O PROFESSOR ALFABETIZADOR

Publicado em: 25/01/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 4,449 |

1 INTRODUÇÃO

A alfabetização tem sido uma questão bastante discutida uma vez que há muitas décadas vem se observando as mesmas dificuldades de aprendizagem, reprovações, e abandono da escola por parte dos alunos, entre outros. Estas dificuldades são velhas conhecidas de todos, assim como seus mecanismos de produção do fracasso. Embora o assunto faça parte de um discurso um tanto desgastado, não há como se iludir fechando os olhos e fazendo de conta que o problema não existe. Existe e é estrutural, sendo profundamente relacionado, a fatores sociais, político, econômico e cultural.

De acordo com Carvalho (2003), para o professor, a primeira turma de alfabetização é uma responsabilidade que preocupa e assusta. Colegas de trabalho e famílias dos alunos estão atentos aos resultados. Quem tem êxito constrói uma reputação valiosa. Quem fracassa, recebe no ano seguinte uma turma mais fraca, de crianças mais pobres, repetentes, que não tem quem olhe por elas.

Há uma forte tendência em se atribuir o fracasso escolar ao professor e à sua má formação profissional. Não se pode negar, que a ação pedagógica do professor contribui, em grande parte, para que o processo ensino-aprendizagem realmente aconteça ou deixe de acontecer. E, no que se refere a essa ação, há um aspecto que não pode ser esquecido: a formação do professor. Esta formação não se concretiza apenas no curso específico, ao nível de ensino médio ou superior, ela se dá também através do trabalho que o professor realiza no dia-a-dia em sala de aula, é em contato com os alunos que a sua prática adquire sentido e se efetiva, uma vez que incorpora a realidade.  Esse processo pedagógico, por sua própria natureza, é geralmente construído e reconstruído, avança e recua, dá saltos, tem contradições e, muitas vezes, traz conflitos.

Porém, tais conflitos vão sendo superados à medida que o professor busca meios de melhorar sua prática através de estudos, trocas de experiências, participação em cursos e outras formas de formação.

 

2 A LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES

O Título VI da LDB, que trata dos profissionais da Educação, compõe-se de sete artigos, alguns dos quais estão mais diretamente ligados à formação do professor alfabetizador, ou seja, daquele que atua nas séries iniciais (1º e 2º ciclos) do ensino fundamental. Em síntese, esses artigos estabelecem:

 

  • os fundamentos da formação dos profissionais da educação;
  • os níveis de formação docente exigidos para a atuação dos professores na educação básica;
  • as competências dos Institutos Superiores de Educação;
  • o tempo mínimo para a prática de ensino, na formação dos docentes da educação básica;
  • as estratégias para valorização dos profissionais da educação (estatuto, planos e carreira, condições de trabalho).

 

Segundo os Referenciais para Formação de Professores (Brasília, 1999), por ser extremamente complexa e heterogênea, a realidade brasileira não permite que a formação de professores seja entendida como um processo linear, simples e único. Com certeza, sempre haverá obstáculos a transpor e problemas a resolver, nesse processo.

Não há como ignorar, no entanto, que a LDB – apesar das constantes polêmicas e discussões que tem ocasionado, trouxe consideráveis avanços no que diz respeito à formação dos profissionais da educação.

A formação inicial em nível superior, proposta pela lei, é fundamental, uma vez que habilita o professor para uma atuação mais competente e segura em sala de aula. Entretanto, não se pode desconsiderar que essa formação, por si só, não é garantia de qualidade. Há hoje o consenso de que nenhuma formação inicial, mesmo em nível superior, é suficiente para o desenvolvimento profissional, há que se pensar em modalidades de formação continuada e permanente para todos os professores, as quais também constituem, desde a promulgação da Lei 9394/96, propostas legais para a educação brasileira.

As teorias educacionais e os métodos de alfabetização, ensinados nos cursos normais e nas faculdades de educação, nem sempre respondem – nem sempre se propõem a responder – às questões  cruciais da prática. O senso comum das professoras e a necessidade imediata de resolver os problemas do cotidiano levam-nas a desconfiar da palavra dos teóricos e a valorizar a experiência de ensino. Mas quem ainda não a tem, faz o que? (CARVALHO, 2003)

 

3 O PROFESSOR ALFABETIZADOR X AMBIENTE ALFABETIZADOR

O professor alfabetizador é aquele membro mais experiente, que de posse dos conhecimentos e conteúdos necessários, incentiva a compreensão destes e a produção de novos conhecimentos, contribuindo na formação de alunos capazes de gerar a construção dos saberes, a partir da sua reflexão-ação-reflexão e a de seus pares.

O professor que questiona a eficácia dos diversos métodos de alfabetização como o uso de cartilhas, do método tradicional, métodos fônicos, dos materiais excessivamente estruturantes utilizados, frequentemente, percebe que é preciso fazer mudanças. Para isso é fundamental que o alfabetizador conheça cada uma dessas vias para identificar as respectivas conseqüências, pois cada concepção orienta práticas pedagógicas diferentes, sendo diferentes, também, os resultados alcançados. Ao adotar a metodologia de alfabetização, definirá também suas atitudes e posturas em sala de aula, bem como os materiais que utilizará, priorizando as competências e habilidades a serem construídas pelos alunos.

Métodos à parte, se faz necessário criar um ambiente alfabetizador, mas que tipo de material é o mais apropriado para criar um ambiente rico em cultura escrita?

Segundo Teberosky (2003) é de especial importância apresentar às crianças os suportes de linguagem escrita, em particular os livros e, sobretudo, suportes que, nos lares das crianças, são poucos freqüentes.

O uso cotidiano e sistemático de situações de leitura e de escrita em seu universo cultural marca, desde o primeiro momento, as explorações das crianças com relação à escrita e à leitura, e neste processo elas vão criando sentidos e se tornando "naturalmente" usuárias da linguagem escrita.

Esta constatação levou Ferreiro a propor o que passou a denominar "ambiente alfabetizador", que visava levar para a sala de aula um ambiente semelhante ao que as crianças viviam em seu cotidiano quando expostas a situações de leitura e de escrita. Ferreiro defendia que, assim fazendo, a professora estaria contribuindo para o processo de alfabetização das crianças. É preciso transformar a sala de aula num ambiente alfabetizador.

O estímulo à leitura em sala de aula, em cantos ou áreas de leitura, onde se encontrem não só livros bem editados e ilustrados, como qualquer tipo de material que contenha escrita (jornais, revistas, dicionários, folhetos, embalagens e rótulos comerciais, receitas, embalagens de medicamentos, etc.)  A variedade de materiais não é só recomendável (melhor dizendo, indispensável) no meio rural, mas em qualquer lugar onde se realize uma ação alfabetizadora (FERREIRO,1998).

Fazer uso das bibliotecas escolares  é fundamental, e mais ainda, formar grupos menores para as crianças terem mais oportunidade de falar e ler são atitudes essenciais que o professor deve ter. É preciso compartilhar com a turma as características dos personagens, comentar e fazer com que todos falem sobre a história, pedir aos pequenos para recordar o enredo, elaborar questões e deixar que eles exponham as dúvidas. Daí a importância do professor contador de histórias, a hora do conto é de uma atividade divertida, o ato de contar histórias é muito importante em um processo educacional. Através de histórias podemos desenvolver aspectos, como imaginação, criatividade e senso crítico, dando especial ênfase àqueles relativos à ética e a questão dos valores.

4 CONCLUSÃO

De acordo com Teberosky (2003) - Acreditar que o aluno pode aprender é a melhor atitude de um professor para chegar a um resultado positivo em termos de alfabetização. A grande vantagem de trabalhar com as séries iniciais de alfabetização é ter a evolução natural a seu favor. Se não existe patologia, maus-tratos familiares ou algo parecido, eles são máquinas de aprender. Processam rapidamente as informações, têm boa memória, estão sempre dispostos a receber novidades e se empolgam com elas. Um professor que não acha que o estudante seja capaz de aprender é semelhante a um pai que não compra uma bicicleta para o filho porque esse não sabe pedalar. Sem a bicicleta, vai ser mais difícil aprender!

O professor alfabetizador tem a responsabilidade de abrir as portas do conhecimento as crianças que de alguma maneira já tem a sua disposição várias janelas abertas a sua disposição. É preciso refletir  sobre as diferentes alfabetizações que são vividas pelas crianças em seu cotidiano, os saberes e as leituras produzidas nesses embates, para que, reconhecidos e mobilizados dentro da escola, possam se tornar a base do processo de apropriação da linguaguem escrita

A leitura por sua vez, por meio dos exemplos contidos nas histórias, faz as crianças adquirem maior vivência. O contato com os impulsos emocionais, as reações e os instintos comuns aos seres humanos e o reconhecimento dos fatos e efeitos causados por estes impulsos são exemplos de vida.

Associar leitura e escrita, métodos e ambientes alfabetizadores aliados a professores com formação,sempre atualizados e uma escuta sensível para a fala das crianças que estão nas escolas e ao mesmo tempo já enfrentam a luta pela sobrevivência pode contribuir para construir um outro olhar para essa realidade e trazê-la, agora mais bem compreendida.

5 REFERÊNCIAS

 

BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Lei Darcy Ribeiro: Lei 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, 1997.

 

_________. Referenciais para a formação de professores. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília, 1999.

 

CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e letrar: um diálogo entre a teoria e a prática. Petrópolis, RJ. Vozes: 2003.

 

FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre a alfabetização. São Paulo, Cortez:1998

 

GARCIA, Regina Leite. Novos olhares sobre a alfabetização.São Paulo, Cortez: 2001.

TEBEROSKY, Ana; COLOMER, Teresa. Aprender a ler e a escrever - Uma proposta construtivista. Porto Alegre, ArtMed: 2003

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 2 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/o-professor-alfabetizador-4107858.html

    Palavras-chave do artigo:

    alfabetizacao

    ,

    papel

    ,

    professor

    Comentar sobre o artigo

    A tentativa de esclarecer dúvidas, mostrar aos educadores o sentido real de alfabetizar e como fazer isso, justifica a efetivação deste trabalho, visto que muitos discentes estão empenhados em mudar, mas não sabem como fazer porque não tem um referencial acerca do assunto.

    Por: edilma de moura de oliveiral Educação> Educação Infantill 05/02/2013 lAcessos: 256
    Professor Esp. Rodrigo Froes

    Fruto de inquietações com a permanente pesquisa da prática de ensino de História na educação escolar indígena, considerando complexa e sempre aberta arte de ser partícipe do processo de ensino - aprendizagem.

    Por: Professor Esp. Rodrigo Froesl Educação> Ensino Superiorl 13/03/2015 lAcessos: 19

    O artigo trata do tema ALFABETIZAÇÃO, focando as dificuldades no aprendizado das letras e sons. Toma como referência as autoras Emília Ferreiro 2001) e Magda Soares (2003) que assinalam as dificuldades da criança em processo de alfabetização e propõem uma prática pedagógica consciente da realidade da criança. O estudo tem intenção autobiográfica peritindo uma reflexão sobre a prática do pesquisador-alfabetizador, garantindo a busca de novas abordagens e procedimentos.

    Por: Geraldo Francisco dos Santosl Educação> Educação Infantill 22/04/2011 lAcessos: 6,750

    O presente artigo discute a dificuldade que os professores sentem em alfabetizar e letrar, ao mesmo tempo, em sala de aula.O letramento vai além da simples alfabetização, do ato de ler e escrever, uma vez que seu conceito engloba a compreensão dos textos e seus contextos. Encontrar alternativas para tornar pessoas alfabetizadas em letradas, ainda em sala de aula, é um desafio que os educadores parecem dispostos a enfrentar, pois o letramento faz evoluir da simples decodificação das palavras para

    Por: LURDES MARIA DE SOUZAl Educação> Ensino Superiorl 01/11/2012 lAcessos: 973

    O conhecimento da origem do Letramento no Brasil oportuniza aos professores alfabetizadores a conscientização a importância de se trabalhar com textos cotidianos na alfabetização bem como evidencia a diferenciação conceitual e procedimental existente entre essas duas "facetas" do ensino-aprendizagem da leitura e da escrita. A clareza de diferenciação da natureza da alfabetização e do letramento dá aos professores instrumentos para que possam favorecer aos alunos a reflexão sobre o funcionamento

    Por: Ivânia Pereira Midon de Souzal Educação> Educação Infantill 16/08/2010 lAcessos: 5,268

    Este artigo pretende analisar as contribuições do lúdico no trabalho com a alfabetização. A importância do lúdico no desenvolvimento da criança e sua importância já que proporciona por inúmeras maneiras levar a criança a aprender de forma motivada e significativa, pois é no 1° ano do Ensino Fundamental

    Por: Arlete Luiza de Souzal Educaçãol 04/11/2014 lAcessos: 64
    Elisangela de Jesus

    Esta pesquisa foi realizada pela necessidade do mundo atual de alfabetização dos deficientes auditivos para uma melhor comunicação com a sociedade ouvinte, de forma, a garantir a socialização e a preparação para a vida profissional. Diante da evidencia que o problema da alfabetização de alunos surdos na escola existe e que os educadores não sabem como agir com essa dificuldade, considera-se importante que exista um estudo que mostre como trabalhar com alunos portadores de deficiência auditiva.

    Por: Elisangela de Jesusl Educação> Educação Infantill 22/06/2011 lAcessos: 7,556
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    Dissertou-se sobre algumas concepções pedagógicas da alfabetização, por acreditar que embora exista uma grande quantidade de professores, ainda falta uma demanda de alfabetizadores reais, que conheçam os princípios da alfabetização, os medos e conflitos que rodeiam os alfabetizandos, e assim, como, de forma clara e objetiva, sanar este problema. A escrita é outro dilema, pois embora acessível a todos, há um tabu entre o educando a escrita e a leitura.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Educação Infantill 28/12/2012 lAcessos: 218
    Paulo marcos Ferreira Andrade

    Neste artigo procura-se demonstrar, que a interdisciplinaridade pode ser vista como uma nova concepção do saber e do processo de ensinar, ou seja, um novo princípio norteador da reorganização dos diversos objetos de estudo e de reformulação das estruturas pedagógicas. Na prática, para superar a fragmentação do saber decorrente da especialização, a interdisciplinaridade representa uma possibilidade de negociação de pontos de vista, de diálogo e de interação entre as disciplinas.

    Por: Paulo marcos Ferreira Andradel Educaçãol 21/09/2011 lAcessos: 799
    Rita de Cássia Santos Almeida

    Este artigo trata da influência que os contos de fadas exercem sobre as crianças. Acredita-se que todos os personagens dessas narrativas, de alguma forma tornam-se 'modelos' para as crianças. Elas acabam se imaginando na versão dos personagens bons, acreditando que isso poderá levá-las à solução de seus problemas, de modo ético e final e assim resolverem seus conflitos interiores da melhor forma possível e viverem felizes para sempre...

    Por: Rita de Cássia Santos Almeidal Educação> Educação Infantill 12/04/2015 lAcessos: 14
    Joseléia Graciano da Silva

    Este artigo surgiu a partir da proposta de analisarmos a escrita em crianças na fase de alfabetização e letramento. Para tanto, buscou-se verificar em textos de crianças nessa fase os fatores que indicam o inicio da aquisição da escrita pela criança, e, assim, realizar uma análise dos dados coletados, não considerando as inadequações da língua padrão como "erro", mas sim como construção de conhecimento.

    Por: Joseléia Graciano da Silval Educação> Educação Infantill 11/04/2015 lAcessos: 13

    Este artigo apresenta um breve histórico de como iniciou o atendimento as pessoas com deficiência até aos dias de hoje. Fala da Constituição Federal de 1988 que deu o primeiro passo a implementação da Educação Inclusiva no nosso país.

    Por: MARCIA AP.M.FARIASl Educação> Educação Infantill 30/03/2015 lAcessos: 23

    Ao destacar o tema "dificuldade de aprendizagem" muitos confundem esta concepção com uma desatenção em sala de aula ou 'espírito bagunceiro' das crianças. Mas a dificuldade de aprendizagem é tratada por muitos teóricos e estudiosos como um distúrbio ,que pode ser gerado por uma série de problemas cognitivos ou emocionais , afetando o individuo em qualquer área do desempenho escolar.Este artigo visa apresentar uma breve reflexão sobre essas concepções

    Por: Eliete Lopes Matricardil Educação> Educação Infantill 27/03/2015 lAcessos: 18

    Esta temática esta presente diariamente em reuniões que buscam analisar e discutir o problema, para então apontar formas para resolver os distúrbios disciplinares no cotidiano das escolas. A desmotivação e a indisciplina são os maiores obstáculos apresentados pelos professores, que se deparam no dia a dia com à desordem em sala de aula e na escola, além de apresentar como parte desta reclamação a desatenção dos alunos, a falta de interesse e de respeito dos estudantes.

    Por: Eliete Lopes Matricardil Educação> Educação Infantill 27/03/2015 lAcessos: 25

    Este presente Artigo trata de uma reflexão sobre a temática da disortográfia e a importância do trabalho em conjunto dos profissionais educacionais, pacientes e familiares no diagnóstico,tratamento e superação desta distúrbio. Descrevendo a importância do apoio psicopedagogico para se superar tal dificuldade expressa e identificada geralmente nas séries iniciais do Ensino Fundamental.

    Por: Eliete Lopes Matricardil Educação> Educação Infantill 27/03/2015 lAcessos: 17

    Acredito que o gosto pela leitura se apreende, é lendo que as pessoas aprendem a gostar de ler, e já de pequenos podemos, ou não, criar o hábito de leitura. Já dizia Carlos Drummond de Andrade que "a leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade não sente esta sede".

    Por: MARCIA AP.M.FARIASl Educação> Educação Infantill 25/03/2015 lAcessos: 24

    Os contos nasceram, em geral, dos mitos; representam simbolicamente os acontecimentos humanos e sociais e reproduzem, em personagens e situações, valores que atravessam os séculos, porque correspondem a características permanentes do ser humano. Nelly Novaes Coelho, em seu livro Literatura Infantil: teoria, análise, didática, divide esse tipo de narrativa em contos de encantamento, contos maravilhosos e contos de fadas.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015 lAcessos: 41
    Inez Kwiecinski

    O objetivo deste artigo é reunir informações sobre o conceito e as concepções das altas habilidades, uma vez que tais concepções e conceitos sobre altas habilidades/superdotação são de suma importância, sobretudo quando se admite que qualquer prática educativa deve sempre partir de um referencial teórico. Superdotação é um conceito ainda em estudo, sabemos, porém que, este conceito serve para expressar alto nível de inteligência e indica desenvolvimento acelerado das funções cerebrais.

    Por: Inez Kwiecinskil Educação> Educação Infantill 18/08/2011 lAcessos: 1,389
    Inez Kwiecinski

    O tema escolhido para realizar este trabalho de graduação é sobre "O desenvolvimento da criança através do brincar". A escolha deste tema surgiu da necessidade de estudarmos como se dá o desenvolvimento da criança através do brincar e através dos tempos. Analisar jogos, brincadeiras e brinquedos infantis não apenas como simples entretenimento para as crianças, mas também, como atividades lúdicas que possibilitam a aprendizagem e o desenvolvimento destas crianças em suas várias habilidades.

    Por: Inez Kwiecinskil Educação> Educação Infantill 25/01/2011 lAcessos: 17,012 lComentário: 1
    Inez Kwiecinski

    A inclusão ou integração de crianças com necessidades educacionais especiais na rede regular de ensino é uma realidade imposta por várias diretrizes de políticas educacionais, porém ainda persistem muitas dúvidas e impasses sobre como deve ser o processo de escolarização desses alunos. Os portadores da Síndrome de Down são crianças que merecem especial atenção, a educação dessas crianças é um processo complexo e requer adaptações e, muitas vezes o uso de recursos especiais.

    Por: Inez Kwiecinskil Educação> Educação Infantill 25/01/2011 lAcessos: 4,643 lComentário: 1
    Inez Kwiecinski

    Estamos na era da informática, ter acesso a computadores e aos programas básicos para realização de nossas tarefas sejam elas na educação ou em nosso coditiano já não é algo tão distante assim. O mercado oferece uma diversificada gama de aparelhos eletônicos, hardwares e softwares, sem contar em jogos de vídeo-game, e outros tantos produtos para facilitar a nossa vida. Toda essa tecnologia gerou um movimento e a necessidade de se pensar em inclusão digital, mas afinal do que se trata?

    Por: Inez Kwiecinskil Educação> Educação Infantill 25/01/2011 lAcessos: 922
    Inez Kwiecinski

    Quem somos e como somos construídos no mundo social são duas das grandes problemáticas atuais. A construção das identidades sociais, sobretudo de raça, gênero (feminino e masculino) e sexualidade (homoerótica e heterossexual), traz à tona questões intrigantes e instigantes sobre a linguagem e seu papel na constituição de quem somos. Nenhuma questão tem chamado mais atenção nos tempos em que vivemos, do que a temática da identidade social.

    Por: Inez Kwiecinskil Educação> Ciêncial 25/10/2010 lAcessos: 681
    Inez Kwiecinski

    A ação docente para trabalhar com os surdos deve ser criativa, responsável e interativa. O Decreto º 5626 de 22/12/05, trata da inclusão da LIBRAS como disciplina curricular nos cursos de formação de professores, entretanto grande número de professores se mostram inadequadamente preparados para absorver esta preparação, seja por desconhecem ou por não se considerarem com habilidades adequadas para o uso desta língua.

    Por: Inez Kwiecinskil Educação> Línguasl 24/10/2010 lAcessos: 1,103 lComentário: 1
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast