Inteligências múltiplas: uma educação adequada as diversas habilidades humanas

Publicado em: 29/10/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 215 |

1.0         INTRODUÇÃO

            O referente trabalho tem por finalidade mostrar o quanto é importante uma metodologia diferenciada onde consiga abranger todas as habilidades humanas. O desenvolver da pesquisa mostra de forma ampla como é necessário trabalhar com os alunos, podendo em sua metodologia abordar um pouco de cada matéria, para assim poder atingir todos os alunos de forma satisfatória.

O referente trabalho está dividido em quatro capítulos, onde consta de fundamentação teórica, o primeiro trás os procedimentos metodológicos o segundo mostra a teoria de Gardner sobre as Inteligências múltiplas e o conceito de inteligência onde os autores falam das inteligências.

No terceiro capítulo apresenta a metodologia e avaliação, a importância de uma avaliação e metodologia adequada na sala de aula e mostra o quanto os alunos se incomodam em falar em avaliação.

No último capitulo consta sobre a importância de uma educação adequada as diversas habilidades humanas mostram o quanto é necessário se pensar em uma metodologia diferenciada para os tipos de inteligências.

                                                                                                                    

2.0      PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

 Buscando esclarecer à importância de uma educação adequada as diversas habilidades humanas, foi realizada uma pesquisa bibliográfica, onde vários autores confirmam a importância de um planejamento adequado as várias habilidades humanas.

O recurso utilizado para este trabalho foi a pesquisa bibliográfica, a mesma fundamenta-se nos conhecimentos de biblioteconomia, documentação e bibliografia;  sua finalidade é colocar o pesquisador  em contato com o que já se produziu e registrou a respeito do seu tema  de pesquisa(PÁDUA, 2004, p.55).

A pesquisa é de cunho qualitativo, pois foi optada para ser sem números, sem bases quantitativas.

Pesquisa qualitativa impõe-se sempre que se trate de temas que se interessem mais pela intensidade do que pela extensão dos fenômenos, como é o caso da participação, comunicação, aprendizagem, felicidade. Não se opõe aos formatos de pesquisa quantitativa, uma vez que a dicotomia entre qualidade e quantidade está superada. Apenas focaliza mais de perto os horizontes ditos qualitativos. Ao deixar de lado a representatividade estatística, busca o aprofundamento, também subjetivo. Pretende a exemplaridade dos casos, para não cair no subjetivismo. Seu grande desafio é emprestar-lhe credibilidade científica. (DEMO, 2001, p.61).

Segundo Bogdan e Beklen (1982) toda pesquisa é de cunho qualitativo, pois ela não está preocupada com números e sim com um todo. Em uma pesquisa qualitativa sua principal característica é fazer observação. Planejar uma observação é o mesmo que determinar com antecedência "oque" e "como" observar.

3.0      INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS

3.1      Conceito de inteligência

De acordo com Aurélio 1989, inteligência tem o seguinte significado: Faculdade ou capacidade de aprender, compreender ou adaptar-se facilmente.

No início do século xx, inteligente era a pessoa capaz de ser mandada para os confins de um império e executar ordens com eficiência. (Gardner, 2001, p. 12).  Na virada do milênio dois novos intelectuais passaram a ser valorizados "o analista de símbolos" e o "mestre da mudança". O analista de símbolos tem a capacidade de ficar por muito tempo diante do computador com números e palavras a frente, e encontrar facilmente sentido no emaranhado de símbolos, já o mestre da mudança tem a capacidade para fazer projeções confiáveis, adquire novas informações rápidas e adapta-se rápido a novas situações. (GARDNER, 2001).

 A teoria de Gardner vem para mudar a concepção de inteligências, pois o autor através de pesquisas com pessoas que sofriam derrames foram analisando que certas partes do cérebro eram lesadas e outras poupadas individualmente. A partir destas pesquisas foi se interessando cada vez mais pela neurociência, e com 20 anos de pesquisa trabalhando com crianças e seu desenvolvimento cognitivo e com pessoas que sofreram lesões cerebrais, ele afirma que a capacidade numa área de atuação não significa a mesma capacidade em outras áreas, e que algumas crianças parecem ter capacidades em muitas coisas, já outras não, onde na maioria dos casos estas capacidades são distribuídas de forma desequilibrada. Este desequilíbrio fica mais evidente em pessoas depois de sofrer uma doença cerebral, e isso chamou mais atenção do pesquisador, pois ele constatou que uma pessoa destra que sofre lesão córtex esquerdo, por exemplo, é quase certo que ela vai ter dificuldades para falar, ler, escrever, compreender, já a maioria das outras funções permanecerá razoavelmente intactas. Esta mesma pessoa com lesão do lado direito, terá poucos ou nenhum dos problemas citados acima, porém já afetaria a parte de noção do espaço, relacionamento. Com estas pesquisas Gardner foi percebendo que a mente humana é uma série de faculdades relativamente independentes. Foi então que Gardner criou as sete Inteligências: A lógico-matemática, onde as pessoas tem facilidade para analisar problemas com lógica, problemas de matemática e questões científicas. Inteligência linguística- são as pessoas que tem a habilidade na língua falada e escrita, são eles os poetas, locutores, advogados, escritores. Inteligência Musical- Habilidades na atuação, composição e apreciação em gêneros musicais. Inteligência Físico-Cinestésica são habilidades com o corpo, os dançarinos, atores, atletas. Inteligência Espacial tem o potencial em reconhecer e manipular os padrões do espaço é eles, os pilotos, cirurgiões, escultores entre outros. Inteligência Interpessoal são Pessoas que entendem bem o outro, consegue entender as intenções do próximo, pessoas como professores, vendedores, líderes religiosos. E por fim a Inteligência Intrapessoal, capacidade da pessoa se conhecer, de usar estas informações para regular a própria vida. (GARDNER, 2001).

Existem muitas teorias sobre inteligências, mas a de Gardner é a mais usada como referência, pois mostram os seres humanos todos capazes, porém com habilidades distintas.

Antunes relata que mesmo sem perceber ele já trabalhava em sala de aula de forma a valorizar estas inteligências múltiplas com jogos, onde estimulava os alunos e suas diferentes Habilidades. O autor não discorda da teoria de Gardner, porém ressalta que entre todas as inteligências uma se sobressai, que sem ela não existiria as outras, seria ela a Inteligência linguística.

O que parece importante realçar é que a inteligência linguística serve bem mais as outras inteligências do que é por elas servida. É certo que Einstein encantou o mundo com suas descobertas matemáticas, mas como fazê-lo se não pudesse expressá-las também com palavras? O mesmo exemplo se manifesta em todos os demais tipos de inteligências. (ANTUNES, 2003, p. 21).

Gardner ressalta que sua teoria não é uma receita pedagógica, algo pronto e engessado, há sempre umas profundezas de informações científicas sobre como a mente funciona e as práticas em sala de aula.

A inteligência não é um conteúdo, mas dirige-se a conteúdos específicos. Por exemplo, a inteligência linguística é ativada quando a pessoa se depara com os sons da língua  ou quando ela deseja se comunicar  verbalmente. No entanto esta inteligência não se dedica apenas aos sons. Pode ser mobilizada também por informações visuais, quando se está decodificando um texto escrito. (GARDNER, 2001, p.119).

As inteligências múltiplas se mostram através dos conteúdos também, pois é através destes que muitas vezes os tipos de inteligências são ativados.

3.2      Metodologia e avaliação

Quando se fala em metodologia e avaliação na educação, acontece uma divergência de ideias.

Nos Estados Unidos atualmente existem programas para avaliar o rendimento do aluno denominado de "valor agregado do rendimento" esta avaliação do rendimento acontece quase sempre no período de um ano, para saber quanto o aluno aprende durante este período.

Para Alicia (2004) aqui no Brasil precisamos medir o mesmo aluno em intervalos regulares, é necessário planejar programas longitudinais de medidas e não aplicações transversais em que são avaliados diferentes alunos em cada série. Porém para esta sugestão valer depende do professor ou da escola frequentada pela criança se responsabilizar tanto pelos pais como pelos responsáveis pela administração escolar quanto o que ela aprende sobe seus cuidados.

 Este método a que se refere a autora pode ter um custo maior, pois "reconheço que o estudo da coleta longitudinais pode ser maior", principalmente se forem usados maior números de alunos como as que são geralmente empregadas em estudos transversais (ALICIA, 2004, p.16).

A metodologia feita pelo professor deve ser variada e rica, e em cada ocasião devemos utilizar a metodologia que nos pareça mais adequada, mais direta, eficaz ou enriquecedora e o que não pode faltar a mais motivadora. Em qualquer caso é importante ter em mente que nosso objetivo é conseguir qualidade, realmente significativas, profundas. Não devemos nos contentar com aprendizagens por memorização ou superficiais (TAPIA, 2006, p.112).

A metodologia adotada pelo professor, não pode ser mera reprodução ou memorização, mas sim de forma que o aluno aprenda e que interiorize verdadeiramente cada conteúdo.

Embora a avaliação traga para os alunos espanto quando aplicadas ou tocadas no nome, ela é muito importante para que o professor se auto avalie e avalie o desenvolvimento do aluno, porém muitos alunos não conseguem se concentrar em aprender os conteúdos, mas sim que tem que decorar para poder conseguir nota. Isso costuma ser prejudicial. "Se os professores, pais ou colegas, falam continuamente das notas, do vestibular ou da utilidade de saber algo para ganhar a vida" (TAPIA, 2006, p.25), consequentemente tudo que eles fizerem será para ter a meta de conseguir nota e de aceitação pelos outros, pois os alunos sentem medo de não irem bem às provas e não serem bem aceitos.

3.3   Uma educação adequada ás diversas habilidades humanas

A avaliação não deve ser limitada a uma avaliação que leva em conta a nota máxima, mas sim aquela que o professor avalia o aluno todos os dias o seu desenvolvimento.

Boletins que fixam resultados estáticos necessitam ser substituídos por relatórios, gráficos de frequência, depoimentos e outros elementos das conquistas dos alunos. Os melhores resultados obtidos nesse campo indicam claramente que devem esses boletins ser substituídos por "portfolios" pessoais, verdadeiras pastas individuais que contenham amplas e diversificadas relação de "produções" do aluno, enfatizando bem mais sua evolução no domínio de habilidades e na capacidade de fazer delas "ferramentas" para a solução de problemas do que a eventual e muitas vezes desnecessária retenção de informações. (ANTUNES, Celso, 1998, p.110).

Pensar em uma educação que seja adequada as diversas habilidades humanas nos faz refletir que não é uma meta tão fácil, porém requer que os professores tenham um olhar diferenciado, e que a gestão escolar de todo apoio necessário para que se possa ter uma melhor qualidade na educação. Esta mudança depende muito de todo o sistema trabalhar junto com o mesmo objetivo.

Em vez de exercícios rotineiros e de repetição de fatos, a abordagem das múltiplas inteligências ajuda as crianças a experimentar o aprendizado, ganhando experiência prática por meio de aprendizagem. Em vez de simplesmente memorizar fatos sobre guerra civis e conflitos, os alunos obtêm compreensão da razão de as guerras acontecerem, em primeiro lugar, e o que pode ser feito para impedi-las. Sem comprometer os resultados acadêmicos o modelo das múltiplas inteligências pode ajudar os alunos a ter sucesso na aprendizagem por meio da identificação e da utilização dos pontos fortes de sua inteligência natural para lidar com quase todas as tarefas (TOBIAS, 2005, p.124).

Para uma melhor compreensão pelos alunos, as tarefas podem ser elaboradas pelo professor de forma a incluir os vários tipos de entendimentos, por exemplo, tem alunos que sua inteligência mais desenvolvida é a intrapessoal, ou a linguística ou outra. Uma atividade também pode ser igual para todos, porém o que pode mudar é o professor usar um método para explicar para o aluno que tem mais dificuldades diferenciadas, se o aluno tem sua inteligência musical mais desenvolvida, então se pode trabalhar tal atividade incluindo a música de maneira que o aluno compreenda a tarefa aplicada.

A metodologia que o professor pode abordar é preparar sua aula pensada nas diversas habilidades e assim montar uma aula como uma aula multidisciplinar onde o professor através de um tema trabalha todas as disciplinas em uma mesma aula. "Todas as inteligências são sistemas neurológicos que trabalham juntos, de forma complexa, acentuando-se mais a ação deste ou daquele conforme o desafio proposto". (ANTUNES, 2001, p. 175).

Com a teoria das inteligências múltiplas, observa-se que cada integrante de uma turma escolar apresenta uma combinação diferente dessas inteligências, em diferentes estágios de desenvolvimento, sendo essa combinação única, peculiar a cada indivíduo. Essa combinação é um dos fatores a possibilitar que, em um trabalho em equipe, alguém goste mais de pesquisar, outro de apresentar o trabalho para a turma, e outro, ainda, de entrevistar pessoas na rua. Inclusive, ainda, possibilitar a alguns aprenderem melhor, quando o professor coloca uma música, e a outros, quando a explanação do tema é oral. (HIERRO, Sonia, 2008).

Os professores poderão aplicar uma aula ou algum projeto levando em conta todas as inteligências, para assim poder atingir todos os alunos, pois poderá tirar de cada aluno o que ele tem de melhor levando em conta a habilidade de cada aluno.

Segundo Antunes (1998) quando o professor leva em conta as múltiplas inteligências  e em sua habilidade em motivá-las, ele se descobre um professor surpreendente, extraordinário estimulador de habilidades em seus alunos. É muito importante que o professor se descubra uma pessoa que, por não contar com múltiplos estímulos em sua educação, sente dificuldades em aceita-los como essenciais, mas que com a superação dessa dificuldade se encarregue em fazer a diferença.

Estimular as inteligências múltiplas já na educação infantil é uma possibilidade de desenvolver integralmente a criança, ou seja, desenvolver tanto os aspectos motores como cognitivo, fazendo com que a mesma compreenda melhor as coisas e encontre uma saída para possíveis problemas, além de promover também a inteligência global, o que de certa forma favorecerá á essa criança em sua fase adulta em ter um auto controle sobre determinadas situações. (COIMBRA, Daiane).

Para a autora citada acima, as inteligências já devem ser estimuladas nas crianças desde a educação infantil, para ela poder se desenvolver em todos os aspectos, pois se o professor já trabalhar com a criança a habilidade que ela possui ela conseguirá ter um melhor desenvolvimento, um melhor entendimento de devidas situações.

De acordo com Antunes (1998) a inteligência é estimulável, porém é necessário usar esquemas de aprendizagem eficientes, e com isso fazer de qualquer criança uma pessoa completa e de qualquer escola um ícone de múltiplas estimulações. Acontece um gritante descaso em escolas onde "atira no lixo" toda bagagem que a criança traz em seu primeiro dia de aula. Essa criança menos favorecida, entra na escola com certa inteligência e por fim descobre que esta inteligência que a mesma possui não vale de nada dentro da sala de aula, onde apenas o conhecimento do professor precisa ser aceito. Para mudar esta situação basta apenas querer mudar, buscar ferramentas, meio disponíveis para fazer um planejamento de forma adequada á estimulação desejada.

Não acreditamos que existam professores "prontos" para desenvolver estímulos das múltiplas inteligências e nem damos maior importância ao eventual talento para essa missão. Preferimos os professores críticos e reflexivos que analisem alguns elementos básicos essenciais a essa ação estimuladora e se acreditem "pessoas em formação", que desenvolvam sua formação como uma conquista lenta, persistente e progressiva. (ANTUNES, Celso, 1998, p.109).

 Antunes (1998) afirma ainda que existem elementos básicos desta formação. Porém a implantação de um projeto de estimulação das inteligências múltiplas precisa de um programa que defina todos os objetivos.             

Considerações Finais

Com base na fundamentação teórica pode-se observar o quanto é importante os professores terem um conhecimento sobre as inteligências múltiplas para assim poder usar uma metodologia e didática adequada em sala de aula, podendo assim atingir todos os alunos de forma satisfatória.

O professor em sala de aula deve estimular seus alunos para assim conseguir tudo que o aluno tem de melhor, podendo valorizar a habilidade de cada aluno.

A metodologia utilizada pelo professor não pode ser pensada como se todos alunos pensassem da mesma forma ou tivessem o mesmo desenvolvimento, pois cada aluno tem suas particularidades, aprende de uma maneira.

É necessário buscar ferramentas para facilitar a aprendizagem, ferramentas essas que devem ser buscadas em todos os meios, buscando assim uma estimulação de todas as inteligências múltiplas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANTUNES, CELSO. Jogos para bem Falar: Homo Sapiens, Homo Loquens. Campinas, SP: Papirus, 2003.

________ As Inteligências Múltiplas e seus estímulos. Campinas, SP: Coleção Papirus Educação 1998.

_________ A sala de aula de geografia e história. Campinas SP: Coleção Papirus Educação 2001.

ALICIA, Bonamino.  Avaliação da Educação Básica-pesquisa e gestão. Ed Puc Rio de Janeiro: São Paulo: Loyola, 2004.

BOGDAN, Robert. Investigação Qualitativa em Educação: uma introdução à Teoria e aos Métodos.  Porto, 1982.

DEMO, Pedro. Pesquisa e informação Qualitativa: Aporte metodológico. SP: Papirus Campinas, 2001.

 

GARDNER, HOWARD.  Inteligência: Um conceito reformulado.  Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

HIERRO, Sonia. Elaboração de Projetos inovadores na educação profissional.  2º edição: coleção Inova, 2008.

PÁDUA, ELIZABETE. Metodologia da pesquisa/Abordagem teórico-prática. 10ª ed. Campinas SP: atual Papirus, 2004.

TAPIA, Jesus Alonso.  A motivação em sala de aula o que é, como se faz.

ed Loyola  Ipiranga, São Paulo- SP 2006.

TOBIAS, Cynthia Ulrich. Como as crianças aprendem. São Paulo: Mundo Cristão, 2005.

COIMBRA, Daiane.  Inteligencias múltiplas na educação infantil. Disponível em:  http://catolicaonline.com.br/revistadacatolica2/artigosn4v2/18-pedagogia.pdf  Acesso em: 15 Out. 2012.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/inteligencias-multiplas-uma-educacao-adequada-as-diversas-habilidades-humanas-6274742.html

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