Confusão - Côncavo E Convexo Lapsus Calami?
Confusão - Côncavo e Convexo Lapsus Calami?
Retransmitimos trecho da teoria geral da Confusão, de auditoria do grupo Euetu Nós de analítica infinitesimal, em vias de ser editada sob título Hermenêutica Aplicada, estudando principalmente as confusões no tema Brasília e DF, enviado ao "Programa de Resgate Documental sobre Fernando de Noronha" da Administração do Distrito Estadual de F. de Noronha.
O fato a nos impressionar é a estranha, enorme, e variável quantidade de erros de toda espécie, naqueles meios. É, por exemplo, o estranho Município de F. de Noronha, em decretos e leis, até federais, afora as confusões universitárias a respeito... É um texto falar em 184 Municípios e um território federal (num Estado?), outro falar em 185 Municípios... É a distorção de fatos e atos já concretos, não muito para trás desse tempo.
Usando sua observação: Se quiser, poderemos estar em contato e posso repassar muito das coisas que identifiquei e registrei. Por que abri-mos e usa-mos, no início? Porque até essas formas exdrúxulas existem, confusão começada nas histórias em quadrinhos, mas enveredando por outros planos da literatura nacional, como na propaganda eleitoral de uma chapa de candidatos, a confusão entre o pronome oblíquo -nos de hífen como na flexão fazer-nos, com o mos do final do verbo, da segunda pessoa do plural. Resultado, estranhas formas surgem, todas claramente constatáveis na Rede, a fim de esclarecer-mos bem o fato... São 30 informar-mos. Assim, veja-mos, pelo Brasil Afora:
v va-mos, fazer-mos, dizer-mos, esclarecer-mos, e etc... Na maioria dos casos, não é quebra de linha. De chegar-mos, há 229 em Português; de origem .gov são 15. Outros, de Universidades.
Afim (!!) de acreditar-mos, basta inquirir a Internet através de um buscador poderoso... a fim de não ir-mos à prova munidos desse hífen (?) exdrúxulo malevolente.
Flagrante exemplo, no Geocities há um texto sério sobre nosso poeta alexandrino maior, sic:
☻ Citando Olavo Bilac, diría-mos: Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!... Assim?
Desse va-mos a Web tem mais de mil mensagens, 1.080 do estar-mos. Nem o Quintana é bem copiado, na Rede: ... extinto caçador...
ALERTA ANTECIPADO
Na Rede, há 129 exdrúxulo, somente em Páginas do Brasil do buscador usado, à disposição do Aprendiz, até mesmo em sítio ensinando sobre a arte poética:
v Verso exdrúxulo: terminação em palavra proparoxítona... Noutras fontes, como uma Universidade e um Ministério Público estadual.
Continuando no tema da Autarquia insular:
☻ Com a Constituição de 1988, foi transformado em distrito estadual de Pernambuco. (pe-az.com.br)
☻ ... além de Território de Fernando Noronha. ... (fonte atualizada em 9/3/97) (pop-pe.rnp.br)
☻ Distrito Federal de Fernando de Noronha - ... (propesq.ufpe.br)
☻ ... o administrador-geral do Distrito Federal de Fernando de Noronha,... (estado.estadao.com.br)
─ veja as origens. Apesar da Lei de 1995 e da Constituição de 2004, estaduais, sobre o Distrito. Esse pe-az.com.br põe Noronha na lista dos Municípios e, em Turismo, não cita o Arquipélago. O descaso é total.
Como, porém, querer maior correção nos ditos sobre o distante Paraíso Ecológico? Eis uma das inúmeras confusões ditas sobre a Capital da Nação, as Casas em nada se manifestam a respeito do erro em seus tetos:
☻ Sede do Poder Legislativo. O "prato" convexo pertence a Câmara dos Deputados e o côncavo ao Senado Federal. Em brasiliapatrimoniodahumanidade, em stf.gov.br, em tst.gov.br.
☻ ... da Câmara dos Deputados possui teto convexo e o do Senado possui côncavo. De embratur.gov.br. De passagem: um teto côncavo junta água, e poderá ruir, com o peso. Um guarda-chuva, convexo, não. Ou será o contrário?
Aliás, ali não se trata de teto ou prato, será concha ou casca. Segue:
☻ ... e dois plenários: o de teto convexo pertence ... à Câmara dos Deputados, e o côncavo ao Senado. Em codeplan.df.gov.br. Semelhantes, há centenas, na Rede, parecendo cópias uns de outros. Infelizmente...
Conclusão estarrecedora: já confundem convexo e côncavo. Observe as fontes das impropriedades. E assim, va-mos, afim de bem esclarecer-mos tudo,
Saudações Enviada também ao STF, ao TST e à CODEPLAN.
Conclusão: há uma grande perda nacional de lógica, infrene. A fim de constatar o fato, navegar é preciso, e bastante. Na Rede há 1.700 menas, a maioria são críticas a tal uso. Mas há 6 menas percas. Daqui a pouco, veremos brocados jurídicos. Que diabo será isso?
Se os responsáveis Ministérios, o Congresso, as Academias de Letras, o GDF, o Instituto Histórico, atentassem em tal infestação, menas percas adviriam ao Aluno, aos Pais pagando colégios caros, enfim, ao Governo, responsável legal pela qualidade do Ensino pátrio; logo, à Nação. Os Catálogos da Capital ensinariam menas impropriedades. Na TV, o menas vem até de personalidades sob entrevista.
Em redundância, falha maior esta explicação, demonstrando como se misturam os conceitos:
☻ Inaugurada em 21 de abril de 1960, a nova capital foi planejada para ter 500 mil habitantes em 40 anos - mas chegou ao ano 2000 com 2,1 milhões de habitantes dentro do Distrito Federal e outros 900 mil no Entorno, região formada por municípios do Estado de Goiás. Parece verdade, mas não é. Há outros exemplos, adiante. Análise mais atenta levará a uma Brasília de 3 milhões, cidade interestadual, abrangendo até municípios de Goiás - portanto, inexistente... Aqui, transparece a mistura entre os conceitos legais e históricos de DF e Brasília, extrapolando impunemente a determinação da Lei.
A Rede é democrática, não tem policiamento algum, muito menos cultural, e aceita qualquer barbaridade nela inserida: adiante, um Aviso aos Navegantes, a respeito.
De um Cientista social: O povo que perde sua palavra, já era... Perder a palavra é não mais saber o valor semântico dos símbolos lingüísticos, a partir dos quais se faz, finalmente, o Direito e se escreve a Lei, a partir do a partir de - inclusive...
A Rede chegar a informar distâncias entre RAs propínquas, limítrofes... Se duas RAs se encostam, não distam. E assim, va-mos, que até isso há nessa Rede mundial das deturpações (não só) da Língua pátria...
Aliás, misturam a Cidade com o DF e a Região Administrativa, e ela com ela mesma, será demonstrado.
Há críticas a respeito no CB com z de 7/2/2002, pág. 10, em Lições erradas, e no de 9, pág. 15, no caderno Educação, citando a afirmação desse livro de Geografia e História do DF, já citado, da editora FTD muito antiga e respeitável, sobre a população de 2 milhões de almas, em Brasília, cidade!
Parece justo afirmar: Foice a Língua, a História, a Geografia, a Matemática, a Biologia (o radar dos morcegos, na TV), e muito mais. Breve (!), ou Daqui há pouco (!!) haverá mais erros, aporias, incompletudes, falácias, solecismos, rabulices, distorções, lendas, despautérios, parvoíces e/ou necedades, inépcias, idiotias, disparates, frases vazias, grande dose de achismo, confusões lingüísticas, geográficas, históricas, até matemáticas - e menos acertos, na mídia incluída a Lei, a TV, a Internet (o Governo quer um micro em cada sala de aula...), a Entrevista, o Comentário, o Artigo de Jornal, o Guia Turístico. Não esqueçamos das Palavras Cruzadas, já plenas de confusões. Há os Catálogos Telefônicos da Capital... E há incríveis sentenças eubulideanas, em nosso meio ambiente.
A Confusão se forma de vários fatores, todos analisados nesta Teoria, pelo grupo de autores. A confusão lingüística afeta a lógica humana, de volta. Um fator, - a desatenção; por 98 anos, as Cartas fixaram com erro nossa Capital, sic: O Distrito Federal é a Capital da União. A Confusão já era constitucional, de 1890... A remissão desse Pecado Capital só veio na Magna de 1988: Brasília é a Capital Federal. Livros indicaram as duas capitais...
O endereço do INSS, na satélite de Planaltina, DF:
v APS: Quadra 01 Bloco H Terreo, MUNICÍPIO de Planaltina - do DF? Um Órgão federal errando o próprio endereço! Mas, se há até Valparaíso, DF!
As desigualanças hão de ser respeitadas, se não... Alguns confundem as duas formas, se não e senão.
Notícia no OGloboOnLine, de 29 de agosto, relativa aos dados do IBGE (!):
v ... BH, que estava em quarto lugar em 2000 e caiu para sexto em 2008, foi ultrapassado pelo Distrito Federal. A capital federal conta atualmente com uma população de 2,5 milhões de habitantes.
A capital é o DF? Já foi, nas Cartas Magdas erradas, por 98 anos. Mas essa é outra história... Grande mistura. A Capital não conta com 2,5 milhões.. Esse é o DF todo,com seu único Município.
BH, aí, é o Município todo. O DF é o Estado atípico de um só Município, o de Brasília. A capital federal é a cidade de Brasília, por Lei de JK, e formada de três Regiões Administrativas, dentre elas a RA-I, a de Brasília..
Não há como confundi-las, mas a homofonia das três acepções do termo Brasília gera a confusão nos desavisados, e nos culturalmente superespecializados... Brasília jamais teve 500 mil habitantes...
E assim, va-mos, perguntem à Rede mundial das deturpações (não só) da Língua pátria...
Entropia é a con-fusão de probabilidades anteriormente distintas, segundo Wiener, na Cybernetics.
Este grupo de analítica infinitesimal das confusões reinantes tem vultoso acervo (e também vultuoso) a respeito da grande nebulosa lógica que nos aflige a todos (alguns nem percebem...), em princípio e a princípio (!!!) sobre o Pecado Capital, enormes despautérios no tema DF e Brasília, como foi ontem, 29 de agosto, na TV Record e no SBT (pelo menos), quando o IBGE liberou os dados sobre a população da capital... Típicos:
v Brasília, planejada para 500 mil, já tem 2 milhões e 500 mil habitantes...
v O Distrito Federal, planejado para 500 mil, já tem 2 milhões e 500 mil habitantes... sempre confundindo o único Município do DF (jamais planejado), a Capital Federal planejada, e a RA-I de Brasília. É a mistura, semelhante à notícia no OGloboOnLine, acima.
Eis, do IBGE, em 2007, a população do DF todo: 2.455.903 habitantes. E a da Capital? Por que o IBGE não a informa, claramente?
(Artigonal SC #830906)
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Entropia é a con-fusão de probabilidades anteriormente distintas, segundo Wiener, na Cybernetics. Em bom nordestino: Não se confunda jerimum com macaxeira... Nem Brasília com o Distrito Federal. Alfim, o h’ da Matemática não é a ave fasianídea, galiforme e ovípara, poedeira, comestível, dos poleiros.
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