A fortaleza de são jose de macapá patrimônio histórico*

Publicado em: 02/03/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 676 |

              Este artigo tem por objetivo mostra os fatores que levaram a fortaleza de são José de Macapá a ser construída, ela esta localizada as margens esquerda do maior rio de água doce do mundo o rio amazonas.

               A cidade de Macapá, atualmente capital da cidade de Amapá, já nasceu com um instinto guerreiro. Seus primeiros habitantes foram casais de açorianos que chegaram a costa de Macapá que era conhecido como canal norte do rio amazonas, em 1751 depois de enfrentar uma longa e arriscada viagem através dos rios alem da coragem levavam com eles também obrigações de colonizar o local e para consolidar o domínio de Portugal que tinha que impedir a entrada dos invasores Holandeses, Irlandeses, Ingleses e principalmente Franceses e treze anos mais tarde começaram a construir a fortaleza de são José de Macapá.     

               A sua construção empregou, oficiais e soldados, além de trabalhadores como africanos e indígenas esses trabalhadores ganhavam salários, no primeiro caso eram pago 140 réis já para o segundo apenas 40 réis esses trabalhadores se distribuíram entre as pedreiras da cachoeira das pedrinhas, no rio pedreira cerca de 32 quilômetros de distância ate chega em Macapá.

               A fortaleza de são Jose de Macapá trata-se de monumento muito complexo do ponto de vista militar alem de possui uma grande dimensão se for comparadas com as outras fortificações brasileiras

  

  1. 1.    AS INVASÕES E OS TRATADOS

                 A região onde hoje se encontra o Estado do Amapá foi doada ao português Bento Manuel Parente, em 1637, com o nome de capitania da Costa do Cabo do Norte. No final do mesmo século, a região sofreu incursões de ingleses e holandeses, que foram expulsos pelos portugueses.

                No século XVIII, os franceses também reivindicaram a posse da área e em 11 de abril de 1713 foi assinado o Tratado de Utrecht que estabeleceu o rio Oiapoque como limite entre o Brasil e a Guiana Francesa, porém este limite não foi respeitado pelos franceses. Os portugueses construíram então a fortaleza de São José do Macapá, para proteger suas fronteiras das incursões dos franceses.

                O auge dessas investidas ocorreu quando Claude d'Orvilhers governava aquela Colônia e corsários franceses aprisionavam indígenas para escravizá-los. Eram combatidos, mas sem eficiência. A partir de 19 de julho de 1722, quando o capitão-general João da Maia da Gama assumiu o governo do Estado do Maranhão e Grão-Pará, as investidas francesas começaram a ser combatidas de forma mais intensa. No período de 1723 a 1728, além das rotineiras expedições guarda-costas, que percorriam o litoral, esse governador ordenou quatro grandes expedições militares à região, comandadas pelos capitães João Paes do Amaral, Francisco de Mello Palheta, Diogo Pinto da Gaya e Francisco Xavier Botero, que não chegaram a combater invasores, contudo fizeram como que fossem reduzidas substancialmente as invasões francesas sobre o setentrião pátrio.

                 Assegurado aos portugueses o domínio sobre as terras situadas entre os rios Amazonas e Oiapoque, os mesmos voltaram a se estabelecer na região, em 1738, posicionando em Macapá um destacamento militar. Governava o Estado do Maranhão e Grão-Pará, João de Abreu C. Branco, que o conservou até o final de seu governo, em agosto de 1747, sem nada fazer pelo seu desenvolvimento por falta de recursos financeiros e interesse da Coroa Portuguesa. Esse governador, chegou a insistir na urgência da implementação do povoamento e fortificação da Foz do Amazonas.

                Francisco Pedro de Mendonça Gurjão, seu sucessor, renovou essas reivindicações, mas a. única providência tomada por D. João com relação à região, foi oficialmente denominá-la, em 1748, de Província dos Tucujus ou Tucujulândia, sem que lhe fosse. Alterada a condição administrativa. Tratava-se tão somente de delimitação geográfica, objetivando planejamento estratégico militares de defesa da área, e de controle sobre as nações indígenas que a habitavam, para sua exploração como mão-de-obra e utilização no combate contra invasores estrangeiros.

 

1.1  A CONSTRUÇÃO DA FORTALEZA

 

                 A construção da fortaleza foi autorizada no reinado de D. José I (Julho/1750 - fevereiro/1777), que teve como primeiro ministro, o marquês de pombal, um representante do despotismo esclarecido.

Suas pedras foram retiradas por negros, cablocos e Índios da embocadura do rio pedreira, e duraram 18 anos para se terminada, e foi inaugurada no dia de São José.

                Pela sua grandiosidade esta fortaleza, configura o particular interesse geo-politico lusitano em garantir o domínio sobre as terras conquistas com base no tratado de madri - janeiro de 1750, entre portugal e espanha, por onde se definiu os limites fronteiriço ao norte da colônia brasileira.

                 Administrada diretamente pela capitania do grão-pará e maranhão, a obra foi iniciada em 29 de junho de 1764. No mesmo ponto em que anteriormente se construíram os redutos de 1738 e 1761, veio à fortaleza a ser erguida estrategicamente na foz, pela margem esquerda do rio Amazonas, onde exerceria as funções de: Impedir por esta via, a entrada de navios invasores; defender; abrigando no seu interior, os moradores da vila de São José de Macapá, caso sofressem ameaça de assédio; servir como ponto de reabastecimento de um exercito aliado; elo de comunicação e vigilância entre as demais fortificações espalhadas pelo interior e fronteiras; assegurar a exploração dos produtos regionais (droga do sertão), e seu exclusivo comércio com a metrópole; manutenção da ordem soberana de Portugal na região.

                E comporia também uma cadeia de fortificações distribuídas ao longo do rio amazonas e afluentes visando proteções das inclusões que estabeleceriam comércio do escravo africano com o ouro do Peru. Contudo a fortaleza de São José de Macapá nunca entrou em combate, realizando parte de suas funções estratégicas.

                Foi a segunda comissão demarcadora de limites da Amazônia, ocupada com o levantamento das potencialidades econômicas regionais, quem recebeu através do governador da capitania do grão-pará, a ordem imperial do planejamento de fortificação para Macapá.

                Em seguida, a comissão composta de homens ilustres como: Gaspar João Geraldo Gronfelds, henrique João Wilkens, Domingos Sambucetti, Antônio José Landi, e dos astrônomos, João Brunelli e Miguel Antônio Ciero, coordenados por Henrique Antônio Galucio, que estudaram os Tratados sobre fortificações, de Manuel Antônio Azevedo Fortes. E com adaptações à realidade local, materializaram arquitetonicamente a fortaleza como um complexo fortificado composto por núcleo cercado externamente por outros elementos construtivos, de reforços à defesa. Todavia, por falta de recursos, esta majestosa obra não chegou a ser completamente acabada, e por isso as fases posteriores de abandono levaram ao arruinamento e o conseqüente de alguns pontos mais vulneráveis.

                Internamente, o núcleo (praça principal) tem a configuração de um quadrado com quatro baluartes pentagonais nos vértices, o que permitiria o cruzamento de fogo sobre o inimigo, detalhe este marcado pela influência da engenharia francesa do século XVII, com bases defensivas da guerra de posição expressa no 8º modelo do construtor Sebastién de Le Preste, marquês de Vauban, exemplo destacado da obra de Manuel Azevedo Fortes.

                E no interior deste quadrado se encontra uma praça rebaixada com um esgotadouro de águas pluviais no centro, nas laterais, oito prédios destinados ao aquartelamento dispostos dois a dois. Limitam esta área rasa, a conformação de terraplenos elevados que interligam na mesma altura, os baluartes; e sob os terraplenos sul e leste, existem respectivamente, dois conjuntos de casamatas, com doze unidades cada.

                Externamente, de imediato, temos o fosso seco, que no projeto original contornava toda a praça principal, porém, hoje restando apenas na parte sul e oeste. Ao sul, do fosso seco, ainda é perceptível vestígios da rampa de acesso ao redente, hoje desaparecido. A oeste, além do fosso seco passar em frente do portão principal, temos o revelim, também contornado por este fosso. O revelim ligava-se à esplanada por passarela de madeira e ao portão principal, através de uma ponte de madeira fixa, com parte dela elevadiça, acessórios este, desaparecidos. Ao norte, no projeto original, além do fosso seco, existiria outro revelim acompanhado na sua frente de um fosso hídrico; elementos que também sofreram desaparecimento. A leste, além do fosso seco, existiria duas baterias baixas que com o tempo também desapareceram da leitura aparente. Com a morte de D. José I, assumiu o trono sua filha D. Maria I que por questões políticas, exonera e persegue Marquês de Pombal. Imediatamente, deixa de investir na construção da Fortaleza de São José de Macapá, sob alegação de ser onerosa para a Coroa, o que a paralisar, e a cinco anos depois, mesmo estando inacabada, foi inaugurada em 19 de março de 1782.

                Nos dezoito anos de trabalhos na construção, muitas vidas foram consumidas, entre as duas classes de mão-de-obra: a mão-de-obra livre, representada pelos oficiais, e soldados do exército, capatazes e mestres de ofício; e a mão-de-obra compulsória, representada em seu maior contigente por indígenas capturados oficialmente na região, seguida pelos negros africanos comprados pelo governo da capitania. Sendo ambas propriedade do Estado, que devido ao regime de trabalho forçado, e submetidas à exploração, que mesmo com o assalariamento, representou escravidão.

                Os trabalhadores distribuíram-se nos principais núcleos de produção como pedreiras: na extração e beneficiamento das pedras naturais (lavragem e cantariação) ; nas usinas de cal: base para mistura na formação da argamassa (cal, areia, água, argila, e quanto ao elemento óleo, não se tem comprovação da sua presença); nas olarias: que produziam tijolos e telhas; no transporte: carreteiro, canoeiro, e remeiro: além de outros serviços complementares ao levantamento da construção.

                Do período colonial ao Brasil Império a Fortaleza de São José de Macapá foi ocupada e utilizada por pelotões das respectivas guardas, portuguesa imperial, atendendo aos interesses estratégicos. Porém, com o advento da Proclamação da República em 1889, e a participação do Brasil na conjuntura internacional da economia de mercado, a Fortaleza gradativamente perde sua função principal e entra num processo de total abandono, situação esta que permitiu o saque de vários objetos como artefatos de guerra, canhões, pedras e tijolos, etc. E pelo início do nosso século o Serviço de Sinalização Náutica do Canal Barra Norte – Marinha do Brasil, assenta uma torre com farolete sobre o Baluarte Nossa Senhora da Conceição, visando facilitar a navegação nesta embocadura.

                Muito embora, algumas vezes a fortaleza estivera sujeita aos serviços de capina por ordem de intendentes do município de Macapá, mas o longo período de abandono estende-se até 1946, quando na fortaleza se instalou o comando da guarde territorial (policia ostensiva órgãos do recém criado Território Federal do Amapá (1943). E para tal efetivação, este comando realizou grandes serviços, como a reposição dos telhados arruinados de quatro prédios e da casa do órgão; confecção em madeira, de janelas, portas e portões, reutilizando peças originais como obradiçãos, ferrolhos e cravos, por ali encontrados sob os escombros; capina (interna e externa), além da retirada dos arbustos dentre as pedras das muralhas, assim como a eliminação de frondosas arvores crescidas nos terraplenos cujas raízes impactaram os tetos abobadados das tijoleiras dos pisos, muretas e rampas de acesso; desobstrução dos mais aparentes canais de drenagem das águas pluviais, confecção em madeira das carretas que servem de bases para canhões. Sabendo que todo o trabalho não teve o devido acompanhamento técnico em restauração, mas é reconhecida a competência que tiveram em realiza-lo ao buscarem aproximação com a realidade original, representado desta forma, uma vertente do processo de restauração.

                 A ocupação e utilização pelo governo do Território Federal do Amapá, revitalizou-o destacando sua importância e o Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional - IPHAN, se interessa procedendo o Tombamento sob o processo nº 269 no livro de tombo histórico em 22 de março de 1950.

                Se tem notícias que uma comissão nomeada pelo governo territorial em 8 de julho de 1950, procedeu o levantamento de todos os bens da fortaleza, embora que contraditoriamente nesse período, dentro da área do entorno ponto oeste na esplanada ocorrecem levantamentos de prédios públicos e particulares.

                Enquanto o Governo aceleradamente construía a colônia penal do beirol, nos arredores da cidade de Macapá, o espaço da fortaleza serviu provisoriamente como hospedagem a famílias imigrantes que chegavam a Macapá, e de cadeia pública aos presos da justiça sob vigilância da guarda territorial. Posteriormente, o governo cedeu o espaço para que funcionassem também instituições como a imprensa oficial; o exercito, representado no pelotão do 26 º BC - Tiro de guerra 130; e para o museu territorial.

                Transformando a fortaleza de Macapá num centro sociocultural e de lazer, onde comemorava-se datas cívicas nacionais e locais, com salvas de tiros pela alvorada, desfiles escolares e festas dançantes - uma importante referência histórico - social para a comunidade macapaense. Com o regime de força implantado pelos militares em março de 64 no Brasil, o governo do território federal do amapá, determinou que somente o comando da guarda permanecesse na fortaleza quanto às demais instituições, foram transferidas para outros prédios do governo.

                Diante do regime de força, a sociedade amapaense testemunha o recolhimento de intelectuais e trabalhadores na fortaleza como presos políticos.

E neste mesmo período de ditadura militar foi permitida a instalação do clube Social do Circulo Militar na área de entrono imediato da fortaleza - Ponto leste, sobre onde originalmente foram construídas duas baterias baixas.

                Em 1975, a guarda territorial é transformada em policia militar, sendo logo instalado em prédio próprio, permanecendo na fortaleza apenas o pelotão da banda de música desta corporação que, além das atividades de ensaios passou a realizar um serviço de guarnição no forte. Enquanto sua limpeza e conservação permaneciam mantidas pelo governo territorial.

                Em 1995/96 o governo aciona a FUNDECAP, juntamente com a SEINF, para retomarem o projeto de restauração da fortaleza, identificado dentro do programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá, dedicado à busca de parcerias com instituições nacionais, a exemplo do Ministério da Cultura, num reconhecimento do potencial turístico que tem esse imensurável valor histórico - cultural tanto para sociedade brasileira como para a humanidade.

                Com esta fase dos trabalhos restauração concluída, com ênfase no resgate de suas linhas originais, a fortaleza ficou pronta para voltar a receber visitantes. A revitalização transformou-a num espaço de cultura e lazer, administrado por uma fundação, o Museu Fortaleza de São José de Macapá, concebida para gerenciar e planejar a sua ocupação.

                 Mais recentemente, sob o governo de Waldez Góes, o monumento foi integrado a um parque da cidade, tendo se procedido à prospecção arqueológica do entorno da fortaleza. Esse trabalho, desenvolvido pelo Laboratório Arqueológico da Universidade Federal de Pernambuco, trouxe à luz diversas obras exteriores que se julgavam inexistentes - baluartes, rampa e caminhos cobertos, demonstrando a real amplitude e complexidade arquitetônica desta fortificação.

                Externamente, atualmente restam os vestígios de um fosso seco nas faces Sul e Oeste, que originalmente seria inundado em todo o perímetro da fortaleza, inclusive o revelim frente ao portão principal. A explanada exterior ligava-se ao revelim por uma passarela de madeira e este ao portão principal, através de uma ponte levadiça, acessórios estes atualmente desaparecidos. Na face Norte, além de um fosso seco, o projeto original previa um segundo revelim, cercado por sua vez por um fosso inundado, elementos também desaparecidos. Pela face Leste, além do fosso seco, estavam projetadas duas baterias baixas, identificadas pela recente campanha de prospecção arqueológica.

                Essa pesquisa comprovou ainda que, na parte do conjunto erguida sobre terreno originalmente alagado, fora utilizadas estacas de acapu (madeira resistente à água) formando uma sólida treliça sobre a qual foram erguidas as muralhas, técnica cujo emprego no Brasil ainda não havia sido comprovado.

Considerações finais      

 

                  Contanto concluímos este artigo comparando A fortaleza de São José de Macapá, em relação à sua importância para a formação de cidade e identidade de população local, pode ser comparada ao que o Pão de açúcar representa para o Rio de janeiro, ao que a torre Eiffel representa para paris e ao que o coliseu representa para Roma. Portanto, sua preservação e conservação, é a preservação e conservação da própria identidade do povo macapaense. Além do mais, dada a sua importância histórica, a fortaleza de São José de Macapá de formação social brasileira no período colonial. Sem dúvida que as interferências criminosas e o abandono registrado em tempos e o abandono registrado em tempos passados são demonstração de insensibilidade histórica, econômica e social. A sociedade Macapaense não pode e nem deve mais tolerar ações predatórias, posto que a indiferença seria tão nefasta e absurda, tal como se os cariocas permitissem a implosão do pão de açúcar, os parisienses permitissem o desmonte da torre Eiffel e os romanos permitissem a demolição do Coliseu.

 

Referência

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    Palavras-chave do artigo:

    patrimonio historico fortificacao tratados colonia iphan

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