TPM, uma Introdução ao Sistema de manutenção Total produtiva

Publicado em: 19/12/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 2,018 |

Introdução à Manutenção Produtiva Total (TPM)

Por Markus Hofrichter

O que é Manutenção Produtiva Total (TPM)?

Ela pode ser considerada a ciência médica das máquinas. Manutenção Produtiva Total (TPM) é um programa de manutenção que envolve um novo conceito para a manutenção de fábricas e equipamentos. O objetivo do programa TPM é aumentar consideravelmente a produção e, ao mesmo tempo, a moral dos funcionários e sua satisfação no trabalho.

O TPM coloca ênfase na manutenção como uma parte necessária e vitalmente importante dos negócios. Não é mais considerada uma atividade sem fins lucrativos. O tempo de parada para manutenção é agendado como parte da rotina de fabricação e, em alguns casos, como parte integrante do processo de fabricação. O objetivo é baixar ao mínimo as manutenções de emergência e não agendadas.

Por que TPM ?

O TPM foi introduzido para atingir os seguintes objetivos. Os mais importantes estão relacionados abaixo.

  • Evitar desperdícios em um ambiente econômico que está mudando rapidamente.
  • Produzir bens sem reduzir a qualidade do produto.
  • Reduzir custos.
  • Produzir uma pequena quantidade de lote o mais cedo possível.
  • Os bens enviados aos consumidores não podem conter defeitos.

Semelhanças e diferenças entre TQM e TPM:

O programa TPM é bastante semelhante ao popular programa Gestão de Qualidade Total (TQM). Muitas das ferramentas, como autonomia do funcionário, benchmarking, documentação, etc., usadas no TQM são usadas para implementar e otimizar o TPM. A seguir, as semelhanças entre os dois.

  1. Um compromisso total com o programa por parte da alta gerência é necessário em ambos os programas
  2. Os funcionários devem ter autonomia para iniciar uma ação corretiva, e
  3. Deve-se aceitar um panorama amplo, pois o TPM pode levar um ano ou mais para ser implementado, e é um processo contínuo. Deve haver também mudanças na mentalidade dos funcionários com relação a suas responsabilidades no trabalho.

As diferenças entre o TQM e o TPM são resumidas abaixo.

Categoria

TQM

TPM

Objeto

Qualidade (Resultado e efeitos)

Equipamentos (Entrada e causa)

Meios de atingir o objetivo

Sistematizar a gerência. Orientado por software.

Participação dos funcionários e orientado por hardware.

Meta

Qualidade para PPM

Eliminação de perdas e desperdícios.

 

Tipos de manutenção:

1. Manutenção por pane:

Significa que as pessoas esperam até que o equipamento apresente uma falha para repará-lo. Isso poderia ser usado quando a falha no equipamento não afeta significativamente a operação ou produção nem gera um prejuízo significativo além do custo de reparo.

2. Manutenção preventiva (1951):

Trata-se de manutenção diária (limpeza, inspeção, lubrificação e refixação), destinada a manter a condição saudável do equipamento e prevenir falhas por meio de detecção de deterioração, inspeção periódica ou condição do equipamento e diagnóstico, para medir a deterioração. Divide-se ainda em manutenção periódica e manutenção preditiva. Assim como a vida humana é estendida pela medicina preventiva, a vida útil dos equipamentos pode ser prolongada pela manutenção preventiva.

2a. Manutenção periódica (Manutenção baseada no tempo - TBM):

A manutenção baseada no tempo consiste em periodicamente inspecionar, reparar e limpar equipamentos e substituir peças para evitar falhas repentinas e problemas no processo.

2b. Manutenção preditiva:

Trata-se de um método no qual a vida útil de peças importantes é prevista com base em inspeção ou diagnóstico, a fim de usar as peças até o limite de sua vida útil. Comparada à manutenção periódica, a manutenção preditiva é uma  manutenção baseada em condição. Ela gerencia valores de tendências, medindo e analisando dados sobre deterioração, e emprega um sistema de vigilância, projetado para monitorar condições através de um sistema online.

3. Manutenção corretiva (1957):

Melhora equipamentos e seus componentes, de forma que a manutenção preventiva possa ser executada de forma confiável. Equipamentos com problemas de projeto devem ser reprojetados para melhorar a confiabilidade ou melhorar sua manutenção.

4. Manutenção preventiva (1960):

Indica o projeto de um novo equipamento. Os pontos fracos de máquinas atuais são intensamente estudados (informações do local que levam à prevenção de falhas, manutenção mais fácil e previnem defeitos, segurança e facilidade de fabricação) e são incorporados antes do comissionamento de um novo equipamento.

TPM - Histórico:

O TPM é um inovador conceito japonês. A origem do TPM pode ser remontada a 1951, quando a manutenção preventiva foi introduzida no Japão. Contudo, o conceito de manutenção preventiva foi tirado dos EUA. A Nippondenso foi a primeira empresa a introduzir a manutenção preventiva por toda a fábrica em 1960. Manutenção preventiva é o conceito pelo qual os operadores produzem bens usando máquinas e o grupo de manutenção fica encarregado de fazer a manutenção dessas máquinas, contudo, com a automação da Nippondenso, a manutenção se tornou um problema, pois mais funcionários de manutenção se tornaram necessários. Portanto a gerência decidiu que a manutenção rotineira dos equipamentos seria realizada pelos operadores. (Isso é manutenção Autônoma, uma das características do TPM). O grupo de manutenção ficava encarregado apenas dos trabalhos essenciais de manutenção.

Assim, a Nippondenso, que já adotava a manutenção preventiva, acrescentou também a manutenção Autônoma realizada pelos operadores de produção. A equipe de manutenção fazia as modificações dos equipamentos, para aumentar sua confiabilidade. As modificações eram feitas ou incorporadas nos novos equipamentos. Isso levou à prevenção de manutenção. Assim, a manutenção preventiva, juntamente com a prevenção de manutenção e a melhoria na manutenção, deram origem à Manutenção Produtiva.O objetivo da manutenção produtiva era maximizar a eficácia da fábrica e dos equipamentos, para atingir um custo ótimo de ciclo de vida para os equipamentos de produção.

Nesse ponto, a Nippondenso havia feito círculos de qualidade, envolvendo a participação dos funcionários. Assim, todos os funcionários participavam da implementação da Manutenção produtiva. Com base nesses desenvolvimentos, a Nippondenso recebeu o prêmio fábrica de destaque por desenvolver e implementar o TPM, pelo Instituto Japonês de Engenheiros de Fábrica (JIPE). Assim, a Nippondenso, do grupo Toyota, se tornou a primeira empresa a obter a certificação TPM.

Metas do TPM:

P
Obter no mínimo 80% OPE.
Obter no mínimo 90% OEE (Eficácia Geral dos Equipamentos)
Rodar as máquinas mesmo durante o almoço. (O almoço é para os operadores, não para as máquinas! )

Q
Operar de forma que não haja reclamações dos consumidores.

C
Reduzir os custos de manutenção em 30%.

D
Atingir 100% de sucesso na entrega dos bens conforme exigido pelo cliente.

S
Manter um ambiente de trabalho livre de acidentes.

M
Aumentar as sugestões por 3. Desenvolver trabalhadores flexíveis e com habilidades múltiplas.

Motivos do TPM

  1. Adoção de abordagem de ciclo de vida para melhorar o desempenho geral dos equipamentos de produção.
  2. Melhorar a produtividade com funcionários altamente motivados, o que se consegue por meio da ampliação do trabalho.
  3. Uso de atividades voluntárias em pequenos grupos para identificar a causa da falha e possíveis modificações na fábrica e nos equipamentos.

Exclusividades do TPM

A grande diferença entre o TPM e outros conceitos é que os operadores também são envolvidos no processo de manutenção. O conceito de "Eu (Operadores de produção) Opero, Você (Departamento de manutenção) Conserta" não é seguido.

Objetivos do TPM

  1. Atingir Zero Defeitos, Zero Panes e Zero Acidentes em todas as áreas funcionais da organização.
  2. Envolver pessoas em todos os níveis da organização.
  3. Formar diferentes equipes para reduzir defeitos e Automanutenção.

Benefícios diretos do TPM

  1. Aumentar a produtividade e OPE (Eficiência Geral da Fábrica) em 1,5 ou 2 vezes.
  2. Retificar as queixas de consumidores.
  3. Reduzir os custos de manutenção em 30%.
  4. Atender às necessidades dos clientes em 100 % (Entregando a quantidade certa no prazo certo, na qualidade exigida. )
  5. Reduzir acidentes.
  6. Seguir políticas de controle de poluição.

Benefícios indiretos do TPM

  1. Nível mais alto de confiança entre os funcionários.
  2. Manter o local de trabalho limpo, organizado e atraente.
  3. Mudança favorável na atitude dos operadores.
  4. Atingir metas por meio do trabalho em equipe.
  5. Emprego horizontal de um novo conceito em todas as áreas da organização.
  6. Compartilhar conhecimento e experiência.
  7. Os funcionários ficam com a sensação de serem os donos da máquina.

OEE (Eficiência Geral dos Equipamentos):

OEE = A x PE x Q

A - Disponibilidade da máquina. Disponibilidade é a proporção de tempo em que a máquina fica de fato disponível com relação ao tempo total em que ela deveria estar disponível.

A = ( MTBF - MTTR ) / MTBF.

MTBF - Tempo Médio Entre Falhas = ( Tempo Total de Operação) / Número de Falhas.
MTTR - Tempo Médio para Reparo.

PE - Eficiência de Desempenho. Medida por RE X SE.

Eficiência da taxa (RE) : Tempo médio de ciclo real é menor do que o tempo de ciclo projetado em função de obstruções, etc. A produção é reduzida em função de obstruções
Eficiência de velocidade (SE) : O tempo real de ciclo é menor do que tempo de ciclo projetado; a produção da máquina é reduzida, pois ela está trabalhando em velocidade reduzida.

Q - Refere-se à taxa de qualidade. Porcentagem de peças boas do total produzido, às vezes chamada de "rendimento".

Etapas da introdução do TPM em uma organização:

Etapa A - FASE PREPARATÓRIA:

ETAPA 1 - Anúncio pela Gerência a todos sobre a introdução do TPM na organização:

São necessários entendimento adequado, comprometimento e envolvimento ativo da alta gerência nesta etapa. A gerência sênior deve passar por programas de conscientização, e depois fazer o anúncio a todos. Publicar na revista interna e colocar no quadro de avisos. Enviar uma carta a todos os envolvidos, se necessário.

ETAPA 2 - Instrução inicial e publicidade do TPM:

Treinamentos devem ser conduzidos com base na necessidade. Alguns precisam de treinamento intensivo, e alguns, apenas de uma conscientização. Levar as pessoas relevantes para locais onde o TPM já foi implantado com sucesso.

ETAPA 3 - Formar comitês de TPM e departamentais:

O TPM inclui melhoria, manutenção autônoma, manutenção de qualidade, etc., como parte dele. Quando comitês são formados, eles devem cuidar de todas essas necessidades.

ETAPA 4 - Estabelecendo um sistema e meta de trabalho de TPM:

Agora cada área tem seu benchmark e pode definir metas a serem atingidas.

ETAPA 5 - Um plano mestre para institucionalização:

A próxima etapa é a implementação, que leva à institucionalização, através da qual o TPM se transforma em uma cultura organizacional. Atingir o prêmio PM é a prova de que um nível satisfatório foi atingido.

ETAPA B - ESTÁGIO DE INTRODUÇÃO

Trata-se de uma cerimônia, e deveríamos convidar a todos os fornecedores, para que eles saibam que queremos fornecer qualidade a eles. Empresas relacionadas e empresas afiliadas que possam ser nossos clientes, com preocupações semelhantes, etc. Algumas podem aprender conosco e algumas podem nos ajudar, e os clientes serão comunicados por nós de que nos importamos com uma produção de qualidade.

ETAPA C - IMPLEMENTAÇÃO

Nesse estágio oito atividades são conduzidas, que são chamadas os oito pilares no desenvolvimento da atividade TPM.
Destas, quatro atividades são para estabelecer o sistema para eficiência de produção, uma para sistema de controle inicial de novos produtos e equipamentos, uma para melhorar a eficiência de administração e duas são para controle de segurança e higiene no local de trabalho.

ETAPA D - ESTÁGIO DE INSTITUCIONALIZAÇÃO

Com todas essas atividades, deve-se chegar a um estágio de maturidade. Agora é o momento de se inscrever para o prêmio PM. Pense também no nível de desafio ao qual você pode levar esse movimento.

Estrutura Organizacional para a Implementação do TPM:

 

ESTRUTURA DO TPM NO ÂMBITO DA FÁBRICA

TPM de Escritório - Responsável pelo TPM - Gerente da Fábrica

5 S - Manutenção Autônoma - Manutenção Planejada - Melhora Individual

Manutenção de Qualidade - Gestão Inicial de Equipamentos - Segurança - Treinamento para Desenvolvimento de Pessoas

Pilares do TPM

 

PILARES DO TPM

Manutenção Autônoma (Jishu Hozen)

Kobetsu Kaizen

Manutenção Planejada

Manutenção de Qualidade

Treinamento

TPM de Escritório

Saúde, Segurança e Meio Ambiente

PILAR 1 - 5S:

O TPM começa com os 5S. Os problemas não podem ser vistos com clareza quando o local de trabalho está desorganizado. Limpar e organizar o local de trabalho ajuda a equipe a revelar problemas. Tornar os problemas visíveis é o primeiro passo para melhoria.

Termo Japonês

Tradução para o português

Termo 'S' equivalente em inglês

Seiri

Organização

Sort ("Classificar")

Seiton

Arrumação

Systematise ("Sistematizar")

Seiso

Limpeza

Sweep ("Varrer")

Seiketsu

Padronização

Standardise ("Padronizar")

Shitsuke

Disciplina

Self-Discipline ("Autodisciplina")

SEIRI - Classificar:

Significa classificar e organizar os itens como críticos, importantes, frequentemente usados, inúteis ou itens que não são necessários a partir de agora. Itens indesejados podem ser guardados. Itens críticos devem ser mantidos próximos para uso, e itens que não serão usados no futuro próximo devem ser armazenados em algum lugar. Para essa etapa, o valor do item deve ser decidido com base na utilidade, não no custo. Como resultado dessa etapa, o tempo de busca fica reduzido.

Prioridade

Frequência de Uso

Como usar

Baixa

Menos de uma vez por ano, uma vez por ano<

Jogar fora, armazenar longe do local de trabalho

Média

A cada 2/6 meses, uma vez por mês, uma vez por semana

Armazenar próximo, mas fora do local de trabalho

Alta

Uma vez por dia

Armazenar no local de trabalho

SEITON - Organizar:

O conceito aqui é que "Cada item tem o seu lugar, e apenas um lugar". Os itens devem ser devolvidos ao mesmo lugar após o uso. Para identificar os itens facilmente, deve-se usar placas de nome e etiquetas coloridas. Prateleiras verticais podem ser usadas para essa finalidade, e itens pesados ocupam a posição inferior das prateleiras.

SEISO - Deixe o local de trabalho brilhando:

Isso envolve limpar o local de trabalho para deixá-lo livre de peças, graxa, óleo, lixo, sucatas, etc. Nenhum fio solto pendurado nas máquinas ou vazamento de óleo.

SEIKETSU - Padronização:

Os funcionários devem discutir em conjunto e decidir padrões para manter o local de trabalho/máquinas/passagens limpos e organizados. Esses padrões são implementados por toda a organização, e são testados/inspecionados aleatoriamente.

SHITSUKE - Autodisciplina:

Considerar os 5S como um meio de vida e trazer a autodisciplina para os funcionários da organização. Isso inclui usar crachás, seguir procedimentos de trabalho, pontualidade, dedicação à organização etc.

PILAR 2 - JISHU HOZEN (Manutenção autônoma):

Este pilar é voltado ao desenvolvimento de operadores para que eles sejam capazes de cuidar de pequenas tarefas de manutenção, liberando assim o pessoal especializado em manutenção para que gastem seu tempo em atividades e reparos técnicos de maior valor agregado. Os operadores são responsáveis por fazer a manutenção de seus equipamentos para evitar que deteriorem.

Política:

  1. Operação ininterrupta dos equipamentos.
  2. Operadores flexíveis para operar e fazer a manutenção de outros equipamentos.
  3. Eliminar os defeitos na fonte, através da participação ativa dos funcionários.
  4. Implementação em etapas de atividades JH.

Metas JISHU HOZEN:

  1. Prevenir a ocorrência de 1A / 1B em função de JH.
  2. Reduzir o consumo de óleo em 50%
  3. Reduzir o tempo de processo em 50%
  4. Aumentar o uso de JH em 50%

Etapas em JISHU HOZEN:

  1. Preparação de funcionários.
  2. Limpeza inicial das máquinas.
  3. Adoção de contramedidas
  4. Definir padrões JH experimentais
  5. Inspeção geral
  6. Inspeção autônoma
  7. Padronização e
  8. Gestão autônoma.

Cada uma das etapas mencionadas acima é discutida em detalhes abaixo.

  1. Treinar os Funcionários: Educar os funcionários sobre o TPM, suas vantagens, as vantagens JH e etapas em JH. Educar os funcionários sobre anormalidades em equipamentos.
  2. Limpeza inicial das máquinas:
    • Supervisor e técnico devem discutir e definir uma data para implementar a etapa 1
    • Dispor todos os itens necessários para a limpeza
    • Na data programada, os funcionários devem limpar os equipamentos completamente com a ajuda do departamento de manutenção.
    • Pó, manchas, óleos e graxa devem ser removidos.
    • A seguir os itens que precisam ser observados durante a limpeza. Vazamento de óleo, fios soltos, porcas e parafusos que não estejam firmes e peças desgastadas.
    • Após a limpeza os problemas são categorizados e adequadamente etiquetados. Etiquetas brancas são colocadas nos problemas que podem ser resolvidos pelos operadores. Etiquetas rosas são colocadas onde é necessário o auxílio do departamento de manutenção.
    • O conteúdo das etiquetas é transferido para um registro.
    • Anotar áreas que estavam inacessíveis.
    • Por fim, fechar as partes abertas e ativar a máquina.
  3. Contramedidas:
    • Regiões inacessíveis precisam ser alcançadas facilmente. Por ex., se houver muitos parafusos para abrir uma porta volante, pode-se usar uma porta com dobradiças. Em vez de abrir uma porta para inspecionar a máquina, pode usar lâminas acrílicas.
    • Para prevenir o desgaste das máquinas as ações necessárias devem ser tomadas.
    • As partes das máquinas devem ser modificas para evitar o acúmulo de sujeira e pó.
  4. Padrão Experimental:
    • O cronograma JH deve ser feito e rigorosamente seguido.
    • Deve-se fazer um cronograma de limpeza, inspeção e lubrificação, que também deve incluir detalhes como quando, o que e como.
  5. Inspeção Geral: 
    • Os funcionários são treinados em disciplinas como Pneumática, elétrica, hidráulica, lubrificação e resfriamento, acionamentos, parafusos, porcas e Segurança.
    • Isso é necessário para melhorar as habilidades técnicas de funcionários e usar os manuais de inspeção corretamente.
    • Após adquirir esse novo conhecimento os funcionários devem compartilhá-lo com outros.
    • Ao adquirir esse novo conhecimento técnico, os operadores ficam bem conscientes sobre as partes das máquinas.
  6. Inspeção autônoma: 
    • Novos métodos e limpeza e lubrificação são usados.
    • Cada funcionário prepara seu próprio gráfico/cronograma autônomo  em consultoria com um supervisor.
    • Peças que nunca deram problema ou peças que não precisam de inspeção são removidas da lista permanentemente com base na experiência.
    • Incluindo partes de máquinas de boa qualidade. Isso evita defeitos em função de um JH inadequado.
    • As inspeções feitas na manutenção preventiva são incluídas no JH.
    • A frequência de limpeza e inspeção é reduzida com base na experiência.
  7. Padronização:
    • Até a base anterior apenas onde estava a concentração das máquinas/equipamentos. Contudo, nessa etapa os arredores das máquinas são organizados. Itens necessários devem ser organizados, para que não haja buscas e o tempo de busca seja reduzido.
    • O ambiente de trabalho é modificado de forma que não haja dificuldade para encontrá-los.
    • Todos devem seguir as instruções de trabalho rigorosamente.
    • Peças de reposição necessárias para equipamentos são planejadas e adquiridas.
  8. Gestão autônoma:
    • OEE e OPE e outras metas do TPM devem ser atingidas por melhorias contínuas através do Kaizen.
    • O ciclo PDCA (Planejar, Fazer, Verificar e Agir) deve ser implementado para Kaizen.

PILAR 3 - KAIZEN:

"Kai" significa mudança, e "Zen" significa bom (para melhor). Basicamente kaizen é para pequenas melhorias, mas realizadas de forma contínua e envolvendo todas as pessoas da organização. Kaizen se opõe a grandes inovações espetaculares. Kaizen exige pouco ou nenhum investimento. O princípio por trás é que "um número muito grande de pequenas melhorias é mais eficaz em um ambiente organizacional do que poucas melhorias de grande valor. Este pilar tem o objetivo de reduzir perdas no local de trabalho que afetem nossas eficiências. Ao usarmos um procedimento detalhado e minucioso eliminamos perdas em um método sistemático, usando várias ferramentas Kaizen. Essas atividades não se limitam a áreas de produção, e podem ser implementadas também em áreas administrativas.

Política Kaizen:

  1. Pratique conceitos de perdas zero em todas as esferas de atividade.
  2. Busque continuamente atingir metas de redução de custos em todos os recursos
  3. Busque continuamente melhorar a eficácia geral da fábrica e de equipamentos.
  4. O uso intensivo de análises PM como uma ferramenta para eliminar perdas.
  5. Foco em tratamento fácil de operadores.

Meta Kaizen:

Atingir e sustentar zero perdas no que se refere a pequenas paradas, medições e ajustes, defeitos e tempos de parada inevitáveis. Também tem o objetivo de atingir 30% de redução nos custos de fabricação.

Ferramentas usadas no Kaizen:

  1. Análise PM
  2. Análise "Why - Why"
  3. Resumo de perdas
  4. Registro Kaizen
  5. Ficha de resumo Kaizen.

O objetivo do TPM é maximizar a eficácia dos equipamentos. O TPM visa a maximizar a utilização de máquinas e não simplesmente a disponibilidade das máquinas. Como um dos pilares das atividades de TPM, o Kaizen busca eficiência de equipamentos, utilização de operadores, materiais e energia, isto é, os extremos da produtividade, e busca atingir efeitos substanciais. As atividades Kaizen tentam eliminar completamente 16 grandes perdas.

16 grandes perdas em uma organização:

Perda

Categoria

  1. Perdas por falha - perda por pane
  2. Perdas por configuração/ajuste
  3. Perdas por lâmina cortante
  4. Perda por ativação
  5. Perdas por pequenas paradas/tempo ocioso.
  6. Perdas por velocidade - operação em baixa velocidade.
  7. Perda por defeitos/retrabalho
  8. Perda por parada agendada

Perdas que impedem a eficiência dos equipamentos

  1. Perda de gerência
  2. Perda de movimento operacional
  3. Perda de organização de linha
  4. Perda logística
  5. Perda por medição e ajuste

Perdas que impedem a eficiência do trabalho humano

  1. Perda de energia
  2. Perda por quebra de ferramenta, moldes e gabaritos
  3. Perda de rendimento.

Perdas que evitam o uso eficaz de recursos de produção

Classificação de perdas:

Aspecto

Perda Esporádica

Perda Crônica

Causas

As causas da falha podem ser facilmente rastreadas. Uma relação causa-efeito é simples de rastrear.

Essa perda não pode ser facilmente identificada e resolvida. Mesmo que várias contramedidas sejam aplicadas

Remédio

Fácil estabelecer uma medida remediadora

Esse tipo de perda é causado em função de defeitos ocultos em máquinas, equipamentos e métodos.

Impacto / Perda

Uma única perda pode ser dispendiosa

Uma única causa é raro - uma combinação de causas tende a ser a regra

Frequência de ocorrência

A frequência de ocorrência é baixa e ocasional.

A frequência de perda é maior.

Ação corretiva

Normalmente o pessoal de linha na produção pode resolver este problema.

Especialistas em engenharia de processo, garantia de qualidade e pessoal de manutenção são necessários.

PILAR 4 - MANUTENÇÃO PLANEJADA:

Seu objetivo é obter máquinas e equipamentos sem problemas, produzindo produtos livres de defeitos, para total satisfação do cliente. Isso desmembra a manutenção em 4 "famílias" ou grupos, conforme definimos anteriormente.

  1. Manutenção Preventiva
  2. Manutenção por Pane
  3. Manutenção Corretiva
  4. Prevenção de Manutenção

Com a Manutenção Planejada evoluímos nossos esforços de um método reativo para um método proativo e usamos equipes de manutenção treinadas para ajudar a treinar os operadores a melhor manter seus equipamentos.

Política:

  1. Atingir e sustentar a disponibilidade de máquinas
  2. Custo de manutenção ótimo.
  3. Reduz o estoque de peças de reposição.
  4. Melhora a confiabilidade e a manutenção das máquinas.

Meta:

  1. Zero falhas e panes em equipamentos.
  2. Melhora a confiabilidade e manutenção em 50%
  3. Reduz os custos de manutenção em 20%
  4. Garante a disponibilidade integral de peças de reposição.

Seis etapas na manutenção Planejada:

  1. Avaliação de equipamentos e registro do status atual.
  2. Restaurar deterioração e melhorar pontos fracos.
  3. Construir um sistema de gestão de informação.
  4. Preparar um sistema de informação baseado no tempo, selecionar equipamentos, peças e membros e mapear um plano.
  5. Preparar um sistema de manutenção preditiva, introduzindo técnicas de diagnóstico de equipamentos e
  6. Avaliação da manutenção planejada.

PILAR 5 - MANUTENÇÃO DE QUALIDADE:

Seu objetivo é a satisfação do cliente através da mais alta qualidade, por meio de uma fabricação livre de defeitos. O foco é na eliminação de não-conformidades de forma sistemática, muito parecido com Melhoria Focada. Ganhamos entendimento de quais peças do equipamento afetam a qualidade do produto e começamos a eliminar preocupações atuais de qualidade, e então passamos para preocupações de qualidade em potencial. A transição é de reativo para proativo (Controle de Qualidade para Garantia da Qualidade).

As atividades de QM são configurar condições de equipamentos que impeçam defeitos de qualidade, com base no conceito básico de se manter equipamentos perfeitos para se manter a qualidade perfeita dos produtos. As condições são verificadas e medidas em séries de tempo para ver se os valores medidos estão dentro dos padrões para evitar defeitos. A transição de valores medidos é observada para se prever possibilidades de ocorrência de defeitos e tomar contramedidas de antemão.

Política:

  1. Condições e controle de equipamentos livres de defeitos.
  2. Atividades QM para apoiar garantia da qualidade.
  3. Foco de prevenção dos defeitos na fonte
  4. Foco em poka-yoke. (sistema à prova de falhas)
  5. Detecção e segregação de defeitos inline.
  6. Implementação eficaz de garantia de qualidade do operador.

Meta:

  1. Atingir e sustentar reclamações de clientes em zero
  2. Reduzir defeitos em processo em 50%
  3. Reduzir custo de qualidade em 50%.

Exigências de dados:

Os defeitos de qualidade são classificados como defeitos ao consumidor final e defeitos internos. Para dados do consumidor final, temos de obter dados sobre

  1. Rejeição final do cliente
  2. Queixas de campo.

Para defeitos internos, os dados incluem dados relacionados a produtos e a processos

Dados relacionados a produto:

  1. Defeitos de produto
  2. Severidade do defeito e sua contribuição - grande/pequena
  3. Localização do defeito no que se refere a layout
  4. Magnitude e frequência de ocorrência em cada estágio de medição
  5. Tendência de ocorrência no início e no fim de cada produção/processo/mudança. (assim como mudança de padrão, revestimento de cadinho/forno etc.)
  6. Tendência de ocorrência no que se refere a restauração de panes/modificações/substituição periódica de componentes de qualidade.

Dados relacionados a processos:

  1. A condição operacional para subprocessos individuais relacionados a homens, métodos, materiais e máquinas.
  2. As configurações/condições padrão do subprocesso
  3. O registro atual das configurações/condições durante a ocorrência do defeito.

PILAR 6 - TREINAMENTO:

Seu objetivo é ter funcionários reciclados com habilidades múltiplas cuja motivação seja alta e que tenham vontade de vir trabalhar e realizar todas as tarefas necessárias de forma eficaz e independente. Os operadores recebem treinamento para atualizar suas habilidades. Não basta apenas "saber como", é preciso aprender o "saber por quê". Com a experiência eles ganham "Know-How" para superar um problema. Mas fazem isso sem saber a causa-raiz do problema e por que estão fazendo aquilo. Daí é necessário treiná-los sobre os motivos, ou "Know-why". Os funcionários devem ser treinados para atingir as quatro fases de habilidade. O objetivo é criar uma fábrica cheia de especialistas. As diferentes fases de habilidades são

Fase 1: Não sabe.
Fase 2: Sabe a teoria mas não sabe fazer.
Fase 3: Sabe fazer mas não sabe ensinar
Fase 4: Sabe fazer e também ensinar.

Política:

  1. Foco na melhoria de conhecimento, habilidades e técnicas.
  2. Criação de um ambiente de treinamento para autoaprendizado com base em necessidades sentidas.
  3. Agenda/ferramentas/avaliação de treinamento etc levam à reciclagem do funcionário
  4. Treinamento para acabar com a fadiga dos funcionários e tornar o trabalho agradável.

Meta:

  1. Atingir e sustentar o tempo de parada em função da necessidade de mão de obra em zero em máquinas críticas.
  2. Atingir e sustentar perdas zero em função da falta de conhecimento/habilidades/técnicas
  3. Obter 100% de participação no esquema de sugestões.

Etapas de Orientação e atividades de treinamento:

  1. Definição de políticas e prioridades e verificação do status atual de orientação e treinamento.
  2. Estabelecimento de um sistema de treinamento para atualização de habilidade de operação e manutenção.
  3. Treinamento dos funcionários para atualizar as habilidades de operação e manutenção.
  4. Preparação de calendário de treinamento.
  5. Kick-off do sistema para treinamento.
  6. Avaliação de atividades e estudo de abordagens futuras.

PILAR 7 - TPM DE ESCRITÓRIO:

O TPM de Escritório deve ser iniciado após a ativação dos outro quatro pilares do TPM (JH, KK, QM, PM). O TPM do Escritório deve ser seguido para melhorar a produtividade, a eficiência nas funções administrativas e identificar e eliminar perdas. Isso inclui analisar processos e procedimentos para aumentar a automação em escritórios. O TPM de Escritório aborda doze perdas importantes. Essas perdas são

  1. Perda de processamento
  2. Perdas de custo, incluindo em áreas como compras, contas, marketing, vendas, levando a estoques maiores
  3. Perda de comunicação
  4. Perda por ociosidade
  5. Perda de configuração
  6. Perda de precisão
  7. Pane em equipamentos de escritório
  8. Pane em canal de comunicação, linhas telefônicas e de fax
  9. Tempo gasto para recuperar informações
  10. Não disponibilidade de status de estoque online correto
  11. Reclamações de clientes em função de logística
  12. Despesas com despachos/compras de emergência

Como iniciar o TPM de escritório?

Um funcionário sênior de uma das funções de suporte, p. ex., Chefe de Finanças, MIS, Compras, etc deve liderar o subcomitê. Membros representando todas as funções de suporte e funcionários de Produção e Qualidade devem ser incluídos no subcomitê. O TPM coordena planos e guia o subcomitê.

  1. Fornecendo conscientização sobre o TPM de escritório a todos os departamentos de suporte
  2. Ajudando-os a identificar P, Q, C, D, S, M em cada função com relação ao desempenho da fábrica
  3. Identificando o escopo para melhoria em cada função
  4. Coletando dados relevantes
  5. Ajudando-os a resolver problemas em seus círculos
  6. Organizando um quadro de atividades no qual o progresso é monitorado em ambos os lados - resultados e ações juntamente com Kaizens.
  7. Ampliando o leque para cobrir todos os funcionários e círculos em todas as funções.

Tópicos Kobetsu Kaizen para TPM de Escritório:

  • Redução de estoque
  • Redução do lead time de processos críticos
  • Perdas de movimento e espaço
  • Redução no tempo de recuperação.
  • Equalização da carga de trabalho
  • Melhoria da eficiência do escritório, eliminando a perda de tempo na recuperação de informações, atingindo zero panes em equipamentos de escritório, como linhas de telefone e fax.

TPM de Escritório e seus Benefícios:

  1. Envolvimento de todas as pessoas nas funções de apoio, para foco em melhor desempenho da fábrica
  2. Área de trabalho mais bem utilizada
  3. Redução no trabalho repetitivo
  4. Redução nos níveis de estoque em todas as peças da cadeia de suprimentos
  5. Redução nos custos administrativos
  6. Redução no custo de inatividade de estoque
  7. Redução no número de arquivos
  8. Redução de custos indiretos (para incluir o custo de equipamentos de não produção/não capital)
  9. Produtividade de pessoas nas funções de apoio
  10. Redução nas panes em equipamentos de escritório
  11. Redução nas queixas de clientes em função de logística
  12. Redução nas despesas em função de despachos/compras de emergência
  13. Redução na mão de obra
  14. Ambiente de trabalho limpo e agradável.

P Q C D S M no TPM de Escritório:

P - Perda na produção em função de necessidade de material, produtividade da mão de obra, perda na produção em função de necessidade de ferramentas.

Q - Erros na preparação de cheques, faturas, notas fiscais, folha de pagamento, devoluções/garantias do cliente atribuíveis a BOPs, rejeição/retrabalho de BOPs/job, retrabalho na área de escritório.

C - Custo de compra/unidade produzida, custo de logística - entrada/saída, custo de inatividade de estoque, custo de comunicação, custos de demora no porto.

D - Perdas por logística (atraso no carregamento/descarregamento)

  • Atraso na entrega em função de alguma das funções de apoio
  • Atraso no pagamento a fornecedores
  • Atraso nas informações

S - Segurança em manuseio de materiais/lojas/logística, segurança de dados rígidos e flexíveis.

M - Número de kaizens em áreas de escritório.

Como o TPM de escritório apoia o TPM de fábrica:

O TPM de Escritório apoia a fábrica inicialmente fazendo o Jishu Hozen das máquinas (após receber treinamento de Jishu Hozen), já que o Jishu Hozen nas

  1. máquinas em estágio inicial é maior e a mão de obra é menor, então pode-se obter ajuda de departamento comerciais, para isso
  2. O TPM de Escritório pode eliminar os depósitos em linha para materiais e logística.

Extensão do TPM de escritório para fornecedores e distribuidores:

Isso é essencial, mas apenas depois que fizemos tudo o possível internamente. Com fornecedores, isso levará à entrega no prazo, melhor qualidade de 'entrada' e redução de custo. Com distribuidores, levará a geração de demanda precisa, melhor distribuição secundária e redução nos danos durante armazenamento e manuseio. De qualquer forma, teremos de ensiná-los com base em nossa experiência e destacar lacunas no sistema que afetem ambos os lados. Em algumas empresas maiores, eles começaram a apoiar grupos de fornecedores.

PILAR 8 - SEGURANÇA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE:

Meta:

  1. Zero acidentes,
  2. Zero danos à saúde
  3. Zero incêndios.

Nessa área, o foco é criar um ambiente de trabalho seguro e uma área circundante que não seja danificada por nossos processos ou procedimentos. Este pilar terá um papel ativo em cada um dos outros pilares em base regular.

Um comitê é constituído para este pilar, envolvendo representantes de executivos, além de operários. O comitê é liderado pelo vice-presidente sênior (técnico). É dado o máximo de importância para a Segurança da fábrica. O gerente (segurança) supervisiona as funções relacionadas a segurança. Para criar a conscientização entre os funcionários, várias competições, como slogans, Quiz, Encenações, Pôsteres, etc. relacionadas a segurança podem ser organizadas em intervalos regulares.

Conclusão:

Atualmente, com a concorrência na indústria em um nível sem precedentes, o TPM pode ser a única coisa que separa o sucesso do fracasso total de algumas empresas. Ele demonstrou ser um programa que funciona. Ele pode ser adaptado para funcionar não apenas em fábricas industriais, mas também em construção, manutenção de edifícios, transporte, e em uma variedade de outras situações. Os funcionários devem ser treinados e convencidos de que o TPM não é apenas outro "programa do mês" e que a gerência está totalmente comprometida com o programa e com o prazo prolongado necessário para a implementação completa. Se todos os envolvidos em um programa TPM fizerem a sua parte, pode-se esperar uma taxa de retorno excepcionalmente alta aos recursos investidos.

 

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 1 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-online-artigos/tpm-uma-introducao-ao-sistema-de-manutencao-total-produtiva-3878153.html

    Palavras-chave do artigo:

    tpm

    ,

    lean

    ,

    manutencao total produtiva

    Comentar sobre o artigo

    No competitivo cenário das indústrias, com um arsenal cada vez maior de boas e melhores práticas, uma pergunta com que os gestores da área se defrontam é: quais as melhores práticas para a minha fábrica?

    Por: Carlos Atiliol Negócios> Administraçãol 08/06/2010 lAcessos: 313

    A Educação a distância ou simplesmente EAD é o gênero. Ou seja, é o conjunto das diversas modalidades de se ensinar, estudar e aprender a distância, podendo ser via rádio, jornal, TV, etc. Já o elearning é o termo, na língua inglesa, que equivale a uma dessas modalidades de educação a distância. No caso do e-learning, o primeiro "e" faz alusão à palavra "electronic", que refere-se à modalidade de ead que fornece cursos online por meio eletrônico, ou pelo computador.

    Por: Juracy Soaresl Educação> Educação Onlinel 05/09/2014
    Lucileno Matos

    Este artigo tem como objetivo geral "Analisar as condições socioeconômicas do município de Imbituba". O trabalho fez uso da pesquisa bibliográfica e se enquadra como pesquisa básica com abordagem qualitativa do tipo estudo de caso. Como resultado, a pesquisa apontou a importância do desenvolvimento econômico para Imbituba, e que, para a análise da economia de um País, Estado ou Município, há a necessidade da adoção de indicadores: populacionais; sociais; econômicos; e infraestrutura.

    Por: Lucileno Matosl Educação> Educação Onlinel 14/08/2014 lAcessos: 21

    Admite-se que nossa inteligência compreende dois tipos de lógica, duas formas de processar a realidade

    Por: Central Pressl Educação> Educação Onlinel 28/07/2014

    A importância do autodidatismo é ignorada por muitos. E desprezada por outro tanto. Muitos pensam que quem não quer estudar se transforma muitas vezes em autodidata. O que ocorre é exatamente o contrário, somente os que gostam de estudar têm condições de se tornarem um autodidata. Somente aqueles que sabem da importância dos estudos, da indispensabilidade dos estudos, somente estes - repetimos - têm a necessária força e disposição para se tornarem um autodidata.

    Por: Ebenézer Anselmol Educação> Educação Onlinel 26/06/2014 lAcessos: 17

    As dificuldades de aprendizagem podem ser explicadas pelas limitações dos sujeitos em processar ou utilizar, adequadamente, as informações que recebem do meio, mostrando-se como incapazes de aprender, de compreender, de ler, escrever, calcular, de conservar, reunir, ordenar, classificar, abstrair, etc.

    Por: Manoel Oliveira de Souzal Educação> Educação Onlinel 23/06/2014 lAcessos: 19

    Não podemos falar em avaliação educacional escolar, sem fazermos uma análise do sistema educacional já que a avaliação é uma peça de engrenagem desse sistema. E dentro dessa perspectiva de reprodução da sociedade, surgem as diversas tendências com este objetivo. A atual prática da avaliação educacional está muitas vezes ainda a serviço de um entendimento teórico-conservador da sociedade e da educação.

    Por: Delimar da S. F. Magalhãesl Educação> Educação Onlinel 22/06/2014 lAcessos: 34

    A educação autêntica é investimento na busca de superação das condições de degradação, de opressão e de alienação, é esforço sistemático e intencionalizado de emancipação dos homens que nelas eventualmente se encontrem.

    Por: Delimar da S. F. Magalhãesl Educação> Educação Onlinel 22/06/2014 lAcessos: 17
    Bruno Scarpa

    O artigo aborda a evolução dos meios de comunicação da educação a distância ( EaD ). Será realizado uma síntese das modificações sofridas ao longo do tempo para que a modalidade de ensino a distância pudesse se adequar as exigências impostas pela globalização.

    Por: Bruno Scarpal Educação> Educação Onlinel 21/06/2014 lAcessos: 15
    Dr.Markus Hofrichter

    Hoshin kanri - é um método desenvolvido para capturar e cimentar objetivos estratégicos, bem como flashes de sobre o futuro e desenvolver os meios para pô-los em realidade.

    Por: Dr.Markus Hofrichterl Negócios> Gestãol 24/12/2011 lAcessos: 214
    Dr.Markus Hofrichter

    A teoria das restrições e manufatura enxuta são duas das crenças de negócios mais famosos que fizeram um impacto para a indústria do negócio por anos. Embora ambos populares na área de negócios, a teoria das restrições e manufatura enxuta são semelhantes em alguns aspectos como eles estão em conflito completo em outros pontos de vista. Listados abaixo são alguns dos pontos fortes da teoria das restrições e de manufatura enxuta:

    Por: Dr.Markus Hofrichterl Negócios> Gestãol 20/12/2011 lAcessos: 179
    Dr.Markus Hofrichter

    Critérios SMART SMART / MAIS INTELIGENTE é um mnemônico usado para definir objetivos, por exemplo, para gerenciamento de projetos, gestão de desempenho de funcionários e desenvolvimento pessoal. Os primeiros usos conhecidos do termo ocorrer na edição de novembro de 1981 da Revista Gestão por George T. Doran.

    Por: Dr.Markus Hofrichterl Negócios> Gestãol 19/12/2011 lAcessos: 1,390
    Dr.Markus Hofrichter

    Em e-learning (aprendizado eletrônico Inglês = "aprendizagem electrónica suportada", literalmente "aprendizado eletrônico"), também conhecido como e-learning (E-Educação) serviços conhecidos como - entendido como incluindo todas as formas de aprendizagem - uma definição onde a mídia eletrônica/digital para a apresentação e distribuição de materiais de aprendizagem e / ou para apoiar o uso da comunicação interpessoal. Para e-learning pode ser encontrado como termos sinônimos incluem: aprendizado

    Por: Dr.Markus Hofrichterl Educação> Educação Onlinel 23/10/2011 lAcessos: 247
    Dr.Markus Hofrichter

    Six Sigma (6σ) é uma meta de qualidade estatística e também um método de gestão da qualidade. Seu elemento central é a descrição, medição, análise, melhoria e monitoramento dos processos de negócio utilizando métodos estatísticos. As metas são baseadas em parâmetros de importância econômica financeira da empresa e as necessidades do cliente. Tem interesse em uma formação seis sigma por distância ? entre em contato via dr.markus.hofrichter@gmail.com

    Por: Dr.Markus Hofrichterl Negóciosl 07/08/2011 lAcessos: 351
    Dr.Markus Hofrichter

    Gestão é uma profissão como qualquer outra: Como ninguem nasce como pedreiro, enfermeira, engenheiro ou veterinário, também não existe um Gestor "nato". Claro - pessoas tem certos talentos, vocações e habilidades diferentes um do outro - mas no fim é a soma de experiências, talentos, ambições e o conhecimento ( bem como o conhecimento teórico e o conhecimento aplicado ) que define O PROFISSIONAL. Este Artigo quer explorar de uma maneira breve e reduzida os 5 pilares da Gestão

    Por: Dr.Markus Hofrichterl Negócios> Gestãol 19/06/2011 lAcessos: 1,288
    Dr.Markus Hofrichter

    Lean manufacturing, lean enterprise ", ou produção enxuta, muitas vezes," Lean, "é uma prática de produção que considera as despesas dos recursos para qualquer outro objetivo que não a criação de valor para o cliente final a ser desperdício e, portanto, um alvo para a eliminação. Trabalhando a partir da perspectiva do cliente que consome um produto ou serviço, "valor" é definida como qualquer ação ou processo que o cliente estaria disposto a pagar.

    Por: Dr.Markus Hofrichterl Negócios> Gestãol 06/06/2011 lAcessos: 876
    Dr.Markus Hofrichter

    Se você pretende ser um vencedor no mundo dos negócios, preste atenção neste ponto. Ele é uma espécie de pré-requisito para todos os demais. É tão importante que você deve fazer dele uma questão de honra.

    Por: Dr.Markus Hofrichterl Negócios> Pequenas Empresasl 21/12/2010 lAcessos: 1,798
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast