Família no Processo de Inclusão

Publicado em: 22/10/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 1,446 |

1 - INTRODUÇÃO

            Ultimamente vêm-se discutindo o processo de inclusão das pessoas portadoras de necessidades especiais na sociedade e na vida escolar. Há não muito tempo, essas pessoas que "fugiam do padrão comum" viviam segregadas da vida social, eram tidas como anormais, sem nenhuma capacidade intelectual, espiritual, física, psíquica, etc. Eram rotuladas como incapazes de terem uma vida saudável e comum ao meio de todos. "As deficiências não são fenômenos dos nossos dias. Sempre existiram e existirão" (CARVALHO, 1997).

            O preconceito e a discriminação sempre fizeram e ainda fazem parte da vida dessas pessoas com deficiências. Deseja-se mostrar a importância da família, da escola, da comunidade, do município, etc. para o desenvolvimento dessas pessoas portadoras de necessidades especiais.

            Há muitos séculos era comum termos essas pessoas com deficiências trabalhando como bufões de reis, palhaços em circo, enfim eram motivos de chacota e graça para os "normais"; eram tidos como monstros, demônios, aberrações da natureza. As famílias que tinham filhos com alguma necessidade especial eram mal vistas na sociedade, tinham em suas mentes que o fato de terem um filho fora do padrão estipulado, pudesse ser um castigo de Deus ou dos deuses. E quando não eram mortas assim que nasciam simplesmente viviam escondidas, não podendo ver a cor do sol.  Freqüentar uma unidade escolar então era quase que impossível. "Quanto aos filhos de sujeitos sem valor e aos que foram mal constituídos de nascença, as autoridades os esconderão, como convém, num lugar secreto que não deve ser divulgado", (PLATÃO apud CARVALHO, 1997)

Segundo Sêneca apud Carvalho, 1997:

"Nós matamos os cães danados, os touros ferozes e indomáveis, degolamos as ovelhas doentes com medo que infectem o rebanho, asfixiamos os recém-nascidos mal constituídos: mesmo as crianças, se forem débeis ou anormais, nós a afogamos: não se trata de ódio, mas da razão que nos convida a separar das partes sãs aquelas que podem corrompê-las".

            Infelizmente em pleno século XXI não se pode ainda dizer que isso não existe, pois existe sim infelizmente. Talvez o preconceito e discriminação sejam um pouco mais sutis, mas que não deixam de marcar fortemente a personalidade e a alma dessas crianças. No entanto, muito se tem feito para acabar, ou ao menos, amenizar tais situações, mas ainda há muito a ser feito. A verdadeira e almejada igualdade entre todos está longe de acontecer. Mas felizmente existem pessoas cada vez mais preocupadas com isso, principalmente na área educacional, área esta, de extrema releváncia para a formação de cidadãos mais críticos, que sejam capazes de tratar as diferenças de forma natural e porque não dizer: igual.

A caminhada ainda é lenta, mas nunca é tarde para buscar-se a igualdade e mais que isso: o respeito. Não existe pessoa melhor nem pior, existem apenas pessoas diferentes.

Como pontua Nelson Mandela: "Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender; e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar."

            Verifica-se que existiam e ainda perdura entre os dias atuais uma gama de nomenclaturas que tentam identificar as pessoas portadoras de necessidades. A cada época vivenciada, conforme o regime adotado, ou a política educacional seguida, essas crianças eram chamadas de diferentes formas: o retardado, o diferente, o burro, o débil, o tolo, o deficiente, o portador de necessidade, o anormal, etc.

            Entretanto o estudo não ficará por demais atido a essas nomenclaturas, que na verdade só tentam a cada dia amenizar o nível de grosseria na forma de identificá-los, mas que de certa forma ainda os rotula. Acredita-se que o simples fato de dar-se um nome ou definição a essas pessoas com deficiências já seria uma forma de diferenciá-los e excluídos. No entanto, não se pode negar que se faz necessário uma definição, não como forma de exclusão, e sim como uma maneira de identificá-los no estudo. Procurar-se-á utilizar os termos: pessoas com necessidades especiais; pessoas com deficiências, pessoas portadoras de necessidades especiais e/ou pessoas portadoras de necessidades educativas especiais.

 2 - A Importância da Participação na Família no Processo de Inclusão

            O nascimento de um bebê com deficiência mental ou o aparecimento de qualquer deficiência altera consideravelmente a rotina no lar. Os pais logo se perguntam por quê?, de quem é a culpa?, como agir diante da situação, como será o futuro da criança?, afirmando a necessidade de esclarecimento. A família constitui o primeiro universo de relação social e o mais complexo, de ação mais profunda sobre a personalidade humana, dada a enorme carga emocional das relações.
Segundo Silva e Dessen apud Casarin (2001), a reorganização familiar fica mais fácil quando há apoio mútuo entre o casal e a família, ou seja, o ambiente familiar pode contribuir para o desenvolvimento e crescimento da criança DM, ressaltando a necessidade da colaboração dos pais para a escola. Estudar e aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento da família com crianças  constitui um caminho promissor para a compreensão do desenvolvimento destes portadores.
            O papel da escola, ou ambiente escolar, representa grande importância para o aluno. Gradualmente, o mundo da criança começa a se ampliar e é dentro deste contexto que é inserido o portador da deficiência. A escola deve receber a família da mesma maneira que recebe a criança especial, fazendo com que os pais participem do desenvolvimento escolar dos filhos, neste sentido não há diferenciação entre a criança  e não, a responsabilidade da instituição, dos profissionais e dos responsáveis é a mesma, uma vez que ambos estão inseridos diretamente no processo de transformação cultural, encontrando-se em contínua interação com o meio social.
A educação tem hoje como premissa fundamental conceder uma grande importância à atividade do aluno como sujeito, para que se forme e se desenvolva plenamente sob a direção segura de um professor capacitado, em um processo bilateral que tem lugar em um meio coletivo, no qual todos, dentro de um conceito de educação inclusiva, têm direito à voz. A inclusão dos alunos com deficiência mental deve ser vista como um processo espontâneo e subjetivo que envolve direta e pessoalmente o relacionamento entre seres humanos, principalmente a família, isto é, os pais.
É importante lembrar que a adoção da Educação Inclusiva não significa que se prescinda de pais especialistas em "educação especial", mas sim, que estes tenham novos papéis e responsabilidades, vinculados à escola que deverá apresentar seu trabalho planejado e incorporado à educação regular. O valor que os indivíduos deficientes mentais atribuem a seus pais em seu processo educacional e que possibilitaram que atingissem a Educação em todo o seu sentido, apesar de todas as perspectivas negativas apresentadas pelos segmentos médicos e educacionais, é a prova da importância da participação ativa na vida escolar.
A família é, indiscutivelmente, a base da sociedade e, apesar da existência de debates em torno do seu papel atual e da sua composição, ela permanece como elemento-chave da vida e o principal alicerce do desenvolvimento humano. Constituindo-se uma unidade primária, qualquer acontecimento que afete um dos seus membros poderá causar influências em todos os outros integrantes da sociedade familiar.
Segundo Nogueira apud Pichon-Rivière (2002), o vínculo familiar configura uma estrutura dinâmica em contínuo movimento, que funciona acionada por motivações psicológicas, resultando daí uma determinada conduta, que tende a se repetir tanto na relação interna como na relação externa com o objeto. Com os pais de portadores de "necessidades especiais", este vínculo pode gerar uma série de sentimentos conflitantes, os quais prevalecem certa confusão devido ao impacto de admitir que seu filho possua algum problema, gerando angústia que podem trazer graves conseqüências, por isso a importância do esclarecimento.
É necessário ratificar que os pais devem participar do processo de inclusão cultural e social de seus filhos, mas esta participação não deve invadir os limites conscientes da responsabilidade escolar. A participação ativa não significa "super-proteção", ou um tipo de "luto" pela DM apresentada pelo seu filho, e sim possibilitar a interação social e o convívio escolar com os outros alunos, ditos normais. A escola é uma instituição organizada e possui o seu sistema educacional, este que não deve ser interferido pelos pais. O resultado final dessa parceria entre família e escola deve ser um soma que proporcione ao aluno com uma vida normal e feliz.                       

    3 - O papel da Família no Desenvolvimento da Inclusão

        Apresenta-se aqui uma reflexão sobre o impacto que causa em uma família presença de um filho com necessidades especiais, e a importância de um trabalho de fortalecimento e flexibilização da dinâmica familiar para a promoção do desenvolvimento global e inclusão social desse indivíduo.

        O homem é um ser social por natureza, necessitando para sua sobrevivência física e emocional de estar integrado e participando da vida comunitária de um grupo. É a partir das normas, valores e representações do grupo social ao qual pertence , que a pessoa desenvolve sua personalidade, auto-

imagem, e maneira de ser no mundo (Glat, 1989; 1995). E a família, como grupo social primário, desempenha uma função formativa e determinativa no desenvolvimento cognitivo-afetivo do indivíduo e no modo como este se situa e interage na sociedade, mesmo em idade adulta. É através da identificação com os primeiros "outros significativos" --- mãe, pai e demais membros da família -- e das reações destes ao seu comportamento que a criança tem seu primeiro contato com o mundo e aprende a desenvolver os papéis e atitudes essenciais para seu processo de socialização.

        Quando nasce um filho especial, com características distintas do padrão culturalmente reconhecido como "normal", a estrutura de funcionamento familiar básico se rompe, os sentimentos e as representações anteriores se deterioram, e instala -se uma crise de identidade grupal. Por mais harmônica que seja uma família essa crise é inevitável, pois todas as expectativas, planos e sonhos

  GLAT, R. Uma família presente e participativa: o papel da família no desenvolvimento e inclusão

social da pessoa com necessidades especiais. Anais do 9º Congresso Estadual das APAEs de Minas Gerais, disponível em CD Rom, Belo Horizonte/MG, 2004.

        A presença de um indivíduo portador de uma deficiência (ou qualquer outra condição especial grave e / ou permanente) implica, portanto, invariavelmente, para sua família, além da decepção inicial, em uma série de situações críticas,geralmente acompanhadas de sentimentos e emoções dolorosas e conflitantes. Nesse processo, as famílias passam por diversas fases cíclicas, incluindo o

choque inicial da descoberta, a negação do diagnóstico e busca por "curas milagrosas", o luto e a depressão, até que possam entrar no estágio de aceitação e adaptação. Neste percurso, tanto a família quanto o indivíduo especial precisarão enfrentar a cada dia seus medos, suas frustrações e suas limitações --- efeitos diretos do estigma social a que toda a família está exposta. A relação com esse filho poderá ter como eixo principal ambivalência de sentimentos (Amaral, 1995),oscilando entre as condições reais do indivíduo e os estereótipos a e lei impugnados, a crença nas suas possibilidades de desenvolvimento e a resignação e sustentação de sua condição de dependente.

       A extensão das adaptações e acomodações impostas à família pela presença de um membro     com necessidades   especiais    inclui desde transformações internas de caráter afetivo, temporal e / econômico, até as requisitadas pela interação com as forças externas, oriundas da sociedade mais ampla. Estas são geralmente engendradas na falta de oportunidades, nas atitudes preconceituosas e nos rótulos aos quais, o indivíduo assim como os demais membros estão sujeitos nas suas relações sociais extra familiares.       Pois, devido às dificuldades ainda hoje encontradas para inclusão social da pessoa com deficiências, a marginalização a ela imposta se estende para sua

família que, passa a ser estigmatizada "por contaminação" (Glat, 1995). Tal situação acaba provocando o isolamento de muitas famílias, o que, por sua fez, reforça os padrões de super proteção, fazendo com que a condição especial do indivíduo seja hiper dimensionada, em detrimento de suas capacidades e aptidões. Mais grave, ainda, freqüentemente, a família se estrutura de tal forma em torno desse membro dito especial, que todas as necessidades e dificuldades dos outros são minimizadas ou, até mesmo, descuidadas (Glat, 1996). Nas palavras de Glat eDuque (2003):

         Como conseqüência desse tipo de comportamento, observa-se a restrição ainda maior do papel social desse sujeito no seio de sua família, assim como das suas possibilidades de inserção na comunidade onde vive. Ou seja, quando a família age de maneira super protetora, dificulta a autonomia e a independência que o filho deveria conquistar como condição para o desenvolvimento de suas capacidades. É comum os pais agirem, inconscientemente, para impedir o crescimento do filho, na tentativa de se preservarem e, ao mesmo, de preservá-lo de possíveis "derrotas" diante de dificuldades. Isso não significa que se esteja aqui negando os problemas reais que a presença que um indivíduo com deficiência traz para a sua família como um todo,e para cada um dos membros individualmente, tanto sobre o aspecto objetivo,quanto subjetivo . Não há dúvida que a necessidade de cuidado maior imposta por sua condição restringe e transforma, em maior ou menor grau, a vida de todos os que lhe são próximos. No entanto, é importante que a atenção que lhe é dada seja no sentido de estimular e incentivar ao máximo sua autonomia e crescimento, para que ele possa aprender a melhor lidar com suas dificuldades. Só assim ele poderá viver uma vida o mais semelhante possível aos demais membros de sua família, tornando-se um peso menor para todos.

       Diante de tal quadro, o papel dos profissionais é fundamental para minimizar esses sentimentos e promover orientações e esclarecimentos sobre  as capacidades do filho especial, bem como provocar um olhar dos pais sobre si mesmos. Um trabalho desse tipo deveria ser parte integrante das políticas sociais preventivas, principalmente dos programas educacionais e clínicos. E deve ter início o mais cedo possível, de preferência já na hora de dar a notícia aos pais sobre o nascimento do filho especial. Esse momento é crucial, pois, freqüentemente , os médicos e demais profissionais da área da saúde, têm uma atitude defensiva ou mesmo pouco cuidadosa ao transmitir o diagnóstico,enfatizando a deficiência como uma doença crônica, não fazendo qualquer referência a suportes terapêuticos e educacionais que dêem alguma esperança às famílias e as auxiliem no planejamento da vida de seu filho (Glat e Duque, 2003;Nunes, Glat, Ferreira e Mendes, 1998).

       Porém, uma vez orientados e sensibilizados para a nova situação, os pais podem influenciar positivamente na autoconfiança do filho para o desenvolvimento de suas capacidades. Além disso, se tornam mais preparados para lidar com suas próprias emoções, revendo expectativas, valores e crenças a respeito da condição do filho que nasceu. Assim sendo, o apoio dado à família minimiza as ansiedades frente ao filho portador de necessidades especiais, e promove a busca de novas alternativas para a organização da vida dessa criança, possibilitando um enfrentamento dos problemas cotidianos.      Vale ressaltar, também, a importância dos grupos e associações de pais,

como a APAE, que podem proporcionar, sobretudo às "novas famílias especiais",uma rede de apoio, troca de experiências e ajuda mútua de valor inestimável, e

que deve ser incentivado pelos profissionais.        Cada família enfrenta a deficiência de acordo com sua história, suas representações, crenças, valores culturais, condições objetivas e materiais, além da personalidade individual de cada membro. Certamente, as acomodações que ocorrem na estrutura familiar sempre apresentam especificidades conforme ocaso; porém não resta dúvida que a influência familiar é determinante para facilitação ou impedimento do processo de integração social do indivíduo com deficiências. Pois, como já comentado, é através do seu relacionamento familiar que ele desenvolverá os seus critérios valorativos, percebendo o mundo e construindo a sua identidade.

        Em outras palavras, o nível de integração social que uma pessoa com necessidades especiais pode vir a desenvolver dependerá em grande parte da disponibilidade de sua família em permitir-lhe participar e usufruir dos recursos oferecidos pela comunidade, apesar de todas as barreiras (físicas e sociais). Por outro lado, quanto maior for a participação deste indivíduo no contexto social,maior será a sua chance de assumir um novo papel na trama familiar. Não mais exclusivamente o papel do coitado, do dependente, do incapacitado, mas sim o papel de uma pessoa que atua no mundo, com suas possibilidades e limitações, como as demais, e que pode contribuir e enriquecer com sua experiência a vida cotidiana de sua família (Glat, 1996; Glat e Duque, 2003).

       A compreensão da dinâmica das relações familiares, portanto, é essencial para a compreensão do indivíduo especial. Minha experiência de muitos anos na área de Educação Especial mostra que para que um programa de atendimento clinico ou educacional tenha possibilidade de êxito é necessário que seja realizado algum tipo de atendimento ou trabalho paralelo com a família. Pois, a família e o indivíduo especial exercem efeitos recíprocos entre si e as mudanças e transformações em qualquer um dos elementos afetam a todos.

       Dessa forma, urge em nossas instituições, a implementação e efetivação de programas de orientação baseados não só nas necessidades das pessoas com deficiências nossa "clientela" tradicional, mas também nas necessidades dos seus pais, irmãos, e demais familiares, para que esses possam lidar com seu sentimentos e melhor construir alternativas de aceitação, adaptação e integração familiar. Como dito, é importante que o indivíduo com necessidades especiais ocupe um espaço na dinâmica familiar que não seja exclusivamente "o deficiente","o problemático", "o incapaz", "o dependente", mas sim participe, na medida de suas possibilidades, na vida familiar cotidiana, inclusive nas situações sociais.

        Não se trata de negar a deficiência ou os limites, mas sim, de aceitar e incorporar esse filho à vida familiar, apesar de suas deficiências e limites. Nesse sentido, reproduzo abaixo, falas de dois pais que bem expressam essa aceitação realista que deve ser buscada nas famílias com filhos especiais (Glat e Duque,2003):

                                              

 Considerações Finais

      A inclusão é a conseqüência de uma escola de qualidade, isto é, uma escola capaz de perceber cada aluno como um enigma a ser desvendado. Os pais nesta etapa devem aceitar e fomentar os  novos interesses e as figuras significativas que aprecem no mundo de seus filhos, transmitem segurança e estimular as vitórias. Favorecer desde o início da vida escolar um desenvolvimento com segurança de seu filho no novo meio em que tem novos desafios e deve enfrentá-los.

            O trabalho com a família e o estímulo ao seu envolvimento constitui um fator decisivo no processo de inclusão de pessoas com necessidades especiais, sendo indispensável para a construção da individualidade do sujeito como participante ativo da sociedade. Contudo esse processo requer, para sua efetivação, a ação de múltiplos esforços e a participação de todos os segmentos da sociedade, de modo a se promover uma verdadeira mudança cultural em relação à diversidade e potencialidades humanas.

 

 

             Referências Bibliográficas

GLAT, R. Somos iguais a vocês: depoimentos de mulheres com deficiência

   mental. Rio de Janeiro: Editora Agir, 1989

________ A integração social dos portadores de deficiência: uma reflexão. Rio de

   Janeiro, Sette Letras, 1995.

________ O papel da família na integração do portador de deficiência. Revista

   Brasileira de Educação Especial, vol. 2 (4), 111-119, 1996.

________ & DUQUE, M. A. T. Convivendo com filhos especiais: o olhar paterno.

   Rio de Janeiro: Editora Sette Letras, 2003.

CARVALHO, Rosita Edler et al. Área da Deficiência Mental. In: JESUS, Naíza Maria de (Org.). Fundamentos teórico-metodológicos para a atuação junto ao aluno com dificuldades de aprendizagem ou limitações intelectuais. Sergipe: CINTEP-PB, 2008. P. 05-10.

MACIEL, Maria Regina Cazzaniga. Portadores de Deficiência: A Questão da Inclusão Social. São Paulo Perspec., Junho 2000, vol.14, no.2, p.51-56. ISSN 0102-8839.

NOGUEIRA, Mário Lúcio de Lima. A Importância dos pais na educação segundo a percepção de universitários deficientes visuais. In: Instituto de Cegos do Brasil Central – ICBC (Org.). Tema Família. Uberaba-MG: Revista Benjamin Constant, Edição 23, p. 11-18, dezembro. 2002.

SILVA e DESSEN, Nara Liana Pereira and Maria Auxiliadora. Deficiência Mental e Família: Implicações para o Desenvolvimento da Criança. Psic.: Teor. e Pesq., Agosto 2001, vol.17, no.2, p.133-141. ISSN 0102-3772.

 

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/familia-no-processo-de-inclusao-5330160.html

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    familia

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    Comentar sobre o artigo

    Fábia Utsch

    No presente estudo tratei da inclusão apresentando o significado da palavra e trouxe o termo para a educação: escola e educação inclusiva. O termo inclusão se aplica em diversas situações e um cuidado especial precisa ser tomado para dar verdadeiro sentido à palavra na educação, pois se trata de aplicar o termo com pessoas. A partir dessa compreensão apresento algumas orientações para a inclusão na educação infantil.

    Por: Fábia Utschl Educação> Educação Infantill 28/11/2012 lAcessos: 123
    Amanda Mª B. de S. Carvalho

    . Ao termino desse trabalho pode-se confirmar as hipóteses levantas e solucionar a problemática apresentada sendo assim a criança com síndrome tem somente um ritmo de aprendizagem mais lento, cujas etapas precisam ser respeitadas. Inteligência, memória e capacidade de aprender podem ser desenvolvidas com estímulos adequados

    Por: Amanda Mª B. de S. Carvalhol Educação> Educação Infantill 17/07/2012 lAcessos: 472

    O presente trabalho aborda um assunto de estrema importância para o avanço dos direitos educacionais garantidos na Constituição Brasileira, quando se entende que a educação é direito de todos. Em um breve histórico, que versa sobre o contexto no qual fizeram parte as pessoas com deficiência rumo ao processo de inclusão na educação superior, buscaremos apresentar os avanços relacionados à inclusão dos mesmos, como também as atenções voltadas para esse público de discente.

    Por: Duanne Granjal Educação> Ensino Superiorl 21/07/2011 lAcessos: 566
    Natália de Souza Cardoso

    O artigo abordou como tema "a inclusão de crianças com síndrome de Down na educação física, com o propósito de mostrar à sociedade de que essas crianças são capazes de participar das aulas de educação física, apesar de todos os problemas que enfrentam no decorrer de sua vida.

    Por: Natália de Souza Cardosol Educação> Educação Infantill 22/08/2011 lAcessos: 1,591
    Rosana  Vidal

    Este artigo apresenta algumas considerações sobre o processo de inclusão, elaboradas a partir dos relatos de professores e de instituições que trabalham com alunos com necessidades educacionais especiais incluídos em classes regulares nas instituições de ensino da rede pública e privada. Apresenta a narrativa dos professores que atuam com crianças com necessidades especiais e não possuem formação em Educação Especial e de professores que possuem especialização na área, assim como o parecer das instituições de ensino e o sentimento dos pais e ou responsáveis deste alunado. O estudo também proporciona a visão da evolução da educação especial no Brasil de 1996 a 2006.

    Por: Rosana Vidall Educaçãol 25/06/2009 lAcessos: 46,842 lComentário: 4
    Alessandro Neves de Araujo

    Esse estudo teve como objetivo verificar se na educação física escolar há uma proposta de inclusão. A análise dos resultados teve como base a metodologia análise descritiva. Como resultado, verificamos que há sim inclusão na educação física escolar, Os professores possuem o conhecimento teórico sobre essa possibilidade, mas não a efetivam, e justificam que a falta de materiais apropriados e espaços físicos desfavorecem a educação física escolar como uma modalidade inclusiva.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Educação> Educação Infantill 28/07/2011 lAcessos: 690
    Tania Maria da Silva Nogueira

    Existe em nossa sociedade um mal, atende pelo nome de preconceito. Às vezes velado, discreto, outras vezes agressivo e direto e, mesmo sem qualquer fundamento, não poupa o seu alvo. O preconceito é variado e aparece em situações inesperadas independe de classe social, ou ambiente.

    Por: Tania Maria da Silva Nogueiral Educaçãol 20/02/2010 lAcessos: 579

    Para que haja um processo inclusivo significativo na Educação Infantil é necessário que se pense um trabalho que envolva esta prática.

    Por: Angela Adriana de Almeida Limal Educação> Educação Infantill 07/10/2009 lAcessos: 2,494 lComentário: 1

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    Por: JOSÉ CLÉCIO SILVA DE SOUZAl Educação> Línguasl 13/06/2012 lAcessos: 363
    Isabel Cristina

    Atualmente, a proposta de educação inclusiva tem gerado polêmicas discussões entre os que adotam uma posição integracionista, os que defendem a escola inclusiva ou ainda aqueles que sentem a importância de uma educação especializada para o aluno com necessidades educacionais especiais . No longo caminho a ser percorrido muitas são as dificuldades a serem enfrentadas, principalmente as que dizem respeito às barreiras físicas e atitudinais,constituídas dos estigmas, preconceitos e estereótipos.

    Por: Isabel Cristinal Educação> Educação Infantill 29/08/2014

    O objetivo deste estudo foi conhecer como se insere e desenvolve a educação ambiental na educação infantil em escolas públicas de dois municípios no Estado do Espirito Santo, Brasil. Trata de um estudo descritivo quantitativo. O universo da pesquisa foi 58 professores de Educação Infantil. O instrumento de coleta de dados foi um questionário de autopreenchimento com 13 perguntas objetivas sobre educação ambiental na comunidade escolar. Solicitou-se a assinatura do termo de consentimento livre e

    Por: DANIELE DE ALMEIDA NUNESl Educação> Educação Infantill 28/08/2014

    O que acontece pode ser considerado como bastante simples, sendo que o alfabeto ilustrado acaba por se tratar de um papel ou até mesmo uma fita decorativa que poderá ser utilizada na parede, ou até mesmo em um móvel.

    Por: anamarial Educação> Educação Infantill 27/08/2014
    Ariane David

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    Por: Ariane Davidl Educação> Educação Infantill 25/08/2014 lAcessos: 12

    O presente artigo visa analisara importância do brincar no desenvolvimento e aprendizagem na educação infantil. Tem como objetivo conhecer o significado do brincar, conceituar os principais termos utilizados para designar o ato de brincar, tornando-se também fundamental compreender o universo lúdico

    Por: Sandra Maria dos Reis Bernardol Educação> Educação Infantill 22/08/2014 lAcessos: 15
    Carla Cardoso Gomes

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    Por: Carla Cardoso Gomesl Educação> Educação Infantill 05/08/2014 lAcessos: 31
    Carla Cardoso Gomes

    O presente artigo é resultado de uma pesquisa para a obtenção do título de graduada do curso de Pedagogia pela Faculdade Evangélica Cristo Rei – FECR, realizada com alunos do Ensino Fundamental I, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Monsenhor José Borges. O objetivo dessa pesquisa é explicitar a concepção de leitura realizada por alunos do 4º Ano do Ensino Fundamenta I e também do professor.

    Por: Carla Cardoso Gomesl Educação> Educação Infantill 05/08/2014 lAcessos: 31

    Diante das dificuldades observadas e experienciadas no exercício do ofício de professor de matemática procurei superá-las e por isso desesnvolvi um método capaz de obter a tabuada de qualquer natural, e o artigo que se segue é apenas uma das muiitas formas de obter a tabuada do 1 ao 99.

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    O presente artigo apresenta um estudo bibliográfico sobre as Altas habilidades Superdotação O tema ainda é pouco discutido, especialmente pelos mitos que impedem os educadores de perceber com mais clareza os alunos que se enquadram nestas características. Muitas são as concepções divergentes sobre um mesmo perfil, iniciando pela própria denominação utilizada.

    Por: Iracilda Gabriell Educação> Ensino Superiorl 05/05/2014 lAcessos: 51

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    Por: Iracilda Gabriell Educação> Ensino Superiorl 25/10/2011 lAcessos: 548

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    Por: Iracilda Gabriell Educação> Ensino Superiorl 20/01/2011 lAcessos: 2,098

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    Por: Iracilda Gabriell Educação> Línguasl 06/09/2010 lAcessos: 2,465

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    Por: Iracilda Gabriell Educação> Línguasl 24/08/2010 lAcessos: 697
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