A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA NA EDUCAÇÃO PARA O TRANSITO

Publicado em: 07/11/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 2,951 |

RESUMO

 

As normas e condutas no trânsito devem ser compreendidas e assimiladas por todos. E a escola pode contribuir nesse processo. Ademais, é na infância e na adolescência que se verifica a maior aceitação de ensinamentos e de condutas, a escola é considerada como agência educativa, no sentido que ela coloca em ação os principais meios para que sejam atingidos os parâmetros considerados ideais pela sociedade. A justificativa para a organização deste estudo se baseia nos altos índices de acidentes de transito no Brasil. A metodologia paliçada na construção deste estudo é exposta através de uma revisão de bibliografia de acordo com autores especialistas no assunto.

 

Palavras Chave: Transito, Educação, Ensino, Sociedade.

 

RESUMEN

 

Las normas y la conducta en el tránsito debe ser entendido y asimilado por todos. Y la escuela puede ayudar en este proceso. Por otra parte, es en la infancia y la adolescencia no es la mayor aceptación de la enseñanza y la conducta, la escuela es considerada como agencia educativa, en el sentido de que pone en acción el principal medio para el logro de los parámetros considerados por la sociedad ideal. El fundamento de la organización de este estudio se basa en altas tasas de accidentes de tráfico en Brasil. La metodología de este estudio es la construcción de empalizadas expone a través de una revisión de la literatura de acuerdo a los especialistas autores.

 

Palabras clave: Transito, educación, educación, sociedad.

 

INTRODUÇÃO

 

A educação para o trânsito é direito de todos, e constitui dever do Estado e dos Municípios. Quando se fala em educação para o trânsito é preciso lembrar que o Brasil é um país cujos cidadãos se locomovem utilizando canoas, bicicletas, carroças, ônibus, lotação, moto-taxi ou até mesmo helicópteros.

Não se usa no pais apenas o automóvel. Nem todos têm avião, barco ou carro. Alguns nem sequer têm dinheiro para o transporte coletivo. Um número grande de pessoas desloca-se apenas a pé e este fato não é verificado conta que o pedestre faz parte do trânsito.

Considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga

A competição e o individualismo no trânsito geram sentimentos de medo ou raiva, na maioria das vezes a proximidade de outro cidadão (motorista, pedestre, etc.), compartilhando o mesmo espaço urbano é percebida pelo motorista como ameaça ou obstáculo.

Educar para o trânsito possibilita intervir nessa situação, procurando desenvolver ações geradoras de melhor qualidade de vida e mais segurança, com atitudes cooperativas no trânsito.

A partir daí sentiu-se a necessidade de trabalhar o tema: a importância da escola na educação do transito mediante as problemáticas pautadas na pesquisa

 

1 A ABRANGÊNCIA DE TEMAS TRANSVERSAIS NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

 

As estatísticas apontam o Brasil como sendo campeão mundial em mortes por acidentes de trânsito, indicam ainda que 90% dos acidentes são causados por falha humana (condutor), 6% por problemas mecânicos, e 4% por deficiência nas vias, podemos então concluir que direta ou indiretamente o condutor é o responsável por quase 100% dos acidentes (ANDRINO, 2001).

A LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei n.9.394, de 20/12/1996, rege a educação brasileira apontando as diretrizes a serem seguidas na educação em todo país.

Os currículos do ensino fundamental têm uma base nacional comum – PCNs – Parâmetros Curriculares Nacionais (conjunto de diretrizes que orienta as ações educativas do ensino, prevendo o ensino de pontos comuns e necessários em todas as regiões brasileiras e possibilitando também que cada escola desenvolva temas e assuntos de acordo com as características culturais, sociais e políticas de sua região) (NISKIER, 2001).

 

Os temas transversais devem ser abordados como parte integrante das áreas de ensino. Não podem ser vistos como aulas especiais nem muito menos devem ser considerados como novas matérias, disciplinas ou áreas de ensino. Os temas transversais devem fazer parte do trabalho compartilhado entre professores e alunos e devem ser discutidos, debatidos e analisados concretamente. (MARTINS, 2007, p. 15).

 

Nos documentos dos Parâmetros Curriculares Nacionais o trânsito não é indicado como tema transversal. Porém, é considerado como tema local, de urgência e de abrangência nacional, tendo estreitas ligações com os temas da saúde, meio-ambiente e ética.

Em sala de aula, o tema trânsito pode ser trabalhado em todas as disciplinas, tanto como tema principal, como também para ilustrar os demais conteúdos, sem anular a importância do currículo escolar. O objetivo é ampliar o entendimento dos alunos para o exercício da cidadania nas vias públicas e fazer com que eles levem os conhecimentos adquiridos na escola, para dentro de suas casas de forma que esta ação ganhe significado na medida em que a qualidade de suas vidas e da comunidade mude para melhor (FERREIRE, 1993).

 

2 IMPLICAÇÕES GERAIS A RESPEITO DA EDUCAÇÃO PARA O TRANSITO NAS ESCOLAS

 

Na maioria das escolas do Brasil a educação para o trânsito no âmbito escolar caracteriza-se quase sempre pela promoção de eventos na Semana Nacional do Trânsito de 18 à 25 de setembro que regue o calendário a nível nacional. Após este período, observa-se que as orientações são repercutidas sem motivação alguma no âmbito escolar, ou seja, as atividades não são apropriadas para os alunos e, em grande parte, os resultados obtidos também não são satisfatórios, não trazem mudanças de comportamentos que possibilitem atitudes que contribuam na melhora das situações de risco no trânsito. (ANDRINO, 2001). Este contexto deve ser refletido a partir do momento em que o transito é um espaço de absorção de lugar.

 

O trânsito é uma disputa pelo espaço físico, que reflete uma disputa pelo tempo e pelo acesso aos equipamentos urbanos, é uma negociação permanente do espaço coletiva e conflituosa. E essa negociação, dadas às características de nossa sociedade, não se dá entre pessoas iguais: a disputa pelo espaço tem uma base ideológica e política; depende de como as pessoas se vêem na sociedade e de seu acesso real ao poder (KUTIANSKI, et. al. 2001, p. 53).

 

A educação para o trânsito deve em sua totalidade prever uma formação não somente acadêmica, mas principalmente humana que supere o conhecimento de normas e regras pré-estabelecidas, investindo na mudança de atitudes, utilizando-se de uma metodologia que valorize o conhecimento da realidade do trânsito em que o aluno está inserido, considerando suas experiências, como o início para a sistematização do conhecimento de que necessita para sobreviver confiante, saudável, educado e feliz, refletindo na sociedade e no sistema de trânsito as expectativas dos educadores na formação do homem e do cidadão (ANDRINO, 2001).

A conduta no trânsito é uma questão de cidadania, é necessário transformar comportamentos e valores, hábitos e atitudes, em processos práticos que deverão ser implementados no dia – a – dia nas ruas não apenas pelos alunos, mas com as pessoas em geral.

 

O processo educativo no trânsito tem seus parâmetros na educação de valores, e necessita tanto quanto esta, ser vivenciado desde as primeiras experiências escolares, não devendo ser visto apenas como uma relação de coisas a serem feitas, e sim como um assunto vivo mais do que qualquer outra matéria escolar (ANDRINO, 2001, p. 12).

A necessidade de uma conscientização ampla e urgente sobre a Educação para o Trânsito é visível aos olhos de todos, dada a complexidade dos problemas que surgem no dia-a-dia de todas as cidades. Hoje toda a população está envolvida, sob diferentes aspectos, com os problemas relacionados ao trânsito.

 

3 A IMPORTÂNCIA EM TRABALHAR EDUCAÇÃO PARA O TRANSITO NA ESCOLA

 

Uma das questões propostas referiu-se à importância de trabalhar a temática Educação para o Trânsito na escola. É indubitável que a conscientização das pessoas é de enorme importância; mas não basta, é preciso que além de conscientes sejam pessoas críticas e que atuem na sociedade como cidadãos que tenham clareza de seus direitos, como também, de seus deveres. Por isso, entende-se que a educação deva primar pela formação e construção de valores morais e éticos, no intuito de promover e valorizar a vida (BRANDÃO, 1993).

Outro argumento para que a referida temática seja trabalhada nas escolas, são os fortes laços que existem entre a escola e a comunidade em torno da escola. Como se verifica a partir de que "todo conhecimento adquirido na escola, com certeza é repassado para os demais membros da família, como também aos vizinhos e, às vezes, levado ao conhecimento da comunidade a que pertence" (KUTIANSKI, et. al. 2001, p. 42).

 

É importante, pois é através da orientação para a Educação para o Trânsito na Escola que o aluno aprende como deve se comportar na rua, na faixa de segurança, sinaleira, observar o que deve ser feito e o que não deve no trânsito (respeitar a sinalização), (BRANDÃO, 1993, p. 52).

 

É inegável a necessidade do cumprimento destas normas, mas é preciso formar o educando na perspectiva da cidadania, socializando valores de justiça, respeito e solidariedade.

Assim sendo, o trabalho da escola pode ser muito significativo, para que aconteçam o menos possível de falhas em nossa sociedade, ao promover juntamente a conscientização dos alunos, a informação sobre as leis e reforçando princípios e valores de convivência cidadã (FERREIRE, 1993).

Vivemos em uma sociedade em desenvolvimento e as pessoas devem estar conscientes e informadas da importância do trânsito e a necessidade de conhecer e respeitar as leis de trânsito para segurança de todos (BRANDÃO, 1993).

 

4 A EDUCAÇÃO E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA UM TRANSITO MAIS SEGURO

 

A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais (KUTIANSKI & ARAUJO, 2001).

 

O contexto da atual realidade brasileira, com uma profunda divisão social e uma injusta distribuição de renda, tem dificultado o desenvolvimento de um processo democrático que oportunize a inclusão do homem numa sociedade na qual os valores de respeito, solidariedade, dignidade e honestidade estejam presentes. Tais dificuldades, porém, não podem se tornar elementos impeditivos de ações que oportunizem a formação de um homem consciente, crítico, com valores morais éticos, movido por atitudes, hábitos e habilidades que possam vir a transformar essa realidade (ANDRINO, 2001, p. 92).

 

Enfim, cabe ao professor construir alternativas e estratégias que suprem as dificuldades e interesses dos educandos e da comunidade escolar, frente a realidade de cada escola. Porém, que visem a emancipação do cidadão, aquela que o faça pensar e se preocupar, buscando um sentido para sua existência e para a vida em sociedade e não a que, simplesmente, o torna passivo (MARTINS, 2007).

É notório que a maioria das pessoas da sociedade tende a associar o termo trânsito à imagem do automóvel. Ou ainda, associá-lo às placas de sinalização, aos agentes de fiscalização, enfim, aos aspectos mais técnicos, legais e menos humanas. Acontece, também, de pensarmos nas tragédias, nas perdas resultantes do trânsito, diariamente noticiadas pelos veículos de comunicação (FERREIRE, 1993).

Desta forma e, devido à dinâmica das relações pré-estabelecidas entre os participantes do trânsito em seus diferentes papéis, fica evidente que quem possui um veículo, ou está dentro de um, sente-se em maior vantagem, direito e poder. Reserva-se ao pedestre o espaço que sobrar, cabendo a ele, submeter-se a isso por ser o participante mais frágil nesta esfera (ROSSATO, 1996).

 

5 O PROCESSO EDUCACIONAL DE CRIANÇAS PARA O TRANSITO

 

Mais uma vez é do exemplo dos pais que surge a consciência das crianças, também com relação às regras de trânsito. Orientando os pequenos desde cedo, os pais estarão contribuindo para reduzir o risco de acidentes envolvendo seus filhos. O primeiro passo para isso é deixar bem claro para a criança que ela é uma passageira especial e até os dez anos deverá ir sempre no banco de trás (MARTINS, 2007).

Até atingir a altura de 1,40m é recomendável o uso de cadeirinhas de segurança. Depois disso, pequenas almofadas servirão para auxiliar na melhor adaptação do corpo da criança ao cinto de segurança. E a orientação dos pais não deve cessar nunca, especialmente sobre os riscos e perigos de colocar braços e cabeça para fora do carro.

 

A educação das crianças para o trânsito envolve também sua consciência dos deveres e direitos do pedestre. Até a idade de sete anos não se deve permitir à criança que circule sozinha, mas sempre acompanhada por um adulto. Mas muito antes disso, os pequenos já estão atentos à movimentação de pessoas e veículos nas ruas.

É o momento de instruí-los sobre os principais tipos de sinalização no trânsito, como semáforos, faixas para a travessia de pedestres e pisca-pisca luminosos instalados nas garagens dos edifícios. E também restringir o uso de bicicletas, skates e patins a parques e locais adequados para esse tipo de atividade (FERREIRE, 1993).

 

6 A PEDAGOGIA E A EDUCAÇÃO PARA O TRANSITO

 

A promoção de atividades que permitam à criança conhecer e vivenciar situações de circulação no trânsito, seja como pedestre ou passageira, é uma das exigências do Código Nacional de Trânsito.

Os Detrans das cidades brasileiras têm profissionais preparados para dar instruções nesse sentido a professores e alunos do ensino fundamental de escolas públicas e privadas. Em São Paulo, a Divisão de Educação de Trânsito do Detran mantém, inclusive, uma Cidade-Mirim, onde acontecem visitas agendadas pelas escolas.

Os recursos pedagógicos utilizados pelos policiais militares monitores vão desde palestras até dramatizações com linguagem adequada a cada faixa etária. Para transmitir aos pequenos noções básicas de segurança no trânsito e conscientizá-los da importância de garantir sua própria integridade física e a das outras pessoas valem canções e todo o tipo de brincadeiras. Os professores que acompanham o processo também são instruídos a relembrar o assunto em momentos oportunos. No interior do Estado, a mesma proposta é realizada pelo Programa Educativo de Trânsito "Clube do Bem-Te-Vi" desde 1990, através de visitas às escolas que agendam horários.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

O trânsito é o mais importante ponto de junção dos diversos grupos, segmentos e indivíduos de uma sociedade. É um sistema extraordinariamente complexo, do qual todos dependem diariamente: para deslocarmo-nos, como condutores, passageiros ou pedestres; para despacharmos as mercadorias que produzimos; para recebermos as mercadorias e produtos que consumimos.

Nosso comportamento no trânsito é regido por um conjunto de leis que prevêem comportamentos e ações corretas, bem como infrações, multas penalidades e a responsabilização civil e criminal por nossos atos no trânsito, principalmente quando colocamos em risco a segurança e a vida, nossa e das demais pessoas. Todos estes fatores estão expostos no trabalho, por outro lado, deve existir um trabalho voltado nas escolas com mais eficiência e eficácia no que concerne a educação para o transito.

Este estudo possui grande relevância para a sociedade em geral, pois, todos necessitam do transito para promover suas atividades diárias de forma direta ou indireta.

 

REFERÊNCIAS

 

ANDRINO, Mauro Haddad. Educar para o trânsito: uma prática do professor. São Paulo: Editora Kalimera, 2001.

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. São Paulo: Brasiliense, 1993.

BRASIL, Lei nº 9.503, de 23 de Setembro de 1997. Código de Trânsito Brasileiro.

FERREIRE, Nilda Tevês. Cidadania: uma questão para a educação. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.

MARTINS, João Pedro. A Educação de Trânsito: campanhas educativas nas escolas. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2007.

NISKIER, Arnaldo. Filosofia da Educação: uma visão crítica. São Paulo, SP: Loyola, 2001.

KUTIANSKI, Maria Lucia A.; ARAUJO, Silvio L. Mazoletti De. Coletânea educando para o trânsito. Campinas: Editora Kalimera, 2001.

ROSSATO, Ricardo. Século XX: urbanização e cidadania. Santa Maria, RS: Palotti, 1996.

 

 

 

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