Artigonal.com - Leia e Publique Artigos
Diretório de Artigos Gratuitos
01.12.2008 Login Cadastro Olá
E-mail:
Senha:
Salve meus dados neste computador 


Como Um Programa De Rádio Mudou Minha Vida

Por: Mathias Gonzalez Ranking do Autor Prata Autor nos TOP 100 | Publicado em: 27-08-2008 | Comentários: 1 | Acessos: 168 | Avaliação:  (193) Ranking do Artigo Azul (?)

Como um programa de rádio mudou minha vida-

Relato de experiência pessoal e profissional

 

 

            O rádio para além de um simples veículo de entretenimento foi na minha infância, um professor amado e respeitado. Filho de pai militar e delegado de polícia na cidade baiana de Vitória da Conquista para onde migramos nos fins dos anos 60, cresci como ouvinte dedicado ao rádio do amanhecer ao anoitecer. A televisão naquela época ainda era um luxo distante e só conhecida através das revistas “O Cruzeiro” e pelo noticiário do “Repórter Esso”.

 

            Aos 5 anos de idade, percebeu-se que meu cérebro ia adiante no pensamento, entravando-me a fala, tornando-me destarte, motivo de pilhérias e brincadeiras entre os amigos de infância. Apesar das recriminações constantes dos meus pais para que eu falasse pausada e calmamente, articulasse bem as palavras, não logrei êxito e preferi o silêncio por muitos anos. Limitei-me a pronunciar monossílabos e grunhidos que expressavam agrado ou desagrado, alegria ou tristeza. Quando era instado a falar, escondia-me sob a cama no refúgio secreto do meu quarto, ou debaixo de um arvoredo do nosso imenso quintal. Quase sempre levava um pequenino rádio amarelo, de pilhas com fone de ouvido (uma raridade na época), presente da minha amada avó Brasília, velha africana, mãe de meu pai. Fora ela quem me dera aquele sublime presente quando voltou uma viagem de São Paulo.

 

            A tartamudez, como é cientificamente conhecida a gagueira, impedia-me de agradecer as manifestações de afeto e carinho dos meus professores e colegas quando me cumprimentavam pelo aniversário. Preferia não comparecer a cerimônias onde tivesse que falar em público ou simplesmente cumprimentar pessoas, para assim evitar a revelação da minha incompetência em me expressar oralmente. Meus produtos escritos, por outro lado, compensavam esta falta de atributos. Não eram raros os elogios dos professores e assombro dos colegas, que não podiam entender como alguém que não falava direito, pudesse produzir poemas, contos e crônicas e expressar-se tão ricamente pela escrita. Incomodava-me visceralmente aquela limitação. Urdia-me o desejo de superá-la.

 

            Lembro-me do dia em que meu pai, afagou-me a cabeça e disse-me que eu deveria imitar os locutores de rádio. Eles eram modelos perfeitos. Tudo quanto eu precisava fazer era repetir suas falas incontáveis vezes até perceber que era capaz de falar com desenvoltura e sem atropelar as palavras. Ensinou-me a respirar profundamente, saborear as palavras, degustá-las sem pressa. Foi deste modo, sem se dar conta, que ele preparou-me para adentrar um universo profissional, que me seria impossível conhecer de outro modo.

 

            Foram muitas as vezes em que chorei em silêncio, quando meus amigos me chamavam por  “gaguinho”, em vez do meu nome. Durante muitos anos até completar onze anos de idade, li tudo sobre a gagueira, mudança de comportamento, hipnose, auto-hipnose, já que naquela época Psicólogos e Fonoaudiólogos eram profissões somente conhecidas nos grandes centros, totalmente fora do meu alcance. Soube pelos livros que o filosofo grego Demóstenes era gago e para superar o defeito colocava pedrinhas na boca durante os exercícios, à beira-mar. A inexistência de mar na minha cidade, levou-me ao improviso. Engoli um sem-número de caroços de feijão e milho. Por não conseguir grande melhora, atribuí o fato aos pequenos grãos e quase morri asfixiado quando enchi a boca com caroços de jaca e alguns se entalaram na minha epiglote, quando eu tentava pronunciar a frase “o rato roeu a roupa do rei de Roma”, por recomendação de um livro. Teria sido cômico na época se não tivesse sido quase trágico. No entanto, não desisti. Acreditava que poderia aprender a falar com Jota Menezes (locutor popular da Rádio Clube de Vitória da Conquista).

 

Durante as madrugadas, agasalhado do frio de 10 graus sob os cobertores espessos, ficava repetindo baixinho as falas dos locutores até ser vencido pelo sono. Difícil era-me acordar no dia seguinte para as lides escolares. Comprei aos 9 anos um rádio de ondas curtas e passei a ouvir emissoras de outros países alguns dos quais tinham emissão em Língua Portuguesa. Depois, descobri que poderia aprender Inglês pela BBC de Londres, ou Francês pela Rádio de La Republique Française, Espanhol pela Voz de América e mesmo Mandarim pela Rádio Internacional de Pequim. Um novo mundo se abriu diante de mim. Foi meu primeiro contato com a educação a distância por meio do rádio. A aprendizagem das várias línguas que aprendi a gostar, teve início naquelas escutas noturnas, através do rádio, meu companheiro inseparável.

 

Todo o meu esforço para falar melhor, imitando os locutores das principais emissoras do mundo valeu a pena. Ao fim de alguns anos, eu já articulava melhor as palavras e numa festa de fim de ano da minha escola, ousei declamar para uma imensa platéia de pais, professores e alunos o poema de Gonçalves Dias, “Canção do Exílio”. Foi uma grande e estrepitosa surpresa. Os abraços, beijos, aplausos e elogios a tão boa performance ainda ecoam em minha mente mesmo tendo se passado quarenta anos. Ninguém sabia que no bolso do meu paletó eu apertava contra o corpo, meu amuleto da sorte: o radiozinho amarelo, presente de minha avó. Um sucesso conduziu-me a outro sucesso.

 

Logo a cidade tomou conhecimento do fenômeno e fui convidado a fazer um programa de rádio, na mesma emissora que me inspirara a aprimorar a voz. Lá pude aprender os segredos da profissão de locutor, sonoplasta, repórter de rádio. Também soube diferenciar um “jingle”de um “spot” ou um comercial. Descobri os vários gêneros de programa, as várias técnicas de entrevista e ao fim de um ano, eu tinha o meu próprio programa de rádio, com uma hora de duração, patrocinado por uma igreja evangélica local. Eu tinha apenas 13 anos de idade e havia chegado mais longe do que tinha imaginado. No programa eu tocava música “gospel” ao tempo em dava notícias sobre os mais variados temas e provocava os ouvintes à participação, escrevendo cartas, dizendo que temas gostariam de ouvir. Convidava especialistas, em geral, meus professores para falarem sobre temas ligados à saúde, higiene, boas maneiras, bem como tratar de problemas da comunidade. Uma expressiva audiência daquela emissora se tornou cativa do meu programa por dois anos.

 

O rádio se tornou para mim, não apenas um instrumento de auto-melhoramento pessoal, mas também granjeou-me formação profissional em tenra idade. Tal capacitação serviu-me de modo expressivo 25 anos depois, quando já graduado, fui estudar na Austrália e lá, produtores de rádio ao saberem da minha paixão pelo rádio educativo, ofereceram-me a oportunidade para produzir, apresentar e mesmo dirigir programas radiofônicos voltados para as comunidades estrangeiras existentes naquele país.

 

A Austrália é conhecida por sua vasta experiência com rádio-educativo desde os anos 50 e muitas emissoras de rádio transmitem seus programas educativos patrocinados por universidades e órgãos públicos que reconhecem a importância de levar educação de qualidade a todos os longínquos recantos daquele país de dimensões continentais, nem sempre providos por outros recursos tecnológicos.

 

Durante 5 anos, criei roteiros, dirigi e apresentei programas radiofônicos na Austrália através de três grandes redes de rádio: 2000 FM, ABC Radio e Portuguese Radio Station, esta última transmitia sua programação cobrindo todo o país e alcançando mais de um milhão de rádio-ouvintes em sua maioria de hispano-falantes e oriundos de países de língua portuguesa. O Programa Brazilian Taste (Sabor Brasileiro), com duração de duas horas de segunda a sábado e outro programada  de igual duração dedicado exclusivamente à  Golden Age (Idade de Ouro) - como é conhecida a terceira idade na Austrália, ocupou a lista dos mais ouvidos durante cinco anos consecutivos.  Os programas eram gravados e apresentados em estúdios computadorizados de última geração, que me permitia colocar no ar uma semana inteira de programas, mesmo estando de férias ou em viagem, sem que os ouvintes percebessem que eu não estava lá ao vivo. A tecnologia de ponta, permitia simular situações variadas, cronometrar e informar a hora certa, temperatura, etc. dando-me total liberdade de ação.

 

Na Portuguese Rádio Station, pude colocar em prática todos os gêneros  e formatos de programa de rádio conhecidos: informativos (notícias, comentários,  entrevistas, reportagens, rádio-aulas, enquetes, flashes, boletins, debates); dramatizados (sociodramas, radioteatros, adaptação de histórias, contos, lendas, humor, recital de poesias) e musicais (música de vários países, shows ao vivo, calouros), incluindo sempre a massiva participação dos ouvintes por meio de telefonemas, emails, cartas e presença física nos estúdios da emissora. Realizar esse trabalho na Austrália, sobretudo pelo resultados expressivos no que tange ao envolvimento das populações interioranas levava-me sempre a reflexões profundas sobre as possibilidades do uso do rádio na educação do povo brasileiro.  Imaginava o quanto seria possível levar por meio do rádio, educação de qualidade às populações ribeirinhas e campesinas do vasto território brasileiro. Percebia o quanto os programas educativos informais produziam um tipo de conscientização necessária ao crescimento e desenvolvimento pessoais. Notava o quanto era possível estimular direta e indiretamente jovens, adultos e idosos a agirem em prol do bem-estar comum. As milhares de mensagens que recebia mensalmente, atestavam a importância dos programas educativos, em forma de entrevista a especialistas, debates sobre temas corriqueiros, mas de grande relevância no cotidiano dos ouvintes.

Através do rádio, pessoas antes tímidas e com problemas de fala como eu, conseguiram superar suas limitações e alcançaram novos degraus na escala social e profissional.

 

O meu trabalho como produtor e apresentador de programas radiofônicos educativos, trouxe-me recompensas materiais e profissionais expressivas. Por conta daquele sucesso, recebi o título de cidadão Australiano em 1995 e em 1998 o prêmio oferecido pela Australian Broadcasting Corporation (ABC) como melhor programa multicultural do ano.

 

Ao retornar ao Brasil em 1999, fixei residência em Brasília e em 2003 ingressei no serviço público por meio de concurso no cargo de gestor de planejamento educacional do Ministério da Educação. Solicitei de imediato lotação na Secretaria de Educação a Distância (SEED). Meu grande desejo foi então plenamente satisfeito ao ser nomeado coordenador nacional do Programa Rádio Escola, que na ocasião pouco ou quase nada havia produzido para atender á demanda das escolas públicas e rádios educativas existentes no país. Durante a minha gestão no MEC dois grandes programas foram implementados: Projeto Educom-rádio Centro Oeste, mencionado neste trabalho, que ofereceu capacitação em radiofonia escola para professores do Ensino Média dos Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul sob a orientação do NCA/ECA da USP; e o Escola Brasil em parceria com uma organização não-governamental. Este programa de rádio com meia hora de duração e em moldes parecidos com os que desenvolvi na Austrália, está no ar desde 2006 pela Radiobrás, logo depois da Voz do Brasil, sendo retransmitido por uma rede de 500 emissoras comunitárias, educativas e comerciais. As estatísticas mostram que cinco milhões de ouvintes espalhados por todo o Brasil, com maior concentração de ouvintes nas Regiões Norte e Nordeste, apreciam, participam e prestigiam o Programa Escola Brasil, também mencionado nesta dissertação.

 

Pessoalmente, estou empenhado em apresentar ao Ministério da Educação um novo projeto de rádio-educativo baseado na Internet. Chama-se RádioWeb Educativa  e deverá dotar as escolas públicas participantes de infraestrutura básica (computador de grande capacidade de armazenamento de dados, mesa de som, microfones, fones e softwares) para que professores e alunos possam desenvolver projetos educacionais com o uso da mídia radiofônica. Estarão também envolvidos neste projeto as emissoras comunitárias e educativas existentes no Brasil as quais serão conclamadas a veicular por meios convencionais (AM, FM) os programas produzidos nas escolas. Meu grande sonho de unir escola e comunidade em torno do rádio, não está longe de se tornar concreto. Sabemos que o veículo rádio está subutilizado na educação e entendemos também que a produção de conteúdos educativos requerem profissionais qualificados. Minha proposta para a criação de um curso de pós-graduação Lato Sensu em Tecnologia Radiofônica, vem ao encontro dessa aspiração. Urge,  portanto, a necessidade de capacitarmos professores para trabalharem de modo efetivo na potencialização dos recursos da tecnologia radiofônica Prevejo para os próximos quatro anos, milhares de escolas do ensino médio, universidades e rádios comunitárias engajadas num movimento de valorização da mídia rádio como instrumento de promoção de saberes tão essenciais à nossa geração.

Avalie este artigo: Current: 4.7 / 5 stars - 7 vote(s).

Tags do Artigo: Relacionamento, Timidez, Gagueira

Fonte Artigos Gratuitos Online - Artigonal.com

Imprima este Artigo Imprimir artigo   Envie o Artigos a um amigo Enviar a um amigo   Publique este Artigo no seu site Publique este Artigo   Mande mensagem ao Autor Mensagem ao autor  
Mathias GonzalezPerfil o autor:

Mathias Gonzalez, brasileiro e naturalizado australiano, autor de 132 livros dedicados à filosofia, psicologia e educação.
-> Psicólogo clínico, organizacional e escolar.
-> Pós-graduado em Psicopedagogia.
-> Especialista em Educação a Distânci.
-> Mestre em Gerontologia;
-> Mestre em Tecnologia de Comunicação e Informação.

Submeter artigos se tornou um dos meios os mais populares de gerar links de qualidade e tráfego para o seu site. CADASTRE-SE JÁ, É DE GRAÇA!

Comentários

Comente este artigo Comente este artigo
Nome
E-mail:
Comentário
Digite o código de segurança: Captcha

0
1. Olavo (09:36, 19.11.2008)
Parabéns por sua trajetória vitoriosa, Mathias.

Abaixo, deixo alguns links interessantes para quem estiver interessado em aprender mais sobre gagueira:

ONG que se dedica ao problema

Gagueira no New York Times

Gagueira: um fenômeno mundial

Uma base neurológica para a gagueira

Rompendo o silêncio em torno da gagueira

Teatro para pessoas que gaguejam

O que causa a gagueira?

Artigos Relacionados

QUANTO VALE O BOM ATENDIMENTO?
Por: Wagner Campos | 25/02/2008 | Marketing
Para tudo o que fazemos estamos sujeitos ao valor agregado do serviço e do atendimento.

Até Que A Vida Nos Separe
Por: ASHBELL SIMONTON REDUA | 14/07/2008 | Relacionamentos
Entendemos que a vida separa mais do que a morte, as próprias circunstâncias existenciais da vida, seja na área financeira, emocional, relacionamento com familiares opostos, a interferência de familiares próximos como pais, acabam por contribuir para a separação, e, tudo isto acontece em vida.

Aprenda Dizer Não, Você Não É Palhaço
Por: Manu Silva² | 18/09/2008 | Relacionamentos
por favor aprenda dizer nao, voce nao perdera seu cantinho no ceu.

FIDELIZAÇÃO: UTOPIA OU NECESSIDADE DE MELHORIA?
Por: Wagner Campos | 25/02/2008 | Marketing
As qualidades dos produtos estão cada vez mais aproximadas uma das outras, os serviços cada vez mais especializados em um melhor resultado e especialização.

A Vida No Deserto: É Tempo De Restauração
Por: ASHBELL SIMONTON REDUA | 15/07/2008 | Relacionamentos
Aprendi muito vivendo nos desertos da minha vida, e quando olho para trás vejo como foram importantes, apesar daqueles momentos serem os dias mais tristes e angustiantes, tempo de crises profundas existenciais, tempo do encaramujar da alma, tempo de perda. Contudo o deserto foi o lugar da minha restauração, tempo de restauração completa em meio a tanta adversidade.

O Ciclone E O Aguaceiro
Por: Pedro Augusto Alves Pereira | 24/09/2008 | Relacionamentos
Um pequeno e importante tratado, que visa quebrar o paradigma de que discutir a relação é o único caminho para um final feliz.

QUANDO A VIDA ESCOLHE
Por: Anna Fonseca | 28/02/2008 | Psicologia
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez. Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo, Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu. Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda, Ainda que não more nela. (Fernando Pessoa – Tabacaria)

A Vida No Deserto: Silêncio
Por: ASHBELL SIMONTON REDUA | 15/07/2008 | Relacionamentos
Deus está em toda parte. Porém, a única maneira de vivificar as coisas de Deus é vivificar o coração. Quando o coração se enche de Deus, os fatos da vida se enchem do encanto de Deus. E o coração se vivifica no deserto porque é este um tempo forte dedicado a Deus em silêncio, solidão e oração. Deserto significa confronto consigo mesmo e com a proposta de Deus referente a realidade do presente que estamos vivendo e que requer de nós uma tomada de posição, uma resposta.

Últimos Educação Online artigos

29 Dicas Para Passar Em Concursos
Por: Samuel de Sousa Santos | 20/11/2008
1. Passar na prova deve ser seu objetivo Se quiser passar em provas de concursos ou vestibular você deve transformar essa vontade em seu maior objetivo no momento. Você terá que abrir mão de muita coisa, pois a preparação exige certa dose de egoísmo. Ninguém fará a prova por você. Você estará lá sozinho. Quando alcançar o sucesso, todos elogiarão sua dedicação e força de vontade. Então, mãos à obra: O importante agora é estudar!

Como Se Preparar Para Concursos E Vestibular?
Por: Samuel de Sousa Santos | 20/11/2008
Tanto o vestibular para quem almeja se especializar numa carreira quanto um concurso para quem desejar ingressar em uma, representam um momento de grande importância e de imensa tensão para todas as pessoas. Primeiramente, por saber que muito do seu futuro e do seu sucesso profissional dependem de seu desempenho, em segundo lugar, pelo fato de saber que a concorrência é acirrada e estar preparado faz toda diferença.

Gestão Democrática Da Escola Publica: È Preciso Educar Todos
Por: Prof.Raimundo Ferreira dos Santos | 28/10/2008
Esse artigo foi elaborado com a pretenção de proporcionar um visão mais abragente da gestão da escola pública em seus detrimentos com a sociedade.Qual o pérfil dos técnicos pedagógicos,se ainda a educação está voltada a exclusão e que politicas públicas estão sendo trabalha na busca incessante por cidadania.

É Hora De Se Preparar Para O Mercado, Na Internet
Por: Ricardo Prates Morais | 10/10/2008
A internet já explodiu como a mídia mais revolucionária desde o surgimento da televisão. Negócios, relacionamentos, lazer e educação são alguns dos maiores benefícios proporcionados pela web a empresas e pessoas.

A Utilização Da Música Como Recurso Didático Para O Ensino De Geografia
Por: Julcelho Marins da Silva | 29/09/2008
pesquisas que apontam para a existência de alunos desinteressados em sala de aula e também pela carência de novos recursos que possam auxiliar no processo educativo.

Ao Mestre Com Carinho
Por: Manu Silva² | 15/09/2008
uma mensagem aos professores

Risco de Vida ou Risco de Morte?
Por: CARLOS ROGÉRIO LIMA DA MOTA | 07/09/2008
Qual a forma correta de se dizer que alguém está à beira da morte? Será "Ele corre RISCO DE VIDA" ou "Ele corre RISCO DE MORTE"? Não fique na dúvida, confira já a resposta!

A Cronologia Do Banditismo Policial: Um Ensaio Sobre O Culto Às Avessas Da Hierarquia E Disciplina. Parte I
Por: Gabriel Rodrigues Leal | 01/09/2008
o caminho do policial ao crime

Mais artigos de Mathias Gonzalez

Qual O Verdadeiro Valor Das Coisas?
Por: Mathias Gonzalez | 16/11/2008 | Cotidiano
O ser humano é mesmo racional como pensamos? Qual a diferença entre nós que dizemos ter inteligência superior e os animais que apenas valorizam a água que bebem, os alimentos que comem, o local onde dormem e a prole que têm, sem a preocupação de acumular bens de qualquer natureza? Sem emprestar valor ao que não tem real valor?

7 Coisas Para Você Melhorar A Sua Vida Sexual
Por: Mathias Gonzalez | 10/11/2008 | Relacionamentos
Aqueles que imaginam que fazer amor é uma atividade isolada como jogar cartas, masturbar-se ou ir a um cinema estão enganados. O ato sexual pode ser resumido a algumas técnicas relativamente simples, mas o sexo de um modo global, não o é. Tudo quanto acontece durante um dia, um mês ou um ano entre você e seu cônjuge pode afetar a vida sexual de ambos. Medite sobre isso e conclua se não é verdadeira essa afirmação.

Hoje Nós Te Perdoamos, América!!
Por: Mathias Gonzalez | 06/11/2008 | Cotidiano
Muitos ficaram contentes pelos americanos terem escolhido Barack Obama como presidente dos EUA. Outros ainda mais felizes por ele ser negro, pertencente a um grupo de pessoas que durante muitos séculos foi discriminado, rejeitado, afastado e até impedido de viver dignamente naquele país. A escolha de Obama é uma correção histórica do povo americano, que ainda tardiamente reconhece que um indíviduo merece ser considerado por seu intelecto, seu caráter e sua moral, jamais pela cor da sua pele.

O Não De Eloá - Comentários
Por: Mathias Gonzalez | 04/11/2008 | Cotidiano
Recentemente recebi uma apresentação onde a autora apresenta uma série de justificativas para o NÃO da garota Eloá, brutalmente assassinada por um ex-namorado desequilibrado e desumano. Apesar de ter gostado do artigo ofereço uma crítica ao mesmo, com uma reflexão sobre o NÃO, sobre o SIM e as implicações dos Códigos de Conduta.

Os Segredos Para Dominar O Tempo
Por: Mathias Gonzalez | 26/10/2008 | Gerência de Tempo
Façamos uma reflexão sobre a sua vida. Não sei qual é a sua idade agora, mas estou quase certo de que pelo menos alguma vez na vida você achou que não viveria até o presente momento. Pode ter sido em decorrência de medos ou apreensões quanto ao futuro incerto e duvidoso. Temos receio das doenças, dos acidentes e de tantas outras coisas capazes de interromper o ciclo da existência humana.

Como Ajudar A Uma Pessoa Viciada
Por: Mathias Gonzalez | 26/10/2008 | Psicoterapia
A pessoa viciada não tem forças para enfrentar seu problema sozinha. Necessitará de toda ajuda possível. Sem muita ajuda, com certeza ela fraquejará. Você não precisa esperar que uma pessoa viciada venha suplicar-lhe ajuda. Precisa entender que o viciado, sabe que o é, e de certo modo, procura negar esta verdade, por sentimento de culpa, vergonha ou medo de ver a sua imagem destruída.

O Tabaco E Suas Conseqüências
Por: Mathias Gonzalez | 26/10/2008 | Ciência
Você teria coragem de adquirir um produto comestível que tivesse escrito na embalagem a seguinte frase; “Cuidado, este produto é prejudicial à sua saúde”? Você pagaria por um produto que indiscutivelmente faz mal à sua saúde? Pode parecer idiotice fazer isto, mas o pior é que milhões de pessoas estão no exato momento consumindo um produto que causa dezenas de doenças.

O Que Você Deve Saber Sobre O Alcoolismo
Por: Mathias Gonzalez | 26/10/2008 | Ciência
O álcool é uma substância de natureza química, que quando ingerida irracionalmente causa graves danos à saúde física e mental do indivíduo. Algumas conseqüências vão desde a perda involuntária do controle na intoxicação aguda e ressaca, até graus diferentes de dependência física e psicológica da substância. Entre os distúrbios físicos, sociais e psicológicos causados pelo alcoolismo temos os crimes violentos e impulsivos, discórdia conjugal e familiar, depressões profundas, etc.

Categorias do Artigo





Webmasters

Leitor de RSS
RSS
Links

Business Info

Anunciar