A Educação De Jovens E Adultos: O Resultado Trazido Pela Globalização

Publicado em: 14/04/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 1,388 |

A Educação de Jovens e Adultos: o resultado trazido pela globalização.

Jorge Rocha Gonçalves

j.rocha60@yahoo.com.br

Resumo: As novas diretrizes da educação de jovens e adultos, em face de globalização e as exigências da escolaridade, o significado da intervenção dos compradores da mão-de-obra na oferta da educação aos trabalhadores. Pesquisa realizada de forma semi-intensiva, teoricamente fundamentada em Survey.

Palavras chaves: E.J.A, globalização, relações sociais.

As novas exigências trazidas pela globalização ao mundo do trabalho permitiram um novo olhar aos trabalhadores Brasileiros caracterizados no contexto da Educação de Jovens e Adultos. Segundo a Lei 9394 de 20 de dezembro de 1996, identificada como Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDBEN, no seu artigo 37, descreve os estudantes participantes da Educação de Jovens e Adultos como sendo, "A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental ou médio na idade própria".

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacional Anísio Teixeira, INEP, ligado ao Ministério da Educação do Brasil, informa que de acordo com o censo escolar 2007, mais de cinco milhões de Brasileiros a partir dos 15 anos de idade, estão fora da sala de aula.

Destes, sete milhões e quinhentos mil, a metade da população de analfabetos, de acordo com o INEP, esta localizado na região Nordeste do Brasil, demonstrando também pelos dados levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

A Secretaria Estadual de Educação de Pernambuco demonstra em seu censo escolar, que cerca de um milhão e cem mil pessoas, de 15 a 29 anos, estão fora da sala de aula, totalizando um percentual de 25% ou mais sem estudar.

Em Pernambuco, á atual gestão, criou o programa Pernambuco Escolarizado, cognominado Programa Paulo Freire, para que no triênio de 2008 a 2010, trezentos e oitenta milhões de Pernambucanos na faixa de idade entre 15 e 29 anos, venham a ser alfabetizados, através das ações emanadas deste projeto governamental.

Os investimentos anunciados para o estado de Pernambuco têm dado um novo incentivo e importância à educação de jovens e adultos, diante da necessidade de qualificação da mão-de-obra. Os projetos econômicos a ser implantado na região Nordeste e particularmente no estado de Pernambuco, estagnado de incentivos a industrialização á décadas, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estática, IBGE, vem seguindo determinação da legislação vigente, não só em qualificar o trabalhador que estuda ou o estudante que trabalha, mais também, fazendo à chamada da população para matrícula.

As instituições organizadas solicitam o cumprimento da Lei, 9394\96, em seu artigo 5 e parágrafo 1, inciso I, determina:

Compete aos estados e Municípios, em regime de colaboração, e com a assistência da União: recensear a população em idade escolar par ao ensino fundamental, e os jovens e adultos que a ele não tiveram acesso.

O direito a educação é subjetivo, cabendo a família e o Estado, garantirem o acesso e os sujeitos da escola a sua permanência, dos estudantes, para finalização em tempo considerável, a escolarização do homem, mulher, jovens e criança, na formação de sua elevação dos saberes.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira, a existência do interrompimento no processo continuo de aprendizagem sistemática, se da devido à necessidade de buscar os meios de sobrevivência. Os números têm demonstrado que a freqüência a escola, das classes populares tem aumentado devido aos benefícios sociais e econômicos, motivadores da permanência na escola.

Segundo dados do INEP, mais de 50% dos matriculados em escolas publicas, abandonam os estudos em busca de trabalhos informais, para sobreviver.

Diante dessa realidade, foi instituída pelo Governo Federal, maior incentivo a freqüência e continuação dos filhos dos trabalhadores nas escolas, incluindo ajuda financeira aos que ficam e comprovam a sua freqüência nas aulas, até os financiamentos aos cursos superiores, com adesão da classe média e trabalhadoras.

A criação de programas destinados aos jovens da zona rural e urbana, para completar a sua vida escolar, através do Programa do Jovem ou PROJOVEN, onde cada um dos matriculados, recebem uma ajuda de custo para estudar.

Onde em muitos casos, essa ajuda financeira, tem sido o sustento da família, além de outros benefícios econômicos e sociais, como bolsa família, bolsa escolar, atendendo as necessidades primarias da família.

De acordo com informações da Secretaria de Educação da Cidade do Recife, 13 mil estudantes, estão contemplados com acesso a escola através da educação de jovens e adultos.

As existências de esforços conjuntas entre as instituições publicam e não organizações governamentais, para atender a demanda de jovens e adultos fora da escola, tem sido uma grande marcha em beneficio da melhoria da qualidade de vida da população, apesar da existência dos altos índices de analfabetos. Perceptível e colocado constantemente nos meios de comunicação o envolvimento direto da Federação da Indústria de Pernambuco, através do Serviço Social da Indústria, SESI, no seu empenho de assegurar ao filho do trabalhador e ao próprio trabalhador, garantias de estudar e aprender.

Nesta determinação, foram instaladas nas dependências das indústrias ou em campo especifico em diversos pontos do Estado e da cidade do Recife, principalmente em áreas de habitação popular, bem como, nos centros de preparação profissional, o ensino destinado à educação de jovens e adultos.

A Federação do Comercio através do SESC, Serviço Social do Comercio, também participa nos bairros populares de atividades destinadas a escolarização dos jovens e adultos, principalmente em sua unidade instalada no bairro do Ibura, no Recife.

Todos esses empreendimentos governamentais e não governamental, encontra-se vinculado aos interesses da oferta de produtos fabricados com maior qualidade e menores custos. O caminho que escolheram na integração entre a produção e a qualidade do produto, mais a diminuição dos custos, estão sendo a educação com a profissionalização, decorrente dessa relação educação-produção, (WEBER, 2003, p, 19), declara que;

A participação em tais funções econômicas envolve algumas posse previa de capital, em geral, uma educação dispensiosa, e, na maioria das vezes, ambas, que hoje em dia dependem da posse de uma riqueza herdada, ou pelo menos de um certo grau de bem-estar material.

O termo capital, empregado nesta concepção, não se encontra restritamente ligado a questões financeiras, mais a toda a designação procedente das questões de cunho material.

A relação com as classes sócias, configurando assim a escala existente de comparação entre as diferenças sociais quanto à posse material, e a venda da força de trabalho, caracteriza as varias concepções atribuídas ao termo capital.

A elaboração do trabalho imaterial, também, se enquadra neste ultimo caso, como um produto direto ao de produção intelectual, típicos dos seres pensantes, tendem a ser considerada sua produção intelectual na educação de jovens e adultos.

Além da força de produção, o trabalho intelectual, contribui de forma direta na formação dos meios de produção, formando um dos indicadores do desenvolvimento humano, que determina a qualidade de vida de uma sociedade. A caracterização atribuída entre o capital e as relações sociais, (BOURDIEU, 2008, p, 67), co-relacionam ao capital cultural, compreendidas em questões singulares pertinentes e de relação a determinados agentes em sua constituição.

A noção de capital social impõe-se como único meio de designar o fundamento de efeitos sociais que, mesmo sendo claramente compreendido no nível de agentes singulares – em que se situa inevitavelmente a pesquisa estática - não são redutíveis ao conjunto das propriedades individuais possuídas por um agente determinado.

Claramente, encontramos na descrição de BOURDIEU, a distinção entre sociedade e propriedade de produção, ao mesmo tempo, verificamos a interrelação existente entre ambas, pois não existe produção sem uma qualidade humana, representado tanto nos valores humanos adquiridos desde a família, ate as constituídas culturalmente pela a escola. Ambas seguem um padrão distinto mais interligado pelo efeito social comum a ambas, já que não há formação cultural em um ser isolado, bem como, não existe consumo, sem um produto de boa qualidade para a coletividade.

A condição da unidade na diversidade, não faz indiferenças ou permitem a existência de condutas discriminatórias na sociedade, mais uma cultura onde se busca homogeneizar, reduzindo a potencialidade do homem ontológico, recebe a reação clara da resistência e imposição ideológicas, com a busca incessante da recriação do mundo. A condução de investimento na nova vida exigira esforços às vezes superiores aos recursos que se tem em mãos.   A busca de fontes úteis será uma conquista diária e muitas vezes, imaginaria utópica para se tornar concreta. (FREIRE, 2001, p, 31), mostra-nos caminhos existentes que não vemos, mais sentimos seus efeitos em nossa busca.

Não é a cultura discriminada a que gera a ideologia discriminatória, mas a cultura hegemônica a que o faz. A cultura discriminada gesta a ideologia de resistência que, em função de sua existência de luta, ora explica forma de comportamento mais ou menos pacíficos, ora rebeldes, mais ou menos indiscriminatoriamente violentos, ora criticamente voltados à recriação do mundo.

A capacidade natural do homem de buscar mudanças, o faz de acordo com determinado comportamento, que foge dos padrões estabelecidos, principalmente quando estas regras de conduta têm a demonstração da subtração humana.

A condição ontológica, existente no homem, garante em seu desempenho social, a potencialidade inerente ao seu comportamento de analise, entendimento e envolvimento nas soluções necessárias ao bem comum. (idem, 1983, p, 17) leva-nos a entendimento do que vem a ser a capacidade de atuar e refletir no homem e sua finalidade.

Afirmamos anteriormente que a primeira condição para que um ser pudesse exercer um ato comprometido era a sua capacidade de atuar e refletir. È exatamente esta capacidade de atuar, operar, de transformar a realidade de acordo com a finalidade propostas pelo homem, à qual está associada sua capacidade de refletir, que o faz um ser da práxis.

O homem se destaca no mundo que esta inserida, na sua condição única e típica de existência, bem como, na sua natureza, na habilidade de agir e pensar sobre os acontecimentos que resulta em alguma coisa a sua volta. Na sua conduta, vai deixando importantes criações necessárias a discussão na importância da sua essência

As atitudes referentes a se conduzir diferente dos outros animais, que pelo instinto, fogi ou se defende e alimenta-se, o homem, tem na sua razão, a competência imprescindível, para utilizar os recursos típicos de sua natureza, no alcance de seus objetivos, sem articulações degradantes a sua condição humanizante e humanizadora.

Diante do seu relacionamento com o seu semelhante, o homem transforma o espaço para satisfação das suas necessidades, dentro de parâmetros que lhe foram impostos, devido ao atendimento de interesses individuas em detrimento dos interesses coletivos.

A sua reação de conflito emerge na conduta típica de quem por algum motivo, se encontra em desarmonia com a situação oferecida a sua instalação em determinado ambiente, torna-se a razão de juntos com a comunidade, formarem as obras de interesse comum, mesmo diante da existência, de interesses adversos aos que se busca programar.

Nesta condição de variedades de pensamentos interesses em um mesmo ambiente, emergem a potencialidade inseparável ao homem, que tem na sua natureza, a disposição de organização e motivação ao entendimento no desdobramento de condutas voltado as tentativas de dissolvimento do bem estar à coletividade.

O bem estar encontra-se associada, ao como a comunidade ocupou o espaço onde esta situada, tanto da forma qualitativa e também quantitativa. (SANTOS, 1997, p, 37), descrevem o dinamismo e conseqüência do fenômeno humano na ocupação do espaço.

O fenômeno humano é dinâmico e uma das formas de revelação desse dinamismo está, exatamente, na transformação qualitativa e quantitativa do espaço habitado.

Diante do ponto de vista da vida, a condição de adaptabilidade do homem de se integrar ao lugar onde se localiza diante das diversas condições de habitabilidade, favorável ou contra a sua fixação, distante de ser um ser isolado. À medida que vão ocupadas as diversas áreas, o homem, vai também, expandido a sua qualidade demográfica, adquirindo assim a adesão de outros da mesma espécie. Refazendo o ciclo da vida comum a sua espécie, que não necessita de atenção especial para se instalar ou de ser endêmico a um único lugar, o homem transforma a paisagem.

Mostrando através da sua participação no espaço, que não é isolado, mais social e de intimidade com os elementos a sua volta, a importância de obtenção de orientações úteis na sua transformação do comportamento e do ambiente. As condições para torna-se mais participativo nessas mudanças o melhor entendimento das causas favoráveis ou não a sua fixação, venham a ser pensada e emitida uma opinião.

A especulação financeira do espaço habitado, além do déficit habitacional existente, reproduz uma paisagem de condições diferenciadas mais de grande utilidade ao engrandecimento humano, principalmente quando as informações percebidas, farão da compreensão histórica á organização social. O início da condição de entendimento do homem como um fenômeno humano, vem acompanhado pelas diversos feitios de como se consegui adaptar-se as condições existentes, até quando, estas se encontram desfavorável a sua permanência.

Durante a fixação do homem no ambiente, diversos interesses são apresentados para servir de entrave a sua instalação no local. A razão torna-se o elo entre o agir e o pensar, originando a investigação de forma empírica, necessárias aos primeiros passos ao se tornar um ser de entendimento lírico. A prática educativa emitira os subsídios aos novos rumos a esse agir e pensar dentro do contexto reinante na fixação durante a ocupação. A ocupação mesma sendo desfavoráveis as condições iniciais a essa demarcação de espaço, com a atuação do homem, esses empecilhos, serão ultrapassados. O avanço do tempo e as próprias exigências solicitadas por essa definição do perímetro instalado e determinado para ser o local de sua habitação, fixação se fará de qualquer jeito. O espaço por si só, não define nenhuma condição que venha ser humano, ate o momento em que a comunidade comece a transformá-lo segundo suas necessidades. Designando-o desde então como espaço geográfico, DOLFUS, 1982, p, 29, esclarece como a ação humana configura o espaço geográfico.

A ação humana tende a transformar o meio natural em meio geográfico, isto é, em meio moldado pela intervenção do homem no decurso da historia. Temos ai, um fato recente na historia do mundo.

A educação do homem, o torna capaz de provocar mudanças no espaço onde se relaciona, foi assim desde quando ocorreu sua fixação no espaço que optou por habitar.A ação humana voltada a tornar o ambiente satisfatório a sua existência, bem como a sua aprendizagem, diante do querer fazer, de forma ética e harmoniosa consigo mesmo, depende de como se ensina e busca aprender onde estiver. Na concepção de (MORAES, 1997, p, 67), descreve as bases epistemológicas a ser ensinada a partir da ocupação humana no ambiente.

Alertamos que no plano metodológico, seria possível tratar, de uma forma unificada, a variedade de analise disciplinaria acerca da problemática ambiental. O exame dos métodos científico-entendida não como instrumental técnico de pesquisa, mas como armação lógico-teorico da analise e reflexão - permite agrupar os esforços de varias áreas do conhecimento numa avaliação acima das divisões entre as diferentes ciências. Pois todo trabalho cientifico envolve necessariamente posicionamento metodológico.

O entendimento de que os procedimentos dentro de uma metodologia não esta disponível diante do censo comum, é uma consciência nítida da importância de levar o estudante a refletir sobre os fatos a seu redor, diante da mediatriz do educador, voltada a uma analise coletiva dos fatos decorrente da realidade apresentada e vivida. Na busca de se levar as analises coletiva as questões de importância social emergem as de responsabilidade social, o meio ambiente, torna-se-a não um elemento secundário na conduta de coletividade em seu ato de ocupar, mais será levada a valorizar justamente, o local onde esta ocupando.

As orientações educativas terão um novo significado, ao colocar o homem como sujeito principal de suas atividades.      O direcionamento da prática educativa aos participantes da sala de aula, na reflexão das atitudes e resultados desta no coletivo, envolvendo e preparando o ambiente escolar desde a sala de aula, a um ambiente de aprendizagem, formando uma consciência de como proceder nas atividades proposto a serem pensadas e de como venha a ter importância a informação e o entendimento durante a exposição do conteúdo abordado. As abordagens teóricas venham a adquirir uma composição prática, diante do puder conscientizador da atividade pedagógica aplicada em sala de aula. A atividade educativa tenha o caráter de formação, provocando sempre em seus integrantes, não só o caráter de problematização, mais também, de participação critica no fazer transformador.

A importância da prática educativa, esta contida, não na escolha dos conteúdos abordados, pois estes emergiram naturalmente a cada dia, mais pela sua essência de formação humanizadora.

A importância da prática educativa com responsabilidade social, para (FREIRE, 2009, p, 15), que esclarece.

Gostaríamos, por outro lado, de sublinhar á nós mesmos, professores e professoras, a nossa responsabilidade ética no exercício da nossa tarefa docente. Sublinhar esta responsabilidade igualmente àquelas e àqueles que se acha em formação para exercê-la. Este pequeno livro se encontra cortado ou permeado em sua totalidade pelo sentido da necessária eticidade que conota expressivamente a natureza da pratica educativa, enquanto pratica formadora.

A tarefa docente encontra-se cheia de empecilhos a sua desenvoltura na escola, diante da falta de preparação continua do educador no seu oficio de ensinar. Aos docentes, sua responsabilidade, não é remediar uma situação instalada de menosprezo a classe do professor ou professora, mais uma demonstração explicitam de prepara-se continuamente para enfrentar os dilemas existentes na atuação de ensinar através da consciência plena do valor de formar um ser humanizado.   A humanização vem estabelecida pelo envolvimento profissional de extrair dos que possui ou formar aos que não tem os valores imprescindíveis à convivência e a aplicação ética no trato com os interesses pessoais e alheios ou pertinentes aos outros.

O tratamento de ignorar os acontecimentos ou bens de importância aos outros, que esta diretamente vinculada aos nossos, mais não se percebe essa relação. O sistema de ensino preocupa-se, em atender as exigências contidas, nas determinações de interesses excludentes.

Por não conter as potencialides que se deseja, diante do perfil traçado em gabinetes, para atender uma demanda de interesse pessoal, imaginado a luz da propriedade privada, distante da utilidade social, mais com resultados de importância individual.

A potencialidade desenvolvida no estudante com as aplicações desde a sala de aula inicia-se, pelo ensino da condição humana, que (MORIN, 2003, p, 47), insere como saberes necessários a educação do futuro.

A educação do futuro deverá ser o ensino primeiro e universal, centrada na condição humana. Estamos na era planetária; uma aventura comum conduz os seres humanos, onde quer que se encontrem. Estes devem reconhecer a diversidade cultural inerente a tudo que é humano.

O ensino voltado à condição humana torna-se fundamental para o entendimento de todas as investigações referente à situação da humanidade no espaço em que ele ocupa.

As referencias locais de sua cultura, bem como, da qualidade de sua existência, levando em conta, sua disjunção do que realmente lhe é cabível, do que é seu por direito, que foi retirado de forma pensada e bruta, durante sua estada no tempo e espaço.

A cidadania retirada do seu personagem durante os capítulos da vida distanciou da leitura do mundo, na captação dos elementos visível e invisível transformadores do seu modo de ser e viver.   A cultura obtida diante dessa fragmentação da cidadania, sendo conduzida para qualquer lugar, terá diante da sua instalação no ambiente, procedimentos uteis a ser utilizados como subsídios ao dialogo sobre a importância do homem como ser criador e transformador.

Tais condições impostas pela adversidade do espaço-tempo, e das relações com a comunidade, proporcionam novos benefícios em relação ao crescimento social. A sala de aula será o lugar ideal, na elaboração de um olhar diferenciado, onde a participação na coletividade tenha um desfecho mais justo, diante das injustiças estabelecidas pela forma de como foi formado os critérios da configuração social em vigor rigorosamente em nossos dias, idealizado tempos atrás. O levantamento pela reflexão dessa linha do tempo demonstrara fatos que culminara com o entendimento da formação das sociedades e o modo de como todos se estabeleceram e de que forma vivem em nossa era. Diante da contextualização do cotidiano, obtém-se um retrato mais evidente da realidade vivenciada pelas sociedades e de como cada uma formaram seus elementos identificadores na classificação de desenvolvimento humano e qualidade de vida.

Os elementos integrantes do cotidiano, normalmente não são visíveis, mais estão na vida continuamente.  DE CERTEAU, 2008, p, 31, explana como colher dados no dia-a-dia, na seguinte exposição

O cotidiano é aquilo que nós é dado cada dia (ou que nos cabe em partilha), nos pressiona dia após dia, nos oprime, pois existe uma opressão do presente. Todo dia, pela manhã, aquilo que assumimos, ao despertar, é o peso da vida, a cada dificuldade de viver, ou de viver nesta ou noutra condição, com esta fadiga com este desejo. O cotidiano é aquilo que nos prende intimamente, a partir do interior. É uma historia a meio caminho de nós mesmos, quase em retirada, ás vezes velada.

A opressão realizada diariamente na realidade de cada pessoa está ligada diretamente, ao seu modo de viver, de se relacionar com os outros.

Os integrantes da ambiente onde vive, também, de como ver e conviver com os acontecimentos vistos, sentido e participado.

Todos os procedimentos do homem e da natureza caracterizam as informações comuns existente na realidade, estes elementos, auxiliam ou dificultam o deslocamento e a fixação da comunidade no sítio onde habita.

As dificuldades apresentadas para a obtenção dos meios imprescindíveis a obtenção de uma sobrevivência favorável, torna o desejo de obtenção da conquista de algo desfavorável, devido ao desconforto de como obter a satisfação da necessidade.

Diariamente, tendemos a se buscar o que é devido a satisfazer o que se necessita, a persistência tende a levar o sobrevivente em busca de sua manutenção. Desenvolvendo-se no seu interior, as contradições marcadas pelo jogo ideológico imposto pelos donos dos meios de produção, bem como, a insegurança de obtenção do que lhe cabe a cada dia. Torna-se um ato de vigília, a busca incessante de conquistar aquilo que lhe fora negado durante décadas.

Hoje, a aquisição, vem do feitio distante de delegar ao trabalhador que estuda o direito de conquistar pelo estudo o seu entendimento sobre a sua historia de como viver, pois a escola não é mais entendida como uma instituição de mobilidade social. Demonstrar-lhes que foi uma bondade política ao lhe ofertar determinado beneficio, mais sim, uma responsabilidade social adquirida devido estarmos no mundo e nele integrá-lo, encontra-se longe do entendimento dos que participam da atividade do ensino-aprendizagem. Fazendo a relação direta entre o homem e o mundo e o seu (FREIRE, 1983, p, 17), procedimento em analisá-lo.

Assim, como não há homem sem mundo, nem mundo sem homem, não pode haver reflexão e ação fora da relação homem-realidade. Esta relação homem-realidade, homem-mundo, ao contrario do contato animal com o mundo, como já afirmamos, implica a transformação do mundo, cujo produto por sua vez, condiciona ambas, ação e reflexão.

O ensino voltado a levar o estudante à compreensão do mundo, por ser o homem um ser componente dele, envolvendo-se na interpretação dos fenômenos associados a própria atuação do homem ou da natureza, mais também, do discurso envolto da preocupação com o outro, com as atitudes demonstrando o inverso. A relação do homem com a realidade requer uma atenção constante, em defesa dos interesses sociais, onde se encontra envolta de grupos, aos quais, cabe a decisão do destino da maioria desprovida de direitos constitucionalmente determinados.

Pensar e agir em benéfico das mudanças é atribuições inerentes ao homem no mundo favorável a construção de sociedade justa e fraterna. A identidade encontra-se voltado a sermos pertencentes aos ingredientes da natureza, sendo assim, levar o estudante a reflexão de que é integrante do cosmo, dar-lhe uma cidadania universal, bem como, a responsabilidade de cuidar e se cuidar dos rudimentos em sua interrelação com o universo e do universo, a terra.

Na terra, do local onde vive, o homem trava com si mesmo, a marcha da vida, com a intenção de sobreviver. A conscientização através do envolvimento colabora para a formação da pessoa, egressa na educação voltada à humanidade.

O distanciamento promovido pelo ensino escolar distante da realidade da humanização do estudante, segundo, (MORIN, 2003, p, 51), advoga essa identificação na seguinte afirmação.

Somos originários do cosmos, da natureza, da vida, mas, devido à própria humanidade, à nossa cultura, à nossa mente, à nossa consciência, tornamo-nos estranhos a este cosmos, que nos parece secretamente intimo. Nosso pensamento e nossa consciência fazem-nos conhecer o mundo físico e distanciam-nos dele. O próprio fato de considerar racional e cientificamente o universo separa-nos dele.

A questão de intimidade com o cosmo prende-se não a posicionamento voltado ao misticismo, tão comum desde as sociedades primitivas, mais de demonstrar a origem da identidade do ser humano, diante dos esforços constante de querer negar-lhes essa personalidade.  Dotado de consciência e também de uma parte física, desde o inicio da escolarização, foi o a educação distanciando o educando do seu convívio com a natureza, permitindo que a sua expressão volta-se para ser um elemento superior e independente dos seres biótico e abiótico em sua volta. O Desenvolvimento dos sentimentos voltado ao beneficiamento da conduta regular do educando, o fazendo um cidadão ou cidadã, humanizado e humanizador. No seu interior, reprimido pela força inferior dos que inconscientemente, ou conscientemente, demonstram ou demonstraram sua insensibilidade quanto à importância do saber pertinente. O saber pertinente traz diante de sua prática, um resultado, quando aplicado na realidade vivenciada pelo homem na coletividade.

O desafio de viver em grupo, não estar em ter ou ser mais, em partilhar, ampliando na existência as chances de obtenção de maior integração em entre as pessoas e os diversos setores da produção, em detrimento ao aperfeiçoamento constante do trabalhador que estuda e o proprietário dos meios de produção, beneficiando com resultado da produção. (GADOTTI, 2001, p, 31), faz a seguinte afirmação diante da relação entre a educação e o trabalho.

Os jovens e adultos trabalhadores lutam para superar suas condições precárias de vida (moradia, saúde, alimentação, transporte, emprego, etc.) que estão na raiz do problema do analfabetismo. O desemprego, os baixos salários e as péssimas condições de vida comprometem o processo de alfabetização dos jovens e dos adultos. Falo de "jovens e adultos" me referindo à "educação de adultos", de educação de adultos porque, na minha experiência concreta, notei que aqueles que freqüentam os programas de educação de adultos, são majoritariamente os jovens trabalhadores.

O analfabetismo tende a ofertar aos seus portadores, uma vida cheia de desgastes físicos e morais, diante da questão da obtenção de uma vida em melhores condições no mundo capitalista, principalmente, quando se exige uma qualificação que não o possui.

6 – Referências Bibliográficas

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    relacoes sociais

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    Nos dias de hoje, em que tudo nos parece "consumível" e "descartável", incluindo as relações entre as pessoas, significativo torna-se o papel de uma linguagem a favor da narrativa e de um rememorar que ao buscar diferenciadas feições para a construção do conhecimento torna-se também auto-conhecimento. Neste retorno ao que fomos, mesmo sem a exata dimensão do que "temos sido", novas interações comunicativas são criadas, (re)aproximando-nos, religando-nos em novas relações e conexões.

    Por: Patricia Cassia Pereira Portol Educação> Línguasl 23/02/2011 lAcessos: 946

    A presente pesquisa foi elaborada tendo por objetivo estudar o fenômeno assédio moral nas relações de trabalho educacional em face de sua relevância na sociedade. Desta forma pretende-se conhecer, analisar e compreender este mal que atinge as instituições de ensino, buscando contribuir para o esclarecimento do fenômeno, como preveni-lo e reprimi-lo.

    Por: Arianal Educação> Ensino Superiorl 02/04/2011 lAcessos: 1,261
    Alisson Lopes

    O objetivo deste artigo é analisar como a gestão do clima organizacional pode impactar nas negociações sindicais de forma positiva. Além disso, traçar os desdobramentos e resultados alcançados dentro de uma organização que possui a gestão do clima organizacional como estratégia de negócio.

    Por: Alisson Lopesl Carreira> Recursos Humanosl 24/01/2012 lAcessos: 3,157

    Este artigo trata da importância da postura do professor universitário no desenvolvimento do aluno e como uma Filosofia Confessional influencia neste propósito. Para isso verificamos o papel das Instituições confessionais protestantes no processo da Educação Universitária do país. Para melhor conhecimento foi realizada uma pesquisa exploratória em forma de entrevista com alunos de uma Instituição confessional Protestante com o objetivo de saber qual a relação que eles têm com seus professores.

    Por: JACKSON ROBERTO DE ANDRADEl Educação> Ensino Superiorl 22/10/2014

    RESUMO Uma só palavra ou teoria não seria capaz de abarcar todos os processos e experiências históricas que marcaram a formação do povo brasileiro. Marcados pelas contradições do conflito e da convivência, constituímos uma nação com traços singulares que ainda se mostram vivos no cotidiano dos vários tipos de "brasileiros" que reconhecemos nesse território de dimensões continentais. A primeira marcante mistura aconteceu no momento em que as populações indígenas da região entraram em

    Por: Joiciane de Sousa Santosl Educação> Ensino Superiorl 21/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Dado ao caráter emergencial da fome generalizada, povos africanos têm que se alimentar de animais portadores de tais vírus, que são mortais ao organismo humano, como cobras, ratos, morcegos e o chimpanzé.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 20/10/2014 lAcessos: 13
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Motivado pelo conflito contra os ingleses com objetivo de controlar o norte da França, o referido monarca, formou um grande exercito, sustentados por impostos cobrados no território nacional.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 20/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Em toda minha vida. Apenas sonhei. Em não ser. O que sou. Não teria nem mesmo preposição. Axiomática. Desejo ser diferente. O que de fato não sou. Serei todos os meus sonhos perdidos. Esquecidos no mimetismo.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 19/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    O que vejo no mundo político. Uma guerra indelével. Na defesa de duas tendências. Ambos as forças políticas. Defende o mesmo modelo. Fundamentado no liberalismo econômico. Nao existe ideologia de esquerda no Brasil. Apenas uma acepção imperscrutável. Ao silêncio da ignorância nacional.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 18/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Ver e perceber. Apenas a parcialidade da compreensão. E que poderá ser sempre a distorção. Como de fato costuma ser. Dado a natureza do mundo representativo. Significando o desejo do engano. As fantasias dos sonhos.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 17/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    A respeito da teoria da evolução formulada por Charles Darwin 1809-1882, quem melhor organizou a ideia de como as espécies evolui a partir uma das outras, na superação de elos inferiores, criando as diversidades das mesmas.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 17/10/2014

    o presente trabalho possui como condição básica a obtenção de novos olhares na analise avaliativa e melhoria do desempenho. Será demonstrado como os recursos que são emitidos para o CEJA Valdemar de Oliveira são aplicados na garantia da qualidade do ensino e facilitando os trabalhos dos professores, alunos e gestão.

    Por: Jorge Rocha Gonçalvesl Educação> Ensino Superiorl 14/05/2014 lAcessos: 18

    presente trabalho possui como fonte de informações a pesquisa-ação, os resultados obtidos em 2013 na escola CEJA Valdemar de Oliveira, assim como, as possibilidades de mudanças aplicadas em 2014. A base de dados fundamenta-se na analise de aprovação e reprovação de 2013, bem como, as respostas dos professores e estudantes as perguntas realizadas. A coleta de dados se apresenta nas ideias de Souwey

    Por: Jorge Rocha Gonçalvesl Educação> Ensino Superiorl 18/04/2014

    resenha escrita com a obtenção de demonstrar as atividades executa na escola em tempo de agora. Método usado, a observação em Suvey, de onde mostra-nos a importância da observação e analise do comportamento humano diante dos procedimentos executados por cada um deles

    Por: Jorge Rocha Gonçalvesl Educação> Ensino Superiorl 13/10/2013 lAcessos: 13

    resenha apresentado reflexões sobre as atuais reclamações sociais em um Brasil, voltados para grupos de interesses pessoais

    Por: Jorge Rocha Gonçalvesl Educação> Ensino Superiorl 26/06/2013 lAcessos: 32

    artigo sobre os procedimentos disponíveis pelos administradores públicos de educação, na efetivação de ações (dês) vinculadas a qualidade da escola através dos financiamentos escolares

    Por: Jorge Rocha Gonçalvesl Educação> Ensino Superiorl 26/06/2013 lAcessos: 12

    resenha derivada das observações realizadas nas unidades de ensino e seus ambientes em Recife, onde encontramos procedimentos concernentes ao (dês) andamento na escola nos aspectos administrativos e pedagógicos. Método de validação em Seauvy

    Por: Jorge Rocha Gonçalvesl Educaçãol 22/03/2013 lAcessos: 100

    resenha destinada a demonstração dos procedimentos utilizados para elevar o homem à categoria de humanizador

    Por: Jorge Rocha Gonçalvesl Educação> Ensino Superiorl 16/01/2013 lAcessos: 49

    apresentar os avanços da ciência e tecnologia em beneficio da aprendizagem e bem da escola de qualidade com a humanização do homem

    Por: Jorge Rocha Gonçalvesl Educação> Ensino Superiorl 05/10/2012 lAcessos: 130
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