Hiperatividade na Escola: Algumas Orientações de Como Trabalhar em Sala de Aula

Publicado em: 10/07/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 8,321 |

 

INTRODUÇÃO.

Este artigo sobre Hiperatividade mostra de maneira clara e abrangente o comportamento hiperativo de uma criança, sua trajetória na escola, sabemos que ela precisa de  uma atenção especial por parte do professor e nada melhor que este esteja bem preparado para saber contornar o problema, como posicionar este aluno em sala de aula e como proceder nas tarefas e no relacionamento, sendo um mediador entre o portador de TDAH e os demais alunos. Com uma didática e uma ação pedagógica voltada para as necessidades especiais do hiperativo integrada a um acompanhamento psicológico e medicamentos, é possível contornar o problema de aprendizagem desta criança. O importante é o professor nunca atuar sozinho. É importante ter a consciência de que o TDAH é uma doença; ter "pudores", ignorar o assunto e deixar que com o crescimento ou amadurecimento o problema termine não é uma maneira correta de se proceder. Os pais junto com a criança hiperativa devem procurar ajuda de um profissional competente e especializado em TDAH, pois só ele é capaz de elaborar um diagnóstico e daí orientá-los a fim de tornar passível de tolerância a convivência familiar, não deixando que o problema tome uma dimensão sem controle, desmoronando uma estrutura até então sólida, base fundamental para sustentar e manter unida uma família. Diagnósticos apressados e equivocados têm rotulado crianças mal-educadas de hiperativas, pois alguns dos principais sintomas podem estar presentes nos dois casos, daí a necessidade de se procurar um médico de confiança e que conheça claramente o assunto. Embora o TDAH seja mais comum nos meninos do que nas meninas em função do hormônio testosterona que eles apresentam, pesquisas apontam que nas meninas o fator complicativo é bem mais intenso. O essencial em ambos os casos é o reconhecimento da doença e a busca de soluções. Atualmente muitas pesquisas estão sendo elaboradas visando uma melhoria de vida para os portadores de TDAH e a tendência é cada vez mais se avançar nesta área, ultrapassando barreiras, tornando a vida dessas pessoas e familiares mais agradáveis e ter a certeza de que todos têm direito à felicidade e ao amor.

 

A EDUCAÇÃO ESCOLAR. É fundamental para o desenvolvimento emocional e cognitivo das

crianças. Desenvolver esse processo é a grande saída que o professor pedagogo tem para

demonstrar suas habilidades e a superação das deficiências dos alunos hiperativos, ou seja,

superar as dificuldades que os alunos encontram na aprendizagem devido a sua inquietação e

incapacidade de prestar atenção, o que torna difícil explicar qualquer coisa a eles.

Partindo da informação de que a capacidade de focar a atenção e controlar a

motricidade em ambientes com muitos estímulos, como uma sala de aula, reduz

significativamente a presença do TDAH, cabe ao professor pesquisar e conhecer as

características desse transtorno. Buscando assim uma melhor adequação dos recursos

pedagógicos em sala de aula, diminuindo assim as tensões entre os atores desse processo.

O objetivo da pesquisa é identificar as características e como trabalhar um aluno com

Transtorno de Déficit de atenção e Hiperatividade (TDAH).

 

COMO IDENTIFICAR E TRABALHAR CRIANÇA COM TDAH NA ESCOLA

 A criança hiperativa mostra um grau de atividade maior que outras crianças da mesma faixa etária. Ou seja, há um grau usual de atividade motora que é padrão em crianças - que não é hiperatividade patológica.

A diferença é que a criança hiperativa mostra um excesso de comportamentos, em relação às outras crianças, mostrando também dificuldade em manter a atenção concentrada, impulsividade e Ansiedade, inquietação, euforia e distração freqüentes podem significar mais do que uma fase na vida de uma criança: os exageros de conduta diferenciam quem vive um momento atípico daqueles que sofrem de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), doença precoce e crônica que provoca falhas nas funções do cérebro responsáveis pela atenção e memória.

Dicas para o professor lidar com hiperativos

- Evite colocar alunos nos cantos da sala, onde a reverberação do som é maior. Eles devem ficar nas primeiras carteiras das fileiras do centro da classe, e de costas para ela;
- Faça com que a rotina na classe seja clara e previsível, crianças com TDAH têm dificuldade de se ajustar a mudanças de rotina;
- Afaste-as de portas e janelas para evitar que se distraiam com outros estímulos;
- Deixe-as perto de fontes de luz para que possam enxergar bem;
- Não fale de costas, mantenha sempre o contato visual;
- Intercale atividades de alto e baixo interesse durante o dia, em vez de concentrar o mesmo tipo de tarefa em um só período;
- Repita ordens e instruções; faça frases curtas e peça ao aluno para repeti-las, certificando-se de que ele entendeu;
- Procure dar supervisão adicional aproveitando intervalo entre aulas ou durante tarefas longas e reuniões;
- Permita movimento na sala de aula. Peça à criança para buscar materiais, apagar o quadro, recolher trabalhos. Assim ela pode sair da sala quando estiver mais agitada e recuperar o auto-controle;
- Esteja sempre em contato com os pais: anote no caderno do aluno as tarefas escolares, mande bilhetes diários ou semanais e peça aos responsáveis que leiam as anotações;
- O aluno deve ter reforços positivos quando for bem sucedido. Isso ajuda a elevar sua auto-estima. Procure elogiar ou incentivar o que aquele aluno tem de bom e valioso;
- Crianças hiperativas produzem melhor em salas de aula pequenas. Um professor para cada oito alunos é indicado;
- Coloque a criança perto de colegas que não o provoquem, perto da mesa do professor na parte de fora do grupo;
- Proporcione um ambiente acolhedor, demonstrando calor e contato físico de maneira equilibrada e, se possível, fazer os colegas também terem a mesma atitude;
- Nunca provoque constrangimento ou menospreze o aluno;
- Proporcione trabalho de aprendizagem em grupos pequenos e favoreça oportunidades sociais. Grande parte das crianças com TDAH consegue melhores resultados acadêmicos, comportamentais e sociais quando no meio de grupos pequenos;
- Adapte suas expectativas quanto à criança, levando em consideração as deficiências e inabilidades decorrentes do TDAH. Por exemplo: se o aluno tem um tempo de atenção muito curto, não espere que se concentre em apenas uma tarefa durante todo o período da aula;
- Proporcione exercícios de consciência e treinamento dos hábitos sociais da comunidade. Avaliação freqüente sobre o impacto do comportamento da criança sobre ela mesma e sobre os outros ajuda bastante.
- Coloque limites claros e objetivos; tenha uma

 atitude disciplinar equilibrada e proporcione avaliação freqüente, com sugestões concretas e que ajudem a desenvolver um comportamento adequado;
- Desenvolva um repertório de atividades físicas para a turma toda, como exercícios de alongamento ou isométricos;
- Repare se a criança se isola durante situações recreativas barulhentas. Isso pode ser um sinal de dificuldades: de coordenação ou audição, que exigem uma intervenção adicional.
- Desenvolva métodos variados utilizando apelos sensoriais diferentes (som, visão, tato) para ser bem sucedido ao ensinar uma criança com TDAH. No entanto, quando as novas experiências envolvem uma miríade de sensações (sons múltiplos, movimentos, emoções ou cores), esse aluno provavelmente precisará de tempo extra para completar sua tarefa.
- Não seja mártir! Reconheça os limites da sua tolerância e modifique o programa da criança com TDAH até o ponto de se sentir confortável. O fato de fazer mais do que realmente quer fazer, traz ressentimento e frustração.
- Permaneça em comunicação constante com o psicólogo ou orientador da escola. Ele é a melhor ligação entre a escola, os pais e o médico.

 

Bibliografia.

ANDRADE, Ênio Roberto de. Indisciplinado ou hiperativo. Nova Escola, São Paulo, n. 132, p. 30-32, maio 2000.

 
GENTILE, Paola. Indisciplinado ou hiperativo. Nova Escola, São Paulo, n. 132, p. 30-32, maio. 2000.

 
GOLDSTEIN, Sam. Hiperatividade: como desenvolver a capacidade de atenção da criança. São Paulo: Papirus, 1998. 246 p.

RIZZO, Gilda. Educação Pré-Escolar. 3. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1985. 344 p.

Avaliar artigo
5
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 80 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/hiperatividade-na-escola-algumas-orientacoes-de-como-trabalhar-em-sala-de-aula-2807711.html

    Palavras-chave do artigo:

    hiperatividade

    ,

    como identificar o tdah

    Comentar sobre o artigo

    Este trabalho tem o objetivo de informar , o que é hiperatividade, suas causas e tratamento e conhecer as causas do transtorno para facilitar o convivio aluno-escola, família e sociedade,e também oportunizar um melhor relacionamento com a família, mostrando como devem agir para amenizar o TDAH com hiperatividade através de um acompanhamento médico especializado.

    Por: Silvana azevedol Educação> Educação Infantill 10/12/2011 lAcessos: 2,432

    Através dos estudos feitos, observa-se que TDAH – Déficit de Atenção – Hiperatividade, é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda sua vida, caracterizando por sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade. Trata-se de uma alteração do comportamento que impossibilita o indivíduo de permanecer quieto por um determinado período de tempo, ocorrendo mais em meninos do que em meninas. Por conta de seu comportame

    Por: Marcela F. Damasceno Torresl Educação> Educação Infantill 01/07/2011 lAcessos: 2,574

    Indisciplinados, problemáticos, avoados e mal criados, são alguns rótulos que crianças, jovens com TDAH hiperativo. Pais e professores não sabem o que fazer quando a criança apresenta constante inquietação ou age de forma inesperada. Freqüentemente crianças pequenas são ativas ou ate mesmo distraídas nos primeiros anos escolares, baseando-se apenas em alguns sintomas não é possível fazer o diagnostico do transtorno.

    Por: Darci Martinsl Educação> Educação Infantill 13/07/2012 lAcessos: 608

    RESUMO O presente artigo apresenta uma pesquisa sobre o IDAH tem como objetivo falar do fazer pedagógico mediante os alunos com este transtorno na sala de aula. Diferenciar alunos hiperativos de alunos que são apenas agitados. Identificar características peculiares de um aluno com TDAH, além de mostrar a postura do professor diante de alunos com possíveis sinais de TDAH. Resaltar que por falta de conhecimento acerca do assunto, professores sentem-se despreparados para lidar com esses alunos.

    Por: GEANA ARAUJOl Educação> Educação Infantill 07/02/2014 lAcessos: 122

    Este artigo convida o leitor a uma reflexão, a respeito da desmedicalização de pacientes psicóticos em tratamento psiquiátrico em uma ONG (Organização Não Governamental) na cidade de Belo Horizonte. Questiona acerca do que se deve levar mais em conta em uma discussão de casos clínicos: o diagnóstico diferencial ou a gradual desmedicalização dos pacientes, sendo auxiliada ou até mesmo substituída pela psicoterapia. Baseado em textos científicos e respaldado pelas Teorias Psicanalítica e Existenci

    Por: Giane Cunhal Psicologia&Auto-Ajudal 19/11/2008 lAcessos: 2,283
    MARISA GONÇALVES CRUZ

    O presente artigo trata de uma pesquisa detalhada sobre conceitos, procedimentos e políticas adotadas com crianças superdotadas ou com altas habilidades para que possa auxiliar profissionais da educação, pais e outros. Onde são abordadas diversas questões que envolvem a superdotação, com o objetivo de se obter maiores dados para entender o que ocorre nessa mente tão especial e amenizar os problemas decorrentes dessa dotação, para adaptá-la ao meio em que vive.

    Por: MARISA GONÇALVES CRUZl Educação> Educação Onlinel 07/09/2010 lAcessos: 3,458 lComentário: 2
    Lucivania da Silva

    Partindo do principio que a depressão infantil pode ser explicada, levando-se em consideração a história de vida, contingências ambientais, fatores orgânicos e elementos comportamentais, o presente trabalho objetivou descrever alguns aspectos da dinâmica familiar e escolar do indivíduo que causam depressão infantil, sobre a ótica da Psicopedagogia. Por se tratar de uma pesquisa de caráter integrativo, enfatizamos a importância de os profissionais da área educacional estarem atentos aos sintomas.

    Por: Lucivania da Silval Educação> Educação Infantill 25/09/2012 lAcessos: 362

    Resumo As dificuldades que os alunos tem em Matemática, algumas de suas causas e caminhos que podem contribuir para que pais, professores e a equipe escolar possam identificar as dificuldades dos alunos e contribuir para seu êxito. A discalculia, suas características e diagnóstico.

    Por: Ivonete Sacramentol Educaçãol 10/04/2009 lAcessos: 37,747 lComentário: 18

    Como obter as informações de que necessitamos para acompanhar os percursos dos estudantes? Como apreender os modos como eles representam os conceitos? Como saber o que pensam sobre o que ensinamos para pensarmos nas possibilidades pedagógicas que assegurariam a qualidade do ensino-aprendizagem? Como proceder para que os estudantes evidenciem seus avanços e suas dificuldades?

    Por: Maria Cristinal Educação> Educação Infantill 18/11/2014 lAcessos: 12

    Aprender com prazer, aprender brincando, brincar aprendendo, aprender a aprender, aprender a crescer: a escola é, sim, espaço de aprendizagem. Assim, é fundamental que cada professor se sinta desafiado a repensar o tempo pedagógico, analisando se ensina o que é de direito para os estudantes e se a seleção de conteúdos, capacidades e habilidades é de fato importante naquele momento.

    Por: Maria Cristinal Educação> Educação Infantill 18/11/2014 lAcessos: 24

    A prática educativa está fortemente relacionada a processos de comunicação e interação entre os seres, que a utilizam para assimilar seus saberes, habilidades, técnicas, valores, atitudes, e, através disso, construir novos saberes. Sendo assim, não se pode reduzir a educação ao simples ato de ensinar e a pedagogia como um conjunto de métodos que possibilita o ensino. Sendo assim, surge um questionamento essencial a todo aquele que quer compreender, viver e fazer pedagogia: quem é o pedagogo?

    Por: Maria Cristinal Educação> Educação Infantill 18/11/2014 lAcessos: 13

    A questão da inclusão de pessoas portadoras de necessidades especiais em todos os recursos da sociedade ainda é muito incipiente no Brasil. Movimentos nacionais e internacionais têm buscado um consenso para formatar uma política de inclusão de pessoas portadoras de deficiência na escola regular.

    Por: Jania Gasques bordonil Educação> Educação Infantill 17/11/2014
    Liamara Lucia de Almeida Cacho

    Nos anos iniciais, a disciplina que trabalha as noções históricas, de espaço e tempo é chamada de Estudos Sociais. Neste período o professor deve transmitir aos alunos noções fundamentais de organização da vida em sociedade, de como se organiza o próprio município, da atuação das autoridades, organizações e hierarquias, noções de respeito e educação cidadã, além dos deveres e direitos humanos.

    Por: Liamara Lucia de Almeida Cachol Educação> Educação Infantill 14/11/2014 lAcessos: 15
    Liamara Lucia de Almeida Cacho

    Como todos já sabem e ouviu-se muito falar, a educação autônoma é a mais viável e satisfatória nos dias de hoje. Com tantas transformações ocorrendo em tempo real, e em nível econômico, político e social, além de cultural também. Com base nisto, quero colocar alguns dos meus pensamentos sobre a educação.

    Por: Liamara Lucia de Almeida Cachol Educação> Educação Infantill 14/11/2014 lAcessos: 11
    Liamara Lucia de Almeida Cacho

    Há tempos busca-se formar integralmente o homem, provavelmente, nenhuma palavra expressa mais essa ideia de formação humana que a palavra, oriunda da Cultura Grega, Paídeia, que exprimia o ideal de desenvolver no ser homem aquilo que era considerado próprio da sua natureza, essa ideia perpassou o humanismo renascentista chegando até aos nossos dias atuais. Diante disso, cabe perguntar: O que significa essa totalização da formação humana? Pode ser definido em um único conceito?

    Por: Liamara Lucia de Almeida Cachol Educação> Educação Infantill 14/11/2014 lAcessos: 13

    A educação inclusiva é voltada de todos para todos, os ditos "normais" e as pessoas com algum tipo de deficiência poderão aprender em conjunto. Uma pessoa dependerá da outra para que realmente exista uma educação de qualidade. A função de separar e classificar os alunos, rotulando-os como menos ou mais capazes, dá lugar a de escolher cada um, valorizando suas potencialidades, sua linguagem, suas diferenças, bem como os instrumentos que ampliam suas possibilidades de aprender, de comunicar e de i

    Por: Darci Martinsl Educação> Educação Infantill 14/11/2014 lAcessos: 20

    As vezes encontramos dificuldade para percebermos alguns problemas na aprendizagem de nossos alunos um deles é a dislexia conceituada como um transtorno genético e hereditário,podendo ser causada pela produção exacerbada de testosterona pela mãe, durante a gestação.veremos neste artigo alguns exemplos de dificuldades causadas pela dislexia. Boa Sorte. Autora.

    Por: Dirce Portol Educação> Educação Infantill 27/10/2010 lAcessos: 1,438

    O objetivo deste artigo é compartilhar algumas informações sobre o Autismo na infância, sua origem, características e possíveis tratamentos. Ressaltando que Algumas crianças, apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam sérios retardos no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem que estão distantes outros presos a comportamentos restritos. Boa Sorte! A autora.

    Por: Dirce Portol Educação> Educação Infantill 19/07/2010 lAcessos: 6,064 lComentário: 1

    Apresentação do trabalho. O livro Fundamentos Biológicos da Educação, da autora Marta Pires Relvas, demonstra de modo lúdico a plasticidade cerebral, como a capacidade do sistema nervoso pode alterar o sistema motor e que através de estudos baseados em mudanças de ambiente, seja fazendo mudanças em nós mesmos,ou mudando o ambiente,e achando um novo ambiente, podemos nos adaptar, pois o cérebro usa todas essas funções ou seja, inteligência não é um processo mental único, é uma combinação de muito

    Por: Dirce Portol Educação> Educação Onlinel 04/07/2010 lAcessos: 1,834

    Esta pesquisa tem o objetivo de ajudar o trabalho monográfico de alunos ou qualquer que tiver acesso poderá usufruir deste conteúdo. Boa Sorte! A Autora.

    Por: Dirce Portol Educação> Educação Onlinel 26/06/2010 lAcessos: 5,223
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast