Quais Foram Os Avanços Da Educação E Da Criança Do Século XVI Ao Século XIX?

Publicado em: 22/10/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 616 |

A Educação infantil sofreu grandes transformações nos últimos tempos. "Inicialmente a criança era vista como um ser sem importância, quase invisível, hoje ela é considerada em todas as suas especificidades, com identidade pessoal e histórica" (Soares, 2012).

Na Idade Média não havia clareza em relação ao período que caracterizava a infância. A classificação das etapas do desenvolvimento se baseavam pela "questão física e determinava a infância como o período que vai do nascimento dos dentes até os sete anos de idade", como mostra a citação da descrição feita por Le Grand Propriétaire (apud Ariès, 1978 : 6 )

Na Idade Média encontramos uma sociedade onde os senhores de terra possuíam um poder quase que monárquico, construindo suas leis, sua cultura, suas moedas, seus valores etc. A Igreja e o Estado serviam para legitimação política e limitação dos poderes dos senhores feudais.

Nesta época não havia diferenciação entre o "Mundo Adulto" e o "Mundo Infantil". O período de infância (0-6 anos), considerado "Infância Curta", denominada de "Paparicação", era responsabilidade dos pais no sentido de cuidar da criança porque essa não tinha autonomia e as mesmas possuíam pequena expectativa de vida por causa das precárias formas de vida: o importante era a criança crescer rápido para entrar na vida adulta.

A primeira idade é a infância que planta os dentes, e essa idade começa quando a criança nasce e dura até os sete anos, e nessa idade aquilo que nasce é chamado de enfant (criança), que quer dizer não-falante, pois nessa idade a pessoa não pode falar bem nem tomar perfeitamente as palavras, pois ainda não tem seus dentes bem ordenados nem firmes... (Soares, 2012)

Aos sete anos a criança era encaminhada  para outra família para aprender os trabalhos domésticos e valores humanos, através de aquisição de conhecimento e experiências práticas, com fundamental importância de aprender um ofício.

Essa ida para outra casa fazia com que a criança saísse do controle da família genitora, não possibilitando a criação do sentimento entre pais e filhos, não havia vínculo afetivo doa adultos com as crianças.

Os colégios existentes nesta época, dirigidos pela Igreja, estavam reservados para um pequeno grupo de clérigos (principalmente do sexo masculino), de todas as idades.

Não existia traje especial para diferenciar adulto de criança. Havia os trajes que diferenciavam as classes sociais.

Até o século XVII a sociedade não dava muita atenção às crianças. Devido às más condições sanitárias a mortalidade infantil era comum. O índice de natalidade também era alto, o que ocasionava uma espécie de substituição das crianças mortas. A perda era vista como algo muito natural e que não merecia ser lamentada por muito tempo: "/.../ as pessoas não podiam se apegar muito a algo que era considerado uma perda eventual..." (Áries, 1978 : 22 ).

No século XVII, entretanto, a criança, ou ao menos a criança de boa família, quer fosse nobre ou burguesa, não era mais vestida como os adultos. Ela agora tinha um traje reservado à sua idade que a distinguia dos adultos. Esse fato essencial aparece logo ao primeiro olhar lançado às numerosas representações de criança do início do século XVII (Áriès, 1978: 33 ).

As grandes transformações sociais ocorridas no século XVII contribuíram decisivamente para a construção de um sentimento de infância. As reformas religiosas católicas e protestantes trouxeram um novo olhar do ser criança e sua aprendizagem. Outro aspecto importante é a afetividade, que ganhou mais importância no seio na família.

Essa afetividade era demonstrada, principalmente, por meio da valorização que a educação passou a ter. A aprendizagem das crianças, que antes se dava na convivência das crianças com os adultos em suas tarefas cotidianas, passou a dar-se na escola. O trabalho com fins educativos foi substituído pela escola, que passou a ser responsável pelo processo deformação. As crianças foram então separadas dos adultos e mantidas em escolas até estarem "prontas" para a vida em sociedade. (Ariès, 1978 ).

As escolas passam a sofrer alterações deixando de ser reservada somente aos clérigos para ser um instrumento de iniciação social.

Nesse momento, o sentimento de infância corresponde a duas atitudes contraditórias: uma que ainda considera as crianças ingênuas, inocentes e graciosas, e a outra que toma a criança um ser imperfeito e incompleto, que necessita da "moralização" e da educação feita pelo adulto (Kramer, 2003:18 ).

Esses dois sentimentos são originados por uma nova postura da família em relação à criança, que passa a assumir mais efetivamente a sua função, a família começa a perceber a criança como um investimento futuro, que precisa ser preservado, e portanto deve ser afastada de maus físicos e morais. Para Kramer (2003 : 18 ) "não é a família que é nova, mas, sim o sentimento de família que surge nos séculos XVI e XVII, inseparável do sentimento de infância."

A vida familiar ganha um caráter mais privado, e aos poucos a família assume o papel que antes era destinado à comunidade. É importante salientar que esse sentimento de infância e de família representa um padrão burguês, que se transformou em universal. Segundo Kramer :

...a idéia de infância (... ) aparece com a sociedade capitalista, urbano-industrial, na medida em que mudam a sua inserção e o papel social da criança na comunidade. se, na sociedade feudal, a criança exercia um papel produtivo direto ("de adulto") assim que ultrapassava o período de alta mortalidade, na sociedade burguesa ela passa a ser alguém que precisa de ser cuidada, escolarizada e preparada para uma função futura. Este conceito de infância é pois, determinado historicamente pela modificação das formas de organização da sociedade( 2003 : 19 ).

Na Idade Moderna, a Revolução Industrial, o Iluminismo e a constituição de Estados laicos trouxeram modificações sociais e intelectuais, modificando a visão que se tinha da criança. A criança nobre é tratada diferentemente da criança pobre. Tinha-se amor, piedade e dor por essa criança. Lamentava-se a morte de dela, guardando retratos para torná-la imortal. A criança da plebe não tinha esse tratamento. 

Erasmo Desidério (1467-1535), um dos pioneiros da educação dessa época, satirizava em suas obras e trabalho o conservadorismo religioso e a cultura medieval. Viveu entre a crise do feudalismo e o início do capitalismo (Renascimento) e tomou como novas propostas educacionais à forma de concretizar a construção de um novo ideal de homem através da simples contemplação do mundo. Fundamentado no Renascimento e no Iluminismo, Desidério, considerava a disciplina do corpo como forma de reorganizar os comportamentos e valores da época propondo um método educativo sereno, divertido e carinhoso por meio de jogos e brincadeiras.

Michael Eyquem de Montaigne(1533 – 1592), também com uma visão humanista, trouxe a concepção do respeito à criança agregando um valor renascentista: a liberdade de pensamento.

Para Montaigne a educação das crianças devia superar a simples assimilação de informações, deveria haver um questionamento e desenvolvimento de opiniões próprias a fim de construir o saber pela reflexão e debates (conceito "cabeça-bem-feita").

No século XVI a crença de ingenuidade infantil passa a ser contemplada como "fonte de inspiração e relaxamento" (Áries, 1978), a criança sendo ser cuidada pela mãe e por uma ama (pessoa que acompanhava a criança em seu dia-a-dia). A preocupação em não corromper a inocência da infância surge com uma prevenção de mistura confusa e desordenada de sexo e de condições sociais.

A ida das pessoas do campo para as cidades possibilitou que as famílias pudessem dividir suas casas em cômodos preservando a intimidade. O conceito de família evolui com a Revolução Industrial, e para a infância surge a valorização com os cuidados e sentimentos de afetividade, consequentemente os pais passam a se preocupar com a preparação da criança para a vida e passam a acompanhar o desenvolvimento escolar.

No século XVIII, além da educação a família passou a se interessar pelas questões relacionadas à higiene e à saúde da criança, o que levou a uma considerável diminuição dos índices de mortalidade.

As mudanças ainda eram restritas, beneficiaram as crianças da burguesia, pois as crianças do povo continuaram a não ter acesso aos ganhos representados pela nova concepção de infância, como o direito à educação e a cuidados mais específicos, sendo direcionadas para o trabalho.

A criança sai do anonimato e lentamente ocupa um espaço de maior destaque na sociedade. Essa evolução traz modificações profundas em relação à educação, esta teve que procurar atender as novas demandas que foram desencadeadas pela valorização da criança, pois a aprendizagem além da questão religiosa passou a ser um dos pilares no atendimento à criança. Segundo Loureiro :

...nesse período começa a existir uma preocupação em conhecer a mentalidade das crianças a fim de adaptar os métodos de educação a elas, facilitando o processo de aprendizagem. Surge uma ênfase na imagem da criança como um anjo, "testemunho da inocência batismal" e, por isso, próximo de Cristo (LOUREIRO, 2005 : 36 ).

Surge a abordagem de João Amós Comênius (1592-1670), pioneiro na criação de métodos para despertar o interesse do aluno. Ele embutia em seus discursos a educação necessária a todos com a eliminação entre classes nos processos educativos. Seu método intuía colocar o homem no mundo como participante ativo, e contava com um método didático fundamentado na compreensão (retenção e práticas) abordando princípios gerais, ensinamentos de forma direta e clara e aplicação prática.

Para Comênius, brincar era um princípio de exploração do mundo que desencadeava a estimulação dos sentidos, preparava o "terreno da inteligência".

Sua importância na educação é extremamente relevante. Comênius fixou as bases da organização de ensino, trouxe concepções do desenvolvimento de aptidões da criança em contato com as coisas/objetos, traçou o plano da escola unificada e implementou o ensino da religião e ética.

Hoje, a criança é vista como um sujeito de direitos, situado historicamente e que precisa ter as suas necessidades físicas, cognitivas, psicológicas, emocionais e sociais supridas, caracterizando um atendimento integral e integrado da criança.

Isso se deve a muitas propostas educativas. Educadores protestantes, como Rousseau, Pestalozzi e Froebel foram extremamente importantes nesse período, por defenderem a educação como um direito universal.

A causa da fragmentação social tornou a escola popular deficiente em muitos aspectos. O padrão de criança era a criança burguesa, mas nem todas eram burguesas, nem todas possuíam uma bagagem familiar que aproveitada pelo sistema educacional. E para resolver esse problema, criou-se os programas de cunho compensatório para suprir as deficiências de saúde, nutrição, educação e as do meio sócio cultural.

Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), representante do Iluminismo levantou questões como a importância dos pais na educação das crianças estimulando-as entre 0 e 2 anos com exercícios para o corpo e sentidos, dos 2 aos 12 anos a educação deveria ser voltada ao âmbito físico (ginástica, natação ...), estimulada através de brincadeiras e contato com a natureza sem lições formais e livros. Preocupo-se com o educador, sendo que este deveria conhecer a si mesmo e ter virtudes e posturas condizentes com os princípios que postula.

Rousseau compartilhou em suas teorias a valorização da naturalidade da criança em consonância com sua idade implementando um processo que deveria atender os princípios da liberdade (jardins da infância), trabalhos escolares com novas metodologias e solidariedade.

A educação compensatória começou no século XIX com Pestalozzi, Froebel, Montessori e McMillan. A pré-escola era encarada por esses pensadores como uma forma de superar a miséria, a pobreza, a negligência das famílias. Mas sua aplicação ocorreu efetivamente no século XX, depois muitos movimentos que indicavam o precário trabalho desenvolvido nesse nível de ensino, prejudicando a escola elementar.

Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827) é um dos pioneiros da pedagogia moderna. Inspirado pelo trabalho de Rosseau evolui as teorias de concepções de educação com a natureza, a educação familiar e a ética na educação. Implementou a formação espiritual ("espírito-coração-mão") como a triplicidade do conhecer-querer-agir para aprimoramento da inteligência, moral e técnica educacional. O pressuposto seria a vivência intuitiva para gerar conceitos mais abstratos, sendo para ele a intuição a verdadeira fonte do conhecimento.

Pestalozzi admitia que a criança deveria ser conduzida a perceber intuitivamente os fenômenos para chegar a uma conclusão que ampliaria a simples percepção sensorial, o que levaria o ser a atingir o intelecto e o sentimento. O Educador tinha papel fundamental nesse processo, era responsável a acompanhar o sentir da criança para descobrimento dos significados das coisas e não apresentar definições.

Influenciado por Rousseau e Petalozzi, Augusto Guilherme Frederico Froebel (1782-1852)é considerado um dos maiores pedagogos da época do Romantismo.

Froebel foi responsável pela divisão conceito de desenvolvimento da criança em etapas: infância, meninice, puberdade, mocidade e maturidade. Implementou os "jardins de infância" com o método intuitivo para menores de 8 anos através do método global (associação do desenvolvimento cognitivo, intelectual, físico e manual aos aspectos sociais e religiosos – integração "cabeça-mão-coração").

Seus métodos com foco na valorização de jogos, brincadeiras e atividades em grupo intensificava o processo de dinamismo do conhecimento de si (a intuição). Froebel foi o primeiro a valorizar a educação na infância e propor alternativas para concretizar um trabalho com intenção educativa para a primeira fase da infância com foco no lúdico.

Percebe-se que durante os séculos V e XVII a educação moralista predominante em regras e disciplinas era característica necessária para que as crianças fossem inseridas no mundo adulto. No século XVII a postura da valorização da presença e da existência da criança entra em discussão e evolui somente no século XIX para a necessidade de educar a criança para o desenvolvimento social.

O caráter cristão ao qual a educação das crianças foi ancorada em concepções de se adquirir o princípio da razão e o fazer delas adultos cristãos e racionais norteou a educação do século XIX e norteou o século XX, mas os pensamentos dos grandes pensadores aqui citados  motivaram o desenvolvimento na a quebra de paradigmas e abriram o campo para novos educadores proporcionarem avanços teóricos na área da educação.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ARIÈS, Philippe. História Social da Criança e da Família. Rio de Janeiro. LTC,1978.

FRANCO, Francisco Carlos. Fundamentos da Educação Infantil. Braz Cubas. 2012.

KRAMER, Sônia. A Política do pré-escolar no Brasil: A arte do disfarce. 7ª edição. São Paulo: Cortez, 2003.

LOUREIRO, Stefânie Arca Garrido. Alfabetização: uma perspectiva humanista e progressista. Belo Horizonte. Autêntica, 2005.

SOARES, Ângela da Silva. Artigo Concepção da infância e da educação infantil: a construção de um novo perfil para o professor de educação infantil. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-15742005 00 0200014. Cadernos de Pesquisa ISSN 0100-1574. Acessado em 22/09/2012.

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 2 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/quais-foram-os-avancos-da-educacao-e-da-crianca-do-seculo-xvi-ao-seculo-xix-6262338.html

    Palavras-chave do artigo:

    educacao infantil

    ,

    historia da educacao infantil

    Comentar sobre o artigo

    A educação das crianças foi uma função considerada por muito tempo sendo uma responsabilidade das famílias ou de um determinado grupo social ao qual a mesma fazia parte, e assim ela aprendia, adquiria conhecimentos e era moldada seguindo as acepções que do meio. Porém com a grande transformação da sociedade e suas estruturas, logo o sistema educacional também sofreu muitas mudanças dando mais importância para a formação infantil.

    Por: Maria Zilda da Silva Barbosal Educação> Educação Infantill 20/07/2014 lAcessos: 107
    EDINALVA COSTA DE ANDRADE

    O Gestor na Educação Infantil, atualmente é visto sob um novo paradigma,baseado na visão global do conhecimento.Assim sob o novo perfil, não se preocupa somente com a parte burocrática do ensino, como em todo o contexto que se situa o ensino a a aprendizagem.Deve ser um mediador de um trabalho democrático.Como gestor na educação infantil,ser conhecedor das novas perspectivas da organização dos espaços pedagógicos desse nível de ensino. Conhecedor da criança na sua faixa etária, 0 a 6 anos.

    Por: EDINALVA COSTA DE ANDRADEl Educação> Educação Infantill 20/11/2014 lAcessos: 19
    Aline Pereira Dutra Santana e Sabrina Celestino Soares, Orientadora: Profª. Ms. Josiane Fujisawa Filus

    Este artigo faz uma reflexão sobre a história da educação escolar de pessoas em condição de deficiência no Brasil. Analisamos o final do século XVIII até as atuais discussões sobre o processo inclusivo. Observamos que os conceitos de deficiência e a ênfase na limitação da pessoa acompanharam os educadores no decorrer dos anos e têm influenciado a prática deles até hoje. Concluímos que uma educação de qualidade a todos ainda não é uma realidade, mas é preciso o trabalho de todos para que aconteça

    Por: Aline Pereira Dutra Santana e Sabrina Celestino Soares, Orientadora: Profª. Ms. Josiane Fujisawa Filusl Educaçãol 04/11/2009 lAcessos: 2,783 lComentário: 6
    Ribamar Pinho

    É de extrema importância a presença da família no contexto escolar onde é imprescindível que os pais frequentem o ambiente escolar para saber de que maneira é desenvolvido o comportamento e aprendizagem de seus filhos. A presença da família na escola é significante porque demonstra apoio e preocupação com a aprendizagem da criança, sendo que, com a presença dos mesmos, a sociedade escolar, sentir-se-á honrada, compromissada e motivada para tratar o processo de ensino aprendizagem da criança.

    Por: Ribamar Pinhol Educação> Educação Infantill 20/01/2013 lAcessos: 1,105
    Elias Ribeiro Tork Filho

    O presente artigo apresenta como objetivo investigar a práxis pedagógica da Educação Física na 1ª Etapa da Educação de Jovens e Adultos (EJA), especificamente as dificuldades do professor em ministrar aulas à clientela da EJA. Pois, sabe-se que a Educação Física Escolar a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, apresenta-se como componente curricular obrigatório da educação básica. Com isso, analisa-se que a EJA ao fazer parte da educação básica precisa que o prof

    Por: Elias Ribeiro Tork Filhol Educação> Ensino Superiorl 17/12/2013 lAcessos: 195
    André Reis

    Este trabalho traz um estudo da matéria educação em todas as Constituições brasileiras considerando o cenário social, econômico e político de cada período. A finalidade deste artigo é proporcionar um entendimento de como o assunto se desenvolveu até culminar na atual Constituição - cuja temática educacional é tratada como direito fundamental e incluída no rol de direitos sociais.

    Por: André Reisl Direito> Doutrinal 18/01/2011 lAcessos: 1,458

    Análise dos principais momentos que levaram à consolidação de uma legislação internacional pela proteção dos Direitos Humanos, destacando os dilemas vivenciados em cada etapa desse processo e chamando a atenção para os méritos e debilidades evidenciados pela distância histórica. Há ainda um esforço por se compreender os efeitos dessa trajetória histórica sob o caso particular do Brasil, sobretudo a partir de uma ótica constitucionalista.

    Por: Pedro Lara de Arrudal Direitol 04/04/2010 lAcessos: 559

    Este artigo propõe uma discussão sobre o processo de alfabetização na educação infantil a partir do trabalho com as diversas linguagens. Problematizando falas de diferentes sujeitos envolvidos na educação das crianças: docentes, coordenadores, direção e as próprias crianças bem como uma reflexão sobre o próprio cotidiano.

    Por: Julia Maria da Silval Educação> Educação Infantill 05/11/2013 lAcessos: 291

    Na educação infantil existem ainda diferenças de crianças de pré-escola e educadores que trabalham em creche com a não existência de uma formação específica. Toda proposta pedagógica tem uma história e, nela , a afirmação dos professores envolvidos está presente de maneira central, sobretudo quando oferece possibilidades de lembrar a trajetória e de refletir sobre a prática.

    Por: Rosângela L. da Silva Mirandal Educação> Educação Infantill 18/11/2014 lAcessos: 15

    O combate ao trabalho infantil tem sido alvo de muitas discussões, tendo em vista a relação que é estabelecida, pelo senso comum, entre o mesmo e a marginalidade no âmbito brasileiro. Alguns acreditam que o trabalho seja uma forma de ocupação que desvia interesse por atividades ilícitas, no entanto, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho - OIT, Unicef e outros organismos internacionais, as crianças de até 14 anos de idade devem dedicar-se, exclusivamente, à escola.

    Por: Marisa Pigattol Educaçãol 14/05/2008 lAcessos: 8,035 lComentário: 2

    Ao destacar o tema "dificuldade de aprendizagem" muitos confundem esta concepção com uma desatenção em sala de aula ou 'espírito bagunceiro' das crianças. Mas a dificuldade de aprendizagem é tratada por muitos teóricos e estudiosos como um distúrbio ,que pode ser gerado por uma série de problemas cognitivos ou emocionais , afetando o individuo em qualquer área do desempenho escolar.Este artigo visa apresentar uma breve reflexão sobre essas concepções

    Por: Eliete Lopes Matricardil Educação> Educação Infantill 27/03/2015

    Esta temática esta presente diariamente em reuniões que buscam analisar e discutir o problema, para então apontar formas para resolver os distúrbios disciplinares no cotidiano das escolas. A desmotivação e a indisciplina são os maiores obstáculos apresentados pelos professores, que se deparam no dia a dia com à desordem em sala de aula e na escola, além de apresentar como parte desta reclamação a desatenção dos alunos, a falta de interesse e de respeito dos estudantes.

    Por: Eliete Lopes Matricardil Educação> Educação Infantill 27/03/2015

    Este presente Artigo trata de uma reflexão sobre a temática da disortográfia e a importância do trabalho em conjunto dos profissionais educacionais, pacientes e familiares no diagnóstico,tratamento e superação desta distúrbio. Descrevendo a importância do apoio psicopedagogico para se superar tal dificuldade expressa e identificada geralmente nas séries iniciais do Ensino Fundamental.

    Por: Eliete Lopes Matricardil Educação> Educação Infantill 27/03/2015

    Acredito que o gosto pela leitura se apreende, é lendo que as pessoas aprendem a gostar de ler, e já de pequenos podemos, ou não, criar o hábito de leitura. Já dizia Carlos Drummond de Andrade que "a leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade não sente esta sede".

    Por: MARCIA AP.M.FARIASl Educação> Educação Infantill 25/03/2015

    Os contos nasceram, em geral, dos mitos; representam simbolicamente os acontecimentos humanos e sociais e reproduzem, em personagens e situações, valores que atravessam os séculos, porque correspondem a características permanentes do ser humano. Nelly Novaes Coelho, em seu livro Literatura Infantil: teoria, análise, didática, divide esse tipo de narrativa em contos de encantamento, contos maravilhosos e contos de fadas.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015 lAcessos: 14

    Uma das características mais marcantes da sociedade atual é seu alto grau de racionalização, isto é, cada vez mais de organiza em função do melhor aproveitamento do tempo. A busca incessante do lucro e de uma maior produtividade submete todos os setores da vida social às mais variadas formas de planejamento. A Educação na fica fora dessa tendência e nem escapa dessa racionalização.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015

    A escola tem sido responsabilizada há algum tempo pelos desvios de comportamento que se observa na vida social. Mas será sempre ela que tem essa responsabilidade? Ou será que ela responsabilidade foi imposta sem maiores questionamentos e agora de quem deve ser cobrada a recuperação dos indivíduos que não tem o comportamento esperado pela sociedade?

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015 lAcessos: 22

    Criar sempre foi uma característica do ser humano. Com essa capacidade o homem cria mas precisa ser despertado e isso só acontece com sua interação com o mundo. Desde o inicio dos tempos o homem cria e produz novas tecnologias. Sempre movido por suas necessidades e desejos. Assim, através dos objetos inventados modifica o mundo e sua relação com o universo. Desde as mais antigas ferramentas até os mais modernos aparelhos percebe-se que a tecnologia é útil, necessária e fascinante.

    Por: Alexandrina M. P. de Fariasl Educação> Educação Infantill 08/03/2015 lAcessos: 14
    Tamaris Fontanella

    O ensino tradicional é uma das concepções mais antigas e que predomina nas escolas até hoje. Na atualidade, frente à sociedade da informação, onde o aluno pode obter conhecimento em diversos canais de comunicação e na vasta rede da Internet, minha grande preocupação é: qual é será papel do professor?

    Por: Tamaris Fontanellal Educaçãol 25/04/2013 lAcessos: 70
    Tamaris Fontanella

    Na sociedade capitalista atual somos bombardeados, constantemente, pela mídia que cria e transfere modelos de realidades para que possamos consumir seus produtos e serviços. O que isso tem haver com o mito da caverna?

    Por: Tamaris Fontanellal Psicologia&Auto-Ajuda> Auto-Ajudal 24/04/2013 lAcessos: 60
    Tamaris Fontanella

    Émile Dürkheim, considerado o fundador da Sociologia Moderna, introduziu o método de análise sociológica e o conceito de fatos sociais. Mas o que seriam fatos sociais?

    Por: Tamaris Fontanellal Educação> Ciêncial 24/04/2013 lAcessos: 56
    Tamaris Fontanella

    No meio acadêmico é comum o professor se deparar com o plágio em trabalhos de seus alunos, e no Brasil podem ocorrer posturas diversas dos mestres diante dessa situação.

    Por: Tamaris Fontanellal Educação> Ensino Superiorl 24/04/2013 lAcessos: 117
    Tamaris Fontanella

    Atualmente somos bombardeados de informações, mas nem todas as informações são importantes ao nosso desenvolvimento pessoal e profissional.

    Por: Tamaris Fontanellal Educaçãol 24/04/2013 lAcessos: 53
    Tamaris Fontanella

    O trabalho com a musculatura pélvica (MAP) há 3 variantes que conhecidos passo-a-passo proporcionará fortalecimento, controle e mobilidade em busca do prazer para que a mulher pse sinta mais segurae com boas sensações na relação sexual.

    Por: Tamaris Fontanellal Relacionamentos> Sexualidadel 22/10/2012 lAcessos: 165
    Tamaris Fontanella

    Cones vaginais ou pesinhos são pequenas cápsulas de material resistente e de formato anatômico utilizadas na prática do pompoarismo e ginástica pélvica com o objetivo de fortalecimento muscular. Como usar corretamente?

    Por: Tamaris Fontanellal Relacionamentos> Sexualidadel 22/10/2012 lAcessos: 535
    Tamaris Fontanella

    Pompoarismo não é fast food! Não é hoje que vou para a aula aprender e amanhã a minha musculatura estará firme, irrigada, lubrificada e eu estarei pronta para enlouquecer meu homem com tudo que aprenderei em um dia só! Neopompoarismo exige comprometimento, descobrimento do amor próprio, curiosidade, prática e periodicidade.

    Por: Tamaris Fontanellal Relacionamentos> Sexualidadel 22/10/2012 lAcessos: 81
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast