Ensino E Aprendizagem Mediados Por Computador: A Educação A Distântica
1 O computador na educação
O advento do computador ocorreu em 1946. Mas é com a chegada dos microcomputadores no final de 1977 que a sociedade acadêmica dá início ao uso, cada vez mais frequente, de novos recursos tecnológicos como: correio eletrônico, conexões de redes, bancos de dados, vídeotexto, vídeoconferência, conexões via satélite etc.
A partir do momento em que o computador foi identificado como ferramenta facilitadora e eficaz na difusão e na aquisição de conhecimentos, as relações entre ensino e aprendizagem extrapolaram os limites do ambiente escolar.[1]
Graças ao correio eletrônico, foi possível levar a lugares remotos e receber desses lugares informação e comunicação com extrema rapidez.
Além disso, a utilização da Internet como fonte suplementar de informações contribuiu para que os processos de ensino e de aprendizagem experimentassem novos caminhos. Serve de exemplo o acesso, a qualquer momento e de qualquer lugar, a documentos verbais (textos) e não verbais (fotografias, filmes, músicas, vídeos etc.), disponíveis na Web, que permite aos professores elaborarem cursos mais livres, mais flexíveis e mais dinâmicos, e aos alunos construírem e controlarem os próprios conhecimentos.
Assim, ao lado dos ambientes tradicionais criados para o desenvolvimento processo educativo, surge a alternativa dos ambientes on-line. Com isso, as instituições educativas têm hoje a possibilidade de oferecer, ao lado do ensino presencial, o ensino ou a educação a distância (EAD), assunto da próxima seção.
2 Educação ou ensino a distância?
Entre alguns educadores, a expressão educação a distância é considerada imprópria, porque
A educação e a aprendizagem são processos que acontecem dentro da pessoa – não há como possam ser realizadas a distância. [...] acontecem onde quer que esteja o indivíduo que está se educando ou aprendendo [...] A expressão “ensino a distância” faz perfeito sentido aqui porque quem está ensinando – o “ensinante” – está “espacialmente distante” (e também distante no tempo) de quem está aprendendo – o “aprendente.” (CHAVES, 1999, p.1).
Por outro lado, essa mesma expressão é usada em documento do MEC, em que aparece assim definida, no Art. 1º., Decreto Nº. 2.494, de 10 de fevereiro de 1998:
- Educação a distância é uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação.
Argumentos a favor do uso da palavra educação em lugar de ensino são postos por aqueles que associam a ensino um trabalho meramente instrucional, e a educação, uma forma mais ampla e mais humanista de desenvolver relações entre professores e alunos.
A nosso ver, a nomenclatura não é relevante. Importa a meta que pretendemos alcançar no processo de construção e reconstrução do conhecimento mediado pelo computador. Mas, para tratar desse tema, temos de fazer opção por um ou por outro termo. Optamos, por educação a distância, abreviada em EAD.
3 Origens da EAD
A educação a distância em sentido lato tem sua origem em tempos remotos. Alguns a colocam na Antigüidade, nas cartas de Platão; outros na Era Cristã, nas epístolas de Paulo de Tarso, lidas até hoje em liturgia católica, com a finalidade de ensinar a doutrina cristã e de fortalecer a fé; outros ainda apontam a invenção e o desenvolvimento da imprensa, no século XV, como fatores relevantes para o desenvolvimento da EAD.
Na Europa, na segunda metade do século XIX, a EAD chega ao campo por correspondência, trazendo orientações a agricultores e a pecuaristas de como plantar e de como cuidar mais adequadamente de rebanhos.
No século XX, graças ao progresso das tecnologias das imagens e dos sons e da incorporação da informática nas metodologias de ensino, a EAD experimenta um processo contínuo de atualizações.
No Brasil, segundo Pfromm Netto (2001), a EAD tem início em 1923 via radiodifusão, quando Roquette-Pinto e colaboradores fundam a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, especialmente voltada para a transmissão de assuntos educativos e culturais. Posteriormente, em 1936, essa rádio passa a denominar-se Rádio Ministério da Educação e Cultura (Rádio MEC), dando continuidade ao uso pioneiro da modalidade a distância entre nós.
Neste século, convivemos com o boom do crescimento dessa modalidade educativa, resultante de contribuições significativas que pesquisas nas áreas da pedagogia, da psicologia, da comunicação, da tecnologia da informação, entre outras, têm dado para avanços na compreensão dos fenômenos ligados à aprendizagem.
4 Características da EAD
A necessidade cada vez mais acentuada de definir projetos de educação continuada para elevar o nível da formação inicial, bem como promover melhor qualificação profissional, fez despertar o interesse de centros educacionais e não educacionais pela educação a distância, o que lhes dá um diferencial na oferta de seus produtos.
Considerando essa demanda, é fundamental que se conheçam as características da EAD, para que os programas de ensino elaborados segundo essa modalidade possam, de fato, atingir as metas que pretendem alcançar.
De acordo com Palloff e Pratt (2002), a educação a distância tem estas características:
- é dinâmica, está sempre mudando;
- facilita uma educação mais voltada para o aluno, mais personalizada;
- aumenta a abrangência e o conteúdo do currículo pelos inúmeros recursos e atividades de aprendizagem que oferece;
- a aprendizagem no ambiente de EAD tem de ser ativa, de modo que o aluno atribua significado ao conhecimento pela experimentação, exploração e manipulação dos recursos disponíveis no ambiente virtual;
- a EAD, embora afete a comunicação face a face, oferece maior disponibilidade de interações pessoais, limitadas pelo tempo e pelo espaço, mas não pela distância e classe social;
- a interatividade propiciada pela educação a distância leva os participantes a desenvolverem uma aprendizagem colaborativa, a construírem juntos o conhecimento, na medida em que os ajuda a julgar a exatidão e a pertinência das idéias de uns e de outros;
- facilita o modo de aprender, porque...
... possibilita o acesso permanente a informações ...
... fornece diretrizes para a construção do conhecimento a partir dessas informações ...
... reduz o tempo a ser investido nas atividades de estudo...
... deixa o aluno à vontade para decidir acerca da quantidade e da forma de tratar esse conteúdo.
Nas próximas três seções, vamos falar um pouco do professor, do aluno e da sala de aula no processo de ensino e aprendizagem a distância.
5 Professor a distância
Na EAD, o professor recebe vários atributos: tutor, formador e facilitador da aprendizagem. A ele cabe organizar, animar, comunicar informações. Mais precisamente, segundo Collins e Berge (1996 apud Palloff e Pratt, 2002) o professor desempenha as seguintes funções:
- pedagógica, quando... facilita a aprendizagem e garante que algum processo educativo ocorra entre os alunos...
... anima, motiva os alunos a explorarem mais profundamente os conteúdos...
... responde com amabilidade às dúvidas e com amabilidade conduz as discussões...
- social, quando cria um ambiente social amigável, dá espaço aos aspectos pessoais e sociais do grupo, estimula as relações humanas para manter a união entre os participantes do curso...
- gerencial (administrativa), a partir do momento em que elabora e envia um programa para o curso, estabelece normas referentes ao agendamento das atividades, ao seu ritmo, aos objetivos traçados, à elaboração de regras e à tomada de decisões...
- técnica, ao buscar novos conhecimentos, ao dominar a tecnologia utilizada e ao fazer com que essa tecnologia seja empregada pelos alunos de forma fácil e precisa.
6 Aluno a distância
O comportamento dos alunos, num curso de EAD, não difere daquele esperado em cursos presenciais. Vejamos alguns traços essenciais desse comportamento.
O aluno na EAD está ativamente envolvido com a construção do conhecimento e monitoração do processo de aprender. Demonstra maior expectativa e seriedade em relação ao curso. Usa adequadamente as informações recebidas. Examina os problemas e as respostas sob várias perspectivas. Além disso, ...
... é receptivo: considera as contribuições dos demais participantes do curso, ...
... é amigo: compartilha as dúvidas e as descobertas com os colegas, ...
... é colaborador: comenta os trabalhos dos companheiros e sugere alterações quando necessárias, ...
... é extrovertido, comunicativo e
... ético nas ações, nas relações e nos questionamentos.
7 Sala de aula a distância
Ensinar na modalidade a distância não é o mesmo que ensinar na modalidade tradicional. Entretanto, muitas práticas bem-sucedidas no ambiente presencial podem ser realizadas igualmente no ambiente virtual da EAD, mas temos que considerar as especificidades desse ambiente.
Sabemos, por exemplo, que no espaço escolar virtual alunos e professores são intangíveis, são representados pelos textos que produzem, por isso há toda uma forma própria de estabelecer relações e de fazer intervenções num curso a distância.
Intangível também é a sala de aula virtual – o ciberespaço, de Palloff e Pratt (2002) – que se abre para múltiplos canais de comunicação, por onde chegam e por onde partem inúmeras informações, conhecimentos, idéias, conteúdos imprescindíveis ao desenvolvimento do curso.
Esse espaço eletrônico de dupla via, sem as limitações daqueles conhecidos tradicionalmente, fornece uma gama de recursos para estudos diversificados, não só quanto ao conteúdo, mas especialmente quanto à forma de realizá-los. É o caso do estudo cooperativo e destas ações que o caracterizam: ...
... interação constante com o conteúdo e com os demais participantes do curso, ...
... interação mais freqüente entre alunos do que entre alunos e professor-tutor, ...
... produção do saber realizada social e dialogicamente quer em situações de acordo, que em situações polêmicas.
Até aqui, vimos a EAD sob um ponto de vista eufórico. Não podemos esquecer, porém, de um problema que vem afetando a educação em geral: a evasão escolar, tema da próxima seção.
8 A evasão na EAD
A evasão não é privilégio dos cursos a distância. Neles, entretanto, é problema mais acentuado, atingindo 65% segundo dados internacionais. (SILVEIRA, 2005). Além disso, apresenta aspectos diversos dos apresentados em cursos presenciais.
Especificamente, a evasão na EAD deve-se, de acordo com Palloff e Pratt (2002), a fatores psicológicos: ...
... o medo de o aluno não conseguir acompanhar o processo de ensino pela falta de domínio da tecnologia (hardware e software), ...
... de não despertar o interesse dos outros, ...
... de não considerar-se bom o suficiente para o grupo, ...
... de não estabelecer vínculos afetivos e
... de tornar sua privacidade vulnerável em situações de interação mais aberta.
A essas causas, podemos acrescentar outras: ...
... falta de tempo ou de gerenciamento do tempo (p.ex., não estabelecer prioridades), ...
... interferência de questões de ordem pessoal e de ordem profissional, ...
... insatisfação com o conteúdo, com a turma, com o suporte pedagógico e com o suporte técnico, ...
... engano na escolha do curso e
... falta de experiência ou incompatibilidade com a metodologia de um curso a distância.
9 Conclusão provisória
Nestes tempos, em que nossa produção intelectual e respectivos produtos são marcados pela efemeridade, cuja origem está no desenvolver constante dos processos de informação e de comunicação, a escola tradicional vê-se obrigada a rever os paradigmas sob os quais tem atuado.
A busca por novas ferramentas e por novos caminhos educativos tem enfatizado o ensino e a aprendizagem mediados pelo computador, uma das formas possíveis de desenvolvermos educação a distância.
As contribuições que esse novo paradigma pode trazer para o aperfeiçoamento pessoal e profissional de alunos, até mesmo de professores nas funções de tutores, de formadores ou de facilitadores não se esgotam aqui. Há mais que pesquisar e aprender. Por ora, fiquemos com estas pequenas seções e o propósito de introduzir quem estiver interessado em conhecer um pouco acerca da EAD.
Continua...
REFERÊNCIAS
BRASIL. Decreto nº. 2.494, de 10 de fevereiro de 1998. Regulamenta o Art. 80 da LDB (Lei nº.9.394/96). Disponível em: . Acesso em 16 fev. 2007.
CHAVES, E. Tecnologia na educação: conceitos básicos. 1999. Disponível em . Acesso em 16 fev.2007.
______.Ensino a distância: conceitos básicos. 1999. Disponível em . Acesso em 16 fev.2007.
PALLOFF, R.M.; PRATT, K. Construindo comunidades de aprendizagem no ciberespaço: estratégias eficientes para salas de aula on-line. Trad. Vinícius Figueira. Porto Alegre: Artmed, 2002.
Pfromm Netto, S. Telas que ensinam: mídia e aprendizagem: do cinema ao computador. 2.ed., Campinas, SP: Editora Alínea, 2001.
SILVEIRA, E. EAD docência: metodologia do ensino superior e metodologia da pesquisa. FGV Online. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2005.
____________________________________________________________________
[1] Embora destaquemos aqui o papel do computador como instrumento auxiliar no processo de introdução de novas tecnologias no ensino, não podemos deixar de mencionar outras mídias como o rádio, a televisão, o vídeo e o cinema que também colaboraram nesse processo.
No Dicionário Aurélio, a palavra mídia (singular) significa “o conjunto dos meios de comunicação, e que inclui, indistintamente, diferentes veículos, recursos e técnicas, como, p.ex., jornal, rádio, televisão, cinema, outdoor, página impressa, propaganda, mala-direta, balão inflável, anúncio em site da internet, etc.” No plural, refere-se aos diversos meios de comunicação existentes.
(Artigonal SC #1744595)
Palavras-chave do artigo:
ensino. aprendizagem. computador. educação a distância
O presente artigo tem por objetivo abordar algumas questões sobre a EAD, sua criação, autorização, credenciamento e suas contribuições para a formação docente e profissional, através das novas tecnologias de ensino.
A Educação a Distância evoluiu no século XX e a partir da década de 60 e 70 explodiu junto com as novas tecnologias. Iniciou com livros e cartilhas; nos anos 70 fazia-se uso da televisão e do rádio; nos anos 80 passou-se a utilizar áudio e vídeo; nos anos 90, com a tecnologia surgiram as redes de satélites, a Internet e o correio eletrônico. A Educação a Distância depende para o seu êxito - além de sistemas e programas bem definidos - de recursos humanos capacitados.
Apresentamos uma experiência didática que utiliza uma animação em flash, desenvolvida em abril de 2007 na segunda série do ensino médio concomitante ao ensino técnico em agricultura do Centro Federal de Educação Tecnológica de São Vicente do Sul, RS. A atividade foi concebida a fim de contextualizarmos as vivências dos alunos de um curso técnico em agricultura, tornando a sua execução atrativa e promovendo um processo de ensino-aprendizagem mais significativo da Física dos Fluidos...
Na busca de uma solução eficaz aos desafios propostos pela atual sociedade às organizações educacionais, surge a revalorização das modalidades de educação semi-presencial e a distância. Estas modalidades educativas começam a se desenvolver em sua terceira geração, onde os recursos das mídias tradicionais - texto, áudio e vídeo – são potencializados a partir de sua fusão na internet.
Trata-se de um estudo de caso onde os alunos buscavam informações na internet como referenciais bibliográficos na construção coletiva de conhecimento. O sujeito da pesquisa foi os educandos de uma turma da 8ª série do ensino fundamental numa escola da rede pública estadual que já vivenciam o uso do computador no seu cotidiano. Percebe-se que durante a pesquisa a função mediadora do professor foi fundamental na busca da leitura crítica dos referenciais disponíveis nos sites.
Este artigo apresenta um estudo sobre a utilização das novas tecnologias de informação e comunicação, visando o seu aproveitamento na educação como mais um recurso no ensino e aprendizagem, propiciando assim, um novo ambiente de aprendizagem na educação básica. Queremos salientar o uso da Internet como fonte de pesquisa e também de apresentação e divulgação dos trabalhos dos estudantes. Apresentamos também uma proposta de trabalho com projetos de aprendizagem.
O artigo discute como um grupo de professores universitário atua utilizando novas tecnologias aplicadas á educação superior, em destaque o uso da Internet como meio auxiliar de aprendizado. Neste contexto utilizamos os referenciais de Masseto (2000), Law (1995), Almeida (2003), Ramos (1997), Rezende (2004), Borges (2000), Valzacchi (2003), dentre outros, fundamentando o tema deste trabalho. Para isto propomos um questionário para coleta de dados, onde analisamos 48 professores que atuam no ensino superior utilizando os recursos disponíveis que a internet oferece, tais como chat, fórum de debates, e-mails dentre outros, para melhorar a sua prática pedagógica.
Ainda percebo um acanhamento de muitos educadores em relação à informática, as causas são desconhecidas da minha observação, entretanto, quase em todas as escolas já encontramos computadores com internet e equipamentos como impressoras, scanner, DVDS e tantos outros recursos utilizados na multimídia.
Este Artigo surgiu da necessidade de conhecer como a ética e a cidadania influencia a escola a resgatar valores digno, uma educação que traz bem estar, satisfação, produtividade, prazer, criatividade, saúde mental e corporal. Neste trabalho tentei fazer um pequeno resgate bibliográfico sobre o tema mencionado a fim de chegar ao nosso objetivo final, foram utilizados livros revistas cientificas, para tal processo, conseguindo reunir um número de informações relevantes ao tema. Chegando a conclusã
Um dos indicados ao Oscar 2010 como melhor filme,"Amor sem Escalas", do diretor Jason Reitman, retrata a crise do desemprego nos Estados Unidos. O ator George Clooney interpreta um terceirizado especial, cuja função exclusiva é demitir pessoas. Em tom de comédia, nos é dado ver o drama das pessoas sendo demitidas de modo frio e calculista. Enfim, como diriam as pessoas consideradas práticas: "são os ossos dos ofícios", que o personagem Ryan tritura muito bem.
Agora você pode libertar esse poder você também. Independentemente dos talentos que elas já nasceram com, as pessoas mais bem sucedidas do mundo aprenderam a abrir as portas da riqueza, poder e felicidade porque elas usaram as chaves certas. Todos nós sabemos que talento não garante sucesso. Nem inteligência ou educação. O mundo está cheio de pessoas espertas, cultas e talentosas que fracassaram em suas vidas. Longas horas e trabalho duro não garantem sucesso também. newinfo.webnode.com
A Internet vem ganhando cada vez mais espaço em nossa sociedade, e se faz cada vez mais necessária na educação. Os benefícios do uso da Internet na educação são muito importantes, pois atualmente podemos levar a educação à lugares de difícil acesso, e em qualquer lugar do mundo.
Anunciado no fim de maio de 2009 e lançado em 30 de setembro de 2009, o Google Wave é confuso à primeira vista e logo nos faz pensar: O que fazer?
Cursos Profissionalizantes a Distância, se não forem controlados banalizarão ainda mais nossa frágil educação.
Este artigo apresenta uma experiência do uso de instrumentos de avaliação na formação continuada para professores na modalidade a distância. Analisa o desenvolvimento e uso de instrumentos para avaliar o ambiente de aprendizagem da sala de aula a partir da perspectiva do aluno. Discorre sobre a avaliação, sua forma e importância, contextualiza sua aplicação nos “Cursos de Formação para Professores-tutores em EaD” promovidos pela Secretaria de Estado da Educação do Paraná (SEED). Trata do conceit
Mudanças sofridas pelos meios de produção têm trazido aos profissionais em geral necessidades de especialização e de educação continuada. Assim, cresce a demanda por cursos na modalidade a distância, em especial, devido à flexibilidade que tais cursos apresentam quanto uso do espaço e do tempo de aprendizagem. Diante desse quadro, o objetivo deste artigo é fornecer informações introdutórias a profissionais interessados tanto no ensino quanto na aprendizagem por meio do computador.


