Quais Foram Os Avanços Da Educação E Da Criança Do Século XVI Ao Século XIX?

Publicado em: 22/10/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 572 |

A Educação infantil sofreu grandes transformações nos últimos tempos. "Inicialmente a criança era vista como um ser sem importância, quase invisível, hoje ela é considerada em todas as suas especificidades, com identidade pessoal e histórica" (Soares, 2012).

Na Idade Média não havia clareza em relação ao período que caracterizava a infância. A classificação das etapas do desenvolvimento se baseavam pela "questão física e determinava a infância como o período que vai do nascimento dos dentes até os sete anos de idade", como mostra a citação da descrição feita por Le Grand Propriétaire (apud Ariès, 1978 : 6 )

Na Idade Média encontramos uma sociedade onde os senhores de terra possuíam um poder quase que monárquico, construindo suas leis, sua cultura, suas moedas, seus valores etc. A Igreja e o Estado serviam para legitimação política e limitação dos poderes dos senhores feudais.

Nesta época não havia diferenciação entre o "Mundo Adulto" e o "Mundo Infantil". O período de infância (0-6 anos), considerado "Infância Curta", denominada de "Paparicação", era responsabilidade dos pais no sentido de cuidar da criança porque essa não tinha autonomia e as mesmas possuíam pequena expectativa de vida por causa das precárias formas de vida: o importante era a criança crescer rápido para entrar na vida adulta.

A primeira idade é a infância que planta os dentes, e essa idade começa quando a criança nasce e dura até os sete anos, e nessa idade aquilo que nasce é chamado de enfant (criança), que quer dizer não-falante, pois nessa idade a pessoa não pode falar bem nem tomar perfeitamente as palavras, pois ainda não tem seus dentes bem ordenados nem firmes... (Soares, 2012)

Aos sete anos a criança era encaminhada  para outra família para aprender os trabalhos domésticos e valores humanos, através de aquisição de conhecimento e experiências práticas, com fundamental importância de aprender um ofício.

Essa ida para outra casa fazia com que a criança saísse do controle da família genitora, não possibilitando a criação do sentimento entre pais e filhos, não havia vínculo afetivo doa adultos com as crianças.

Os colégios existentes nesta época, dirigidos pela Igreja, estavam reservados para um pequeno grupo de clérigos (principalmente do sexo masculino), de todas as idades.

Não existia traje especial para diferenciar adulto de criança. Havia os trajes que diferenciavam as classes sociais.

Até o século XVII a sociedade não dava muita atenção às crianças. Devido às más condições sanitárias a mortalidade infantil era comum. O índice de natalidade também era alto, o que ocasionava uma espécie de substituição das crianças mortas. A perda era vista como algo muito natural e que não merecia ser lamentada por muito tempo: "/.../ as pessoas não podiam se apegar muito a algo que era considerado uma perda eventual..." (Áries, 1978 : 22 ).

No século XVII, entretanto, a criança, ou ao menos a criança de boa família, quer fosse nobre ou burguesa, não era mais vestida como os adultos. Ela agora tinha um traje reservado à sua idade que a distinguia dos adultos. Esse fato essencial aparece logo ao primeiro olhar lançado às numerosas representações de criança do início do século XVII (Áriès, 1978: 33 ).

As grandes transformações sociais ocorridas no século XVII contribuíram decisivamente para a construção de um sentimento de infância. As reformas religiosas católicas e protestantes trouxeram um novo olhar do ser criança e sua aprendizagem. Outro aspecto importante é a afetividade, que ganhou mais importância no seio na família.

Essa afetividade era demonstrada, principalmente, por meio da valorização que a educação passou a ter. A aprendizagem das crianças, que antes se dava na convivência das crianças com os adultos em suas tarefas cotidianas, passou a dar-se na escola. O trabalho com fins educativos foi substituído pela escola, que passou a ser responsável pelo processo deformação. As crianças foram então separadas dos adultos e mantidas em escolas até estarem "prontas" para a vida em sociedade. (Ariès, 1978 ).

As escolas passam a sofrer alterações deixando de ser reservada somente aos clérigos para ser um instrumento de iniciação social.

Nesse momento, o sentimento de infância corresponde a duas atitudes contraditórias: uma que ainda considera as crianças ingênuas, inocentes e graciosas, e a outra que toma a criança um ser imperfeito e incompleto, que necessita da "moralização" e da educação feita pelo adulto (Kramer, 2003:18 ).

Esses dois sentimentos são originados por uma nova postura da família em relação à criança, que passa a assumir mais efetivamente a sua função, a família começa a perceber a criança como um investimento futuro, que precisa ser preservado, e portanto deve ser afastada de maus físicos e morais. Para Kramer (2003 : 18 ) "não é a família que é nova, mas, sim o sentimento de família que surge nos séculos XVI e XVII, inseparável do sentimento de infância."

A vida familiar ganha um caráter mais privado, e aos poucos a família assume o papel que antes era destinado à comunidade. É importante salientar que esse sentimento de infância e de família representa um padrão burguês, que se transformou em universal. Segundo Kramer :

...a idéia de infância (... ) aparece com a sociedade capitalista, urbano-industrial, na medida em que mudam a sua inserção e o papel social da criança na comunidade. se, na sociedade feudal, a criança exercia um papel produtivo direto ("de adulto") assim que ultrapassava o período de alta mortalidade, na sociedade burguesa ela passa a ser alguém que precisa de ser cuidada, escolarizada e preparada para uma função futura. Este conceito de infância é pois, determinado historicamente pela modificação das formas de organização da sociedade( 2003 : 19 ).

Na Idade Moderna, a Revolução Industrial, o Iluminismo e a constituição de Estados laicos trouxeram modificações sociais e intelectuais, modificando a visão que se tinha da criança. A criança nobre é tratada diferentemente da criança pobre. Tinha-se amor, piedade e dor por essa criança. Lamentava-se a morte de dela, guardando retratos para torná-la imortal. A criança da plebe não tinha esse tratamento. 

Erasmo Desidério (1467-1535), um dos pioneiros da educação dessa época, satirizava em suas obras e trabalho o conservadorismo religioso e a cultura medieval. Viveu entre a crise do feudalismo e o início do capitalismo (Renascimento) e tomou como novas propostas educacionais à forma de concretizar a construção de um novo ideal de homem através da simples contemplação do mundo. Fundamentado no Renascimento e no Iluminismo, Desidério, considerava a disciplina do corpo como forma de reorganizar os comportamentos e valores da época propondo um método educativo sereno, divertido e carinhoso por meio de jogos e brincadeiras.

Michael Eyquem de Montaigne(1533 – 1592), também com uma visão humanista, trouxe a concepção do respeito à criança agregando um valor renascentista: a liberdade de pensamento.

Para Montaigne a educação das crianças devia superar a simples assimilação de informações, deveria haver um questionamento e desenvolvimento de opiniões próprias a fim de construir o saber pela reflexão e debates (conceito "cabeça-bem-feita").

No século XVI a crença de ingenuidade infantil passa a ser contemplada como "fonte de inspiração e relaxamento" (Áries, 1978), a criança sendo ser cuidada pela mãe e por uma ama (pessoa que acompanhava a criança em seu dia-a-dia). A preocupação em não corromper a inocência da infância surge com uma prevenção de mistura confusa e desordenada de sexo e de condições sociais.

A ida das pessoas do campo para as cidades possibilitou que as famílias pudessem dividir suas casas em cômodos preservando a intimidade. O conceito de família evolui com a Revolução Industrial, e para a infância surge a valorização com os cuidados e sentimentos de afetividade, consequentemente os pais passam a se preocupar com a preparação da criança para a vida e passam a acompanhar o desenvolvimento escolar.

No século XVIII, além da educação a família passou a se interessar pelas questões relacionadas à higiene e à saúde da criança, o que levou a uma considerável diminuição dos índices de mortalidade.

As mudanças ainda eram restritas, beneficiaram as crianças da burguesia, pois as crianças do povo continuaram a não ter acesso aos ganhos representados pela nova concepção de infância, como o direito à educação e a cuidados mais específicos, sendo direcionadas para o trabalho.

A criança sai do anonimato e lentamente ocupa um espaço de maior destaque na sociedade. Essa evolução traz modificações profundas em relação à educação, esta teve que procurar atender as novas demandas que foram desencadeadas pela valorização da criança, pois a aprendizagem além da questão religiosa passou a ser um dos pilares no atendimento à criança. Segundo Loureiro :

...nesse período começa a existir uma preocupação em conhecer a mentalidade das crianças a fim de adaptar os métodos de educação a elas, facilitando o processo de aprendizagem. Surge uma ênfase na imagem da criança como um anjo, "testemunho da inocência batismal" e, por isso, próximo de Cristo (LOUREIRO, 2005 : 36 ).

Surge a abordagem de João Amós Comênius (1592-1670), pioneiro na criação de métodos para despertar o interesse do aluno. Ele embutia em seus discursos a educação necessária a todos com a eliminação entre classes nos processos educativos. Seu método intuía colocar o homem no mundo como participante ativo, e contava com um método didático fundamentado na compreensão (retenção e práticas) abordando princípios gerais, ensinamentos de forma direta e clara e aplicação prática.

Para Comênius, brincar era um princípio de exploração do mundo que desencadeava a estimulação dos sentidos, preparava o "terreno da inteligência".

Sua importância na educação é extremamente relevante. Comênius fixou as bases da organização de ensino, trouxe concepções do desenvolvimento de aptidões da criança em contato com as coisas/objetos, traçou o plano da escola unificada e implementou o ensino da religião e ética.

Hoje, a criança é vista como um sujeito de direitos, situado historicamente e que precisa ter as suas necessidades físicas, cognitivas, psicológicas, emocionais e sociais supridas, caracterizando um atendimento integral e integrado da criança.

Isso se deve a muitas propostas educativas. Educadores protestantes, como Rousseau, Pestalozzi e Froebel foram extremamente importantes nesse período, por defenderem a educação como um direito universal.

A causa da fragmentação social tornou a escola popular deficiente em muitos aspectos. O padrão de criança era a criança burguesa, mas nem todas eram burguesas, nem todas possuíam uma bagagem familiar que aproveitada pelo sistema educacional. E para resolver esse problema, criou-se os programas de cunho compensatório para suprir as deficiências de saúde, nutrição, educação e as do meio sócio cultural.

Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), representante do Iluminismo levantou questões como a importância dos pais na educação das crianças estimulando-as entre 0 e 2 anos com exercícios para o corpo e sentidos, dos 2 aos 12 anos a educação deveria ser voltada ao âmbito físico (ginástica, natação ...), estimulada através de brincadeiras e contato com a natureza sem lições formais e livros. Preocupo-se com o educador, sendo que este deveria conhecer a si mesmo e ter virtudes e posturas condizentes com os princípios que postula.

Rousseau compartilhou em suas teorias a valorização da naturalidade da criança em consonância com sua idade implementando um processo que deveria atender os princípios da liberdade (jardins da infância), trabalhos escolares com novas metodologias e solidariedade.

A educação compensatória começou no século XIX com Pestalozzi, Froebel, Montessori e McMillan. A pré-escola era encarada por esses pensadores como uma forma de superar a miséria, a pobreza, a negligência das famílias. Mas sua aplicação ocorreu efetivamente no século XX, depois muitos movimentos que indicavam o precário trabalho desenvolvido nesse nível de ensino, prejudicando a escola elementar.

Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827) é um dos pioneiros da pedagogia moderna. Inspirado pelo trabalho de Rosseau evolui as teorias de concepções de educação com a natureza, a educação familiar e a ética na educação. Implementou a formação espiritual ("espírito-coração-mão") como a triplicidade do conhecer-querer-agir para aprimoramento da inteligência, moral e técnica educacional. O pressuposto seria a vivência intuitiva para gerar conceitos mais abstratos, sendo para ele a intuição a verdadeira fonte do conhecimento.

Pestalozzi admitia que a criança deveria ser conduzida a perceber intuitivamente os fenômenos para chegar a uma conclusão que ampliaria a simples percepção sensorial, o que levaria o ser a atingir o intelecto e o sentimento. O Educador tinha papel fundamental nesse processo, era responsável a acompanhar o sentir da criança para descobrimento dos significados das coisas e não apresentar definições.

Influenciado por Rousseau e Petalozzi, Augusto Guilherme Frederico Froebel (1782-1852)é considerado um dos maiores pedagogos da época do Romantismo.

Froebel foi responsável pela divisão conceito de desenvolvimento da criança em etapas: infância, meninice, puberdade, mocidade e maturidade. Implementou os "jardins de infância" com o método intuitivo para menores de 8 anos através do método global (associação do desenvolvimento cognitivo, intelectual, físico e manual aos aspectos sociais e religiosos – integração "cabeça-mão-coração").

Seus métodos com foco na valorização de jogos, brincadeiras e atividades em grupo intensificava o processo de dinamismo do conhecimento de si (a intuição). Froebel foi o primeiro a valorizar a educação na infância e propor alternativas para concretizar um trabalho com intenção educativa para a primeira fase da infância com foco no lúdico.

Percebe-se que durante os séculos V e XVII a educação moralista predominante em regras e disciplinas era característica necessária para que as crianças fossem inseridas no mundo adulto. No século XVII a postura da valorização da presença e da existência da criança entra em discussão e evolui somente no século XIX para a necessidade de educar a criança para o desenvolvimento social.

O caráter cristão ao qual a educação das crianças foi ancorada em concepções de se adquirir o princípio da razão e o fazer delas adultos cristãos e racionais norteou a educação do século XIX e norteou o século XX, mas os pensamentos dos grandes pensadores aqui citados  motivaram o desenvolvimento na a quebra de paradigmas e abriram o campo para novos educadores proporcionarem avanços teóricos na área da educação.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ARIÈS, Philippe. História Social da Criança e da Família. Rio de Janeiro. LTC,1978.

FRANCO, Francisco Carlos. Fundamentos da Educação Infantil. Braz Cubas. 2012.

KRAMER, Sônia. A Política do pré-escolar no Brasil: A arte do disfarce. 7ª edição. São Paulo: Cortez, 2003.

LOUREIRO, Stefânie Arca Garrido. Alfabetização: uma perspectiva humanista e progressista. Belo Horizonte. Autêntica, 2005.

SOARES, Ângela da Silva. Artigo Concepção da infância e da educação infantil: a construção de um novo perfil para o professor de educação infantil. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-15742005 00 0200014. Cadernos de Pesquisa ISSN 0100-1574. Acessado em 22/09/2012.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/quais-foram-os-avancos-da-educacao-e-da-crianca-do-seculo-xvi-ao-seculo-xix-6262338.html

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