Moodle: utilização de ambientes virtuais em aulas presenciais de matemática

Publicado em: 20/01/2013 |Comentário: 0 | Acessos: 50 |

1. Introdução

Já faz algum tempo que o uso do computador como recurso pedagógico tem sido visto de uma forma dicotômica: ou ele é um instrumento em que o aluno apenas aperta suas teclas e obedece as instruções dadas, ou ele é a solução para todos os problemas educacionais. O mais importante, entretanto, é refletir sobre a relação entre informática e educação como uma transformação da própria prática educativa.

O primeiro ponto de vista costuma ser ainda mais poderoso dentro de parte da comunidade de educação matemática. Especialmente para aqueles que consideram a matemática base do raciocínio lógico, pois se o raciocínio matemático passa a ser realizado pelo computador, o aluno não precisará raciocinar mais e deixará de desenvolver sua inteligência (BORBA ; PENTEADO, 2001).

Estes autores chegam a citar frases comumente ouvidas das pessoas que argumentam desta maneira: "Se meu aluno utilizar a calculadora, como ele aprenderá a fazer a conta?", "Se o estudante do ensino médio aperta uma tecla do computador e o gráfico da função já aparece, como ele conseguirá, ‘de fato', aprender a traçá-lo?" (BORBA ; PENTEADO, 2001, p.12).

O segundo argumento foi mais intenso nos primeiros anos em que o computador era uma novidade na escola. Esta tendência tende a pensar sobre computadores como objetos que agem diretamente no pensamento e na aprendizagem, reduzindo os mais importantes componentes no processo educacional, as pessoas e as culturas, a um papel secundário (CYSNEIROS, 1996).

Papert (1985) utiliza o termo tecnocentristas para se referir àqueles que acreditam que o uso dos computadores na educação pode acarretar mudanças nas culturas, transformando também, em conseqüência, a forma de pensar e de aprender das pessoas.

Algumas perguntas podem ser feitas a partir da utilização do computador no processo de ensino-aprendizagem: (a) Que mudanças esta tecnologia traz para o dia-a-dia das escolas? (b) Os programas de ensino devem ser modificados para a incorporação desta tecnologia? (c) Qual é o papel do professor nesta nova realidade? (d) E o dos alunos? (e) Há alguma mudança na postura dos alunos (motivação, cooperação etc.)? (f) Esta motivação os leva a aprender mais rápido e com maior profundidade? (g) É maior ou menor o número de alunos que podem desfrutar deste novo recurso?

Para analisar e compreender melhor os ganhos ou as desvantagens que o uso desta tecnologia traz para a escola, é necessário que se conheça as relações existentes entre os componentes da prática educacional com a utilização de tecnologia informática.

De acordo com Valente (1993), a implantação da informática no cotidiano da escola consiste basicamente de processo de quatro ingredientes: o computador, o software educativo, o professor preparado para utilizar o computador como ferramenta educacional e o aluno.

Num mundo em constantes transformações, é imprescindível que a escola acompanhe e participe ativamente desse processo. As novas tecnologias se apresentam como grande facilitador para a apropriação desse processo e conseqüente incorporação ao contexto escolar, além de ser capaz de promover uma revolução pedagógica em relação ao processo ensino-aprendizagem e nas interações professor-aluno quando percebem que, juntos, podem partilhar experiências, levando ambos à construção efetiva do conhecimento, dentro desse contexto surge o chamado ensino híbrido, que é uma metodologia de ensino auxiliada por ambientes virtuais de aprendizagem de apoio ao aluno fora do ambiente escolar, nesse contexto o professor não precisa concentrar toda a sua energia em transmitir a informação, pode disponibilizar materiais para leitura individual e realização de atividades programadas, pesquisas, projetos, combinando seu papel de informador com o de mediador e o de contextualizador.

Para um modelo híbrido não se reduz apenas à justaposição ou a convivência de usos antigos e novos das tecnologias, mas exatamente a construção de um novo modelo de uso, onde o sujeito (re-)elabora novos métodos e novos processos cognitivos e emocionais (CERTEAU, 2005)

No caso da modalidade de educação semipresencial, a hibridação significa a re-elaboração, em novos patamares da modalidade de educação presencial, com novas atividades, novos métodos, novos processos e assim, novas concepções e paradigmas educacionais. Mas que tecnologias devemos utilizar?

2. Ambientes virtuais de aprendizagem: interfaces possíveis no processo ensino aprendizagem

Dentre as novas TICs que podem auxiliar o professor nas relações de interação, existe um conjunto de ferramentas, chamado Sistema de Gerenciamento de Cursos (LMS em inglês, e referido como SGC) que utiliza as vantagens da Internet e inclui os alunos no ambiente virtual sem dispensar a necessidade do professor.

Os SGCs são ambientes de aprendizagem. Pode-se afirmar que há dois aspectos importantes de um ambiente de aprendizagem que não estão presentes em sítios convencionais e que fazem a diferença: metas e interação.

Os ambientes de aprendizagem são diferentes porque eles estabelecem metas que devem ser atingidas pelos alunos; metas que eles estão capazes de atingir por conta própria. Os objetivos e metas de um curso em um ambiente de aprendizagem devem ser claramente definidos. Esses objetivos determinam como os alunos vão interagir com materiais, com outros alunos e com o professor.

O segundo aspecto que caracteriza um ambiente de aprendizagem é a interação. A interação é fundamental para que os alunos possam avaliar se estão atingindo os objetivos estabelecidos para o curso.

Em um ambiente de aprendizagem a interação pode assumir várias formas. Testes e questionários são freqüentemente usados como ferramentas de auto avaliação por parte dos alunos para medir seu progresso no curso. Trabalhos em casa também podem ser um elemento importante de interação sobre o grau de compreensão dos conteúdos a serem estudados. Meios mais informais também podem envolver interação entre os alunos e instrutores.

Resumidamente, um SGC fornece ao professor ferramentas para que ele crie um curso, com controle de acesso de forma tal que somente os alunos do curso podem ter acesso ao mesmo ou não. Além do controle de acesso, os SGCs oferecem uma variedade de ferramentas que podem aumentar a eficácia de um curso. Pode-se, facilmente, compartilhar materiais de estudo, manter discussões, aplicar testes de avaliação e pesquisas de opinião, coletar e revisar tarefas e registrar notas.

Dentre os SGCs existentes temos em especial o Moodle, o qual é um software para produzir e gerenciar atividades educacionais baseadas na Internet e/ou em redes locais. Conjuga um sistema de administração de atividades educacionais com um pacote de software desenhado para ajudar os educadores a obter alto padrão de qualidade em atividades educacionais que desenvolvem.

Pelo exposto é que decidimos neste texto refletir sobre a mediação do ambiente Moodle nas disciplinas presenciais de matemática do ensino médio, um olhar diferenciado para as ferramentas que atuam como mais um espaço de aprendizagem que vai além dos muros da sala de aula. A proposta surgiu da necessidade de compreender as diferentes possibilidades de trabalhar com um sistema de gerenciamento de cursos, utilizando ferramentas que podem ser útil no apoio ao ensino presencial.

3. O Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle

O espaço destinado ao desenvolvimento de atividades on-line pode ser alvo de inúmeras discussões, envolvendo diversos aspectos tecnológicos, financeiros, administrativos e/ou pedagógicos. Nesse contexto, não pretendemos aqui ressaltar a tecnologia por nós utilizada como superior a nenhuma outra sob quaisquer aspectos. Buscamos, explorar suas funcionalidades e discutir seu potencial pedagógico como auxílio para o ensino presencial.

O Moodle (Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment) é um ambiente de aprendizagem a distância que foi desenvolvido pelo australiano Martin Dougiamas em 1999. O Moodle é considerado um Software Livre. Este termo tem diversos aspectos envolvidos, mas, numa tradução simples e rápida, podemos dizer que é um software gratuito, podendo ser baixado, utilizado e/ou modificado por qualquer indivíduo em todo o mundo.

Assim, este ambiente vem sendo utilizado por diversas instituições no mundo todo, possuindo uma grande comunidade cujos membros estão envolvidos em atividades que abrangem desde correções de erros e o desenvolvimento de novas ferramentas à discussão sobre estratégias pedagógicas de utilização do ambiente e suas interfaces. Podemos dizer que qualquer instituição que utilize o ambiente Moodle, com qualquer fim que seja, está colaborando com o seu desenvolvimento de alguma maneira, mesmo que de forma simples, como divulgar sua existência e possibilidades, identificar problemas ou experimentar novas perspectivas pedagógicas.

Estas simples contribuições se propagam por meio de uma livre cadeia de interações entre os indivíduos, percorrendo uma rede de relacionamentos que pode, em pouco tempo, ser apropriada por toda a comunidade. Como qualquer outro LMS (Learning Management System), o Moodle dispõe de um conjunto de ferramentas que podem ser selecionadas pelo professor de acordo com seus objetivos pedagógicos.

Dessa forma podemos conceber cursos que utilizem fóruns, diários, chats, questionários, textos wiki, objetos de aprendizagem sob o padrão SCORM, publicar materiais de quaisquer tipos de arquivos, dentre outras funcionalidades.

Contudo, ressaltamos este ambiente em particular, por ele permitir que estes mecanismos sejam oferecidos ao aluno de forma flexibilizada, ou seja, o professor, além de poder definir a sua disposição na interface, poderá utilizar metáforas que imputem a estas ferramentas diferentes perspectivas, que apesar de utilizarem a mesma funcionalidade, se tornem espaços didáticos únicos. Assim, um simples Chat, pode ser utilizado com um espaço para discussão de conceitos relacionados a um tema, como pode ser chamado de "Ponto de Encontro" e ser utilizado para estimular o estabelecimento de vínculos entre os participantes do curso ou comunidade. Parece simples, mas os resultados são importantes, já que esta decisão não depende da interferência de qualquer profissional da área de tecnologia ou design, o próprio professor que diante das particularidades de seu corpo discente é quem vai decidir que novos espaços podem ser criados e refletir sobre a possível intervenção destes no processo ensino-aprendizagem.

Da mesma forma podemos criar metáforas para outras ferramentas como o fórum, que pode se tornar um portfólio, um repositório de atividades, um relatório de atividades de campo, além de um espaço para discussão de conceitos. Ao mesmo tempo, um glossário pode ser usado com um dicionário, uma FAQ, um pequeno manual, dentre outras alternativas. É bom lembrar, que o uso de uma ação ou atividade para uma ferramenta não inviabiliza outras possibilidades, pois cada uma delas pode ser inserida no mesmo curso quantas vezes e em que posição ou momento o professor achar necessário.

Nesta perspectiva, concebemos o ambiente virtual como mais do que um simples espaço de publicação de materiais, permeado por interações prédefinidas, mas como um local onde o professor espelhe as necessidades de interação e comunicação que cada contexto educacional lhe apresente em diferentes momentos e situações.

Logicamente, entendemos as necessidades de padronização e em certos casos de engessamento da estrutura do ambiente para cursos realizados completamente à distância e que serão oferecidos em larga escala, visto a necessidade administração de conteúdos e pessoal envolvido. Logo, esta forma de pensar o ambiente virtual nos parece mais adequada para a utilização do ambiente como apoio ao ensino presencial, podendo testar novas perspectivas sem prejuízo ao processo ensino-aprendizagem, já que correções podem ser feitas ao longo do caminho e discutidas durante o curso com os alunos.

3.1 Conhecendo o Moodle

O moodle é dotado de uma interface simples, seguindo uma linha de portal. As páginas dos cursos são divididas em três colunas que podem ser personalizadas pelo professor, inserindo elementos em formato de caixas como Calendário, Usuários Online, Lista de Atividades, dentre outros. Estas caixas são dispostas nas colunas à direita e à esquerda da tela podendo ser deslocadas de um lado para o outro pelo professor.

Na Coluna Central encontramos um conjunto de caixas que podem representar a seqüência de suas aulas por meio de uma lista de tópicos numerados ou datados semanalmente ou, se preferir, criar áreas para agrupar conteúdos ou atividades semelhantes. Por exemplo, poderia criar uma Área de Convivência, para o registro de notícias relacionadas ao curso, um bate papo livre e um fórum para discussão geral, uma Área de Conteúdo, para inserir os textos, imagens e apresentações relativos à temática em foco, uma Área de Atividades, para orientar as atividades a serem realizadas e/ou entregues ao professor e, finalmente, uma Área de Interações, para dispor os mecanismos de interações que o professor achar conveniente para realizar a mediação pedagógica do curso.

4. Caminho: um percurso em constante construção

 A palavra caminho concentra em si uma das mais profundas experiências do homem em seu enfrentamento com a tarefa da vida. Para Boff "A vida nunca é um dado. É sempre uma tarefa. Algo que deve ser feito e conduzido". Foi seguindo o pensamento do autor que traçamos o per-curso, o caminho que foi emergindo e construído na direção das experiências acumuladas, codificadas, sistematizadas e propostas como orientações aos que vêm participando do caminhar. Tudo com método que passamos as descrever.

Assim, para a elaboração dos trabalhos desenvolvidos através da plataforma Moodle, utilizamos ferramentas de exercícios e link para sites de jogos matemáticos, onde pudemos introduzir esses jogos dentro da própria janela do moodle, de modo a fomentar o enriquecimento do aprendizado durante as aulas e incentivar o aluno à prática do conhecimento construído.

Após a utilização do ambiente moodle foi realizada uma auto-avaliação por parte dos alunos através de aplicação de questionário no ambiente virtual Moodle composto por 26 questões que se distribuem em: Relevância, Reflexão crítica, Interatividade, Apoio do professor, Apoio dos colegas e compreensão.

Como resultados das primeiras análises, apresentamos algumas falas dos alunos coletadas através de enquête no próprio AVA e aplicação de questionários presenciais: "o AVA é mais interativo, estimulante, criativo", "muitos são tímidos como eu que não perguntamos na sala de aula, no AVA a gente faz perguntas, tira dúvidas", "tem mais tempo para tirar dúvidas, liberdade de criar, motivador"; " a aula não fica restrita a sala de aula, aquele espaço, aquele horário". Falas que apontam para a emergência de discutir a presença  de elementos tecnológicos na sociedade contemporânea e pensá-los como elementos mediadores neste caso do fazer matemático. Além disso, faz-se necessário repensar currículos que dêem conta de processos de comunicação não mais unidirecionais, que superem a transmissão e a mera reprodução oral dos conhecimentos.

Foi bastante proveitoso o uso da plataforma, pois através dos recursos disponíveis do Moodle e uma boa interação dos alunos, os quais passaram a ter maior interesse pelas aulas auxiliadas pelo ambiente virtual, a maioria deles pôde aprender mais sobre os conteúdos ensinados dentro da sala de aula, onde podiam refletir e expor idéias através do ambiente, em que eles tiveram acesso a produções textuais e observações exigidas durante as leituras.


5. Referencia bibliográficas

BORBA, M.C.; PENTEADO, M.G. Informática e Educação Matemática. Coleção Tendências em Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2001, 98 p.

M.CERTEU, Cotidiano e invenção Certeau. Editora Escrituras , 2005

CYSNEIROS, P.G. A Assimilação da Informática pela Escola. In: III Congresso da RIBIE – Rede Iberoamericana de Informática Educativa. Anais... Barranquilla, 1996.

PAPERT, S. A Máquina das Crianças: Repensando a Escola na Era da Informática. Tradução: Sandra Costa. Porto Alegre: Artmed, 2ª reimpressão, 2002.

VALENTE, J.A. Diferentes Usos do Computador na Educação. Em Aberto. n0 57. Ano 12. pp.3-16, 1993

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-online-artigos/moodle-utilizacao-de-ambientes-virtuais-em-aulas-presenciais-de-matematica-6415185.html

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