Necessidade de reavaliação no processo de aprendizagem escolar

Publicado em: 29/09/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 477 |

NECESSIDADE DE REAVALIAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM ESCOLAR

EVILASIO FERREIRA DE SOUSA

 

 

No decorrer do presente trabalho pretende-se adquirir conhecimentos relevantes para o desempenho da minha prática docente em sala de aula. Todo conteúdo que vai ser explícito no decorrer dessas abordagens nos leve a pensar sobre uma analise crítica aos principio do processo avaliativo no cotidiano do professor, aluno-escola, e que nos conduza a nossa prática redimensionada. No entanto venha perceber que a avaliação não se restringir ao julgamento sobre o sucesso ou fracasso do aluno, e que seja compreendido como um conjunto de atuações que tem a função de compreender sistematicamente a construção do conhecimento adquirido durante o acompanhamento reflexivo do processo dinâmico que está relacionado aos desafios que se caracteriza a escolaridade didática dentro do contexto habitual que são interagidos a atividades as quais definidas a cada etapa do ensino aprendizagem na escola.

Para que todos esses parâmetros de avaliação seja compreendida a um elemento democrático integrada que busca compreender a prática pedagógica da ação avaliativa a um ato de observação concebida por situação expressa a cada aluno e que não seja arraigada a um caráter único de reconhecer analisar e julgar o desempenho do ensino-aprendizagem com sentença final dos conteúdos aplicados a uma estratégia categórica ao sistema de penalizar o mais fraco e exaltar o mais forte, angustiando aquele que se sente especificamente fora da realidade da construção do seu conhecimento prévio adquirido no decorrer de sua vivência social ao seu meio, que o educando não seja percebido como produto do saber e sim sujeito de suas atitudes anseios e realizações.

Considerações preliminares sobre avaliação do rendimento escolar: Nas ultimas décadas, a educação formal vem sendo progressivamente criticada e discutida, no que se refere à qualidade dos programas, conteúdos e funções nas escolas.

Nesse sentido, têm surgido diferentes estudos e preocupações sobre o tema e entre essas preocupações, aparece a avaliação do rendimento escolar como um dos fatores intervenientes desse processo educacional. Entre diferentes teorias destacam-se Luckesi (1996), que em seus estudos apresenta análises e propostas alternativas para um redimensionamento da prática avaliativa, que visam entre outros objetivos, formação do educador e educando numa perspectiva crítica, construtivista e libertadora. Para que a avaliação escolar assuma o seu verdadeiro papel de um instrumento diagnóstico para o crescimento, terá de se situar e estar a serviço de uma pedagogia que esteja preocupada com a transformação social e não com sua conservação. (...) Se as aspirações socializantes da humanidade se traduzem num modelo socializante e democrático, a pedagogia em seu interior também se transformará na perspectiva de encaminhamento democrático. (LUCKESI, 1996, p. 42).

Nesta ótica, observa-se que através da atual prática de avaliação escolar, encontra-se atrelado a uma pedagogia ultrapassada, ou seja, condicionada por valores categóricos que refletem a um padrão de instrumento pedagógico que não contem medida de conhecimento do aluno.

Mediante este prisma, vemos que a avaliação do rendimento escolar processa-se como uma torre: medir, prever e diagnosticar vista nesse âmbito, a avaliação perde o seu significado constitutivo no processo ensino-aprendizagem, passando de instrumento dialético a instrumento disciplinador do crescimento do individuo que tem seus anseios sentimentos e valores. Buscando uma revisão para este ritual, necessário se faz reestruturar a prática avaliativa das escolas, inserindo um contexto amplo de aprendizagem, lógica, reflexiva que possibilite uma aproximação do aluno com a escola, sociedade e respeito à construção de sua identidade. A avaliação emancipatório caracteriza-se como um processo de descrição, analise crítica de uma realidade visando transformá-la. (...) Ela está situada numa vertente político-pedagógica cujo interesse primordial é emancipador, ou seja, libertador visando provocar a crítica de modo a libertar o sujeito do condicionamento determinista. O compromisso principal desta avaliação é o de fazer com que as pessoas direta ou indiretamente envolvidas em uma ação educacional escrevam sua própria história e gerem as suas próprias alternativas de ação. (SAUL, 1994, p. 61).

Com isto surge a tônica de uma prática avaliativa transformadora que mantinha a dialética de analises críticas construídas pelo próprio educando, estimulando-o a participar ativamente das transformações sociais inseridas as um contexto educativo e sociológico do homem suas ações com o meio social. Entretanto, a escola hoje utiliza a avaliação como um processo classificador e quantificador do aluno, em geral é uma manifestação do autoritarismo pedagógico utilizado como instrumento de segurança pelo professor que estabelece a hierarquia na sala de aula entre professor e aluno. Os instrumentos mais comuns de avaliação, como os exames, provas e testes, são para Piaget (1992, p.80), "As verdadeiras pragas da educação e continuam a viciar em todos os níveis de ensino". E se for feita a analise dos resultados conseguidos com esses tipos de avaliação, fica explicito que nela o professor é o agente e o aluno o paciente das frustrações que disfarça os procedimentos pedagógicos.

A tarefa do professor, neste contexto, deve ser de conduzir o aluno de forma mais consistente e responsável para que ele reconheça e desenvolva suas potencialidades. A avaliação deixa de ter um mérito único, mas de um contexto educativo que possa fornecer uma diversidade de características humana que aborde um determinado processo. Diante disso, conclui-se que os critérios para avaliação são decorrentes da forma como age sobre ela. Assim, entendemos que o critério de avaliação é o conteúdo no seu papel de mediador entre o sujeito que pensa aprende e compartilhe com a realidade. Não se trata, porem, de qualquer conteúdo, mas daqueles cuja relevância é fundamental para a compreensão da prática social.

Pesar, pois, sobre o que avaliar e como avaliar implica em se ter clareza da concepção de ensino que está adotando e da forma pela qual esse conhecimento é construído. Implica, ainda, em entender as relações subjacentes que permeiam todo o processo de avaliação, isto é, compreender que a avaliação do rendimento escolar estará sempre permeada pelas matrizes de julgamentos valorativos que a sociedade estipula como correta para medir o conhecimento do aluno. Tradicionalmente, a escola vem realizando uma avaliação centrada na quantidade maior ou menos de informações que o aluno consiga responder nas provas ou testes. E o momento de avaliar se o que foi treinado, repetido e produzido apresenta um nível de respostas aceitáveis ou próximas aos padrões ideais exigidos pela escola. Desta forma, a avaliação está sendo entendida como uma atividade terminal do processo de trabalho. Portanto, com a única finalidade de oferecer uma nota mínima ou máxima aos alunos que atingiram ou não o padrão exigido.

Este contexto, que poderia se tornar em um enriquecedor momento de aprendizagem, passa a ser o aluno apenas um jogo onde vai ter que acertar as respostas que o professor espera dele. Constitui-se porem, num procedimento mecânico do ensino, não possibilitando os alunos elaborar, "processar intelectualmente as informações para chegar a uma resposta", não contribuindo, para o aprofundamento e solidificação de seus conhecimentos. Necessário se faz, que seja implementada uma nova perspectiva de avaliação, que exija do educador um minucioso olhar de que o educando é sujeito de seu próprio conhecimento, capaz de se desenvolver no contexto de sua realidade social e política. Sujeito esse, autônomo em nível intelectual, com capacidade de liberdade de tomar suas próprias decisões, crítico, observador e participativo. Diante dessa configuração educativa, os erros e dúvidas dos alunos são considerados pressupostos estimuladores e impulsionadores da ação educativa. Nesses termos, avaliar é dinamizar oportunidades de ação-reflexão, num acompanhamento permanente do professor, que incitará no aluno suas questões a partir de respostas formuladas.

Dessa forma, a avaliação deixa de ser um momento terminal no processo educativo, como hoje é concebido, para se transformar na busca incessante de compreensão das dificuldades do aluno e na dinamização de novas oportunidades de conhecimentos. Em consonância com essas idéias, Sant'anna (1995, p.131) afirma que: (...) "o professor não é o dono da verdade nem do poder, embora possa muitas vezes impedir o aluno de auto avaliar-se". Com essa afirmação que há necessidade do professor trabalhar de forma tal que o aluno seja propiciado a oportunidade de selecionar valores, construir seu mundo, confirmar suas responsabilidades e valorizações este inerente papel é o principal agente da educação: o aluno.

Neste contexto, entendemos que avaliação não se dá nem se dará num vazio conceitual, mas sim, dimensionada por uma concepção de teoria e prática direcionada a valores individuais, traduzido em primórdios pedagógicos. Estando a atual prática da avaliação educacional escolar a serviço de um entendimento teórico conservador da sociedade e da educação, para propor o rompimento de seus limites, que é o que procuramos fazer, temos de necessariamente situa-la num outro contexto pedagógico, ou seja temos de, opostamente, colocar a avaliação escolar a serviço de uma pedagogia que entenda e esteja preocupada com a educação como mecanismo de transformação social. (LUCKESI. 1996, p. 28).

Esse pensamento prima que a utilização da avaliação com o aproveitamento escolar seja praticada com uma atribuição de qualidade aos resultados da aprendizagem dos educandos, tendo como base seus aspectos essenciais e, como objetivo e tomada de decisão que direcione o aprendizado e, conseqüentemente, o desenvolvimento integral do educando com o conhecimento adquirido.

Algumas propostas teóricas sobre avaliação do rendimento escolar: Estudos e pesquisas na área da educação contemplam a necessidade da elaboração de uma nova proposta pedagógica cuja função precípua seja oferecer inovações no processo ensino-aprendizagem e assim conseguir reduzir os altos índices de evasão e repetência observados no ensino escolar. Esses estudos de certa forma contribuem ara a "padronização" da qualidade no ensino brasileiro uma vez que a contextualização da proposta pedagógica, a transformação da prática pedagógica do educador e o desenvolvimento holístico do educando, face ao novo modelo de homem e sociedade que queremos construir, para contemplar seus objetivos como ser integrante cultural de uma sociedade desarmoniosa que previa os direitos preliminares do outro, não o percebe como primórdio social e sim subjacente a preconceitos e valores negativos a sua evidencia e cidadania, visto que ele executa-se de for opressora, autoritária e alucinante, revertendo os verdadeiros princípios éticos, sociológicos, políticos, filosóficos e epistemológicos da avaliação, atividade esta que deverá ter uma visão emancipatória que valorize o educando a capacidade inclusiva de aproximar a lógica do outro com a essência do eu com o mundo.

A esse respeito Ribeiro (1995, p.54) afirma que: "a avaliação está situada no bojo das diversas esferas do mundo concreto, com todas as suas diversidades e adversidades sociais, econômicas, políticas e educativas, as quais compõem a unidade homem, em sua totalidade de ser que pensa, age e transforma". Com isto, entende-se que a avaliação não é um processo que é isolado do mundo e sim, um referencial transformador que abrange os aspectos cognitivos do educando, visando um redimensionamento real e significativo no processo ensino-aprendizagem. No bojo de suas transformações, o processo avaliativo deverá primar, também, pela formação do aluno participante, criativo, crítico e independente, capaz de assumir com segurança seu ritmo de aprendizagem e atuar com firmeza no sentido da transformação social e obtenção de sua verdadeira identidade.

Nesta ótica enfocar os tipos de avaliação adoradas do ensino na escola, esse que segue a risca o modelo avaliação surgiu no Brasil desde o século XVI, implementado pela educação jesuíta. No ponto de vista da escola formal, a exeqüibilidade da avaliação do rendimento escolar se dá de diferentes modalidades: diagnostica formativa que mecanismo o sistema antigo de comportamento rígido a conceito único e primo do aluno com a aprendizagem.

Avaliação: inversão do seu papel: Deparamos com uma postura de avaliação unitária imposta pelo sistema, onde ela acaba desempenhando na prática um papel mais político que pedagógico, ou seja, não é usado como recurso metodológico de reorientação do processo ensino-aprendizagem, mas sem como instrumento de poder, de controle. A prática da avaliação escolar, dentro do modelo liberal conservados, terá de ser autoritário, pos caráter pertence à essência dessa perspectiva de sociedade, que exige controle e agrupamento dos indivíduos nos parâmetros previamente estabelecidos de equilíbrio social, seja pela utilização de canções seja pelos meios sub-reptícios nas diversas modalidades de propaganda não só das condutas cognitivas como também das sociais, no contexto escola. (LUCKESI, 2005, p. 32).

Nessa perspectiva a avaliação ocorre de forma obrigatória, pois acontece uma descaracterização o seu verdadeiro como instrumento pedagógico. Assumindo um caráter autoritário exagerando quando se propõe a entender uma cultura primitiva, disciplinadora com intuito de hostilizar o aluno provocando a agir de modo e conseqüentemente estabelecer uma hierarquia entre professor e aluno. Tenta-se sufocar o aluno com constantes ameaças de nota, criando um clima de tensão para com todos os alunos foram preocupados apenas em tirar notas boas para passar de ano, desviando a margem sua própria aprendizagem.

Esses fatores estão atrelados aos resquícios de uma prática avaliativa tradicional cujos elementos constitutivos vão provocar notas, boletim, registros recuperação, reprovação. Onde isso e decorrente da dicotomia da educação e avaliação, concebendo a ação de avaliar como dois momentos distintos e não relacionados, ou seja, cumpre-se a exigência da escola sem perceber, que a ação de avaliar se faz presente e de forma efetiva na ação educativa. A avaliação como uma função burocrática persegue-se um princípio claro de descontinuidade, de segmentação, de parcelarização do conhecimento. Registros de resultados bimestrais, trimestrais ou semestrais estabelecem uma rotina e provas periódicas desvinculando de sua razão de ser no processo de construção do conhecimento. (HOFFMANN, 1996, p. 19).

Nessa ótica de avaliação constitui-se num instrumento estático e formador do processo de crescimento lamentavelmente provocado por uma prática de avaliação formal, decorativa, autoritária, respectiva e sem sentido. Sob esse prisma podemos elinear uma forma de fatores que colaboram para discrepância entre o sentido da avaliação e sua distorção no contexto da prática educativa. Diante alguns pontos vale mencionar: Avaliar para atribuir nota, mostrar autoridade, selecionar os melhores. Esse posicionamento faz parte de uma ação poética discriminatória, constituindo um processo avaliativo cruel, sem nenhum compromisso com o ensino deixando de lado a relação que deveria existir, entre os resultados e os objetivos propostos com fim na aprendizagem, é justamente desses objetivos que se deviam os critérios de analise desse aproveitamento.

A atual prática de avaliação escolar muito antidemocrática, na medida em que os reprovamos ou aprovamos por aquilo que é essencial à aprendizagem escolar, mas como impedirmos o surgimento e a emergência de pessoas com iniciativas e criatividades, capazes de viver, construir conhecimentos, inventarem coisas para essa nossa desgostada humanidade. Com esse tipo de prática avaliativa comprometemos o crescimento do aluno no que se refere o seu patamar cultural os passos que destruímos o prazer de entende melhor o mundo e crescer em compreensão e geração da realidade. Ao invés de impor às escolas a obrigação de resultados, chama-se pela preocupação em dar sentido aos dados produzidos no contexto das pessoas padronizadas.

Lamentavelmente que a atual prática de avaliação esteja completamente desvirtuada do sentido pleno que a ela é atribuído, quando comete equivoco de conhecimentos através de notas acompanhadas de um clima de tensão, herdando não só da vivencia em sociedade permeando pela cultura da competição. Alguns professores com caráter autoritário, prepotente e empregador, fazem da nota um instrumento de sadismo ou uma maneira egocêntrica de selecionar os bons e os maus, mediante um sistema altamente injusto para o aluno, onde avaliar e medir representa igual tarefa. (ANTUNES, 2002, p. 13).

Diante desse contexto o sentido da avaliação emerge por uma lógica formal, em contrapontos ostensivos e repreensiva que contem exigência nítida e burocrática a um sistema ideológico que invade e ostensiva os valores construídos existentes, no âmbito das relações que descaracteriza as habilidades do aluno seus valores sócio-cultural construído durante toda sua vivencia de caráter social.

Avaliação diagnóstica: Envolve a descrição, a "classificação" e a determinação do valor de algum aspecto do comportamento do aluno. Estando relacionada a uma metodologia do diagnostico, necessário que se faz determinado padrão de conhecimento que o aborda como objetivos previstos para iniciar o concluir, uma disciplina ou curso que determine um currículo.

Outro parâmetro que se deve seguir na avaliação diagnostica e verificar se existem alunos que já possuem o conhecimento e as habilidades, previstas a fim de orientá-las a outras oportunidades, novas aprendizagens. "Não teria sentido, por exemplo, uma vez diagnosticado que a criança já sabe ler e escrever, ao nível de exigência da 1ª série, mantê-la nesta série abrangido a repetir o que já aprendeu" (TURRA, 1988, p. 183).

O diagnostico dar-se à também, através da constatação de interesses, possibilidades, necessidades e etc. para individualizar o ensino numa mesma classe ou localizar o aluno em outra classe mais angustiada os seus interesses, possibilidades. A avaliação diagnostica visa determinar a presença ou ausência de conhecimentos e habilidades, inclusive busca detectar pré-requisitos para novas experiências de aprendizagem permite também averiguar as causas de repetidas dificuldades de aprendizagem. A partir de uma avaliação diagnostica sugere, providências para estabelecimento de novos objetivos, retomada de objetivos não atingidos, elaboração de diferentes estratégias de reforço (feedback), levantamento d situações alternativas em termos de tempo e espaço poderão e deverão ser providenciados para que a maioria ou quem sabe todos estudantes aprendam de modo completo as habilidades e conteúdos  que pretenda ensinar-lhes. (SANT'ANNA, 1995, p. 33).

O diagnostico se constitui por uma bandagem, projeção e retrospecção da situação de desenvolvimento do aluno, dando-lhe elementos para verificar em que medida os conhecimentos anteriores ocorrem e o que faz necessário planejar para selecionar dificuldades encontradas. Dessa forma, alunos e professores, a partir da avaliação diagnóstica de forma integrada, reajustarão seus planos de ação, reflexiva em que se faz necessário um pensamento do homem com a sua própria história.

Avaliação formativa: É formativa toda avaliação que ajuda o aluno a aprender e a desenvolver, ou melhor, que participa da construção da aprendizagem e do desenvolvimento no sentido de um projeto educativo. Identifica deficiências na organização do ensino-aprendizagem, de modo a possibilitar reformulações no mesmo e assegurar o alcance dos objetivos. A idéia de avaliação formativa sistematiza esse funcionamento, levando o professor a observar mais metodologicamente os alunos, a compreender melhor seus funcionamentos, de modo a ajustar de maneira mais sistemática e individualizada suas intervenções pedagógicas e as situações didáticas que propõe, tudo isso na expectativa de otimizar as aprendizagens. A avaliação formativa está, portanto centrada essencial, direta imediatamente sobre a gestão dos aprendizados dos alunos. (PERRENOUD, 1999, p. 89).

Essa concepção essa concepção situa o professor numa perspectiva de regulação intencional, com vista a intervir para aperfeiçoar os processos de aprendizagem em curso nesse sentido, tende a pensar na essência que desencadeia um olhar sobre como está sendo avaliado. É realizada com o propósito de informar o professor e o aluno sobre resultado da aprendizagem durante o desenvolvimento das atividades escolares. Localiza deficiências na organização do ensino-aprendizagem, de modo a possibilitar reformulações no mesmo e assegurar o alcance dos objetivos propostos. (SANT'ANNA, 1995, p. 34).

Diante desse contexto a avaliação formativa busca basicamente identificar insuficiências principais em aprendizagem. Providencia elementos para, de maneira direta, orientar a organização do ensino-aprendizagem. No intuito de ajudar o aluno a se recuperar de algumas insuficiências no decorrer do processo ensino-aprendizagem. Sendo parte integrante do processo, e quando é bem realizada essa modalidade de avaliação assegura que a maioria dos alunos alcance o objetivo desejado. "E formativa no sentido de que indica como os alunos estão se modificando em direção aos objetivos desejados. (TURRA, 1992, p. 184).

Com o auxilio da avaliação formativa, pode-se assegurar o alcance de seus objetivos, desde que vislumbrem com clareza onde desejam chegar e o modo como fazê-lo. Impedem essa forma de avaliar, os efeitos indesejáveis que, em geral, são fáceis ocorrer em conseqüência de julgamentos subjetivo, na área educacional o sentimento de fracasso escolar (tanto por parte do professor como, principalmente, de aluno) carregam penosamente, ao longo de toda uma vida escolar. (TURRA, 1992, p. 183).

Diante das oscilações feitas em torno da avaliação formativa percebemos que ela se processa de maneira correta quando impede ocorrência de conseqüências indesejáveis que ocorrem na área educacional em detrimento de julgamentos subjetivos, que são feitos arbitrariamente de forma autoritária, repressora pelos professores. Restringindo a avaliação a um processo de atribuição de notas ou conceitos as dificuldades e facilidade do aluno. Limitando assim a perspectiva de analise do rendimento do aluno e a possibilidade do professor em compreender o processo que coordena em sala de aula.

Avaliação somativa ou classificatória: Como outra modalidade exeqüível no sistema escolar, não é necessário dominar o essencial dos conhecimentos e habilidades inseridos no programa, basta ser melhor ou pior do que os outros. A escola passa a ser um campo de batalha onde o que conta é a classificação, mais do que o saber. (Sant'anna, 1995, p. 35), "Sua função é classificar o aluno ao final do ano letivo, segundo níveis de aproveitamento apresentados". Sob esta ótica a avaliação escolar estipula como função o julgamento de valor, numa perspectiva estática de classificar o aluno num padrão definitivamente determinado. Dessa forma o ato de avaliar não serve como pausa para pensar a prática e retornar a ela, mais sim como um meio de julgar a prática e torná-la estratificada. A avaliação, quando apenas praticada de modo classificatório, cristaliza e estigmatiza um momento de vida do aluno, sem considerar que ele se encontra numa fase de profundas mudanças, é uma forma autoritária que não considera as condições que foram oferecidas para aprendizagem. Constituindo-se em um processo avaliativo perverso, sem nenhum compromisso com o ensino, deixando de lado a relação que deveria existir, entre o resultado e os objetivos propostos com o fim implícito na aprendizagem. Valorizando unicamente metas numéricas, apontando o aluno como o único responsável pelo o fracasso ou pelo sucesso de sua aprendizagem. A avaliação nessa perspectiva se resume a decisão de anunciar dados que comprovem a promoção ou retenção dos alunos. A avaliação escolar assumida como classificatória torna-se, desse modo, um instrumento autoritário pedrados do desenvolvimento de todos os que passarem pelo ritual escolar, possibilitando a um o acesso e aprofundamento no saber, a outros a estagnação ou a evasão dos meios do saber. (LUCKESI, 2005, p.37).

irEnquanto existe a nota que reprova, o aluno estará sempre preocupado em tirar boas notas, acabando muitas vezes, em função da tensão e da insegurança não conseguindo aprender. Tal sistema classificatório é tremendamente vago no sentido de aprontar as falhas do processo. Não sugere antes de tudo. Ménga apud Mediano (1994, p. 122), "a avaliação classificatória leva ainda a uma grande competição: os fortes querem ser cada vez mais fortes e os fracos ficam relegadas, jogadas a repetência e a exclusão da escola". Com essa visão desanima e exclui os chamados alunos fracos deixando promíscuos sem condições concretas de suas idéias e experiências que se formaram deixando frustrados e excluídos da escola.

Avaliação construtivista: Partir do pressuposto que a avaliação numa perspectiva construtivista possui como premissa básica e fundamental a postura de questionamento do educador, onde avaliação torna-se um instrumento de reflexão transformada em ação. Reflexão permanente do educador sobre sua realidade, e acompanhamento passo a passo, do educando, na sua trajetória de construção do conhecimento. Um processo interativo de construção do conhecimento. Um processo interativo, através do qual educandos e educadores aprendem sobre si mesmos e sobre a realidade escolar no ato da própria avaliação. A ação educativa deve ter interesse em que o educando aprenda e se desenvolva, individual e cativamente através de um trabalho significativo. A avaliação da aprendizagem escolar, na medida em que ela auxilia o avanço e crescimento do educando no mundo do conhecimento. Um educador, que se preocupa com que sua prática educacional esteja voltada para a transformação, na poderá agir inconsciente e irrefletidamente. Casa passo de sua ação deverá estar marcada por uma decisão clara e explicita do que está fazendo e para onde possivelmente está encaminhando os resultados de sua ação. A avaliação, neste contexto, não poderá ser uma ação mecânica. Ao contrário, terá de ser uma atividade racionalmente definida, [...] a favor da competência de todos. (LUCKESI, 2005, p. 46).

A prática da avaliação pedagógica preocupadas com a transformação exige a participação democrática de todos, oferecendo ao educando meios pelos quais possa ser sujeito do processo ensino-aprendizagem, se tornando assim, um sujeito ativo que questiona, investiga e mantém-se atendo e curioso, sob esta ótica, o professor e aluno buscam coordenar seus pontos de vistas, traçando idéias através de ações educativas desafiadoras, onde o professor deve assumir a responsabilidade de refletir sobre toda a produção do aluno favorecendo a iniciativa e a curiosidade questionamento e perguntas e respostas construindo novos saberes junto o aluno. Para Hoffmann (1996, p. 8), "A confiança mútua entre educador e educando quanto às possibilidades de reorganização conjunta do saber pode transformar o ato avaliativo em um momento prazeroso de descobertas e troca de conhecimento".

Tomando o aluno como uma peça principal, a avaliação se centra no desabrochar da competência construtiva e participativa, onde não basta apenas passar de ano, isto é não é suficiente passar na prova, mas sim o aprender a compreender, o contexto e que possa pensar, não apenas, reproduzir, mas criar suas idéias que mobilize o seu pensamento num ato participativo. De objeto de aprendizagem o aluno precisa passar a ser sujeito central desse processo, espera-se que o professo tenha competência construtiva de conhecimento e conseqüentemente assumir a capacidade de intervir com intuito de motivar o processo produtivo no aluno. Daí surge à necessidade do professor inovar sua prática preparando o educando também para a vida que vai além do meio ensinar e do meio aprender, e que não venha se constituir num mero desempenho reprodutivo e consiste em decorar, copiar, evidenciando assim uma fase onde o professor acredite que ensina e o aluno pensa que aprende. A meia transmissão consagra o ambiente de copia e dos alunos copia. A prática docente não pode reduzir o aluno a objeto de aprendizagem, destruindo a relação de sujeitos que o aprender a aprender supõe. O processo emancipatório, mas mostra-se, fundamentalmente, da competência construtiva, não de mera transmissão. (DEMO, 1994, p. 52/53).

O contato entre professor e aluno será pedagógico se for construtivo e participativo, não pode haver meio ensino e meio aprendizagem.  O aluno não pode reduzir-se a simples objetos de treinamento, e sem ser sujeito crítico e criativo capaz de atuar na sociedade o qual está inserido. O que acontece no mundo moderno é a necessidade de construir conhecimentos em vês de permanecer apenas na transmissão, pois a educação deve ser a prova intensivamente qualitativa para melhor servir a sociedade. A aula construtiva correta supõe um professor construtivo e participativo, depois, um aluno motivado a praticar o mesmo processo educativo. Com isso reconhece-se também que a aula faz parte do processo mas será apenas insumo sua razão de ser é a motivação construtiva e participativa, não a cópia da cópia, meio ensino, meio aprendizagem, para interação do treinamento. (DEMO, 1994, p. 95).

Dessa forma, torna-se imprescindível que o professor procure caminhos que facilitem a passagem da aula clássica copiada, para um ambiente de motivação e prazeroso, no qual o professor assume um papel se comprometem a participar de modo ativo na construção do conhecimento. Assim, a aula tem significado pedagógico, e democratização, construção e participação do aluno e do professor.

Avaliação tradicional: A avaliação na escola vem sendo concebida com um ato penoso de julgamento de resultados se resumindo em um momento definido do processo educativo. A escola hoje utiliza a avaliação com um processo classificador e qualificador do aluno. Consistindo a uma manifestação do autoritarismo pedagógico utilizado como instrumento de segurança pelo professor, ou seja, é através da avaliação que se estabelece à hierarquia na sala de aula entre professor e aluno. De modo que, a atual prática de avaliação do aluno é uma prática rígida totalmente fechada no que se refere ao ensino. Conduzida inadequadamente por ser um elemento contra o avanço do aluno, manifestando-se: portanto, de uma forma antidemocrática que se torna a uma mediocridade que caracteriza o aluno a falta de talento. A prática da avaliação escolar, dentro do modelo conservador, terá de, obrigatoriamente, ser autoritária, pois esse caráter pertence a essência dessa perspectiva de sociedade, que exige controle e enquadramento dos indivíduos nos parâmetros previamente estabelecidos de equilíbrio social, seja pela utilização de ações explicitas seja pelo menos sub-reptícias diversas modalidades de propaganda ideológica. A avaliação educacional será, assim, um instrumento disciplinador não só das condutas cognitivas como também dos sociais, no texto da escola. (LUCKESI, 2005, p. 32).

Percebe-se que forma tradicional o aluno só estuda para a prova e que este aprendizado não cede espaço para reflexão, o professor limita-se a avaliação com um único instrumento, praticando uma educação excludente, julgando o aluno apenas num determinado momento. Dessa forma, o professor é considerado um agente desse jogo de descriminação e dominação, repetindo atitudes que sempre foram tomadas em nome do "bem educar". A avaliação tem se caracterizado como disciplinadora, punitiva e descrimitória, como decorrência, essencialmente, de ação conetiva do professor e os enunciados que emite a partir dessa correção. Dão a crítica que faço sobre a utilização de notas, conceitos, estrelinhas, carimbos, e outras menções nas tarefas. O sentido discriminatório da avaliação começa nesse momento [...] classificam-se, eles mesmos burros e inteligentes e te sua auto-estima abalada a ponto de surgirem bloqueios intransponíveis. (HOFFMANN, 1993, p. 110/111).

O problema da avaliação tem raízes profundas do sistema educacional e as escolas continuam a reproduzir valores que interessem à prática social. São os meios oferecidos aos professores que estão permeados dessa forma de avaliação, como se estivesse sempre brincando de gato e rato. É assim, está forma tradicional de avaliar que mais se assemelha a uma chantagem, onde pai utiliza-se de ameaça de trocar boas notas, com boas férias, bons pertences e os professores em nome de querer bem do seu aluno, apropriam-se da liberdade deles quando com suas habilidades geneticamente adquiridas, ou desenvolvidas pelo meio, tomado-as robotizados com metodologias tradicionais, nas quais consideram as diferenças individuais como conceitos que circula a sua prática pedagógica. É claro que neste processo os professores não estão absolutamente sozinhos, contanto com ajuda dos pais (que muitas vezes são os primeiros a chantagear ou aterrorizar os filhos com a nota) dos diretores e supervisores (que amiúde dificultam as mudanças da prática) do sistema de ensino, que pode dificultar a transformação de uma escola, disseminando o medo de eventuais transferências [...], favorecendo que nada mude. (VASCONCELLOS, 200, p. 34).

Tradicionalmente a escola vem realizando uma avaliação centrada na quantidade maior ou menor de informações que o aluno consiga responder nas provas e testes. É o momento de avaliar o que foi treinado, repetido e produzido apresenta um nível de respostas aceitável ou próximo os padrões idéias exigidos pela escola. Dessa forma, a avaliação está sendo emitida como uma atividade terminal do processo do trabalho educativo da escola, portanto, algo à parte, extingue com a única finalidade de aferir uma nota mínima ou máxima aos alunos que atingirem ou não um padrão estabelecido. Constituindo-se num procedimento mecânico do ensino, não possibilitando as elaborar. "processo intelectualmente as informações para chegar a uma resposta", não contribui, para o aprofundamento e solidificação de seus conhecimentos. Deixar explicito que esse tipo de avaliação está totalmente centralizado a um padrão ideológico de regras conceitos e normas de uma tradicional metodologia que se caracteriza a uma instancia vaga e distorcida que desanima e oscila desempenho do professor e aluno na sua formação docente e discente no ato educativo do ensinar e aprender na escola.

A análise realizada, neste trabalho, condicionou-nos a uma profunda reflexão a respeito de nossa prática pedagógica, onde avaliamos, na maioria das vezes, de forma mecânica, desconsiderando que produção do saber é feita por indivíduos que se constroem socialmente e não de maneira hierarquizadas, onde existem aqueles que ensinam e os que aprendem. No entanto, evidenciamos através das concepções abordadas que alguns professores matem a sua prática avaliativa arraigada a uma metodologia tradicional, levando-as a continuarem sendo reprodutores de uma educação conservadora, que não leva o aluno a trabalhar num espaço aberto participativo, de discussão e de experiências. 

Diante disso, busca-se através do trabalho, refletir sobre a avaliação da aprendizagem, ancorando-nos em autores que discutem essa temática, os quais enfatizam que a avaliação deverá partir de uma conscientização a expressar uma prática emancipatória, onde os sujeitos do processo (professor e aluno) busquem possibilidades de construção de uma ação interativa que os levem a trabalhar de forma a desenvolverem integralmente suas capacidades, acreditando na existência de uma utilidade interior que se direcione para a criatividade. Trilhando caminhos que os levem a trabalhar de forma emancipatória, onde a avaliação deixe de ser um fim e constitua-se como um processo contínuo, sistemático, compreensivo, informativo, que permite avaliar o conhecimento do aluno.

Assim o processo de avaliação pode ser de grande valia, na medida em que se busquem re-significar, orientar e dinamizar o trabalho pedagógico, bem como mantê-lo respaldado na atitude reflexiva permanente. Nessa direção nada adianta falarmos de mudança se não tivemos o poder sobre o campo que estamos assumindo um caráter crítico dinâmico diante das situações a qual o educador está inserido. Para alcançar esse grau de consciência é preciso superar o senso comum, tendo o cuidado de não se tornar um simples "consumidor" de idéias e teorias elaboradoras, mas que essa teoria sirva para iluminar a ação em que o discurso possa contribuir para o concreto, evitando o descompasso entre o discurso e a prática. Espera-se que a avaliação abra caminho para um trabalho pedagógico coletivo desfazendo-se o individualismo que se mostra insistente nos dias atuais. Uma perspectiva que todos incorporem em conjunto de esforços que se articulam de uma direção dar um salto qualitativo na educação. 

 

 

 

Necessidade de reavaliação no processo de aprendizagem escolar

EVILÁSIO FERREIRA DE SOUSA[1]

 

 

RESUMO: O presente artigo busca apresentar e discutir as diferentes concepções que norteiam a prática avaliativa, buscando o aprofundamento teórico e uma reflexão constante sobre a prática pedagógica, o que implica num redimensionamento também da forma de se avaliar. Numa tentativa de umas a ter uma avaliação qualitativa, baseada em uma relação democrática. A pesquisa foi feita de natureza descrita, do tipo bibliográfico. Com referenciais teóricos para fundamentos a nossa pesquisa, valemo-nos de autores de renome no estudo sobre avaliação da aprendizagem, citados em nossa bibliografia, onde foram explicitadas abordagens que conduzem, para uma reflexão em torno da prática avaliativa, desde os princípios fundamentais da escola até os dias atuais, pretendo compreender em longa instancia as contribuições teóricas para redimensionar a nossa prática educativa, diante dos conflitos e anseios que nos angustiam durante o exercício da profissão.

 

PALAVRAS-CHAVES: Avaliação, Ensino-Aprendizagem, Escola

 

 

The need for a reassessment in the process of schooling

 

ABSTRACT: This article search submit and discuss different views that guide the practice evaluative, seeking to deepen theoretical reflection pedagogical practice constant, implying a Resize shape also assessed. In an attempt some take a qualitative assessment, based on a democratic relationship. The search was made of nature described, bibliographic type. With theoretical benchmarks for the our survey, renowned authors in the study on evaluation of learning, cited in our bibliography, where they were set out approaches that leads to reflection on practice evaluative, provided the fundamental principles of school until today, would like him realize long instantiates theoretical contributions to resize our educational practice, in front of conflicts and anxieties in vex during the exercise of profession. 

 

KEYWORDS: Evaluation, Teaching-learning, School

 

 

[1] DOUTOR EM EDUCAÇÃO (UNINORTE – PY), MESTRE EM INOVAÇÃO EDUCACIONAL (UAB–ESPANHA), ESPECIALISTA EM METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR E DA PESQUISA CIENTIFICA (UERN)                                                    

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-online-artigos/necessidade-de-reavaliacao-no-processo-de-aprendizagem-escolar-5264872.html

    Palavras-chave do artigo:

    avaliacao

    ,

    ensino aprendizagem

    ,

    escola

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