Problemas de Aprendizagem

Publicado em: 10/12/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 113 |

PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM

       Os problemas de aprendizagem que podem ocorrer tanto no início como durante o período escolar surgem em situações diferentes para cada aluno, o que requer uma investigação no campo em que eles se manifestam. Qualquer problema de aprendizagem implica amplo trabalho do professor junto à família da criança, para analisar situações e avaliar características, visando descobrir o que está representando dificuldade ou empecilho para que o aluno aprenda.

 A noção do normal

       O termo normal apresenta várias definições devido à imensa gama de autores que tratam este assunto. Mielnik formula a definição mais adequada quando afirma que para podemos conceituar o que é normal, devemos buscar-nos progressos da criança, em sua evolução e desenvolvimento, comparando-a com suas próprias habilidades e capacidades em épocas diversas. Como o movimento da criança para a liberdade e autonomia acontece gradativamente (através da superação de cada crise de desenvolvimento), cabe então reconhecer as características próprias do comportamento infantil em cada faixa etária.

Problemático ou patológico?

      Para que a criança se desenvolva bem, ela precisa de um ambiente afetivamente equilibrado, onde ela receba amor autêntico e onde lhe permitam fazer as necessidades próprias de seu estado infantil. Quando isso não acontece, inicia-se uma luta entre o ambiente em que a criança vive e as exigências que ela apresenta o que fatalmente levará a uma situação de desequilíbrio, possível geradora de comportamentos problemáticos ou até patológicos. De acordo com Mielnik, a situação problemática abrange especialmente o relacionamento difícil com o meio e as pessoas. Na criança, ela se manifesta em dificuldades emocionais, supersensibilidade, sentimento de rejeição, sensação de pânico em determinadas circunstâncias, ansiedade, regressão ou infantilização. Ainda segundo o autor, quando essas reações apresentam um evidente agravamento, deve-se considerar o quadro como tendendo a anormal ou patológico. Nesse caso a criança passa a apresentar atitudes destrutivas de maneira compulsiva, medo excessivo de tudo, extrema agitação (ou então torpor e sonolência), desintegração ou mesmo ausência de relacionamento pessoal. O comportamento anormal ou patológico pode ter origem na própria criança (fator genético) ou no ambiente (fator social). Para caracterizá-lo, Mielnik afirma que devem ser considerados os seguintes fatores:

- idade- constituição física

- desenvolvimento (período em que a criança se encontra)

- ambiente cultural

- conduta e personalidade dos pais e irmãos

- tensões e traumas da vida cotidiana dos qual a criança fica exposta

- tendências internas e defesas psíquicas do ego infantil

- influências de pressões externas e internas

- meio de adaptações a essas pressões

- processos envolvidos na maturação da personalidade infantil

Quando se detecta alguma anormalidade após esta verificação de todos esses fatores, é necessário ainda que se faça uma análise a respeito da permanência das características apresentadas. A criança pode estar vivendo uma fase difícil, que será provisória ou não, dependendo de suas condições em superá-la.

                            O que são problemas de aprendizagem

         Os problemas de aprendizagem referem-se às situações difíceis enfrentadas pela criança normal e pela criança com um desvio do quadro normal, mas com expectativa de aprendizagem em longo prazo.
        Segundo J. Paz podemos considerar o problema de aprendizagem como um sintoma, no sentido de que não aprender não configura um quadro permanente, mas ingressa numa constelação peculiar de comportamentos, nos quais se destaca como sinal de descompensação. Esclarecer claramente os limites que separam "problemas" de aprendizagem dos chamados "distúrbios" de aprendizagem é uma tarefa muito complicada, que fica a critério do especialista na área em que a deficiência se apresenta. Existem inúmeros fatores que podem desencadear um problema ou distúrbio de aprendizagem:- Fatores Orgânicos = saúde física deficiente, falta de integridade neurológica (sistema nervoso doentio), alimentação inadequada etc.- Fatores psicológicos = inibição, fantasia, ansiedade, angustia, inadequação á realidade, sentimento generalizado de rejeição etc.- Fatores ambientais = o tipo de educação familiar, o grau de estimulação que a criança recebeu desde os primeiros dias de vida, influência dos meios de comunicação etc.

Tratamento

         Cabe a escola com toda sua equipe analisar todas as situações escolares que possam agravar os problemas de saúde física e mental das crianças; procurar sanar estes problemas, conhecendo os recursos assistenciais da comunidade e os de fora dela; notificar doenças contagiosas às autoridades sanitárias; orientar as famílias no desenvolvimento de atividades educativas ligadas á saúde do escolar. Cabe ao professor, portanto identificar os problemas e as queixas; observar a freqüência e a continuidade da manifestação; conhecer as condições familiares; encaminhar para assistência especializada; acompanhar cada caso, informando-se sobre as prescrições dos profissionais de saúde e dos resultados do tratamento; propiciar o desenvolvimento de atitudes, hábitos e habilidades favoráveis à saúde física e mental. O trabalho docente, quando responsável e profissional, não deve envolver excessos de mimo e dependência, mas sim segurança e firmeza; a criança deve sentir-se amada, porém com exigência sóbria daquele que sabe o que ela realmente pode fazer. Respeitar a criança é sobretudo apontar os seus limites e, ao mesmo tempo, estimulá-la a alcançar o vôo maior da criatividade individual. Para o êxito não há receitas e sim a segurança, o amor e a dedicação à criança, seja ela normal ou não.

Considerações finais

... Deficiências, carências ou diferenças que vão desde comparações e atribuições valorativas de seus hábitos cotidianos até sua incompetência lingüística. Dessa forma, percebe-se afetados o campo físico (na inabilidade de utilizar objetos que ela não conhece, por exemplo), o sócio-afetivo (na inabilidade de se relacionar em determinados meios) e o campo intelectual (na inabilidade de se comunicar de forma eficiente ou aprender na escola) (GRIFFO, 2002, p.40).

        A dificuldade de aprendizagem pode gerar um circulo vicioso do fracasso, ou seja, quanto mais a criança se sente inferiorizada, mais ela estará suscetível ao insucesso, e menos poderá obter aprovação a partir de seu desempenho. Cabe ao educador trabalhar também com a motivação, maturação dos alunos, bem como metodologia, recursos e procedimentos para criar uma atmosfera agradável para aprender. O psicólogo deve identificar as causas dos distúrbios de aprendizagem e fazer com que a criança e a família possam superar suas dificuldades de aprendizagem e tenham uma perfeita adaptação escolar, gerando assim auto-estima e realização pessoal e profissional de forma a garantir e o sucesso da relação ensino e aprendizagem. Os educadores devem ser direcionados no sentido de uma reflexão crítica sobre a maneira preconceituosa a que alunos brasileiros com baixo rendimento escolar vêm sendo alvos, para transformar o discurso do aluno culpado pelo seu próprio fracasso escolar, numa atitude de confiança e credibilidade na sua própria capacidade para aprender a aprender e se tornar um aluno motivado e com consciência da própria aprendizagem (Boruchovitch,1999).

Referência Bibliográfica

Boruchovitch, Evely. Estratégias de aprendizagem e desempenho escolar: considerações para a prática educacional. Psicologia: Reflexão e Crítica. Porto Alegre. v.12 n.2 1999.

CORRÊA, Rosa M. Dificuldades no aprender: um outro modo de olhar. Campinas:Mercado de Letras, 2001.

GRIFFO, Clenice. Dificuldades de aprendizagem na alfabetização: perspectivas do aprendiz. In: SENA, Maria G. C.; GOMES, Maria F. C. Dificuldades de aprendizagem: na educação. 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2002.p.39-54

PAÍN, Sara. Diagnósticos e tratamentos dos problemas de aprendizagem. 4ª ed. Porto Alegre: Artes Medicas, 1992.

PAPALIA, Diane E.; OLDS, Sally W. Desenvolvimento humano. 7ª ed. Porto Alegre, 2000.

SENA, Maria G. C.; GOMES, Maria F. C. Dificuldades de aprendizagem: na educação. 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2002.

SILVA, Maria Cristina da. Saberes e dizeres diferentes de crianças que "fracassam" na escola. In: SENA, Maria G. C.; GOMES, Maria F. C. Dificuldades de aprendizagem: na educação. 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2002.p.55-67

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/problemas-de-aprendizagem-6347482.html

    Palavras-chave do artigo:

    aprendizagem

    ,

    diagnostico

    ,

    escola

    Comentar sobre o artigo

    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    O artigo discute as dificuldades de aprendizagem sintetizando a dislexia como uma das principais causas. A caracterização da pesquisa se deu por meio de pesquisa bibliográfica sobre dificuldades de aprendizagem e dislexia, apresentando os distúrbios de e na leitura, escrita e articulação. Dissertando-se sobre a origem dos problemas relativos às dificuldades de aprendizagem na visão da psicanálise, apresentaram-se os problemas que interferem na alfabetização.

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    Evilasio Ferreira de Sousa

    O presente artigo busca apresentar e discutir as diferentes concepções que norteiam a prática avaliativa, buscando o aprofundamento teórico e uma reflexão constante sobre a prática pedagógica, o que implica num redimensionamento também da forma de se avaliar. Numa tentativa de umas a ter uma avaliação qualitativa, baseada em uma relação democrática. A pesquisa foi feita de natureza descrita, do tipo bibliográfico. Com referenciais teóricos para fundamentos a nossa pesquisa, valemo-nos de autores

    Por: Evilasio Ferreira de Sousal Educação> Educação Onlinel 29/09/2011 lAcessos: 457

    Este artigo teve como finalidade investigar as dificuldades dos docentes do IFAC no tocante à avaliação do ensino-aprendizagem na modalidade PROEJA, como forma de auxiliar na orientação da prática pedagógica. Estuda os critérios avaliativos utilizados em sala de aula e sua relação com o planejamento de ensino global da Instituição. A pesquisa foi enriquecida com o trabalho de campo através de entrevistas semi-estruturadas e análise documental do projeto político-pedagógico dos cursos técnicos.

    Por: Gilmara Amorim de Moraesl Educação> Ensino Superiorl 01/12/2012 lAcessos: 140

    Este artigo relata algumas características da deficiência sensorial e do despreparo dos professores e da E.M.E.F. Princesa Isabel no Município de Seringueiras, Estado de Rondônia, localizada na Linha 14, km 12, Distrito Novo Planalto.

    Por: João do Rozario Limal Educaçãol 01/04/2008 lAcessos: 26,373 lComentário: 2

    Ao se pensar em avaliação escolar associa-se este elemento a um problema de grande escala nas instituições de ensino. Neste procedimento, a avaliação é tida como aferição de resultados em provas e/ou exames. Apesar de grandes discussões sobre a temática, este instrumento tem sido utilizado como ferramenta e/ou demonstração de puro autoritarismo, sobrepondo-se à importância do conhecimento e de sua posterior difusão, imputando ao aluno a aprendizagem forçada por meio de pressão.

    Por: HUDSON CANUTOl Educação> Ensino Superiorl 21/03/2011 lAcessos: 969
    ÂNGELA COSTA MARQUES

    Este artigo tem a finalidade de mostrar que um dos diversos fatores que conduzem ao fracasso escolar está relacionado com o trabalho pedagógico desenvolvido pela escola. Neste sentido, sugere táticas que representam um papel facilitador no processo ensino-aprendizagem, seguindo uma proposta transdisciplinar. Para tal, é importante que o profissional da área de educação busque se aperfeiçoar em uma área que não seja específica a sua disciplina e que amplie seu conhecimento nas habilidades sociais

    Por: ÂNGELA COSTA MARQUESl Psicologia&Auto-Ajuda> Psicoterapial 03/06/2010 lAcessos: 1,759

    O estudo feito, nos leva a pensar em uma prática educativa respaldada na teoria, porém jamais podendo esquecer que no dia-a-dia como profissional da psicopedagogia, estará na companhia de indivíduos que são capazes de construir seu próprio conhecimento. O psicopedagogo tem o papel de investigar e intervir mediante as dificuldades.

    Por: Michele -Psicopedagogal Educação> Ensino Superiorl 10/06/2011 lAcessos: 1,818 lComentário: 1

    Atrelada aos vários campos científicos, a psicopedagogia emerge da necessidade de buscar soluções para os problemas de aprendizagem. Este artigo apresenta uma discussão sobre o campo de atuação e a importância do psicopedagogo frente às dificuldades de aprendizagem. Através de um estudo bibliográfico selecionou-se os pontos relevantes para esta discussão. O psicopedagogo precisa incidir suas atenções na dificuldade de aprendizagem, prevenindo-a e/ou resolvendo-a.

    Por: Maria Luiza Ferreira Duquesl Educação> Ciêncial 27/06/2011 lAcessos: 7,269

    Esta pesquisa tem como objetivo trabalhar com a dislexia, apresentando seu conceito, sua classificação como forma de auxiliar os professores e a família, facilitando o diagnóstico e entendimento desse distúrbio de aprendizagem que afeta no Brasil, cerca de 40% das crianças em séries iniciais de alfabetização, e, em países mais desenvolvidos, a porcentagem diminui 20% em relação ao número total de crianças também em séries iniciais.

    Por: RANILDAl Educaçãol 17/09/2010 lAcessos: 8,685
    Simone Andrade R. S. Rodrigues

    No cenário educativo, os jogos ajudam a criança no seu desenvolvimento físico, afetivo, intelectual e social, pois, por meio das atividades lúdicas, a criança forma conceitos, reforça habilidades, estabelece relações lógicas, além de desenvolver a expressão oral e corporal.

    Por: Simone Andrade R. S. Rodriguesl Educação> Educação Infantill 27/10/2014
    Simone Andrade R. S. Rodrigues

    Entende-se por racismo no futebol, qualquer prática racista oriunda de xingamentos ou algum tipo de sinal obsceno, praticada em campo durante alguma partida de futebol ou ainda nas arquibancadas, direcionada a algum dos participantes diretos da partida. A rivalidade entre times pode ser uma das explicações, mas alguns casos se tornaram tão polêmicos que atingiram em cheio a mídia e as pessoas pela revolta do ato completamente errôneo.

    Por: Simone Andrade R. S. Rodriguesl Educação> Educação Infantill 26/10/2014
    Simone Andrade R. S. Rodrigues

    Iniciamos esta discussão indagando aos nossos leitores se em algum momento pararam para observar as inúmeras expressões faciais que docentes e educandos protagonizam em sala de aula? Frente a isto nos questionamos: o que aconteceu com nossos alunos? O que houve com a docilidade, amabilidade, respeito, e admiração com a figura docente? Por quais caminhos se dispersaram? E por que não dizer a humanização do ambiente escolar?

    Por: Simone Andrade R. S. Rodriguesl Educação> Educação Infantill 26/10/2014
    edivaldo coelho da silva

    EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS SOBRE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA CRIANÇAS PARA AS MESMAS AO CHEGAS DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES ESTAREM PREPARADAS PARA AS ADVERSIDADES DOS RISCOS ENCONTRADOS NAS ATIVIDADES LABORAIS A ATUAR COM SEGURANÇA.

    Por: edivaldo coelho da silval Educação> Educação Infantill 26/10/2014 lAcessos: 11
    ELISETE AMADOR PEREIRA

    Nosso artigo de opinião vem tratando do perfil ou papel do Coordenador Pedagógico em nossa escola, na cidade de Alto Araguaia- MT. Percebemos que o papel do Coordenador Pedagógico em nossa escola tem sido diferente do que realmente deve ser, ou seja, o Coordenador Pedagógico tem desempenhado funções alheias às suas, fazendo mais o papel administrativo e burocrático do que o pedagógico. é sobre isso que falaremos aqui, dando nossa opinião.

    Por: ELISETE AMADOR PEREIRAl Educação> Educação Infantill 23/10/2014

    O presente artigo aborda o sistema de ensino de língua portuguesa envolvendo o aluno com dislexia e os professores que atuam na 5º serie, no contexto educacional de nível fundamental II.Visa investigar, as metodologias adotadas em sala nas aulas de língua portuguesa e se são suficientes para proporcionar aulas apropriadas quão grandemente necessárias, para contemplar as especificidades do aluno disléxico, de maneira a assegurar o seu aprendizado.

    Por: Taynara Freitas de Souzal Educação> Educação Infantill 22/10/2014 lAcessos: 15

    As conexões entre brincar, aprender e ensinar são perceptíveis quando o educador consegue conciliar os objetivos pedagógicos com os objetivos dos alunos. Ensinando a aprender contribuindo para o desenvolvimento da subjetividade, para a construção do ser humano autônomo e criativo, preparando para o exercício da cidadania e da vida coletiva incentivando a buscar justiça social e igualdade com o respeito à diferença.

    Por: Rosana Maciel Averl Educação> Educação Infantill 12/10/2014 lAcessos: 39

    Este artigo tem como objetivo apresentar a pesquisa sobre o impacto do programa escola da família na vida de crianças e adolescentes da Escola Vicente Minicucci na cidade de Franca . A pesquisa foi desenvolvida na Escola Estadual Vicente Minicucci, na cidade de Franca - SP. Seguindo os métodos de observação e questionário aplicados aos responsáveis e participantes do programa. Foi possível perceber que esse programa tem sido de suma importância pelo fato de tirar as crianças da rua, lugar

    Por: Leticia Oliveiral Educação> Educação Infantill 06/10/2014 lAcessos: 23

    No presente trabalho abordar-se-á a temática polêmica e delicada na sociedade atual, o direito à educação de pessoas que possuem algum tipo de deficiência, seja ela visual, auditiva, genética, mental, física, entre outras. No contexto escolar constantemente presencia-se cenas de descaso, marginalização e discriminação de crianças portadoras de necessidades educacionais especiais e/ou deficientes.

    Por: SIMARA SEBASTIANA DA SILVSl Educação> Educação Infantill 10/12/2012 lAcessos: 86

    O preconceito linguístico sempre esteve presente nas escolas, de uns tempos para cá, é que se tem falado no assunto, principalmente depois da publicação dos P.C. N. s que dão ênfase á não descriminação das variedades linguísticas, pois, a tradição do ensino brasileiro é de esperar que o aluno chegue à escola falando, o que é julgado correto, a norma padrão.

    Por: SIMARA SEBASTIANA DA SILVSl Educação> Educação Infantill 05/12/2012 lAcessos: 128

    Este artigo pretende abordar uma problemática que vem sendo discutido em "meias palavras", pois afeta diretamento a famiília do aluno. São os problemas familiares que a criança traz para dentro da sala de aula em forma de indisciplina e baixo rendimento escolar.

    Por: SIMARA SEBASTIANA DA SILVSl Educação> Educação Infantill 26/10/2012 lAcessos: 97
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