PCN-ORIENTAÇÃO SEXUAL

Publicado em: 24/07/2010 |Comentário: 1 | Acessos: 3,453 |

1 INTRODUÇÃO

 

Este trabalho tem como foco a orientação sexual na escola de acordo com os PCNs,  bem como informações sobre, o conhecer o corpo, estabelecendo assuntos relacionados à conceitos e tabus, as doenças sexualmente transmissíveis e  suas discriminações, como as de gênero.

 

Após a postura do educador, este trabalho aponta os três tópicos à serem problematizado, quais são, Corpo: Matriz da sexualidade, relação d gênero e prevenção a doenças sexualmente transmissíveis, conforme foi elaborado por equipe técnica do MEC, sendo tratado cada assunto com coerência,  e consenso.

 

 

2 ORIENTAÇÃO  SEXUAL NA ESCOLA

 

Hoje apresentado à escola uma ferramenta que, em seu uso leva os alunos para ao aprendi- zado de reflexão, não de maneira empírica, pois o aluno pode reavaliar por si várias situações, pois essa ferramenta chamada PCNs, foi elaboradas por equipes  especializadas,  ligado ao MEC, como podemos ver em citação digital abaixo.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), elaborados por equipes de especialistas ligadas ao Ministério da Educação (MEC), têm por objetivo estabelecer uma referência curricular e apoiar a revisão e/ou a elaboração da proposta curricular dos Estados ou das escolas integrantes dos sistemas de ensino. Os PCNs são, portanto, uma proposta do MEC para a eficiência da educação escolar brasileira. São referências a todas as escolas do país para que elas garantam aos estudantes uma educação básica de.qualidade.                                                                                                                            Seu objetivo é garantir que crianças e jovens tenham acesso aos conhecimentos  necessários para a integração na sociedade moderna como cidadãos conscientes,   responsáveis e participantes. Tratando de biblioteca digital (Editora Ática.)

Este trabalho de orientação sexual na escola, é um aliado às questões  pertinentes, como é o caso dos PCNs, aonde docentes e discentes, caminham para uma relação sólida e confiável, ao tratar de orientação.

 

 

2.1 POSTURA DO EDUCADOR

 

O educador deve se mostrar disponível para responder questões dos alunos de forma direta e esclarecedora, não emitindo juízo de valores, e procurando estabelecer uma relação de confiança com eles.

 

O trabalho de orientação sexual proposto pelos PCNs, compreende a ação da escola como  complementação à educação dada pela a família. O diálogo entre as duas partes é de grande importância a fim que haja coerência dentre os princípios básicos. O papel do educador é fazer uma ponte, ser um facilitador do conhecimento, ser esclarecedor, e incentivar os alunos a procurar sempre ler a respeito do assunto que tiver a respeito da sexualidade, tendo assim mais pontos de vistas e venha criar a sua própria forma de pensar, refletir, e principalmente, agir.

 

Atualmente sexo não tem recebido o respeito merecido pela a maioria das pessoas. O ser humano muitas vezes a fazer sexos apenas para satisfazer seus desejos, esquecendo do sentimento principal que, o sexo que é amor.

 

Preocupados com a formação sexual dos alunos,  certas escolas,  juntamente com seu corpo docente, têm dado maior atenção a esse assunto tão importante na vida das pessoas e, em especial, de seus alunos.. Mas, enquanto mediador do conhecimento, o educador buscar se aperfeiçoar, buscando o maior número possível de informação, para que enriquecer seu repertório.

 

Os jovens, apesar de muitas vezes não demonstrarem, são extremamente necessitados de conceitos morais e amparo familiar que, quando realizado de forma coerente, proporcionam a forma de homens e mulheres de valores, sendo exemplo da sociedade.

 

 

2.1.1 Objetivos Gerais de Orientação Sexual

Conforme os PCNs, o objetivo do trabalho de Orientação Sexual é contribuir para que os alunos possam desenvolver e exercer sua sexualidade com prazer e responsabilidade. Esse tema vincula-se ao exercício da cidadania na medida em que, de um lado, se propõe a trabalhar o respeito por si e pelo outro, e, por outro lado, busca garantir direitos básicos a todos, como a saúde, a informação e o conhecimento, elementos fundamentais para a formação de cidadãos responsáveis e conscientes de suas capacidades.

 

Assim, o tema Orientação Sexual deve se organizar para que os alunos, ao fim do ensino

Fundamental, sejam capazes de:

 

• respeitar a diversidade de valores, crenças e comportamentos existentes e relativos à sexualidade, desde que seja garantida a dignidade do  ser humano;

• compreender a busca de prazer como uma dimensão saudável da sexualidade humana;

• conhecer seu corpo, valorizar e cuidar de sua saúde como condição necessária para usufruir de  prazer sexual;

• reconhecer como determinações culturais as características socialmente atribuídas ao masculino e ao feminino, posicionando-se contra discriminações a eles associadas;

• identificar e expressar seus sentimentos e desejos, respeitando os sentimentos e desejos do outro;

• proteger-se de relacionamentos sexuais coercitivos ou exploradores;

• reconhecer o consentimento mútuo como necessário para usufruir de prazer numa relação a dois;

• agir de modo solidário em relação aos portadores do HIV e de modo prepositivo na implementa- ção de políticas públicas voltadas para prevenção e tratamento das doenças sexualmente transmissí- veis /AIDS;

• conhecer e adotar práticas de sexo protegido, ao iniciar relacionamento sexual;

• evitar contrair ou transmitir doenças sexualmente transmissíveis, inclusive o vírus da AIDS;

• desenvolver consciência crítica e tomar decisões responsáveis a respeito de sua sexualidade;

• procurar orientação para a adoção de métodos contraceptivos seu discentes.

 

 

3. OS CONTEÚDOS DE ORIENTAÇÃO SEXUAL

A partir dos critérios descritos, os conteúdos foram organizados em três blocos:

 

• Corpo: matriz da sexualidade

.

• Relações de gênero.

 

• Prevenção às Doenças Sexualmente Transmissíveis/AIDS.

 

Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais podem e devem ser flexíveis, abordando assuntos conforme a turma ou necessidade específica do grupo, abrangendo assuntos como pornografia, abusos, prostituição, desejos  sexuais, iniciação  sexual,masturbação, e outros tabus relacionado à sexualidade. A proposta dos PCNs, é de sempre estar presente em qualquer programa de orientação sexual garantindo orientações e instruções básicas, sobre sexualidade.

 

Os Blocos (Corpo: matriz da sexualidade, Relação de gênero e Prevenção às Doenças Sexualmente Transmissíveis/AIDS), foram desenvolvidos para os quatros ciclos do ensino fundamental, nisso conforme o ciclo é dado um tratamento diferenciado, dando orientação mais aprofundada e específica, é o que podemos constatar nos PCNs.

 

Diferente é uma região de outra, podemos observar uma cidade, como existe uma área chamada industrial, outra, bairro dormitório, assim temos diferenças de classes, como a de realidades e instruções familiares, assim também os alunos em seus ciclos; como está relacionado nos PCNs "[...]  e por poderem ser abordados em ambos os ciclos de forma mais ou menos aprofundada e abrangente, os conteúdos do tema Orientação Sexual obedecerão à lógica interna de cada área no que se refere à sua divisão por ciclos."

 

 

3.1 CORPO: MATRIZ DA SEXUALIDADE.

 

Ao abordar o assunto sexualidade, é diretamente sobre o corpo e organismo, que está pra- ticamente em questão, sendo assim, matriz a orientação, veremos em citação.

 

Para a compreensão da abordagem proposta no trabalho de Orientação Sexual, deve-se ter em mente a distinção entre os conceitos de organismo e corpo. O organismo se refere ao aparato herdado e constitucional, a infra-estrutura básica biológica dos seres humanos. Já o conceito de corpo diz respeito às possibilidades de apropriação subjetiva de toda experiência na interação com o meio. O Organismo atravessado pela inteligência e desejo se mostrará um corpo. No conceito de corpo, portanto, estão incluídas as dimensões da aprendizagem e todas as potencialidades do indivíduo para a apropriação das suas vivências.

A partir dessa diferenciação, vê-se que a abordagem sobre corpo deve ir além das informações sobre sua anatomia e funcionamento, pois os órgãos não existiriam fora de um corpo que pulsa e sente. O corpo é concebido como um todo integrado, de sistemas interligados e inclui emoções, sentimentos, sensações de prazer desprazer, assim como as transformações nele ocorridas ao longo do tempo. Há que se considerar, portanto, os fatores culturais que intervêm na construção da  percepção do corpo, esse todo que inclui as dimensões biológica, psicológica e social.

O que se busca é construir noções, imagens, conceitos e valores a respeito do corpo em que esteja incluída a sexualidade como algo inerente, saudável, necessária e desejável da vida humana. As idéias e concepções veiculadas pelas diferentes áreas (Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Naturais, História, Geografia, Arte e Educação Física) contribuem para a construção dessa visão do corpo por meio da explicitação das dimensões da sexualidade nos seus conteúdos. Por exemplo, a inclusão de conhecimentos a respeito de como a sexualidade é vivida em diferentes culturas, em diferentes tempos, em diferentes lugares e como se expressa pelo vestuário, cuidados pessoais, regras, interdições e valorização de comportamentos (o hábito presente em algumas culturas de as mulheres tomarem banho vestidas, a nudez e a liberdade entre as crianças indígenas brasileiras, etc.). A Educação Física, que privilegia o uso do corpo e a construção de uma "cultura corporal" (ver o documento dessa área), é um excelente espaço onde o conhecimento, o respeito e a relação prazerosa com o próprio corpo podem ser trabalhados. Da mesma forma, a dança e o teatro, na área

de Arte.[...].(PCNS, 1997 vol.10)

 

Observamos que as orientações à sexualidade, abrangem os seus conceitos culturais, diferenciados, porem a uma grande necessidade em conhecer o corpo propriamente dito, onde a intervenção pode e deve ser feitas em ações interdisciplinares, a qual poderá ser abordado em aula de diferentes disciplinas, não tendo a específica, pois os PCNs, foi elaborado para problematizar o assunto em diversas situações.

 

 

3.1.1 Conteúdos a Serem Trabalhados

 

• as transformações do corpo do homem e da mulher nas diferentes fases da  vida, dentro de   uma perspectiva de corpo integrado, envolvendo emoções, sentimentos e sensações ligadas ao bem-estar e ao prazer do autocuidado;

• os mecanismos de concepção, gravidez e parto e a existência de métodos contraceptivos;               • as mudanças decorrentes da puberdade: amadurecimento das funções sexuais  e reprodutivas; aparecimento de caracteres sexuais secundários; variação de idade em que inicia a puberdade; transformações decorrentes de crescimento físico acelerado;

• o respeito ao próprio corpo e ao corpo do outro;

• o respeito aos colegas que apresentam desenvolvimento físico e emocional diferentes;

• o fortalecimento da auto-estima;

• a tranqüilidade na relação com a sexualidade.

 

Conforme os PCNs, o educador deve estar sempre  atento a necessidade de repetir o mesmo assunto,   abordando temas de curiosidades e interesses à sexualidade.

 

3.2    RELAÇÕES DE GÊNERO

 

Em relação de gênero já desde criança é apresentado diferentes padrões comportamental, não  só âmbito anatômico, mas embora  sociedade caminha cada vez mais à  uma evolução de oportunidades sociais, a  qual a mulher vem ter direitos iguais aos homens, ainda encontramos setores e situações de discriminação, deixando um dos gênero em situação privilegiada como diz o PCNs "[...] privilegiado os homens, na medida em que a sociedade não tem oferecido as mesmas oportunidades a ambos. Mesmo com a grande transformação dos costumes e valores que vêm ocorrendo nas últimas décadas ainda persistem muitas discriminações,[...]"

 

O objetivo da discussão de gênero, é por sua vez inibir atitudes autoritárias, ou de preconceitos, quais dificultam relacionamentos, algo que influência a sociedade como um todo, como já  mencionado, a sociedade caminha cada dia para  transformações físicas e consensuais de procedimentos em si aplicada, pois como no  começo de sua caminhada, a criança  e o adolescente, em seu gênero, deve ser instruído á enxergar um, como o outro, em  habilidades curriculares de maneia singular; não como o  menino, enxergando a menina como meiga e frágil. Assim podemos também observar citação do PCNs.

 

A discussão sobre relações de gênero tem como objetivo combater relações autoritárias, questionar a rigidez dos padrões de conduta estabelecidos para homens e mulheres e apontar para sua transformação. A flexibilização dos padrões visa permitir a expressão de potencialidades existentes em cada ser humano que são dificultadas pelos estereótipos de gênero. Como exemplo comum pode se lembrar a repressão das expressões de sensibilidade, intuição e meiguice nos meninos ou de objetividade e agressividade nas meninas. As diferenças não devem ficar aprisionadas em padrões preestabelecidos, mas podem e devem ser vividas a partir da singularidade de cada um, apontando para a eqüidade entre os sexos.  (PCNS, 1997 vol.10)

 

 

3.2.1        Conteúdos a Serem Trabalhados

 

• a diversidade de comportamento de homens e mulheres em função da época e do local onde vivem;

• a relatividade das concepções tradicionalmente associadas ao masculino e ao feminino;

• o respeito pelo outro sexo, na figura das pessoas com as quais se convive;

• o respeito às muitas e variadas expressões do feminino e do masculino.

 

 

3.3    PREVENÇÃO ÀS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS/AIDS

 

Este tema é de suma importância, pois não desvincula de uma orientação sexual, pois se tratando de corpo, do conhecê-lo e seus tabus e preconceitos, afirmando ser ligado ao prazer, os PCNs vem por sua vez propor discussões ao que se diz, doenças sexualmente transmissíveis, orientando não só o risco de doença e morte, mas propondo métodos coerente a abordagem, e suas prevenções no caso da AIDS,  e outras,  como podemos ver em citação.

 

"Os conteúdos principais a serem trabalhados neste eixo são as informações sobre a existência de doenças Os sexualmente transmissíveis (colocadas genericamente, não sendo necessário enumerar as mais conhecidas), em especial a AIDS, incluindo esclarecimentos sobre os fatos e os preconceitos a ela associados.

Se, de uma maneira geral, o trabalho de Orientação Sexual visa desvincular a sexualidade  dos tabus e preconceitos, afirmando-a como algo ligado ao prazer e à vida, na discussão das doenças sexualmente transmissíveis/AIDS o enfoque deve ser coerente com os princípios gerais e não deve acentuar a ligação entre sexualidade e doença ou morte. As informações sobre as doenças devem ter sempre como foco a promoção de condutas preventivas, enfatizando-se a distinção entre as formas de contato que propiciam risco de contágio daquelas que, na vida cotidiana, não envolvem risco algum.

Particularmente em relação à AIDS, o tratamento que esse tema deve ter em Orientação

Sexual é o oposto ao que foi dado por algumas campanhas de prevenção veiculadas pela mídia:

"AIDS mata". Essa mensagem contribui para o aumento do medo e da angústia, desencadeando  reações defensivas. A mensagem fundamental a ser trabalhada é "AIDS previne-se".

O trabalho com esse tema, ao mesmo tempo que fornece informações sobre AIDS, possibilita a explicitação dos medos e angústias suscitados e a abordagem dos diferentes mitos e obstáculos emocionais e culturais que impedem a mudança de comportamento necessária à adoção de práticas de sexo seguro. Dentre os obstáculos emocionais vale destacar os mecanismos de onipotência e de

negação entre os adolescentes, que demandam um espaço contínuo de discussão para que possam vir à tona e modificar-se. ( PCNs,1997 vol. 10)

 

O que poderemos ver em conteúdos a serem trabalhados, conforme os (PCNs) "Também deve-se retomar a discussão sobre o corpo e os cuidados oferecidos pelos serviços

de saúde. O professor deve basear-se nas proposições gerais do tema Saúde, ou seja, o enfoque

deve ser para a saúde e não para a doença."

 

 

3.3.1 Conteúdos a Serem Trabalhados

 

• o conhecimento da existência de doenças sexualmente transmissíveis;

• a compreensão das formas de prevenção e vias de transmissão da AIDS;

• a comparação entre as formas de contato que propiciam contágio e as que não  envolvem riscos;

• recolher, analisar e processar informações sobre a AIDS, por meio de folhetos  ilustrados, textos e artigos de jornais e revistas;

• o conhecimento e a adoção dos procedimentos necessários em situações de acidente ou ferimentos que possibilitem o contato sangüíneo;

• o repúdio às discriminações em relação aos portadores de HIV e doente de  AIDS;

• o respeito e a solidariedade na relação com pessoas portadoras do vírus HIV  ou doentes de AIDS.

 

 

4 CONCLUSÃO

Concluo que neste trabalho que apresenta orientações sexual na escola, bem como o suporte, e recomendação do MEC, vem como suporte para questões pertinentes, e como bem elaboradas por pessoas especializadas e envolvidas com o tema, deixa como uma ferramenta de  trabalho interdisciplinar.

 

Mesmo com todo o suporte bem elaborado, acredito que o MEC, poderia promover dentro  desses PCNs, questões de estrutura familiares, por tratar de instituição de ensino, não fazendo apologia a religião, ou formação de caráter pessoal  empírico, mas conseqüências que possa trazer no futuro, trazendo uma  vida social  familiar disfuncional ou não, embora os PCNs,  tenha várias abordagem à questões, como gestação antes da hora,e outras, mas os educadores, sem o medo do preconceito contemporâneo,  poderia refletir o que está acontecendo com a sociedade a cada dia, falávamos senhor para o mais velhos,  hoje parece caretice. Até onde isso é bom?

 

 

5 REFERÊNCIAS

 

Biblioteca digital, bibliografia internacional anotada. Disponível em:

<http://www.aticaeducacional.com.br/htdocs/pcn/pcns.aspx >. Acesso em 02 Out. 2009.

PCNs: orientação Sexual. Secretaria de Educação Fundamental, Brasília, MEC/SEF, 1997

Volume 10.

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-online-artigos/pcn-orientacao-sexual-2892576.html

    Palavras-chave do artigo:

    sexualidade consciencia educacao

    Comentar sobre o artigo

    Hellen Bessa de Oliveira

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    Por: Hellen Bessa de Oliveiral Educação> Educação Infantill 28/05/2013 lAcessos: 120
    kelvia Fabiana Tavares Leite

    Este trabalho tem como objetivo relatar experiências feita com alunos da rede estadual, onde percebe-se a necessidade de ampliar e integrar as disciplinas de ética, cidadania educação sexual, saúde, meio ambiente e pluralidade cultural nas séries iniciais. A importância de desenvolver um trabalho voltado para a sexualidade infantil, é a de proporcionar momentos de reflexão com as crianças para que os mesmos possam entender o ser humano e suas relações, a valorização da essência do ser...

    Por: kelvia Fabiana Tavares Leitel Educação> Educação Infantill 10/11/2009 lAcessos: 6,638 lComentário: 1

    Embora a violência seja enquadrada como física (e nesse caso incluímos também a violência sexual) e/ou verbal, podemos dizer que ela opera também no espaço do implícito, do não-dito, da negligência e da omissão e que, ficam melhor evidenciados quando tratamos, por exemplo, de pessoas deficientes. Para este segmento da população mecanismos violentos tais como: a segregação e o preconceito, a exclusão social, a estigmatização, a omissão e a negligência podem ser ainda mais prejudiciais.

    Por: Thiago de Almeidal Psicologia&Auto-Ajudal 23/01/2009 lAcessos: 1,478 lComentário: 1

    A educação é um processo do desenvolvimento humano e de suas habilidades intelectuais, morais, físicas. E ocorre em todos os lugares, porém os formadores educativos mais comuns são a família e a escola, sendo que o ambiente escolar assume maior parte dessa parcela.

    Por: Lecy Aparecida Martinsl Educaçãol 28/07/2014 lAcessos: 22
    FABRÍCIO DE CARVALHO PIMENTA

    Este artigo enfoca a questão da sexualidade tendo como ponto de partida o discurso religioso que visa a estabelecer a repressão corporal a fim de dominar a sociedade, objetivando provocar uma reflexão sobre questões ligadas à sexualidade que sempre foram tratadas pelas religiões com muito preconceito e provocar um diálogo das escolas com o tema visto sob um prisma contemporâneo.

    Por: FABRÍCIO DE CARVALHO PIMENTAl Educaçãol 21/05/2009 lAcessos: 3,356 lComentário: 1

    Trabalhar com a questão da sexualidade é muito complexo tendo em vista a grande banalização do erotismo ocorrida pela mídia e meios de comunicação, são músicas com gestos promíscuos, letras detrativas, com teor de sexo implícito. Diante disso crianças são submetidas a uma cultura onde a sexualidade denota poder de comando e autoridade.

    Por: Maria Zilda da Silva Barbosal Educação> Educação Infantill 20/07/2014 lAcessos: 31
    Garcia,Alessandra A. de M.

    Este artigo é resultado de uma pesquisa etnográfica voltada para problematizar a educação sexual na educação básica, especialmente com alunos de 3º e 2º Ciclo . Propusemos como objetivo compreender, analisar e interpretar de que modo o sexo e a sexualidade se constituintes da personalidade é tratado no processo de escolarização, observando a idade entre 10 e 14 anos. A coleta de dados foi realizada no ano de 2010 e em uma escola estadual do município de Sinop, Mato Grosso.

    Por: Garcia,Alessandra A. de M.l Educaçãol 15/11/2011 lAcessos: 426
    FABRÍCIO DE CARVALHO PIMENTA

    Este artigo pretende apresentar como a Igreja, principalmente a Católica, utilizou-se de um discurso perverso, manipulador e nazi-fascista para criar o preconceito com relação à sexualidade e propõe uma reflexão nova, principalmente dentro da perspectiva da educação contemporânea, acerca da questão da homossexualidade.

    Por: FABRÍCIO DE CARVALHO PIMENTAl Educaçãol 21/05/2009 lAcessos: 2,829 lComentário: 2

    Na sociedade, o exercício da sexualidade trazer prazer ou dor, felicidade ou sofrimento. Pode ser considerado um ato biológico (sexo) que envolve a atividade do sistema nervoso autônomo e a do músculo estriado, que culmina no orgasmo. É uma força biológica necessária para a procriação da espécie humana, mas é, também, muito mais. É a expressão de duas personalidades, unidas no sentimento simbólico e físico de ternura, de respeito e de mútua preocupação.

    Por: Ednaldo Cavalcante de Araújol Educação> Ensino Superiorl 25/10/2008 lAcessos: 7,100 lComentário: 6
    Paulo R. da Silva Bastos

    Foram algumas as direções tomadas pelos teóricos interessados no casamento da Psicanálise com a Educação. Criar uma nova disciplina, a Pedagogia Psicanalítica, o esforço de transmitir a pais e professores a teoria psicanalítica, imaginando que de posse desse conhecimento, pudessem evitar que as neuroses se instalassem em seus filhos e alunos. uma tentativa mais difusa de transmitir a Psicanálise a todos os representantes da cultura interessados em ampliar a sua visão de mundo.

    Por: Paulo R. da Silva Bastosl Psicologia&Auto-Ajuda> Psicoterapial 06/04/2010 lAcessos: 5,827 lComentário: 1

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    Por: Juracy Soaresl Educação> Educação Onlinel 05/09/2014
    Lucileno Matos

    Este artigo tem como objetivo geral "Analisar as condições socioeconômicas do município de Imbituba". O trabalho fez uso da pesquisa bibliográfica e se enquadra como pesquisa básica com abordagem qualitativa do tipo estudo de caso. Como resultado, a pesquisa apontou a importância do desenvolvimento econômico para Imbituba, e que, para a análise da economia de um País, Estado ou Município, há a necessidade da adoção de indicadores: populacionais; sociais; econômicos; e infraestrutura.

    Por: Lucileno Matosl Educação> Educação Onlinel 14/08/2014 lAcessos: 21

    Admite-se que nossa inteligência compreende dois tipos de lógica, duas formas de processar a realidade

    Por: Central Pressl Educação> Educação Onlinel 28/07/2014

    A importância do autodidatismo é ignorada por muitos. E desprezada por outro tanto. Muitos pensam que quem não quer estudar se transforma muitas vezes em autodidata. O que ocorre é exatamente o contrário, somente os que gostam de estudar têm condições de se tornarem um autodidata. Somente aqueles que sabem da importância dos estudos, da indispensabilidade dos estudos, somente estes - repetimos - têm a necessária força e disposição para se tornarem um autodidata.

    Por: Ebenézer Anselmol Educação> Educação Onlinel 26/06/2014 lAcessos: 17

    As dificuldades de aprendizagem podem ser explicadas pelas limitações dos sujeitos em processar ou utilizar, adequadamente, as informações que recebem do meio, mostrando-se como incapazes de aprender, de compreender, de ler, escrever, calcular, de conservar, reunir, ordenar, classificar, abstrair, etc.

    Por: Manoel Oliveira de Souzal Educação> Educação Onlinel 23/06/2014 lAcessos: 18

    Não podemos falar em avaliação educacional escolar, sem fazermos uma análise do sistema educacional já que a avaliação é uma peça de engrenagem desse sistema. E dentro dessa perspectiva de reprodução da sociedade, surgem as diversas tendências com este objetivo. A atual prática da avaliação educacional está muitas vezes ainda a serviço de um entendimento teórico-conservador da sociedade e da educação.

    Por: Delimar da S. F. Magalhãesl Educação> Educação Onlinel 22/06/2014 lAcessos: 32

    A educação autêntica é investimento na busca de superação das condições de degradação, de opressão e de alienação, é esforço sistemático e intencionalizado de emancipação dos homens que nelas eventualmente se encontrem.

    Por: Delimar da S. F. Magalhãesl Educação> Educação Onlinel 22/06/2014 lAcessos: 17
    Bruno Scarpa

    O artigo aborda a evolução dos meios de comunicação da educação a distância ( EaD ). Será realizado uma síntese das modificações sofridas ao longo do tempo para que a modalidade de ensino a distância pudesse se adequar as exigências impostas pela globalização.

    Por: Bruno Scarpal Educação> Educação Onlinel 21/06/2014 lAcessos: 15
    Adilson Duque Estrada

    Fazendo parâmetros com o mercado informal, muitos se sentem lesados ou injustiçados, pois nem se quer pagam-se impostos, e outros compromissos, mas houve um homem que segundo a Bíblia, não era todo certinho, e tinha o coração segundo a vontade de Deus, e em determinadas situações de luta em sua vida, olhava para os injustos, e via que prosperavam, homens de malícias, e com toda a impiedade viviam descansadamente, quando Davi percebe que seus sentimentos não estava voltado ao coração de Deus.

    Por: Adilson Duque Estradal Religião & Esoterismo> Evangelhol 05/04/2011 lAcessos: 151
    Adilson Duque Estrada

    RESUMO A Guerra do Contestado poderia ser analisada por diversas vertentes , a questão da exclusão da mão de obra dos chamados caboclos, seria uma delas, onde a contratação de funcionários vindo do exterior causa uma ruptura que culminará em um conflito que se estendem durante anos, e esta questão de valorização da mão de obra exterior, analisando esta problemática, é notavel que, isso perdura até os dias atuais , exclusão da mão de obra menos qualificada, e o desenteresse em qualifica-los.

    Por: Adilson Duque Estradal Educação> Educação Onlinel 16/03/2011 lAcessos: 720
    Adilson Duque Estrada

    A manifestação artística do Cristianismo , teve seu apogeu na Arte Bizantina ,que consistia na forte influência do clero sobre o fazer artístico , Constantinopla foi centro deste movimento , dada pela sua localização , tinha forte influências culturais de outros povos , como os romanos , os gregos e dos oriente , fazendo com que esta mistura de gêneros criassem um estilo de arte rico em suas cores , formas e técnicas. A arte com mosaico foi uma das principais linguagem artística.

    Por: Adilson Duque Estradal Literatural 07/08/2010 lAcessos: 2,288

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    JURANDIR BORGES 27/08/2010
    PARA UM CERTO PSICANALISTA,UMA CRIANÇA AO APALPAR AS TETAS DE SUA MÃE PARA TOMAR SEU LEITE,INICIA UM INGÊNUO CONTATO E UMA SENSIBILIDADE COM O PRAZER DE SE ENVOLVER COM UMA AGRADÁVEL SENSAÇÃO DE UM CORPO ACOLHEDOR E SEGURO.ENTÃO,SERÁ QUE A PEDOFILIA,ESSA MONSTRUOSIDADE CONTRA A CRIANÇA NÃO TEM ALGUMA IDEOLOGIA,E QUE ESSA IDEOLOGIA PRECISA SER DESCONSTRUÍDA PARA AVALIAR ESSE CRIME PERVERSO CONTRA A HUMANIDADE ?
    PARA QUE POSSAMOS PROTEGER E DEFENDER A CRIANÇA O ADOLESCENTE CONTRA QUALQUER TIPO DE VIOLÊNCIA ?
    VALE SALIENTAR QUE A FAMÍLIA É O COMEÇO DE UMA COMUNIDADE E UMA SOCIEDADAE
    NA QUAL FAZEMOS PARTE.
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