O Ato De Brincar Inserido Na Prática Do Professor De Educação Infantil

Publicado em: 30/11/2009 |Comentário: 1 | Acessos: 7,512 |

Introdução:

O ato de brincar é a própria essência da infância. Partindo desse princípio, a temática deste estudo apresenta uma reflexão sobre a prática do professor de Educação Infantil voltada à ludicidade. Através deste estudo reconhecemos o valor atribuído ao ato de brincar e o espaço que a mesma deve ter no processo de aprendizagem na Educação Infantil.

Por que o ato de brincar deve estar inserido na prática do professor de Educação Infantil?

Porque o brincar tendo uma compreensão pedagógica é uma estratégia poderosa na formação da personalidade, nos domínios da inteligência e na evolução do pensamento da criança.

É no brincar que a criança usa a sua imaginação, e é no criar que se brinca com as imagens, símbolos e signos, fazendo uso do próprio potencial, livre e integralmente.

Em muitas escolas de Educação Infantil o ato de brincar não está sendo feito como deveria. Muitos educadores estão preocupados em repassar os conteúdos programáticos em sala de aula e não permitem que as crianças brinquem de forma espontânea, pois acreditam que a brincadeira e aprendizagem não podem habitar o mesmo espaço.

A intenção deste estudo foi, sobretudo, analisar a partir dos teóricos a influência do brincar no desenvolvimento da aprendizagem e da criatividade infantil, despertando uma nova postura nos educadores infantis diante da brincadeira e do espaço em que ela acontece.

Este estudo é destinado aos profissionais da Educação Infantil. Para a elaboração do mesmo foi necessário fazer um levantamento bibliográfico caracterizando o estudo exploratório com a seleção das obras que tratam o tema aqui abordado. A pesquisa é de natureza qualitativa por valorizar e compreender o fenômeno investigado sem preocupar-se com o quantitativo, já que os resultados são apresentados descrevendo o valor atribuído ao ato de brincar, como também a prática pedagógica devida dos professores de Educação Infantil, apontados e coletados sob o pensamento de Kulisz, Horn, Santos e o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil (RCNEI) que serão apresentados no resultado.

O ato de brincar faz parte da vivência da criança. Brincar é raciocinar, descobrir, persistir e perseverar; aprender a perder percebendo que haverá novas oportunidades para ganhar; esforçar-se, ter paciência, não desistir facilmente. Brincar é viver criativamente o mundo. Ter prazer em brincar é ter prazer de viver. Brincar com espontaneidade, sem regras rígidas e sem precisar seguir corretamente as instruções dos brinquedos, é explorar o mundo por intermédio dos objetos.

Atualmente, há uma pressão da sociedade para que as crianças aprendam cada vez mais cedo os conteúdos pedagógicos. Com isso o tão divertido ato de brincar não tem encontrado espaço na escola como deveria.

As atividades lúdicas ganharam um respaldo legal e foram mencionadas no Estatuto da Criança e do Adolescente brasileiro, de 1990. O artigo 16 do capítulo II do ECA, propõe o direito à liberdade para brincar, praticar esportes e se divertir.

Com isso, percebemos que o brincar é a própria essência da infância, e que esse ato deve estar inserido na prática do professor de Educação Infantil, uma vez que a criança tem o direito de usufruir da ludicidade em sala de aula em outros ambientes.

O brincar é considerado como uma linguagem da criança, uma forma de comunicação não consciente por meio da qual ela expõe como sente, percebe e vê o mundo. Assim, é pelo que se chama de “expressão lúdica” que ela mostra como compreende os fatos que ocorrem em sua vida. Esse brincar, que pode se manifestar com atividades que trabalham as formas, o movimento, a arte e a música, é uma das linguagens expressivas não-verbais fundamentais durante a primeira infância, que compreende a faixa etária de zero a seis anos, e, por isso, é tão importante que se permita esse espaço no cotidiano infantil.

“Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia” (RCNEI, 2001:22).

É brincando que a criança constrói um conhecimento sobre si mesma e sobre o mundo. Nas brincadeiras, a mesma desenvolve algumas capacidades importantes, tais como atenção, a imitação, a memória, a imaginação, além da socialização e da capacidade de escolha, sendo um ser ativo de seu desenvolvimento.

“O lúdico é um recurso de inestimável valor pedagógico. [...] o brincar é uma atividade de aprendizagem” (KULISZ, 2006:96-97).

Conforme a citação acima, o lúdico facilita a aprendizagem, ou seja, é possível aprender brincando. Ao brincar a criança aprende a aprender e adquire habilidades fundamentais para o seu desenvolvimento cognitivo, afetivo e social.

Segundo Horn (2007: p.14), “o brincar não encontra espaço na escola”.

Muitos professores dirigem os momentos lúdicos a fim de alcançarem determinados objetivos. Desse modo, não permitem às crianças explorarem e criarem sua própria maneira de brincar. Assim, as crianças acabam brincando, não pelo prazer e a alegria que o ato lúdico lhes dá, mas para alcançar e cumprir os objetivos e as regras estabelecidas pelo professor.

As atividades lúdicas não estão ligadas simplesmente ao prazer. A imaginação e as regras são características definidoras das brincadeiras. Erra a escola ao subdividir sua ação, dividindo o mundo em lados opostos: de um lado o mundo da brincadeira, do sonho, da fantasia e do outro, o mundo sério, do trabalho e do estudo.

Uma das características fundamentais do ato de brincar é a espontaneidade, porém, esse ato muitas vezes é conduzido pelo professor, com fins didáticos específicos, e esta característica acaba ficando de lado.

Em grande parte das escolas de Educação Infantil, brincadeiras e aprendizagem são consideradas ações que não podem habitar o mesmo espaço e tempo. Ou se brinca, ou se aprende. Na melhor das hipóteses, o professor cria oportunidades para que a brincadeira aconteça, sem atrapalhar as aulas. São os recreios, os momentos livres ou as horas de descanso. Parece existir uma barreira entre o aprender e o brincar, pois o ato lúdico é relegado a segundo plano, dando-lhe o espaço de momento não produtivo, ou como recompensa pela tarefa cumprida. Também fica evidente que muitos professores não participam das brincadeiras juntamente com as crianças, ou seja, eles permitem o momento lúdico, porém não participam e não interagem com elas.

Alguns professores de Educação Infantil estão preocupados com os repasses dos conteúdos pedagógicos e esquecem que o brincar necessita de um espaço em sua prática, pois é evidente que a brincadeira é essencial para o desenvolvimento da criança. Muitos educadores até entendem teoricamente a importância das brincadeiras, porém não realizam essas atividades na prática, devido à cobrança tanto por parte da escola como dos pais, pelo desenvolvimento da área cognitiva da criança.

“[...] muitos professores têm a idéia de que permitindo o brincar livres ás crianças causarão bagunça, desordem e indisciplina em sala de aula” (HORN, 2007:58).

O fato de, a todo o momento, os professores estarem dirigindo atividades é fator determinante. Quando os alunos se deparam com a liberdade de poder brincar sem compromisso, isto é, quando têm a possibilidade de brincar por brincar, aproveitando o prazer proporcionado pelo ato de brincar, ficam sem rumo. O direcionamento ao qual são submetidas e as aulas rotineiras e mecânicas durante todo o período escolar, influi neste comportamento. Na realidade, os profissionais do ensino infantil têm dúvidas referentes à quando devem permitir que as crianças brinquem sozinhas, de forma espontânea, sem gerar indisciplina, e se conseguem ensinar algum conteúdo por meio das brincadeiras. É importante que o professor vivencie experiências lúdicas e não fique preso à teoria.

De acordo com Horn (2007:b60), “a proposta pedagógica da escola deve ter como objetivo central do seu trabalho, ensinar e aprender através da ludicidade”.

O educador deve inserir essa atitude lúdica na sua prática pedagógica. Seria necessário que educadores e escolas resistissem a qualquer pressão, como listagem de conteúdos a serem vencidos, a cobrança dos pais quanto à quantidade de produção escrita, entre outras, transformando a sala de aula num espaço de maior criatividade, liberdade e ludicidade, no qual a criança pudesse desenvolver sua autonomia, tornando-se agente do seu próprio caminhar durante o brincar.

O brincar não deve estar presente na rotina infantil somente na hora do intervalo escolar, mas precisa ser uma atitude cotidiana no trabalho do professor, que pode organizar sua sala de aula de forma lúdica. Para entender melhor a importância do lúdico em sala de aula, o professor precisa vivenciar o universo infantil e trazer o “brincar” para a vida dele.

Se conseguir entender isso, utilizará as brincadeiras para conhecer melhor os seus alunos; observar como eles, de uma forma espontânea, posicionam-se perante as dinâmicas apresentadas; que brinquedos escolhem; de que forma criam as cenas das brincadeiras etc. Assim, terá mais elementos para conhecer as crianças com as quais convive, e observará aquilo de que elas precisam, pelo que se interessam e que materiais e atividades podem promover para potencializar diferentes habilidades. Esse trabalho requer muita observação e flexibilidade por parte do professor, que precisará sair do currículo escolar fixo e trabalhar conforme as necessidades concretas dos alunos.

“É o adulto, na figura do professor, portanto, que na instituição infantil, ajuda a estruturar o campo das brincadeiras na vida das crianças” (RCNEI, 1998:28).

Privar a criança (na Educação Infantil) de brincar significa conter sua energia, não aproveitar suas capacidades e substituir a aprendizagem significativa pelo condicionamento. Dessa forma, é necessário que o educador valorize o ato de brincar em qualquer atividade programada dentro da escola.

Se o professor busca a formação de indivíduos dinâmicos, criativos, reflexivos e capazes de enfrentar desafios, deve proporcionar condições para que a criança brinquem de forma espontânea, oportunizando a ela momentos de prazer e alegria no ambiente escolar, tornando-se autora de suas criações e não mera copiadora.

“A criança que é estimulada a brincar com liberdade terá grandes possibilidades de se transformar num adulto criativo” (SANTOS, 2004:114).

Desafiar as crianças a criar situações novas nas brincadeiras, incentivá-la a explorar todos os espaços de forma lúdica a ajudará a abrir caminhos para a criatividade, para a fantasia e a aventura.

Tanto o ato de brincar como o ato criativo estão centrados na busca constante para descobrir algo novo. É no brincar que se pode ser criativo. Brincando ou sendo criativo, o indivíduo descobre quem realmente é. As condições favoráveis ao ato de brincar assemelham-se às condições do ato de criar. Para ambos é necessário ter a coragem de errar e lançar-se numa atividade de forma descompromissada; é necessário ter iniciativa e autonomia de pensamento. Daí a importância do professor repensar sobre a sua prática e proporcionar a criança o direito de brincar.

De acordo com o RCNEI (1998:29), “cabe ao professor organizar situações para que as brincadeiras ocorram de maneira diversificada para propiciar às crianças a possibilidade de escolherem os temas, papéis, objetos e companheiros com quem brincar [...] e assim elaborarem de forma pessoal e independente suas emoções, sentimentos, conhecimentos e regras sociais”.

Ao brincar, a criança constrói valores e atitudes em relação a si mesma e ao próximo, vivenciando concretamente a elaboração e negociação de regras de convivência. Portanto, cabe ao professor respeitar este seu direito fundamental para que ela se transforme em um indivíduo criativo, livre e consciente da necessidade de valorizar o ambiente que a rodeia.

O professor de Educação infantil deve reconhecer o ato de brincar como um recurso pedagógico em sala de aula. Quanto mais significativas são as atividades oferecidas pela professora, mais a criança demonstra interesse em participar e se inserir no ambiente escolar.

Portanto, verifica-se que ao brincar, o aluno exerce um papel ativo na sala de aula, demonstrando que a ação pedagógica está fundamentada na idéia de “aprender fazendo”, “aprender brincando” e que esse aprender é uma atividade de descoberta.

De acordo com Kulisz (2006:94) “se os professores levarem em consideração a estrutura dos jogos e brincadeiras infantis no planejamento, conseqüentemente, proporcionará atividades mais adequadas e prazerosas”.

Com isso, os professores demonstrarão reconhecer o direito das crianças aos jogos e brincadeiras. Jogar e brincar são formas básicas da infância tornando-se fontes de alegria e prazer, por isso justifica-se a importância dessas atividades na Educação Infantil.

A seguir, serão apresentados os resultados da pesquisa apontados e coletados sob o pensamento dos autores KULISZ, HORN, SANTOS e RCNEI:

O ato de brincar está presente em todas as dimensões da existência do ser humano, e muito especialmente, na vida das crianças. Para a criança, brincar é viver. Brincando a criança aprende.

A brincadeira facilita a aprendizagem, o desenvolvimento pessoal, social e cultural, facilita os processos de socialização, comunicação, expressão e construção do conhecimento.

O professor por sua vez, precisa inserir o ato de brincar em sua prática pedagógica, vivenciando o universo infantil não apenas na teoria, mas na prática, transformando a sala de aula em um ambiente de alegria e de prazer.

Conclusão

Com este estudo pode-se concluir que, quando o brincar alcança um maior espaço nas atividades desenvolvidas em sala de aula ou as atividades apóiam-se no brincar livremente, torna-se pano de fundo da rotina escolar, o que é suficiente e satisfatório para o desenvolvimento de qualquer atividade programada em sala de aula.

No entanto, salienta-se que não basta dar às crianças o direito de brincar. Não basta apenas ampliar o seu tempo no pátio ou aumentar os estoques de brinquedos na sala. É preciso despertar e manter seu desejo pelo brincar. O que implica numa nova postura de pais e educadores diante da brincadeira e do espaço em que ela acontece.

É necessário que os educadores infantis realizem um trabalho extenso para informar à sociedade que o “brincar” não é uma perda de tempo, mas um processo pelo qual a criança deve passar.

Espera-se que os espaços escolares se transformem em lugares prazerosos, cheios de desafios, emoções e descobertas, sobre os quais as crianças possam dizer:

“Como é bom estar aqui, amanhã quero voltar!”

Referências

BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº 8.069, 13 de julho de 1990, de acordo com as alterações dadas pela Lei nº 8.242, 12 de outubro de 1991. Brasil, Brasília, DF. Editor e distribuidor: Subsecretaria de Edições Técnicas. Senado Federal.

BRASIL. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI). Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC, 1998. 3 v.

HORN, Claúdia Inês. Brincar e jogar: Atividades com materiais de baixo custo. Claúdia Inês Horn, Porto Alegre: Mediação, 2007. 72p.

KULISZ, Beatriz. Professores em cena: O que faz a diferença? Beatriz Kulisz. Porto Alegre. Mediação: 2006, 128p. 2º edição.

SANTOS, Santa Marli Pires. Brinquedo e Infância: Um guia para pais e educadores em creche. Petrópolis, 2004. 115p, 6º edição.

SILVA, Angela Maria Moreira. Normas para apresentação dos trabalhos técnicos – científicos da UFRR: baseadas nas normas da ABNT. Boa Vista: Editora da UFRR, 2007. 108p.

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    eliane 06/01/2010
    olá amiga!!! Adorei seu artigo!Tenho q fazer um para entregar até dia 30 e estou um pouco perdida, se vc tivesse alguma idéia para me ajudar te agradeceria muito.
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