O Papel da Escola Na Socialização Infantil

Publicado em: 09/11/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 1,887 |

1 - Introdução

A socialização é um processo interativo, necessário pra o desenvolvimento, através do qual a criança satisfaz suas necessidades e assimila a cultura. Este processo inicia-se com o nascimento e, embora sujeito a mudanças, permanece ao longo de todo ciclo vital. No decorrer das últimas décadas, vem se observando uma mudança significativa no processo de socialização infantil, levando-se em conta fatores como o avanço da tecnologia nos meios de comunicação, o crescimento acentuado de informações disponíveis, as novas configurações familiares, etc. Dentro deste contexto, a escola exerce um papel importante na consolidação do processo de socialização. A escola será determinante para o desenvolvimento infantil e, portanto, para o curso posterior de sua vida. É na escola que se constrói parte da identidade de ser e pertencer ao mundo e se adquire os modelos de aprendizagem através da aquisição dos princípios éticos e morais que permeiam a sociedade. Na escola depositam-se as expectativas, bem como as dúvidas, inseguranças e perspectivas em relação ao futuro e às suas próprias potencialidades.
A criança chega à escola levando consigo aspectos constitucionais e vivências familiares, porém o ambiente escolar será uma peça fundamental em seu desenvolvimento. A escola é, junto com a família, a instituição social que maiores repercussões tem para a criança. A escola não só intervém na transmissão do saber científico organizado culturalmente como influi em todos os aspectos relativos aos processos de socialização e individuação da criança, como o desenvolvimento das relações afetivas, a habilidade de participar em situações sociais, a aquisição de destrezas relacionadas com a competência comunicativa, o desenvolvimento da identidade sexual, das condutas pró-sociais e da própria identidade pessoal.
As modificações que, durante os anos escolares, produzem-se no conhecimento social das crianças, afetam o modo como compreendem as características dos outros e de si mesmas, bem como a sua concepção das relações que as vinculam e sua representação das instituições e sistemas sociais em que estão mergulhadas. Neste sentido, a entrada e o percurso pelo âmbito escolar vão constituir para a criança um acúmulo de experiências ricas e interessantes, pois a escola é um microcosmo da sociedade. No meio escolar, a criança entra em contato com indivíduos possuidores de diferentes graus de conhecimento, estabelecendo relações diversas, sendo, além disso, um âmbito que, em sim mesmo, constitui um sistema social, com normas e funcionamento os quais devem ser internalizados.
Diante destes apontamentos entende-se a importância de novas pesquisas e propostas que tenham como objetivo compreender o papel da escola no processo de socialização da criança, viabilizando novas formas de ‘ser e fazer escola', considerando a educação no seu sentido mais amplo. Considera-se a ação de educar não só como o processo de ensino-aprendizagem, mas também, e não menos importante, o processo de constituir indivíduos críticos, socializados, com conhecimento pleno daquilo que é importante ser, enquanto indivíduos, e daquilo que o mundo espera de si, enquanto pessoas éticas, plenamente integradas no espaço em que estão inseridas.

 2 - Os caminhos da socialização

O processo de socialização é compreendido como fundamental para o desenvolvimento humano. O conceito é utilizado neste estudo nos termos em que o definiram BERGER & LUCKMAN, 1976. A socialização torna possível à criança a compreensão do mundo, por meio das experiências vividas, ocorrendo paulatinamente à necessária interiorização das regras afirmadas pela sociedade. Nesse início de vida a família e a escola serão os mediadores primordiais, apresentando/significando o mundo social. As idiossincrasias estarão determinando as diferenças pessoais, pois esse processo não é simplesmente ensinado: a criança mostra-se um parceiro ativo, podendo procurar novas informações em outros lugares. Deste modo, as atitudes e comportamentos sociais não serão obrigatoriamente cópias fiéis das atitudes e comportamentos de seus mediadores. Dizer isto não significa, porém, diminuir o papel dos mediadores, nem desconsiderar o fato de as crianças se identificarem com os seus familiares: pais, irmãos mais velhos e outros adultos. Elas podem, inconscientemente, copiar a conduta do adulto como elas vêem o adulto atuando à sua volta.

 Assim, esse processo na primeira infância implica conhecer as atitudes e os comportamentos dos familiares, adultos e jovens, mas também ao conjunto de normas, regras e crenças praticados e valorizados pelo grupo, que possibilitarão a sua introdução na sociedade. Como afirma GOMES (1990), haveria uma: "(...) imperiosidade de analisar os três ângulos da questão: o mundo social imediato a ser interiorizado pela criança; a família que, além de ser mediadora, tem especificidades que a distinguem de qualquer outra; a criança que, sujeito da aprendizagem social, interiorizará o mundo mediado a partir de suas próprias idiossincrasias e de maneira singular e solitária" (GOMES, 1990, p. 59).  Não se concebe um desenvolvimento proporcionado exclusivamente pela educação formal, como também não se entende esse desenvolvimento sendo realizado unicamente pelo grupo familiar. Afinal, juntas, escola e família são responsáveis pela formação do indivíduo. Não se pode valorizar a escola em oposição à educação familiar e vice-versa. Em ambos os espaços, o contato com outras crianças de mesma idade, com outros adultos não pertencentes ao grupo familiar, com outros objetos de conhecimento vai possibilitar outros modos de leitura do mundo. Toda essa nova experiência pode ser muito positiva para o desenvolvimento da criança.  As instituições de Educação Infantil organizam e formalizam uma aprendizagem que já se iniciou na família e que vai ter continuidade nas suas experiências com a sociedade. Assim, não só a família se torna responsável pela aprendizagem da vida social, embora represente, inicialmente, o elo mais forte que liga a criança ao mundo. "Ao final do processo de socialização a criança não só domina o mundo social circundante, como já incorporou os papéis sociais básicos - seus e de outros, presentes e futuros mas, acima de tudo, já adquiriu as características fundamentais de sua personalidade e identidade" (GOMES, 1990, p.60). Diante das idéias expostas, torna-se importante o conhecimento sobre a qualidade do processo de socialização vivenciado pelas crianças em seu grupo familiar e nas escolas por elas freqüentadas, para que se possa responder às seguintes indagações: em que medida a socialização, promovida atualmente nas escolas e nos lares, contribui para a construção de uma sociedade democrática. 

2.1 - Papel da Família e da Escola na Socialização de um Indivíduo

É na família onde exercitamos as primeiras trocas sociais e posteriormente na escola com os colegas e com figuras de autoridade, como por exemplo, o professor. A criança que entra na fase escolar com uma segurança básica diante de suas capacidades estará mais habilitada a se lançar em novos vínculos, novas trocas podendo assumir sua individualidade no grupo.

A escola é o local que propicia o início da identificação da criança com alguns colegas, percebendo as semelhanças e diferenças entre as pessoas. Exercitará sua capacidade de se expressar com os amigos e ao mesmo tempo respeitá-los em sua individualidade. Dificuldades de ajustamento social podem aparecer desde muito cedo, uma criança que tem todas as suas vontades atendidas de imediato em casa terá dificuldade de tolerar frustrações, respeitar os desejos dos outros, não saberá esperar sua vez e provavelmente vivenciará momentos de sofrimento e inadequação. Por outro lado, uma criança insegura poderá fazer tudo para agradar os colegas e ser aceita, aquelas que não tem limites não aceitarão regras dos outros e podem tentar ser sempre o líder da turma , mesmo que seja usando a força e não a empatia.

2.2 – O Jogo e a Brincadeira no Processo de Socialização

As crianças hoje em dia vivenciam uma rotina intensa e repleta de atividades, quase sem tem tempo para a brincadeira livre e espontânea. Dentro deste panorama, encontramos algumas mais estimuladas e inteligentes, mas freqüentemente cansadas, pouco criativas, inseguras e mais vulneráveis emocionalmente.

O brincar e jogar são as maneiras que a criança expressa e constrói seu próprio modo de conduta. Desenvolve a imitação e aprendizagem da vida dos adultos até mesmo favorece a elaboração de conflitos emocionais. Segundo Grunspun (1985), de acordo com a maneira como a criança brinca podemos fazer uma estimativa de seu nível emocional, social e até intelectual.

2.3 - O Brincar e a Interação Social Saudável

Existe uma evolução natural na maneira da criança brincar. Antes dos 2 anos é a fase do jogo ou brinquedo solitário onde a criança explora mais os objetos de maneira solitária. Do segundo para o terceiro ano de vida a criança começa imitar outras na brincadeira, brinca ao lado de outras mas, sem muita interação. Mais próximo do terceiro ano é que a criança aprende o dar e o receber, participa de jogos de fantasia e já existe uma organização maior dos níveis da brincadeira. Nesta fase começam a reconhecer liderança ou lutar por ela. Só a partir dos quatro anos que existe maior cooperação entre os colegas e muitas vezes meninos e meninas se agrupam separadamente de acordo com seus interesses. Neste momento também conseguem emprestar e compartilhar mais os brinquedos. Estes estágios podem acontecer em ritmos diferentes de acordo com a criança e os estímulos que recebe, e ocorrem paralelamente ao seu desenvolvimento cognitivo e emocional, mas os pais precisam saber que na rotina de seu filho deve existir também o tempo para a  brincadeira não dirigida, para o exercício da fantasia e da imaginação.

3 O SIGNIFICADO DA EDUCAÇÃO INFANTIL
Um dos objetivos mais importantes do processo de socialização consiste em que as crianças aprendam o que é considerado correto em seu meio e o que se julga incorreto; ou seja, que possam conseguir um nível elevado de conhecimento dos valores morais que regem sua sociedade e se comportem de acordo com eles. Isto é conseguido através de um processo de construção e interiorização destes valores, processo que tende a demais a favorecer o desenvolvimento dos mecanismos de controle reguladores de conduta da criança.
É no âmbito da relação com o outro que a criança vai assimilando as regras, pois a convivência diária entre os sujeitos exige que se pratiquem estas regras, muitas vezes elas serão quebradas ou não assimiladas, porém com o passar do tempo serão assimiladas e respeitadas.
Outro fator importante que escola traz para a criança é o fato de se relacionar com várias pessoas com diferentes níveis de conhecimento, isso faz com que estas relações se tornem fatores de aprendizagem e desenvolvimento, pois se a criança estivesse somente em contato com pessoas de sua família não receberia a mesma quantidade de informações que recebem dentro da escola.
(...) busco pontuar que as relações sociais na educação infantil precisam contemplar os diferentes pontos de vista, sejam da criança, dos profissionais ou ainda das famílias que estão inseridas no entorno da escola. Assim, construir mecanismos que respeitem os diversos interesses numa estratégia de confronto (por meio do dialogo e da negociação) entre os diferentes atores, parece o grande desafio posto ao tratar dos processos de socialização e da produção das culturas infantis.
Desta forma se estará beneficiando o desenvolvimento integral da criança, bem como se cumprindo o papel educacional e proporcionando um bem estar às crianças e as famílias que são atendidas pela instituição, fazendo se cumprir a efetiva socialização com cunho educacional.
Na relação professor aluno o professor deve ser democrático como afirma Phelan e Schonour (2010, p.30) (...) Esse professor tem uma relação positiva, amável e favorável com seus alunos, mas eles sabem quando ele " está falando sério ". Como tem um plano disciplinar efetivo e sua sala de aula é organizada, os alunos confiam nele e o respeitam. Aqui se percebe que a socialização entre professor e aluno tende a ser mais aberta, pois há regras de convivência que o professor estabeleceu, pois ele exerce o papel de educador dentro da sala, isso não significa que o professor seja autoritário e sim que ele conhece e sabe estabelecer as normas vigentes.

Considerações Finais

Hoje vivemos em um mundo social bastante complexo, com milhares de pequenas regras implícitas que regulam nossas relações. O desenvolvimento saudável da socialização ao longo da vida propicia melhores habilidades empáticas, flexibilidade e maiores chances de sucesso pessoal, familiar e profissional. Uma pessoa saudável emocionalmente é alguém bem ajustado socialmente, é alguém que consegue estabelecer vínculos e mantê-los, ou seja, a habilidade de fazer trocas afetivas e se relacionar adequadamente no contexto com outras pessoas.

Com o passar do tempo foi se observando o quanto a Educação Infantil, contribui para o desenvolvimento das crianças e o fator mais importante deste desenvolvimento é a socialização. Pois através da socialização as crianças fazem trocas de experiências e vivências. Dentro deste processo de socialização estão envolvidos vários atores sociais, que contribuem no processo formativo da criança, estes atores são os professores, funcionários e colegas da mesma idade e de idades diferentes. Este atores contribuem tanto com conhecimento quanto com a simples relação humana, haja vista que se a criança permanecesse em casa não teria seu círculo social ampliado.
Portanto, a escola de Educação Infantil é um grande meio de acesso a socialização e esta traz muitos benefícios para o desenvolvimento das crianças.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CHARLOT, Bernard. Da relação Com o Saber: Elementos Para Uma Teoria. Porto Alegre: Artmed, 2000.

CORSARO, Willian Arnold. Entrada no Campo, Aceitação e Natureza da Participação nos Estudos Etnográficos Com Crianças Pequenas. Educação & Sociedade, Campinas, v. 26, n. 91, p. 443-464, maio-ago. 2005.

DELGADO, Ana Cristina Coll. Toma-se conta de crianças: Os Significados do Trabalho e o Cotidiano de uma Creche Domiciliar. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2003.

FERNANDES, Heloisa Rodrigues. Sintoma Social Dominante e Moralização Infantil: Um Estudo Sobre a Educação Moral. Em Émile Durkheim. São Paulo: Ed. USP, 1994.

ALMEIDA, Gizela Bastos da Mota. A Infância: a Socialização e o Brincar da Criança. Disponível em: acesso em 06 de set. 2010.

FILHO, Altino José Martins. Processos de Socialização Entre Adultos e Crianças e Entre as Próprias Crianças no Interior da Creche. Currículo sem Fronteiras, v.7, n.1, pp.253-262, Jan/Jun 2007. disponível em: www.curriculosemfronteiras.org acesso em 08/09/20010.

OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação Infantil; Fundamentos e Métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
PHELAN, Thomas W; SCHONOUR, Sarah Jane. As Diversas Maneiras de Gerenciar Comportamentos. Revista Pátio educação Infantil. Porto Alegre, Ano VIII, 2010.
SILVA, Sílvia Mara Da. LUCAS, Maria Angélica Ouviu Francisco. A importância das Interações Sociais na Educação Infantil: Um Caminho Para Compreender o Processo de Aprendizagem. I Encontro Paranaense de Psicopedagogia. ABPppr. Nov./2003.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/o-papel-da-escola-na-socializacao-infantil-5379504.html

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    socializacao

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    Comentar sobre o artigo

    Nathália Alves de Oliveira

    O presente artigo busca demonstrar a importância do processo educativo lúdico na educação infantil, visto que jogos e brincadeiras são, conforme estudiosos, experiências afetivas mútuas para o ambiente e devem ser consagradas nas crianças em fase escolar. Embasada por significativos referenciais teóricos, a proposta apresentada permite afirmar a existência de jogos e brincadeiras infantis no processo que aumentam rendimento no processo escolar.

    Por: Nathália Alves de Oliveiral Educação> Educação Infantill 08/02/2012 lAcessos: 14,085

    O brincar é uma atividade imprescindível no desenvolvimento da criança, e a Educação infantil segue um novo rumo embasado na importância do brinca e no oferecimento de brinquedos e brincadeiras contextualizados ás propostas pedagógicas, que possibilitem aprendizagem e desenvolvimento em múltiplos aspectos.Seguindo essa temática,o artigo em andamento tem como objetivo analisar, dentro de um contexto lúdico, os aspectos cognitivo,social e afetivo de um grupo de crianças na escola.

    Por: Maria Carolina Gomes Camposl Educação> Educação Infantill 28/05/2012 lAcessos: 1,536

    O presente artigo fundamenta-se em trazer considerações a cerca do lúdico e sua importância na educação infantil.

    Por: Edlene Maria da Silval Educação> Educação Infantill 02/11/2011 lAcessos: 1,966
    Marcelo Gomes González

    O Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil é um documento que equivale aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), já que foi criado pelo MEC em 1998. No entanto, há um debate ferrenho entre as grandes esferas da administração é o fato desse nível de ensino compor a Educação Básica, mas ser posta de forma facultada, fazendo com que, muita das vezes, não seja cursada pela criança, que fica com um ensino deficitário na base do conhecimento.

    Por: Marcelo Gomes Gonzálezl Educação> Educação Infantill 17/10/2012 lAcessos: 644

    Resumo: O artigo refere-se ao ato de brincar inserido na prática do professor de Educação Infantil, esclarecendo e analisando a partir dos teóricos o valor atribuído ao ato de brincar e o espaço reservado para o mesmo no processo de ensino-aprendizagem. Para tanto, foi embasado em pesquisas bibliográficas com uma linha qualitativa e de caráter exploratório em que foi possível ter como resultado a descrição do valor ao ato de brincar como também a prática pedagógica devida dos professores de Educação Infantil, uma vez que a brincadeira faz parte da infância da criança e que muitas vezes esse ato é ignorado pelo professor. Brincando, a criança está continuamente redescobrindo a si mesma, pois o brincar é uma atividade de aprendizagem.

    Por: Macilene silva macêdol Educação> Educação Infantill 30/11/2009 lAcessos: 7,770 lComentário: 1
    EDINALVA COSTA DE ANDRADE

    O Gestor na Educação Infantil, atualmente é visto sob um novo paradigma,baseado na visão global do conhecimento.Assim sob o novo perfil, não se preocupa somente com a parte burocrática do ensino, como em todo o contexto que se situa o ensino a a aprendizagem.Deve ser um mediador de um trabalho democrático.Como gestor na educação infantil,ser conhecedor das novas perspectivas da organização dos espaços pedagógicos desse nível de ensino. Conhecedor da criança na sua faixa etária, 0 a 6 anos.

    Por: EDINALVA COSTA DE ANDRADEl Educação> Educação Infantill 20/11/2014
    Fayson Merege

    Considerando que o movimento, a corporeidade e o lúdico são de suma importância para o desenvolvimento da criança e que a Educação Física é parte do processo de cultura e humanização da mesma, o presente estudo busca construir e consolidar uma parceria entre a Pedagogia e a Educação Física na Educação Infantil. Pela importância que a infância representa na formação da personalidade do indivíduo, buscam-se respaldos por uma "nova práxis pedagógica" que leve a uma organização didática.

    Por: Fayson Meregel Educação> Educação Infantill 13/06/2012 lAcessos: 679

    O objetivo deste artigo é discutir a importância de brincar nas escolas de educação infantil. Estas atividades ajudam a construir o conhecimento, podem ser entendidas como situações em que as crianças possam expressar diferentes sentimentos, podendo, gradativamente, aceitar a existência do outro. São atividades lúdicas que visam melhorar a socialização entre as crianças, fazendo com que vivenciem situações de colaboração, trabalho em equipe e respeito.

    Por: ELIZABETH P. DE O. SILVAl Educaçãol 14/11/2012 lAcessos: 152
    Jaqueline de Andrade

    Este artigo pretende demostrar a importância do planejamento de atividades na educação infantil. As instituições de educação não têm apenas atribuições assistencialistas, por isso é importante relembrar aos educadores que trabalham com essa faixa etária a importância do planejamento como um fator essencial na contribuição do desenvolvimento da criança.

    Por: Jaqueline de Andradel Educação> Educação Infantill 16/06/2014 lAcessos: 52
    EDINALVA COSTA DE ANDRADE

    RESUMO: O presente artigo tem por objetivo apresentar algumas reflexões a respeito da psicomotricidade na Educação infantil. As reflexões tecidas ao longo deste trabalho, mostrou que o conceito de Educação Motora tem sofrido mudanças significativas, de um paradigma onde esta educação se dava limitada ao conceito do físico apenas, tem extrapolado outros âmbitos, passando a considerar o ser humano como um todo constituído, de corpo e alma. Sendo assim, o termo educação psicomotora engloba a necess

    Por: EDINALVA COSTA DE ANDRADEl Educação> Educação Infantill 20/11/2014

    Como obter as informações de que necessitamos para acompanhar os percursos dos estudantes? Como apreender os modos como eles representam os conceitos? Como saber o que pensam sobre o que ensinamos para pensarmos nas possibilidades pedagógicas que assegurariam a qualidade do ensino-aprendizagem? Como proceder para que os estudantes evidenciem seus avanços e suas dificuldades?

    Por: Maria Cristinal Educação> Educação Infantill 18/11/2014 lAcessos: 12

    Aprender com prazer, aprender brincando, brincar aprendendo, aprender a aprender, aprender a crescer: a escola é, sim, espaço de aprendizagem. Assim, é fundamental que cada professor se sinta desafiado a repensar o tempo pedagógico, analisando se ensina o que é de direito para os estudantes e se a seleção de conteúdos, capacidades e habilidades é de fato importante naquele momento.

    Por: Maria Cristinal Educação> Educação Infantill 18/11/2014 lAcessos: 23

    A prática educativa está fortemente relacionada a processos de comunicação e interação entre os seres, que a utilizam para assimilar seus saberes, habilidades, técnicas, valores, atitudes, e, através disso, construir novos saberes. Sendo assim, não se pode reduzir a educação ao simples ato de ensinar e a pedagogia como um conjunto de métodos que possibilita o ensino. Sendo assim, surge um questionamento essencial a todo aquele que quer compreender, viver e fazer pedagogia: quem é o pedagogo?

    Por: Maria Cristinal Educação> Educação Infantill 18/11/2014 lAcessos: 11

    A questão da inclusão de pessoas portadoras de necessidades especiais em todos os recursos da sociedade ainda é muito incipiente no Brasil. Movimentos nacionais e internacionais têm buscado um consenso para formatar uma política de inclusão de pessoas portadoras de deficiência na escola regular.

    Por: Jania Gasques bordonil Educação> Educação Infantill 17/11/2014
    Liamara Lucia de Almeida Cacho

    Nos anos iniciais, a disciplina que trabalha as noções históricas, de espaço e tempo é chamada de Estudos Sociais. Neste período o professor deve transmitir aos alunos noções fundamentais de organização da vida em sociedade, de como se organiza o próprio município, da atuação das autoridades, organizações e hierarquias, noções de respeito e educação cidadã, além dos deveres e direitos humanos.

    Por: Liamara Lucia de Almeida Cachol Educação> Educação Infantill 14/11/2014 lAcessos: 15
    Liamara Lucia de Almeida Cacho

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    Por: Liamara Lucia de Almeida Cachol Educação> Educação Infantill 14/11/2014 lAcessos: 11
    Liamara Lucia de Almeida Cacho

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    Por: Darci Martinsl Educação> Educação Infantill 14/11/2014 lAcessos: 19

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    O presente artigo apresenta uma breve discussão sobre o processo de implantação da Educação Inclusiva no Brasil, analisando o papel da Educação Especial no âmbito desta política. O artigo também considera como objeto prioritário de investigação, a avaliação das condições reais de inclusão que são oferecidas nas escolas, assim como o desenvolvimento de estratégias de intervenção que facilitem a implementação desta proposta.

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    Por: Edlene Maria da Silval Educação> Educação Infantill 09/11/2011 lAcessos: 5,954

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    Por: Edlene Maria da Silval Educação> Educação Infantill 08/11/2011 lAcessos: 853

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