A formação do educador e os conhecimentos pedagógicos em foco

Publicado em: 19/11/2010 |Comentário: 1 | Acessos: 5,546 |

Zeila Miranda Ferreira

As novas tendências de formação de professores apontam a escola como colaboradora na formação do cidadão, com igualdade de direitos ao proporcionar o acesso aos conhecimentos. A própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Nº 9.394, de 20/12/1996, no artigo 2º, estabelece que "a educação (...) tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho" BRASIL(1996). Envolve, portanto, o desenvolvimento das dimensões pessoal, técnica, humana e política dos professores e alunos, implicando que a educação e, especificamente, a formação de professores para o desenvolvimento das múltiplas capacidades do indivíduo.

O professor foi concebido neste trabalho, como um formador, facilitador da aprendizagem, que deve desempenhar, conforme orienta Schön (1995), basicamente, três funções: a) abordar os problemas que a atividade coloca, b) escolher na sua ação os procedimentos formativos que são mais adequados à personalidade e aos saberes do aluno e c) tentar estabelecer com ele uma relação propícia à aprendizagem. Este processo pressupõe a formação dos professores por competência, que segundo Cró (1998) e Nóvoa (1991), tem em seu ponto alto, o processo de desenvolvimento pessoal, que o próprio educador e o aluno devem impor-se, para que adquiram, progressivamente, maturidade emocional, autonomia, competência, equilíbrio contínuo das relações interpessoais, e especialmente, as de professor-aluno.

Entende-se por competência profissional, o que Perrenoud (1999, p.7), define como a "capacidade de agir eficazmente em determinado tipo de situação, apoiada em conhecimentos, mas sem limitar-se a eles". É o poder e a habilidade que o indivíduo desenvolve de analisar, de encontrar, de resolver problemas, de reunir, de reconstruir,de reler e de reaprender muito mais do que a partir de uma informação, saber ou conhecimento inicial. A competência vai além dos conhecimentos e proporciona ao indivíduo, a oportunidade de mobilizar, atualizar, extrapolar ou produzir saberes e situações diversas, sem terminar numa  única maneira ou opção, "... é uma capacidade de produzir hipóteses, até mesmo saberes locais que, se já não estão 'constituídos', são 'constituíveis' a partir dos recursos do sujeito" (IBIDEM,p.69).

Desse modo, quais seriam as competências a serem desenvolvidas pelo professor da educação básica?

São muitas as propostas e possibilidades de se organizar e caracterizar os conhecimentos profissionais a serem adquiridos e desenvolvidos pelo professor para que atuasse eficientemente. Neste trabalho optou-se pela organização dos conhecimentos propostos pelos "Referenciais Curriculares Para a Formação de Professores", da Secretaria de Educação Fundamental – Ministério da Educação (1999), que sugerem aos cursos brasileiros de formação de professores, a garantia de cinco âmbitos de conhecimentos igualmente importantes: a) Conhecimento sobre crianças, jovens e adultos; b) Conhecimento sobre a dimensão cultural, social e política da educação; c) Conhecimento da Cultura geral e profissional; d) Conhecimento pedagógico; d) Conhecimento experiencial contextualizado em situações educacionais.

Considerou-se que, embora fossem assim explicitados, tais saberes profissionais estão intimamente ligados entre si, não têm sentido isoladamente e se inter-relacionam na formação e  na atuação dos professores, não se vinculando à nenhuma disciplina ou área exclusiva.

Não desmerecendo os demais saberes acima especificados, será enfocado neste estudo os Conhecimentos Pedagógicos. Esses foram entendidos numa perspectiva crítica e dinâmica, como uma das competências que o professor precisa dominar e desenvolver; cabe-lhe identificar as possibilidades de implementação em sala de aula, considerando o ponto de vista e a realidade na qual irá intervir.

Dessa forma, quais são os aspectos que contemplam a amplitude dos saberes pedagógicos que o professor precisa construir e dominar conforme os referenciais do MEC (1999)?

No âmbito dos Conhecimentos Pedagógicos, convém contemplar os seguintes aspectos:

a)   Currículo e desenvolvimento curricular - são os conteúdos da formação profissional dos professores: teorias do conhecimento; diferentes concepções de ensino e aprendizagem; fundamentos em relação aos objetivos educacionais, conteúdo, metodologia e avaliação; critérios e formas de selecionar, organizar e tratar didaticamente os conteúdos em função dos objetivos propostos; possibilidades de uso de recursos didáticos; função do livro didático; e todas as questões relacionadas ao desenvolvimento curricular propriamente dito.

b)   Questões de natureza didática, geral e específica - são "aquelas que podem contribuir para a tarefa de tematizar a educação, a relação ensino-aprendizagem, entender seu funcionamento e as variáveis que nele interferem, reconhecer a validade das intervenções pedagógicas e respectivas implicações na aprendizagem dos alunos" (BRASIL,1999): conhecimento sobre as didáticas específicas; processos de aprendizagem do aluno; os conteúdos de ensino e os princípios metodológicos; conhecimentos que permitem a compreensão das variáveis formais e não-formais de ensino e aprendizagem (transposição didática e contrato didático ou regras gerais da escola que regulam as relações e condutas  dos alunos e professores entre si e com o conhecimento e as atividades escolares); a relação entre conteúdo e formas de ensiná-lo; formas de organização do espaço e do tempo; modalidades organizadoras dos conteúdos escolares; relação entre o propósito didático e os objetivos de realização pessoal do aluno; trabalho de interação em grupo; formas de equilibrar o difícil e o possível para o aluno nas situações de aprendizagem; propostas que favorecem a inclusão dos  estudantes portadores de necessidades especiais; função da intervenção pedagógica na aprendizagem; critérios de escolha e oferta de materiais, instrumentos de planejamento, de avaliação, de registro de trabalho e de observação dos alunos.

c)   Avaliação: concepções; finalidades; instrumentos; modalidades; saber como os alunos aprendem; quais são os melhores instrumentos para avaliar; quais as variáveis que podem interferir na avaliação; uso adequado da avaliação; avaliação de metodologias, do ensino, da escola e da própria avaliação.

d)  Interação do grupo: saber agrupar; possibilidades de interação centradas nos conhecimentos dos alunos, desenvolvimento cognitivo e características pessoais.

e)   Relação professor-aluno: compreensão da natureza da relação; autonomia  intelectual para refletir sobre o que faz e sobre as conseqüências.

f)    Conteúdos de ensino: domínio dos conteúdos; conhecimento do objeto de ensino que vai possibilitar a transposição didática; conhecimento dos temas transversais ao currículo: ética, meio ambiente, saúde, pluralidade cultural, sexualidade, trabalho, consumo, entre outros temas; conhecimento sobre a  natureza e dos debates atuais sobre eles; consciência dos valores e concepções que veiculam em suas aulas, quando se relacionam com os alunos e outros integrantes da comunidade; a forma como se trabalham essas questões.

g) "Procedimentos de produção de conhecimento pedagógico: possibilitar que todo professor aprenda a investigar, sistematizar e produzir conhecimento pedagógico, por meio de observação, análise, formulação de hipótese e construção de propostas de intervenção e avaliação" (BRASIL,1999).

Portanto, segundo as diretrizes do MEC (1999), além dos saberes humanos, científicos, culturais, técnicos e experienciais, são basicamente esses os conhecimentos pedagógicos que o professor deveria dominar.

Para que tais saberes e os demais sejam úteis ao profissional reflexivo, esse precisa atuar como indica Schön (2000), de forma inteligente, flexível e contextualizada, "produto de uma mistura integrada de ciência, técnica e arte, caracterizada por uma sensibilidade (...), uma criatividade (...)", que permita ao profissional, agir em situações variadas, complexas e indeterminadas. A formação de professores com os conhecimentos e competências antes apresentados, poderiam ser efetivados nos cursos de formação inicial, permitindo situações práticas, nas quais o aluno-formando entenda a realidade complexa e  vivencie dinâmica da sala de aula durante todo o período de graduação.

A partir de suas experiências, o estudante poderia, juntamente com seu professor-formador, refletir sobre o que observou e o que viveu. Essa orientação poderia ajudar o aluno no seu processo de construção ativa do conhecimento na ação, que Alarcão (1996) chama de "reaprender a pensar", e que Piaget (1970), denominou de "aprender a fazer fazendo". A aquisição desses conhecimentos na ação por natureza, são inseparáveis e inerentes às ações de alunos e professores; poderiam complementar os demais âmbitos do conhecimento (humanos, científicos, técnicos, pedagógicos...) que o docente também precisaria dominar. É nesse contexto de ensino-aprendizagem que Schön (1995), sugere o desenvolvimento e a construção do conhecimento na ação, ao mesmo tempo em que se exercita a reflexão na ação, a reflexão sobre a ação e, finalmente, a reflexão sobre a reflexão na ação.

Acredita-se que na profissão docente, esses conhecimentos seriam melhor adquiridos e organizados, a partir do curso de formação inicial, ampliando-se depois, nas atividades de educação contínua. O professor-formador reflexivo precisaria valorizar e considerar suas vivências de aluno e sua história de vida, refletir sobre suas práticas por meio da observação e das situações didáticas, reais ou simuladas, pois, desse modo, poderia desenvolver a intuição, as relações interpessoais, a autoformação, a construção de conhecimentos teóricos, técnicos e experienciais. Esses fatores devem favorecer o exercício autônomo e comprometido com as funções profissionais, que acontecem numa realidade imprevisível que, normalmente, é a sala de aula.

A partir de sua formação por competências, o docente orientar-se-ia pela ação e reflexão, construindo-se como profissional reflexivo. O professor-formador deveria ter em mente que a formação contínua exige a sua aprendizagem, de modo integrado com a mudança de suas ações educativas. Essa mudança, conforme os autores já citados, passa pela reflexão na ação, a partir da própria ação e após a ação. Para Cró,

Esta é uma tarefa complexa, pois que há que ter em conta o que é relevante para o formador e para a formação que quer fazer e o que é relevante para o formando que tem a sua própria história pessoal, os seus projetos, as suas expectativas. Mas é do encontro destes dois atores (formador e formando) que pode, talvez, encontrar-se a melhor forma de pôr em execução um projeto de formação contínua, atendendo a que a aprendizagem não é concebida da mesma forma por todos os indivíduos e sabendo que existem correlações entre condições de aprendizagem, processos e produtos de aprendizagem. É importante, portanto, que o formador tenha em conta as condições dos professores/educadores a propósito da sua própria aprendizagem, até para compreender como é que os conhecimentos provenientes da formação e da prática podem articular-se. E, por outro lado, que tenham em atenção quais as suas concepções de mudança de prática.  (CRÓ, 1998, p.130).

Para se efetivarem transformações na prática educativa, é fundamental que o professor tenha uma concepção de ensino que irá diferenciar sua ação. Uma das atividades do educador é o ensino e, segundo Pérez Gómez (1998, p. 81), ensinar "é uma atividade prática que se propõe dirigir as trocas educativas para orientar num sentido determinado as influências que se exercem sobre as novas gerações". Assim, para desenvolver um ensino reflexivo, o professor precisaria sempre se questionar, estar aberto às novas idéias e avaliar suas ações, para que sua orientação às novas gerações fosse mais segura e eficaz, proporcionando um ensino que facilitaria o processo

(...) de transformação permanente do pensamento, das atitudes e dos comportamentos dos alunos/as, provocando a comparação de suas aquisições mais ou menos espontâneas em sua vida cotidiana com as proposições das disciplinas científicas, artísticas e especulativas, e também estimulando sua experimentação na realidade (IBIDEM, p.70)

 

A atividade prática do professor deveria ser percebida como fonte de conhecimento através da experiência e da reflexão, integrando as competências, apreciando a própria habilidade no agir, dialogando com a própria ação e aceitando os desafios e dificuldades que ela provoca. O referido autor diz que a ação "deve assentar-se sobre o bom julgamento ilustrado pelo saber e apoiar-se num senso crítico e ético que seja capaz de apreciar o que convém fazer, o que é possível e como fazê-lo dentro de determinadas circunstâncias". Tais considerações induzem a se pensar de outra maneira a questão primordial dos estágios, já que, de certa forma, os cursos de Pedagogia têm imposto a eles, outras funções diferentes destas concepções discutidas aqui.

Nesse contexto, o professor formador poderá orientar com segurança a prática de ensino ou o "estágio supervisionado" do aluno, que é uma das oportunidades para que este se faça na formação. Poderia criar situações em que o estudante se confrontaria com circunstâncias reais ou imaginárias, cujas soluções poderiam implicar na reflexão do aluno, na elaboração de hipóteses e vivências nas quais ele, possivelmente, cometeria "erros" e conscientizar-se-ia dos mesmos, de forma que o educando sentisse necessidade da colaboração dos outros e de aperfeiçoamento constante.

Diante do exposto, entende-se que o currículo reflete a sociedade em que está inserido e adquire sua forma: da sociedade provêm os conteúdos que são considerados fundamentais ao processo educativo, porque dessa sociedade, origina-se toda a cultura. Os valores e a ética do educador colaborarão na escolha e definição dos conteúdos do ensino que serão considerados adequados à escolaridade do aluno e às atividades sociais que são determinantes das profissões.

Referência Bibliográfica

ALARCÃO, Isabel (org). Formação Reflexiva dos Professores: estratégias de Supervisão. Coleção CIDInE, Lisboa: Porto, 1996.

_______. "Dimensões de formação". In TAVARES, J. (org), Formação contínua de professores. realidades e perspectivas. Actas do 1° Congresso Nacional de Formação Contínua. Aveiro: Universidade de Aveiro, 1991a.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n° 9.394 / 96, de 20 de dezembro de 1996.

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental Referenciais para a formação de professores. Brasília: A Secretaria, 1999.

CRÓ, Maria de Lurdes. Formação inicial e contínua de educadores / professores. Portugal: Porto, 1998.

GIMENO SACRISTÁN. "Consciência e acção sobre a prática como libertação profissional dos professores." In, NÓVOA, A. (org). Profissão Professor. Porto: Porto. 1995.

NÓVOA, A. Concepções e práticas de formação contínua de professores. In Formação contínua de professores: realidades e perspectivas. Aveiro: Universidade de Aveiro, 1991.

PÉREZ GÓMEZ, A. I.; GIMENO SACRISTÁN, J. Compreender e Transformar o Ensino. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1998.

_________.Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artmed, 1999.

PIAGET, Jean. A construção do real na criança. Rio de Janeiro: Zahar, 1970.

SHÖN, Donald A . Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

 

 

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 2 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/a-formacao-do-educador-e-os-conhecimentos-pedagogicos-em-foco-3697767.html

    Palavras-chave do artigo:

    formacao do educador

    ,

    conhecimentos pedagogicos

    ,

    pratica docente

    Comentar sobre o artigo

    A Educação a Distância (EaD), oferece substanciais possibilidades de contribuir com a ressignificação da educação escolar e da formação de professores. Pode oferecer ao docente, oportunidade de estudo, atualização, qualificação, investimento em sua formação contínua em qualquer tempo e lugar, por meio de metodologias diversificadas e mediadas por recursos tecnológicos.

    Por: Zeila Miranda Ferreiral Educação> Ensino Superiorl 19/11/2010 lAcessos: 654

    Resumo: A expressão tendência pedagógica refere à disposição natural e instintiva do professor, em adotar um ou mais modelos educacionais que influenciam e determinam sua prática pedagógica. As concepções tradicionais ou transformadoras nem sempre se explicitam de forma consciente e reflexiva para o professor, com clareza dos princípios que embasam sua ação. Cabe ao docente analisar e refletir sobre a própria prática para transformá-la e (re)definir os seus saberes e fazeres pedagógicos.

    Por: Zeila Miranda Ferreiral Educação> Ensino Superiorl 19/11/2010 lAcessos: 2,819 lComentário: 1
    Alinne do Rosário Brito

    A função educativa por ter-se mostrado capaz, em diversos experimentos empíricos realizados, desenvolveM níveis diferentes de experiências pessoais e coletivas e a propiciar novas descobertas, além de contribuir na socialização. Neste trabalho, buscou-se aproximar as representações históricas do jogo, ás teorias que o balizam como atividade rica, prazerosa e motivadora da aprendizagem .

    Por: Alinne do Rosário Britol Educaçãol 18/07/2012 lAcessos: 1,338
    Ilma Aparecida Gonçalves

    Este trabalho busca investigar os conflitos, condições de trabalho e o bem estar dos professores, bem como verificar seus suas angústias e, principalmente, sua autoestima no cotidiano escolar. Com o interesse de conhecer e mostrar a realidade docente, o presente estudo verifica se as condições de trabalho e saúde relacionam-se com a com a construção da práxis docente. Os resultados demonstraram que há uma precariedade nas condições de trabalho docente e algumas considerações a mais.

    Por: Ilma Aparecida Gonçalvesl Educação> Ensino Superiorl 21/06/2010 lAcessos: 777 lComentário: 1
    Alinne do Rosário Brito

    Este artigo discute a necessidade do domínio de saberes indispensáveis à prática dos educadores e sua práxis na EJA centrando principalmente, nos estudos de Karl Marx. Objetiva-se, abordar as exigências necessárias ao ato de ensinar que se dão na mediação do educador entre os conteúdos e os discentes, que deverão apreendê-los para que, assim, possam dar significados concretos midiatizados pelo mundo, como sujeitos histórico-sociais.

    Por: Alinne do Rosário Britol Educaçãol 19/07/2012 lAcessos: 236
    Jaconias Dias Rodrigues

    O presente artigo tem o objetivo de analisar o cotidiano das aulas de Artes numa Escola da na Rede Municipal de Serra. A pesquisa se constituiu na analise das atividades docentes e referências bibliográficas. No entanto possui caráter teórico –empírico com vistas a demonstrar e analisar a realidade do cotidiano das aulas de artes na escola.

    Por: Jaconias Dias Rodriguesl Educação> Educação Infantill 15/07/2011 lAcessos: 2,920
    RONALDO CAMPELLO

    RESUMO O objetivo principal desta revisão é discutir a importância da leitura no universo escolar e além dele, no sentido de compreender a leitura como passaporte para a formação de sujeitos portadores de seu próprio protagonismo cultural. Ler é um hábito de poucos, ler, além de proporcionar um melhor entendimento do mundo nos trás a realidade e também nos transporta para fora dela, é a chave que nos conduz a mundos extraordinários e também nos torna críticos, céticos.

    Por: RONALDO CAMPELLOl Educação> Educação Infantill 14/09/2010 lAcessos: 7,779
    Antonio Reinaldo Santos Alves

    Os estudos sobre Formação de professores, necessitam contemplar discussões que associam a formação e a prática docente, afim de preparar o educador para a realidade das salas de aula. Recomenda-se, portanto no percurso formativo do professor, sua formação inicial e continuada, oferecer reflexões e debates, sobre quais competências e habilidade este profissional precisa ter para bem construir estratégias metodologias.

    Por: Antonio Reinaldo Santos Alvesl Educação> Ensino Superiorl 05/11/2011 lAcessos: 2,269

    Este artigo apresenta a prática docente na Educação Profissional. Verificamos que as práticas pedagógicas não estão alinhadas com a utilização da tecnologia e dinâmica de aulas. Apresentamos as novas tecnologias como facilitadora do ensino aprendizagem e destacamos a emergência de que o docente faça uma auto-avaliação constante de sua práxis,

    Por: alessandra aparecida da silval Educaçãol 27/08/2012 lAcessos: 176
    Carla Ravaneda

    A importância da boa formação da docência brasileira, aspectos determinantes na graduação, a importância do estágio supervisionado nos cursos de licenciatura.

    Por: Carla Ravanedal Educação> Ensino Superiorl 11/09/2014
    Zilda Ap. S. Guerrero

    O modelo de aluno que temos hoje em sala de aula, nem de longe lembra- nos os moldes dos alunos dos tempos da escola tradicional, não e somente nas escolas públicas, mas também em diversas escolas particulares e de grande renome no mercado educacional. No entanto, há uma forte contradição entre as aulas ministradas em sala de aula; as quais na grande maioria recheadas de conteúdo e parca praticidade, e quase ausência de contextualização das aulas. Urge então mudanças didáticas na escola atual.

    Por: Zilda Ap. S. Guerrerol Educação> Ensino Superiorl 10/09/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    O artigo tem como objetivo explicar a funcionalidade do mundo dos vírus. Para tal é necessário uma análise de suas principais características, a definição fundamental da mecanicidade funcional evolutiva dos parasitas.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 08/09/2014
    Ana Paula Assaife

    Este artigo analisa as dificuldades encontradas pelos docentes em sala de aula para o uso das tecnologias voltadas para educação. Estudos sobre a modernidade mostra que esta dificuldade é muito comum nas universidades públicas do Estado do Rio de Janeiro. Temos por objetivo analisar os impactos da modernidade sobre a universidade e seus desafios. .Conceituar Modernidade e estudar novas prácticas para o l uso da tecnologia no processo ensino/aprendizagem.

    Por: Ana Paula Assaifel Educação> Ensino Superiorl 04/09/2014 lAcessos: 15

    O presente artigo apresenta a resiliência em um ambiente educacional e o papel dos profissionais que ali trabalham para a formação deste aluno. A escola tem papel fundamental na educação de seres resilientes, capazes de transformar e reinventar novas formas para lidar com as adversidades do cotidiano. Sendo o professor uma espécie de facilitador da aprendizagem, exercendo um papel fundamental no incentivo, construção, articulação de informações e saberes na formação dos educandos.

    Por: Zípora Raquel de Paulal Educação> Ensino Superiorl 01/09/2014

    Este trabalho verso a partir de Kant a problemática sobre o Esclarecimento, que irá mostrar a possibilidade do homem sair de sua menoridade, sendo assim, o mesmo terá capacidade suficiente para estruturar um pensamento autônomo, isto é de pensar por conta própria usando a liberdade de entendimento sem que dependa de outras pessoas para obter a maioridade, entretanto, com essa atitude atingir a própria independência intelectual.

    Por: Derivanial Educação> Ensino Superiorl 01/09/2014

    É inegável que nos últimos anos o tema "Diversidade" tem sido bastante discutido , principalmente no setor educacional. Estamos hoje vivenciando um novo momento em que já se admite, ainda que minimante, a existência de preconceitos diversos e racismo no território brasileiro. Quando o tema diversidade entra em cena, abrimos as portas para que o nosso ponto de vista sobre o outro, e de outros sobre nós sejam apercebidos sob uma nova ótica. Esta que torna "o diferente" tão belo quanto "o eu".

    Por: Ivanilda da Silva Cunhal Educação> Ensino Superiorl 27/08/2014
    Tony Monteiro

    Nos últimos anos, houve uma profunda mudança na maneira de construir, pois antigamente as alvenarias eram utilizadas como elemento resistente e de vedação e a sua estabilidade e resistência eram definidos em função de sua geometria.

    Por: Tony Monteirol Educação> Ensino Superiorl 26/08/2014

    O presente artigo pretende analisar o telejornal como recurso didático-pedagógico e tecnológico a ser utilizado por professores do Ensino Fundamental em sala de aula. Tal uso, na perspectiva de construção de conhecimentos contribui para a formação de alunos telespectadores críticos e autônomo.

    Por: Zeila Miranda Ferreiral Educação> Ciêncial 27/11/2010 lAcessos: 427

    Em seu livro, a autora Christine Hine faz a apresentação da investigação que realizou durante os alguns anos e esclarece acerca das concepções, conceitos iniciais da metodologia etnográfica até a escolha do objeto de estudo e de pesquisa por meio da etnografia virtual.

    Por: Zeila Miranda Ferreiral Educação> Ciêncial 20/11/2010 lAcessos: 508

    Resumo: A expressão tendência pedagógica refere à disposição natural e instintiva do professor, em adotar um ou mais modelos educacionais que influenciam e determinam sua prática pedagógica. As concepções tradicionais ou transformadoras nem sempre se explicitam de forma consciente e reflexiva para o professor, com clareza dos princípios que embasam sua ação. Cabe ao docente analisar e refletir sobre a própria prática para transformá-la e (re)definir os seus saberes e fazeres pedagógicos.

    Por: Zeila Miranda Ferreiral Educação> Ensino Superiorl 19/11/2010 lAcessos: 2,819 lComentário: 1

    A Educação a Distância (EaD), oferece substanciais possibilidades de contribuir com a ressignificação da educação escolar e da formação de professores. Pode oferecer ao docente, oportunidade de estudo, atualização, qualificação, investimento em sua formação contínua em qualquer tempo e lugar, por meio de metodologias diversificadas e mediadas por recursos tecnológicos.

    Por: Zeila Miranda Ferreiral Educação> Ensino Superiorl 19/11/2010 lAcessos: 654

    Refletimos acerca da prática pedagógica do professor-tutor em EaD, do ponto de vista do trabalho do professor, uma atividade educativa, técnica, produtiva, socialmente útil e transformadora, que promove o homem como ser social.

    Por: Zeila Miranda Ferreiral Educação> Ensino Superiorl 18/11/2010 lAcessos: 1,446

    Na rotina diária, o professor explicita entre outros, o que pensa sobre o aluno, o conhecimento, a escola, as relações professor-aluno, a aprendizagem, o ensino, os procedimentos pedagógicos e a avaliação. Suas ações, atitudes e comportamentos são orientados por pressupostos teórico-metodológicos que fundamentam toda a sua prática e De acordo com a aplicação daqueles no processo ensino-aprendizagem, é que vão sendo estabelecidas as abordagens, as tendências e os modelos pedagógicos educativos.

    Por: Zeila Miranda Ferreiral Educaçãol 15/11/2010 lAcessos: 2,026

    O texto trata do estilo cognitivo compreendido como meio preferido por uma pessoa para processar a informação. O estilo cognitivo é normalmente descrito como uma dimensão da personalidade que influencia atitudes, valores e a interação social. Teoricamente, os estilos cognitivos e de aprendizado podem ser usados para prever que tipos de estratégias ou procedimentos didáticos seriam mais efetivos para um dado indivíduo em sua aprendizagem.

    Por: Zeila Miranda Ferreiral Educaçãol 15/11/2010 lAcessos: 1,591

    Comments on this article

    1
    NONATO MEDEIROS 02/06/2011
    SOU FÃ DE DIDATICA GOSTO MUITO......
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast