a serem superados pelos atores do processo educativo e, ainda, sobre a relevância da participação, Marçal (2001) defende:

Dessa forma, ao longo do trabalho são mostrados temas e citações de autores que defendem uma aproximação mais significativa entre escola e família do intuito de oferecer uma educação melhor aos discentes. Mesmo estando bem claro na Constituição Federal (1988) que a educação deve ser compartilhada, principalmente, entre escola e família, o que se observa na prática é um grande distanciamento entre essas duas instituições educadoras.

Assim, como todo sistema, a família tem a função psicossocial de proteger os seus membros e outra função muito importante, transmitir o conhecimento e criar mecanismos de adaptações as mais diversas situações. Considerando a importância dessas funções, Campos (1994), destaca:       

A família propicia as primeiras experiências a serem aprendidas pela criança. Os hábitos de higiene, os valores morais, o clima emocional e uma série de atitudes, de modos de encarar o mundo e as coisas vão ser aprendidas pela criança, oferecendo as direções em que seu potencial genético desenvolvido e seus comportamentos serão orientados. (CAMPOS, 1994, p.67). 

Entretanto, pode-se perceber facilmente que a classe dominante não tem dado condições para que as classes menos favorecidas eduquem seus filhos, pois, os obrigam a trabalhar muito e ganhar pouco e, assim, a educação fica deficiente. Desse modo é preciso que a escola crie mecanismos que orientem os pais na missão de educar.Nos cadernos do Progestão, Dourado (2001) faz a seguinte observação:Nas escolas, o enfrentamento de desafios e dificuldades deve efetivar-se como um processo conjunto, partilhado por professores, alunos, pais, funcionários e comunidade local. (DOURADO,2001.p.70.

A união da escola e família tem a finalidade de aproximar de maneira significativa e sustentável, podemos também considerar que a criança ou adolescente ao ir a escola não significa que o mesmo está totalmente apto à aprendizagem. Ou seja, é necessário que no momento do início da escolaridade, ela tenha a presença carinhosa dos pais ou de pessoas da família de modo a apoiá-la, ajudá-la e acompanhá-la, no processo educativo que será complementado qualitativamente pela escola. Esta ação conjunta, certamente, despertará no educando um ser mais seguro, decidido, crítico e confiante em seus planos e atos. Pois, família e escola devem caminhar juntas rumo a uma educação mais significativa e transformadora.

A abordagem sobre a forma de facilitação da educação infantil com a inclusão da escola e família serve para facilitar o desenvolvimento pedagógico educacional. Segundo Castro e Regattieri, a escola pública que deve ser capaz de garantir, a cada aluno, independentemente das condições de seu grupo familiar, o direito de aprender. E para que esse aprendizado seja efetivo, é necessário que a escola melhore seu conhecimento e compreensão sobre os alunos, aprimore sua capacidade de comunicação e promova uma adequação das estratégias didáticas e pedagógicas, aumentando assim as chances de um trabalho escolar bem-sucedido.

Todo esse processo, segundo as autoras, passa pela participação consistente das famílias na vida escolar de seus filhos e pela compreensão da singularidade de cada aluno, percebido em seu contexto mais amplo. A conquista da tão desejada participação das famílias na vida escolar de alunos deve ser vista como parte constituinte do trabalho de planejamento educacional, preconiza a publicação. Pesquisas internacionais e nacionais têm demonstrado que quando a escola investe na compreensão do contexto de vida dos alunos, sua capacidade de comunicação e adequação das estratégias didáticas aumenta e com elas as chances de um aprendizado mais efetivo. 

Segundo Paro (2000), pesquisador que realizou um estudo sobre o papel da família no desenvolvimento escolar de alunos do ensino fundamental, o distanciamento entre escola e família não deveria ser tão grande, pois para ele, a escola não assimilou quase nada de todo o progresso da psicologia da educação e da didática, utilizando métodos de ensino muito próximos e idênticos aos do senso comum predominantes nas relações familiares. O autor se remete ao fato de que, a atual escola dos filhos, é bastante parecida com a escola que os pais freqüentaram, e por isso, estes últimos não deveriam sentir-se tão distanciados do sistema educacional, e também o professor, embora admita a necessidade da participação dos pais na escola, não sabe bem como encaminhá-la. Nas palavras do referido autor "parece haver, por um lado, uma incapacidade de compreensão por parte dos pais, daquilo que é transmitido na escola; por outro lado, uma falta de habilidade dos professores para promoverem essa comunicação".

Infelizmente, as pesquisas que relacionam as instituições escola e família são de número bastante reduzido, comparando-se à proporcionalidade deste número, a importância essencial dessa relação para o desempenho escolar das crianças.

Apesar da incompleta enumeração dos aspectos preponderantes na relação família escola, aspectos estes como se nota, principalmente de ordem afetiva e moral, vê-se que a tarefa de se construir uma parceria entre tais instituições se faz mister, uma vez que a escola não sustenta ou talvez jamais tenha sustentado a posição de substituta da família na função educadora, tão pouco, lhe caberá assumir uma postura de resistência e rivalidade, baseada em uma aproximação unilateral, que venha a submeter a família, a partir da exagerada consideração de uma possível ignorância e incapacidade desta última para educar e socializar.

Na verdade esta hegemonia da instituição escolar sobre a familiar, naquilo que concerne à formação e ou competência similar é irreal, pois o desenvolvimento do aluno depende entre tantos fatores, mas especialmente da boa solução desses aspectos apontados anteriormente. Entretanto o que se observa é exatamente a falta de iniciativa dos professores:

Quanto à falta de um necessário conhecimento e habilidade dos pais para incentivarem e influenciarem positivamente os filhos a respeito de bons hábitos de estudo e valorização do saber, o que se constata é que os professores, por si, não têm a iniciativa de um trabalho a esse respeito junto aos pais e mães. Mesmo aqueles que mais enfaticamente afirmam constatar um maior preparo dos pais para ajudarem seus filhos em casa se mostram omissos no tocante à orientação que eles poderiam oferecer, especialmente nas reuniões de pais, que é quando há um encontro que se poderia considerar propício para isso" (PARO, 2000, p.65).

A escola, portanto, também necessita dessa relação de cooperação com a família, pois os professores precisam conhecer as dinâmicas internas e o universo sócio-cultural vivenciados pelos seus alunos, para que possam respeitá-los, compreendê-los e tenham condições de intervirem no providenciar de um desenvolvimento nas expressões de sucesso e não de fracasso diagnosticado.

Precisam ainda, dessa relação de parceria para poderem também compartilhar com a família os aspectos de conduta do filho: aproveitamento escolar, qualidade na realização das tarefas, relacionamento com professores e colegas, atitudes, valores, respeito às regras.

A necessidade de se construir uma relação de intervenção na própria instituição escola, e buscar uma proposta de aproximação dela com a família, para "... planejar e estabelecer compromissos e acordos mínimos, que levem ao fim do bloqueio criado nesta situação" (BASSEDAS, 1996, p.35) se refere à construção de uma parceria que possa substanciar o papel da família no desempenho escolar dos filhos e o papel da escola na construção de personalidades autônomas moralmente e intelectualmente falando.

Quanto à parceria, precisa ser entendida enquanto uma relação de cooperação, e quando se fala em cooperação, o conceito de Piaget expresso pelas palavras de Menin (1996, p.52): "Cooperação para Piaget, é operar com... é estabelecer trocas equilibradas com os outros, sejam estas trocas referentes a favores, informações materiais, influências etc" é o mais apropriado. Conforme o sentido piagetiano, a relação escola-família prevê o respeito mútuo, o que significa tornar paralelos os papéis de pais e professores, para que os pais garantam as possibilidades de exporem suas opiniões, ouvirem os professores sem receio de serem avaliados, criticados, trocarem pontos de vista.

            Vivemos hoje na sociedade da tecnologia e da informação. A velocidade é a principal característica das ações humanas, tendo em vista que tudo é transformado rapidamente. "A dificuldade de lidar com o tempo é uma das características mais marcantes da sociedade contemporânea" . Os valores parecem ter ficado para traz, a educação das crianças hoje é vista, equivocadamente, como responsabilidade apenas da escola, e não da família como deveria ser. (GUIMARÃES, 2007, p. 26 ).

            Na escola, as crianças bem amadas geralmente são participantes, interessadas,procuram compreender o que está acontecendo, são entusiasmadas com as atividades que acham interessantes e úteis. Em termos de convivência social, geralmente são respeitadoras dos outros, tem elevada autoestima, mas têm seus pontos de vista, que defendem e procuram difundir. Quando a criança vive com pais que não se amam e não as amam, o resultado pode ser catastrófico: os problemas dos pais, suas atitudes negativas diante da vida e dos outros passarão para os filhos.

Referências

MALDONADO, Maria Teresa. Comunicação entre pais e filhos: a linguagem

do sentir. São Paulo: Saraiva, 1997.

COLL, (1999) O papel da escola,

GUIMARÃES ( 2007), associação de escola e família,

MACEDO ( 1996), relação escola e família um aproximação necessária,

PARO ( 2000), o papel da família no desenvolvimento escolar de alunos do ensino fundamental

TOGNETTA ( 2002), RELAÇÃO ESCOLA E FAMÍLIA: UMA PROPOSTA DE PARCERIA

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 2 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/escola-e-familia-uma-aproximacao-necessaria-6274343.html

    Palavras-chave do artigo:

    aproximacao

    ,

    participacao

    ,

    educacao

    Comentar sobre o artigo

    Nathália Alves de Oliveira

    O presente artigo busca demonstrar a importância do processo educativo lúdico na educação infantil, visto que jogos e brincadeiras são, conforme estudiosos, experiências afetivas mútuas para o ambiente e devem ser consagradas nas crianças em fase escolar. Embasada por significativos referenciais teóricos, a proposta apresentada permite afirmar a existência de jogos e brincadeiras infantis no processo que aumentam rendimento no processo escolar.

    Por: Nathália Alves de Oliveiral Educação> Educação Infantill 08/02/2012 lAcessos: 13,809
    marlucia pontes gomes de jesus

    O artigo faz trata da legislação e dos documentos dos conselhos de educação que regulamentaram a obrigatoriedade da educação das relações étnicorraciais na educação básica, enfatizando a situação no Estado do Espírito Santo. O texto foi publicado no blog Damarlu Educação ( www.damarlueducar.blogspot) em 11 de maio de 2010.

    Por: marlucia pontes gomes de jesusl Educaçãol 13/03/2011 lAcessos: 1,671
    Ana Paula Pinto

    A análise da participação e dos direitos à juventude brasileira na atualidade se impõe como necessidade perante o grande contingente jovem e à situação de vulnerabilidade que se encontra grande parte desse contingente. Para enfrentar tal quadro os programas sociais dos governos, especificamente o Projovem no Brasil, tem sido uma das alternativas apontadas para estimular o protagonismo juvenil. sendo assim, procuramos apreender as perspecções política dos participantes do Projovem Adolescente.

    Por: Ana Paula Pintol Educaçãol 27/12/2010 lAcessos: 2,671 lComentário: 2
    DANIELY MARIA OLIVEIRA BARBOZA

    Esta pesquisa tem como pressuposto principal propor uma reflexão em torno da dinâmica e da realidade da Educação de Jovens e Adultos, uma vez que este campo de ensino fez e faz parte da história da educação brasileira. Diante disso, ao analisar todo o contexto desse campo de ensino, verificamos a dinâmica existente em cada momento que se consegue organizar uma sala de jovens e adultos na escola.

    Por: DANIELY MARIA OLIVEIRA BARBOZAl Educação> Ensino Superiorl 30/11/2013 lAcessos: 64
    Isabel Cristina

    Atualmente, a proposta de educação inclusiva tem gerado polêmicas discussões entre os que adotam uma posição integracionista, os que defendem a escola inclusiva ou ainda aqueles que sentem a importância de uma educação especializada para o aluno com necessidades educacionais especiais . No longo caminho a ser percorrido muitas são as dificuldades a serem enfrentadas, principalmente as que dizem respeito às barreiras físicas e atitudinais,constituídas dos estigmas, preconceitos e estereótipos.

    Por: Isabel Cristinal Educação> Educação Infantill 29/08/2014 lAcessos: 27
    Fábia Utsch

    No presente estudo tratei da inclusão apresentando o significado da palavra e trouxe o termo para a educação: escola e educação inclusiva. O termo inclusão se aplica em diversas situações e um cuidado especial precisa ser tomado para dar verdadeiro sentido à palavra na educação, pois se trata de aplicar o termo com pessoas. A partir dessa compreensão apresento algumas orientações para a inclusão na educação infantil.

    Por: Fábia Utschl Educação> Educação Infantill 28/11/2012 lAcessos: 133
    Hilsa Flávia A Coutinho

    Este trabalho tem o perfil de identificar fatores que traga uma qualidade de vida para a população, como objetivo principal à sistematização no cuidado da Assistência da Enfermagem para este grupo, descrever a qualidade de vida promovendo ações educativas com uma linguagem simples e de fácil compreensão.

    Por: Hilsa Flávia A Coutinhol Saúde e Bem Estarl 28/10/2011 lAcessos: 283
    Marcelo Gomes González

    Como está expresso na fala de muitos autores, o Ensino Fundamental II é uma fase de transição, onde muitas culturas devem ser maturadas, e outras apresentadas. Nesse período o educando se encontra no momento da criação da sua identidade. Os PCNs defendem que a Educação Física deve utilizar, principalmente, da cultura corporal - a trazida pela criança e a apresentada para ela dentro do ambiente escolar - e da instigação à busca do conhecimento para que ela seja autônomo.

    Por: Marcelo Gomes Gonzálezl Educaçãol 17/10/2012 lAcessos: 374

    Esse estudo é de cunho qualitativo, classificado como teórico-empirista que trás com problemática: durante a utilização das aulas de Educação Física quais as representações sociais dos professores de nível um, de uma escola municipal do Estado da Bahia sobre conteúdo/conhecimento dos jogos e das brincadeiras?

    Por: IVO NASCIMENTO NETOl Educação> Educação Infantill 03/04/2010 lAcessos: 1,160

    O presente artigo aborda o sistema de ensino de língua portuguesa envolvendo o aluno com dislexia e os professores que atuam na 5º serie, no contexto educacional de nível fundamental II.Visa investigar, as metodologias adotadas em sala nas aulas de língua portuguesa e se são suficientes para proporcionar aulas apropriadas quão grandemente necessárias, para contemplar as especificidades do aluno disléxico, de maneira a assegurar o seu aprendizado.

    Por: Taynara Freitas de Souzal Educação> Educação Infantill 22/10/2014

    As conexões entre brincar, aprender e ensinar são perceptíveis quando o educador consegue conciliar os objetivos pedagógicos com os objetivos dos alunos. Ensinando a aprender contribuindo para o desenvolvimento da subjetividade, para a construção do ser humano autônomo e criativo, preparando para o exercício da cidadania e da vida coletiva incentivando a buscar justiça social e igualdade com o respeito à diferença.

    Por: Rosana Maciel Averl Educação> Educação Infantill 12/10/2014 lAcessos: 26

    Este artigo tem como objetivo apresentar a pesquisa sobre o impacto do programa escola da família na vida de crianças e adolescentes da Escola Vicente Minicucci na cidade de Franca . A pesquisa foi desenvolvida na Escola Estadual Vicente Minicucci, na cidade de Franca - SP. Seguindo os métodos de observação e questionário aplicados aos responsáveis e participantes do programa. Foi possível perceber que esse programa tem sido de suma importância pelo fato de tirar as crianças da rua, lugar

    Por: Leticia Oliveiral Educação> Educação Infantill 06/10/2014 lAcessos: 20

    Neste artigo apresentamos os resultados da pesquisa realizada na instituição Chácara Sorriso, na cidade de Patrocínio Paulista, na Av. Ronan Rocha. Onde destacamos a importância da música na aprendizagem e desenvolvimento sócio cultural da criança e do adolescente. O nosso objetivo foi trabalhar com a música, levando em conta aspectos histórico e sócio cultural, com o intuito de levar às crianças e aos adolescentes da instituição uma reflexão de cada música e do que elas representam em suas vida

    Por: Josianel Educação> Educação Infantill 28/09/2014 lAcessos: 38
    Zilda Ap. S. Guerrero

    A prática pedagógica do ensino de Ciências nas fases iniciais á formação autoral dos alunos como protagonistas de projetos vinculados á harmonia entre o homem e natureza de forma a construir um perfeito equilíbrio entre ambos. Portanto, as aulas de Ciências devem destacar o caráter de empresa vital, humana, fascinante, indagadora, aberta, promoção da argumentação criativa e analítica, a fim de comprovarem a veracidade da atividade científica, ou discordarem, promovendo teses, novos experimentos.

    Por: Zilda Ap. S. Guerrerol Educação> Educação Infantill 28/09/2014 lAcessos: 11
    Fagner Vieira

    Muito se fala sobre elas, sobre vestibulinho, curso técnico, empregabilidade e etc. Mas você sabe quanto ganha um técnico? Sabe como e onde se inscrever numa ETEC? Este artigo reúne em nove tópicos, todas as informações sobre vagas, vestibulinhos e resultados de provas. Aqui você também vai encontrar links, a unidade mais próxima de você e estatísticas.

    Por: Fagner Vieiral Educação> Educação Infantill 27/09/2014 lAcessos: 19

    No presente artigo apontaremos a indisciplina na Educação Infantil pelos docentes como um dos principais obstáculos ao trabalho pedagógico. O objetivo deste trabalho é tentar resgatar alguns aspectos da postura do professor em relação à manipulação e a falta de limites das crianças. Definir limites com os alunos, deixar claro o que é possível ser feito e em que situações eles poderão ser cobrados só auxilia em seu crescimento pessoal e em suas atividades estudantis.

    Por: Sandra Maria dos Reis Bernardol Educação> Educação Infantill 26/09/2014 lAcessos: 47

    O presente artigo discute a importância da participação da família no processo educacional da criança na Educação Infantil. O artigo desenvolvido tem como objetivo discutir a importância da família na educação da criança, tanto no ambiente social da escola como no ambiente familiar, focalizando assim, o papel da família nesse processo.

    Por: Sandra Maria dos Reis Bernardol Educação> Educação Infantill 26/09/2014 lAcessos: 49
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast