Inclusão: ensinando e aprendendo na diversidade

06/09/2012 • Por • 651 Acessos

Resumo: A educação inclusiva é voltada de todos para todos, os ditos "normais" e as pessoas com algum tipo de deficiência poderão aprender em conjunto. Uma pessoa dependerá da outra para que realmente exista uma educação de qualidade. A educação mudou é direito de todos, é direito de cada um, podendo ser reivindicada por vias políticas e judiciais, caso lhe seja negado. A função de separar e classificar os alunos, rotulando-os como menos e mais capazes, dá lugar á de escolher cada um, valorizando suas potencialidades, sua linguagem, suas diferenças, bem como os instrumentos que ampliam suas possibilidades de aprender, de comunicar e de interagir socialmente. A educação inclusiva no Brasil é um desafio para todos os profissionais da educação. Porém conclue-se que no momento em que a escola comum assume um educação inclusiva e integradora, precisa, antes de tudo, adequar seu currículo, programas, conteúdos e , em especial, estruturar uma proposta político-pedagógica que venha a atender as reais necessidades de cada indivíduo. A metodologia de coleta de dados é a bibliográfica que consiste nas contribuições teóricas de autores como: Mazzotta (1996), Pessotti (1984), Vygotsky (1988), Piaget (1972), Pinheiro (2001), entre outros.

 PALAVRAS-CHAVE: Diversidade, Educação inclusiva, colaboração, participação

1. Introdução

A inclusão é um desafio, que ao ser devidamente enfrentado pela escola atual, provoca a melhoria da qualidade da Educação Básica, pois para que os alunos com ou sem deficiência possam exercer o direito à Educação em sua plenitude, é indispensável que essa escola aprimore suas práticas, a fim de atender às diferenças, que são muitas, não relativas aos com deficiência, mas a todos os alunos. A sociedade já não é voltada unicamente para produzir bens materiais, mas para beneficiar as pessoas, apoiar seus projetos de vida.  É superada a dicotomia clássica entre Estado e sociedade civil, entre o público e o privado, entre a coletividade e o individuo, entre o adulto e o jovem ou entre o educador e o estudante, entre a teoria e o vivido, entre o presente e o futuro.

Conceder esse processo de inclusão escolar e inclusão social implica tomar o outro como pessoa dotada de capacidades, de maneiras e tempos de se comunicar, de recursos para produzir experiências, de emoções e conhecimento, além de sua própria história. Muitos pesam que uma limitação anatômica, fisiológica, psicológica e/ou psiquiátrica faz da pessoa menos ser humano, alguém inferior, alienado, condenado a permanecer á margem dos benefícios materiais, simbólicos e políticos compartilhados socialmente.

Por que enxergamos na pessoa com deficiência apenas o que lhe falta. Ver o outro como a si mesmo é difícil. Trata-se de uma mudança comportamental, um movimento de dentro para fora e de fora para dentro. Essas mudanças podem produzir outros objetos de pesquisa, outros programas escolares, outras formas de organização dos alunos, outros vínculos entre as instituições escola, família, serviços públicos, empresas privadas. Tais mudanças podem conceber, ainda, outras crianças, outros jovens, outro adulto, outro professor, outro trabalhador.

O paradigma da educação inclusiva nasce por conseqüência sãs ações políticas, culturais, sociais e pedagógicas dos cidadãos inconformados com as formas capitalistas e segregadoras dos diversos segmentos da sociedade.  Esses personagens saem em defesa do direito dos alunos de estudarem juntos, aprendendo, participando e desfrutando dos mesmos espaços, sem nenhum tipo de discriminação.

Aparecimento da educação especial.

O conceito de Escola inclusiva enquadra-se no princípio da igualdade de oportunidades educativas e sociais a que todos os alunos, sem exceção, têm direito, pretendendo significar que todos os alunos devem (ou têm o direito de) ser incluídos no mesmo tipo de ensino.

A primeira movimentação política para a democratização da educação no Brasil teve inicio no século XIX (em 1824) quando foi promulgada a primeira Constituição brasileira, defendendo em seus artigos a gratuidade da instrução primaria para todos. Essa mesma Constituição não explica de quem seria a responsabilidade pelo sistema e pelo processo educacional, eximindo o poder Publico desse compromisso.

A criação de instituições para abrigar pessoas com deficiência, loucos, leprosos e outros doentes significava a materialização das  formas mais avançadas de cuidar da nova ordem social. As pessoas que fugissem dos padrões biológicos da sociedade deveriam ser isoladas de modo a garantir o bom relacionamento entre as de mais, nada poderia impedir a manifestação das vontades particulares. Havia, na época, grande propagação da nova ideologia emergente, isto é, da idéia de que todo individuo é livre. Se todos são livres, todos são iguais. Para preservar a igualdade dos indivíduos era necessário isolar aqueles que pudessem causar distúrbios ou impedimento á manifestação da vontade particular.

No Brasil, a educação especial teve seu pioneirismo na época do Império; as duas primeiras instituições foram criadas no Rio de Janeiro. Em 1854, foi criado o Imperial Instituto dos Meninos Cegos, atual Instituto Benjamim Constant – IBC, e, em 1857, o Instituo dos Surdos Mudos, atualmente denominados Instituto Nacional da Educação de Surdos. Já em 1926, foram privilegiadas pela primeira vez pessoas com deficiência intelectual a partir da criação do Instituto Pestalozzi e, em 1945, também pioneiramente, surgiu no mesmo instituto atendimento especializado para pessoas com superdotação. A Apae teve seu inicio nessa época, com a inauguração, em 1954, de sua primeira instituição.

Segundo Mazzotta (1996, p. 29), essas instituições representam um avanço no atendimento a pessoas com deficiência, embora ainda de maneira precária para a situação em que o país se encontrava.

No século XVIII ficava evidente algo que se repete em nossos dias:

              Não há mais lugar para irresponsabilidade social e política diante da deficiência                                                   intelectual, mas, ao mesmo tempo, não há vantagens, para o poder político e para o comodismo da família, em assumir a tarefa ingrata e dispendiosa de educá-lo. (PESSOTTI, 1984, p. 24).

A evolução da ciência proporcionou o entendimento de que a deficiência não deveria implicar incapacidade. Surgiu, então, o principio da normalização, supondo a existência de uma "condição normal" de vida das pessoas. Paralelamente, apareceu o conceito de integração, segundo o qual as pessoas com deficiência deveriam ser tratadas de maneira semelhante ás demais e juntas. Fundamentado, então, na normalização e integração, o paradigma de serviço foi gerado com o objetivo principal de ajudar as pessoas com deficiência a obterem uma existência mais próxima do normal, disponibilizando a elas padrões e condições de vida cotidiana próxima ás normas e aos padrões da sociedade. Reconhecia-se que a pessoa diferente tinha o direito á convivência social desde que pudesse ser modificada ajustada e preparada, funcionando da maneira mais semelhante possível em relação aos demais membros da sociedade.

Relacionamento com a diversidade

Atualmente, a diversidade se constitui como uma mola propulsora de mudanças e, todas as dimensões da vida. As mudanças provocadas com a inclusão escolar e social da pessoa com deficiência produzem benefícios no âmbito das atitudes humanas, nas políticas públicas, nas inovações tecnológicas, nos processos de gestão, nas concepções, no conhecimento do tempo, do ambiente e do ser humano.

Contudo, são notórias as barreiras ainda existentes em práticas pedagógicas não significativas, em processos avaliativos classificatórios. Isso significa que as dificuldades para beneficiar-se do conhecimento, dos saberes e valores sociais se localizam também no modo como se organizam a escola e a sociedade.

Nesse momento, as políticas inclusivas proclamam o seguinte principio: toda pessoa tem o direito se ser ouvida, isto é, manifestar suas necessidades, preferências, aspirações e fazer escolhas, tomando decisões e participando em todos os projetos que afetem direta ou indiretamente suas vidas. Mas, para realizar o resultado  de suas decisões, é necessário o segundo principio: toda pessoa tem o direito de usufruir do acesso ao ambiente ás ações, ás práticas culturais, econômicas e políticas que se organizam socialmente.

Assim, cabe a escola e ás outras instituições sociais promover as condições de acessibilidade multidimensional, multicultural e politécnica, isto é, um estado de plena oportunidade para quem se encontra em situação de desvantagem ou desigualdade.

O professor pode ser mais acolhedor da diversidade de cada aluno e menos modelador da turma; isso é educar para reproduzir. É preciso tornar-se um professor pesquisador, isto é, levantar hipóteses sobre o que trabalha e investigá-las. O professor pesquisador desafia os alunos a formular métodos, organizar experiências, compreender o sentido e o significado do que aprende. 

Para dar inicio a essa concepção de ensino e aprendizagem, é preciso acreditar no valor das diferenças, no valor dos confrontos e conflitos de pontos de vistas, no valor educativo do erro, na riqueza das trajetórias de vida, na importância da critica aos métodos, ao raciocínio preestabelecido, no caráter ontológico das falas e das experiências e saberes dos alunos.

Podemos afirmar que a educação inclusiva busca o desenvolvimento de inteligências cognitivas, emocionais e sociais, que permitam uma flexibilidade para alterar o curso linear de procedimentos existentes na educação tradicional.

Identificação das necessidades educativas especiais

Parar Vygotsky (1989), o desenvolvimento humano é visto como uma atividade social em que as crianças participam de ações de natureza cultural mediante ações dos colegas ou adultos com mais experiência. Assim, compreendemos que a aprendizagem é fruto da interação com outras pessoas significativas nos diversos contextos da vida, idéia completamente contrária ao parecer de diagnóstico que leva em consideração somente o sujeito biológico sem analisar sua própria história pessoal e o contexto em que está inserido.

A avaliação psicopedagógica não é um ato pontual. Devemos considerar o desenvolvimento de natureza interativa e contextual, o que gera mudanças importantes nas práticas de avaliação e nas tomadas de decisões frente ao contexto em que o aluno está inserido. Passa a ser um processo de coleta de informações das variáveis que intervêm no ensino e na aprendizagem, que levará a identificar quais as N.E.E. do aluno e as diversas decisões com relação ás adaptações curriculares e ao tipo de suporte  que o sujeito venha a precisar. Assim, a avaliação psicopedagógica deve servir para orientar o processo educacional em seu conjunto, facilitando o trabalho do professor que trabalha cotidianamente com o aluno.

Integração e inclusão educacional

Na integração escolar, o aluno tem acesso ás escolas por meio de um leque de possibilidades educacionais, que abrange desde a inserção em salas de aula do ensino regular até o ensino em escolas especiais, dentro de uma concepção de inserção parcial e segregadora.

A noção de inclusão é incompatível com a integração e institui a inserção escolar de forma radical, completa e sistemática. O conceito se refere á vida social e educativa, e todos os alunos devem freqüentar as salas de aula do ensino regular, considerando todas as suas necessidades, para as quais são organizados e espaço e os recursos.

É por isso que inserir um aluno com necessidades especiais em uma sala de aula regular não faz dela uma sala inclusiva. Essa somente será uma sala inclusiva quando puder atender e responder, com qualidade, ás necessidades educacionais especiais de todos os alunos que nela se encontram.

A diferença entre inclusão e integração é simples: na inclusão, é a escola que tem  de estar preparada para acolher todos os alunos; na integração, é o aluno que tem de se adaptar ás exigências da escola.

A inclusão considera a criação de condições e possibilidades para que as pessoas com necessidades educacionais especiais possam realmente usufruir da comunidade, ao mesmo tempo em que tenham suas singularidades respeitadas. O paradigma da educação inclusiva compreende que toda criança tem direito á educação e que seus limites e possibilidades devem ser respeitadas.

Benefícios e desafios da inclusão

Dentre todos os fatores do processo de inclusão, a questão do professor é considerada um grande diferencial para a efetivação dos princípios da educação inclusiva. Quando o docente estiver mobilizado, acolhido e apoiado, compreendendo que ele, com suas atitudes, farão a diferença no atendimento educacional, será quebrado circuito interminável de desmotivação, queixa, preconceito e fracasso, sem fechar os olhos para o que o corpo docente tem encontrado no dia a dia quanto á construção dessa escola. Não menos importante é a discussão sobre o número elevado de alunos que o professor tem em suas turmas, o que se revela um elemento de grande dificuldade para o oferecimento de atendimento individualizado, se for necessário, a quem precisar.

A questão da inclusão não é um direito que os alunos precisam conquistar. Isto é discriminação. O ensino inclusivo é um direito básico e na escola inclusiva a igualdade é respeitada e promovida como um valor na sociedade e os resultados visíveis são os da paz social e os da cooperação. À escola inclusiva cabe a superação das experiências e padrões do passado, ou seja, da segregação e da desigualdade. A idéia tradicional de que pessoas deficientes poderiam ser ajudadas em escolas e instituições especializadas, ambientes socialmente segregados, só serviu para fortalecer os estigmas sociais e a rejeição.

O ensino e a aprendizagem inclusivos

Na pratica pedagógica é importante o professor conhecer como ocorre a aprendizagem e ter clara a sua posição. As atividades experimentais são essenciais nesse processo. Elas devem levar o aluno a praticar ações individuais e apoiadas, conscientes e reflexivas, no sentido de atingir maior capacidade de compreensão, de comunicação e do estabelecimento de trocas sociais significativas. A metodologia de ensino é fundamental para o sucesso da aprendizagem. O desenvolvimento de uma metodologia pedagógica que tem como objetivo repensar o papel do professor e do aluno quanto a ensinar e aprender pode ser constantemente revisado e atualizado. Para que o processo de ensino-aprendizagem seja eficaz, devemos levar em consideração a reflexão sobre as experiências individuais de cada educando, juntamente com a abordagem teórica das metodologias pedagógicas, que colaborarão para o autodesenvolvimento, para a aprendizagem colaborativa e para as aulas com maior interação entre o professor e alunos.

O professor pode escolher estratégias e procedimentos adequados ás possibilidades dos alunos, com o objetivo de conquistar sua participação ativa na solução de problemas, na superação de dificuldades, no compartilhar e na reelaboração do conhecimento aprendido. No ensino inclusivo, o professor atua como mediador do valorizador das capacidades de cada pessoa, organizando as ações exploratórias, as leituras, as interpretações, as tomadas de decisão quanto aos procedimentos, ás etapas, aos objetivos, raciocínios, apoios, instrumentos, signos e linguagens em que cada aluno possa sistematizar e demonstrar o conhecimento. O docente é estimulado a observar os aspectos cognitivos, afetivos, emocionais e sociais de cada aluno, além de organizar problematizações, relações entre ás áreas da ciência, entre o conhecimento e sua significação social e política. A prática pedagógica com educando que apresentam N.E.E. tem objetivos que expressam diferenças de capacidade de análise, de síntese, de estabelecer relações, de comparação e de avaliação.

O Professor está preparado para a inclusão.

Se nós não estamos, muito menos o político, o jurista, o empresário (assim como a própria escola não estaria preparada). Devemos estar cientes de que as soluções coletivas são as mais acertadas e eficazes. E, não devemos esperar nem aceitar que as soluções venham de fora; é a nossa responsabilidade. Cabe a nós a coragem e ousadia para buscar alternativas, outras formas de interpretação e de conhecimento, que nos dêem as bases e os rumos para realizar as mudanças que já se fazem necessários. Não estar preparados não é um problema, é um desafio. Além do mais, os professores, no geral, carecem de uma boa formação para ensinar a qualquer um; em educação, se aprende muito na prática, assumindo os desafios.

A inclusão é uma ruptura de base na estrutura organizacional da educação, por isso, quem mais está autorizado, no sentido de ter maior competência para realizar esse novo trabalho (desafio), somos nós professores (as). E devemos lembrar que o papel do professor é ser regente de classe, e não especialista em deficiência.

O professor tem que estar comprometido; estar interessado com o que o aluno deseja aprender; interessado em conhecê-lo, ouvi-lo; respeitar o potencial de cada um; acreditar que todos conseguem desenvolver suas habilidades, as quais são diferentes para diferentes pessoas; estimular constantemente o aluno, aumentando assim sua auto-estima; acreditar nos seus alunos e em sua capacidade de aprender; estar consciente que os alunos precisam diferentes suportes, dependendo das suas particularidades; repensar os sistemas de avaliação, optando, de preferência, por uma avaliação formativa (para que sejam inclusivos); estimular a participação dos pais e dos outros professores; e trabalhar com um currículo flexível.

Conclusão

Refletir sobre as questões de uma escola de qualidade para todos, incluindo alunos e professores, através da perspectiva sociocultural significa que nós temos de considerar, dentre outros fatores, a visão ideológica de realidade construída sócio e culturalmente por aqueles que são responsáveis pela educação. Não é raro se ver dentro do ambiente escolar a visão estereotipada de que crianças vivendo em situação de pobreza e sem acesso à livros e outros bens culturais são mais propensas a fracassar na escola ou a requerer serviços de educação especial. Isto porque essas crianças não cabem na fôrma construída pelo ideal de escola da classe media, ou ainda, porque essas crianças não aprendem do mesmo jeito ou na mesma velocidade esperada por educadores e administradores. A prática de classificar e categorizar crianças baseado no que estas crianças não sabem ou não podem fazer somente reforça fracasso e perpetua a visão de que o problema está no indivíduo e não em fatores de metodologias educacionais, currículos, e organização escolar. Educar indivíduos em segregadas salas de educação especial significar negar-lhes o acesso às formas ricas e estimulantes de socialização e aprendizagem que somente acontecem na sala de aula regular devido à diversidade presente neste ambiente. A pedagogia de inclusão baseia-se em dois importantes argumentos. Primeiramente, inclusão mostrou-se ser beneficial para a educação de todos os alunos independente de suas habilidades ou dificuldades. O segundo argumento baseia-se em conceitos éticos de direito do cidadão. Escolas são construídas para promover educação para todos, portanto todos os indivíduos têm o direito de participação como membro ativo da sociedade na qual estas escolas estão inseridas. Todas as crianças têm direito a uma educação de qualidade onde suas necessidades individuais possam ser atendidas e aonde elas possam desenvolver-se em um ambiente enriquecedor e estimulante do seu desenvolvimento cognitivo, emocional e social.

7. Referências Bibliográficas

JOSE, E. da A.; COELHO, M. T. Problemas de aprendizagem. São Paulo: Ática, 1999

MAZZOTTA, M. J. S. Educação especial no Brasil: histórias e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 1996.

PESSOTTI, I. Deficiência mental: da superstição á ciência. São Paulo: Eduspe, 1984.

PIAGET, J. Seis estudos de psicologia. São Paulo: Forense, 1972

PINHEIRO, B.M.;GONÇALVES, M.H. O processo ensino-aprendizagem. Rio de Janeiro: SENAC Nacional, 2001

STAINBACH, Susan. Inclusão: um guia para educadores. Susan Stainbach e Willian Stainbach; Trad. Magda França Lopes. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1988.

Perfil do Autor

Darci Martins

 Acadêmica do Curso de pedagogia, em EAD da FAEL – Faculdade Educacional da Lapa - Portaria n.º 1.616, maio de 2005. Atua como professora na...