O LÚDICO NA ALFABETIZAÇÃO

Publicado em: 01/11/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 2,497 |

"O Lúdico é eminentemente educativo no sentido em que constitui a força impulsora de nossa curiosidade a respeito do mundo e da vida, o princípio de toda descoberta e toda criação." (Santo Agostinho)

No caso específico de jogos e brincadeiras, no entanto, quando direcionados para a alfabetização e o ensino de língua materna, isso é perfeitamente possível. Por meio deles integram-se o prazer e o aprender, sabor e saber. Nesse sentido, o jogo tem a função de auxiliar o educador para promover tanto a apropriação do Sistema de Escrita Alfabética quanto prática de leitura, escrita e oralidade significativas, portanto é necessário  que a escola ofereça aos alunos,desde os primeiros momentos, oportunidades de contato com a leitura e a escrita como práticas sociais, ou seja, revestidas de significado, nas quais se busca a interação com o outro.

A organização de espaços adequados para estimular brincadeiras e jogo constitui atualmente uma das preocupações da maioria de educadores e profissionais de instituições escolares.

A docente Maria Célia R.M Campos (2005), da Universidade Presbiteriana Mackenzie,ressalta que o uso dos jogos no contexto educacional  só pode ser situado corretamente  a partir da compreensão dos fatores que colaboram para uma boa aprendizagem ativa,ou,seja,mais do que o jogo em si , o que vai promover uma boa  aprendizagem é o clima de discussão e troca,com o professor permitindo tentativas e respostas divergentes ou alternativas tolerando os erros,promovendo novas analises.

De acordo com Campos dependendo  de como  é conduzindo,o jogo ativa e desenvolve os esquemas de conhecimento,aqueles que colaborarão na aprendizagem de qualquer novo conhecimento os procedimentos usados no jogo com o planejamento,a previsão,a antecipação o método de registro e contagem...

Através de jogos é possível apreender aspectos importantes da constituição psíquica de uma criança assim seu nível de desenvolvimento social e cognitivo. Nesse sentido, o jogo pode ser utilizado tanto no diagnostico psicopedagógico quando recursos  para posterior  intervenção psicopedagogica : o jogo favorece a analise de processo de pensamentos utilizados pelo aluno (criança ou mesmo adulto ) e das relações que se estabelece com parceiro com as regras de seres estabelecidas .

O momento de introduzir o jogo deve ser estudado cuidadosamente o educador deverá respeitar o limite de cada educando  a introdução de uma atividade que não esteja de acordo com o nível do educando poderá provocar frustração,trazendo desinteresse pela mesma .

O papel do educador será propiciar a utilização dos jogos e brincadeiras de tal forma que possibilite ao educador descobrir vivenciar, modificar e criar as regras e acompanhar o educando durante a pratica da atividade mediando às situações, facilitando sua integração ao ambiente e participando do mesmo como elemento estimulado em todas as oportunidades cuidando para que tudo esteja em harmonia. Pois a ludicidade é importante para o ser humano em qualquer idade, então, propiciar situações com jogos é garantir prazer, desafio  e melhor desempenho dos alunos em diversas áreas do conhecimento. Muitos teóricos e estudiosos destacam a importância do lúdico. Piaget e Vygotsky têm sido referências básicas na área educacional e deram destaque, em seus estudos, à aplicabilidade educativa, marcando as propostas de ensino em bases mais científicas. Segundo seus estudos, os jogos têm importância fundamental para o desenvolvimento físico e mental da criança, auxiliando na construção do conhecimento e na socialização.

 

Bibliografia

 

CAMPOS, M.R.M. A Importância do Jogo na Alfabetização. 2005

PIAGET, J: A Formação do Símbolo na Criança: jogo e sonho,imagem representação.Zahar,Rio de Janeiro:1971.

VYGOTSKY, L.S. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

Autora

"O Lúdico é eminentemente educativo no sentido em que constitui a força impulsora de nossa curiosidade a respeito do mundo e da vida, o princípio de toda descoberta e toda criação." (Santo Agostinho)

No caso específico de jogos e brincadeiras, no entanto, quando direcionados para a alfabetização e o ensino de língua materna, isso é perfeitamente possível. Por meio deles integram-se o prazer e o aprender, sabor e saber. Nesse sentido, o jogo tem a função de auxiliar o educador para promover tanto a apropriação do Sistema de Escrita Alfabética quanto prática de leitura, escrita e oralidade significativas, portanto é necessário  que a escola ofereça aos alunos,desde os primeiros momentos, oportunidades de contato com a leitura e a escrita como práticas sociais, ou seja, revestidas de significado, nas quais se busca a interação com o outro.

A organização de espaços adequados para estimular brincadeiras e jogo constitui atualmente uma das preocupações da maioria de educadores e profissionais de instituições escolares.

A docente Maria Célia R.M Campos (2005), da Universidade Presbiteriana Mackenzie,ressalta que o uso dos jogos no contexto educacional  só pode ser situado corretamente  a partir da compreensão dos fatores que colaboram para uma boa aprendizagem ativa,ou,seja,mais do que o jogo em si , o que vai promover uma boa  aprendizagem é o clima de discussão e troca,com o professor permitindo tentativas e respostas divergentes ou alternativas tolerando os erros,promovendo novas analises.

De acordo com Campos dependendo  de como  é conduzindo,o jogo ativa e desenvolve os esquemas de conhecimento,aqueles que colaborarão na aprendizagem de qualquer novo conhecimento os procedimentos usados no jogo com o planejamento,a previsão,a antecipação o método de registro e contagem...

Através de jogos é possível apreender aspectos importantes da constituição psíquica de uma criança assim seu nível de desenvolvimento social e cognitivo. Nesse sentido, o jogo pode ser utilizado tanto no diagnostico psicopedagógico quando recursos  para posterior  intervenção psicopedagogica : o jogo favorece a analise de processo de pensamentos utilizados pelo aluno (criança ou mesmo adulto ) e das relações que se estabelece com parceiro com as regras de seres estabelecidas .

O momento de introduzir o jogo deve ser estudado cuidadosamente o educador deverá respeitar o limite de cada educando  a introdução de uma atividade que não esteja de acordo com o nível do educando poderá provocar frustração,trazendo desinteresse pela mesma .

O papel do educador será propiciar a utilização dos jogos e brincadeiras de tal forma que possibilite ao educador descobrir vivenciar, modificar e criar as regras e acompanhar o educando durante a pratica da atividade mediando às situações, facilitando sua integração ao ambiente e participando do mesmo como elemento estimulado em todas as oportunidades cuidando para que tudo esteja em harmonia. Pois a ludicidade é importante para o ser humano em qualquer idade, então, propiciar situações com jogos é garantir prazer, desafio  e melhor desempenho dos alunos em diversas áreas do conhecimento. Muitos teóricos e estudiosos destacam a importância do lúdico. Piaget e Vygotsky têm sido referências básicas na área educacional e deram destaque, em seus estudos, à aplicabilidade educativa, marcando as propostas de ensino em bases mais científicas. Segundo seus estudos, os jogos têm importância fundamental para o desenvolvimento físico e mental da criança, auxiliando na construção do conhecimento e na socialização.

 

Bibliografia

 

CAMPOS, M.R.M. A Importância do Jogo na Alfabetização. 2005

PIAGET, J: A Formação do Símbolo na Criança: jogo e sonho,imagem representação.Zahar,Rio de Janeiro:1971.

VYGOTSKY, L.S. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/o-ludico-na-alfabetizacao-3589919.html

    Palavras-chave do artigo:

    jogo

    ,

    aprendizagem

    ,

    pratica reflexiva

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    levar os sujeitos da escola, a refletirem sobre um novo paradigma, a de reformular o oficio do professor diante do novo perfil dos alunos na escola.

    Por: Jorge Rocha Gonçalvesl Educação> Ensino Superiorl 23/05/2010 lAcessos: 718
    Evilasio Ferreira de Sousa

    O presente artigo busca apresentar e discutir as diferentes concepções que norteiam a prática avaliativa, buscando o aprofundamento teórico e uma reflexão constante sobre a prática pedagógica, o que implica num redimensionamento também da forma de se avaliar. Numa tentativa de umas a ter uma avaliação qualitativa, baseada em uma relação democrática. A pesquisa foi feita de natureza descrita, do tipo bibliográfico. Com referenciais teóricos para fundamentos a nossa pesquisa, valemo-nos de autores

    Por: Evilasio Ferreira de Sousal Educação> Educação Onlinel 29/09/2011 lAcessos: 524
    Alinne do Rosário Brito

    A função educativa por ter-se mostrado capaz, em diversos experimentos empíricos realizados, desenvolveM níveis diferentes de experiências pessoais e coletivas e a propiciar novas descobertas, além de contribuir na socialização. Neste trabalho, buscou-se aproximar as representações históricas do jogo, ás teorias que o balizam como atividade rica, prazerosa e motivadora da aprendizagem .

    Por: Alinne do Rosário Britol Educaçãol 18/07/2012 lAcessos: 1,570
    josé irlan das graças souza

    Esta pesquisa tem como objetivo geral analisar a pratica pedagógica dos professores de Educação Física com deficiência. Acreditamos ser de suma importância pesquisar sobre a inclusão profissional de um professor com deficiência e as dificuldades enfrentadas por ele. De que forma o professor de Educação Física com deficiência exerce sua prática pedagógica.

    Por: josé irlan das graças souzal Educação> Ciêncial 06/05/2010 lAcessos: 617
    Rogério Ferreira Leite

    Este trabalho contém as premissas básicas para que o educador atinja plenamente o objetivo de proporcionar aos seus alunos uma formação adequada às exigências do século XXI.(PARTE 1)

    Por: Rogério Ferreira Leitel Educação> Ciêncial 15/07/2010 lAcessos: 13,200

    As observações realizadas na prática de ensino revelam-nos a facilidade e modificações ocorridas na sala de aula, a partir da aplicação do currículo oficial, onde é aplicado sem nenhuma alteração pedagógica ou participação do professor. Pesquisa realizada de forma focal, observações realizadas no ambiente escolar, sem entrevista, validado pelo método de Survey.

    Por: Jorge Rocha Gonçalvesl Educação> Ensino Superiorl 01/05/2010 lAcessos: 3,461

    Este texto tem por objetivo ajudar o professos uma forma mais recreativa para ensinar a Disciplina de Educação Fisica.

    Por: João do Rozario Limal Educaçãol 13/04/2008 lAcessos: 242,036 lComentário: 61
    Nathália Alves de Oliveira

    O presente artigo busca demonstrar a importância do processo educativo lúdico na educação infantil, visto que jogos e brincadeiras são, conforme estudiosos, experiências afetivas mútuas para o ambiente e devem ser consagradas nas crianças em fase escolar. Embasada por significativos referenciais teóricos, a proposta apresentada permite afirmar a existência de jogos e brincadeiras infantis no processo que aumentam rendimento no processo escolar.

    Por: Nathália Alves de Oliveiral Educação> Educação Infantill 08/02/2012 lAcessos: 14,708
    DAILTON SIDNEI PICHININ

    Este trabalho visou pontuar algumas questões, a propósito de o uso do jogo na atuação pedagógica.

    Por: DAILTON SIDNEI PICHININl Educaçãol 15/07/2013 lAcessos: 62

    A pesquisa em questão trata de a importância de se trazer jogos para a sala de aula, no intuito de tirar o aluno da situação de simples expectador, fazendo com que ele possa atuar como participante - realizador das aulas, visto que o professor tenha oportunidade de motivar o aluno a articular a teoria e prática, sanando as dúvidas que possa surgir em relação ao conteúdo.

    Por: anacleil Educação> Ciêncial 16/11/2013 lAcessos: 126
    Rita de Cássia Santos Almeida

    Este artigo trata da influência que os contos de fadas exercem sobre as crianças. Acredita-se que todos os personagens dessas narrativas, de alguma forma tornam-se 'modelos' para as crianças. Elas acabam se imaginando na versão dos personagens bons, acreditando que isso poderá levá-las à solução de seus problemas, de modo ético e final e assim resolverem seus conflitos interiores da melhor forma possível e viverem felizes para sempre...

    Por: Rita de Cássia Santos Almeidal Educação> Educação Infantill 12/04/2015 lAcessos: 14
    Joseléia Graciano da Silva

    Este artigo surgiu a partir da proposta de analisarmos a escrita em crianças na fase de alfabetização e letramento. Para tanto, buscou-se verificar em textos de crianças nessa fase os fatores que indicam o inicio da aquisição da escrita pela criança, e, assim, realizar uma análise dos dados coletados, não considerando as inadequações da língua padrão como "erro", mas sim como construção de conhecimento.

    Por: Joseléia Graciano da Silval Educação> Educação Infantill 11/04/2015 lAcessos: 13

    Este artigo apresenta um breve histórico de como iniciou o atendimento as pessoas com deficiência até aos dias de hoje. Fala da Constituição Federal de 1988 que deu o primeiro passo a implementação da Educação Inclusiva no nosso país.

    Por: MARCIA AP.M.FARIASl Educação> Educação Infantill 30/03/2015 lAcessos: 23

    Ao destacar o tema "dificuldade de aprendizagem" muitos confundem esta concepção com uma desatenção em sala de aula ou 'espírito bagunceiro' das crianças. Mas a dificuldade de aprendizagem é tratada por muitos teóricos e estudiosos como um distúrbio ,que pode ser gerado por uma série de problemas cognitivos ou emocionais , afetando o individuo em qualquer área do desempenho escolar.Este artigo visa apresentar uma breve reflexão sobre essas concepções

    Por: Eliete Lopes Matricardil Educação> Educação Infantill 27/03/2015 lAcessos: 18

    Esta temática esta presente diariamente em reuniões que buscam analisar e discutir o problema, para então apontar formas para resolver os distúrbios disciplinares no cotidiano das escolas. A desmotivação e a indisciplina são os maiores obstáculos apresentados pelos professores, que se deparam no dia a dia com à desordem em sala de aula e na escola, além de apresentar como parte desta reclamação a desatenção dos alunos, a falta de interesse e de respeito dos estudantes.

    Por: Eliete Lopes Matricardil Educação> Educação Infantill 27/03/2015 lAcessos: 24

    Este presente Artigo trata de uma reflexão sobre a temática da disortográfia e a importância do trabalho em conjunto dos profissionais educacionais, pacientes e familiares no diagnóstico,tratamento e superação desta distúrbio. Descrevendo a importância do apoio psicopedagogico para se superar tal dificuldade expressa e identificada geralmente nas séries iniciais do Ensino Fundamental.

    Por: Eliete Lopes Matricardil Educação> Educação Infantill 27/03/2015 lAcessos: 17

    Acredito que o gosto pela leitura se apreende, é lendo que as pessoas aprendem a gostar de ler, e já de pequenos podemos, ou não, criar o hábito de leitura. Já dizia Carlos Drummond de Andrade que "a leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade não sente esta sede".

    Por: MARCIA AP.M.FARIASl Educação> Educação Infantill 25/03/2015 lAcessos: 23

    Os contos nasceram, em geral, dos mitos; representam simbolicamente os acontecimentos humanos e sociais e reproduzem, em personagens e situações, valores que atravessam os séculos, porque correspondem a características permanentes do ser humano. Nelly Novaes Coelho, em seu livro Literatura Infantil: teoria, análise, didática, divide esse tipo de narrativa em contos de encantamento, contos maravilhosos e contos de fadas.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015 lAcessos: 41

    Esse artigo tem o objetivo mostrar, as diferentes possibilidades de produção da escrita. O papel do professor, nesse sentido, é contribuir para que a prática de ler e de escrever seja, para o aluno, um ato de consciência, uma forma de demonstrar seus conhecimentos do mundo traduzidos em signos; um ato de descoberta, no caso de leitura, e de revelação dessa descoberta, no caso da produção de textos. Essas práticas exigem uma ação reflexiva e dão espaços a múltiplas interpretações da realidade.

    Por: elenice alves de oliveiral Educação> Línguasl 01/11/2010 lAcessos: 413
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