A Atuação Do Enfermeiro Para A Sociedade

06/04/2010 • Por • 12,733 Acessos

Introdução

A enfermagem relacionada com a ação de cuidar dificulta identificar o enfermeiro enquanto profissional responsável pelo gerenciamento da assistência ou como prestador de cuidados. Tem um papel fundamental, pois é ela quem assume a responsabilidade pelo cliente durante o período que este permanece no ambiente hospitalar, para prestação de cuidados, e nesse ambiente é essencial a presença do enfermeiro que vai coordenar a assistência prestada ao cliente pela equipe de enfermagem e outros profissionais envolvidos.

A enfermagem vem enfrentando dificuldades no seu processo de trabalho, agravado pela falta delimitação do papel do enfermeiro, seja dentro da própria profissão ou na ação conjunta com outros profissionais. A constituição multidisciplinar da equipe de saúde que opera no contexto hospitalar, com sua diversidade de domínio de conhecimento, de especialidades, de funções e de especificidades de ações com limites de tempo diversos, direciona a coordenação àquela categoria profissional que está sempre presente.1

 

A profissão surgiu do desenvolvimento e evolução das práticas de saúde no decorrer dos períodos históricos, era exercida de forma empírica e se respaldava no misticismo, atividade antes exercida por pessoas que não tinham o devido preparo técnico, associadas ao trabalho feminino, a prática domiciliar de partos e desenvolvidas por mulheres de classe social elevada dividindo essas atividades com os sacerdotes.2

 

Já na enfermagem moderna podemos ressaltar o avanço da medicina e a figura de "Hipócrates pai da medicina", que veio para contribuir no inicio da profissão. E daí surge o período "Florence Nightingale uma das pioneiras da enfermagem", vinda de família nobre, tinha imensa vontade de servir ao próximo, mas não tinha aprovação de sua família.3

 

 

Nascida a 12 de maio de 1820, em Florença, Itália, era filha de ingleses. Possuía inteligência incomum, tenacidade de propósitos, determinação e perseverança - o que lhe permitia dialogar com políticos e oficiais do Exército, fazendo prevalecer suas idéias. Dominava com facilidade o inglês, o francês, o alemão, o italiano além do grego e latim.4

 

Como percussora da enfermagem moderna, participou da guerra da Criméia onde revolucionou a assistência prestada aos feridos da guerra que era ineficiente, recrutando 38 mulheres, entre religiosas e leigas para que pudessem auxilia-lá na missão.3

 

Em dois meses florence conseguiu, colocar ordem no hospital, o que lhe valeu a reputação administradora e reformadora dos hospitais; em seis meses, ela havia reduzido a mortalidade a 2%.Os soldados a amavam e a respeitavam pelo conforto que lhes oferecia á frente de sua equipe de enfermeiras.Mas foi pela ronda noturna que florence se notabilizou.Depois que todos os profissionais já haviam se recolhido e os pacientes estavam no silêncio e na escuridão, ela ia fazer sua ronda solitária, empunhando uma pequena lâmpada para clarear o caminho, e ver as condições do paciente.A lâmpada que se tornou depois, o símbolo da enfermagem no mundo tem o formato da lâmpada do Aladim e, mesmo nas estátuas feitas na Inglaterra em homenagem a florence,como heroína da guerra,é usada o mesmo símbolo. 3

 

Florence Nightingale fundou uma escola de enfermagem no Hospital Saint Thomas, que passou a servir de modelo para as demais escolas que foram fundadas posteriormente. Onde seu objetivo era preparar enfermeiras multiplicadoras de conhecimento e direciona-las para os cuidados aos doentes pobres. O médico era a única pessoa naquela época qualificada para ensinar, e a ele cabia a responsabilidade de decidir quais funções seriam exercidas pelas enfermeiras. Florence morre em 13 de agosto de 1910, aos 90 anos de idade deixando florescente o ensino da enfermagem.2

 

No Brasil temos como umas das pioneiras da enfermagem moderna Ana Nery, que teve seu nome homenageado na primeira escola de enfermagem oficializada pelo governo federal, depois do reconhecimento de seu grande papel de assistência aos soldados brasileiros na guerra do Paraguai.

A escola de enfermagem Anna Nery redimensionou o modelo da enfermagem profissional no Brasil.Ao selecionar para seus quadros moças de camadas sociais mais elevadas, como o apoio de uma política interessada em fomentar o desenvolvimento da profissão do seu próprio benefício, atendeu diretamente ao projeto estabelecido pela esfera dominante passando a ser conhecida como padrão de referência para as demais escolas.2

 

A população em geral ou alguém de convívio próximo, quando sabe que você faz o curso de enfermagem fica espantado, te parabeniza pela coragem como se tratando de algo irreal, enxergam a enfermagem como pessoas que apenas prestam cuidados, sendo que nós graduandos do curso de enfermagem sabemos que vai muito além de cuidados como também nos preocupamos, a proporcionar a qualidade de vida e bem-estar do cliente. Assim ainda existe a confusão para diferenciar o papel de cada membro da equipe de enfermagem, como o enfermeiro, auxiliares  e técnicos. Na maioria das vezes o paciente não sabe reconhecer quem lhe prestou assistência, o que gera confusão para identificar a imagem do enfermeiro, e as funções delegadas ao auxiliar ou técnico de enfermagem, além de ser relacionada  com a figura médica.

 

O trabalho do enfermeiro ao longo dos tempos tem-se constituído em objeto de questionamentos e reflexões por parte dos profissionais e estudiosos da área, e suas ações relacionadas com a prática da saúde.3

 

Embuidos nesse conceito o estudo em questão se propõe a identificar o conhecimento que essas pessoas têm a cerca da enfermagem e seus componentes. Pois na maioria das vezes essa opinião é criada pela imagem que o profissional de enfermagem passa para o paciente  desde do momento da admissão até a prestação de cuidados, atividades que  deveriam ser efetuadas pelo enfermeiro e o mesmo delegou para sua  equipe auxiliares e técnicos.

A Lei do Exercício Profissional da enfermagem é clara. As atribuições do enfermeiro requerem ser reconhecidas e praticadas. Porém, por várias razões ele, muitas vezes, delega ações que seriam suas aos profissionais de nível médio. Isso ao em vez de valorizá-lo, torna-o solitário e com necessidade menor na equipe, pois se muitas das suas ações são delegadas aos auxiliares e técnicos, então o número de profissionais que deve ser em maior refere-se a eles.5

 

A valorização do enfermeiro perante sua equipe, pacientes, profissionais de outras áreas e administradores das instituições de saúde depende de sua atuação,chamando para si aquilo que lhe é devido, segundo a Lei, pois ele é o profissional com competência para liderar,dar cuidados a pacientes graves, realizar procedimentos de maior complexidade e supervisionar de perto sua equipe, dentre tantas outras atribuições. Essa conscientização pode expandir o número de enfermeiros nas instituições,abrir caminhos para maiores conquistas, proporcionar-lhe mais satisfação no trabalho por estar mais próximo dos doentes,pôr em prática seus conhecimentos através da SAE e ser reconhecido e compreendido pelo seu saber. Além disso,vai estar pondo em prática aquilo que a Lei do Exercício Profissional preconiza.5

 

Como acadêmicos de enfermagem identificamos que as pessoas de convívio próximo não sabem diferenciar o papel do enfermeiro, mediante a esta situação foi realizada uma pesquisa, para esclarecer a população acadêmica sobre a profissão de enfermagem em nível superior.

Objetivos

Objetivo geral:

- Saber o grau de conhecimento que os graduandos do curso de nutrição tem a cerca

    da  enfermagem.

Objetivos específicos:

- Apresentar o papel do enfermeiro para a sociedade

- Definir o papel do enfermeiro para a sociedade

Materiais e Métodos

Trata-se de uma pesquisa de campo descritiva do tipo quantitativa segundo Marina de Andrade Marconi e Eva Maria Lakatos 6, que consistem em investigações de pesquisa empírica cuja principal finalidade é o delineamento ou análise das características de fatos ou fenômenos, a avaliação de programas, ou o isolamento de variáveis principais ou chaves.

Foi realizada na instituição de ensino superior Universidade Nove de Julho, no campus Universitário Memorial da América Latina, no período da manhã, localizada no município de São Paulo. A pesquisa foi direcionada a acadêmicos da área de saúde do curso de nutrição do 2° semestre, para avaliar o grau de conhecimento que esses graduandos têm a cerca do papel desempenhado pelo enfermeiro, sendo assim os acadêmicos de enfermagem foram exclusos, por possuir conhecimentos da divisão da classe social do trabalho na enfermagem o que diminuiria o grau de veracidade da pesquisa.

Encaminhado ao COEP da Universidade e devidamente aprovado foi entregue a cada participante da pesquisa o termo de consentimento livre e esclarecido, onde estava descrito os objetivos da pesquisa,a voluntariedade da participação e a possibilidade de se retirar da pesquisa a qualquer momento, sem nenhum prejuízo,ou dano,e o compromisso de confidencialidade por parte da pesquisadora.A pesquisa foi registrada sob protocolo do Sisnep n° 260696.

Os dados coletados foram utilizados para enriquecer o histórico do projeto para saber a opinião da população acadêmica em questão,referente à atuação do enfermeiro para a sociedade.

Discussão e Resultados

A partir da análise dos dados obtidos pelas respostas colocadas em questão, serão  citadas e discutidas as mais freqüentes atendendo assim o objetivo do trabalho.

Mediante a questão sobre a convivência que o entrevistado possui com algum enfermeiro, possibilitando o  auxilio no  conhecimento sobre a profissão ,foram dadas as seguintes respostas :63% com vizinhos e amigos,20% não tem convivência com nenhum enfermeiro e 17% alguém da família como tio(as) e primo(as).

Referente á questão da imagem da enfermagem relacionada ao grau de escolaridade que o enfermeiro precisa ter, as respostas mais prevalecentes foi o ato de cuidar e tratar com 57%, enquanto 43% consideram como auxiliar do médico e também como uma ciência que engloba conhecimento técnico e cientifico.

A enfermagem é a arte e a ciência do cuidar,necessário a todos os povos e a todas as nações,imprescindível em época de paz ou em espoca de guerra e indispensável a preservação da saúde e da vida dos seres humanos em todos os níveis ,classes ou condições sociais.2

 

O ato médico pressupõe a atuação das diversas profissões de forma diferenciada enfermagem configura um modo particular de abordagem á finalidade do processo de trabalho em saúde e conseqüente atuação para sua obtenção ato médico é o conjunto das praticas necessárias para a realização da finalidade do processo de trabalho em saúde e compreende a apropriação diferenciada dessa finalidade pelos diversos profissionais da equipe.2 

 

O trabalho de enfermagem frente o ato médico diz respeito á criação das condições ideais para que parcelas desse ato sob responsabilidades de outras profissões sejam melhor implementadas pelos respectivos profissionais.2

 

A divisão do trabalho em enfermagem a partir dessa afirmações,veremos que sob a aparência da divisão entre trabalho intelectual (enfermeiro) e trabalho manual(auxiliares e técnicos)o enfermeiro possui a formação legal e oficial para o planejamento da assistência e chefia da equipe como podemos ver na lei do exercício profissional.2

 

A enfermagem é uma prática social, historicamente determinada e,portanto ,inserida em relações sociais concretas.É realizada por trabalhadores cujo exerce profissional ocorre perpassado de conflitos entre os diversos componentes da equipe(enfermeira,técnico e auxiliar).membros de diferentes classes sociais.2

 

 Relacionada ao grau de escolaridade do enfermeiro para exercer sua função, 90% ou seja a grande parte dos entrevistados demonstrou conhecimento quanto ao nível superior que esse profissional precisa obter,e 10% como ensino médio.

 

Art. 6º - São enfermeiros:

I -o titular do diploma de enfermeiro conferido por instituição de ensino, nos termos da lei;

II -o titular do diploma ou certificado de obstetriz ou de enfermeira obstétrica, conferidos nos termos da lei;

III -o titular do diploma ou certificado de Enfermeira e a titular do diploma ou certificado de Enfermeira Obstétrica ou de Obstetriz, ou equivalente, conferido por escola estrangeira segundo as leis do país, registrado em virtude de acordo de intercâmbio cultural ou revalidado no Brasil como diploma de Enfermeiro, de Enfermeira Obstétrica ou de

Obstetriz;7

 

Ao ser colocado em questão se os participantes sabem diferenciar as respectivas funções (auxiliares,técnicos e enfermeiros) 70% responderam que sim,e 30% responderam que não ,diante dessa questão se os mesmos sabem identificar o enfermeiro no ambiente hospitalar,47% identificam o enfermeiro quando vai tomar um medicamento,pessoas com roupas brancas,33% como quem auxilia o médico no consultório, e 20% reconhecem  o enfermeiro como aquele que geralmente esta na sala de espera ou triagem uma pessoa que se apresenta e veste um colete azul .

Demonstrando que apesar de muitos participantes demonstrarem conhecimento ao diferenciar a divisão da equipe de enfermagem e suas respectivas funções, quando lhes é perguntado como esses vão identificar,muitos associam a imagem do enfermeiro ao auxiliar e técnico e até outros profissionais englobando em uma única função.

Atualmente, a lei do exercício n° 7498/86,art 11inc I estabelece que o enfermeiro competem,privativamente ,cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica que exijam conhecimento de base cientifica e capacidade de tomar descisões imediatas.3

 

As atividades dos técnicos e auxiliares encontram-se sob supervisão e acompanhamento do enfermeiro. Essa assertiva é de extrema importância na questão da responsabilidade mais abrangente do enfermeiro,no seu papel gerenciador ,cabendo-lhe avaliar a capacidade técnica de cada membro de sua equipe,adequando-a as competências legalmente estipulados para cada categoria.3

 

Diante do questionamento feito aos entrevistados sobre quem é o líder da equipe de enfermagem, 63% apontaram o enfermeiro, mesmo demonstrando dificuldade em identificá-lo dos outros membros da equipe, 23% acham que o médico quem lidera e os outros 14% englobaram todos o membros da equipe auxiliares, técnicos e o enfermeiro, dando a entender que não existe um líder na equipe de enfermagem.

Entre os grupos sulbartenos um tenderá a exercer a hegenomia sobre os outros, o que podemos perceber na enfermagem pela luta histórica entre a enfermagem moderna.Esta questão é explicada nas contradições e conflitos existentes entre os diversos agentes da enfermagem (enfermeiro, técnico e auxiliar).2

 

O profissional mais habilitado a intervir sob esse enfoque pautado na anatomia patológica, é o profissional médico e que, em decorrência disso, os outros profissionais gravitam em torno deste para melhor possibilitar a cura e a prevenção das doenças.2

 

De acordo com o objetivo do trabalho foi dada a questão a esses futuros nutricionistas sobre a relação com a enfermagem, associada ao profissional enfermeiro, aonde 67% dizem que vai haver um trabalho em equipe, afinal o que esta em jogo é o bem estar do paciente, já 23% que o enfermeiro vai contribuir com seu trabalho dentro do ambiente hospitalar, pois ele terá mais contato com o paciente, e 10% referem que cada qual tem a sua função e não devem dar opinião no trabalho do outro.

Com isso pode se avaliar que a maioria desses graduandos do curso de nutrição estão cientes que sua função no ambiente hospitalar está ligada a enfermagem ou seja ao profissional enfermeiro e sua equipe,para que se possa prestar a devida assistência ao cliente.

 

Ao ter como fundamento a cooperação (o processo de trabalho em saúde é exercido por seus diversos agentes, que, de forma hierarquizada,executam tarefas voltadas a cura e á prevenção da doença no indivíduo. Nesse processo ,estabelecem relações entre si,cuja a lógica calca-se na hegenomia da medicina cientifica,que tem como expoente o profissional médico,a quem cabe diagnosticar e tratar. Aos demais profissionais cabe a responsabilidade,tanto o diagnóstico mais eficaz,quanto o bom andamento do tratamento e a criação de condições ideais que possibilitem a cura precoce.2

 

A apropriação da finalidade do processo de trabalho em saúde de cura e prevenções das doenças da enfermagem se dá, tanto pela relação direta profissional de enfermagem x cliente, quanto pela criação das condições ideais para o ato médico seja melhor implementado pelos diversos profissionais da equipe de saúde,psicólogos,médicos,nutricionistas,assistentes sociais,etc).2

 

Conclusão

Em busca de avaliar o grau de  conhecimento que os graduandos de nutrição tem a cerca da enfermagem, o presente artigo constitui-se de dados obtidos através de uma pesquisa descritiva do tipo quantitativa ,relacionada com a visão que esses graduandos tem em identificar o enfermeiro dentro do ambiente hospitalar  e diferenciar suas funções do demais membros da equipe,onde foi possível avaliar a grande deficiência para desiguinar o papel do enfermeiro,e diante desses resultados foi dada algumas propostas para se melhorar esse cenário. E a expectativa desse estudo e de contribuir para o reconhecimento do enfermeiro e a delimitação da equipe de enfermagem, refletindo assim para que esses profissionais promovam um ambiente favorável de trabalho em equipe e desempenhem uma assistência de qualidade aos clientes.

Conclui-se que existe a necessidade de maior divulgação da área de enfermagem e suas respectivas funções para o seu conhecimento profissional dentro do ambiente de trabalho, facilitando assim a compreensão por parte dos futuros profissionais da área da saúde e a sociedade em geral. Para o fortalecimento da enfermagem como um todo, é essencial tornar nossa profissão conhecida, destacando a forma de agir e pensar se seus profissionais e sua área de ação, sendo uma maneira de valorizarmos nossa profissão.

Através da pesquisa realizada com os graduandos de nutrição a cerca do seu conhecimento sobre a atuação do enfermeiro, os mesmos demonstram dificuldade ao identificar a sua respectiva função e mesmo desconhecendo sobre a divisão da equipe de enfermagem, associa a contribuição para o seu trabalho dentro do ambiente hospitalar. De acordo com essa questão se torna necessário implementar um conjunto de ações para que dentro do serviço de saúde, se diferencie o enfermeiro não somente pela sua vestimenta ou crachá de identificação e sim a forma de agir e postura desse profissional e como sugestão em sua apresentação procurar sempre destacar resumidamente suas funções e as dos demais membros da equipe (auxiliares e técnicos), assim auxiliando na compreensão da sociedade em geral a cerca do trabalho dos profissionais de enfermagem  e como conseqüência  a valorização e reconhecimento da nossa profissão.

Referências

1. Caldonha ,Alessandra Mazzo,Mendes,Isabel Amélia Costa ,Trevisan, Maria Auxiliadora,Nogueira,Maria Suely,Hayashida Miyeko.Nursing and the nurse in the view of in patients at a private hospital.In: Proceedings of the 8.Brazilian Nursing Communication Symposium [Proceedings online]; 2002 May 02-03;São Paulo,SP,Brazil. 2002 [cited 2009  May 03].Disponível em: http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=msc0000000052002000100036&Ing=en&nrm=van.Acesso em 24/04/09

 2. Aurelio GT.Historia da Enfermagem Versões e Interpretações.2° edição.São Paulo.Revinter.2005.p 03,26-27; 31; 34; 158-161; 166.

 3. Oguisso Taka et al Trajetória Histórica e legal de Enfermagem.Barueri, SP: manole, 2005 p.32-33; 66-67; 73-76; 102; 181.

 4. Conselho Regional de Enfermagem _ Coren.São Paulo.História da Enfermagem. Disponível em:http://www.corensp.org.br/072005/ocorensp/historia/5php  Acesso 24/04/2009

 5. Malheiros,RC;Nogueira, VO.Reflexões sobre as atribuições do enfermeiro segundo a Lei do Exercício Profissional.Rev.paul.enferm,abr.2006,vol.25,p 117-122.ISSN 0100-8889

 6. Lakatos,EM;Marconi,MA.Fundamentos da Metodologia Cientifica.6° edição.São Paulo.Atlas;2008.técnicas de pesquisa p.189.

 7. Conselho Federal de Enfermagem_Cofen .Brasília .Lei N 7.498/86.Disponível em:http://portalcofen.gov.br/2007/materias.asp?ArticleID=22§ionID=35 Acesso em 15/10/09

 

 

Perfil do Autor

Claudia Forlin

Enfermeira, docente no Ensino Superior.Especialista.